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1. À segunda vista.


Fic: AMOR TÁ NA MODA


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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No meio da multidão, um bruxo andava cabisbaixo resmungando impropérios. Ele estava sendo praticamente arrastado para um evento na loja Floreios&Borrões. Aquela situação lembrava-o de certa vez, quando a mãe o arrastou para uma tietagem com o bruxo bonitão Gilderroy Loocart nessa mesma livraria. Naquela ocasião, ele viu a ex-namorada e a irmã derretendo-se pelo bruxo, que mais tarde, como professor de Defesa Contra Arte das Trevas, causou grandes problemas para ele e para seu melhor amigo. Aquela experiência anterior, o fez pegar uma certa repulsa por esse tipo de evento.

“Mais que droga. Essa porcaria de evento de mariquinhas!” – pensava o ruivo entre bufadas constantes. – “Maldita hora que eu comecei a namorar com essa aqui”. –Concluía o moço.

Ele estava levando a namorada Gabrielle e a irmã dela, sua cunhada Fleur, para tarde de autógrafos com uma bruxa consultora de moda que escrevia para a Vogue bruxa. Ele não sabia o nome da tal bruxa, mas já a achava doida, pois por influência dela, muitas bruxas estavam andando feito malucas, com colares de rolhas de cerveja amanteigada, e brincos de nabos.

Ele não sabia o porquê, mas aqueles acessórios lembravam-o de uma bruxinha de seu tempo de escola, que apesar de muito corajosa, tinha um parafuso a menos.

O ruivo caminhava entre os bruxos e bruxas resoluto, como se estivesse condenado à forca, e que não houvesse mais nada a fazer...

Seus cabelos vermelhos destacavam-se na multidão. De um lado ele tinha a namorada, agarrada feliz ao seu braço, e do outro ele tinha a cunhada Fleur. Ele agora era o vice ministro da magia ao lado do pai, o senhor Arthur Weasley. Portanto, quando os três passavam, as pessoas viravam o pescoço indiscretamente para examiná-lo de cima à baixo. Agora ele podia entender como seu amigo Harry sentia-se nos tempos de escola, e sinceramente, ele não apreciava toda aquela atenção. As vezes tinha vontade de simplesmente estar invisível.

Ele perdia-se em pensamentos. Sentia falta de algo em sua vida. Ele olhava para Gabrielle ao seu lado, ela era linda, neta de Veela, seus cabelos lisos emitiam um brilho louro platinado. Agora, mais velha, ela exibia uma beleza mais exuberante que a da irmã Feur. Em seus tempos de escola, nem em seus sonhos mais selvagens, ele imaginara ter uma mulher dessas. Mas agora, ele estava completamente indiferente. Desde o termino do namoro com Hermione, ele não sentia mais as famosas borboletas no estomago. Não que ele ainda sentisse isso por Mione, afinal, foi ele mesmo que terminou o namoro com ela. Mas ela garota fora a única até o momento que conseguira arrancar suspiros de seu peito.

As irmãs ficavam cada vez mais eufóricas à cada paço que davam em direção à livraria. Pareciam que iam enfartar de emoção. Ele não entendia o porque de tudo aquilo, e ao perguntar pra namorada o que a tal consultora de moda tinha de ‘tanto’ para faze-las ficarem bobas daquele jeito, ambas deram-lhe um olhar de ódio, e sua namorada Gabrille permitiu ‘educadamente’, que sua irmã Fleur explicasse os motivos:

- Rrron, Você não sabe que ela é a maiorrr gênio da moda de todos os tempos do mundo brrruxo? Ela rrromper parrradigmas da moda! Ela terrr um conceito novo e renovado sobrre roupas e utilização de assessórrrios! Ela inventarrrr, como ele mesma dizerrr, a “utilidade do inútil”! Isso quererr dizer que coisas que antes serrr consideradas inúteis e feias, terrr sua beleza! Tudo no mundo terrr sua beleza! Ela ser acima de tudo uma arrrtista! Tudo serrr conceito meu carrrrro!- Concluiu sua cunhada apaixonadamente.

Na verdade Ron não entendeu nada do que a bruxa disse, pois ela havia acabado de voltar de uma visita na casa dos pais nas França, e quando isso acontecia, ela voltava com o sotaque mais reforçado do que nunca. Mas no todo, ele sentiu que o que a bruxa dissera era importante, e que a bruxa consultora de moda, que elas tanto admiravam,
deveria ser muito respeitada. Então ele se calou e aceitou sua sentença: Teria que entrar na loja junto com a namorada e a cunhada.

Ao entrar na loja. Ron sentiu seu nariz sendo invadido pelo cheiro de papel novo. A loja estava apinhada de gente, e uma mulher loura, com cabelos dourados como ouro, estava em pé de costas para o público. Ela conversava com alguém. Parecia que ainda não havia começado a distribuir os autógrafos, e que portanto não se dirigira ao seu publico. Uma estranha sensação de reconhecimento passou pela espinha do ruivo. Ele sentiu que afinal não seria tão ruim ficar para aquele evento. Ele observava curioso para bruxa, enquanto as irmãs Delacour tentavam desesperadamente se aproximar da mesa de autógrafos.

A bruxa consultora de modas possuía cabelos longos e ondulados caídos abaixo da altura da cintura. “E que cintura!” – pensou o bruxo. Possuía uma cintura fina, e o corpo era altivo, como o corpo de uma modelo. Ela era diferente de Gabrielle, que tinha grande seios e ancas fartas. E mais diferente ainda de Mione, que era baixinha e delicada. A mulher era alta e esquia, com pernas compridas e graciosas. Possuía mão que seguravam despreocupadamente na cintura enquanto ouvia as instruções do dono da loja. Ele sentiu-se fascinado. Ela emitia em todos um certo magnetismo... Era como se estivesse sonhando acordado.

O ruivo observava as costas da mulher com os olhos vidrados, e como se despertasse de um sonho, ele viu o homem que falava com a modista virar-se para o publico e anunciar:

- Senhoras e senhores esta tarde temos o prazer de receber em nossa loja, a bruxa maior, a mais entendida e conceituada do mundo da moda. Ela ira conversar um pouco com o publico, e logo depois iniciaria a tarde de autógrafos de seu mais novo volume “A moda fora de moda esta na moda”!

O publico ovacionava a apresentação da bruxa. Porém, esta parecia alheia, ainda de costas. Distraída ela caçava algo em uma grande bolsa colorida pendurada em seu ombro. Apesar de ela estar com a face virada lateralmente, Ron ainda não podia ver suas feições, pois o cabelo louro caíra de lado tampando sua visão.

O Homem que iniciara o discurso olhou preocupado para a moça que não estava nem ai para a multidão. Ele dirigiu-se a ela e falou algo em seu ouvido. A moça levantou levemente a cabeça, como se estivesse acabado de acordar de um devaneio e assentiu positivamente com a cabeça ao mesmo tempo em que retirava a alça da bolsa de seu pescoço e colocava o objeto no chão.

Então, ela virou-se.

Ron não podia acreditar.

Estava pasmado.

Estava perplexo. Exibia sua característica cara de bobo.

Ele reconheceu imediatamente os olhos grande e azuis da mulher. Ele caminhou para ela. A multidão abria caminho para o vice-ministro da magia. Fazia tempo que não a via. Ela havia pertencido a antiga armada de Dumbledore. Ele percebeu repentinamente quantas saudades sentia. Talvez não apenas da garota, mas dos velhos tempos. Após a morte de Dumbledore, na ocasião da ultima batalha, ela se alistou para a ordem da fênix, e ajudou a derrotar muitos ‘comensais da morte’, mas com o termino da guerra, ela mudou-se para a Escandinávia, e desde então ele nunca mais à viu. Já iria completar 9 anos desde a ultima vez.

Ele parou diante da mesa. A buxinha olhou-o com um olhar sonhador que ele tanto conhecia. Ron sentiu se coração sendo invadido por uma estranha felicidade, e sorriu verdadeiramente para a mulher a sua frente. Ela retribuiu com um sorriso alheio e voltando o olhar para todo publico, ela disse calmamente:

- Ola. Este é meu primeiro dia na Inglaterra depois de tantos anos morando fora. Aqui nesta sala, creio que conheço menos da metade de vocês. E dessa metade gosto de menos da metade, mais da metade que gostaria de gostar de vocês. Mas eu creio que destes menos da metade mereceriam a metade que eu gosto de vocês.

O publico olhou-a com confusão. Mas a moça olhou para todos com indiferença, como se a sala estivesse com apenas duas ou três pessoas convidadas para um chá.

Ron deu uma risada interna. Assim como todos no recinto, ele não havia entendido se as palavras da bruxa foram boas ou más. Mas ele se lembrava de um certo jogo de quadribol narrado pela garota. Ela sempre possuíra uma autenticidade e sinceridade implacável. E muitas vezes, ela nem notava quando atingia as pessoas com sua honestidade. Ela era verdadeira. Não havia joguinhos com ela. Era Luna Lovegood. Sim senhor! – pensou o vice ministro da magia com alegria.

Agora ele podia ver a face da bruxa. Ela estava com o rosto lindo. Seus olhos ainda eram grandes, mas o nariz afilado e a face longa que os anos aperfeiçoaram, dava menos destaque para o tamanho dos olhos. Na verdade, se os olhos fossem menores, ela não estaria tão bonita - concluiu Ron.

Ron olhou para os olhos da garota. Eram de um azul estonteante. Ele sentia-se como se mergulhasse num mar azul turquesa, afogava-se, sentia o ar fugindo dos pulmões. Os olhos dela o hipnotizavam. Ela agora tinha a cabeça baixa e autografava vários exemplares seguidos de seu livro. Ron viu sua namorada Gabrielle e sua cunhada passarem por ele e pedirem esbaforidas autógrafos para a autora.
As moças que ele acompanhava olhavam uma para descrentes por ter conseguido o tão sonhado autografo com dedicatória de Luna. Elas saíram pela beirada da loja e ganharam a rua satisfeitas. “as malditas esqueceram de mim!” – Pensou Ron com raiva.

Ele tentava romper a multidão que agora se aglutinara em suas costas, mas era inútil. Em face da bruxa distribuindo autógrafos, a multidão não se separava nem pro vice-ministro bruxo passar, temendo perder seus lugares na fila.

Ron voltou-se novamente para a bruxa, e ficou parado um bom tempo à olha-lá. O dono da loja anunciou que teriam apenas mais quinze minutos de autógrafos com a autora bruxa. Ao ouvir isso a multidão começou a acotovelar-se, e antes que fosse expulso do caminho, Ron pegou um exemplar e dirigiu-se à bruxinha.Ele notou o antigo e peculiar habito da bruxinha, que tinha a varinha equilibrada na orelha. Chegou bem perto da mesa, abaixou-se e disse:

- Será que a senhora poderia conceder um autografo para o vice ministro? – Disse convencido.

Ela pegou o livro. Olhou-o nos olhos displicente e disse:

- Não precisa tentar se exibir pra mim senhor Weasley, eu sei quem é o senhor.

Ron sentiu seu rosto pegar fogo com as palavras da moça. Ele baixou a crista com as palavras dela, e colocou-se a observar a bruxa fazendo a dedicatória. Ela mordeu a língua em sinal de concentração e começou a escrever no livro para o bruxo.

Ele sentiu-se extremamente envergonhado. Desde que se tornara ministro, suas investidas nunca haviam falhado... Até agora.

Então, decidiu uma nova abordagem.

- Eu estava com saudades de você. E acho que Harry e Gina também...- disse o moço. Mas logo veio a resposta cortante de Luna.

- Eu acho que não senhor Weasley. Em todos esses anos que estive fora, apenas a Gina me escrevia. Ela me chamou para o casamento dela com Harry, mas eu não pude comparecer... Mandei um presente sabe? Mas creio que nem o senhor nem o Potter sentiram saudades de mim. Esse tipo de sentimento agente dispensa aos amigos... – disse a garota mansamente e com um ar sonhador, e sem retirar os olhos de sua dedicatória.

Ela terminou e entregou o volume à Ron que estava pasmado. Ron sentia-se mortificado. Realmente ele não havia mais contatado a bruxa. Sentiu-se um babaca por não dar valor à uma amizade tão antiga. Ele lembrou-se de quando invadiram o ministério juntos. Lembrou-se da coragem da garota. E foi esmagado por um sentimento de culpa.

Olhou para a garota e então disse:

- Me desculpe Luna. – disse o ruivo cabisbaixo.

- Pelo que? – Perguntou a moça com uma expressão de curiosidade.

- Por não ter mandado pelo menos uma coruja para você durante todos esses anos. Não sei porque, eu ajo assim.. – disse o bruxo.

- Ham, não fica assim – disse a bruxa com um leve tom de preocupação – Eu também não lhe mandei coruja nenhuma... – Completou a bruxinha com alegria.

Ron, que ainda não havia pensado nisso. Agora sentia-se um tonto. Era verdade, se ele não havia escrito, ela menos. Mas não deixou que isso o atrapalhasse. Então disse:

- Luna, não quer jantar comigo no sábado? Eu gostaria muito de re-lembrar os velhos tempos, e saber o que você andou fazendo durante esses nove anos. – Disse o bruxo esperançoso.

- Hum... – Disse a moça olhando para ele – Acho que sua namorada não aprovaria.

“Como ela sabe que eu tenho uma namorada?” – pensou Ron – “Eu não disse nada”. – Concluiu. Mas logo ele teve a resposta para sua indagação. Gabrielle cortava a multidão enquanto dizia: ‘ licença, licença, tenho que pegar meu namorado... Licença, licença...’.

Ele sorriu envergonhado para Luna, e antes que Gabrielle o encontrasse ele disse para a autora:

- Gabrielle não vai ligar. Você é minha amiga. Eu te mando uma coruja combinando o local. Tchau. – E saiu em direção da namorada.

**************

Já nas ruas, Gabrielle olhou espantada para o livro autografado na mão do bruxo.

- Você não disse que achava uma baboseira esse negócio de moda? – Perguntou a garota arqueando uma sobrancelha.

- Disse, acontece que eu conheço a autora. Ela foi uma companheira na Armada de Dumbledore, e mais tarde na Ordem da Fênix. Nos estudamos juntos – disse Ron alegremente.

Os olhos de Gabrielle se iluminaram.

- Cério? Que ótimo! Convide-a para sair! Eu quero conhece-la melhor!

- Eu já fiz isso. – Disse o ruivo. – Eu convidei-a para um jantar.

- Como? Onde? Quando? – Perguntou Gabrielle em expectativa.
- Você não esta convidada. – disse Ron azedamente, mas se arrependendo na mesma hora ao ver o olhar de desapontamento da garota. – Tudo bem, tudo bem, disse ele azedo. Você pode ir comigo... A garota pulou feliz no pescoço do ruivo e o beijou.

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