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3. O Retorno


Fic: Por Trás de Uma Farsa


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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N/A: Bem, espero q vcs gostem desse cap....
Malu Chan, e vc tem coragem de flar q eu dou medo.... quem me dá medo eh vc... rs
Bjs!

Hermione J. Granger, se livrar de vc... NUNCA... imagina!
Ansiosa para saber oq vc axa....
BjS!

Anna fletcher, o Philip tem 11 anos, vai entrar em Hogwarts agora... Obrigada pelo carinho... BjS!

Dahi Blackfoy, fico mto feliz pelo seus comentários....
Espero q continue gostando...
BjauM!

Eh isso ai... e lá vai!




“... Se fosse só sentir saudade
Mas tem sempre algo mais
Seja como for
É uma dor que dói no peito
Pode rir agora que estou sozinho
Mas não venha me roubar...”.

“... Vai ver que não é nada disso
Vai ver que já não sei quem sou
Vai ver que nunca fui o mesmo
A culpa é toda sua e nunca foi...”.

Angra dos Reis

Legião Urbana





3 – O Retorno


Início do Flashback


- Harry, Harry. – Hermione o chamava, ansiosa.
- O que aconteceu Mione? Por que está assim tão agitada? – perguntou Harry, preocupado.
Hermione desceu correndo as escadas para ir ao encontro de Harry na sala, ele estava com Neville, Rony, Lupin e Draco, conversavam sobre a última batalha.
Draco e ela tinham decidido, não tocar no assunto do beijo. Na verdade, se Draco tentou, Hermione não permitiu, sempre estava acompanhada de alguém e se não estivesse e avistasse Draco chegando, ela começava a falar com alguém sem um motivo aparente. Depois de duas semanas tentando falar com a castanha sem sucesso, Draco pareceu ter desistido.
- Talvez.... – ela tremia. – talvez Sirius não tenha morrido.
- O que está dizendo, Hermione? – perguntaram Harry e Lupin em uníssimo.
- Acho... realmente... há chances... de ele estar... vivo... – o rosto dela se iluminou. Os homens a encaravam sem saber como agir, então Lupin decidiu tomar a frente.
- Querida, não há como. – disse, calmamente. – Você deve estar cansada, apenas isso!
- Remo, apenas me escute, o.k.!
Todos a encararam, ela tinha enlouquecido! Estava estranha há semanas, mas pensar que era realmente loucura, era cruel de mais.
- Antes de tudo, estou com meu juízo perfeito. – Hermione retrucou impaciente, ela pareceu adivinhar o pensamento deles. – Agora vou explicar. Passei anos tentando descobrir o que era realmente aquele véu, e não tinha encontrado em nenhum livro a resposta. Mas depois de procurar muito, encontrei um livro, que sinceramente, não sei como não tinha lido ainda, “Os Mistérios do Ministério...”. – Hermione fez uma cara de incrédula. – Bem, foi lendo que descobri para que aquele véu serve.
- Hermione, se você não se importa, pode ir direto ao ponto. – era Harry, ele estava muito agitado.
- Calma. – Hermione tomou ar antes de continuar a falar. – Bem, lembra que você e Luna ouviram vozes de dentro do véu, Harry?
- Claro! – Harry estava impaciente.
- Então, as pessoas são presas lá dentro e não mortas. As pessoas que vão parar lá por terem entrado sozinhas, por curiosidade, como você ia fazer, caso eu não tivesse te tirado de lá – Hermione olhou para Harry repreendendo-o. –, não têm como voltar, já as que foram induzidas ou empurradas para lá, como é o caso do Sirius, podem ser retiradas. Isso se não tiverem sido mortas ao serem empurradas para lá.
- COMO? Por que nunca ninguém me falou? – Harry perguntou exasperado.
- Porque poucos sabem desse fato. – Hermione respondeu, pacientemente.
- Como o tiramos de lá, Mione?
- Aí entra a parte difícil - ela pensou na melhor maneira de dizer, então decidiu que seria direta. –, temos que matar quem o empurrou para lá.
- E isso é difícil? Seria o maior prazer ver Bellatriz morta. – Harry retrucou, com um sorriso triste.
- Mas ela não é exatamente fácil de matar. Além do mais, tem que ser morta pelo mesmo feitiço que lançou em Sirius para empurrá-lo para lá. Mas pelo que você me disse ela não pronunciou o feitiço.
- Não, não pronunciou, mas uma luz verde atacou Sirius.
- Como um Avadra? – perguntou, temerosa. – Porque se for, então não haverá chances.
- Acredito que sim. – Harry demorou a responder, uma tristeza o invadiu.
Hermione ficou pensativa. – Não creio que há esperanças, então. – ela começou a chorar.
Draco respondeu prontamente. – Não se enganem, se alguém aplicar um Avadra Kedrava sem pronunciar, a vítima dificilmente morrera, a não ser que quem lançou o Avadra seja Voldemort.
- Claro, como pude me esquecer. – Hermione se animara e limpou os olhos.
- Você tem razão Hermione. – Lupin levantou a cabeça, animado. – Temos que pegá-la!
- Mas antes temos que ter um plano. – falou Hermione, prudente.
- O plano é matá-la. – respondeu Harry, que o rosto estava muito vermelho.
- Mas não deveríamos pegá-la com muitos comensais por perto, quero dizer, daria muita dor de cabeça. – Rony tinha pensado alto de mais.
- Você tem razão Rony, seria trabalhoso de mais. – Draco falou, sério.
- Mas onde ela pode estar? – perguntou Neville, parecendo atordoado.
- Talvez eu saiba. – todos voltaram à atenção para Draco, que continuou a falar. – Meus pais, compraram uma casa em Liverpool, sem o conhecimento de quase ninguém, era um lugar escondido, caso precisassem. Talvez ela esteja lá, já que ela conhecia o lugar.
- Em Liverpool? – Rony perguntou, exasperado.
- É. Escolheram lá por ser longe de Londres. – respondeu Draco, com simplicidade.
- E põe longe nisso! – reclamou Harry.
- Mas quando vamos procurá-la? – Neville estava pensativo.
- Agora! – respondeu Harry, como se fosse óbvio.
- Não creio que seja conveniente, Harry. – replicou Hermione, calmamente. – Temos que fazer com calma, para não dar nada errado.
- Então, quando? – bradou Harry.
- Vamos sexta-feira. – respondeu Hermione, pensativa.
- Mas ainda é domingo!
- Por isso, assim temos mais tempo.
Harry ficou contrariado, nunca quisera matar tanto alguém como queria matar Bellatriz e Snape, mas todos tinham decidido fazer daquele jeito, ele não ia discutir, não queria nada dando errado.

Na sexta-feira, as 2:00 da manhã, já estavam na cozinha, Harry, Rony, Draco, Lupin, Tonks, Neville e Hermione, tinham decidido que resolveriam sozinhos, apenas Tonks sabia, porque Lupin a contara.
- Não podemos ir todos. Até porque não creio ser necessário. – Harry estava ansioso.
- Exatamente, creio que três de nós é o suficiente. – respondeu Lupin.
- Eu vou. – Neville estava decidido, não era de esperar menos. Afinal, era por culpa de Bellatriz que seus pais estavam em St. Mungus, com danos irreparáveis. Ninguém se atreveu a contestar.
- Então somos dois. – Harry não era uma dúvida todos sabiam que ele ia.
- Então para fechar, vou eu. – falou Lupin, tinha desejo de vingar o amigo e tantos outros.
- Se me permite Lupin, gostaria de ir. – Draco pediu, gentilmente.
- Mas por que? – Lupin ficou surpreso e irritado.
- Ele tem as razões dele. – retrucou Hermione, que sabia que Draco, ao encontrar o corpo do pai, viu uma mensagem de Bellatriz e que para ele, confessar isso seria doloroso de mais para o loiro.
- Motivos tão fortes quantos os meus? – perguntou Lupin, desafiadoramente.
- Não, Remo, motivos mais fortes do que os seus. – Hermione respondeu no mesmo tom e encarava Lupin sem piscar. Todos se surpreenderam, Hermione defendendo Draco! Justo ela!
- Espero que tenha mesmo. – Lupin encarava Draco agora, que olhava atônito para Hermione.
- Creio que Hermione poderá explicar a vocês enquanto saímos! – Draco não tirou os olhos da castanha, que apenas assentiu com a cabeça.

Harry, Neville e Draco chegaram a Liverpool. Eles aparataram na rua Carmeron e pelas instruções de Draco, tinham que entrar na rua Ling, que estava a três travessas. Preferiram ir a pé até o local, para ver como estava o movimento, caso a casa 25 da rua Ling estivesse movimentada eles teriam de esperar.
A noite estava fria e a neblina cobria o céu. Os três homens estavam bem agasalhados, com cachecol, toca, luvas.
O vento cortante e a neblina aumentavam cada vez, dificultando muito a visibilidade. Ao entrarem na rua Ling, apertaram o passo, os três ansiavam pela chegada, todos desejavam a morte de Bellatriz. Estavam em frente a casa 23, os três olhavam atentos para a casa 25, tinha uma luz acesa, mas não havia barulho. Eles decidiram entrar. Harry comprara um canivete igual ao que Sirius tinha lhe dado, o canivete se desfez no ministério, quando tentaram abrir a uma porta, mas como Harry achava o canivete muito útil comprou outro.
Quando se aproximaram da casa, Harry tirou o canivete do bolso e passou pela porta, quando ia se adiantar para entrar, Draco o parou.
- Devo entrar primeiro, essa casa tem um feitiço que só aceita visitantes mestiços caso entre acompanhado de um sangue-puro, se é que me entende! – Draco explicou gentilmente, referindo-se ao fato da mãe de Harry não ser sangue-puro, tornando-o assim, mestiço.
Harry assentiu com a cabeça e deu passagem para Draco.
A casa, por fora, era velha, e nada parecida com a famosa mansão Malfoy. A parede externa era amarelo desgastado e descascavam, a porta era feita de uma madeira velha e estava descascando também. A parte interna da casa era diferente, clássica, com um tom salmão, o hall da entrada estava com velas acesas, tinha uma lareira e algumas poltronas confortáveis. Passaram pelo hall e chegaram na sala, que mantinha o tom salmão, o ambiente era mal iluminado com velas espalhadas pelo cômodo, os móveis eram todos de mogno, a decoração da sala era em verde musgo, muito elegante.
Draco estava à frente do grupo, pois era o único que conhecia a casa. Ele logo se dirigiu para a escadaria à direita na sala, que levava ao segundo andar. Os três subiram fazendo silêncio. Era possível ouvir a respiração e o coração descompassado de cada um deles.
No andar de cima, chegaram em um corredor, com quadros vivos, como os da casa de Sirius e o escritório e Dumbledore. Harry viu que os quadros dos Black e dos Malfoy eram o mesmo, e lembrou-se do que Lupin lhe disse há alguns anos, que as famílias de sangue-puro eram ligadas, pois muitos bruxos se só se casavam caso o ou a parceiro (a) fosse sangue-puro também.
Andaram pelo corredor e quando estavam na frente da terceira porta a esquerda, ouviram a voz de Bellatriz.
- Tem alguém ai? – a voz dela era temerosa.
A voz dela estava a três portas adiante, eles se adiantaram com a varinha em punho.
- Olá titia – Draco estava com um sorriso triunfante –, temos muito que conversar, você não acha?
Bellatriz estava de costas e deu um pulo para olhar e apontar a varinha para Draco. E viu que o sobrinho não estava sozinho.
- Ora, ora sobrinho, você trouxe amigos. Ninguém lhe ensinou que é falta de educação entrar em um lugar sem ser convidado, principalmente trazendo pessoas indesejadas? – Bellatriz queria parecer segura, mas os garotos sentiram sua voz vacilar.
- Acontece que isso não é exatamente uma visita, se é que me entende!? – Harry falou com desprezo.
- Vejo que trouxe o garoto-cicatriz-que-sobreviveu e o Neville, meus pais são retardados e loucos, com você. A intenção é me divertir querido, enquanto mato um por um?
Como se tivessem combinado, Harry, Draco e Neville deram gargalharam maldosamente e Neville falou pela primeira vez:
- Veremos.

Já era quase 5:00 da manhã e Hermione, Tonks e Lupin estavam na cozinha ansiosos. Enquanto Rony dormia em uma cadeira, Lupin estava sentado à mesa olhava para o vazio, Tonks encostada em um armário mexia freneticamente no cabelo, que estava muito parecido com o de Hermione, castanho e enrolado. Hermione não se lembrava de ter visto o cabelo dela tão comum, e Hermione andava de um lado para o outro na cozinha.
- Você vai fazer um buraco no chão. – reclamou Lupin, sem olhar para a castanha, ainda estava irritado por não estar na missão.
- Desculpem-me, mas estou muito nervosa. – Hermione parou de andar bruscamente e conjurou um copo de água.
- Talvez uma cerveja amanteigada fosse melhor? – comentou Tonks, ainda mexendo no cabelo.
- Eu ainda acho que deveria ter ido. – Lupin falou, como se não tivesse ouvido Tonks.
- Você entendeu muito bem o porque de Draco querer ir. – retrucou Hermione, impaciente.
- Mas eles são meninos, não sabem nada ainda! – Lupin alterou a voz já em pé e encarou Hermione. Rony tomou um susto tão grande que pulou da cadeira.
- Você tem que parar com essa mania de achar que somos CRIANÇAS, Remo, já passamos por muita coisa, VOCÊ NÃO ACHA? – Hermione estava exasperada.
- O que vocês estão querendo? – perguntou Tonks em um sussurro. – Acordar a casa inteira?
- Acho que têm sorte em estarem vivos! – respondeu Lupin, sem dar atenção novamente a Tonks.
Hermione riu, Rony olhou assustado, ela largou o copo de água sobre a mesa e se aproximou de Lupin.
- Não se engane, Remo, não é apenas sorte. É coragem, inteligência, astúcia, vontade e vingança.
- Você se acha esperta de mais Hermione, eu demorei a descobrir, mas vou te dizer uma coisa, livros não são sinônimo de inteligência! E a coragem e a inteligência não costumam andar justas, pessoas muito corajosas, costumam agir antes da hora. E que agir impulsivamente também costuma ser coisa de criança. – retrucou Lupin desdenhoso.
- Está me dizendo que os garotos não deveriam ter ido atrás de Bellatriz hoje por que são crianças para isso? – Hermione estava impaciente, odiava quando algum antigo membro da Ordem insinuava que ela e seus amigos eram crianças, era demais ouvir isso.
- Estou dizendo que eu deveria ter ido! – bradou Lupin.
- OS DOIS, PAREM AGORA! ESTÃO LOUCOS? – Tonks tinha cansado de não ser ouvida e se fez ouvir.
Hermione e Lupin estavam se fuzilando com o olhar, quando chegou uma coruja marrom molhada e entregou a Lupin um pergaminho, vindo do escritório de Quim Shacklebolt, membro da Ordem e funcionário do ministério.
Todos ficaram com medo, o que teria acontecido? Harry, Neville e Draco estavam vivos?
Lupin olhou para Hermione, mas dessa vez como se esperasse um sinal de aprovação ou um incentivo.
- Abra Remo, não estamos quase nos matando por não ter notícias? – Hermione tentou sorrir.
Lupin abriu o pergaminho e leu em voz alta.

Remo Lupin,

Em nome do ministro da magia, estamos enviando essa carta para informá-lo que Sirius Black, tido como morto a três anos atrás, foi encontrado desacordado, mas vivo em uma sala do ministério.
Nós o enviamos para o hospital St. Mungus.
Respeitosamente.

Quim Shacklebolt

- Eu.... não....acredito! – Ron ficara pálido. – ELES CONSEGUIRAM!
Hermione e Lupin se olharam, e se um deles não estivesse vivo?
- Vamos, sejam otimistas, os dois! – falou Tonks, sorrindo.

Fim do Flashback

Sirius estava bonito, mesmo depois de tudo o que passara. Ele estava com os cabelos cumpridos, mas em um corte moderno e tinha agora, um semblante feliz e estava com Marieta Malfoy Black, ela era uma irmã de Lúcio, porém que poucos a conheciam. Ela tinha sido libertada junto com Sirius depois da morte de Bellatriz, já que foi Bellatriz que a empurrara no véu para que não soubessem de uma boa Malfoy. Eles estavam casados e ela esperava o primeiro filho, já estava de 5 meses. Marieta era tão bonita quanto uma Malfoy poderia ser, era loira, com olhos eram azuis acinzentados, lábios finos e um corpo muito bonito.
- Oi Harry, como vai? – Sirius abraçou forte o afilhado.
- Melhor agora.
- Então, quando me darão mais netos? – perguntou Sirius a Hermione, enquanto a cumprimentava na sala.
Sirius dizia que os filhos de Harry eram como se fossem netos, já que Harry, era como um filho.
Hermione corou na mesma hora. Sirius riu da vergonha dela.
- Não sei Sirius, por enquanto nós estamos satisfeitos com nossos dois meninos. – respondeu Harry, tentando ajudar Hermione.
- Ora Harry, você não imagina uma menininha com os cabelos ondulados, castanhos, pendurada em um livro e te enchendo de perguntas? Seria tão engraçado ver uma miniatura da Hermione. – zombou Sirius.
Todos na sala riram, inclusive Hermione, que mesmo sem graça, imaginou a cena.
- Sirius, eu ter uma menina não quer dizer que ela será idêntica a mim!
- Ah, aí seria mais engraçado, uma Hermione rebelde!!!!!! O que acham? Não seria fantástico!
- Querido, pare com isso. – Marieta sorria docemente para o marido. – Nosso filho está por vir, e eu estou desesperada em pensar que ele pode parecer com você.
- Por que? – perguntou Sirius, fingindo estar ofendido. – Sempre fui um bom rapaz! – ele concluiu com cara de coitadinho dando um selinho na mulher.
- O.k., esse assunto não vai nos levar a lugar algum. – Marieta sorria. – Como vai querida?
Marieta deu um forte abraço em Hermione, as duas eram amigas. Marieta era tia de Draco, mas nenhuma das duas tocava no assunto. Marieta sabia que Hermione não gostava. Marieta mostrava uma afeição diferente por Philip, por achá-lo muito parecido com Draco quando criança.
- Bem e você? – Hermione se afastou dela e a olhando-a por inteiro. – Está linda, mas esse barrigão te deixou deslumbrante!
- O Sirius me falou que eu estou linda grávida! – disse Marieta, corando. – Mas eu acho que ele está tentando me agradar.
- Não seja boba você está linda!

O almoço foi agradável, todos conversavam e riam muito, depois as crianças brincaram no quintal e os adultos conversaram na sala tomando cerveja amanteigada.
- Quero dizer, Rory, Dean, Mariah e Mary fizeram um estrago na sala de Feitiços. – Fred dizia orgulhoso. – Não negam o sangue que têm!
- Não acho que deveria se vangloriar disso, eles quase foram expulsos! – Minerva disse cerrando os dentes.
- Ah Minerva, me diga que você não se lembrou de Fred e eu? Sentiu saudades não foi? Até se lembrou do que fizemos com a Umbridge... vai confessa! – Fred brincara.
Minerva riu. – Lembrei-me sim, e por isso não os expulsei, mas não serei tão tolerante na próxima vez! – McGonagall tentava ser séria.
- Mas eles só estão no segundo ano, se foi à única chance nossos filhos não terminaram Hogwarts. – comentou Rony. – Não terão a menor chance. – concluiu rindo.
- O pior é que tenho que concordar. – falou Alicia. – Sem chances...
Todos riram.
Os garotos estavam jogando quadribol no quintal, quando ouviram um grito.
- Philip, NÃO!!!!!!!! – era Tiago.
Todos saíram imediatamente, ao chegar no aonde se encontravam os garotos em um círculo, Hermione viu Philip caído no chão desacordado. Ela sentiu um desespero tomar conta dela. Abaixou-se perante o filho, sendo acompanhada por Harry.
- Philip! Philip! – ela o chamava desnorteada. Levantara a cabeça do filho enquanto o chamava.
Todos olhavam para a cena preocupados.
- O que aconteceu, Tiago? – perguntou Harry, preocupado ao filho mais novo.
- Ele era o apanhador, quando viu o pomo, ele fez uma acrobacia e perdeu o controle da vassoura e caiu.
Hermione que tinha parado para ouvir a história, e chorava chamando pelo filho.
- Calma mamãe! Era só brincadeira. Olha, eu não me machuquei. – Philip sorria debochado.
Aquilo era demais, Hermione soltou o filho e ficou imediatamente vermelha, a raiva estava tomando conta dela. Era impossível não lembrar...




Uma brincadeira e tudo vem a tona.
... - Calma mamãe! Era só brincadeira. Olha, eu não me machuquei. – Philip sorria debochado.
Aquilo era demais, Hermione soltou o filho e ficou imediatamente vermelha, a raiva estava tomando conta dela. Era impossível não lembrar...
"Ela chorava desnorteada ao lado do corpo de Draco, que estava desfalecido no sofá."


Uma brincadeira que causou revolta
Draco pulou e começou a rir, acompanhado de Harry e Neville.
- Foi só brincadeira!
- SEUS IDIOTAS! – vociferou a castanha.

Mas aquela brincadeira teve conseqüências desastrosas.
Ela estava socando o peito do loiro que tentava se esquivar. Ele ainda sorria.
Como ele a segurou pelos braços, ela tentava chutá-lo. Isso fez com que Draco parasse de rir.
“E se ela acertasse lugares impróprios?”.
- Eu te odeio, Malfoy.


Ou pelo menos, ela achou que seriam...
- Louco por que? Por achar que você também sente algo por mim? – perguntou sorrindo sedutoramente.
- Como ousa?


Mas já havia um novo sentimento entre eles.
- Então – ele voltou a se aproximar sorrindo maroto -, quer dizer que se eu beijar você de novo, você vai me corresponder.
- Não! – exclamou ela, exasperada – Eu estou prevenida agora.


Mas ele não a deixaria fugir.
- Você é um idiota Malfoy.
- Você já me disse isso hoje. – ele deu mais um passo para frente e a segurou pela cintura, impedindo ela de se afastar.
- O qu... o que você quer? – perguntou ela trêmula.
- Eu sei que você sabe, você é inteligente o bastante para saber... Mas já que quer se fazer de boba, eu respondo. Eu quero você.

Por mais que ela tente fugir, talvez seja inevitável. Não percam o próximo capítulo A Brincadeira.

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