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9. Transição


Fic: In Transition - Part Bônus, Explicações e Outras Viadagens


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:  Depois de milhares de anos, cá estamos com o capítulo novo. Não há muito o que dizer, além das nossas sinceras desculpas. E eu, Bells, tenho que dizer que a culpa é TODA do gay do Juliano que foi morar em outra galáxia - não que a gente morasse perto antes, mas... -  e não minha, como ele afirmou ¬¬ Então... desculpem a demora, pessoas... e espero que vocês gostem da volta dos que não foram e voltem a acompanhar a fic :)


 


 


 -- CAPÍTULO NOVE --


Transição


 




- ... e se ela não gostar de mim?


 


- Não seja boba, ela vai amar você.


 


- Mas... e se ela não for com a minha cara?


 


- Minha mãe não faria isso.


 


- E se os seus irmãos não me aprovarem...?


 


- Guga... – Gina parou de andar para encarar a namorada. – Você não precisa se preocupar, ok? Eles já sabem que estou com você, sabem que eu te amo e que você é a mulher que me faz feliz. Não quero você pensando besteiras, tudo bem?


 


 


Guga baixou a cabeça. Amava Gina. Sim, tinha certeza que ela era a pessoa mais diferente de todas que já conhecera. Não era deslumbrada com Guga. Pelo contrário. A tratava de igual para igual. Não queria sempre agradá-la. Gostava de provocar, discordar. E era exatamente por isso que a capitã a amava cada vez mais.


 


- Ok... – Guga a encarou parcialmente convencida.


 


- Vem, vamos. – Gina pegou a mão da namorada e voltou a conduzi-la pelo jardim dA Toca.


 


- ... Mas Gi... E se seus irmãos...-


 


- Olha, Jones, - Gina estacara revoltada. - eu tenho 5 irmãos! Algum deles vai gostar de você!


 


 


 


***


 


 


- ...Quero dizer... foi uma rebatida perfeita! – Jorge falava com Guga. Fora o que mais se aproximara da capitã.


 


- Obrigada, Jorge.


 


- Quero dizer... a Young tem força... mas você rebate colocado...


 


- Vocês não cansam de falar sobre quadribol? – Hermione sentara no braço da poltrona onde Rony estava. Instantaneamente Gina, Harry, Rony e Jorge se entreolharam e caíram na gargalhada.


 


- O que foi? – Guga obviamente não entendera a piada.


 


- Hermione, amor... – Gina socorreu o aturdimento da namorada. - ela nunca vai entender a graça de uma partida de quadribol.


 


 


 


***


 


 


- Ah... entrrrarr parra os Weasleys é definitivaman agrradavel. – Fleur conversava com Guga. Junto a ela Hermione e Angelina.


 


- Você sempre vai se sentir em casa. – Hermione comentou com Guga.


 


- Bem... fiquei com medo de não agradar...


 


- Todas passamos por isso... – Angelina disse. – Medo da Sra. Weasley. – Arrancou sorrisos das cunhadas.


 


 


 


***


 


 


- Precisamos ir... – Gina levantou avisando a todos de uma vez.


 


- Mas já? – Sua mãe questionou. – Tá cedo...


 


- Precisamos mesmo, mãe... – Gina foi abraçá-la.


 


- Prometam que virão mais vezes?! – A Senhora Weasley olhou fixamente para Guga. Havia adorado a nora.


 


- Prometemos. – a capitã concordou.


 


 


 


***





 


- Bom dia. – Alex cumprimentou assim que entrou na sala de reunião do Harpias. Nela, uns seis ou sete engravatados sentados ao redor da mesa e uma moça de cabelos loiros fechava a comitiva.


 


- Bom dia. – recebeu de volta de alguns dos presentes.


 


- Bom dia, Alex. – Um homem de cabelos grisalhos e ar sério se levantou para apertar sua mão. Alex o reconheceu, era Richard, presidente do Time. Olhando mais atentamente identificou outros dos presentes como os patrocinadores da equipe.


 


Alex acenou com a cabeça e seguiu até uma cadeira vaga. O homem que a cumprimentara pessoalmente sentou-se defronte, ao lado da mulher.


 


- Acho que você sabe porquê estamos aqui... – o homem voltou a falar.


 


- Mais ou menos. – Alex respondeu intrigada.


 


- Bem, - um homem de cabelos e barbas ruivos tomou o rumo da conversa. – Antes de mais nada, tenho que te dizer que você foi excelente na última partida... Simplesmente brilhante.


 


- Obrigada...


 


- Brad.


 


- Obrigada, Brad.


 


 - Enfim... Nós, patrocinadores do Harpias – fez um gesto compreendendo todos os presentes. -, estamos todos de acordo com a renovação de seu contrato com o time por mais dois anos. Isso, é claro, se você quiser continuar a ser batedora do time. – Alex, em seguida, fez que sim com a cabeça.


 


- Pois bem... – o presidente do Harpias deu um largo sorriso. – Fico feliz por você continuar fazendo parte de nossa família.


 


- Eu também. – Alex respondeu. Continuava intrigada. Sabia que não precisava de uma reunião formal como aquela só para renovar o contrato.


 


- ... tem mais uma coisa... – o homem ruivo voltou a falar. Alex o encarou. – O grupo Firebolt já é um parceiro fiel do Harpias de Holyhead, mas...


 


- mas...? – “fala logo, porra!”


 


- Mas temos uma proposta para você.


 


- Que tipo de proposta?


 


- Queremos que você seja a nova garota propaganda das vassouras Firebolt em todos os meios de comunicação. Já mandamos fabricar uma vassoura personalizada pra você. Ela é única... – O homem fez sinal para um rapaz ao canto que Alex não havia notado. Ele carregou uma maleta até a mesa e a abriu.


 


- Uau... – Foi o que Alex disse após visualizar a vassoura. - O que tenho que fazer exatamente?


 


- Voar. Voar muito bem... – O homem tirou a vassoura do suporte e entregou à Alex. - com essa vassoura


 


 


Leve. Foi a primeira impressão da batedora. Analisou cuidadosamente a envergadura. Era branca com detalhes em preto que, ao olhar de perto, identificou alguns desenhos de suas tatuagens. Havia “Live fast. Die young.” Inscrito no cabo e uma safira na ponta.


 


 


- ... Atinge 300 km por hora em 5 segundos. Chega até 600 em 9. Tem piloto automático, bússola embutida, assento confortável, cerdas manualmente talhadas...


 


- Todas do time vão ganhar uma? – Alex interrompeu.


 


- Não. Por enquanto só você.


 


- Hum... – A batedora estava visivelmente encantada.


 


- Tudo bem pra você? – O presidente voltou a perguntar.


 


- Sim... Por mim ok. Mas...


 


- Mas...?


 


- Por que eu? Por que não Guga ou Addie? Elas têm mais habilidade com vassouras do que eu.


 


- Você está sendo modesta. – o homem lhe respondeu. – Mas respondendo a sua pergunta... porque você tem mais... qual seria a palavra...? Glamour? Fama? Todos querem você.


 


- Não consigo imaginar ninguém assim, eu- Alex ouviu um pequeno ruído vindo da mulher ao lado do presidente do Harpias.


 


- Alex... – o patrocinador voltou a falar. – apostamos em você. Essa vassoura foi desenvolvida de acordo com suas habilidades. E é claro que você vai receber por isso. – ele lhe passou um pequeno papel onde a apanhadora leu o valor.


 


- Mas... eu vou receber isso... tudo? Só pra voar?


 


- Não, garota, você vai ganhar isso tudo para dizer a todas as pessoas que essa é a melhor vassoura do mundo.


 


 


 


 


 


***


 


 


 


Após a conversa, gradativamente os patrocinadores do Harpias deixavam a sala de reuniões. Por fim restaram Alex, Richard - o presidente do time - e a Diretora Comercial.


 


- Você tomou uma decisão sábia, Alex. – Richard apertava outra vez sua mão. – Trará benefícios não só para você quando para o time todo.


 


- Espero que sim. – Alex sorriu e encarou a mulher ao lado do homem. – Oi. – Disse pela primeira vez.


 


- Oi. – a mulher respondeu.


 


- Alex, preciso falar com Guga, você pode fazer companhia a minha filha nesse meio tempo?


 


- Hum? – A batedora não havia entendido de primeira. – Hum... sim. Ok.


 


 


Richard saiu pela porta. Alex encarou a mulher. Era loira, olhos claros e sobrancelhas delineadas, dando um ar de “sou-intelectual-mas-te-daria-de-quatro”. Os óculos eram de armação grossa e preta e o cabelo estava preso.


 


Alex balançou a cabeça para sair do transe e andou até a imensa janela da sala ficando de costas para Corine.


 


 


- Hum... você-você gosta de quadribol? – Alex tentou puxar assunto.


 


- Não sou tão fã.


 


- E o que você faz trabalhando num- Alex virou para encarar a mulher e a visão que teve a fez parar instantaneamente de falar. Corine havia aberto todos os botões da blusa branca que usava e estava sentada na ponta da mesa. Lançava um olhar penetrante à Alex que estava de queixo caído.


 


- Você vai ficar parada? – Corine abriu as pernas deixando a mostra sua lingerie preta.




 - Você quem manda. – Alex disse se aproximando da loira retirando a blusa que usava.





***





 - Hellen! - Hellen Morgan virou os olhos ao ver a figura amarrotada de Alex Young correndo molemente em direção a si. – Me espera!!!


 


A loira suspirou e segurou a porta dando o tempo que Alex precisava para chegar até o elevador. O contato das mãos quando ambas a ergueram para apertar o mesmo botão não causou nenhum tipo de choque ou reação.


 


 


- Você está bêbada... de novo? - perguntou Hellen calmamente.


 


-Hum.


 


- Você está ficando mais irresponsável que a Addie.


 


- Impossível.


 


- Yeah. - Sorriram. - Posso perguntar onde você estava?


 


- Pensei que não te interessasse. - Alex deixou um pequeno sorriso se formar no canto dos lábios.


 


- Não me interessa. - Hellen deu um passo para o lado instantaneamente e encarou o quadro à sua frente que mostrava que já estavam na altura do 11° andar.


 


- Hey – disse Alex calmamente segurando o braço da outra – Eu só estava brincando.


 


- Você tem razão. Não me intere... Isso é sangue?


 


-Hm... bêbados se machucam. - disse Alex tocando o pequeno ferimento.


 


- É, Young? - Hellen revirou os olhos ao sair do elevador. Quando Alex tentou fazer o mesmo, tropeçou na lata de lixo. - Alex! - ralhou baixinho.


 


- Desculpe...


 


- Vem comigo...


 




Hellen apoiou Alex, que mal conseguia andar rápido, e guiou-a até o salão de convivência. Não acendeu a luz para não despertar atenção e sentou a outra no sofá. Hellen virou-se para o único ponto vazio do lugar e conjurou uma banheira, toalhas e sabonete.


 


 


- Er... obrigada.... - resmungou Alex.


 


 


Hellen aproximou-se lentamente da amiga e ignorando o agradecimento (e também o fato de estar tirando as roupas de Alex Young!) perguntou:


 


 


 


- O que você aprontou? As outras não saíram.


 


- Eu estava... hm... com uma garota. - murmurou sendo arrastada até a banheira.


 


- Ah claro! Eu achei mesmo que você tivesse ido à igreja. - Hellen sorriu enquanto tirava suas luvas e as colocava sobre a mesa de sinuca.


 


- Posso perguntar onde você estava? - disse Alex humildemente reparando pela primeira vez nos trajes da outra. Ela estava usando um vestido fino amarelo claro, sapatos de salto, brincos que reluziam, e acabara de se livrar de luvas e uma bolsa de mão. Seus lindos cabelos sedosos estavam puxados para trás com uma presilha do mesmo material brilhante dos brincos e caíam de volta em seus ombros em ondas douradas. Ela definitivamente não vinha de um lanche noturno na cozinha.


 


- Em casa. - deu de ombros – Jantar de família.


 


 


A loira segurou o queixo de Alex delicadamente – como tudo o que fazia – e examinou o ferimento. A água morna envolvia a outra gostosamente e começava a despertar o fim de todo bebâdo: o sono. Hellen limpou o corte com a água morna e percebendo que não era nada grave, curou-o com a varinha. Não disse mais nada e voltou-se para o sofá, transfigurando-o em uma cama quente e confortável.


 


 


- Uau. - disse Alex bobamente enquanto jogava água sobre si – Hogwarts deve ser realmente boa.


 


- Eu sou muito boa.


 


- Realmente.


 


- É melhor você dormir aqui por hoje. Você estará absurdamente ferrada se Guga souber que você bebeu novamente.


 


- Mas eu não bebi muito! - protestou Alex saindo da banheira e sendo recebida pela toalha da amiga. - É só que Corine quis esticar e...


 


- Corine? Você quer dizer A Corine?


 


 


Alex virou-se e Hellen prendeu a toalha nas costas dela. Elas ficaram muito próximas, abraçadas praticamente, e os olhos se encontraram intensamente. Alex não soube o que dizer.


 


- Eu...


 


- Se a Guga souber, você estará muito ferrada.


 


- Guga não é minha mãe. - careta.



     



 


Hellen não respondeu. Apenas sentou-se no sofá atrás de Alex e retirando uma escova pequena de sua bolsa começou a pentear os cabelos da outra suavemente.


 


 


- Eu devia tomar uma poção.


 


- Não. Pode dar algum problema se eles econtrarem poção nos exames de amanhã...


 


- Tem razão. Mas... nós somos as melhores. Não precisamos de Felix Felicis ou algo do tipo.


 


 


Hellen sorriu.


 


 


- Ainda bem que temos Guga para manter a humildade. - disse a loira baixinho.


 


- Hellen?



     



- Hum?


 


 - Por que você está me ajudando?


 


 


Ela parou de pentear os cabelos de Alex por uma fração de segundo, então deu de ombros, voltou a penteá-los e disse:


 


 


- Porque eu não ajudei nenhuma velhinha a atravessar a rua hoje.


 


 


Alex sorriu. Fechou os olhos enquanto sentia os dedos finos e delicados de Hellen desembaraçarem seu cabelo suavemente, após alguns minutos assim, ela pôde perceber algumas coisas.


 


 


- Não. Você se importa.


 


 - Oi?


 


- Sobre a boa ação do dia. Não é verdade. Você se importa comigo.


 


- É claro que eu não me importo.


 


- Não foi uma pergunta. - disse Alex se permitindo um sorriso ao ver uma ruga irritadiçã perpassar a testa da loira. Alex podia ver isso, não eram sentimentos românticos ou eróticos, entretanto, mas era sólido e perfeitamente pálpavel. Hellen a amava e se importava com ela. Estava fazendo exatamente o que faria com Addison, Kate ou Amelie. Não com Guga, apesar da amizade que existia entre elas, ainda havia o “ex” antes de qualquer coisa. E muito menos com Gina, afinal elas mal se conheciam...


 


- Terminei. - disse levantando-se da cama. Ela apontou a varinha para a banheira e o objeto desapareceu. Caminhou para a porta. - Se precisar de algo, me chame. Ah, não perca a hora amanhã e dê um fim nisso tudo. - apontou para a cama.


 


- Sim, senhora.


 


 


Hellen abriu a porta e estava prestes a sair, quando Alex chamou seu nome.


 


- Hellen?


 


- Hm?


 


- Boa noite. Durma bem.


 


- Você também.






***


- VOCÊ O QUÊ? – Addison perguntou demasiadamente alto enquanto comiam no refeitório.


 


- Psiu! Quer falar baixo?! – Alex sussurrou ao perceber que suas companheiras de time foram despertadas do que faziam para observá-las.


 


- Mas Alex... – Addison falou em um tom mais baixo. – Você comeu a filha do chefe...! Em cima da mesa!


 


- O que? – Kate, quem havia chego até a mesa das amigas se surpreendeu. – Você trepou com a Corine, Alex?


 


- Obrigada, Clint... – Alex afundou na cadeira. Agora todas as jogadoras do Harpias vieram se sentar na mesa em que estavam.


 


- É verdade, Alex? – Gina perguntou risonha.


 


- E se for? – Guga se sentiu enciumada.


 


- Olha, gente... não é da conta de vocês! – Addison tentou parecer amigável. – Mas e ai, ela é mesmo gostosa?


 


- Cale-se, Clint. – Alex mirou uma maçã na amiga que desvio


 


- É verdade, então? – Amelie perguntou meio triste.


 


- É, Mel... – Alex respondeu. – Mas vamos deixar isso em off.


 


- O quê? Você come uma mulher daquela e nem vai espalhar?


 


Dessa vez Addison não conseguiu desviar da banana que Alex arremeçara.


 


 


 


 


***


 




Nervosa, mas confiante. Vai dar tudo certo.


Te amo, mamãe.”


 


 


Amelie nem releu a mensagem antes de clicar em enviar. Sua moderna e interessante mãe já havia mandado duzentas mensagens hoje e Amelie havia ignorado-a até que ela se tornara irritantemente histérica e fora obrigada a responder.




A loira encontrava-se folheando uma revista qualquer que pegara na pilha aleatória sobre a mesa de centro do quarto de Alex, Kate e Addison. Por ser a única a estar pronta e ter terminado o seu café da manhã mais cedo, ela fora designada para apressar Addison. Já fazia dez minutos que a outra não dava sinais de ter levantado. Amelie checou as horas e achou que já era hora de realmente intervir.


 




- Responsabilidade em pessoa - começou – será que dá pra você levantar? Não sei se você reparou, mas temos uma final mundial em meia hora.


 


- Me deixa em paz... - resmungou Addison.


 


 


Amelie respirou fundo, fechou a revista e foi até a cama. A morena encontrava-se totalmente adormecida e embolada entre os lençóis, esparramada pela cama.


 


 


- Vamos, Clint. - Pegou os cobertores que estavam embolados por cima da outra e os lançou no chão – Agora e... você está pelada?



- Não. Cueca também é roupa.


 


- Argh! - fez Amelie virando-se para não encarar a colega. - Anda logo!


 


 


Addison levantou-se, encarou Amelie profundamente, foi até suas cobertas, pegou-as e voltou para a cama.


 


 


- Qual é, Clint! Você quer ser responsável ao menos uma vez na vida?



     



- É pra ser sincera? - disse ela enfiando a cabeça embaixo do travesseiro.


 


- Ok. - Amelie suspirou – Você está me obrigando.


 


 


Ela foi até o criado mudo de Kate e pegou o vaso com flores que ali se encontrava, voltou para perto de Addison, descobriu-a e jogou a água do frasco nas costas nuas dela.




 


- Filha da puta!!!


 


- Bom dia.


 


- Eu te odeio, Lamartine!


 


- Me conte uma novidade, Clint.


 


- Não, eu tô falando sério! Você não tinha o direito de -


 


- Você nunca teve o direito de me machucar, Clint. E no entanto... bom, deixa pra lá. Vou dizer as meninas que você já acordou. Anda logo.


 


 


Amelie saiu do quarto e seguiu o caminho até as companheiras. Addison bateu a porta do quarto atrás da loira e, fervendo de raiva, foi se trocar. Podia-se dizer que a morena estava cuspindo fogo, a brincadeirinha de Amelie não tinha agradado nem um pouco e estressado-a completamente. Nunca Amelie havia irritado-a tanto, principalmente porque dessa vez era sério, não uma implicância, coisa que raramente acontecia com Addison.


 


Tudo o que a morena queria era xingar Amelie muito alto e socar alguma porta, então ela se vestiu e marchou em direção ao estádio pensando nas poucas e boas que a companheira teria de escutar.


 


***


 


 


Alex espreguiçou-se gostosamente. Já esava vestida assim como todas as garotas, exceto Addison que ainda não chegara e Gina que estava terminando de se arrumar. Guga ainda estava nervosa, mas seu rosto sério e concentrado não demonstrava um pingo de ansiedade. Suas emoções estavam controladas e apesar de todos saberem que ela estava a ponto de um ataque, nada transpareceu em seu tom quando falou.


 


- Cansada? Não dormiu direito ontem, Alex?


 


- Hey! Por que a desconfiança? Por que sempre sou a culpada de tudo?


 


- Porque você é a irresponsável. - disse Guga com um sorriso cordial para demonstrar que não era uma bronca.


 


- Não. Esse título é da Addie. - disse Hellen – Alex é a super star. No bom e no mau sentido.


 


- Alex é uma vadia. - disse Amelie – Pega todas as groupies.


 


-Hey! - protestou a morena dando nas costas de Amelie com suas luvas.




 


- Alex realmente é uma vadia. - disse Guga com uma careta – Ela já pegou metade do time. - apontou com a cabeça para Gina, Amelie e Hellen.


 


- Você não fica muito atrás, Jones. - disse Gina e apontou para Hellen, Kate e a si mesma.


 


- Ao contrário de Guga, pelo menos Alex sobre de qualidade. - comentou Hellen e um clima tensou encheu o lugar. Gina levantou-se e deu um passo para frente instantaneamente.


 


- O que você quis dizer com isso?


 


- Foi só uma brincadeira, Gina.


 


- Oh, jura? Porque pareceu uma indireta!


 


- Não foi. - interveio Alex – Esquece isso, ruiva.


 


- Vadia ou não, Alex ainda é uma super star! Ela e seu contrato milionário de modelo. - disse Amelie tentando desviar o assunto.


 


- Aposto que foi Corine que deu a ideia! - provocou Kate.


 


- Pobre Alex! - disse Gina – Não tem culpa de ser gostosa.


 


- Hey! Eu tenho sentimentos, Ok? - disse Alex sorrindo.


 


- Não parece. - foi Hellen quem disse e as duas trocaram um olhar e um sorriso. Era brincadeira. Nenhuma das duas havia pedido desculpas ou cedido que a outra estava certa, mas desde a outra noite, elas haviam voltado a ser amigas como era antes.


 


- E declara a juíza. - falou Gina.


 


-Ahn? - perguntou Kate olhando ao redor esperando ver a juíza da partida fazendo alguma coisa dentro do vestiário.


 


- Novamente, é brincadeira, Gina. Eu sei que Alex têm sentimentos. - continuou Hellen.




- Ok.




- Entretanto, eu sinceramente acho que posso julgar isso sim, simplesmente pelo fato de que conheço Alex há anos.


 


- Algumas pessoas tentam por anos e não conseguem conhecer umas as outras. Outras... se conectam de cara. - retrucou Gina.


 


- Olha, só porque você e Alex deram uns amassos —


 


- A partir de hoje, Lamartine, simplesmente não olhe nunca mais na minha cara! Nunca mais! Eu simplesmente te odeio!


 


 


A atenção das garotas repentinamente se voltou por completo para a voz exaltada de uma Addison vermelha que acabara de chegar ao local.






- Eu tenho mais o que fazer, Addison. - respondeu Amelie de um modo cansado enquanto prendia seus cabelos.


 


- O que houve? - perguntou Kate.


 


- Essa ridícula perdeu a noção! - berrou Addison.


 


- Você precisava acordar! Eu tinha que te acordar! Chamar não adiantou! E sinceramente? Você ainda está pensando nisso? Por que você não se concentra em um dos jogos mais importantes da nossa vida que por um acaso vai começar a qualquer momento?


 


- Ah claro, agora você é a jogadora mais responsável do mundo!


 


- Não, Addison. Só cansei da sua infantilidade.


 


- Não sou eu a café-com-leite do time!


 






Amelie lançou a outra um olhar entediado e andou para longe da colega. 


 




- Você vai me ignorar? É isso agora? Seja mulher, Amelie!


 


Amelie não parou de andar, apenas virou seu destino completamente. Segurou Addison pela cintura e a encostou no armário mais próximo. Ninguém teve tempo de nenhuma reação e Addison mal conseguiu se segurar enquanto os lábios rosados da outra encotraram os seus e iniciaram um beijo.


 


 


As outra cinco jogadoras pararam estacadas em seus movimentos, no meio ode suas ações e todas encaram o casal. Era tudo muito rápido e confuso demais... Addison e Amelie brigando de verdade e não de brincadeira... Addison descontrolada... Amelie beijando-a... E então o time sendo anunciado... A final estava começando.


 


Amelie soltou Addison e se dirigiu até a porta do vestiário com todos os olhares perplexos em si. Todas as garotas a encaravam bobamente.


 


 


- Vocês vêm ou não?

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