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40. Capitulo 40


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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O pesado poncho que o protegera da chuva fora tirado. A camisa, aberta no pescoço, estava seca, embora, devido à umidade, grudasse em seu peito e nos ombros suavemente musculosos. As calças estavam molhadas e escuras dos joelhos às botas.


 


A expressão dos olhos era frígida como uma noite de inverno rigoroso.


 


A água pingava das roupas ensopadas de Hermione, formando uma pequena poça no chão. Mais água pingava do cabelo empapado, correndo em linhas brilhantes pelo rosto e pescoço. O tecido encharcado da blusa moldava quase obscenamente cada curva dos seios, inclusive os mamilos, endurecidos pelo frio. O olhar dele não deixava escapar nada.


 


- O que você quer?


 


Hermione deu-se conta de que o seu desafio nervoso era tão fraco quanto o sibilar beligerante de uma gatinha semi-afogada.


 


Ele soltou uma resposta e fez um gesto na direção das roupas dela. A sugestão era evidente: queria que as tirasse.


 


- Só porque sou forçada a tomar banho na sua frente não quer dizer que vá me despir sempre que você queira, para poder me olhar!


 


As linhas duras da boca do homem estreitaram se ameaçadoramente. Passadas largas e flexíveis levaram-no até ela, antes que o corpo entorpecido de Hermione pudesse reagir. os dedos esguios começaram a desfazer o nó da blusa da moça, onde riachos de água juntavam-se para correr pela vale entre os seios.


 


Ela afastou as mãos dele com violência.


 


- Pode deixar que eu faço isso! - resmungou por entre os dentes cerrados.


 


Com um gesto desinteressado de concordância, Malfoy foi até a cômoda e tirou a toalha do seu gancho junto à bacia. Voltando para junto dela, esperou até que as calças de Hermione tivessem se juntado.à sua blusa no chão. Ela estava dolorosamente cônscia da sua nudez ao pegar a toalha que lhe era estendida, mas o olhar indiferente dele não passou do seu rosto pálido e branco.


 


 Enquanto ela se enxugava com as mãos trêmulas, ele foi até a cama e retirou o cobertor. A toalha mal havia absorvido a umidade em excesso quando ele começou a enrolar o cobertor em sua barriga, apertando-o nos seios. Jogou o resto do cobertor sobre o ombro esquerdo dela, num sari improvisado.


 


Ergueu os olhos para os cabelos dela, lembrando-lhe que estavam bastante molhados. Um pouco atordoada pela engenhosidade dele, Hermione levou a toalha aos cabelos molhados. Muito bem ajustado, o cobertor não se moveu nem um pouco quando ela se mexeu; sentia-se gostosamente aquecida, como que num casulo tosco.


 


Hermione começou a esfregar vivamente a toalha nos cabelos, quando Malfoy saiu do quarto. Novos passos no corredor. Desta feita não eram de Malfoy.


 


Hermione não tirou a toalha da cabeça quando Potter apareceu à porta.


 


- O vigia que foi guardar os cavalos ainda não voltou? Imagino que Malfoy esteja com medo que eu vá pular pela janela de novo se me deixarem sozinha por um minuto - declarou ela, tensamente.


- Ele quer que você vá para o outro quarto - foi a resposta serena.


- Onde possa ficar de olho em mim?


 


O sarcasmo dela era venenosamente seco.


 


- Não, onde possa se aquecer. Há um fogo aceso na lareira - explicou Potter, pacientemente.


- É incrível como ele é cheio de consideração - redargüiu Hermione. - Estou certa de que é uma ordem e de que não tenho escolha.


- Nenhuma - concordou ele.


 


Um suspiro sibilante escapou-lhe por entre os dentes brancos.


 


- É o que imaginava. Deixe-me apanhar o meu pente.


- Hermione?


 


A meia pergunta, meia ordem na voz dele, fez que Hermione parasse ao lado da cômoda.


 


- O que é, agora? - murmurou, com irrita são disfarçada.


- Não tente de novo - falou Potter.


- Tentar o quê? - perguntou Hermione, sendo deliberadamente obtusa.


- Fugir... como se você não soubesse.


- Ah! E por que não deveria? - fez a pergunta com naturalidade aparente, apanhando o pente.


- Porque hoje você teve sorte.


- Sorte? - Soltou uma risada fria. - Como foi que tive sorte?


- Não conseguiu sair do desfiladeiro. Não teria sido muito agradável se tivesse saído - acrescentou gravemente.


- Porquê? - perguntou, desafiadora. - Porque poderia ter-me perdido na tempestade? Ou quem sabe teria sido comida por animais selvagens? Desculpe se acho a sua preocupação fingida pelo meu bem-estar um pouquinho nauseante.


 


Potter ignorou as perguntas zombeteiras.


 


- Ninguém sai do desfiladeiro sem a permissão de Malfoy, Hermione... ninguém - enfatizou.


- Isso está me parecendo uma ameaça.


 


Inclinou a cabeça num ângulo desafiador.


 


- Chame de ameaça, advertência, como quiser - replicou ele, serenamente. - É uma regra para a segurança de todos nós no acampamento. Este lugar não seria secreto se todo mundo ficasse indo e vindo ao seu bel-prazer. Alguém lá fora poderia descobrir a sua existência. Sendo assim, ninguém sai daqui sem a permissão de Malfoy... principalmente você.


 


Ela apertou o pente com força, os dentes ferindo-lhe os dedos. Compreendia a lógica que havia por trás da explicação de Potter, mas, no que lhe dizia respeito, não era obrigada a seguir regra nenhuma.


 


- Ele governa com mão de ferro, não é?


- Se não o fizesse, o desfiladeiro já teria sido descoberto.


- Uma pena que não o tenha sido - disse ela, debilmente. - Nenhum de vocês estaria aqui, e muito menos eu.


- Sei que as circunstâncias não são as mesmas para você. Entenda, porém, que é diferente para o resto de nós. Damos à nossa liberdade o mesmo valor que você dá à sua. Aqui, estamos seguros e livres. Malfoy faz tudo o que pode para manter essa situação.


- Estou certa que sim - falou bruscamente.


 


Potter soltou um suspiro.


 


- Você não quer compreender.


- Compreendo. - Os olhos dela faiscaram de frustração e raiva. - Compreendo que sou uma prisioneira aqui... que não me permitem um momento de privacidade... que vocês não passam de um bando de assassinos e ladrões, e não merecem estar livres.


 


A boca do rapaz se estreitou num gesto sombrio.


 


- Vamos para junto do fogo.


 


Por um momento, Hermione permaneceu teimosamente onde estava. Com uma inclinação levemente régia de cabeça, finalmente passou por Potter e foi para o corredor.


--**--


N/A: Vou postar esse agora, e mais tarde eu posto o 41! hehehe


Beijos =*
Angel_S

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