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9. Decapitando


Fic: Heroes -O Torneio dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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-Hermione? O que houve? –Arya pergunta ao ver que a jovem parecia em chamas.
-Nada, só preciso de um tempo. –Diz tentando conter o mau humor.
-Precisamos falar sobre a poção de cura. –Arya diz com tato, não querendo aborrecê-la ainda mais.
-Não estou com cabeça pra isso agora. –Hermione diz já passando por Arya em direção ao castelo, porém Harry aparata a sua frente.
-O que houve? Porque falou comigo daquele jeito? –Pergunta em tom firme, apesar de estar confuso.
-Examine sua consciência e saberá. –Praticamente cospe as palavras antes de passar por ele, fazendo questão de “esbarrar” nele no caminho.
Harry fica paralisado por um momento, mal reconhecia sua amiga, porém ao ver Eragon e Arya olhando preocupados para ela, dá meia volta e a segue, alcançando-a no jardim de inverno.
-Vamos parar com esse joguinho. –Diz a segurando pelo braço, porém logo soltando ao ver o olhar ameaçador que ela lhe designava. –Eu não sei o que eu fiz, então acho que antes de me julgar e punir, pode me informar a acusação? –Pede defensivo, mas ainda assim firme.
-Eu estava na biblioteca mais cedo. –Hermione “atira” e Harry continua esperando. –Quando você estava lá, se agarrando com a Dinara! Como você pôde fazer uma coisa dessas? –Ela para a bronca ao ver a cara de confuso de Harry.
-Eu não estava me agarrando com ninguém, nunca nem estive na biblioteca. –Diz como se ela estivesse ficando louca.
-Eu vi! Ouvi sua voz e vi você muito bem. Todo exibido sem o colete, arrancando as roupa dela. –Hermione fala com raiva, a cabeça das estatuas próximas explodindo.
-Ele estava no jardim conosco. –Arya intervém, sabendo que as coisas não iam por um bom caminho. –Eragon, Harry, Heigel e eu, da hora que você se afastou até o jantar. Verificamos as baias, as armas, a área de batalha.
Hermione olha para Eragon que assente, sabia que ambos não iriam mentir daquela forma, ao menos Arya não faria aquilo, não tinha qualquer motivo para defendê-lo, ainda sim poderia perguntar ao rei e saberia que ele confirmaria.
-Grier foi verificar os arqueiros e você falar com os curandeiros, depois não o vimos mais. –Eragon diz com o semblante fechado, conhecendo bem o “fraco” por mulheres do companheiro de viagem.
-Opa, opa, opa! –Harry diz incrédulo. –Está querendo dizer que ele se transformou em mim pra… pra… fi-car com aquela mulher?
-Ela praticamente te engolia com os olhos. Porque ele desperdiçaria a chance? –Arya conclui deixando Harry sem jeito.
-Vamos atrás daquele irresponsável então. –Hermione diz já começando a sair, porém Harry se adianta e a segura.
-Arya, Eragon, tentem encontrá-lo, já os alcançamos. –Harry diz muito sério. Ambos entendem a gravidade do momento e deixam Harry e Hermione a sós.
-Me desculpe. –Hermione diz ainda de costas para ele. –Agora melhor irmos resolver logo isso.
-Acha que quero apenas suas desculpas? –Pergunta de forma firme, fazendo-a encará-lo. –Como pôde acreditar que eu faria uma coisa daquelas? Alguém tão racional quanto você, que geralmente defende todo mundo, inclusive sempre defendeu o Snape! Porque duvidar do meu caráter dessa forma? –O tom não era de raiva e sim de decepção.
-Desculpe, eu deveria ter pensado nisso, mas… eu não sei, eu só fiquei com tanta raiva, tão decepcionada, eu não conseguia pensar direito. –Diz olhando as mãos, mexendo-as nervosamente.
-Achei que me conhecesse, que soubesse como sou.
-Eu não sei o que deu em mim, foi como um bloqueio… eu… -As palavras morreram e ela voltou a desviar os olhos.
-O que está escondendo? O que não quer dizer? –Pergunta segurando o rosto dela, fazendo-a olhar para si. Ela morde o lábio e ele insiste. –Hermione, o que é?
-Ciúme. –Confessa em um murmúrio.
-Ficou com ciúme de mim? –Pergunta completamente confuso.
-Não, fiquei com ciúme da Dinara. Morena, com aqueles olhos tão… -Hermione responde irônica, mas Harry a interrompe.
-Ok, entendi. É só que, o Rony bancar o irmão mais velho e ciumento pra cima de você e da Gina tudo bem, mas você nunca foi assim, até me ajudou com a Cho.
-Eu sei, também não entendi, eu só queria pular no seu pescoço e, principalmente, no dela. –Diz irritada consigo mesma, então Harry ri.
-Por isso não comeu direito? Ficou remoendo isso todas essas horas. Hermione, francamente, jamais sairia por aí me enfiando na cama de alguém que mal conheço, de alguém por quem não estou incrivelmente apaixonado, ou me imagina dormindo com uma mulher por quem eu não esteja de quatro?
-Você dorme comigo. –Hermione diz e Harry empalidece, ficando estático. –Calma, não precisa ter um ataque. Sei que você nunca me olharia dessa forma, não é? –Diz tentando soar divertida, porém Harry viu em seus olhos que não esperava uma concordância.
-Ficamos muito próximos durante esse tempo que estamos aqui. Ganhamos muita intimidade e cumplicidade, estamos mais carinhosos com o outro. –Reconhece pensativo. -Tem medo de perder isso? –Pergunta a observando seriamente.
-É o que eu me pergunto, mas não sei o que responder. –Admite sabendo que era melhor deixar as cartas na mesa.
-Eu acho que também não saberia. –Concorda com um sorriso discreto, abraçando-a de modo reconfortante.
-Não quero me sentir assim de novo, mas não sei o que fazer. –Confessa com o rosto escondido no pescoço dele.
-Eu acho que eu sei. –Harry diz após um momento silencioso, então a afasta um pouco para que possam se olhar. –Vamos resolver isso do jeito simples.
Hermione precisou apenas de um segundo para compreender o que Harry dissera, então fechou os olhos, logo depois os lábios de Harry tocando os seus em uma suave carícia. As mão delas enlaçaram o pescoço dele, que lhe estreitou a cintura mantendo os corpos bem próximos, os lábios tocavam-se lentamente sentindo a textura e a forma do outro, explorando a boca sem pressa antes de aprofundarem o beijo. Carinho, dedicação e cuidado eram as palavras para descrever a lenta exploração, onde ambos conheciam não só ao outro, como seus próprios sentimentos.
Ao fim do beijo, afastaram apenas um pouco o rosto, os olhos fixos nos do outro, uma das mãos de Harry tocando o rosto de Hermione, o polegar acariciando os lábios rubros. Aos poucos um sorriso sincero se forma em ambos, como se após uma intensa discussão houvessem chegado a um consenso.
-Acredito que não me importaria de repetir isto algumas vezes. –Harry diz em tom sugestivo, fazendo Hermione rir de leve. –Isso é um talvez?
-Não sei. –Diz recobrando o ar sério. –Antes de virmos para cá, você estava interessado na Gina e, venhamos e convenhamos, não tenho nada a ver com ela.
-Mas que bobagem Hermione! –Harry diz quase rindo. –Não penso em Gina há muito tempo e, seja lá porque me senti atraído por ela, não é mais assim.
-Poderia atrapalhar o grupo, você sabe, não podemos… -Harry a interrompe colocando o dedos em seus lábios.
-Nos beijarmos foi tão natural, tão estranhamente certo, que está com medo de se envolver muito rápido, perder o controle? Porque se for assim, você sabe que é bobagem, não importa se vai dar certo ou não, jamais nos magoariamos. –Sussurra docemente, a mão indo para a nuca dela e acariciando.
-Harry? –Hermione chama e ele responde com um “Hum?”. -Desde quando você é um sedutor perigoso? –Murmura com os olhos fixos na boca dele.
-Sedutor talvez, perigoso só pros inimigos. –Responde com os lábios já sobre os dela, tendo achado o beijo gostoso o suficiente para não perderem tempo com discussões bobas.
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Já estavam a um tempo incontável dentro da sala, Arya distraída em planos de guerra, enquanto Eragon vigiava Grier para que este não fugisse, quando Harry e Hermione entram com semblantes leves, quase animados, porém fechando assim que veem o companheiro de equipe.
-Eu acho que vocês podem me deixar a sós com ele. –Harry diz estalando os dedos das mãos.
-Ah qual é! –Grier diz achando tudo aquilo um exagero. –A princesa tava louca por você, te fiz um favor ao satisfazer a fantasia dela e impedi-la de ficar te perseguindo.
-Você traiu o Príncipe Heigel! Ele tem sido ótimo conosco e você lhe dá uma facada pelas costas. –Hermione acusa inconformada.
-Eu não fui o primeiro a deitar com a princesa, ela não é o tipo de mulher que se satisfaz com um homem só. –Fala com um sorrisinho malicioso de quem aprovava tal conduta.
-Não sei como são as coisas no seu mundo, mas no nosso, casamento é algo muito sério e que deve ser respeitado. Nunca mais faça uma coisa destas. –Eragon diz de forma dura.
-Até porque se Heigel houvesse os pegado, você teria jogado fora todos os nossos esforços para construir alianças. Tem noção do prejuízo que isso seria para nós? –Arya diz de forma dura.
-Ok, ok, não toco mais na princesa. –Grier diz não querendo arranjar problemas com o grupo. - Por mais que isso seja um crime.
-Não use mais minha forma. Não me importa o motivo, não quero que mulher nenhuma ache que sou eu lá, até porque isso já causou uma grande confusão. –Harry diz num rosnado, apesar de permanecer firme.
-Ah, sim, falaram que ela viu. Foi mal Hermione, não queria causar confusão. –Grier se desculpa parecendo realmente sem jeito. –Apesar de que também não havia motivo pra tanto, Harry é homem, nada mais natural que buscar a companhia de uma mulher nas visitas aos reinos. -Diz dando de ombros.
-Eu não faço essas coisas. –Harry diz defensivo, o rosto ficando vermelho. –Além disso, Hermione e eu meio que nos acertamos, então respeite a nós, duplamente.
-Estão namorando? –Eragon pergunta surpreso.
-Porque a surpresa? Não era óbvio que Hermione estava morrendo de ciúme? –Arya diz divertida, fazendo o casal corar. –De toda forma, fico feliz pelos dois.
-Está vendo, se não fosse meu empurrãozinho, vocês iam ficar procurando por desculpas para ficarem grudados, dividirem o quarto e certamente teríamos distrações nas nossas missões. Agora tudo está bem simples. –Grier diz satisfeito e, por mais que Harry e Hermione quisessem responder, permaneceram estáticos, sem fala, o rosto rubro, enquanto os outros três riam.
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A manhã se aproximava e o movimento das tropas tinha início, cada um se preparando, Arya e Eragon inspecionando os animais, Grier sobrevoando o perímetro como águia. Harry e Hermione estavam sentados abraçados em uma varanda que dava para a frente do castelo.
-Está ficando tensa. Acha que não podemos derrotar Medusa e Jadis? –Harry pergunta ao notar o silêncio compenetrado de Hermione.
-O poder de transformar em pedra não é tão complicado, a questão é que não sabemos quais poderes elas pediram em acréscimo e quais as armas que possuem. –Responde pensativa, um pouco receosa.
-Não se preocupe, seja lá o que for, vamos conseguir. Nosso grupo é forte e os soldados são bem treinados. Vai ver que essa noite estaremos em uma grande festa comemorando a grande vitória. –Harry diz otimista, ao que Hermione apenas sorri timidamente. –Ei, se anime, até prometo uma dança.
-Você, dançando? –Hermione diz quase rindo.
-Se não quiser, por mim tudo bem. –Diz dando de ombros.
-Não, nada disso, você prometeu e agora tem que dançar! –Diz bastante firme.
-Ok, mas apenas uma dança e muitos beijos. –Diz a puxando e beijando.
O som das trombetas, porém, os pôs em alerta e os fez descer, era o sinal de que todos deveriam se reunir e formar para as declarações do Príncipe Heigel antes de tomarem posição para a batalha.
Aldeões exilados assim como a princesa, só restavam à frente do castelo os cavaleiros reais, dez filas de vinte cavaleiros ao centro, duas de quinze arqueiros nas laterais e a frente Heigel com cinco generais e os cinco sacerdotes.
-Hoje enfrentaremos os mais poderosos e mortais inimigos que este reino já viu, porém não estamos defendendo apenas este principado, mas sim todo o reino de meu pai, todas as milhares de pessoas que habitam este reino. Temos o dever de lutar e expurgar este mau deste mundo, faremos aquilo que nossos inimigos não conseguiram e nossa história será contada em todos os reinos, até o fim dos tempos, em uma canção dura, por vezes triste, que versará sobre a morte de vários de nós, mas que ao final bradará a glória deste reino e a honra de nossos nobres e corajosos guerreiros! –O discurso motivador, terminado em um brado orgulhoso faz com que os guerreiros urrem erguendo seus escudos de maneira ritmada como uma saudação. –Agora, cavaleiros e arqueiros, façam sua última prece ao deus trovão e sigam para seu destino tendo certeza de estarem sob as bênçãos de anjos sagrados!
O grupo se entreolha um pouco sem jeito, anjos sagrados era um título um tanto exagerado para eles, principalmente ao verem que todos estavam em silêncio, os olhos fechados e as cabeças voltadas para o céu. Como se houvessem ensaiado, todos baixam a cabeça e suas viseiras espelhadas.
O sistema podia ser confuso, porém haviam tido toda a noite para se adaptarem a andar com a viseira baixa que mostrava a eles um reflexo do que era refletido por um pequeno espelho preso, sob um ângulo preciso, no elmo logo abaixo do queixo dos soldados.
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Poucos minutos depois, Grier e Arya avistaram as duas mulheres que caminhavam sozinhas para o castelo, ambas vestidas com um uniforme do torneio e auras terrivelmente ameaçadoras. Jadis parecia congelar a grama em que pisava e mesmo galhos e folhas de arbustos pelos quais passava, mesmo sem tocá-los. Já Medusa usava óculos escuros e tinha suas serpentes movendo-se ouriçadas e sibilando alto, como se ansiosas para a batalha.
Arya e Grier estavam cada um a um lado do portão, sobre as muralhas, comandavam o grupamento de arqueiros e, assim, ergueram sua mão direita, comando para que os arqueiros preparassem os arcos e mirassem nos alvos. Esperaram pacientes a aproximação ideal e, assim que esta fora atingida, Arya e Grier apontaram seus próprios arcos, cada um a uma delas, e atiraram, movimento imediatamente seguido pelos demais arqueiros.
Jadis sorri e crava seu cajado no chão, uma onda azul translucida de magia se forma e avança na direção das muralhas, as flechas congelam e Arya e Grier ordenam que saltem para o chão. A maioria consegue saltar sobre as lonas de tecido que amorteciam a queda, mas os que haviam ficado são imediatamente congelados assim como o portão de ferro. Mais um movimento de cajado e uma esfera de fogo vai na direção do portão, explodindo-o e fazendo milhares de pedaços perigosos de metal congelado voarem na direção dos cavaleiros, que bloquearam a maioria deles com o escudo, protegendo suas viseiras espelhadas e pontos não protegidos pela armadura.
As casas dos aldeões e outras construções ficavam atrás do castelo, protegidas pelas muralhas, sobrando assim às plantações à direita e um grande pátio pavimentado a frente do castelo, estrutura que deixou os cavaleiros em duas filas como em um corredor do portão ao castelo, onde os sacerdotes estavam sobre seus unicórnios de frente para um grande espelho, retirado do quarto da princesa, e posicionado a frente do portão do castelo, o príncipe e os generais formavam uma segunda fila montada atrás dos cavaleiros. Os arqueiros se equilibravam sobre as lonas que haviam aparado sua queda, de modo que conseguiam se manter em um nível mais alto que a cavalaria montada, posição que permitia atirar com ângulos limpos.
Jadis e Medusa adentraram o pátio, os óculos escuros sendo gentilmente pendurado no decote do colete. Ambas não seguraram a surpresa ao verem os elmos e o grande espelho, além do grupo de sacerdotes, o que tornava óbvio que estavam diante de um grande desafio.
-Rendam-se e seremos piedosos. –Arya diz em tom firme, fazendo ambas inimigas olharem em sua direção. A elfa tinha os olhos fechados.
-Piedosos? Sequer podem nos ver. –Jadis retruca zombeteira. A voz aguda e firme cheia de soberba.
Antes que qualquer coisa pudesse ser feita, Medusa começou a entoar um cântico em uma voz doce e suave, o efeito hipnótico atingindo os homens, que em suas cabeças sentiam o chamado, ouviam o rogo para que olhassem para os belos olhos de medusa. Quase imediatamente as armas baixaram, fazendo Hermione enfeitiçar a voz para soar mais alta enquanto Arya lançava uma flecha com uma chama azul.
-Abaixem os elmos, não olhem! O demônio os está tentando! –Hermione brada fazendo a volta em seu jovem e impetuoso unicórnio, os olhos fechados.
Tão rápido quanto um suspiro, Jadis brande seu cajado e desvia a flecha na direção de Hermione. O unicórnio vê o projétil e empina, conseguindo desviar da flecha flamejante, porém o movimento brusco derruba Hermione ao chão. A voz ainda magicamente ampliada faz o grito soar muito alto e despertar Harry e Eragon do transe.
-Hermione! –Harry grita nervoso, os olhos miravam o chão e seu unicórnio seguia bravamente na direção da jovem.
Como o canto continuava, todos os humanos haviam sucumbido ao poder de Medusa e retiravam seus elmos, torando-se estátuas. Arya partira na direção de Jadis, observando apenas a ela, Eragon seguia em sua égua unicórnio na direção de Medusa, os olhos fechados, confiando na direção tomada pela unicórnio, que devido a pureza de sua raça era imune ao poder de Medusa.
-Como você está? –Harry pergunta ao descer do unicórnio, ajudando Hermione a se erguer.
-Bem, minha própria cura está eliminando a dor nas costas. –Hermione diz, porém o tom abalado pelo que via. -Esqueci que em algumas versões, Medusa possuía canto de sereia. –Diz em uma severa autocrítica.
-Deixe isso para depois. –Harry diz ao ouvir os relinchos dos unicórnios.
Ambos montaram rapidamente, fecharam seus olhos e conectaram suas mentes aos dos unicórnios, era o único jeito de “ver” o campo de batalha. Arya trocava feitiços com Jadis e Medusa duelava bravamente com Eragon, que tinha grande dificuldade pela visão turva oferecida pela conexão com sua montaria.
-Guerreiros, erguerdes e lutai por vossa ama! –Medusa convoca com um brado forte, o ataque de Harry e Eragon seria demais para si.
Com espanto, os quatro viram o exército de pedra erguer as armas e, ao contrário do que poderia se esperar, moverem-se tão rápido quanto como humanos, o corpo de pedra parecendo não deixá-los lentos ou pesados, o silêncio e os olhos vidrados, expressões congeladas, mostravam que não estavam “vivos”.
-Harry, Eragon, Grier, fiquem com os soldados! Eu destruo Medusa. –Arya ordena de imediato.
-Arranquem braços e pernas, mas evitem ao máximo arrancar cabeças ou destroçar-lhes cabeça e tronco! –Hermione ordena já se virando para Jadis, que por estar longe de Medusa, podia ser vista por seus próprios olhos.
-Mil demônios! –Eragon pragueja ao ver que Grier não estava com eles e estava se transformando em um gigante de pedra.
-Isso que dá não conseguir resistir à mulher alguma! –Harry rosna irritado.
-Vou tentar afastá-lo com Jura! –Eragon diz e Harry apenas assente, já começando a duelar com alguns dos cavaleiros.
-Então as estátuas mantém o poder do sacerdote. –Jadis pensa alto, completamente deslumbrada com as possibilidades.
-Imperius! –Hermione brada com seu cajado em mãos, na mesma hora sentindo a mente de Jadis, porém logo sendo expulsa.
-Como se atreve, sua fedelha! Uma fazedora de faíscas saída das fraldas tentando usar magia contra a Rainha Jadis. –Urra irritada, observando que a jovem de pé a sua frente também possuía um cajado.
-Sou uma bruxa muito mais poderosa que você. –Hermione diz de modo tranquilo, fazendo Jadis se irritar.
-Então prove! –Desafia lançando um feitiço na direção de Hermione, que o defende com um escudo mágico, dissipando o feitiço atacante.
-Em nome de Aslam! –Hermione brada fazendo Jadis enrijecer e ficar sem ação por um instante, o suficiente para que a jovem aparatasse a sua frente e lhe atingisse fortemente com o cajado no rosto, desequilibrando a rainha.
Sem perder tempo, Hermione lança um feitiço estuporante, seguido de um feitiço de confusão e novamente movimenta o cajado como lança, atingindo com a parte de baixo o estômago de Jadis, fazendo-a recuar. Porém a rainha já estava recomposta e segurara a ponta da lança, erguendo-a em um puxão que, por sua força sobre-humana, fez Hermione ser lançada no ar. A jovem, no entanto, aparata, surgindo atrás de Jadis e lançando um feitiço de extinção que fez a rainha voar a uma grande distância.
Com um urro furioso a rainha lança uma onda de gelo que obriga Hermione a convocar um poderoso escudo mágico. O ar frio chegou a atingi-la, porém com baixa intensidade, apesar de ter congelado tudo ao seu redor.
-Vamos ver quanto tempo suporta com minha nova arma. –Jadis provoca enquanto, de modo inacreditável, unia os dois cajados em um por magia, fazendo o símbolo do raio e do sol aparecerem nas extremidades.
Arya e Medusa estavam frente a frente, sendo que ao contrário da adversária que possuía uma espada divina, a elfa tinha uma espada comum daquele mundo, seu arco preso firme as costas.
-Como pretende me enfrentar, quando sequer pode me ver? –Medusa provoca rindo.
-Vê-se que não sabe nada sobre elfos. –Arya retruca e avança na direção da oponente, obrigando-a a se defender.
Medusa exalava um cheiro único, que fazia com que Arya facilmente a identificasse, além dos sons sibilantes das serpentes. Porém a troca de golpes fora breve, a espada divina rapidamente quebrando a espada de Arya, que ainda é atingida por um chute na parte posterior do joelho que a faz cambalear para frente, e recebendo um golpe que abriu um profundo corte em seu braço.
-Abra os olhos e se poupe do sofrimento que minha espada pode lhe infligir. –Medusa diz com sua voz hipnótica.
Arya se põe ereta mecanicamente, era como se lutasse contra o movimento, o que fez Medusa insistir na hipnose, porém a “rendição” era apenas um ardil que permite a Arya girar rápido e fazer seu sangue cair nos olhos de Medusa, fazendo-a praguejar e ficar cega por um momento, o suficiente para que Arya a atingisse com um soco na face, desse uma chave de braço para roubar-lhe a espada e então abrisse os olhos uma fração de segundo antes de descer a espada, atravessando suas costas e cravando o corpo de Medusa no chão.
Um olhar para o lado e viu que Hermione sofria se defendendo das magias de Jadis. Rapidamente pega seu arco e punhado de flechas, atira sucessivamente doze flechas, três de cada vez, cada trio com um feitiço diferente. Jadis fora obrigada a se defender e dera tempo para Hermione agir, aparatando para as costas de Jadis e acertando um feitiço de corte em sua nuca, que fizera a cabeça da bruxa rolar pelo chão.
-Aaaah! –O grito de Arya faz Hermione se virar, vendo que Medusa tinha suas serpentes cravadas nas pernas da elfa, que logo caí convulsionando.
Hermione aparata naquela direção, rapidamente tocando Arya e se concentrando em expulsar o veneno. Medusa se erguia, porém em um voo certeiro Jura a atinge em um mergulho, tornando-se uma estátua de pedra sobre ela.
-Harry, preciso de ajuda! –Eragon roga pendurado nas costas de Grier, sustentava-se na espada cravada na pedra, enquanto o gigante se debatia tentando derrubá-lo.
Harry estava duelando, porém aparata para o alto da muralha e então vê o dragão de pedra e sob ele cobras dançantes e sibilantes, direciona então um olhar para o gigante que fazia a terra estremecer de leve com suas pisadas fortes, encontrando Eragon pendurado as costas, tentando agarrar com as pernas a cintura de grier.
Em um voo rápido, se dirige até Eragon sustentando-o tempo suficiente para que tirasse a espada da pedra e depois voando até o ombro, ambos se agarrando as orelhas.
-Precisamos arrancar a cabeça de Medusa. –Harry diz e Eragon concorda.
-Vou recolher Jura, você a decapita. –Eragon diz e Harry concorda.
Eragon escorrega até o colete de Grier, depois para o cinto e usa a espada para amortecer a queda até os pés do gigante. No caminho recolhe Jura, fazendo com que as pedras se desfaçam e caiam ainda sobre Medusa, permitindo que Harry rapidamente a alcançasse e com um golpe seco de sua espada lhe arrancasse a cabeça.
Imediatamente Grier e os cavaleiros, que estavam sendo seguros pela magia de Hermione ficam estáticos, voltando a serem apenas estátuas de pedra. Arya estava inconsciente e Hermione seguiu o mesmo caminho, os unicórnios, que lutavam contra os cavaleiros, começaram a se aproximar, rodeando as duas.
Harry e Eragon verificaram que apesar de inconscientes, ambas pareciam bem, ao contrário do cenário ao redor. Boa parte da plantação havia sido destruída, vários pedaços de cavaleiros estavam espalhados e estátuas se amontoavam por todo pátio.
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N/A: Olá! Estou aqui para pagar a última parcela da minha dívida, torcendo muito para que nesse fim de semana tenhamos Felipe Massa vencendo e Ferrari no podium para ter que novamente postar um capítulo. Aliás, bônus relâmpago, se Felipe Massa e Alonso estiverem no podium, eu além de postar um capítulo aqui, atualizo outra de minhas fics a escolha de vocês (não vale Second Chance).
N/A²: Capítulo movimentadíssimo! Primeiro todas vocês caíram nessa de que o Harry estava com a Dinara, realmente não acreditei nos comentários de ódio rsrsrs! Aliás, felicitações ao Junim que foi o primeiro a descobrir a verdade sobre o Grier, ele falou comigo pelo MSN e eu disse pra ele não comentar isso aqui para ver se mais alguém descobria. Na parte da luta vimos que o grupo se preparou bem, armou direitinho e, mesmo com os poderes extra, a vantagem numérica fez nosso grupo vencer! Quanto a parte HH, deixo para vocês comentarem rsrsrsrs.
Lilly Rigotti : Beta que aguentou minhas crises de insegurança, acho que nunca tinha te dado tanto trabalho quanto nesse capítulo né? Rsrsrss Ansiosa para ver o merchan que fará para esse cap, anda muito inspirada!
Lari_sl: Por enquanto a desvantagem ainda não pesou. A briga não atrapalhou em nada, pelo contrário, só ajudou rsrsrs.
freya : Uma das coisas que mais gostei no comentário é que você dava alternativas para não ser o Harry e logo depois dizia que sabia que não era isso, rogou tudo quanto é praga nele! Agora, acho que você está devendo umas desculpas a ele, não? O mistério da origem dos escolhidos e os deuses será melhor visto depois. E pode deixar que farei um encontro do grupo 1 com o grupo 2, algumas vezes.
Wilhan dutra: Você achou mesmo que o Harry seria capaz de ficar com a princesa e ainda com o apoio do Eragon? Isso fugiria totalmente do que são os dois personagens rsrsrsrs.
Melissa Hashimoto: Acho que você está devendo desculpas ao Harry, coisa feia julgar os outros assim tão rápido. A Hermione fez isso e quase se deu mal.
may33: Groar era mais que irritante. Harry ainda não sabe o quanto ta de quatro, mas agora ele ta tentando descobrir rsrsrs. Sim, Hermione e Arya formam uma dupla muito boa como pudemos ver de novo aqui. Eles foram muito inteligentes fazendo aliança com esse reino! Você é outra que tem que pedir desculpas ao Harry, onde já se viu duvidar dele assim! Quanto ao desfalque, vamos ver, afinal eles tão bem em 5.
Tainá Yumi Watanabe: Torturar seria perigoso, ele poderia fugir. Não acredito que você não suspeitou de nada! Ao menos tem razão em dizer que a Hermione fez bem em brigar, afinal foi isso que juntou os dois.
Gawen J. McGray: Fiquei curiosíssima para saber suas opiniões, agora vai ter que falar mesmo que isso não caiba mais na situação. Você fez uma excelente leitura da questão do Groar, quanto a substituição no grupo, vamos esperar pra ver, e o Hercules abandonou as duas, ele é um herói, não ia compactuar com o massacre de inocentes.
Punkeeslaw Potter: Você deve desculpas ao Harry, tadinho, você esculhambou com ele! Ele e o Eragon não são sacanas e safados. Harry tem 16 anos e Hermione 17, saíram no meio do sexto ano. Realmente Groar fará falta, agora as coisas vão apertar principalmente em questão de tempo. Arya e Hermione são quase tão amigas quanto Harry e Eragon e, como vimos, a Arya deu seu empurrãozinho para o casal de amigos. Hercules não iria compactuar com o massacre de inocentes, Jadis e Medusa foram sozinhas e perderam feio, Hermione sabia bem com quem estavam lidando e estava preparada. Ainda está felizmente surpresa com o Grier depois desse capítulo? Eu tenho 26 anos e também adora o CRUJ, principalmente o Caju e a Maluca. Eu estava doente, mas já estou legal, ficar doente estava me impedindo de estudar, o que me deu tempo pra escrever por isso fui tão rápida.
riraito: Parabéns! Foi o segundo a descobrir a verdade, alguém com um tino de detetive por aqui! Grier é um cara espertinho, viu que a mulher tava dando mole e foi lá conferir rsrsrsrs.
luiza potter: Adoro FK rsrsrsrs. O problrma de se usar o Avada é o instinto assassino, fora que Groar poderia desviar com a supervelocidade e aí a maldição atingiria outra coisa. Tadinho do Harry, você deve umas desculpas a ele, o bichinho lá ajudando arrumar as coisas pra guerra e você querendo bater nele!

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