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6. O Reencontro


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A:, oie galera... olha quero agradecer a todos pelos coments... mto obrigada msm, saum vcs q me estimulam a continuar....

sy_, rs... eu tbm axo o Harry um fofo... adoro ele... td pode acontecer... rs
Adoro o Philip tbm, logo mais ele vai revelar o Malfoy q há dentro dele...
Espero q goste.... BjS!

Anna fletcher, meu Deus... coitada da sua mãe com vc e seu irmão... rsrs Axo q se ela resiste a vcs resistiria ao Philip tbm... kkkkkkk (brincadeira!)
Desculpe mas naum deu para postar antes... e eu tentei, mas o pc do serviço naum coperou.... kkkkkk Sorry!
BjS!

Srta. Granger Malfoy, mtooooooooooooooooo obrigada! Nossa, fiquei mtoooooo feliz com o seu comentário... vlw msm!
Q bom q vc axou a fic.. rs! Espero naum decepcionar...
Ai vai o reencontro.... divirta-se.... rs
BjauM!

Hime Malfoy, fico mto lisongeada... obrigada!
Naum se preocupe q naum vou parar de escrever, acontece q eu tenho uma mania até um pouco chata de terminar td oq começo.... rs
E eu peço q vc naum abandone a fic pelo caminho.... hahahaha
Espero naum decepcionar!
BjauM!

Eh isso ai galera, espero q gostem!
BjS!





“Eu e você
Não é assim tão complicado
Não é difícil perceber

Quem de nós dois
Vai dizer que é impossível
O amor acontecer

Se eu disser que já nem sinto nada
Que a estrada sem você é mais segura
Eu sei você vai rir da minha cara
Eu já conheço o teu sorriso, leio teu olhar
Teu sorriso é só disfarce
Que eu já nem preciso.

Sinto dizer
Que amo mesmo,
Tá ruim pra disfarçar

Entre nós dois
Não cabe mais nenhum segredo
Além do que já combinamos

No vão das coisas que a gente disse
Não cabe mais sermos somente amigos
E quando eu falo que eu já nem quero
A frase fica pelo avesso
Meio na contra-mão
E quando finjo que esqueço
Eu não esqueci nada

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro

Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida

Eu procurei
Qualquer desculpa
Pra não te encarar

Para não dizer
De novo e sempre a mesma coisa
Falar só por falar

Que eu já não tô nem aí pra essa conversa
Que a história de nós dois não me interessa
Se eu tento esconder meias verdades
Você conhece o meu sorriso
Lê no meu olhar
Meu sorriso é só disfarce
Porque eu já nem preciso

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais
E te perder de vista assim é ruim demais
E é por isso que atravesso o teu futuro
E faço das lembranças um lugar seguro

Não é que eu queira reviver nenhum passado
Nem revirar um sentimento revirado
Mas toda vez que eu procuro uma saída
Acabo entrando sem querer na tua vida.”
Quem de Nós Dois

Ana Carolina




6 – O Reencontro


Senhor e Senhora Potter,

Sinto em informá-los, que seu filho, Philip, se envolveu em um acidente e foi enviado para o hospital St. Mungus.
Quero tranqüilizá-los dizendo que, segundo informações dos curandeiros, o caso será resolvido em aproximadamente três dias.
Encontrem-me na sala de espera do hospital assim que receberem essa carta e eu lhes explicarei exatamente o que aconteceu.
Perdoem-me pela notícia.

Sinceramente.

Minerva McGonagall
Diretora de Hogwarts


- Eu não acredito, eu não acredito!
Hermione andava de um lado para o outro na cozinha de sua casa.
- Eu vou para lá. Agora! – bradou ela.
- Acal.. acalme-se Mione, deixe-me trocar e vamos juntos.
- Harry, eu vou indo e você vai depois, não consigo esperar. Não compreendo o que aconteceu ao Philip que Madame Pomfrey não pudesse tê-lo curado.
- Então vá! Eu vou em seguida.
- Você tinha previsto... já sabia que algo ruim iria acontecer...
Ele deu um selinho na castanha, que partiu. No fundo, Harry sentia que aquilo seria apenas um começo.




- Minerva, Minerva.
Hermione chamou histericamente a professora, que se encontrava em pé conversando com uma enfermeira (N/A: Não sei se é assim q eles as chamam no mundo da magia!) - Hermione, acalme-se querida, está tudo bem!
- Como assim, Minerva? – a castanha estava fora de controle – Meu filho está no St. Mungus e você diz que está tudo sobre controle?! - retrucou Hermione, com ira na voz.
- Exatamente. – respondeu Minerva, com impaciência na voz – Se me permitir lhe explicar, você entenderá o que eu quero dizer!
Hermione respirou fundo e fez um sinal para que a professora prosseguisse.
- Bem, acontece que Philip, Arthur (filho do Rony), Brad, Ryan (filhos do Jorge) e Lucas (filho do Lupin), decidiram pegar algumas vassouras no colégio e foram treinar vôo na Floresta Proibida. – Hermione soltou um gritinho e o abafou com a mão - Como você sabe, está nevando, e fazendo muito frio também. Parece que Ryan se desequilibrou e os outros tentaram-no ajudar. Porém, com a neve caindo, eles perderam a visão e Philip e Arthur se perderam dos outros... – Minerva fez uma expressão pensativa. – Potter e Weasley, só podia! – Hermione a fitou de forma reprovadora e a professora retomou sua narrativa. – Bem, a sorte é que Lucas e Brad conseguiram retornar ao colégio e encontraram Clark (filho de Gui), que voa muito bem e está acostumado a voar com neve. Clark pediu que os outros dois fossem procurar ajuda enquanto ele ia tentar encontrar Philip, Arthur e Ryan.
Minerva suspirou longamente.
- Quando o senhor Clarck os encontrou, Philip já estava caído. Ele e Arthur avistaram Ryan no ninho do antigo Aragogue. Para ajudar Ryan, Philip se colocou entre o garoto e uma aranha e acabou sendo mordido. Clark chegou bem na hora de ampará-los e afastar as aranhas.
Hermione estava boquiaberta.
- Mas por que ele teve que vir ao St. Mungus? A mordida foi muito intensa? O veneno se espalhou rapidamente? – perguntou Hermione, desesperada.
- Madame Pomfrey não tinha o antídoto pronto, e ele leva dois meses para ficar pronto. Ela tinha um mais fraco, que deu a ele para que o veneno não se espalhasse, mas não fazia efeito por muito tempo. Sorte que a Papoula agiu rápido, senão – Minerva suspirou novamente, fazendo não com a cabeça -, não sei o que teria acontecido.
Hermione colocou a mão na cabeça e então olhou para a enfermeira que estava observando a ela e a Minerva.
- Onde Philip está?
- No andar de problemas com criaturas mágicas, no quarto 12.
- Quero ver meu filho!
- Sinto muito senhora, mas agora não será possível. Ele está com o medibruxo. – respondeu a mulher gentilmente.
- Pouco me importa com quem ele está. Quero ver meu filho agora!
Sem mais aviso, Hermione tomou a frente e entrou no elevador, seguida da enfermeira e de Harry, que tinha chegado a tempo de ouvir a história.
A enfermeira tentava deter Hermione, em vão. Ao chegar ao andar, ela avistou rapidamente o quarto onde o filho estava e seguiu a passos largos para lá.
- Senhora, por favor, não!
Ela abriu a porta bruscamente, dizendo:
- Eu vou ver o meu filho.
- Não...
- Deixe-a entrar! – ordenou uma voz. Aquela voz, Hermione a conhecia. Havia um homem, com o cabelo loiro platinado sentado de costa para a porta, segurando o pulso de Philip. Aquilo definitivamente não poderia estar acontecendo.




Aquela madrugada tinha sido corrida para Draco. Na verdade, estava sendo extremamente cansativa. Ele queria ir embora. Todos corriam de um lado para o outro atrás de seus pacientes.
Era apenas 5:00 quando chegou um aluno de Hogwarts.

“O primeiro aluno de Hogwarts que eu vejo por aqui!”, pensou Draco.

O garoto tinha sido mordido por uma aranha extremamente venenosa. Draco foi chamado para cuidar do caso, já que era especialista no assunto.
Quando viu o garoto, notou que o menino devia estar no primeiro ano. Draco ficou impressionado. “Como ele se parece comigo!”.
Cuidou do menino. Não teria muitos problemas. Como sempre, Madame Pomfrey tinha tomado todas as precauções de emergência, e logo o garoto seria liberado. No entanto, sentiu uma apreensão tomar conta dele. Aquele menino era muito pequeno para já estar ali.
Passada a ansiedade, Draco se voltou para ver o garotinho que estava acordado, ansioso, esperando pelos pais. Draco deu-lhe uma poção para que adormecesse lentamente.
- Eles vão me matar, eles vão me matar. – repetia o garoto.
- Acalme-se, eles não iram te matar não. – falou Draco gentilmente – Mas como você foi parar na Floresta Proibida? – perguntou curioso. Draco estava fascinado pelo menino.
O garoto contou a história.
- Você não deveria ter se arriscado dessa maneira. Aprenderá a voar com neve no momento certo.
- Meus pais nunca me deixaram voar com neve – comentou o garoto emburrado -, e eu tenho que aprender. Quero ser apanhador, como meu pai. – o garoto já aparentava cansaço.
Draco sorriu: - Ainda tem tempo. E seus pais têm razão para não permitir que você voe na neve, é muito perigoso, ainda mais na sua idade. Eu demorei muito para pegar o jeito. Qual é o seu nome mesmo?
O garoto não respondeu, apenas dormiu, a poção já tinha feito efeito.
O loirinho dormia tão tranqüilo, que Draco não pode evitar de sorrir ao se lembrar dele mesmo em Hogwarts. O garoto vestia o uniforme da Grifinória.
Draco se sentou ao lado do menino para tirar o pulso dele, sem desviar o olhar de seu rosto.
“Ele poderia ser meu filho! Mas não tem como, eu não poderia ter um filho dessa idade, só se fosse com...”. “Não, não, nem pensar!”.
Mas uma coisa era verdade, tinha gostado do menino, queria protegê-lo, sentiu algo diferente. Sentiu necessidade de ver o garoto feliz.
Ele saiu dos seus pensamentos e percebeu que cuidara do menino e nem sabia o nome dele.
Com a mão livre pegou a prancheta e leu Philip Alvo Potter. “Não é possível!”.
Uma voz invadiu o quarto.

- Eu vou ver o meu filho.
- Não...
- Deixe-a entrar! – ordenou uma voz. Aquela voz, Hermione a conhecia. Havia um homem, com o cabelo loiro platinado sentado de costas para a porta, segurando o pulso de Philip. Aquilo não poderia estar acontecendo.



Hermione parou abruptamente e sentiu o coração parar junto com ela. Harry parou ao seu lado e a enfermeira pediu licença e se retirou.
Draco se levantou e se virou para encarar Hermione.
- Esse garoto.... ele é mesmo seu filho? – perguntou ele nervoso, estava tremendo.
- Na.... não se aproxime dele! – ordenou ela. A voz saiu trêmula.
- É meu filho também, Malfoy. – falou Harry, dando um passo à frente.
Draco passou a mão pelo cabelo nervosamente.
- Pelo amor de Deus, a quem você pensa que engana, Harry? – Draco ficou descontrolado. – Esse garoto é meu f...
- NÃO SE ATREVA! – berrou Hermione, que estava vermelha e aos prantos.
O grito acordou Philip.
- Mamãe, papai, me perdoem? Por favor! Eu... eu...
- Não diga nada filho.
Hermione foi até o filho, passando por Draco e o abraçou com força.
Draco olhava para a cena, enquanto Harry encarava Draco.
- Como você está? – perguntou Hermione, chorosa.
- Bem mamãe, graças ao senhor Malfoy. Vocês tinham que ver, ele foi muito legal! – contou o menino, animado. – Aliás, senhor, como lhe disse, quero ser apanhador, como meu pai. Ele foi o mais novo jogador do século!

Algo nas palavras daquele menino o feriram. Ele idolatrava o pai. Ele idolatrava Harry. Draco sentiu um ciúme novo dominá-lo. Aquele menino tinha que adorar a ele e não a Harry. Draco sentia que Harry tinha lhe tirado tudo o que era seu por direito, e mais uma vez se sentiu um adolescente invejoso, alguém que queria ser outra pessoa. E novamente aquela outra pessoa era Harry Potter, o menino que sobreviveu.
Draco esboçou um sorriso, mesmo sem saber porque, e sentiu uma lágrima solitária rolar em seu rosto.
- Nos dê licença, Malfoy! – Harry tentou pedir, mas o tom de sua voz era mais parecido com uma ordem.
- Quero deixar bem claro que eu mando aqui e que vocês sequer deveriam ter entrado. – tinha amargura na voz – Mas vou deixá-los a sós com o garoto.

Draco saiu do quarto e foi direto para a sala de seu consultório. Deu um soco forte na mesa, como se aquilo fosse diminuir a dor que sentia.

“Tenho um filho com a Hermione! Eu tenho! E nunca soube!”.

Draco começou a chorar compulsivamente. Até alguns minutos atrás ele tinha cometido um erro que lhe valera o amor da única mulher que ele realmente amou, mas agora, seu erro o tinha feito perder muito mais.




- Philip, a diretora nos contou o que aconteceu. O que deu na sua cabeça para fazer o que fez? – perguntou Harry, tentando acalmar os ânimos.
- Papai, eu queria ser como você! – respondeu o garoto, baixinho.
- Filho, quantas vezes vou ter que repetir que os jornais, as revistas e os livros, não mostram o quanto eu me arrisquei. Você poderia ter morrido. Aquelas aranhas são perversas.
Hermione estava imóvel. Não parecia capaz de dizer nada. Ver Draco lhe trouxe novas lembranças, lembranças duras que a feriam, ela achava que eram as melhores e as piores lembranças de sua vida.
Ela não deixaria barato. Iria falar o tudo o que sempre quis para ele. Aquela era a sua chance. Saiu do quarto e pediu a Harry para ficar com Philip, e ele, muito hesitante, concordou.

Ela estava cega, tomada de ódio, de raiva e ele sofreria por isso.
Perguntou onde era a sala dele e entrou sem bater, com uma enfermeira em seus calcanhares.
Draco, que ainda chorava, limpou as lágrimas e pediu para que a mulher se retirasse e o deixasse a sós com Hermione.
- Por que você nunca me contou? – ele perguntou, chateado.
Hermione não agüentou a ousadia. “Como ele ousa me perguntar isso depois de tudo?”.
- Eu achei que você tivesse cérebro embaixo dessa cabeça oxigenada! – ela retrucou, irônica – Vai ver não te contei porque quando fiquei sabendo que estava grávida, você já tinha IDO EMBORA! – ela alterou a voz.
- En... então foi logo após o término da guerra? – perguntou ele, receoso.
- Uau, você é um gênio, Malfoy! Como adivinhou? – perguntou ela sarcástica.
- NÃO FALE ASSIM COMIGO! – berrou ele, nervoso também.
Hermione o fitou. Não estava acreditando naquela situação. Draco se sentou em sua cadeira e apoiou o cotovelo na mesa apoiando a testa com a mão, pensativo.
- E por que eu não deveria falar assim com você, Malfoy? – ela perguntou desafiadoramente.
Ele a encarou e não respondeu.
- RESPONDA! – ordenou.
Draco se levantou e foi para perto dela, a encarou alguns segundos até responder:
- Porque eu sou o pai do seu filho. – ele falou, segurando Hermione pelos braços, tentando fazer, assim, com que ela o entendesse.

Ela ficou incomodada de repente, sentiu-se como uma jovem de 18 anos novamente. Nada mudara, o simples toque de Draco ainda fazia com que todo o corpo dela reagisse, o toque dele ainda a fazia perder o rumo.

Hermione riu, uma risada sem felicidade, uma risada fria e rancorosa. Precisava se vingar do que estava sentindo.
- Até parece...
- Não tente negar! Seria hipocrisia de sua parte, eu não sou tão burro assim!
Hermione parou de rir e o encarou, séria
- Negar? Não! Não posso negar que você ajudou a gerar meu filho, mas isso não o transforma em pai dele! O pai dele é o Harry, o homem que Philip admira e em quem ele se espelha. Graças a Deus, não é você. Não é um covarde. – ela concluiu com desprezo na voz. Seu peito subia e descia violentamente. O desgraçado pagaria. Ela sabia o quanto a palavra covarde mexia com o ego do loiro.
Ele a soltou bruscamente. Ela sabia feri-lo, sempre soube.
Draco encarou a janela de sua sala, procurando palavras, mas elas lhe faltaram.
- Você está certa – falou ele finalmente –, Potter tem coragem, mas eu ainda sou o pai de Philip e....
- E O QUÊ? – ela estava transtornada. Era só o que lhe faltava, ele achar que tinha direitos sobre o menino. – escute bem, Malfoy, preste bastante atenção no que eu vou dizer, porque vai ser uma única vez: não se aproxime do meu filho ou eu não respondo por mim. – ameaçou – Até porque ele já vai ter bastante contato com animais da sua espécie em Hogwarts, ele estudará vermes algum dia.
- O que aconteceu com a Hermione que eu conheci? – ele perguntou, chateado. – Por que você está fazendo isso?
- Porque eu odeio você!
- Isso é mentira! – retrucou.
- Como se atreve!? – Hermione deu um tapa na cara dele.
Draco respirou fundo. “A mão dela já foi mais leve!”. Ele colocou a mão na face, ainda quente por causa do tapa, aquilo ficaria marcado.
- Tudo bem, eu mereço. Mereço por tudo que eu te fiz passar, mereço pela minha covardia. Mas isso não muda nada, você não me odeia, Hermione, mesmo que tente, você não consegue, pois se me odiasse, não reagiria assim. – ele falou amargurado.
- Desgraçado! – ela o xingou.
Hermione fez que ia sair da sala, já estava com a mão na maçaneta quando Draco a puxou pelo braço, fazendo com que ela parasse bruscamente. E com a outra mão, segurou a porta fechada.
- Me diga que já não sente mais nada!
Ela o encarava, chorosa.
- Sinto nojo!
- Deve sentir mesmo. Mas me diga que sua pele me repele, me diga que seu corpo não reage ao sentir meu toque, que o seu coração não acelera ao ouvir minha voz. Me diga que seus instintos não ficam aguçados ao sentir meu cheiro. – ela não respondia – VAMOS, ME DIGA!
Hermione fechou os olhos, estava começando a chorar de verdade. Ela não queria dar esse gosto a ele, mas era mais forte do que ela.
- Me fale que você não se lembra do que passamos juntos, que você não se lembra das noites em que nos ama....
- JÁ CHEGA! CALE A BOCA!
Hermione chorava copiosamente.
- Vou te falar do que eu me lembro, me lembro de que quando eu mais precisei de você, você teve uma crise de existência, de covardia e partiu, me lembro o quanto chorei, do quanto sofri e me lembro também, o quanto eu lamentei o MEU filho ter nascido tão parecido com você! É disso que me lembro.
Hermione se soltou de Draco e saiu da sala, correu para fora do hospital. Teve a sensação de alguém lhe chamar, provavelmente era Minerva, mas ela precisava sair dali. Draco tinha feito com que ela se lembrasse de coisas que ela passou a vida repudiando, coisas que ela passou a vida tentando se esquecer.





Encontros pela noite...
- Você me assustou. O que faz aqui?
- Eu... eu... – “merda, o que eu respondo?” – eu vim lhe devolver seu gato, ele foi para o meu quarto. – Draco sorriu.

podem ser agradáveis...
- Vai ver, eu não sou tão mal assim! – se defendeu.
- É vai ver.


...e cheio de surpresas que serão reveladoras.
- Eu estava sonhando com você.
- E você estava me matando, me azarando ou me torturando? Porque só essas três coisas justificam o fato de você intitular um sonho onde eu esteja, de sonho bom.
- Na verdade – ela sorriu –, eu estava te beijando.


Ela tentou raciocinar, mas...
“Por que diabos ele está chegando tão perto? Assim fica tão difícil!”.


Era a segunda vez que ela não pensava para falar...
- E... eu... eu não tenho o porque mentir para você, Draco!...
- Nunca foi tão bonito ouvir alguém dizer o meu nome antes.
- Draco, não...


O fato é que ele a deixava sem controle, e o inevitável aconteceu....
“Que se dane! Não quero que pare!”.
"Vem!!!
...Te despirei com a minha boca e meus pensamentos.
Tomarei teu corpo por inteiro e por horas irei governá-lo,
Tornando submisso aos meus caprichos
Invadirei tua alma, dominarei seus medos e suas fraquezas..."

Querem mais???????
Não percam no próximo cap. "A Melhor e a Pior Lembrança.... hahahahaha, como eu sou má!



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