N/A Mandy: Música do capítulo é The Last Night – Skillet, não entendi direito essa escolha da Lu, mas a música é boa *-*
POV Gina
You come to me with your scars on your wrist
You tell me this will be the last night feeling like this
I just came to say goodbye
I didn't want you to see me cry, I'm fine
But I know it's a lie
Quem aquela tal de Kristin achava que era? Eu lá por acaso sou culpada se ela não sabe usar nossos produtos das Gemialidades Weasley e tinha ficado com o olho roxo? Eu estava sozinha na loja e o movimento estava tranqüilo até que a louca apareceu com seu olho colorido e nosso produto em mãos.
Chegou gritando e quase quebrou algumas coisas no caminho até o balcão onde me encontrava, a ignorante por pouco não jogou o brinquedo na minha cara e aquilo estava me irritando.
Tudo bem que ela era uma cliente e havia pagado pelo produto e a baboseira toda, mas ela queria o que? Nossa loja vendia logos e brincadeiras. Nada perigoso, mas não é como se ela não tivesse a mínima noção do que estava comprando.
Já era fim de tarde quando consegui tira-la de lá e resolvi fechar a loja assim que a barraqueira saiu, ela havia torrado toda a minha paciência. Vesti meu agasalho e sai pelas ruas do Beco Diagonal, eram poucas as pessoas que passavam por ali, já que era início de Janeiro o que significava inverno, frio e muita neve.
Caminhei rápido para poder sair logo dali e entrar em lugar quente e confortável, de preferência que fosse minha casa. Mas então eu cai, porque um idiota tinha dado a louca e resolvido abaixar do nada bem na minha frente, fazendo com que minha cara fose de encontro ao chão.
Era o dia de tirar Gina Weasley do sério, só pode! Estava virando para ver quem era a pessoa – futuro cadáver – que tinha me feito cair e dei de cara com a Doninha. Ele levantou e estava pronto para me ajudar e pedir desculpas, mas quando ele viu que era eu quem ele ia ajudar, simplesmente mudou de idéia.
Começou a rir como aquele tal de Curinga, do Batman. Seu rosto estava vermelho e sua mão se encontrava em sua barriga. Porque ele não morria por falta de ar? Mas então ele pariu de rir e seus olhos se focavam em mim.
- Que foi Malfoy, perdeu a graça vendo que vai morrer é? – Eu gritava o mais alto que podia enquanto levantava e algumas pessoas que estavam por perto olharam para nós tentando nos entender.
- Você ta bem, Weasley? – Isso, fique com medo de mim, seu babaca idiota! Ouw, minha cabeça, droga! Eu havia batido minha cabeça.
- Estou ótima, Loira Oxigenada, tinha uma louca na loja e cai por sua causa, e pra completar o dia, bati a cabeça e ta doendo! E porque você tava agachado, posso saber, sem cérebro? – Estava ficando tonta e ficar com os olhos abertos doíam.
- Porque sua Ruiva Cega, eu deixei minha varinha cair. E a propósito, ta sujinha, viu? – ele apontou para minha cabeça, logo após a testa, bem no lugar onde estava doendo devido à queda. Levei a mão até onde ele havia mostrado e senti algo pegajoso. Droga de novo, eu estava sangrando. Maldita doninha. Em que momento nós nos aproximamos um do outro?
- Ta vendo o que você fez, Malfoy? Ai, caramba! – Deixei minha mão na cabeça, numa tentativa inútil de fazer a dor acabar.
- Eu? Você ta é louca, nisso que dá achar que pode atravessar as pessoas. – Enfia esse seu deboche onde o sol não bate seu falsificado.
- Ninguém mandou ser um retardado e deixar a varinha cair. – A discussão só estava piorando minha dor de cabeça. Estava pronta para bater nele, já que havíamos nos aproximado ainda mais, estamos tão próximos que agora e eu podia sentir sua respiração em minha pele.
Eu certamente estava horrível pela queda, com a roupa amassada e suja devido o sangue que escorria da ferida aberta em minha cabeça. Os olhos do Malfoy estavam escuros e tinham um brilho nada bom, eu deveria ter sido esperta e me afastado quando notei que seu rosto não estava muito angelical, mas eu só queria saber de afundar minha mão naquela cara desbotada dele.
This is the last night you'll spend alone
Look me in the eyes so I know you know
I'm everywhere you want me to be
The last night you'll spend alone
Minha mão já estava começando a ir para seu rosto quando ele me atrapalhou com um inesperado beijo. Bati em seu ombro para ele se afastar, mas isso só o fez me segurar firme pela cintura e investir mais sua língua em minha boca.
Não sei se por vontade ou carência o correspondi com a mesma urgência, sua boca se movimentava com ânsia sobre a minha enquanto entrelaçava sua outra mão em meus cabelos. Ele me puxava para si aprofundando o beijo, deixando-o ardente. Minhas mãos como se tivessem tomado vida própria foram para seus ombros, eu os apertava de acordo com a fúria do beijo.
Nossas línguas se tocavam e se insinuavam. Eu estava ficando com calor e minha cabeça parara de doer, eu só sentia sua boca na minha e sua mão apertando cada vez mais minha cintura. Senti sua boca deslizar por meu pescoço e cravei minhas unhas nele. O toque de sua boca sugando e lambendo meu pescoço estava me deixando extasiada.
Sua língua brincava com minha pele e eu arranhava sua nunca, fazendo-o soltar um baixo som de satisfação. Estávamos vermelhos e ofegantes quando nos separamos, eu estava atordoada demais para falar alguma coisa ou ter alguma reação.
- Sou tão bom que ficou sem ação, Weasley? – Oh, quem é que estava quase soltando um gemido, hein?
- Você me pegou desprevenida, seu asqueroso! – Argh! Porque eu não bati nele quando tive oportunidade?
- Você até que gostou de beijar esse asqueroso aqui – Ele sorria como uma criança que acabara de ganhar um doce. Ainda estava pensando em alguma coisa para respondê-lo quando senti minhas pernas fraquejarem e quase irem ao chão.
Malfoy me segurou firme para que eu não me estatelasse no chão. Tentei me afastar de seu abraço por assim dizer, mas ele me apertou mais.
- Ok, Pobretona, para não dizer que sou muito mal vou te ajudar, então seja boazinha e me diga onde é que se localiza seu cafofo.
- Você vai ver o ‘cafofo’ na sua cara já, já, e me solta que eu quero ir embora! – Vai pro raio que o parta com sua generosidade inexistente!
- Escutou quando disse que ia te ajudar e que era pra ser boazinha? É, suspeitei que não. Então vamos tentar de novo antes que eu desista e te deixe aqui jogada no chão sangrando até morrer. Diga onde mora que eu te levo até lá, já que nesse seu estado, você seria capaz de levar só metade de si mesma.
- Como se isso te importasse. – Não estava exatamente feliz com tudo aquilo, mas ele até que tinha um pouquinho de razão, e porque não fazê-lo se remedir por algumas coisas que fez? Falei para ele onde morava e ele aparatou até lá me levando consigo.
~*~*~*~
Assim que chegamos à minha casa, disse aonde era meu quarto e Malfoy me levou até ele e até me deitou na cama, mas o mais assustador de tudo é que ele estava não apenas calmo e educado, como havia feito um chocolate quente pra mim e tinha feito um curativo na minha cabeça. Viu? Eu disse que era assustador. Bendito seja o peso na consciência dele.
- Malfoy... – Ele já estava pronto para sair quando o chamei, e aquela maldita calma ainda estava presente nele. Senhor, alguém o possuiu?
- Sim...? – Levantei devagar e caminhei em sua direção. Não podia perder de novo a oportunidade, não quando ele estava ali tão atencioso. Plaft!
- Sua louca! O que é que tem na cabeça? – A Doninha me olhava irritado, não acreditando que eu tinha o esbofeteado. Sua mão estava sem rosto, exatamente onde havia uma marca vermelha de uma mão. Da minha mão.
- Pelo beijo que me deu e... obrigada por ter me trago aqui. – Sorri satisfeita com a marca que deixei nele e sai deixando-o plantado no meio do quarto e voltei a deitar. A porta bateu com força e comecei a rir. Ninguém mandou brincar fogo.
I'll wrap you in my arms and I won't let go
I'm everything
You need me to be
Your parents say everything is your fault
POV Melissa
But they don't know you like I know you
They don't know you at all
I'm so sick of when they say
It's just a phase, you'll be o.k. you're fine
Onde será que o Draco estava? Mal tínhamos nos visto desde a tarde que o ajudei a arrumar com seu apartamento. Sempre estávamos trabalhando e acabávamos não tendo tempo de... bem, podermos conversar mais ou terminar aquilo que começamos. Merda de trabalho.
Estava passando por um dos corredores quando ouvi o nome “Malfoy”, fiquei curiosa e andei sorrateiramente até duas mulheres jovens, com aproximadamente minha idade. Elas conversavam baixo para ninguém escutar e soltavam risinhos irritantes. Aproximei mais para poder ouvir melhor até que finalmente entendi sobre o que elas estavam falando.
Como assim o meu Draco Malfoy estava saindo com aquela esmelinguida da Weasley? Como ele estava saindo da casa dela e não do meu apartamento? Tudo bem, ele não era exatamente meu, mas saindo com ela? Qual é, nós não podíamos sair porque ele sempre estava lotado de problemas e tentando resolver os casos e tudo o mais, mas tinha tempo pra sair com aquela sonsa?
Sai dali e fui para uma aérea mais reservada para poder pensar melhor no que faria. Não podia reclamar com Draco, já que não estávamos saindo e nem namorando. Não podia falar nada para o Harry já que ele e a songa monga não tinham mais nada.
Que mil raios caiam em cima dela! Eu tinha que pensar no que fazer, não podia fazer nada com a cabeça quente para que não sobrasse nada pra mim depois, mas o que eu podia fazer? Nada. Bem, só uma coisa estava ao meu alcance, que era comunicar ao Harry.
É, vai ser isso, vou dizer que fiquei sabendo do boato e fiquei pensando no que eles não estariam fazendo, já que nunca foram amigos e nem próximos. Então porque ele estaria com ela? A não ser que fossem pra brigar ou algo do tipo. Que problema há em fingir que estava preocupada com a “Ginny”? Nenhum.
Com esse pequeno plano bolado de última hora, segui em direção a sala de Harry – que não é exatamente a sala dele, afinal, nem sabia se ele tinha uma sala para si além daquela que era de Sirius e ele usava como se fosse o dono - e dei algumas batidas na porta informando minha presença. Assim que ouvi sua voz dizendo-me para entrar o fiz. Fechei a porta com cuidado e mudei minha expressão de fúria e incompreensão para preocupação e solidariedade.
- O que foi, Mel, algum problema? – Ele me olhava com medo, mas com razão, eu só entrava na sala com essa cara quando tinha uma notícia não muito boa, como ataques e mortes.
- Não exatamente. Nada com nosso trabalho, não se preocupe. – Alívio percorreu seu corpo, como se tivesse tirado algo de suas costas.
- É algo com você? Você está com problemas? – Interrompi nosso contato visual, como se eu estivesse incomodada com a situação.
- Hum... também não é comigo, acho que isso de uma certa forma o envolve, por isso achei melhor lhe contar do que ficar sabendo de qualquer forma. Quer saber? Deixa pra lá, não é nada demais, volte a trabalhar, Harry. – Eu já estava mentindo, certo? Qual era o problema em mentir e fingir mais? Nenhum de novo.
- Dinegri, me fale o que aconteceu. – Uh lá lá, eu havia irritado o bom moço.
- Olha... não quero que ache que faço isso por mal, de verdade, é só que... não acho legal fazerem isso com você, sabe? Não te contarem... ou pior, te contarem como fofoca, querendo ganhar algo com isso ou prejudicar alguém... – Que oh, é o que estou fazendo agora – Por isso resolvi vir te contar, entende?
- Sim, sim, prossiga. – Bendita ingenuidade que acredita em qualquer coisa.
- Ok, ouvi dizer que o Malfoy e a Gina estão saindo – Achei melhor falar tudo de uma vez do que continuar fingindo e enrolando, até porque não sabia se conseguiria continuar mentindo que sinto alguma coisa além de raiva sobre isso.
But I know it's a lie
The night is so long when everything's wrong
If you give me a hand
I will help you hold on
Tonight, tonight
Vi-o sentir de espanto a raiva e preocupação a dor. Tudo em questão de segundos, como se ele não soubesse o que sentir e nem o que demonstrar. Seu rosto ficou ligeiramente vermelho pelo turbilhão de emoção que deveria estar sentindo. Ou talvez pelo ódio, vá saber.
Se eu estava com pena? Definitivamente não, até porque quem tem penas é galinha. Dó? Rá, fala sério, quem precisa de ‘amor ao próximo’? Quero que o próximo se lasque e sirva de degrau para a minha subida.
- Co... como assim? – Harry respirava fundo tentando manter a calma, os nós de seus dedos já estavam brancos, possivelmente de tanto aperta-los.
- Não sei Harry, eu ouvi isso no Ministério. Que o vira saindo da casa dela ou algo assim. Ah, não deve ser nada demais, deve ser só mentira dessas pessoas que não tem mais o que fazer. – Como se ele fosse acreditar nisso. Virei as costas e estava saindo quando ouvi sua voz me chamar.
- Err... obrigada por me avisar e... depois eu vejo sobre isso. – Era só o que me faltava ele sentir algo pela aquela coisinha insignificante. Porque eu não dava um jeito nisso já que estava ali?
Aproximei-me lentamente do Harry, observando-o atentamente, cada linha de seu rosto, cada músculo se tencionar, cada suspiro que ele dava. E perdida em meus pensamentos, imaginei-o suspirando por mim, pedindo mais de mim e não dela.
Sentei-me na mesa de frente pra ele com as pernas cruzadas e segurei seu rosto para que olhasse pra mim. Seu semblante estava abatido, até parecia que eles ainda estavam juntos. Controlei-me não revirar os olhos diante tal atitude que ele estava tendo.
- Harry... – minha voz saia doce, como se eu fosse mel e quisesse capturar a pobre mosca a minha frente. – não pode ficar assim por causa dela, por causa do boato. Deve superar isso. E ficando aqui, assim, não vai conseguir.
- Quer que eu faça o que, Mel? Que eu esqueça uma parte de mim, que eu finja que nunca senti e não sinto nada pela Ginny? – Ele tinha problema na visão ou no cérebro?
- Não disse isso, Harry. – Suspirei, cansada de bancar o papel da boazinha. Eu queria partir para a ação. – Quis dizer que deve esquecer... a dor, e não a Ginevra.
- E como eu posso fazer isso, Mel?Eu não vejo como... Eu quero esquecer, eu tento esquecer, eu juro, mas não consigo. – Seus olhos estavam quase me implorando por uma luz, por uma ajuda. Sem saber que eu estava louca para ajudá-lo.
- Pare de focar as coisas nela. Existem outras mulheres, Harry, apenas querendo uma chance para te fazer esquece-la. – Eu olhava para sua boca, sedenta para saber qual gosto ela tinha.
Percebendo meu olhar e associando o que eu tinha dito, Harry havia captado minha mensagem, mas antes que ele pudesse ter alguma reação; como me dar um fora; beijei-o explorando cada mínino canto de sua boca, e sentindo seu gosto. Ele resistiu e tentou me afastar, mas eu não deixei, não quando eu tinha imaginado essa cena diversas vezes em minha mente. O dia em que Melissa Dinegri beijaria O Menino Que Sobreviveu.
Insisti e forcei minha língua em seus lábios, lambendo-os e dando leves mordidas até senti-lo ceder. Eu queria que ele esquecesse de Ginevra nem que fossem alguns pequenos instantes. À medida que ele foi cedendo e querendo mais de mim em si, o beijo deixou de ser uma tentativa frustrada para algo mais calmo. Sua língua era quente e se encontrava com a minha em um ritmo sensual.
I won't let you say goodbye
And I'll be your reason why
The last night away from me
Away from me
Senti suas mãos começarem a acariciar minhas costas, enquanto eu levava as minhas até seus ombros apertando-os, puxando-o pela camisa. Descruzei as pernas e o puxei pela cadeira para que ficasse entre elas e as apoiei na cadeira.
Sua mão esquerda subiu até meus cabelos e os puxou aprofundando o beijo enquanto a direita foi descendo e parou da minha cintura apenas para apertá-la e voltar a descer indo para minhas coxas. Ele subiu um pouco minha saia e cravou seus dedos em minha pele, me fazendo querer mais.
Desci os beijos até seu pescoço sentindo-o se arrepiar. Eu cravava meus dentes nele e sugava o ar, prendendo sua carne em meus lábios para então lamber a área aprisionada. Ouvi-o soltar um som de aprovação e levei minhas mãos para o primeiro botão de sua camisa, desabotoando-a e fazendo questão de beijar cada área destampada.
Ele puxou meus cabelos com mais agressividade, quase me fazendo gritar. Terminei de tirar sua camisa e passei minhas unhas em seu abdômen, vendo seu corpo reagir instantaneamente ao meu toque. Beijamos-nos de novo com desejo, querendo sentir cada vez mais um do outro.
Harry me puxou e fez-me sentar em seu colo sem quebrarmos o beijo. Sentir sua excitação tão perto da minha intimidade me fez pulsar. Acomodei cada perna em volta dele fazendo a saia subir. Em um movimento rápido, ele desabotoou minha blusa e a jogou em um canto qualquer do escritório.
Eu estava ofegante e meu peito descia e subia rapidamente. Ele beijou o vale entre meus seios e os apertou com as mãos por cima do sutiã. Fechei os olhos e suspirei, aproveitando as sensações que ele me causava. Joguei o pescoço para trás oferecendo-o e ele logo tratou de beijá-lo, dando leves mordidas. Levei minhas mãos até sua calça e a desabotoei.
Ele tirou meu sutiã e abocanhou meu seio direito em sua boca me fazendo gemer baixinho. Ele mordia o bico e acariciava o outro com as mãos, apertando-o firme. Suas mãos foram para minha cintura e a apertara, fazendo pequenos círculos com os dedos em minha pele.
Harry levantou minha saia e começou a massagear minha coxa, arranhando-a do lado interno. Sua mão subia minha perna me causando pequenos arrepios, até que finalmente ele alcançou minha calcinha e puxou para baixo.
Ele me fez sentar na borda da mesa enquanto abaixava suas roupas e me pegava novamente pela cintura se posicionando entre minhas pernas. Fechei meus olhos quando o senti roçar na minha entrada. Harry me beijou enquanto deu uma longa investida em mim fazendo minha cabeça pender para trás.
Ele começou a investir cada vez mais rápido, cada vez mais forte em mim. Eu arranhava suas costas e Harry segurava minhas pernas as abrindo e indo mais fundo. Estávamos ofegantes e controlar os gemidos era quase impossível, nossos corpos estavam suados e nada parecia fazer sentido. Arqueei minhas costas sentindo meu corpo tremer pelo orgasmo e logo Harry me acompanhou.
Afastamos-nos e ficamos nos encarando. Ele se vestiu e eu continuei sentada na mesa até que o vi pegar minhas roupas e me entregar, as coloquei em silêncio e sai dali incapaz de formular uma frase coerente e completa em minha mente. Whoa, desde quando Harry Potter é tudo isso?
Away from me
N/A Mandy:² Sou péssima com onomatopéias ._.G-zuis, cadê a criatividade desse ser aqui? D: Mel, sua biscate u.u E eu dedico o momento egoísta dela de ‘pra que amor ao próximo?’ para minha querida Anna Fletcher [/filha, a mãe te ama *-*] E é CLARO que a Lu gostou da cena Drinny ¬¬ [/Draco e Ginny –q] sua viciada neles ;O
E a coisa de mel e mosca também da Mel, foi porque eu lembrei de A Mediadora, e achei que ficaria legal colocar algo como aquilo aqui, sem falar que eu AMO todos os livros da série. AAAAAAAAAAAAAH! AAAAAAAAAAAAH! PRIMEIRA NC QUE ESCREVO D: Muito tenso u.u Mas eu agradeço a Lady Bee, porque eu reli uma NC sua [/a que dedicou pra mim do Seth e eu/Mandy] e vim terminar essa aqui. Mas não gostei dessa da Mel e do Harry DDDDD: Espero que a próxima NC seja melhor. É.
N/A Luana: Acho que foi o capitulo que mais gostei até agora, a Gina o Draco perfeitos *-* como se eu não tivesse dado a idéia-q boom espero que tenham gostado tanto quanto eu! Aaah gente essa musica é linda gente *-* Beijoos ;*