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2. Tudo Em Seu Lugar


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Chegou o dia de att... rs
Espero q gostem... nesse cap, naum tem mto D/Hr, eh mais uma explicação de como o futuro ficou.... mas eu garanto q com pouco D/Hr tem esse cap e mais um assim... rs
Ah... tem um personagem q aparece q eu tenho certeza q vcs vão gostar!!!
BjauM!!!

Malu Chan, oiie linda q bom te ver aki....
Apesar de isso significar mais ameaças... rs
Axo q já te disse q tô com medo, neh... rs
BjauM!!!
PS: Segura as pontas ai com o Osama, por favor.... hehehehe

Anna fletcher, q booooooooooom q está gostando!!!!!
Espero não decepcionar... Obrigada pelos elogios... eh adorei saber q vc gostou dessa fic... BjauM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

Jessi_Potter, com o tempo vc vai gotar do shipper... hihiihihi
Obrigada pela atenção....
BjauM!!!!!!!!!!!

caroline marques, fico feliz q vc tenha gostado...
nesse cap. tem a explicação do ocorrido na noite passada, pode ficar tranquila....
BjauM!!!!!!!!!!

É isso ai... espero q gostem....





“... Amar não é ter que ter sempre certeza
É aceitar que ninguém é perfeito pra ninguém
É poder ser você mesmo e não precisar fingir
É tentar esquecer e não conseguir fugir, fugir.

Já pensei em te largar
Já olhei tantas vezes pro lado
Mas quando penso em alguém é por você que fecho os olhos
Sei que nunca fui perfeito, mas com você eu posso ser
Até eu mesmo que você vai entender...”“.

O Que Eu Também Não Entendo

Jota Quest





2 – Tudo em Seu Lugar


Hermione estava na sacada de seu quarto observando seu marido e seus filhos jogando quadribol, era incrível como nenhum de seus filhos pareciam muito com ela, a não ser pela boca e a dedicação (que ela forçara desde muito cedo) aos livros.
Tiago Sirius Potter, o seu filho mais novo era a cara de Harry, tinha dez anos. O cabelo do garoto era extremamente desarrumado, os olhos verdes e usava óculos desde muito cedo, assim como o pai. Hermione tentara alguns feitiços para ajudar o filho, mas nada deu certo, mas ela achava um charme os óculos do garoto. Já Philip Alvo Potter, o filho mais velho, com onze anos, tinha os olhos azuis acinzentados e era tão loiro quanto o pai, Draco Malfoy, o queixo pontudo e o sorriso debochado, fazia que ele ficasse ainda mais parecido com Draco.
Ás vezes Hermione se assustava ao ver como seus filhos pareciam os pais. Philip não sabia que não era filho de Harry, que por sua vez o tratava como verdadeiro pai. Não foi uma única vez que Hermione viu Harry tomar partido de Philip e não de Tiago. Ela se perguntava como Harry conseguia separar as coisas. Porque mesmo tendo virado amigo de Draco durante a guerra, Harry havia ficado transtornado com que o loiro fizera a ela, e olhar para Philip e não lembrar de Draco era praticamente impossível.

Início do Flashback

Hermione saiu correndo. Chorava descontroladamente, mas não tinha como pensar em controle depois do que tinha permitido acontecer. Ela estava há tanto tempo se mantendo distante dele, por mais difícil que fosse, pois ele sempre tentava mostrar que estava ali.

"Onde é que eu estava com a cabeça? Me desculpar com Malfoy, ele que se dane, eu NÃO tenho que ser justa, não com ele”...

Hermione sentia raiva dela, sentia raiva dele, sentia raiva de todos. Afinal, por que o aceitaram? Ela não o queria desde o início!
Ela entrou pela sala para subir para o seu quarto, encontrou Gina, Harry, Rony e Neville conversando animadamente na sala. Todos param a conversa e olharam para Hermione que passou quase correndo sem olhar para ninguém. Gina e Rony levantaram-se imediatamente para ir atrás da amiga, mas Harry colocou o braço na frente dos dois e falou calmante.
- Acredito que ela queira ficar sozinha, caso contrário, teria parado para falar conosco.
E Harry estava certo, o que Hermione menos queria naquele momento era explicar o que tinha acontecido, até porque, não tinha exatamente o que dizer.
O que diria?

“Então, pessoal depois de ir contra aquele leite azedo do Malfoy, eu o beijei”.

Ou então:

“Eu estava tentando me segurar esse tempo todo, mas não resisti e beijei o Malfoy”.

Quem ele pensava que era para beijá-la daquele jeito? Ele não tinha o direito!
Também não tinha o direito de beijar tão bem!

Hermione sentou-se em sua cama e passou com os dedos nos lábios, ainda conseguia sentir o gosto dos lábios de Malfoy, ainda sentia o cheiro dele em sua pele e o corpo dela ainda estava fora de controle.
Ela não sabia, como exatamente, Malfoy podia ter feito aquilo com ela.

“Quando foi que eu me interessei por aquele trasgo?”.

Ela não entendia como isso estava acontecendo, porque mesmo que negasse, ela não achava Malfoy asqueroso há algum tempo, ele até era engraçado e era com certeza, muito bonito, principalmente quando sorria, ela tentava não olhar para ele quando ele sorria, para não dar na cara o quanto ela achava àquilo encantador.

“Mas por que sentiu tudo aquilo apenas com o toque de Draco?”.
“Ou por que nunca sentiu todas aquelas sensações beijando outras pessoas?”.

Talvez ela já não achasse Draco tão culpado pela morte de Dumbledore, afinal, ele não tinha matado o professor. Segundo Harry, se não tivessem chegado mais comensais da morte, provavelmente Draco não teria feito nada, como não fez. Mas ela tinha que culpar alguém, e já que ele estava por perto, quem melhor que ele?
Ela tinha perdido as contas de quantas vezes vira o loiro sozinho na sala durante a madrugada. Desde que a guerra explodira, ela não dormia muito bem e como tinha o costume de beber muita água a noite, sempre ia a cozinha. Então, na noite anterior, estava descendo as escadas e ouviu alguém chorar, olhou para tentar ver quem era e viu Draco Malfoy, sentado no chão, aos prantos. Ela nunca o tinha visto assim, queria confortá-lo, mas não queria dar o braço a torcer.
Achou melhor voltar para o seu quarto, não queria perguntar o motivo do choro. Afinal, eles não eram amigos e ela não queria se comover, mas se comoveu. Então, no dia seguinte foi pedir desculpas ao loiro pelo que falara e o desgraçado a beijara. Mas quando estava subindo para o quarto, tropeçou em um degrau e fez barulho. Viu Draco levantar a cabeça para ver quem é, mas como ela já estava na volta da escada (N/A: escada é em L) e estava muito escuro, achou que ele não tinha visto que era ela.

Hermione dormiu pensando em Draco, ora no beijo, no perfume, no toque e ora nos piores xingamentos e azarações para Draco.
Ela sonhou com ele naquela noite, sonhou que eles se casavam e tinham filhos, foi um sonho feliz.
No dia seguinte, ela acordou de mau humor e Gina parecia querer ajudar ela ficar pior, por que mal tinha aberto os olhos e deparou com a ruiva sentada na sua cama.
- Tudo bem Mi? – perguntou, ansiosa.
Hermione deu um longo suspiro e respondeu que sim com a cabeça.
- Você quer me contar o que deu em você ontem?
- Não! – respondeu, com simplicidade.
- E você acha justo eu, sua melhor amiga, quase irmã, não saber o porque você estava chorando? – Gina falou de maneira que pareceu estar ofendida.
- O que eu não acho justo é você tentar me chantagear emocionalmente. – respondeu, impaciente. – Mas de qualquer forma, estamos em uma guerra onde tudo pode acontecer. E ontem tive vontade de chorar! – a castanha tentou parecer calma.
- Uhm, compreendo. Então, não aconteceu nada? – Gina fez uma última tentativa, já ciente da resposta.
- Pela última vez Gina, não! – Hermione fez um gesto deixando clara a sua impaciência.
- O.k., eu já entendi. Vamos tomar café, estão todos lá embaixo!
Hermione pensou seria a primeira vez que veria Malfoy depois do beijo, talvez pudesse esperar até que todos saíssem da cozinha, mas uma voz interrompeu seus pensamentos.
- Hem, hem, licença meninas, mas venham tomar café da manhã, estamos esperando por vocês. – era Harry. – E você Mione, como está?
- Bem!
- Ótimo! Então, vamos! – ela agradeceu mentalmente por ele não insistir.
Hermione não conseguiria falar não ao amigo.
Ao chegar na cozinha encontrou todos a mesa, procurou não olhar para onde Malfoy estava sentado, não sabia o que ele faria ou falaria. Mas ele pareceu não estar disposto a tocar no assunto, parecia muito preocupado com outra coisa e pouco depois que Hermione chegou, ele saiu da mesa.
- O que ele tem? – Gina sussurrou para Rony, querendo saber o que aconteceu com Draco.
- Recebeu uma carta ontem, parece que Vol... Voldemort quer tanto a cabeça dele quanto à de Harry, se é que você me entende. – comentou sobriamente?
- E quem disse isso a ele?
- Ao que parece, foi Snape.
- Como? Ele mandou uma carta para cá? – Hermione parecia perplexa.
- Exatamente. Todos nós sabemos que Snape sabe onde estamos, mas se ele sabe porque simplesmente não veio com os comensais e nos atacou?
- É isso que estamos tentando entender. – respondeu Harry, atento. – De qualquer maneira, já disse a ele que se ficar nessa paranóia vai pirar. – Harry tentou sorrir.

Bichento passou pelos pés de Draco ronronando. O loiro olhou para aquela bola de pêlos laranja e sorriu, não pode deixar de pensar em Hermione. Esse pensamento fez com que seu coração se acalmasse. E então, abaixou-se e pegou o gato no colo, que não demorou a se aconchegar.

Fim do Flashback

- Hey, melhor vocês irem tomar banho, o jantar está ficando pronto e o pessoal logo chega!
Hermione chamou os filhos e o marido, sentiu uma lágrima escorrer, lembrá-lo era dolorido demais para ela.
- Vamos meninos, mais tarde continuamos. – falou Harry aos filhos, vendo a cara de desapontamento deles, ele sabia o motivo. Harry só tinha tempo de jogar quadribol com os filhos nos finais de semana, e nesse final de semana em especial estivera cansado de mais, por isso, quase não tinham aproveitado. Para ver se conseguia animá-los, Harry completou. – Vou marcar um jogo com Rony, Fred, Jorge, Gina, Neville e cia para amanhã, tenho certeza que eles viram.
Harry acompanhou seus filhos irem correndo para os seus quartos para se arrumarem e foi voando até a esposa que estava na varanda. Ela estava amaciando o cabelo, ainda molhado, pois tinha acabado de sair do banho. Estava linda como sempre, como ele se sentia feliz em tê-la.
- Você não se incomoda se amanhã vier um “pessoalzinho” aqui jogar né? – perguntou, acariciando o rosto da esposa.
- Claro que não, vou adorar vê-los a semana inteira como era em Hogwarts para variar. – afinal, Hermione encontrava com os Weasley quase todos os dias, com o Rony que todos os dias passava no ministério para vê-los na hora do café, com a Gina no almoço e freqüentemente os gêmeos nas visitas que Harry e ela faziam para acompanhar o negócio, já que Harry se tornara sócio da loja de Logros, mesmo com as muitas reclamações de Hermione.
- É melhor o senhor ir tomar banho, pois logo eles chegam e você está aqui ainda. – Hermione acariciou o rosto do marido.
- Você podia jogar com a gente amanhã! – Harry pediu, animado.
- Hum... vou pensar. – Hermione fez uma cara marota.
Harry concordou, mas antes de sair deu um beijo carinhoso na esposa e fez como fazia freqüentemente disse:
- Você sabe que eu te amo? – perguntou, sério.
- Sei sim, e eu também te amo. – respondeu, com um sorriso sincero.

A primeira a chegar, como sempre era a Gina, ela estava com Dino Thomas, eles se casaram e tiveram uma filha, Rebeca, com 10 anos. A garotinha era a cara de Gina, um pouco mais morena.
- Olá, como está querida?
- Bem Mione, e você?
- Bem também. Ansiosa por Philip, ele já vai para Hogwarts, me parece tão cedo.
- Não consigo imaginar como será quando a Beca for também. – Gina passou a mão carinhosamente no cabelo da filha.
- Mas entrem. Oi Dino, tudo bem?
Dino cumprimentou Hermione.
- E o beijo da minha afilhada mais linda? – perguntou Hermione, abrindo os braços.
E Rebeca correu em direção a Mione e deu um forte abraço e a encheu beijos.
- Mas e o meu afilhado? – perguntou Gina.
- O Philip está se arrumando, os meninos estavam jogando quadribol com o Harry, você sabe como é? Não queriam parar!
- Imagino. – Gina sorriu.

Quando Hermione teve Philip, Rony deixou claro para amiga que talvez não conseguisse separar o fato da criança ser filho de Malfoy. Ele não tinha aceitado o que Draco fizera a Mione. Então, Hermione e Harry decidiram que Gina seria madrinha do menino junto com Dino, que além de marido de Gina, era um grande amigo dos dois.
Quando teve Tiago, Harry e ela não tiveram o que pensar, Rony e Luna foram seus padrinhos, por mais engraçado que fosse, os dois haviam se casado e tinham filhos também. Rony parecia decidido a seguir os passos dos pais e já tinha quatro filhos. Mary Lovegood Weasley tinha 12 anos, ela era ruiva como o pai, mas com os olhos azuis da mãe, muito simpática e avoada, como todos os filhos do casal.
Arthur Lovegood Weasley tinha a idade de Philip, 11 anos, era o único filho loiro do casal, e talvez o mais atento também, tinha os olhos verdes e a mesma habilidade de jogar xadrez bruxo que Rony, Harry e Hermione eram padrinhos do garoto.
Thomas Lovegood Weasley, nome dedicado a um jogador famoso da seleção inglesa, tinha nove anos, e era a cara de Rony, mas vivia no mundo das nuvens, como a mãe.
Clarisse Lovegood Weasley era a cópia da mãe, mas com cabelos ruivos, tinha três anos e um ar sapeca, muito parecido com o dos seus tios, Fred e Jorge. E para ajudar, Jorge era junto com Alicia padrinhos da garota.
Fred e Jorge também tinham filhos, Fred tinha um casal de gêmeos com Alicia, Rory e Dean, com 12 anos.
Já Jorge, tinha quatro filhos com Angelina, dois gêmeos e duas gêmeas, os meninos, Brad e Ryan, 11 anos e as meninas, Melissa e Melaine, 10 anos.
Hogwarts continuava lotada de Weasley e no ano letivo que iniciaria, seria o ano com mais Weasley reunidos em Hogwarts, principalmente no segundo ano, afinal estudavam juntos na Grifinória, Rory, Dean, Mariah, filha de Gui e Mary, que mesmo sendo a mais tranqüila dos quatro, aprendera muito com os primos.

Aos poucos todos foram chegando, Rony e Luna, Fred e Alicia, Jorge e Angelina, Neville que era casado com Padma e tinha um filho, Marcos com 9 anos, a mesma idade de Tiago, ele era a cara do pai. Gui e Fleur, com dois filhos, muito bonitos, Clark, de 13 anos e Mariah de 12 anos. O senhor e a senhora Weasley, Minerva, o senhor e a senhora Granger, Tonks e Lupin, com seus filhos, Lucas, com 11 anos, também ia a Hogwarts, Emily, 5 anos e Sophie, 3 anos, e Hagrid e Madame Maxime, o primeiro filho, Alvo Dumbledore, com 3 anos, ele era meio gigante, e já tinha a altura de uma criança de 10 anos. Carlinhos chegou com uma nova namorada, o único Weasley ainda solteiro, o nome da moça era Lúcia.
Enquanto Hermione, Gina, Luna, Alicia, Angelina, Padma, Molly, Minerva e Tonks terminavam de preparar o almoço e arrumavam a mesa, os homens conversavam animadamente na sala, enquanto as crianças brincavam no jardim.
Mas ainda faltava uma pessoa, que não tardou a chegar. Harry ficou realmente satisfeito em vê-lo.
- Sirius, só faltava você!



Nem tudo é o que parece ser...
- Talvez.... – ela tremia. – talvez Sirius não tenha morrido.
- O que está dizendo, Hermione? – perguntaram Harry e Lupin em uníssimo.
- Acho... realmente... há chances... de ele estar... vivo... – o rosto dela se iluminou. Os homens a encaravam sem saber como agir, então Lupin decidiu tomar a frente.


Um plano será traçado
- Como o tiramos de lá, Mione?
- Aí entra a parte difícil - ela pensou na melhor maneira de dizer, então decidiu que seria direta. –, temos que matar quem o empurrou para lá.


Um grupo foi formado, mesmo a que a contra gosto.
- Se me permite Lupin, gostaria de ir. – Draco pediu, gentilmente.
- Mas por que? – Lupin ficou surpreso e irritado.
- Motivos tão fortes quantos os meus? – perguntou Lupin, desafiadoramente.

Mas alguém inesperado ficou ao seu lado.
- Não, Remo, motivos mais fortes do que os seus. – Hermione respondeu no mesmo tom.

Você colhe o que planta e ela plantou a morte.
- Olá titia – Draco estava com um sorriso triunfante –, temos muito que conversar, você não acha?
- Ora, ora sobrinho, você trouxe amigos. Ninguém lhe ensinou que é falta de educação entrar em um lugar sem ser convidado, principalmente trazendo pessoas indesejadas? – Belatriz queria parecer segura, mas os garotos sentiram sua voz vacilar.


Pessoas que se gostam, iriam brigar.
- Você se acha esperta de mais Hermione, eu demorei a descobrir, mas vou te dizer uma coisa, livros não são sinônimo de inteligência! E a coragem e a inteligência não costumam andar juntas, pessoas muito corajosas, costumam agir antes da hora. E que agir impulsivamente também costuma ser coisa de criança. – retrucou Lupin desdenhoso.

Mas o mais importante em tudo isso, era que alguém retornaria, alguém especial...
Em nome do ministro da magia, estamos enviando essa carta para informá-lo que Sirius Black, tido como morto a três anos atrás, foi encontrado desacordado, mas vivo em uma sala do ministério.

Não percam o próximo capítulo... "O Retorno".

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