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4. De volta ao lar


Fic: O Megalomaníaco X A Esquentadinha - Hiatus


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capitulo II – De volta ao lar... “O bom filho à casa torna”

— Ah! Vocês estão aqui... Remus... Será que eu podia falar com você? — Disse Nohara quando saiu da cabine e deu de cara com os amigos.

— Bom... Eu vou entrar... — Disse Lily sabendo, ou melhor, tendo a doce ilusão de que a conversinha estratégica de Nohara com Remus não tinha nada a ver com ela.

— Er... Tah bem... — Disse ele ficando vermelho. Não lhe agradava a idéia de ficar sozinho com Nohara... Tinha medo de se esquecer de que deveria ficar longe... — Então... o que você quer falar? — Completou quando Lily entrou na cabine.

— Na real, eu não tenho nada pra falar não... É mais um plano pra juntar a Lily e o Tiago...

— Ahn...?

— É que eu tenho que te segurar aqui pra Lily entrar sozinha e descobrir que ‘tá todo mundo “dormindo”... Aí só sobra o Tiago pra contar pra ela que o Lorde-nun-sei-de-quê resolveu mostrar as garras...

— E a gente nessa estória? — Disse meio confuso.

— Bom, a gente tem que ficar aqui pelo menos o tempo da Lily se conformar... O que deve levar um boooom tempo...

— Uhm... Er... — Percebeu um certo interesse no comentário da garota. Ele deveria ter dado pulinhos de alegria, afinal ele gostava dela e parecia ser recíproco, mas no momento o que ele queria era esquecer-se dela, se não acabaria metendo os pés pelas mãos, e ela assim tão próxima, não ajudava muito. — Bom... Agente pode... Jogar xadrez...? — “ Pronto... Agora eu confesso... Realmente... Eu devo ser o maior panaca de Hogwarts... Ou melhor... Da face da Terra...”

“Kra... Que moleque lerdo...” — Er... Não sei jogar... — Disse ela desanimada.

Nohara e Remus sentaram-se no chão do corredor, no fundo do trem. Ela começou a mexer na pulseirinha que tinha no braço, displicente. Um silêncio constrangedor caiu sobre eles.


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Lily suspirou lentamente antes de abrir a porta da cabine. Aquela seria uma loooonga viagem... “Se bem que eu tenho uma desculpa para não falar com o Potter! Eu posso ficar conversando com as meninas, perguntar sobre o que anda acont...”

— Hey! Que história é essa!?! — Disse Lily indignada, quando abriu a porta, virando-se para Tiago que estava lendo distraidamente um exemplar dO Profeta Dominical.

Se o fato de ter que compartilhar o mesmo metro quadrado com Potter já estava a incomodando, o que viu quando entrou na cabine quase fez com que se revoltasse. No banco da direita Melinda estava praticamente deitada, ocupando os dois primeiros acentos, recostada na parede com as pernas cruzadas. Sirius estava literalmente esparramado nos outros dois acentos, com a cabeça deitada sobre as pernas de Melinda. Ambos aparentemente dormindo. No outro banco Alice estava caída para o lado da porta, no seu acento (melhor dizendo... Quase escorregando dele...), do jeito que estava só faltava roncar... “Isso está me cheirando a bosta de dragão...!” ... Pedro... Ele estava roncando de verdade... “Bom... Ele não conta... esse garoto só faz comer e dormir mesmo...”

— Anda Potter! Que estória é essa? — Repetiu ela cruzando os braços e encarando-o com uma sobrancelha erguida.

— Nem olha pra mim... — Disse ele no seu tom mais inocente, sem levantar os olhos do jornal. — Se quiser fazer um dos seus escândalos, pode começar, mas me inclua fora dessa. Isso é com o Sirius e a Mastersoon. Eles que quiseram se sentar juntos... — Disse ele encarando-a agora com a maior indiferença que consegui alcançar, se segurando para não começar a rir da cara que ela fez quando ele falou dos escândalos como se ela fosse uma barraqueira (N/A: se os gritos que ela dá constantemente não são fazer barraco, eu é que não quero presenciar um... Merlin poupe meus ouvidos).

— ... ... — Lily respirou fundo e contou até 10 pra não voar no pescoço dele e ir parar em Azkaban antes mesmo de se formar. “ Quem ele pensa que é para me chamar de escandalosa assim, descaradamente!?!”. Não daria a ele o gostinho de estar certo, vê-la “armando barraco”. Limitou-se a apanhar o livro que deixara em cima do seu acento (que agora era habitado pelas pernas da amiga e pela cabeça do Sirius), mas que fora parar no chão. Conformando-se de que não havia outro jeito, sentou-se entre Tiago e Alice, tentando ficar o mais longe dele o possível (que era quase impossível, já que praticamente metade do banco estava sendo ocupada pelas banhas do Pettigrew).

Abriu o livro e começou a ler. Leu três vezes o mesmo parágrafo e percebeu que não ia conseguir... Não sabia se era a proximidade entre eles que a estava deixando assim, mas preferiu não admitir isso. Tentou se concentrar na leitura de novo, mas, involuntariamente, ela começava a lançar olhares de esguelha sobre o maroto para ver se ele estava observando-a.

Tiago estava passando os olhos sobre o jornal, fingindo concentração, mas estava rindo-se por dentro de ver o esforço que Lily estava fazendo para não descer do salto. Começou a fazer barulhinhos de entendimento e concordância enquanto “lia”, do tipo: “ahm...” “aff...” “uhm...” “naaão...” “mas...” como se estivesse super-concentrado em uma leitura muito interessante (N/A: Como se aquele jornaleco publicasse alguma coisa que fosse realmente interessante...). Conhecia sua florzinha o suficiente para saber que mais cedo ou mais tarde a curiosidade dela falaria mais alto.

— Er... ahm... O que saiu nO profeta hoje, Tiago? — disse tentando parecer o mais displicente possível. Aquele silêncio estava incomodando tanto ela, que ponderou a possibilidade de iniciar uma conversa amigável com ele, além de estar muito curiosa para saber se o que ele estava lendo tinha à ver com o que todo mundo parecia estar falando, menos ela.

— Espera aí! Você ‘tá bem Lily?

— Claro! Por que a pergunta, Potter?

— É que você está sendo educada comigo e usou o meu primeiro nome!

— Aff... Se você não quer me contar então não precisa! — Disse empertigando-se, fechou a cara e voltou a se enterrar no livro.

— Calma foguinho! — Disse Tiago deixando o jornal de lado e virando-se para ela. — Eu vou te contar... é só que eu não ‘tô acostumado a ser tratado como gente civilizada por você...

— E você é uma pessoa civilizada? Acho que esqueceram de me avisar...

— Quer que eu conte ou não? — Disse ele arqueando uma sobrancelha. Ela revirou os olhos, mas passou a prestar atenção.

— Bom... Você com certeza já ouviu falar naquele bruxo maluco que prega a purificação do sangue. — Nas últimas palavras fazendo cara de nojo.

— Aham... — Disse ela, agora prestando atenção de verdade nas palavras de Tiago.

— Esse cara, que se intitula Lord Voldemort, já vinha aprontando muitas por aí nos últimos anos, você sabe... trouxas mortos, famílias mestiças e de nascidos trouxas desaparecendo, demissões no ministério de supostos asseclas dele, alguns até aparecendo mortos depois disso... Resumindo, ele já vinha arrumando bastante confusão e escorregando entre os dedos do ministério, mas, nessas férias ele tocou o terror... Acho que ele quer intimidar à todos, quer ser temido...

— Mas o que ele andou fazendo? — disse Lily mal se contendo de curiosidade.

— Calma aí ruivinha... Está bem..., Lílian! — Completou ao ver o olhar ameaçador da garota, quando usou o apelido. — Bem... O tal Voldemort matou 23 pessoas nesse verão, sem contar seis pessoas que sumiram do mapa sem deixar rastros e que tiveram aquela caveira verde e sinistra conjuradas em cima de suas casas, o que, obviamente, significa que tem dedo do tal lorde nessa história, agora que todos os crimes dele vem com “selo de identificação”. — Cuspiu as últimas palavras com um visível desprezo na voz.

— Nossa... Que sujeito miserável! — Lily, visivelmente indignada. — Quem foram as vítimas?

— Pela ordem dos acontecimentos... A família Prewett, com exceção de uma das filhas, que é casada, acho que o Sr. Prewett não quis se “juntar às suas fileiras”. Clarie MacDowell, assistente do chefe do quartel general de aurores, foi dominada por Impérius e quando foi libertada, mataram-na, assim que saiu do St. Mungus. Christopher Lee, suas duas filhas e o marido de uma delas, um trouxa, foram mortos pelos tais “comensais da morte”, se eu não me engano, ele era suspeito de ser aliado dele à algum tempo, mas, ao que parece, quis se “demitir” quando uma das filhas se casou com o trouxa...

— Espera aí... O tal Lee quis se demitir por que a filha se casou com um trouxa? Mas ele não defendia a “missão da purificação”?

— Bem... Sim, mas ele era louco pelas filhas... E acho que ele estava do lado de Voldemort mais por medo mesmo... Depois, o casal Elfman, famosos curandeiros, mas nascidos trouxas, sumiram. Então, a grande ironia do século...

— Ironia do século?

— É! Se não for do milênio... Anthony Quinn, repórter investigativo dO Profeta Diário descobriu a verdadeira identidade de Voldemort, não que fosse difícil, mas o irônico da história, é que ele descobriu por intermédio de Jonathan Quinn, o seu professor de DCAT....

— Merlin... — Lily estava um tanto mais pálida já deduzindo o fim de um de seus professores favoritos.

— É... Mais o fato é que Anthony descobriu e publicou uma matéria comprovando, com o registro escolar e uma foto incontestável que, Voldemort é Tom Marvolo Riddle, nada mais que um mestiço... Pertencente à raça que quer loucamente extinguir.

— Nossa... Esse homem é psicótico... Perturbado...— Disse ela abalada.

— Bom... Voldemort ficou enlouquecido quando suas origens impuras vieram à tona. Atacou a redação dO Profeta. Matou a recepcionista, três colunistas, Alec Baldwin presidente do jornal, dois bruxos que estavam lá para fazer anúncios, Anthony Quinn, Adelaide Banks, Stuart Okonedo, colegas de trabalho dele, e... — Tiago deu um longo suspiro.

— O Professor Quinn... — Lily baixou a cabeça. — Mas quem foram os outros?

— Depois disso, o Lord matou três duendes que se recusaram a dar o número de um cofre... E anteontem sumiu uma família inteira...

— Qual? — Disse Lily preocupada se seria a família de mais alguém conhecido.

— Pode ficar calma florzinha... Foram os Yaxley, aposto que “Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado” só quis, digamos que, dar um “incentivo à mais”, um sustinho, para que eles se aliem logo de uma vez. O que suponho, já deva ter ocorrido...

— Você disse “Aquele-Que-Não-Deve-Ser-Nomeado”? Por que?

— Ah... É que depois da chacina na redação O Profeta vem chamando ele assim. Ninguém mais ousa falar o nome do sujeito... Eu acho isso uma grande bobagem... Não faz diferença nenhuma falar o nome dele...

Depois disso, começaram a conversar animadamente sobre os crimes do novo Serial Killer do mundo bruxo, política, estratégias, econômia... Assuntos dos quais Lily se surpreendeu que Tiago pudesse entender. Conversaram durante quase uma hora, conversaram tanto que, sem mais assunto, começaram a falar bobagem e coisas sem sentido, que os faziam rir até quase cair. Se eles não estivessem tão entretidos um no outro teriam visto vários sorrisos e risinhos reprimidos dos outros “ouvintes” na cabine. O fato é que Lily estava se divertindo tanto ali que nem notou que estava rindo e brincando com o Potter!


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— O que você vai fazer quando sair de Hogwarts? — Disse Nohara, alguns minutos (que pareceram à ela milênios) depois, numa tentativa desesperada de começar um assunto e acabar com aquela situação, mas ainda sem encará-lo.

— Quê...? — Ele estivera observando-a despudoradamente, perdido nos próprios pensamentos, sem perceber o que estava fazendo num gesto bastante aluado, que, para sorte (ou azar?) dele não foi percebido por ela. “Você ainda vai ficar louco Remus...”. Sacudiu a cabeça parecendo acordar.— Bom... Ainda não sei... Mas acho que vou fazer um curso de especialização em DCAT... E você?— Ele pareceu aliviar-se com o teor ameno da conversa que se iniciara.

— Pois eu não tenho a menor idéia do que eu quero fazer... A Lily ‘tá tentando me convencer a fazer inscrição num curso de medibruxaria, mas, sei lá... Acho que não é a minha praia... MERDA! — Gritou de repente.

— O que foi? — Perguntou ele entre preocupado e estupefato com o grito repentino dela.

— Me cortei com essa porcaria de pulseira! ... Não foi nada... — Disse ela tentando abrir o fecho da correntinha sem muito sucesso.

— Seu braço ‘tá sangrando! Deixa eu ver isso aí... — Disse ele puxando o braço dela para si, sem esperar resposta, no mesmo momento em que ela tentava escondê-lo. Na opinião de Remus, isso não foi uma boa idéia, pois com a pequena força que ambos fizeram para puxar o braço dela fez com que Nohara, que estivera sentada nos próprios pés quase ajoelhada, acabasse caindo em cima dele. Ela levantou o olhar para encará-lo meio constrangida, coisa que raramente acontecia com ela, que se julgava tão prática, mas a timidez dele estava a deixando meio insegura.

Encarou-a ruborizado, estavam muito próximos, ele podia sentir a respiração quente dela. Estava hipnotizado pelo olhar penetrante dela. Encontrava-se a menos de um centímetro de seu rosto, e ele começou a encurtar a distância entre eles involuntariamente, parecendo esquecer-se do bom-senso que o impedia de ceder. Ela, que estava praticamente em cima dele, passou a mão para o outro lado do corpo dele encurralando-o. Seus lábios já estavam quase se tocando... Mas, de repente, um surto o fez lembrar do seu “probleminha cabeludo” e viu que se levasse isso adiante não conseguiria voltar a trás, além de acabar machucando sua abelhinha, que de forma alguma era o que queria fazer. Muito pelo contrário, queria protegê-la, do perigo que seria tê-lo por perto. Também não suportaria vê-la triste por sua condição, que já era muito difícil sem o olhar de pena de Nohara sobre ele. Esquivou-se dela e levantou.

— Er... Acho melhor voltarmos... — Disse ele sem ter coragem de encará-la.

— Ah... Claro. — Nohara assumia um tom bem formal, com visível desapontamento no rosto, levantando-se.

Seguiram em silêncio até a cabine. Remus abriu a porta.

Lily, que estava rindo escandalosamente de uma piada de Tiago, deu um pulo de susto no banco quando Remus entrou pela cabine. Seu humor mudou completamente. Acho que finalmente a ficha caiu e ela percebeu que estava sendo amigável de mais com Tiago. Retornou à sua habitual pose de superioridade, mas ainda meio constrangida por ter sido “pega no flagra” em um momento de descontração com o seu arquiinimigo.

— NOHARA! — Gritou ela de repente esquecendo do constrangimento, assustando a amiga e “acordando” os presentes.

— Que foi? — Perguntou ela espantada.

— O seu pulso... — Disse Melinda se sentando e fazendo uma careta.

— O que foi isso!? — Perguntou Alice preocupada, puxando a amiga pelo antebraço para examinar o pulso da amiga. Estava sangrando muito e tinha apenas um mínimo corte cirurgicamente marcado na linha entre o braço e a palma da mão. A pulseira parecia mais rente ao braço dela,mas achou que estivesse inchado, e um dos delicados pingentezinhos que decoravam a pulseira estava todo sangrento. Alice tentou abrir o fecho da correntinha, mais ele não queria abrir de jeito nenhum. — Remus, olha isso aqui.

Remus se abaixou para observar o corte, assim como Lily, Melinda e Sirius, Tiago ficou espiando de onde estava mesmo. Nohara já estava se sentindo uma cobaia ou uma atração de circo. “Aff... Para quê tudo isso! É só um arranhãozinho...”.

— Isso está parecendo... — Disse Lily tentando abrir o fecho. Novamente sem resposta.

— Artes das Trevas... — Completou Sirius que convivera com esse tipo de “arte” tempo suficiente para reconhecer algo parecido.

— Nohara... Onde você arrumou essa pulseira? — Lily perguntou encarando a amiga com ar de reprovação. Nohara ficou mais vermelha do que os cabelos da amiga e deu um sorrisinho amarelo.

— Er... Eu recebi pelo correio... Nas férias... Eu achei ela bonitinha e comecei a usar... — Ela disse fazendo cara de criança que é pega fazendo bagunça.

— Você é doida?! — Explodiram Remus e Lily ao mesmo tempo.

— Só agora foi que vocês perceberam? — Tiago nunca perde uma piada. Nem num momento desses. — Você sabe quem mandou isso, abelhinha?

—Não... — Respondeu monossilábica, agora muito constrangida por ter feito uma coisa tão ingênua assim.

— Vocês acham que tem alguma coisa à ver com o tal do Voldemort? — Perguntou Lily que ainda estava meio paranóica com isso, depois que ficou sabendo que o Prof. Quinn foi morto.

— Não... Acho que não... Acho meio amador... — Remus agora e mais uma vez tentava abrir o fecho. Inutilmente.

— Ai gente... Deixa para lá... Amanhã eu procuro o Jona... — Nohara deu um longo suspiro. Jonathan Quinn era realmente seu amigo. De todos ali ela foi a que mais sentiu a morte do professor. — Amanhã eu procuro o novo professor de DCAT... Vamos esquecer isso... Daqui a pouco nós chegamos no castelo.

O resto de viagem foi tranqüilo. Lily conseguiu estancar o corte no pulso da amiga e conjurou um escudo envolta da pulseira para que essa não tocasse, por via das dúvidas, na pele de Nohara. Remus e ela se sentaram com Sirius e Melinda. Depois começaram a conversar, com exceção de Lily, que ficou meio isolada e esquiva. Ela estava muito mais confusa agora, com relação ao que sentia por Tiago, e estava com raiva de si mesma, por ter ficado tanto tempo e tão vulnerável na frente do maroto. Conversaram, colocaram as fofocas das férias em dia, dentre elas o fato de que Alice tinha sido convidada para sair por um corvinal, chamado Frank, na noite anterior e Almofadinhas e Mel estavam ficando, noticia essa que rendeu boas risadas. Nohara, Sirius e Tiago começaram a fazer planos estratégicos para os próximos jogos, afinal, esse era o último ano deles em Hogwarts, eles tinham que ganhar a taça de quadribol a qualquer custo.Quando escureceu, trocaram de roupa e acabaram adormecendo.

Todos acordaram com o solavanco do trem parando na estação de Hogsmeade. Lily e Remus desceram para ajudar os outros monitores com o desembarque. Cada um pegou sua mala. Tiago foi quem se deu mal. Carregou a sua mala, a gaiola de sua coruja e ainda a gaiola da coruja tingida roxo-berrante de Nohara, que não podia carregar-la, já que só tinha um braço útil essa noite. Nohara, por ser quase irmã de Tiago, se deu total direito de ser folgada o tanto que quisesse. Ele encheu um pouco o saco, mas acabou cedendo. Todos desceram do trem e acabaram se perdendo na multidão. Lily e Remus pegaram uma carruagem junto com uns pirralhos do segundo ano. Nohara e Tiago pegaram outra junto com Noah, o irmão garota, e uma galera do sexto ano da turma dele. Alice e Pedro pegaram cabines separadas, se perderam completamente dos outros. Alguns minutos depois todos se encontraram frente ao portão do castelo.

— Hey, alguém viu a Mel? — Alice se juntava aos outros e não via a amiga em lugar algum.

— O engraçado é que nós estávamos nos perguntando agora mesmo aonde se meteu o Almofadinhas... — Disse Tiago com um sorriso maroto nos lábios fazendo cara de pensativo e colocando a mão no queixo como se estivesse tentando resolver uma questão particularmente muito complicada de Aritmancia, lançando um olhar brincalhão para Nohara e a fazendo se dobrar de rir. Alice deu um risinho divertido e meneou a cabeça.

— Vamos gente. — Disse Pedro já tomando o caminho da porta do castelo. — Vamos comer e deixar esse dois para lá, ou então vamos acabar ficando sem comida.

— Aff, Pedro, você só sabe comer? — Perguntou Nohara, mas já tomando o mesmo caminho dele junto com os outros. Chegaram no São Principal que estava lotado e Noah foi se sentar com a namorada na mesa da Corvinal. Os outros se sentaram na mesa da Grifinória e esperam, fazendo palpites de onde Almofadinhas e Mel estariam e o que estariam “aprontando”, a cerimônia de seleção das casas começar. A Prof. Mcgonagall colocou o banquinho na frente da mesa dos professores e colocou um chapéu velho e remendado em cima. Neste ano o chapéu cantou uma música bem triste e significativa, que a maioria tinha certeza ter à ver com o caos que começava a se instalar no mundo bruxo. Falava de se unirem, e prestarem atenção nos sentimentos verdadeiros, que poderiam gerar a cura do mal que se estalava. A diretora da Grifinória foi chamando nome por nome os primeiranistas para serem selecionados para uma das quatro casas.

— Willis, Deborah. — Chamou a última aluna. Colocou o chapéu na cabeça dela...

— GRIFINÓRIA! — Gritou o chapéu e todos os grifinórios aplaudiram e assoviaram.

— Para os nossos novatos — disse Dumbledore numa voz titilar, seus braços bem abertos e um alegre sorriso em seus lábios —, sejam bem-vindos! Para os nossos alunos veteranos: Bem-vindos de volta ao lar! Há uma hora para fazer discursos, mas não é agora. Sirvam-se!

O Diretor voltou a se sentar e a deliciosa comida apareceu do nada em travessas, pratos e taças de ouro, como era costume acontecer em Hogwarts. As magníficas carnes, tortas, pratos vegetarianos, pães e suco de abóbora enchiam todas as grandes cinco mesas do Salão. Todos comeram tudo o que conseguiram agüentar, até que os pratos e travessa vazios foram trocados por tigelas e potes entupidos dos doces mais estranhos e saborosos que se pode imaginar. Quando todos já estavam cheios de mais até para olhar para a comida o diretor levantou-se outra vez.

— Bem, agora que estamos todos digerindo outro magnífico banquete, peço uns poucos momentos de sua atenção para os nossos usuais avisos de início de ano — disse Dumbledore. — Os primeiranistas devem saber que a floresta do terreno é terminantemente proibida para alunos. E uns poucos alunos mais velhos devem ver se entendem isso agora também — Disse olhando por cima dos oclinhos de meia lua, para os três marotos presentes que trocaram risinhos divertidos. — Sr. Filch, o zelador, me pediu, pelo que ele me disse é a quadricentésima trigésima sexta vez, para lembrá-los que não é permitido o uso de magia nos corredores entre as aulas, nem um monte de outras coisas que podem ser checadas na extensa lista que agora está fixada na porta do escritório do Sr. Filch. — Dumbledore abaixou um pouco a cabeça e depois voltou a sua posição inicial, com um ar meio triste. — Agora, tenho de informar-lhes que, infelizmente, por motivos óbvios, o Prfessor Jonathan Quinn não mais poderá lecionar, sendo assim, este ano teremos uma alteração no quadro docente. Dêem as boas vindas ao novo Professor de DCAT, Edward Cardfield! — Dubledore apontou para um homem charmoso e aparentemente bem educado, do tipo de professor que acaba virando a causa de paixãozinhas de alunas, que se levantou e agradeceu, com um meneio de cabeça, os aplausos de todos.

— Até que ele não é feio... — Disse Nohara com a feição um pouco triste. — Pelo menos isso...

— Ah... Vamos ver se ele é um bom professor... — Comentou Lily.

— Aposto que não é melhor que o Jonathan... — Nohara estava decidida a achar que qualquer um seria pior do que o Quinn.

— Ah! Vamos meninas... Animem-se! Ele pode ser legal... — Alice tentando animá-las.

Todos foram dispensados e foram para suas salas comunais. Os seis, Lily, Nohara, Alice, Pedro, Remus e Tiago, ainda conversaram um pouco na sala comunal da Grifinória, e tentaram esperar os sumidos Melinda e Sirius para poder interroga-los, mas depois que Lily resolveu subir, um a um foram desistindo e sendo vencidos pelo sono, até que todos já haviam se recolhido em seus dormitórios, afinal, aquela havia sido uma longa viagem...


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N/A: Bom gente... Tah aí... Eu até gostei do capítulo, mas como aqui o que vale é a opinião de vocês... Comentem!

Obrigada aos que comentaram! Valeu! Quem escreve sabe o tanto que é gratificante receber nem que seja um só coment!

PS: Se alguém que estiver lendo a fic, for mais experiente do que eu com relação à escrita e essas coisas... Gostaria de receber comentários com criticas construtivas, porque essa é a 1ª fic que eu publico...

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