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4. Capítulo 4


Fic: Doce Inimigo


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Capítulo Quatro


 


A piscina era olímpica e a água agradavelmente fresca. Gina flutuava calmamente, seu corpo esguio escassamente coberto por um biquíni, os longos cabelos flutuando atrás dela. Ela e Brent tinham feito duas voltas lado a lado quando Harry se juntou a eles. Piscina era uma coisa que raramente usufruía acompanhado e nunca com estranhos. Uma longa cicatriz irregular branca corria do centro do seu amplo peito ao longo da pele bronzeada até seu plano estomago. Outra era visível em sua musculosa coxa. Ele as chamava de recordações, de um combate de anos atrás, quando ele não conseguiu mergulhar longe o suficiente para se livrar de uma chuva de estilhaços. Para Gina, ele não tinha ficado nem um pouco desagradável, a única coisa sobre ele que sacudia sua visão era o corpo poderoso e bronzeado sem o verniz de roupas para torná-lo menos sensual. Mas Harry era sensível quanto as suas cicatrizes, de modo que ela nunca as mencionava, nem Brent.


Eles relaxavam na água tranquila, sem conversar por alguns preguiçosos minutos, até Emma destruir a paz, chamando Brent para atender ao telefone.


— Eles acham você onde quer que vá — Brent gemeu e puxou seu corpo esbelto para fora da água. — Continue sem mim, Gina. Harry te salvará se você se sumir na água pela terceira vez.


— Quer apostar? — ela murmurou, mas ele não a tinha ouvido.


Harry submergiu ao seu lado, balançando a cabeça escura para tirar o cabelo dos olhos, as mãos magras tocando sua barriga nua, enviou um arrepio de prazer selvagem através de seu corpo esbelto enquanto ele se aproximava e puxava o corpo dela contra o dele.


— O que você quis dizer com aquilo? — ele perguntou, seus olhos ardentes nos dela, as pernas musculosas entrelaçadas com as dela sob a água.


— Que você provavelmente gostaria de me afogar — ela disse vacilante. Calafrios começaram a correr por seu corpo. — Por favor, deixe-me ir. Estou com frio.


— Frio ou excitação? — ele perguntou, o rosto solene, seu olhar questionando. — Você sempre teve uma quedinha por Brent, não é, Irlandesa?


— Nós nos damos muito bem.


— E você e eu não — afirmou categoricamente.


— Isso é o que você está dizendo. Harry… — Suas mãos o empurraram, tocando a grossa cicatriz em seu peito. Seus olhos foram impelidos para baixo permanecendo sobre o espesso emaranhado de pelos molhados que parecia estranho e novo ao seu toque. Seus dedos traçaram suavemente, em seguida, mudaram-se para o tórax, largo e rígido que estava gelado pela água. Um choque percorreu-a quando ela percebeu o que estava fazendo e tirou a mão como se a carne dele a tivesse queimado.


Ele pegou sua mão e colocou-a no seu ombro, segurando-a ali enquanto estudava seu rosto abatido.


— Gina, não...  — disse ele gentilmente.


— Sinto muito — ela murmurou em um tom cortante. — Eu não queria…


Ele pegou um punhado de seu cabelo molhado e puxou seu rosto contra ele até estar sufocada contra a carne gelada e bronzeada, os cabelos ondulados fazendo cócegas no seu nariz.


— Meu Deus, eu gosto quando você me toca — ele sussurrou em seu ouvido, rouco, uma nota estranha em sua voz. — Não há nada para se envergonhar. É natural uma mulher ser curiosa, especialmente quando ela é inexperiente. — Seus dedos apertados em sua nuca.


Contra ela, sob a água, podia sentir a batida pesada e firme do seu coração.


— Vem cá, querida — ele sussurrou, e passou os dois braços em volta dela, engolindo-a, em um abraço que reuniu as estrelas para dentro da piscina com eles. Ele trouxe-a para perto lentamente, segurando-a, esmagando-a, machucando-a…


— Dê-me sua boca — ele disse com voz rouca.


Queimando, faminta, ela levantou o rosto para seus olhos em chamas e viu eles descerem para seus lábios com algo parecido com reverência. Este era Harry, o Harry, que brincava com ela e a atormentava, que era como uma grande parte de sua infância na fazenda, os cavalos, Hermione. Mas nunca tinha sido assim, nem em toda sua selvagem imaginação juvenil. Ele era um homem mais velho que ela, experiente, confiante. E sua inexperiência não era páreo para a fome que lia em seu rosto.


— E agora — ele sussurrou aproximando-se, inclinando a cabeça escura, — agora eu vou lhe mostrar sensações que você nunca soube que poderia sentir, pequena inocente. Vou mostrar a você como ser uma mulher…


Ela estava tremendo, impotente, enquanto ela esperava sem fôlego para sentir a sua dura boca na dela. Ela começou a falar, para dizer alguma coisa, qualquer coisa, quando a porta do pátio se abriu e quebrou o feitiço.


Ela sentiu um arrepio correr pelo corpo de Harry quando ele soltou-a e mergulhou na água. Brent chegou correndo, os pés descalços batendo no concreto molhado, e mergulhou respingando água para todos os lados.


 


Gina foi cavalgar com Brent no dia seguinte, assim que terminou com a correspondência que Harry tinha deixado para ela no gravador.


— Eu amo este lugar — disse Brent, com um sorriso, contemplando a floresta verdejante à sua volta. — Eu passei muito da minha infância aqui.


Ela sorriu também.


— Eu e Mione costumávamos brincar de caubóis e índios aqui, lembra? Uma vez preparamos uma emboscada para você no topo de um desses pinheiros.


— E pegamos carrapatos, todos nós — ele lembrou alegremente.


Ela estremeceu.


— Foi horrível!


— Sem dúvida. — ele parou e olhou para ela, franzindo a testa. — O que aconteceu com Harry na noite passada? — ele perguntou de repente.


Ela sentiu o rubor subir, e desviou o rosto.


— Mau humor, disse ela sem rodeios, ao lembrar como ele deixou a piscina sem olhar para trás logo após o retorno de Brent. Ele havia deixado a casa não muito tempo depois, e já era de manhã cedo quando Gina ouviu o carro voltando. No momento em que ela e Brent chegaram à mesa do café, ele já estava no trabalho. Ela fechou os olhos sobre a lembrança do que ele esteve prestes a fazer, e o que ela tinha quase deixado o fazer. Ela ainda podia ver a boca dura pronta logo acima dela, sentir a sua quente respiração misturando-se com a sua própria. Ela queria tanto aquele beijo que se sentiu dilacerada quando Brent interrompeu-os.


Mas foi melhor assim, ela lembrou a si mesma. Harry tinha todas as mulheres que precisava, era óbvio. Ele gostava de humilhá-la de qualquer maneira, por isso ela deveria se proteger melhor. Talvez agora que Brent estava ali…


— Onde você está? — Brent perguntou, acenando com uma mão na frente dos seus olhos.


Ela olhou para ele com olhos arregalados.


— Marte — ela sussurrou teatralmente, — Lá fora! Explorando lugares estranhos e exóticos com a minha mente!


Ele sorriu.


— Por que não tentar me explorar com a sua boca? — olhando de soslaio, levantando e abaixando as sobrancelhas para impressionar.


Ela começou a rir e deixou a Melody cavalgar ao lado de seu cavalo.


— Você é exatamente o que eu precisava. Oh, estou tão feliz por você ter vindo!


— Estou contente por você — respondeu ele.


— O que você quer dizer?


Ele a olhou com ar especulativo.


— Estou falando do primo Harry. Olhe, sua experiência em persuadir as garotas. Harry em ação é uma coisa para se contemplar.


— Não entendi.


— Ele quer você — disse a ela calmamente.


O coração dela parou, e então começou a bater novamente.


— Ele está apenas brincando, Brent. Cho mexeu com seu orgulho e…


— Ele quer você — repetiu calmamente. — Nunca o vi olhar para uma mulher desse jeito antes, com tanta intimidade. Eu não gostaria de vê-lo magoado.


Sua preocupação era reconfortante. Ela estendeu a mão e tocou seu delgado braço. —Eu também não quero me magoar — ela disse com um sorriso. — Estou com meus dois olhos bem abertos. Não estou enterrando a cabeça na areia.


Ele balançou a cabeça, sorrindo de volta.


— Minha querida, você sempre foi apaixonada por ele, apesar dos pseudo-noivos. Ele pode não notar, mas eu sim.


Ela mordeu o lábio inferior, olhando para sua sela.


— Eu pensei que Dino poderia…


-… Compensar? — ele terminou por ela. — Você deveria saber que não. Gina, você não devia ter vindo para cá.


Ela riu baixinho.


— É um pouco tarde agora.


— Venha para casa comigo quando eu partir — disse ele calmamente.


Ela olhou para ele, tentando ler o seu rosto fino.


— Não, não é assim — ele riu. — Gina — acrescentou ele, solene, agora, — Eu sei como você se sente. Há uma mulher…que eu daria tudo o que tenho, e um pouco mais; mas ela não se sente assim a meu respeito. E, como você, sei que ninguém mais poderia tomar o lugar dela. Não se deixe ser arrastada e esquartejada desse jeito. Nós consolaremos um ao outro.


— Um ombro para chorar, Brent? — ela perguntou baixinho.


— Isso é tudo que posso oferecer — respondeu ele, mais grave do que já o tinha visto. Ele sorriu de repente. — Você acha que eu estava lhe oferecendo uma grande paixão?


Ela riu com vontade.


— Deixe-me pensar sobre isso. Agora, estou fazendo um trabalho, e dei a minha palavra.


— Você é quem deve decidir — ele respondeu. — Não posso te obrigar a nada. Mas estou lhe oferecendo um refúgio sempre que precisar. E ele nunca te encontrará.


Ela concordou.


— Obrigada pela opção.


Ele piscou para ela.


— Você é mais minha prima do que ele. Nós sempre formamos uma dupla terrível.


— Nós ainda somos. — ela se inclinou em direção a ele em tom conspiratório. — Vamos arrancar fora o rotor do seu jipe.


— Vamos!


 


Harry olhou atentamente para ambos os hospedes na mesa do jantar.


— Uma coisa estranha me aconteceu hoje — comentou casualmente. — Tentei ligar meu jipe e estava faltando o rotor.


— O rotor? — Emma exclamou, pausando ao levar uma garfada de purê de batatas para a boca. — O rotor sumiu?


Gina levantou as sobrancelhas e encontrou Harry observando.


— Que estranho — disse ela, impassível.


Brent engasgou com seu café e teve que levantar-se da mesa.


— Não tenha medo! — Gina disse levantando-se depois dele. – O socorro está a caminho!


 


Nos próximos dias ela e Brent, felizmente, foram capazes de se manterem fora do caminho de Harry. Mas seu humor estava pior do que nunca, e preparar as coisas para o grande leilão não estava ajudando muito.


— Hei, Gina — Billy Jones o capataz chamou, — Harry quer vê-la!


Ela olhou de cima da varanda, onde estava fazendo uma lista para o churrasco do meio-dia no leilão.


—Bem, aqui estou eu! — ela chamou alegremente. — Diga a ele para procurar dentro do seu coração! — Billy saiu balançando a cabeça e Gina se arrependeu instantaneamente. Brent foi chamado numa viagem de negócios pela manhã e ela estava com medo de passar do limite com Harry sem a proteção de Brent. Mas a tensão estava começando a afetá-la…


— Então você está aí, maldita bruxinha — Harry murmurou, aproximando-se, o chapéu sobre a testa e a fúria em cada linha de seu rosto duro.


Ela sentiu-se encolher, mas manteve os olhos levantados.


— Sim?


Ele parou na frente dela e arrancou o chapéu, atirando-o para a mesa próxima. Ele se inclinou para baixo, um musculoso braço de cada lado dela na grande e alta cadeira de balanço onde ela estava sentada, prendendo-a.


— Se eu fosse você — disse ele em um tom de voz perigosamente suave, — Não pressionaria tanto. Sei tudo o que preciso saber sobre você e o primo Brent!


Ela sentiu a força bruta na proximidade do corpo enxuto, e isso era perturbador.


— Só porque nós escondemos seu rotor…


— E as fitas rosas amarradas no rabo de duas das minhas vacas de leite, e a espuma de banho na piscina — resmungou ardentemente.


Ela corou. Tinha sido realmente engraçado na hora.


— O problema é que você não tem senso de humor — ela resmungou.


— Você tem o suficiente por nós dois! — ele respondeu. Seus olhos estavam verde dourados como os de uma pantera, naquele rosto moreno, próximo e ameaçador.


— Mesmo quando Brent e eu éramos crianças, você conseguia nos fazer sentir como se fossemos criminosos cada vez que fazíamos uma brincadeira — disse ela à frente aberta de sua camisa xadrez azul, onde os pelos escuros escapavam úmidos de suor.


— Você chegou bem perto de deixar meus malditos cabelos brancos, algumas vezes — lembrou, e um pouco da raiva o abandonando. Ele sorriu.


— Então — ela murmurou e involuntariamente seus dedos subiram até a tocar o prata nas suas temporas. — Você tem certeza de que não é um sinal de velhice? — acrescentou maliciosamente.


Ele riu baixinho.


— Sua fedelha.


Todos os anos pareciam sumir quando ele sorria desse jeito, e era o Harry de sua infância, a maior criatura que seus sonhos podiam produzir, invulnerável e indestrutível.


— Harry, lamento sobre o banho de espuma — disse ela, — mas parecia tão bonito…


Ele torceu uma longa mecha de cabelo dela.


— A influência de Brent é ruim para você. E de agora em diante mantenha as mãos longe do meu jipe.


— Sim, Harry.


— Tão meiga! — ele murmurou. Seus olhos desceram para a boca e permaneceram lá por muito tempo. Abruptamente ele pegou-a pela cintura minúscula com ambas as mãos e puxou-a contra ele, segurando-a com tanta força que ela gritou involuntariamente.


— Sua besta, me solta. — ela engasgou com raiva.


Sua respiração estava quente em sua têmpora.


— É perigoso parar de lutar comigo, Irlandesa — murmurou numa voz estranhamente rouca. — Eu sou um homem, não um menino como Brent, e não estou acostumado a limites de espécie alguma. É inocente demais para compreender ou quer que eu soletre?


Ela sentiu o corpo musculoso contra o dela e as mãos tensas dele afastando-a e se moveu para pegar as folhas de papel e a caneta que tinha caído no chão.


— Devo lembrá-lo que você me disse que eu não… atraio você daquela forma — disse ela através dos lábios apertados, evitando o seu olhar atento.


Houve um silêncio longo e estático entre eles.


— Você tem a lista do Shorty? — ele perguntou depois de um tempo, e ela ouviu o clique de seu isqueiro pouco antes de uma nuvem de fumaça pairar em torno dela. — Ele vai precisar dessas informações hoje para que possa começar a cozinhar no início da manhã.


— Estou prestes a terminar — ela respondeu, sentando-se. — Eu pensei em pedir algumas toalhas de papel, pratos, guardanapos e também utensílios de plástico.


— Pequena alma econômica, não é? — ele perguntou rudemente. — Eu deveria ficar impressionado?


— A única coisa que poderia impressionar você — ela respondeu furiosamente, — é um rolo compressor!


— Mais comprimido do que impressionado, com certeza — disse ele com um lampejo de um sorriso.


Ela suspirou profundamente.


— Você é sem dúvida, o ser humano mais enlouquecedor…!


— Com o seu cabelo solto assim — ele murmurou, — e seus olhos de chocolate, você é enlouquecedoramente bonita, querida. Apenas certifique-se de não atirar nenhum dos seus doces encantos em Brent. Eu odiaria como o inferno ter de jogá-lo para fora da fazenda.


— O que eu faço com Brent…! — ela começou.


— É da minha conta, enquanto você estiver na minha fazenda — disse sem rodeios, os olhos desafiando-a a discutir sobre isso. — Não cometa o erro de subestimá-lo, tampouco. Ele é um homem, e o tipo de provocações que você faz com ele pode parecer um convite.


Sua boca se abriu.


— Harry, pelo amor de Deus, eu brinquei com ele toda a minha vida!


— E enquanto você tinha oito e ele dez anos era seguro. — seus olhos verdes percorreram sua figura flexível em blusa e calças de um suave marrom. — Querida, já faz tempo que você passou do seu oitavo aniversário. Não tente o destino.


— Como é estranho você me advertir sobre Brent — ela lançou sobre ele, — quando no outro dia ele me advertiu sobre você!


Uma sobrancelha subiu e ela podia ver a malicia brilhando em seus olhos.


— O que ele disse? — ele perguntou.


Sua boca abriu para dizer as palavras exatas quando percebeu onde eles estavam e fechou-a novamente. Seu rosto ardia como fogo.


Ele riu baixinho.


— Então? — ele cutucou. — Você sabe que eu não vou deixar isso para lá até que você me conte. O que ele disse, Gina?


Ela se moveu inquieta.


— Ele disse que você em ação era digno de ser contemplado — disse ela finalmente.


— E que mais?


— Isso foi… tudo — ela vacilou. Estudou-a por um longo tempo, preguiçosamente alisando o cigarro.


— Eu acho que posso adivinhar — refletiu. — E ele está certo, até certo ponto. Eu posso ter qualquer mulher que eu queira. Mas, Gina — acrescentou ele, sua voz suave agora, — eu não roubo berços. Ela manteve os olhos baixos, inclinada a argumentar, mas muita esperta para não abrir a caixa de Pandora.


— Para quando você precisa dessa lista?


— Em uma hora. Eu tenho que enviar Shorty à cidade de qualquer maneira para pegar um material que pedi. E já que minha mãe não voltará antes de dois ou três meses — acrescentou ele, — você vai ter que atuar como anfitriã.


— Emma não pode…?


— Querida, não há nada como uma mulher muito sexy para manter os compradores felizes — ele zombou. Com um olhar furioso ela disparou contra ele tão dura quanto as palavras.


— Eu não vou ser usado como uma…! — ele inclinou-se, sua respiração misturada a dela, interrompendo o discurso eficazmente apenas se aproximando. Seus olhos ardiam profundamente.


— Doze anos — ele murmurou, — e você ainda não sabe quando estou provocando ou não. Eu não pretendo usar você como isca. E, se alguém encostar um dedo em você, eu quebrarei os dois braços dele. Satisfeita? — seus olhos se arregalaram, sua expressão confusa.


— Harry, por que…?


Seu dedo tocou seu nariz levemente.


— Termine sua lista. Estou até o pescoço de trabalho. — ele virou-se bruscamente e deixou-a olhando para ele.



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Capítulo pequeno, mas estou até o pecoço de trabalhos e provas, mas como fiquei muito tempo sem postar nada achei que mesmo um menorzinho seria ok.


Desculpem pelo atraso, vou tentar postar os próximos mais rapidamente e com mais coisas.


Ana, obrigada por comentar, espero que esteja gostando!


Beijos a todos!

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