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ATENÇÃO: Esta fic pode conter linguagem e conteúdo inapropriados para menores de idade então o leitor está concordando com os termos descritos.

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10. Sem sentido?!


Fic: A guerra que pode ser o amor. FIC VENCEDORA DO HPBF AWARDS 2010


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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(Narrador on)



Draco simplesmente parou de dançar e manteve as mãos na cintura dela. Ela o olhou, não entendia o porque do loiro parar de dançar. Ele colocou uma das mãos na nuca dela e a puxou para um beijo. Pressionou seus lábios contra os dela com força. Ela resistiu no inicio, afinal o que aquele louco estava fazendo? Mas agora ele roçava os seus lábios muito delicadamente, e ela por fim cedeu. Aos poucos Draco explorava aquela boca carnuda com cuidado, sentiu cada dente, cada pedaço da língua dela, cada milímetro da sua boca. Sentiu um sabor de morango, porém gelado, um gelado extremamente excitante. Ela por instinto passou os braços pelo pescoço dele. Ela também quis explorar cada pedaço daquela boca macia que se oferecia pra ela e ele a deixou a vontade. Ela sentia o sabor da menta misturada com algo ardente, quente. Eles começaram a dançar novamente se deixando levar sem se largar um minuto. As mãos dele já a enlaçava pela cintura, ela puxava com carinho os cabelos dele que iam até a altura da nuca. Era um beijo calmo, como se fosse de reconhecimento. Não se incomodaram com os flashs que piscavam por todos os lados. Naquele momento não existia nada, além da sede que um de repente sentia da boca do outro. Depois de um minuto, dois, cinco, dez, o que são os minutos nesse momento, Draco foi diminuindo a intensidade e profundidade do beijo, e por fim, mordeu de leve o lábio inferior de Hermione, que só abriu os olhos quando ouviu a voz de Harry atrás dela.



(Hermione on)



-Hermione, o que é isso?! - Ah não, o que eu estou fazendo? Olhei para Malfoy,que por mais absurdo que possa parecer não sorria aquele riso afetado. Virei pra trás, eu não sabia o que era aquilo o que estava fazendo mas eu não podia deixar Harry desconfiar. Tentei sorrir.


- Isso? É só um beijo Harry, APENAS isso. - Ele me olhava transtornado e saiu a passos largos dali. Foi quando percebi o circo que havia se formado em minha volta, tanto as pessoas quanto imprensa se espremiam pra ver o show. Olhei para trás e não vi Malfoy. O desgraçado se aproveitou de mim e desapareceu como uma cobra esperta. Eu também tinha que sumir. As pessoas começaram a se voltar pra mim, perguntando coisas que eu nem ouvia. Comecei a correr, nunca odiei tanto o detalhe de não poder aparatar em Hogwarts. Enquanto corria pelos jardins ansiando chegar aos portões me lembrei do porque nunca ter gostado de vestidos e saltos, eles nunca me permitiam locomover como gostaria, e era esse o meu maior problema naquele momento.
Enfim consegui aparatar na porta do meu apartamento, já que dentro não era possível. Mas para a minha surpresa Harry estava lá me esperando.


- Você tem certeza que precisamos disso Harry? Estou muito cansada. – Disse abrindo a porta.


- Hermione isso tudo é loucura, ainda mais envolver o Malfoy nisso! – Ele foi entrando em seguida.


- Loucura? Loucura foi o dia que eu comecei a namorar você, e o dia que você resolveu me dar um par de chifres! – Disse indo para cozinha beber água, já que na festa eu nem comi e bebi nada!


- Eu só dei um beijo que não durou nem 5 segundos na Gina, quando a gente namorava! Não me atraquei com ela na frente dos seus amigos e das lentes de câmeras! – Eu fiquei possessa e joguei a garrafa d’água longe.


- Como você pode ser tão cínico Harry? Eu vi você TRANSANDO com a Gina!


- O que? Eu não...


- Na sua casa, na sala Harry, no sofá azul que foi de Sirius! Eu arfava tamanha era a minha raiva e dor da lembrança.


- Hermione, não, você entendeu errado! – Ele passava a mão nos cabelos nervosamente.


- Entendi errado? Ninguém me contou não, eu vi!


- Aquele dia eu tinha conversado com você mais cedo. Então Gina me procurou, nós conversamos e acabamos nos rendendo um ao outro. Entenda eu não era mais seu namorado, eu não sou!


- Como você pode ser tão frio e jogador! Mesmo se eu tivesse terminado com você, coisa que eu não fiz, você já foi correr para os braços dela na mesma hora! - Eu saí da cozinha pisando forte, eu não podia chorar, mas aquele aperto na minha garganta anunciava que era isso que ia acontecer.


- Hermione, eu amo a Gina, e ela a mim. Você mesma esclareceu as coisas. –Eu não me agüentei mais, e dei um tapa na cara dele.
- Você é podre. Quer dizer que eu ainda te ajudei a voltar com ela!
- Eu não voltei com ela. Foi só esse dia. Mas como você disse ao mundo inteiro que estamos ótimos Gina se afastou.


- Boa moça ela, não é?


- Hermione eu errei por não conversar com você e expor as minhas duvidas. Mas entenda eu nunca te traí! Quando rolou um roçar de lábios meu e dela foi o suficiente para surtamos. Só ia esperar a Luna melhorar pra conversar com você!


- Harry na boa, sai daqui, eu to quase vomitando na sua cara.


- Eu te peço perdão por ser covarde, mas nunca por te trair porque isso seria assumir algo que eu não fiz. – Peguei a minha varinha e apontei pra ele.


- O que você prefere? Crucio ou avada? Não me importaria de ir pra Azkaban!


- Você está totalmente fora de si Hermione!


- Estupefaça! - Gritei! Eu realmente não agüentava mais. Harry foi lançado longe desacordado. Não me importei, logo ele acordaria. Lancei um levicorpus e o coloquei do lado de fora do meu apartamento e fechei a porta. E depois de semanas eu chorei, não muito, mas chorei. Me joguei na cama com roupa e tudo, eu queria apagar e acordar no outro dia com a certeza que tudo não passava do pior dos pesadelos.


 


(Draco on)



Draco ao ver o que realmente tinha acontecido, ele beijara a sangue ruim, e o tumulto que estava se formando saiu o mais depressa. Avistou Neville e o implorou que o ajudasse sair dali. Neville o levou até a lareira de sua sala e disse que ele poderia ir pra sua casa, que ele mandaria um patrono à Luna avisando.

- Luna! Luna! - O loiro gritava ao chegar na sala colorida da casa de Neville.


- Draco, já estou descendo. – Ela respondeu apontando na escada. – Acabei de receber o patrono de Neville. O que aconteceu? – Ela perguntou enquanto descia a escada calmamente. Foi quando ela viu que Draco andava de um lado para o outro, era raro o ver tão perturbado.


- Uma desgraça Luna! Uma desgraça! - Ele parou e ficou olhando para o chão. Luna que já havia chegado ao meio da sala pegou em seu braço.


- Por Merlim Draco você está me assustando! O que aconteceu?
- Eu beijei, eu beijei!
- Quem?
- Não, não posso ter feito isso! -Ele balançava a cabeça transtornado.


- Você beijou a Hermione não foi? – Luna o largou e sentou no sofá vermelho.


- O que? Neville te contou? - Ele ficou a olhando assustado.


- Não Draco, mas eu sabia que isso ia acabar acontecendo. Só não esperava que fosse na frente de todo mundo assim, até mesmo porque a Hermione ainda está com Harry, não é? – Ela dizia calma, olhando para algum ponto além do loiro. Ele então se sentou ao lado de Luna.


- Você sabia? Não. Isso nunca poderia acontecer. – Ele olhava pra frente.


- Mas aconteceu não é? O que você está sentindo?


- Como o que eu estou sentindo? Horror Luna, horror, eu beijei uma sangue ..


- Nem se atreva a continuar. – Ela o interrompeu tranqüila.


- Mas é a verdade Luna. É a verdade!


- Por que você a beijou? - Ele olhou pra ela com o cenho franzido.


- Eu..., eu não sei! – Ele respondeu derrotado e baixou a cabeça.


- Nem faz idéia?


- Ela estava muito bonita, e cheirosa, e ... – Ele parou de falar.


- Acho que agora já sabe.


- Eu não sei Luna, porque isso nunca...


- Eu sei Draco, mas mesmo sem saber no fundo a gente sabe que é. Quando acontece a gente sabe.


- Eu não posso, eu não quero, isso não é pra mim! – Ele quase chorava.


- Não é você quem decide isso. E isso é algo que serve para qualquer ser humano.


- Não Luna, eu não posso. Eu jamais seria tão fraco.


- Fraco você será se tentar acabar com isso.


- Não há nada para acabar, porque nada começou. – Ele se levantou. – Eu não queria ir pra Mansão, mas acho que é pra que devo ir, para poder me lembrar de quem sou.


- Draco, o que você é está dentro de você e não na historia dos seus antepassados e nem nas escolhas deles. Você fez a sua escolha. Você sabe disso. Você escolheu no dia que não matou Al bus naquela Torre, você foi o mais forte de todos os Malfoys!


- Você já me disse isso Luna. – Ele não tinha coragem de encará-la.


- Mas acho que você esqueceu de novo. – Ela foi até ele e o abraçou. Draco se deixou abraçar pela pequena loira, e depois de muitos anos, ele voltou a chorar.





Hermione acordou com o sol batendo em seu rosto. Ela levantou sentindo como se tivesse sido atropelada por 3 trasgos, ou recebido muitos mais crucios que levou quando foi refém na casa dos Malfoy. MALFOY! Foi aí que ela se lembrou e correu pra ver se o Profeta de domingo já tinha chegado. E lá estava aquela coruja já nervosa a esperando. Mione colocou a moeda na bolsa dela, que antes de levantar vôo, bicou com força o dedo da moça. Entre os destaques do jornal, mais ao pé da página havia o maior de todos os medos dela.



A festa que a diretora de Hogwarts ofereceu na noite do último sábado badalou muito mais que prometia. Afinal, o que será que aconteceu com a doce Hermione Jane Granger? Ou com o orgulhoso Draco Lucius Malfoy? E Harry Thiago Potter? Detalhes na pg. 27 a 30 no caderno “Em dia com os heróis”.

A castanha correu para as páginas indicadas. A primeira coisa que ela viu foi uma foto em movimento dela dando um beijão em Malfoy, coisa que ela não fazia idéia de que tinha sido daquele jeito, e Harry logo atrás dela, olhando para os lados com o rosto assustado. Ela não deixou de sorrir por isso, enfim Malfoy fez algo de útil, ela só não sabia por quê.

Neste sábado Hogwarts ganhou o brilho de seus alunos estrelas. Famosos ou não, eles foram o que se destacaram mais nos últimos 20 anos. Na lista dos melhores havia Hermione Granger (22) por Griffinória e Draco Malfoy (23) por Sonserina.


Como todos sabem, esses dois em destaque nunca se deram muito bem, desde a época da escola e principalmente por decorrência da última guerra bruxa, que ocorreu há 5 anos, onde cada um lutou de um lado. Mas algo deve ter mudado se levarmos em conta o ocorrido deste sábado. Basta olharmos bem a foto acima.


Hermione que chegou sozinha a festa, depois de seu então namorado Harry Potter, deu uma declaração, como fez poucas vezes, afirmando que seu namoro com o Eleito nunca tinha estado melhor.


“Harry sempre esteve comigo, assim como eu com ele. Eu sou a mulher do Menino que Sobreviveu. Eu o tenho por completo, o que não necessariamente signifique que ele me possua da mesma maneira.” O que ela provou mais tarde, não é mesmo?

Acontece que depois da valsa principal da comemoração, Hermione voltou para a pista com ninguém menos que Draco, sim, o único Draco, o Malfoy. Dançaram com intimidade e com muita naturalidade se beijaram, um beijo que podemos julgar, apaixonado. A cena no mínimo foi cômica. Enquanto o casal mais impossível do mundo bruxo se revelava, um Harry Potter totalmente atônito surgiu do nada e ficou olhando sua namorada com outro. Ao largar seu mais novo affeir, Hermione pareceu notar que estava em público e lembrar que seu namorado estava bem ali. Ela falou algo com ele que não nos foi possível ouvir. Ele saiu e ela foi atrás.


Tentamos colher alguma declaração dela mas ela se recusou a falar. Já Malfoy desapareceu misteriosamente e ninguém naquele castelo parecia saber o que realmente estava acontecendo.


Nos últimos tempos a não mais tímida Hermione vem sendo capa e protagonista de revistas e entrevistas polemicas. Ela que sempre se recusava a falar com a imprensa, deu várias declarações de como era seu namoro com o Menino que Sobreviveu. Muitas vezes ela repetiu estar cansada e preocupada com Potter, que ele não era mais o mesmo, mas que ela continuaria com ele, como sempre esteve, pois ela sabia que ele precisava dela.


Agora nos perguntamos, será que a nossa heroína resolveu apimentar o relacionamento o dividindo com ninguém menos que o Malfoy? Será que Potter vai perdoar Granger? O que será do casal mais aclamado pela sociedade bruxa? E o Weasley, como ele estará agora? Afinal ele foi o primeiro amor de Hermione e também conviveu com Malfoy.


Vamos tentar desvendar todos os mistérios para vocês caro leitores, mas já posso dizer, a nossa queridinha que sempre gostou de namoradinhos polêmicos e famosos, vale lembrar do Krum quando ela ainda nem tinha 15 anos, enfim está se revelando como sempre foi, uma devoradora de homens.

Um abraço queridos leitores, até a próxima semana, ou a qualquer momento, já que Hermione resolveu nos brindar com surpresas dignas de uma página inteira.

Rita Skeeter.




- EU MATO ESSA VADIA, VACA, LOIRA QUE SE DIZ REPORTER! EU? DEVORADORA DE HOMENS? E O QUE RONY TEM HAVER COM ISSO? ESSA MULHER É LOUCA! – Hermione gritara pra si mesma. Só aí pensou que todo mundo estava lendo aquilo e se preocupou, não queria que os Weasleys a achassem uma puta. Ela os amava como uma família de verdade, e ainda tinha seus pais que também recebiam o Profeta, já que ela era importante no mundo bruxo. “Fudeu”. Foi a única coisa que ela pensou, pois o telefone tocou. “Só falta serem meus pais”.


 


(Hermione on)



- Alô! – Eu disse com pouca segurança na voz.


- O Hermione, como assim? Você ta pegando o Mal e nem me conta! – Menos mal eu pensei, era só a Luane.


- Ah Luane, eu não to pegando ele não. Foi um deslize nosso, sei lá. – Eu realmente não sabia o que tinha acontecido.


- Sei, vocês dois com aquelas briguinhas adolescentes, só podia dar na cama mesmo.


- Você ta louca? – O que ela estava insinuando?


- Vai me dizer que ele não está ai, bem peladinho na sua caminha fofa?


- O que? O Luane o que você acha que eu sou? Eu jamais chegaria perto de um fio de cabelo daquele doninha saltitante!


- Não, claro que não, você só beijou ele com paixão! – Ela ria do outro lado.


- Com paixão?! Mas o que?! Isso não existe! Aquela coisa que me agarrou, devia ta querendo aparecer.


- Ah, então essa é a sua desculpa, essa vai ser a sua declaração para explicar o acontecido? – Eu gostei da idéia, era o mais obvio possível.


- Exatamente.



E foi isso que eu fiz. Na segunda mesmo, fui abordada no hospital por um quilo de urubus de todos os jornais e revistas possíveis. Eles não iam a minha casa porque morava em um prédio trouxa. Graças a Merlim, se não, jamais teria paz! Aleguei ter feito o favor de dançar com Malfoy por educação já que ele parecia estar sem par, e ele acabou se empolgando demais e me beijado. Declarei ainda ter conversado com Harry e ter esclarecido o fato. E por incrível que pareça Malfoy não deu nenhuma declaração, nem para se defender, como eu tinha certeza que ele faria.



Luna me procurou dois dias depois. Ela foi a minha casa, com os gêmeos que estavam cada vez maiores.

- Oi Mione, queria tanto falar com você! – Ela entrou.


- Oi Luna, ta tudo bem com você?


- Tudo ótimo. Os meninos estão bem também.


- Que bom! Então o que você quer falar comigo?


- É sobre o Draco.


- Hãn? – Lá vem!


- Sobre o beijo de vocês.


- Luna acho que já falei demais sobre esse assunto. – Eu realmente já estava cansada daquela conversa.


- Draco me contou o que ele te mostrou sobre o Harry. – O que? Aquela cobra fez o que?


- Do que você ta falando? – Eu já estava nervosa.


- Harry e Gina. – Ela falou me olhando com curiosidade, eu levantei, meu sangue ferveu.


- O Malfoy é muito mais imbecil do que eu supunha. Quem ele pensa que é pra ficar falando da minha vida para os outros? – Luna não mudava a expressão de seu rosto, ela parecia nunca se afetar com nada.


- Hermione ele só estava me esclarecendo as coisas.


- Esclarecendo? – O que ela queria dizer com isso?


- Senta Hermione, você está muito nervosa. – Apontou seu lado. – Draco me falou que te levou até o Largo Grimauld. Aquele dia ele tinha visto a Gina no ministério e a seguiu. Viu quando Rony a ignorou. Ele achou estranho o comportamento do ruivo e resolveu ver como o Harry ia tratá-la. Draco tem o péssimo hábito de ser curioso. Ele a seguiu e viu quando ela se encontrou com Harry. Eles estavam em um corredor. Ele se escondeu em uma pilastra e ouviu toda a conversa dos dois. – Luna parou por um momento. Eu não conseguia articular uma frase na minha cabeça. Acho que eu queria realmente saber de tudo. Então ela continuou.


- Draco ouviu Harry dizer que tinha conversado com você. Que tentou explicar o incidente do quase beijo deles, mas que você estava transtornada demais para acreditar ou ver as coisas como elas realmente eram. Gina começou a chorar e então Harry a abraçou. Ela disse que te entendia e se sentia a pior pessoa do mundo. Brigou com Harry por não ter conversado com você antes, ter sido estúpido o suficiente de esperar demais. Nisso Rony apareceu e disse que queria matar os dois. Harry ralhou com Rony e levou Gina de lá. Draco me disse ainda que, antes de te encontrar no hospital ele passou no Largo Grimauld, porque ele supunha que eles tivessem ido pra lá. Confirmou sua suspeita. Viu Harry com Gina. Então ele foi te buscar.


- Por que ele fez isso Luna? Por que ele foi meu carrasco? – Eu estava com vontade de chorar.


- Porque Draco estava com muita raiva. Ele estava sentido coisas que ele não compreendia e te culpava por toda a confusão dele. Você o tinha machucado também. Ele sempre foi infantil assim, você sabe.


- Como assim culpada pela confusão dele? – Eu levantei de novo.


- Hermione cabe a ele te responder isso.


- Eu não quero nunca mais ver o Malfoy na minha frente Luna!


- Mas vai. É mais que necessário. E não se esqueça que, vocês são padrinhos da Lua e do Sol.


- Isso de novo? – Que inferno!


- Não vamos mais discutir isso. Vocês vão ter a oportunidade de conversarem.


- Eu não quero nada disso. – Estava me sentindo péssima.


- Hermione, daqui 2 meses será o batizado dos meninos.


- Por que você está me contando essa porcaria toda? Ele te pediu?


- Claro que não. Ele nem sonha que eu esteja te falando sobre esse assunto. Mas alguém precisa velar pelo bem dos outros. – Luna deu um suspiro.


- Ah Luna! Isso tudo não faz sentido pra mim. Eu estou com vontade de sumir. – Eu comecei a chorar. Luna se levantou e me abraçou. E eu chorei como há muito tempo eu não chorava.


 


Depois desse dia eu fiquei muito pior do eu estava. Afinal de certa forma parecia verdade o fato de que Harry não tinha me traído, ao menos da forma como eu achava! E o que Malfoy fez foi algo terrível. Ele era mesmo um idiota. Eu fiquei sem ver Harry durante muito tempo, nós não nos procurava-mos. Rony veio a minha casa algumas vezes. Me falava como estava a guerra em sua casa por causa da gravidez da Lilá, e que Molly não aceitava mas que não tinha escolha. Ela ia acabar casando os dois. Ele me contou também que ela estava muito preocupada comigo, já que só tinha noticias minhas através dos jornais, e que ela não entendia o porquê de eu não ir mais a Toca. Rony estava sendo um bom amigo, ele sempre dava um jeito de justificar a minha persistente ausência. Mas eu continuei com o meu plano de qualquer forma, eu estava machucada demais, apesar de nem saber ao certo por quem exatamente ou pelo o que. Também não tinha mais visto o Malfoy, e isso foi bom, porque era capaz de ir para Azkaban caso cruzasse com ele em algum lugar.


 


(Narrador on)


 


Era sábado, véspera do batizado dos filhos de Luna. Hermione estava em seu apartamento pensando a roupa que deveria colocar já que não achava que o preto era o mais indicado para a ocasião, mas não conseguia ver graça em nenhuma outra cor, era assim que estava seu estado de espírito. Na sexta Harry havia escrito pra ela avisando que iria ao batizado e queria ter uma conversa definitiva com ela. Ela estava apreensiva, havia dois meses que não o via e da última vez ela o tinha atacado. Estava sentada em sua cama olhando as roupas no armário quando alguém bateu na porta. Ela foi atender.


- Gina?! – Hermione se assustou ao ver a ruiva parada em sua porta.


- Com licença. – Gina entrou. – Eu sei que devia ter sido anunciada pelo porteiro, mas resolvi aparatar aqui mesmo, imaginei que você não me deixaria subir caso eu pedisse. – E ela não estava errada, pensou Mione.


- O que você quer aqui Gina? – A castanha perguntou ainda parada perto da porta.


- Desde que tudo aconteceu não conversamos Hermione. Você se afogou na sua raiva, decepção, não me deu chance alguma de explicar nada.


- E precisava de explicação? Afinal vocês foram bem claros, não? – Hermione resolveu se aproximar um pouco da garota.


- Não Hermione, não fomos. Se tivéssemos sido nada dessa merda estaria acontecendo. O que você ouviu no hospital foi mal interpretado.


- Gina eu..


- Não Hermione, eu não vim aqui pra te ouvir, eu vim aqui falar. Você já falou, já destilou seu veneno a vontade sem se preocupar em buscar a verdade. Cansei de esperar você acordar para vida e parar de se fazer de vitima. Até azarar o Harry você fez. Quando foi que você se transformou em uma pessoa assim?


- Talvez no dia que meus eternos amigos resolveram me trair.


- Não, nós nunca te traímos. Antes do maldito dia na Toca, no qual eu quase beijei Harry, eu já havia percebido que Harry estava novamente naquelas crises sentimentais dele. Quando ele ficava assim nunca sabia o que fazer, mas como eu percebi que era algo relacionado a mim resolvi ficar quieta. Desconfiei disso no dia do casamento da Luna. Por isso me distanciei de vocês, não queria interferir em nada. Mas Harry nunca foi bom em resolver essas coisas, e o tempo de distância entre nós só piorou as coisas. O dia do quase beijo foi quando eu resolvi conversar com ele. Tinha medo que ele te fizesse algo de ruim. Eu acabei chorando em pensar que o nosso amor era eterno mas que agora outra pessoa muito importante para nós estava envolvida na loucura que é o nosso amor. Ele me abraçou e por um instante encostamos nossos lábios. Foi isso que o idiota do Ron viu e bêbado já aumentou as proporções. Foi isso que aconteceu e fiquei desesperada ao ver o que quase aconteceu. Por isso aquele dia no Hospital eu estava brigando com ele, já queria te contar, eu não queria que você soubesse da maneira errada, fiquei com medo do Rony falar merda. Mas você ouviu e tirou suas próprias conclusões, não nos deu tempo de dizer nada.


- Vocês transaram Gina, eu vi! – Hermione não chorava, mas seus olhos estavam vermelhos e sua boca seca.


- Foi em um momento totalmente de saudade, carência e claro, muita fraqueza da nossa parte. Mas Harry me disse que vocês haviam conversado, que você estava muito chateada, mas que ele não era mais seu namorado. Só que dias depois você aparece em jornais, revistas falando do seu namoro com ele como se fosse uma história que merecia ser acompanha por todos. O procurei , não entendia nada, ele me falou uma coisa e você estava gritando outra. Ele disse que não entendia o que estava acontecendo também. Entendi que você estava machucada e resolvi dar um tempo. Não procurei Harry mais. Achei melhor que as coisas fossem resolvidas. Mas elas não foram, vocês dois se parecem tanto! Nenhum de vocês teve a coragem de se procurar, de acabar logo com toda essa palhaçada. E você ainda se pega com o Malfoy! Todos ficamos pasmos, nesse dia até Rony conversou comigo, ele ficou bem preocupado. Malfoy, Hermione?! Em frente a toda imprensa?! Foi a maior loucura que eu vi na minha vida. Foi aí que vi o mal que tudo aquilo estava te fazendo e implorei Harry pra te procurar. Mas ele estava com orgulho ferido, te ver com Malfoy foi difícil, e você ainda o atacou. Só que eu não podia ficar esperando a vida toda! – Ruiva parou para tomar fôlego.


- Claro que não, você tem que correr pra ele né Gina?!


- Talvez seja isso mesmo Hermione, eu o amo. Mas não só por isso. Porque eu sou sua amiga, irmã. Eu também te amo. Não posso deixar você se afogar nessa mágoa desmedida. Se quer me odiar pelo resto da vida, a escolha é sua. Mas não faça desse ódio uma arma contra você. Olha como está. Triste, amarga. Abandonou os ruivos que mais te amam. Você não pode imaginar a falta que nos faz. Não se prive de ter a família ao seu lado por minha causa. Eu te peço perdão por amar o Harry como amo desde que tinha 10 anos. Eu não tive escolha. Mas você tem. Escolha ser feliz, escolha o amor que eu sei que ainda está dentro de você. Harry me disse que vai conversar com você amanhã, o escute também. Resolva isso, se liberte.


- Você quer dizer libertar vocês né? – Hermione começou a chorar.


- Não Hermione. De um jeito ou de outro, você sabe, vamos ficar juntos. Isso está fora do nosso controle, meu, seu ou dele. Agindo como você está, as coisas só ficam mais difíceis, mas não impedidas. Você também está se negando a ser feliz, de encontrar alguém, de ser livre de fato.


- Eu jamais serei assim. Amor é algo que deixo pra outros.


- Isso só depende de você, o amor é pra todos. Você está é cega demais para ver.


- Gina, eu quero que você vai embora, eu te ouvi, agora sai daqui! – Hermione chorava muito.


- Eu vou. Eu sei que você vai pensar em tudo que eu disse Hermione, mesmo que não queira. – E saiu do apartamento deixando a castanha totalmente desolada e confusa.


Hermione chorou o resto da tarde. Gina tinha razão, não queria pensar em nada do que ela disse mas mesmo assim pensava. Mais tarde o telefone tocou.



- Luane eu já disse que não quero sair! – Ela resmungava no telefone.


- Estou indo pra aí Mione. Você está péssima, só pela sua voz eu percebo. Não pode ficar se matando dentro de casa. Ninguém merece que você faça isso. To indo pra aí. – E desligou o telefone. Em menos de 15 minutos ela já estava dentro do apartamento da castanha. A fez tomar um bom banho e escolheu uma bela roupa para ela. De contra gosto, Hermione vestiu aquela camiseta de amarrar no pescoço azul turquesa, e sua calça social preta. Se deixou maquiar pela amiga insistente, e prendeu seus cabelos em coque onde seus cachos caíam de maneira natural. Ela realmente estava muito bonita, mas por dentro tudo era muito escuro e triste. A única exigência da castanha foi que fossem em algum lugar trouxa, queria correr da imprensa que a não deixava em paz mais.


Elas foram para um bar/boate que Luane conhecia e sabia que lá iam encontrar muita diversão.



(Draco ON)



- Draco? É você mesmo? – Me virei para ver quem era.


- Ah, oi.! – Eu conhecia aquela mulher, mas não sabia exatamente quem era. Eu conhecia tantas mulheres.


- Não lembra de mim né? Nos conhecemos aqui, já faz alguns meses. – Ela sorriu e se sentou ao meu lado. Esse perfume, lembrei!


- Sim! Você é a moça que me deixou um bilhete! – Ela soltou um sorriso aberto.


- Exatamente. Então, encontrou a moça dos seus delírios?


- Han? Ah não, não existe essa moça. Eu nem me lembro o nome. – Por algum motivo fiquei sem graça.


- Ah, que isso. Bom primeiro deixa te lembrar o meu. Helen. Agora o da moça, nossa, eu fiquei com ele na cabeça por uns dias, era um nome diferente. Mas agora eu não vou lembrar.


- Pois é Helen, mas não tem importância. Eu realmente não espero e nem quero ninguém em especial.


- Sei sei, homens são todos iguais. – Ela sorria e negava com a cabeça delicadamente. Ela realmente era muito bonita. De repente senti um perfume, aquele perfume que me deixava anestesiado. Olhei para os lados.


- Oi Malfoy!


- Meretton? Você que está com esse perfume? – Eu me assustei.


- Hã? Não, acho que não. Cara quanto tempo! Desde Hogwarts!


- Pois é. Você não mudou nada!


- Nem você.


- O que é Hogwarts? – Helen ainda estava lá perto do balcão.


- Ah, Meretton, essa é a Helen, uma amiga minha.


- Olá Helen. – Ele a abraçou galanteador, um eterno sonserino.


- Olá, então o que é Hogwarts? – Ela insistiu.


- Ah, é uma escola do interior, eu e Draco estudamos juntos. – Meretton respondeu naturalmente.


- Entendi. Nunca ouvi esse nome, aliás vocês tem nomes bem estranhos. Eu gosto disso. – Ela sorriu novamente.


- Meu nome é Saymon Meretton. É que na escola tínhamos o hábito de nos chamar pelo sobrenome. – Meretton explicou.


- Educado da parte de vocês. Mas vocês não se importam de eu chamar vocês pelo nome mesmo né?


- Não Helen, claro que não. – Eu respondi.


- Então Malfoy. Eu fiquei sabendo de você e da toda poderosa da Hermione Granger. – Meretton sempre teve o hábito de falar coisas erradas, nas horas erradas, perto das pessoas erradas.


- Meretton não tem nada de eu e a Granger. – Disse entediado e já sem graça.


- Hermione? – Helen perguntou olhando para Meretton.


- Sim, por quê? Você a conhece? – Meretton era mesmo um idiota!


- Não, mas Draco, era esse. – Ela olhava para mim.


- Esse o que? – Eu perguntei.


- O nome!


- Que nome? – Essa garota era louca mesmo.


- O nome que você suspirava! – Senti meu rosto lindamente branco se queimar. Sorte que aquele lugar tinha a luz baixa.


- Nossa, a coisa já ta assim, suspirando nome da sangue ruim? Quem diria hein? Draco Malfoy suspirando por Hermione Granger. – Sério, eu vou matar esse cara.


- Não fale besteiras Meretton. Você sempre só falou besteiras! – Eu me levantei.


- Calma Draco. – Helen colocou sua mão em meu braço. – Mas o que significa sangue ruim? – Revirei os olhos.


- Ah, é um apelidinho que a gente dava para certas garotas da escola. – Esse cara tinha resposta para tudo?


- Então essa Hermione é um amor do passado?- Ela me encarava.


- Não existe amor do passado! Mas que papo desagradável. Se vocês me dão licença eu vou dar uma volta! - E deixei os dois parados no balcão. Que saco, eu saí para distrair e me parecem aqueles dois malucos que só sabiam falar de “Hermione Granger”. Até parece que eu ia suspirar por aquela idiota, idolatra de cabeças rachadas.


Passei o resto da noite sozinho e bebendo de leve. Não queria beber demais. Minha mãe tinha tido outra crise durante a tarde, talvez precisassem de mim. Senti aquele maldito perfume algumas vezes, e achei que eu já estava ficando louco. Até que lá pelas 3h da manhã eu vi um montinho de gente. Na verdade um montinho de homens. Essas horas da madrugada sempre acontecem coisas interessantes. Resolvi ver o que de tão empolgante estava acontecendo. Cheguei perto, e fui me misturando aquele grupo de homens que olhavam para um ponto com atenção, assobiavam e gritavam.

- Vai gostosa! Rebola mais!
- Ei, por que você não tira a blusa?
- Já soltou o cabelo, já tirou os brincos, tira o resto!


Olhei então, vi um emaranhado de cabelos cacheados batendo na metade das costas de uma moça. Ela estava de costas para onde eu estava, mas rebolava de maneira engraçada e sacudia os braços para cima. Percebi que ela devia estar muito bêbada. Achei a cena bem cômica. Mas senti aquele maldito perfume de novo e agora mais forte! Perdi o sorriso, ela se virou para onde eu estava. Eu não acreditei!

- GRANGER?!!! – Eu me vi berrando. Ela me olhou e por um instante acho que ela não me reconheceu. Depois começou a rir feito uma louca. Fui até a ela.

- O que você pensa que está fazendo? – Ela apenas me olhava e ria sem parar.


- Me divertindo.. hiuahuahiuahuahiuahauhauhauahau!


- Você está completamente fora da realidade! – Os homens em volta começaram a me xingar e me mandavam sair de perto.


- Ah Malfoy, que realidade? Hauhauahuahuahauahu – Que garota estúpida, só sabia rir!


- Vamos embora Granger. – Peguei o braço dela.


- EI! Eu não vou embora. Menos ainda com você cobra loira. Huahuahauhauahuahauhau


- Você não decide isso. – A peguei no colo. Ela se debatia ao mesmo tempo que ria feito uma taquara rachada. Quase apanhei por ter levado a diversão embora.


A levei para meu carro. Com muito custo consegui coloca-la no banco e prender o cinto nela.





- Aí, dá pra você largar meu corpo seu, seu, seu.... aaaaaa. nojento! Eu consigo ficar em pé sozinha!


- Se eu te largar, você cai feito uma jaca podre. Vou te dar é um banho.


- Pode paaaarrrarrrrr agora com a palhaçada. Oh, posso ta um tiquim meio fora do normal, mas ainda não fiquei doida. Para de se aproveitarrrrr de mim doninha! Kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk


- Cala a boca Granger, eu lá quero me aproveitar de você? Vê se te enxerga! – Ela só ria e aquilo me deixava com mais ódio ainda. Afinal por que eu tava cuidando daquele ser?


Entrei no meu banheiro. Ela parou de rir. Coloquei ela no chão, e quase caiu. A segurei por trás. Meu corpo todo se arrepiou ao sentir aquele maldito perfume e sua pele tão próxima da minha. Me controlei.

- Você precisa de uma banho Granger.


- Eu preciso que você suma. Hehehe


- Bem que gostaria, mas agora não vai dar. – Afastei do pescoço dela os cabelos que estavam um tanto rebeldes mas não menos bonitos. Desamarrei o nó da blusa dela que estava no seu pescoço. A blusa deslizou com delicadeza pelo corpo dela. Percebi que ela se arrepiava também com o meu toque. Me controlei novamente, pois cada célula do meu corpo exigia o calor dela, a boca, o seu cheiro.


A deixei de costas para mim. Peguei rapidamente uma toalha e enrolei em volta dela. A virei de frente pra mim. Por fim Granger parou de rir e me olhava seria.



- O que você vai fazer? – Ela me perguntou com a voz rouca. Isso estava virando tortura.


- Preciso que você tente ao menos tirar o resto da sua roupa. – Eu disse bem nervoso. Ela me olhou mais uma vez.


- Eu não consigo sozinha. Isso é humilhante, mas eu não consigo. – Ela se segurou na pedra de mármore da pia.


- Eu te ajudo. Vire de costas.




***


 


Comentários??!!!


 


 


Meninas lindas que deixaram recadinho ai, esse cap foi especialmente pra vc's...   *_*  obrigada pela atenção.

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Comentários: 5

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Enviado por Marina Finco Fávero em 11/03/2013

Está muito boa a fic... estou adorando!!!

Nota: 5

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Enviado por Brenda Chaia em 16/11/2011

Mt obrigada Vanessa.. bom ter vc aqui... espero vc nas minhas outras fics!

 

bejs!

Nota: 5

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Enviado por Vanessa Paula em 15/11/2011

Sério eu amooooooooooooo essa fic, achei ela faz dois dias procurando dramiones na net e esbarrei nessa aki, que fic maravilhosaaaaaaaaaaaa. vc tem talento"!!!!!!!!!!!!!

Nota: 5

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Enviado por Vanessa Paula em 15/11/2011

Sério eu amooooooooooooo essa fic, achei ela faz dois dias procurando dramiones na net e esbarrei nessa aki, que fic maravilhosaaaaaaaaaaaa. vc tem talento"!!!!!!!!!!!!!

Nota: 5

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Enviado por Vanessa Paula em 15/11/2011

Sério eu amooooooooooooo essa fic, achei ela faz dois dias procurando dramiones na net e esbarrei nessa aki, que fic maravilhosaaaaaaaaaaaa. vc tem talento"!!!!!!!!!!!!!

Nota: 5

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