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5. Como Se Fosse A Primeira e Últ


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Desculpas, desculpas e desculpas... mas eh q está hiper corrido msm!!!!!
Mas para naum demorar mais, lá vou eu...
Anna fletcher, ADOREI o seu comentário... kkkkk
Eu tbm queria terminar minhas brincadeiras assim.... kkkkkk
Obrigada! BjS!

Christine Martins, puxa, vlw msm!!!!!!!!
Q bom q gostou!!!!
Fico mto feliz!!!!!
BjauM!!!!!!

sy_ , q bom q gostou... eu sei o como eh difícil sendo H/H acompanhar outro shipper... rs Eu tbm já fui!!!!!!!!!!!
Mas fico realmente feliz q tenha gostado!
BjauM!





“… You were my strength when I was weak
Você foi a minha força quando estava fraca
You were my voice when I couldn't speak
Você foi minha voz quando não podia falar
You were my eyes when I couldn't see
Você foi meus olhos quando não podia ver
You saw the best there was in me
Você viu o melhor que havia em mim
Lifted me up when I couldn't reach
Me levantou quando não podia alcançar
You gave me faith 'coz you believed
Você me deu fé porque você acreditou
I'm everything I am
Eu sou tudo que sou
Because you loved me
Porque você me amou

Because You Loved Me
Celine Dion





5 – Como Se Fosse a Primeira e a Última vez


Hermione, que tinha parado para ouvir a história, chorava chamando pelo filho.
- Calma, mamãe! Era só brincadeira. Olha, eu não me machuquei. – Philip sorria debochado.
Aquilo era demais, Hermione soltou o filho e ficou imediatamente vermelha, a raiva estava tomando conta dela. Era impossível não se lembrar.
Harry notou a fúria da esposa, e imaginou o porquê dela estar assim. Ele mesmo não pode deixar de se lembrar, Philip e Draco eram parecidos demais.
- Hermione, – ele a chamou sério - acalme-se. Não é ele . Venha! – Harry levantou Hermione, que tremia de raiva.
- Nunca-mais-faça-isso! Você está me entendendo? – Hermione estava púrpura e Philip branco.
- Des... desculpe mamãe, eu não achei que ficaria assim e eu... eu caí mesmo, só não me machuquei. – Philip falou muito rápido, como se assim fosse mais fácil de ser compreendido.
- Tá tudo bem, Philip. – falou Harry – Mas não brinque mais assim, ok? Rony, você ajuda ele?
Rony também sabia o que estava acontecendo. Todos sabiam. O ruivo se adiantou para ajudar Philip, ele estava acostumado a lidar com pequenos acidentes do quadribol.

Harry e Hermione chegaram ao quarto deles, e Hermione começou a chorar furiosamente.
- Não é possível Harry...
- Acalme-se. Já está tudo bem. – ele acariciava o cabelo dela, enquanto ela estava com o rosto encaixado em seu peito.
Aos poucos Hermione se acalmou e, secando os olhos falou a Harry:
- Harry, obrigada, mas é melhor você descer, temos visitas e será grosseiro se nós ficarmos aqui. Eu vou em seguida.
- Eles não vão se importar. – ele respondeu, paciente.
- Mas eu sim, não é correto deixá-los lá esperando. E eu gostaria de ficar um pouco sozinha. – ela falou delicadamente.
- Se é assim, tudo bem! Mas você sabe que estou aqui, não é mesmo? – ele acariciou o rosto dela.
- Claro que sim. – ela tentou sorrir.
- Então eu já vou descer.
Harry saiu e deixou Hermione sozinha.
Ela não tinha se permitido lembrar daquele dia, mas o que Philip fizera trouxe tudo de volta.

- Mamãe...
- Sim, Philip.
O garoto bateu na porta e Hermione fez sinal para que ele entrasse.
- Sabe, mamãe, eu vim... vim me desculpar. – falou o garoto olhando para o chão.
Hermione se aproximou do filho e fez com que ele olhasse para ela.
- Philip, está tudo bem, mas nunca mais faça isso, eu fiquei realmente muito preocupada.
Os dois se abraçaram felizes, e Hermione se afastou do filho.
- Philip, a mamãe também te deve desculpas, eu fiquei muito – ela respirou fundo – desesperada e nervosa. Sinto muito.
Ele sorriu e respondeu.
- Tudo bem, mas não faça novamente, ok?
Os dois riram gostosamente e voltaram para a sala.

Toc, toc
- Entra. – falou Harry com sono.
- Papai...
- Philip, querido, aconteceu alguma coisa? – perguntou Hermione sentando na cama.
O loirinho estava com uma expressão triste no rosto.
- Posso ficar com vocês hoje?
- Claro, mas o que aconteceu filho? – perguntou Harry preocupado.
Philip se sentou entre os pais na cama. E desabafou.
- Eu estou com medo, não sei se quero ir a Hogwarts e ficar longe de vocês.
Harry e Hermione se entreolharam, sorrindo. E Harry falou:
- Filho, eu tenho certeza de que você vai adorar, mas, se mesmo depois de conhecer Hogwarts, ainda assim, não quiser ficar lá, nós vamos compreender.
O garoto olhou aflito para do pai para a mãe:
- Mas então eu não poderia ser um bruxo?
- Na verdade, você não teria autorização para usar magia, o que acaba sendo a mesma coisa. – respondeu Hermione, calmamente.
O garoto fechou a cara, parecia que ia chorar.
- Filho, o fato de seu pai e eu sermos bruxos não te obriga a ser um, quero dizer seus avós, não são.
Harry olhou-a contrariado.
- Mas eu quero ser bruxo. – respondeu prontamente.
- Filho, nos veremos no natal e nas férias. Eu sei que é pouco, mas será fantástico para você, eu garanto. Quando eu estudava em Hogwarts, não queria nunca voltar para casa. – Harry sorriu – Espero que isso não aconteça com você.
- Mas e vocês e meu irmão?
- Seu irmão, a partir do próximo ano, estará em Hogwarts também, e nós estaremos sempre aqui, querido. – respondeu Hermione, carinhosa.
- Tem mais uma coisa que me preocupa. – continuou Philip, aflito.
- E o que é? – perguntou Hermione.
- E se eu não cair na Grifinória?
Harry abriu a boca para responder, mas Hermione o cortou.
- Qual seria o problema de você cair em outra casa? – perguntou Hermione, tentando parecer que não estava preocupada com aquela questão.
- Qual seria o problema? Mamãe, francamente, todos os meus amigos estão lá, e você e o papai estudaram lá... Eu não quero cair em outra casa. – concluiu o garoto, emburrado.
- Filho, tanto sua mãe como eu, quase fomos para outras casas, mas sabe o que acontece? O chapéu seletor sabe exatamente o que fazer. Então, não fique em pânico. Vai dar tudo certo.
Hermione sorriu satisfeita, ela sabia o quanto a idéia de Philip ir para a Sonserina incomodava Harry, afinal, a incomodava também.
- Está certo. – disse Philip – Mas posso ficar com vocês hoje?
- Claro que pode! – respondeu Harry, acariciando o cabelo do filho. – E filho, quero te pedir uma coisa. – começou Harry, relutante.
- Pode falar pai.
- Você promete que assim que terminar a seleção você nos envia uma coruja?
Hermione e Philip encararam Harry intrigados. - Sim, papai, eu mando e digo o que aconteceu.
O assunto ficou mais leve depois disso e os três estavam conversando animadamente na cama, quando:

Toc, toc
- Entre. – ordenou Harry, já sabendo quem era.
- Papai, mamãe.
- Fale Tiago. – Hermione pediu, chamando o filho com as mãos.
- Eu quero ficar com vocês três, porque vou sentir muita falta do meu irmão.
- Tudo bem filho. – respondeu Harry.
- É, moleque, vou sentir sua falta também. – Philip falou, sem graça.
Dormiram os quatro, juntos.
Na manhã seguinte Harry e Hermione se lembraram de quando passavam as férias com os Weasley e tinham que sair correndo para pegarem o trem para Hogwarts. Acordaram atrasados por terem ido dormir tarde, e Hermione adiantava os três, que ainda estavam muito moles.
Tiago tinha pedido para levar Philip até o Expresso de Hogwarts. Sendo assim, perderia a primeira aula na escola. Hermione relutou muito para aceitar isso, mas no final das contas, acabou concordando.




Todo dia 1º de setembro, Draco se lembrava de como era bom na época em que ele ia para Hogwarts, rever alguns amigos e poder azucrinar as pessoas, especialmente os grifinórios. Era irresistível não se lembrar de Hermione. Riu ao se recordar de um acontecimento do sexto ano, acontecimento que mais tarde ele descobriu, e que mais tarde descobriu que Hermione jamais contou a ninguém.

Início do Flashback

Draco havia acabado de chegar ao Expresso de Hogwarts, estava ansioso. Tinha que parecer seguro e confiante. Avistou Pansy, foi cumprimentá-la e no caminho viu o Potter, o Weasley e a Granger. Estavam acompanhados com da outra Weasley, e seus pais. “Quantos Weasley no mundo! Imagine quando os filhotes começarem a procriar!?” – pensou ele.
Olhou para Hermione.
“Não é que a nojentinha está bonita?” – ele sorriu, mas logo voltou a si. – “Não seja tolo, Draco. Ela é a sangue-ruim amiga do” garoto-cicatriz.“.
Voltou seu trajeto e encontrou Pansy, que não demorou a lhe agarrar, mas logo se desvencilhou, pois tinha que ir à cabine dos monitores. Não que aquilo fosse importante, não sabia nem se iria se formar.
Ao chegar, a única pessoa que lá se encontrava era Hermione. Parou na porta, sem saber ao certo se deveria entrar. Abriu a porta num rompante:
- Ora, ora, se não é a amiga “sangue-ruim” do “garoto cicatriz”...
Hermione se virou para ele, impaciente.
- Mas como eu sou azarada. Tanta gente para chegar e você tem que ser o primeiro!
- Cadê o pobretão do Weasley? Seu namoradinho te largou?
- Vai se danar Malfoy!
Draco se aproximou dela, não tardou a perceber que foi um erro. Hermione puxou a varinha das vestes, apontou diretamente para o peito dele e falou ameaçadoramente:
- Não me provoque Malfoy, não estou muito disposta hoje.
Draco riu.
- Eu no seu lugar, também não estaria. – dizia ele com a voz arrastada e debochada – Imagine só, se toda vez que eu me olhasse no espelho visse a sua cara. Ficaria indisposto todos os dias. Não te culpo por isso, Granger. – terminou ele, com ar arrogante.
Ele percebeu Hermione respirar fundo, tentando ter paciência. Aquilo foi engraçado, estava se divertindo. Ela já tinha abaixado a varinha e ele voltou a se aproximar:
- Apesar de que, Granger, - ele estava próximo, com a voz rouca – o tempo tem lhe feito bem, seus cabelos estão menores e seus dentes também, enquanto todo o resto... – ele olhou para Hermione a despindo – como posso dizer, está bem melhor. – ele sorriu cínico.
Hermione levantou a mão para lhe bater e ele a segurou:
- Não Granger, não de novo.
Segurando o braço dela, ele se aproximou, e suas bocas estavam bem próximas., Hermione estava muito ofegante e não reagia. Ele percebeu que ela pensou que ele fosse beijá-la e murmurou em seu ouvido:
- Eu jamais te beijaria, Granger. Você me dá nojo.
Dessa vez Hermione acertou, deu um belo tapa na cara dele: um tapa que ficaria marcado por algum tempo se alguém não tirasse aquela marca dali. Foi quando Rony chegou.
- Ah Mione, te ach.... – Rony ficou vermelho e Hermione sabia que era de raiva – O que está acontecendo aqui?
Draco e Hermione se afastaram. E ele respondeu:
- Seu namoradinho chegou agora, Granger. E não pense que isso ficará assim dessa vez.
Draco virou as costas e saiu.

Fim do Flashback

Ele não sentia orgulho das coisas que tinha dito ou feito a Hermione, mas se lembrar dela, de seu sorriso dela, de sua cara de brava e até da expressão que fez quando achou que ele ia beijá-la, davam lhe prazer, e ele sorriu.
Draco estava no St. Mungus, fora contratado como medibruxo chefe. Ele era um curandeiro extremamente conhecido, e isso fazia com que recebesse esse tipo de proposta de hospitais bruxos no mundo todo. St. Mungus já havia lhe oferecido o cargo antes, mas ele não tinha aceitado, pois não queria encontrá-la; ainda não tinha coragem. Então, há um mês, recebeu novamente a proposta, e dessa vez Draco aceitou, queria revê-la, comprovar pessoalmente se era verdade que ela havia se casado com o Harry. Foi duro para ele quando tomou conhecimento deste fato, bem como de que ela tinha dois filhos com Potter.
Como diretor geral da equipe de acidentes especiais, seus turnos eram muito puxados, aconteciam muitas coisas no mundo bruxo. E já tinham lhe avisado que, com a volta das aulas, o serviço aumentaria, pois os casos mais graves, que a Madame Pomfrey não pudesse resolver na enfermaria, seriam encaminhados para St. Mungus.




Harry e Hermione esperavam ansiosos por notícias de Philip.
Já era tarde quando finalmente, Margie, filhote de Edwiges, chegou.

Queridos pai e mãe,

Como prometi, envio essa carta para dizer em que casa eu caí.
Bem, não vou falar de cara... rs
Confesso que o chapéu seletor ficou bastante indeciso, fiquei mais de dez minutos com ele na cabeça.
Ele estava em dúvida entre Grifinória e Sonserina.
E adivinhem....
ESTOU NA GRIFINÓRIA!!!! Ainda estou muito eufórico por isso...
Como já esperávamos, Arthur, Brad, Ryan e Lucas ficaram na Grifinória também.
A “diretora” McGonagall, quero deixar claro que é muito estranho ter que chamá-la assim, nos chamou para uma reunião junto aos outros Weasleys, pedindo que eles seguissem o exemplo de Clark e Mariah, não ficássemos perdendo pontos da Grifinória, mas sim que ganhássemos. Foi uma cena muito engraçada.
Bem, é isso.
Estou com saudades.

Philip

Hermione e Harry sorriram aliviados ao terminar de ler a carta. Philip não tinha caído na Sonserina.




Faltava uma semana para Philip chegar de Hogwarts. Harry, Hermione e Tiago estavam jantando e conversando animadamente, muito felizes em rever o loirinho.
Após o jantar, Tiago foi se deitar e Harry e Hermione ficaram arrumando a cozinha.
A castanha estava terminando de coordenar a lavagem da louça com a varinha, quando Harry a abraçou fazendo-a se virar para ele. Um estampido muito forte foi ouvido. Três pratos e dois copos quebraram, e alguns talheres se espalharam pelo chão. Ela sentiu a tristeza nos olhos do marido.
- Harry, o que aconteceu? – perguntou confusa.
- Não sei, eu sinto que vou te perder. – ele respondeu, encarando os olhos dela.
- Não diga bobagens! – exclamou Hermione carinhosamente. – Não há meios, a não ser que você tenha encontrado outra pessoa.
Harry e Hermione tinham se casado por amizade, e por isso prometeram um ao outro que, se encontrassem alguém e se apaixonassem, não haveria ressentimentos da outra parte. Foi Hermione foi quem deu essa idéia, pensando em Harry, para que ele não se sentisse preso, já que ela sabia que nunca mais sentiria por ninguém o que uma vez sentiu por Draco.
- Não, é claro que não. Hermione, há tempos eu só tenho olhos pra você! – Harry acariciou o cabelo da esposa, que sorriu para ele.
- Não vai acontecer nada, Harry, foi só um pressentimento ruim. Já vai passar.
Hermione beijou delicadamente os lábios do marido, tentando acalmá-lo. Então, voltaram a arrumar a cozinha; Hermione arrumou a bagunça que estava no chão, consertando os pratos e copos, enquanto Harry coordenava a retirada de pó.

Harry continuava pensativo. Quando foram se deitar ele beijou Hermione apaixonadamente.
- Mione, algo muito ruim está me dizendo que vou te perder. – ele acariciava o rosto da esposa com a parte de trás da mão.
- Já te disse, não vai acontecer nada. – respondeu Hermione, pacientemente.

Harry ignorou a resposta de Hermione, ele estava sentindo algo ruim, era como se aquela fosse a última vez que teria a mulher nos braços.
Ele a beijou apaixonadamente e com uma ferocidade que Hermione desconhecia naquele homem, era uma mistura de desejo e medo. Ela não podia negar que estava muito bom. Hermione sentiu que esse beijo “perdido” de Harry era uma prova de amor inominável, ele realmente tinha medo de perdê-la.
O beijo se aprofundou, e os dois fizeram amor, como se fosse a primeira e a última vez.
Depois eles tomaram banho juntos e Harry adormeceu no colo de Hermione.

Na manhã seguinte, Hermione deixou que Harry dormisse até um pouco mais tarde, mas não demorou a se levantar. Tiago já tinha saído para o colégio. Não era comum que filhos de bruxos freqüentassem colégios trouxas, mas Hermione fizera questão que os dois filhos o fizessem, ela achava muito importante e Harry não se contrapôs.
- Bom dia! – ele deu um breve selinho nela – Então você me abandonou, não é?
Harry ainda estava de pijama.
- Ainda com essa idéia de abandono, Harry? Apenas achei que você gostaria de dormir até mais tarde. – ela o fitou mais séria – Mas já está tarde e é melhor você ir se arrumar para irmos trabalhar.
- Não quero ir trabalhar hoje, nem quero que você vá! – ele pediu manhoso.
- Harry, não tem cabimento, vamos!
- Eu estou falando sério, Mione. Eu acabei de mandar uma coruja ao Ministério dizendo que nós não poderemos ir hoje, porque temos que resolver alguns problemas.
Hermione estava incrédula. Ele não podia ter feito isso.
- Você está brincando, não é? – perguntou Hermione, com a voz mais aguda do que o normal.
- Não. Estou falando sério. Quero ficar com você hoje. – Harry respondeu, sério.
- Você não podia ter feito isso! – exclamou ela, irritada.
- Nós nunca faltamos! Custa ficar um dia comigo? – pediu Harry, nervoso.
- Não é isso, você não pode tomar uma decisão assim, sem me comunicar. – retrucou ela, irritada.
Harry passou a mão pelos cabelos e a abraçou.
- Eu sei, me desculpe. Eu fui um idiota mesmo. Vou mandar outra carta dizendo que já resolvemos tudo.
- Não. – respondeu ela depressa – Já está feito, não? – perguntou ela sorrindo marota.
Antes que pudessem começar a curtir o dia juntos, uma coruja marrom entrou pela cozinha e deixou cair um pergaminho, que parecia ser de Hogwarts.
Harry e Hermione se fitaram, e Harry abriu.

Sr. e Sra. Potter,

Sinto em informá-los, que seu filho, Philip, se envolveu em um acidente e se encontra gravemente ferido. Ele foi enviado para o hospital St. Mungus.
Quero tranqüilizá-los dizendo que, segundo informações dos curandeiros, o caso será resolvido em aproximadamente três dias.
Encontrem-me na sala de espera do hospital assim que receberem essa carta e eu lhes explicarei exatamente o que aconteceu.
Perdoem-me pela notícia.

Sinceramente.

Minerva McGonagall
Diretora de Hogwarts





Bom, honestamente, eu axei esse cap. chatinho, mas como disse a minha beta, esse eh um momento de transição da fic... como vcs imaginam, Draco vai voltar no próximo cap.
Q eu naum prometo qndo posto, mas vou tentar postar semana q vem... já mandei para a minha beta!!!!!!!!!!!
BjauM!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Obrigada por td!




Como eu prometi....
Cap. 6

O desespero toma conta de Hermione...
- Quero ver meu filho!
- Sinto muito senhora, mas agora não será possível. Ele está com o medibruxo. – respondeu a mulher gentilmente.
- Pouco me importa com quem ele está. Quero ver meu filho agora!


Um antigo segredo, está por ser revelado...
“Ele poderia ser meu filho! Mas não tem como, eu não poderia ter um filho dessa idade, só se fosse com...”. “Não, não, nem pensar!”.

Mas o que ela não imaginava...
- Deixe-a entrar! – ordenou uma voz. Aquela voz, Hermione a conhecia.

Aconteceu!
- Esse garoto.... ele é mesmo seu filho? – perguntou ele nervoso, estava tremendo.
- Na.... não se aproxime dele! – ordenou ela. A voz saiu trêmula.


Novos sentimentos...
Algo nas palavras daquele menino o feriram. Ele idolatrava o pai. Ele idolatrava Harry. Draco sentiu um ciúme novo dominá-lo.

A hora do acerto de contas chegou...
- Por que você nunca me contou? – ele perguntou, chateado.
...porque quando fiquei sabendo que estava grávida, você já tinha IDO EMBORA! – ela alterou a voz.


Mas certas coisas nunca mudam...
– Por que você está fazendo isso?
- Porque eu odeio você!
- Isso é mentira! – retrucou.
- Como se atreve!? – Hermione deu um tapa na cara dele.

Tudo vêm a tona em O Reencontro, não percam o próximo capítulo...


Finalmente inspirada para um trailer, espero q gostem... aliás eu sempre flo demais qndo me empolgo... rs
BjS!
Até mais!

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