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2. Consequências


Fic: Biografia - Alguem quer cap


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Leitores: 16
Votos: 5
Comentários: 3
Atualizado dia: 1 de maio de 2010


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Capitulo 1 – Conseqüências


“E por tanta exposição, a disposição cansou... – Trecho da música Samba de ir embora”


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27 de agosto, 1997


Achei um texto interessante navegando pela internet... Vou transcrevê-lo.


Mudanças são inevitáveis, conseqüências. Existe um fluxo invisível que não nos permite seguir sempre o mesmo caminho. Nada permanece intacto. Nem as nossas convicções, as nossas idéias, por mais que queiramos que permaneçam. Por mais que o passado pareça reconfortar, a vida não se resume somente a isso. É por isso que existe o Sol. Você acordará de manhã, e ele estará lá, pra te lembrar de que não há nada insuperável. Os dias prosseguem. E como já dizia Nietzsche, aquilo que não me destrói, fortalece-me. Tudo é aprendizado, basta você querer enxergar isso.


A despedida de meus amigos foi triste e muito, muito insatisfatória. Somente Ron com sua namorada Hermione, Charlie e Harry foram ao aeroporto se despedir. Luna se recusou terminantemente a ir já que “eu a estava abandonando”, pelo amor de Deus, eu não quero ir! Grande amiga.


Para o diário, G.W.


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Ginny parou de escrever no exato momento que as luzes do avião se apagaram para iniciar a decolagem. As lágrimas mais uma vez voltaram aos olhos enquanto ela observava do alto sua amada cidade natal.


Molly, sua mãe trabalhava como coordenadora de uma empresa alimentícia e seu chefe, o Sr. Lee – americano – resolvera abrir uma filial na América e acabou convidando Molly para gerenciar a nova filial. A mãe de Ginny aceitou o convite praticamente na hora, segundo palavras dela,


- Não é uma oportunidade que aparece todo dia, Ginny querida.


Arthur Weasley era aposentado por invalidez na coluna, seguia sua mulher apaixonadamente para onde ela se dispusesse ir. Os dois eram apaixonadamente apaixonados e Ginny costumava comparar o casamento de seus pais com um casamento modelo.


- Sras. e Srs. favor apertarem os cintos, pois passaremos por uma leve turbulência. – A aeromoça disse rapidamente e foi se sentar.


O avião tremeu. Uma, duas, três vezes. Quando estabilizou Ginny soltou o ar que estava prendendo e um palavrão.


- Ginny querida, controle sua boca. – Sua mãe lhe disse.


Ela revirou os olhos e olhou pela janela imaGinnyndo como Harry estaria se sentindo e se conseguiriam manter contato. Então se lembrou de Luna. A amiga havia ficado com ciúmes porque ela estava indo para outro país e não conseguia entender o lado de Ginny. Luna era uma menina difícil, mas muito amiga. Ela era daquelas que não desgrudam mesmo e acham que só assim podem demonstrar o quanto amam. Ginny era considerada mais centrada e divertida. Como Harry costumava dizer, Ginny é daquelas que você pode chamar desde um chá de panelas a uma rave que ela topa, enquanto Luna não aceitaria nada que não se encaixasse no padrão festadequinzeanos-casamento-boatemovimentada-restaurante.


Pensando nisso Ginny adormeceu.


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07 de outubro de 1997


Oh vida!


Hoje completa um lindo mês que não tenho noticias de ninguém em Londres. Ohio é um saco. Columbus é um saco. A High School Columbus é mais que um saco. Desgraça. Digo, eles não aprenderam quase nada de matemática! Como alguém pode ser tão atrasado assim? Energúmenos, oh sim, uma palavra perfeita para descrevê-los.


Sem contar o fato de que não tenho amigos aqui em Columbus. Colegas de escola sim, mas nenhum amigo realmente. Não que eu fosse popular em Londres, nada disso, mas sabe me conheciam pelo meu irmão, então eu meio que nunca fiquei sozinha lá.


Vou dar uma checada nos meus emails, vai que Harry mandou algo?


Para o diário, G.W.


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12 de fevereiro de 1999


Um ano, dois meses, treze dias em Ohio.


Ando muito ocupada por aqui... Estou em falta com você diário, eu sei.


Mas a escola, o trabalho de meio período e minhas aulas de origami me tiram todo o tempo. Não tenho tempo nem de entrar na internet mais e me comunicar com meus antigos amigos. Olha só para você ver, eu disse aos meus pais que amizade não supera distancia, eu bem que disse, agora tem aproximadamente oito meses que não converso com Luna, Harry ou qualquer outro amigo que tenha deixado lá. Ron e Charlie ligam esporadicamente e dão noticias, como a de que Harry está namorando sério – pela primeira vez – e vai se formar no próximo ano com louvor em Engenharia e seguir o negócio da família Potter. Por falar em formar... Eu me formo na High School esse ano também, obrigada Deus!


Para o diário, G.W.


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11 de agosto de 1999


DEZOITO ANOS!


Quero ir embora de Ohio. OH, não posso. Por quê? Porque meus pais são umas antas!


HARRY ME MANDOU UMA CARTA! Não um email, UMA CARTA!


Mesmo que eu queria é difícil esquecer o enorme carinho que tenho por Harry. Acredito que a ilusão por aquele amor não correspondido tenha passado e ficado só o sentimento de amizade e esse eu já estou acostumada... É triste sentir saudades dos antigos – e bons – amigos.


A carta chegou hoje e foi o melhor dos presentes que eu poderia ter ganhado. Harry terminou com a namorada idiota dele, oh como me sinto bem mais leve.


Meus pais me deram um carro. Um CARRO! Eles deveriam ter me dado bem antes, mas isso não muda o fato de que eles me deram agora. Ele é tão lindo, todo preto e grande. Presente de formatura e de aniversário junto, um máximo.


Tenho que ir tenho uma carta para responder, há!


Para o diário, G.W.


P.S. Um ano, onze meses e 16 dias em Ohio.


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4 anos depois...


Ginny estava arrumando suas coisas na universidade. Enfim estava livre daquele tormento! Concluíra sua faculdade de arquitetura e agora se preparava para voltar para casa.


- Pronta para Ohio Ginny? – Sophie, sua colega de quarto francesa entrava no quarto.


- Estou pronta para voltar para casa Sophie.


- E não seria em Ohio isso? – Sophie havia sido uma boa amiga de estudos, fez faculdade de arquitetura assim como Ginny e também se formara. Elas criaram um laço afetivo e se ajudaram muito quando a questão era saudades de sua terra natal. Sophie assim como Ginny tinha amigos que deixara e não esquecera.


- Não... – Ginny demorou a responder. – Vou voltar a Londres. Preciso ver Luna, preciso ver Harry. Tenho muitas saudades de meus amigos Sophie.


- Ginny, você sabe o que eu penso em relação a essa sua amiga. Quero dizer, tem cinco anos que vocês não se correspondem, vai ver ela te esqueceu simplesmente.


- Pode ser – Ponderou Ginny concordando – Mas ainda não faz cinco anos.


Ficaram em silencio enquanto Ginny terminava de dobrar as roupas e colocava na mala.


- Sabe Ginny, sempre achei que você deveria ter aproveitado mais seus anos de universidade. Sei lá, ter entrado para uma fraternidade, namorado mais caras, ido a mais festas. – Sophie sorriu com ternura – Você se prendeu demais a esse Harry.


- Somos amigos. Não me prendi a ele do jeito que você diz. – Sophie abriu a boca e Ginny a interrompeu – Sei que vocês que você acha que não, mas olhe só, eu tive várias “pegadas adolescentes” nesses anos que estive aqui nos EUA. – Ela resmungou – Não namorei ninguém nesses anos em Ohio porque não tive tempo. Você sabe que antes da faculdade era de casa para a escola, da escola para o serviço e do serviço para casa.


Sophie assentiu concordando.


- E depois, aqui em Cleveland, eu queria estudar, não “curtir a vida” e ficar para trás. Se eu tivesse em Londres, por exemplo, já estaria formada, com um emprego e casada. – Ginny disse se jogando na cama.


- Talvez...


Ficaram encarando o teto por mais algum tempo antes que Ginny falasse novamente.


- Sabe Sophie, tenho a comprovação de que amizades a distancia não duram, mas eu vou me lembrar de você com carinho em Londres.


- Espero que se lembre mesmo Ginny, porque ainda vou te visitar lá.


As duas amigas riram e uma mulher ruiva entrou no quarto esbaforida.


- Oh, Ginny querida você está aí. – Molly sorriu para a filha. – Olá Sophie, tudo bem? Como é estar formada querida?


- Sra. Weasley, estou bem obrigada. É simplesmente maravilhoso, a realização de um sonho.


- Fico feliz. – Molly respondeu. – Ginny querida, já está pronta?


- Já mamãe, - respondeu suspirando. Odiava o “Ginny querida”, tinha 22 anos, não 2 – vamos logo.


Ginny se despediu de Sophie pela ultima vez e saiu do quarto decidida.


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O caminho da universidade a casa dos Weasley em Ohio não era longe, porém Molly o fazia devagar quase parando.


- Sabe Ginny querida, - Molly começou – estava mexendo em umas coisas lá em casa e achei isto – abriu o porta luvas e de lá tirou uma agenda -.


- Meu diário? – Ginny torceu o nariz. Há anos não escrevia naquilo, o guardou na bolsa. – Obrigada mamãe.


- Filhinha, agora que se formou, o Sr. Lee e eu estávamos pensando em você vim trabalhar conosco. – Antes que Molly terminasse Ginny já estava balançando a cabeça em sinal negativo.


- Não mamãe. Não planejo ficar em Columbus. – Molly abriu a boca escandalizada. – Vou voltar a Londres.


- Conversaremos quando chegarmos a casa, Ginny querida – Molly foi enfática o suficiente para que Ginny se esquecesse do assunto no momento e tirasse o diário. Relembrar os velhos tempos seria bom afinal de contas -.


- Tudo bem mamãe.


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- Sophie, eu disse que não queria ir a essa festa de despedida. – Ginny sussurrou no telefone e sorriu sem jeito para seus pais enquanto saia rapidamente da cozinha – Estou falando agora para os meus pais que não vou ficar em Ohio nem mais uma semana.


- Oh, desculpa Ginny – Sophie falou do outro lado – e como eles estão aceitando?


- Mal, muito mal realmente.  – Ginny revirou os olhos – Eles disseram que não tenho como me estabelecer em Londres. Como se eu não tivesse um carro, dinheiro do meu trabalho aqui e um diploma. Além de meus irmãos, lógico.


- Pensando por esse lado Ginny, você tem como se estabelecer lá?


- Claro que tenho. Tenho perfeitas condições de alugar um apartamento simples por um tempo até arrumar um emprego. – A mãe de Ginny a chamou da cozinha – Desculpe Sophie, tenho que desligar.


- Claro, mas estou passando para te pegar em 20 minutos, fique pronta.


- Não Sophie, - Ela havia desligado o telefone – Desgraça, merda, urgh!


Ginny voltou para a cozinha e observou os pais em silencio enquanto eles discutiam sobre Ginny ir ou não para Londres. Ela pigarreou e atraiu a atenção para si.


- Papai e mamãe, sinto se estou decepcionando vocês mas você não pensaram se estavam me decepcionando quando me arrastaram para Ohio cinco anos atrás. – Os olhos de Molly se encheram de lágrimas e Arthur fez menção de falar e fechou a boca. – Pois bem, eu vim, terminei a escola, fiz faculdade, não tem porque eu ficar aqui. Perdi todos os meus amigos de Londres devido à mudança e eu quero resgatá-los enquanto ainda há tempo. Desculpem-me, mas não tem como eu voltar atrás.


 Molly estava chorando quando por fim conseguiu falar.


- Oh Ginny querida, nos desculpe. Não queríamos que você se sentisse assim. – Fungou – Só queríamos o seu melhor Ginny querida.


- Mamãe, pare com isso de “Ginny querida”, por favor. Desculpem-me se fui grossa com vocês – disse se dirigindo aos pais –, mas vocês realmente não pensaram muito no que eu queria quando se mudaram. Agora eu me sinto no direito de não pensar muito em vocês. – Ginny suspirou ante o choro escandaloso da mãe – Sophie e eu vamos a uma festa de despedida da faculdade, não precisam me esperar acordados.


Ginny já estava saindo da cozinha quando seu pai a chamou.


- Quando você vai embora Ginny?


- Dentro de dois dias papai. – E saiu.


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Mais a noite no mesmo dia...


- Arthur... – Molly o chamava – Arthur... Arthur a campainha está tocando.


- Oh sim Molly querida, já vou. – Ele olhou no relógio enquanto pegava seu robe – São 3:50 pelo amor de Deus! Quem toca a campainha uma hora dessas? – Resmungou descendo a escada.


A campainha soou mais uma vez e Arthur olhou pelo olho mágico. Abriu a porta.


- Sim?


- Você é – O homem olhou em uma prancheta – Arthur Weasley?


- Sim sou eu. O que aconteceu? – Arthur perguntou ao policial.


- Sua filha sofreu um acidente de carro. Ela está indo para o hospital agora.


Molly que tivera o tempo todo escutando do alto da escada deu um grito e desmaiou, caindo em uma posição muito estranha entre a escada e o corrimão. 


Nota: Oi galerinha, alguém lendo?


Bom, não gostei muito desse capitulo não, mas ele é necessário para o desenrolar da história.


Retiro aquilo que eu disse sobre os oito capítulos... Tenho quase certeza que irá passar.


Quero perguntar uma coisinha a vocês leitores, o que é melhor, capítulos curtos mas atualizados de pouco em pouco tempo ou capítulos longos e atualização demorada?


Obrigada por quem leu... Elogios, comentários e criticas são sempre bem vindos.


kiss, Fê.

Comentários: Juh Sparrow - Obrigada por ter passado aqui =), e obrigada por achar a idéia legal também. Atualizado.

 
Ana Potter - Olha que honra, que bom que a minha te cativou, vamos ver se continuará cativando né. Passei lá na sua linda, gostei e deixei comentário.

Thamis no mundo..... - Obrigada pela confiança. Já atualizei, espero que goste.  

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