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23. Confidente


Fic: Um conto de amor HG Aviso


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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        Gina abriu os olhos e vislumbrou o começo da manhã. Não pode evitar o suspiro de satisfação, sentia-se confortável e a euforia domava o seu coração. A jovem libertou-se dos braços do amado e se enrolou no lençol se dirigindo em seguida para a varanda onde abriu um pedaço da cortina e esperou pelos primeiros raios do sol. “Como o princípio do dia estava belo aquele dia.”, pensou a garota amante, seus olhos se voltaram para a cama onde repousava seu amor. O sorriso de Gina se abriu mais ao ver o despertar de Harry que aos poucos começava a se situar.


- Abençoados sejam os anjos, fiz um pedido em meus sonhos e noto que ele se tornou realidade. – Harry se ajeitou na cama – Que vislumbre maravilhoso é essa pessoa enrolada em lençóis.


        A moça deu um sorriso tímido e aproximou-se de seu amor.


- Não é um sonho, Deus sabe como estou feliz por não ser só uma ilusão. – Gina se abaixou para beijar Harry e ele a segurou e a rodou na cama de forma a que ficasse por cima da jovem – Ah meu Harry, me fizeste tão completa na noite anterior. Quero passar o resto dos meus dias sentindo as emoções que me proporcionou. – Gina acariciou as maçãs do rosto de Harry.


- Pois se depender de mim esse seu desejo será realizado e não me importo o custo que terei que pagar para desfrutar de cada centímetro seu. – Harry beijou Gina mais uma vez.


        Os beijos se tornavam cada vez mais sedentos e a respiração de ambos se tornou mais acelerada, Harry desceu os lábios para o pescoço da amada e ali o torpor domou Gina.


        A moça tombou a cabeça para a direção da janela, para a sua infelicidade se lembrou que a claridade já iluminava o céu e isso significava que Harry teria de partir.


- Controle seu desejo meu amor, pois é hora de partir. O sol já começa a invadir os canteiros e é sensato que parta enquanto é cedo. – Gina afastou gentilmente Harry que parecia não se ater a esse detalhe crucial. Ela saiu da cama e começou a catar as peças de roupa do amado jogadas pelo quarto, porém foi impedida de sua tarefa quando Harry a agarrou pela cintura e a girou para que ela ficasse de frente para si – O que está fazendo? Tem que se vestir depressa.


- Perdoe-me minha amada, mas estou em estado de euforia e decidi que quero viver em seu quarto só para não ter de me separar nunca mais de ti. – Harry esfregou o nariz no de Gina fazendo com que a menina risse.


- E como espera prosseguir com esse plano? Enfurnar-se-á em meu armário quando algum serviçal ou familiar estiver em meu quarto e quando estiver seguro sairá? – Gina não pode conter o riso e Harry a acompanhou – Ó destino cruel, fui me apaixonar por um insano. – Gina fingiu drama.


- Não é uma idéia de todo o ruim, mas é só enquanto arquiteto minha outra solução. – Harry brincou com o primeiro comentário, mas o que intrigou Gina foi a última coisa que o rapaz disse.


- E o que seria essa outra solução? – a menina perguntou.


- Ora o que seria mais plausível do que uma fuga? – disse Harry.


- Faria mesmo isso? Largaria sua família e fugiria comigo? – Harry notou a seriedade na expressão de Gina.


- Se essa for a única solução então eu a acataria, não faz sentido ficar longe de ti minha Gina. – Harry deu vários curtos beijos em Gina – Eu te amo mais do que o ódio de nossas famílias e nada me faria desistir de viver essa felicidade.


        Gina sorriu, mas logo a lembrança do dia a fez esquecer suas distrações. Empurrou Harry quase que bruscamente e jogou-lhe algumas peças que estavam em sua mão.


- Compreendi a sua possibilidade, porém nada de me desviar do meu propósito em fazer que saia do território das propriedades de minha família. – Gina se encantou com o sorriso de Harry – Agora se apresse antes que fique tarde.


- Tudo bem eu vou, mas que fique ciente que partirei com o desejo incessante de ter ficado. – Harry começou a procurar pelas outras peças de roupa e quando estava devidamente vestido se aproximou da janela, porém antes de sair se permitiu um tempo para contemplar os raios do sol se alastrando.


- Nunca odiei tanto o dia quanto esse momento. – Harry comentou desgostoso de ter que separar de Gina.


- Devo concordar. – Gina encostou a cabeça no peito de Harry – Promete que voltará para podermos repetir o sonho da noite anterior?


- Eu sempre retornarei para ti, mesmo quando não me quiser mais, eu sempre voltarei nem que seja só para contemplá-la de longe. – Harry aninhou mais Gina a si.


- Não diga tais bobagens. – Gina afastou a cabeça para fitá-lo e o repreendeu – A ti eu pertenço meu amado Harry, e nada pode alterar esse sentimento que brotou em meu ser. – Gina o puxou para um abraço – Vá agora, mas não se afaste demais, pois sou capaz de sucumbir em tristeza. – ela pronunciou essas palavras perto da orelha do rapaz.


        Harry beijou seu amor uma última vez antes de descer pela janela de Gina e partir em sigilo. A moça somente voltou para sua cama quando ele desapareceu de vista, não tardou a dormir novamente, sonhando com os momentos que passou e que ainda pretendia passar com Harry.


 


 


 


 


        Já era bem tarde quando Agnes adentrou o quarto de Gina com mais duas moças para servir a refeição matinal e preparar o banho da patroazinha. A ama estranhou o comportamento de Gina que ficou calada o tempo todo, parecia perdida em pensamentos e um sorriso brotava em seus lábios. A menina não prestava atenção a quase nada, nem mesmo quando uma das serviçais sem intenção lhe puxou o cabelo na tentativa de desembaraçá-los. Angustiada com a forma em que a patroazinha se encontrava, Agnes dispensou as moças e assim que as duas saíram ela fechou bem a porta e voltou-se para Gina.


- A patroazinha poderia me explicar o motivo de tanta desatenção? Que mundo é esse em que se encontra que é tão mais especial do que o que vive? – Agnes sentou-se de frente a jovem.


- Ora ama, que mundo seria se não esse em que meu corpo caminha? Meus pensamentos flutuam em um ser que por grande felicidade se encontra no mesmo lugar que eu. – Gina deu uma risada e Agnes julgou que sua patroazinha estivesse com indícios de insanidade.


- Estou ciente de que o ser o qual é totalmente apaixonada se encontra nesse mundo, embora não na mesma realidade que minha patroazinha. – Agnes ignorou a careta que Gina fez – Não será capaz de me enganar se inventar outras desculpas, a minha senhora está diferente dos outros dias, até mesmo nos últimos em que por intermédio do destino pregador de peças a fez se encantar pelo filho da família inimiga da sua. – Agnes esperou pacientemente que Gina começasse a lhe revelar o segredo.


- Sabe ama, és muito mais observadora do que pensei. – Agnes não se levou pelo elogio e continuou aguardando explicações – Se deseja tanto saber o que se passa em minha mente, então eu irei lhe revelar: acontece que sou a mulher mais feliz desse mundo inteiro. Meu coração é capaz de explodir de tanto que está contente. – Gina afundou-se em silencio enquanto brincava com uma mecha de seu cabelo.


- Essas palavras de nada me adiantam minha menina, me preocupa esse teu silencio. – Gina sorriu e Agnes percebeu que ela estava brincando com a sua curiosidade – Não me faça de boba criança, cada vez mais tenho pensamentos estranhos sobre o que tenha acontecido e isso não é nada bom.


- Eu jamais a faria de boba minha ama. – disse Gina – E quanto ao que me ocorreu, não tens mesmo idéia do que possa ter sido? O que felicitaria tanto uma mulher em relação ao seu amado? – Gina observou a expressão de sua ama se alterar para a preocupação misturada com a angústia.


- Nesse momento só uma única coisa ocupa meus pensamentos e estou rezando para que não seja isso. – Agnes colocou a mão na boca para abafar o espanto quando Gina demonstrava confirmar suas suspeitas.


- Sim minha querida ama, eu agora sou uma mulher por completo. Nem mesmo todos os anjos do céu podem contar a imensidão de minha felicidade. – Gina ria de satisfação.


- Menina o que fizeste? Como pode se deitar com um homem sem nem mesmo ter selado matrimônio com o tal? – Agnes questionou horrorizada.


- De que me serve o matrimônio comparado a esse amor que me atormenta? Eu e o Harry já somos casados perante as leis divinas que regem o verdadeiro amor, mesmo que este não seja comprovado em papel. – disse Gina.


- Loucuras, é isso o que sai de sua boca criança. Se para tu não importas o matrimônio então pense no fato que importa para sua família. – Agnes a repreendeu – Imagine o desgosto que seria para sua mãe se a única filha dela ficasse falada perante a sociedade inteira.


- Não compreendo mais o rumo de nossa conversa minha ama. Quem disse que serei falada se ninguém além de nós sabe o que me ocorreu? – Gina argumentou.


- Caso minha patroazinha não saiba, há muitas conseqüências para uma moça que perde sua pureza. – Agnes a fitou bem para que tivesse certeza de que a menina estivesse ciente dos riscos – Não será nada bom para sua reputação carregar um filho na barriga sem estar casada.


        Para o desespero de Agnes, Gina não demonstrou arrependimento de seu ato, pelo contrário, após a ama apontar tal conseqüência o rosto da jovem se iluminou em um grandioso sorriso.


- Quem me dera poder carregar um filho do Harry, isso seria uma das coisas mais felizes que me aconteceria. – Gina deixou seus devaneios e voltou a olhar para a sua preocupada ama – E não se atormente com meu não-matrimônio, pois eu e o Harry nos casaremos e nos amaremos para toda a vida.


- Deus meu, o que lhe falta de juízo ainda vai me deixar com cabelos mais brancos do que já são. Estamos discutindo esse assunto e ainda não entrei no fato de que se entregou para o filho dos Potter, tua mãe padecerá em desgraça. – disse Agnes.


- Se minha mãe me ama como diz então terá que entender minhas escolhas.


- Não seja tão ingrata minha menina, sua mãe lhe ama e jamais volte a duvidar disso. Eu só quero que pense em quanto irá feri-la prosseguindo com essa loucura.


- Não pense que é minha intenção ser ingrata com minha mãe ou com qualquer membro de minha família, mas compreenda ama que estou perdidamente apaixonada pelo Harry e mesmo que eu tente, jamais conseguirei arrancar este amor de meu peito. Ele faz parte de mim desde o momento em que o conheci. – Gina se justificou.


- Ah minha menina temo tanto por você, de todos os rapazes a se apaixonar foi se encantar justo por esse o qual sua família tem tanto ódio por ele portar o sobrenome Potter.


- O que é um nome do que senão um nome? Ninguém deveria ser julgado por esse fardo, que culpa tem o meu amado de carregar esse nome? Eu estou livre dessa batalha, para mim não importa o que ele seja para minha família e sim o que ele representa para mim. – disse Gina.


- O nome do rapaz representa sim uma tragédia para ti minha patroazinha, não se iluda quanto a isso. Mesmo que faça o impossível jamais mudará o fato de que os Potter julgaram mal seu falecido pai e que graças a eles tua família tem de suportar as acusações como assassinos e isso tudo sem nenhuma defesa já que seu pai faleceu naquele dia horrível. – a tristeza se abateu em Gina e Agnes lutou para que o sentimento de pena não a consumisse e a fizesse esquecer-se de ser dura com sua menina.


- Repito mais uma vez que ninguém tem culpa do que ocorreu, nem mesmo meu falecido pai e nem os Potter por o terem culpado de tal tragédia. Ambas as famílias tiveram perdas terríveis e isso acarretou o ódio entre nós, mas eu não quero mais viver com tal sentimento. – Gina se forçou um sorriso – Veja meu envolvimento com Harry como uma coisa boa, juntos eu e ele quebramos essa barreira que separavam nossas famílias nos unindo em um amor jamais previsto.


- Pode ser, mas ainda assim é uma possibilidade muito remota. Conhece bem tua mãe para saber que esse argumento não a convenceria. – Agnes se aproximou de Gina para lhe dar conforto, a ama a abraçou e acariciou sua cabeça – Tua mãe perdeu o grande amor da vida dela e ainda por cima teve que suportar as acusações sem nenhum consolo. Não pense que não entendo teu coração minha criança, apenas peço para compreender as razões de minha senhora sua mãe.


        Gina mordeu o lábio e pensou antes de continuar a conversa.


- Eu entendo minha mãe, também caí em cólera quando vi meu pobre pai ser acusado de um crime que não cometeu, só que... – Gina ajeitou-se para poder fitar a ama – Só que meu coração fala mais alto que essa questão, se entendo minha mãe também compreendo os motivos dos Potter e rezo para que um dia essa tragédia seja esclarecida. – Gina voltou a apoiar a cabeça no colo da ama


- Deus te ouça minha menina. – disse Agnes.


        Depois de um tempo caladas Gina se pronunciou:


- Discordo do que disse em relação a minha mãe não ter tido o consolo de ninguém. – Gina fitou a ama e em seguida lhe deu um abraço forte – Nós sempre tivemos você e o Tom como anjos da guarda.


- Ah minha pequena Gina, desse jeito eu me desmancho em lágrimas. – a ama que sempre fora muito sentimental já tinha os olhos marejados.


        Gina sorriu do fato de a ama ser tão sensível, mas era assim que gostava de sua Agnes sempre tão prestativa e protetora. Apesar de diversas encrencas que a jovem se metesse jamais fora delatada para os pais, a ama era sua maior confidente, mas não uma confidente comum, pois lhe repreendia muitas vezes quando julgava preciso. Agnes amava aquela menina como se fosse sua filha e a defenderia de tudo e de todos.


 


 


 


* Caramba que essa fic está saindo maior do que eu previa.... Mas não vou desistir dela...


Só peço mais comentários para incentivar...


* Carol Dyaz valeu pela visita e pelo comentário... Continue acompanhando...


* Carol Potter...Pois é o Tom está caminhando para conquistar seus planos e garanto que se tudo der certo isso não vai ser bom para o Harry... E o pior é que ele ainda não tem idéia de com quem está se metendo....


* Bjusss a todos e continuem comentando....


 


 

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