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153. LUA DE MEL – PARTE 2


Fic: O Acordo Perfeito RxHrm- Fic completa by marja


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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CAPITULO 153 – LUA DE MEL – PARTE 2


 


 


 


 


 


O dia passou correndo. Passearam pela fazenda, conversaram e fizeram planos. Rony queria retomar as reformas, e apreciou seus palpites.


No jantar, Hermione tomou cuidado para preparar tudo que Rony gostava. Satisfeita consigo mesma, jantaram sempre conversando sobre os filhos, a fazenda, a festa do dia seguinte.


Depois do jantar, Rony seguiu para seu banho. Hermione arrumou a cozinha e abriu a porta dos fundos, olhando-o abertamente.


-Não poderá continuar tomando banho na rua durante o inverno – disse meiga, os olhos correndo por seu corpo.


-Tenho pensando em um quarto de banho. É mais prático – ele respondeu, notando seu olhar.


-A banheira está cheia de água quentinha. Não prefere entrar? – seus olhos brilhavam de expectativa, e Rony se fez de indiferente.


-Estou quase terminando – dispensou-a – Tome seu banho, eu já vou.


Relutante em deixar aquele corpo saudável e tentador, nu sob a luz da lua, com água correndo por cada músculo, suspirou e entrou em casa. Rony estava aprontando alguma!


Tinha certeza!


Ansiosa pela sua noite dos sonhos, Hermione despiu-se e entrou na banheira, deliciada com a água morna contra sua pele. Fechou os olhos, saboreando o momento de solidão.


Invariavelmente, sua mente ia longe, e se perguntava como estariam os bebês, se estariam aceitando bem as mamadeiras... Mas então, se forçava a pensar apenas em si e naquele momento de relaxamento ao lado de Rony.


Relaxada, apanhou a esponja e começou a ensaboar o corpo. Queria estar perfumada e com a pele sedosa quando Rony entrasse naquele quarto.


Distraída, não notou os passos leves no chão da cozinha, muito menos ouviu a porta ser entreaberta. Rony reviveu seus momentos até aquele dia, e descobriu o quanto sentia falta de espiá-la. Observar Hermione era um prazer inenarrável. Seus pequenos gestos de contentamento, seus gestos de fúria, de prazer... Sempre era um deleite observá-la, principalmente quando não sabia que era observada!


Hermione ensaboou os ombros, os braços e seguiu para os seios. Havia descoberto que o corpo de uma mulher pode ser delicioso de tocar, e pode despertar grandes sensações e que ela mesma poderia se satisfazer se assim desejasse. Como agora, seus seios endureceram de prazer diante da sensação da esponja sobre seus mamilos sensíveis.


Sua barriga recebeu toda atenção, principalmente agora que aprendera a dar valor a seu umbigo redondinho e côncavo. Quem diria que um umbigo poderia ser tão importante na vida de uma mulher?


Rony sorriu diante do pequeno sorriso misterioso que surgiu no rosto de Hermione. Que coisas secretas estariam em sua mente para despertar um sorriso tão doce? Que tristeza ser um mero mortal, e não poder entrar em sua mente e saber tudo que pensa!


Hermione cantarolou baixinho enquanto esfregava a sola dos pés, as panturrilhas, as coxas. Não ousou gastar muito tempo ensaboando sua parte mais intima, mas apreciou o toque dos próprios dedos, ao tirar a espuma.


Excitada, se perguntou quanto tempo Rony ainda demoraria. Sem nem notar, esfregou os dedos novamente, gemendo de expectativa e desejo.


Rony ficou rijo observando aqueles dedinhos delicados acariciarem entre suas dobras, raspando sobre aquela fenda que sempre o enlouquecia.


Seus dedos comicharam por substituir os dela. Apesar disso, esperou. Hermione parou de se tocar e um pouco aturdida, tentou imaginar porque ele demorava tanto. Deveria estar tomando um longo e despreocupado banho a luz da lua.


Desavergonhado. Com a fazenda crescendo e os empregados falando em casamento e construir família por aqueles lados, Hermione vinha cada vez mais pensando em eliminar aquele chuveiro. Por mais que adorasse vê-lo se banhar sob o luar, tinha seus brios e detestava a idéia de alguma mulher o ver desse modo!


Satisfeita com seu banho, levantou-se e deixou a água correr artes de sair da tina.


Rony reteve a respiração achando-a tão linda, fresca e apetitosa, com um pouco de espuma sobre o traseiro! Sorriu, a graça não subjugando a malícia. Lambeu os lábios, ansioso pelo momento de provar de sua pele.


Graciosamente, apanhou a toalha e secou o corpo, cuidadosa e vaidosa, borrifando perfume atrás das orelhas, assim como soltando os cabelos e espalhando-os pelas costas em ondas sedosas, antes de vestir uma camisola que ele nunca vira antes. Era rendada em praticamente toda a extensão, deixando pouco a imaginação. Suas alças finas e delicadas, micro pérolas sobre a renda. Não era uma peça para dormir. Definitivamente!


Pronta, analisou sua imagem no espelho. Estava bonita. Talvez, devesse usar um pouco de pó de arroz para corar as faces, ou deixar a tez mais branquinha...


Insegura, decidiu colocar uma jóia. Abriu o porta-jóias de gesso, onde guardava suas recém adquiridas jóias e encontrou algo estranho. Uma caixinha, entre as demais jóias.


Curiosa, segurou-a entre os dedos e abriu. Havia um anel, de ouro, era delicado e singelo, com um diamante em forma em de coração, solitário e delicado. Hermione dispensou a caixinha vazia e observou o anel, o diamante lapidado, era tão bonito que a deixou emocionada.


Imaginava que haveria um presente esperando-a até o fim do dia, mas não imaginava algo tão bonito! Admirando seu presente, não reparou que Rony entrava no quarto sorrateiramente. Rony fechou a porta e admirou sua surpresa e prazer em provar à jóia.


-Deve usá-lo junto da aliança – recomendou.


Surpresa, Hermione olhou para o homem vestido apenas com a toalha na cintura. Estivera espiando seu banho, era claro como o dia.


Um delicioso frisson correu por seu corpo.


-É meu presente de aniversário?


-Sim – procurou em sua face sinais de rebeldia ou desagrado e não encontrou.


-É lindo. É o seu coração?


A atrevida brincava com ele!


-Sim, meu e dos meninos, afinal, é um presente deles também.


Hermione abriu um lindo sorriso, observando a jóia.


-Prometo guardar esse coração com todo cuidado do mundo – galanteou esperando que ele entendesse nas entrelinhas. E Rony entendeu – Espiava meu banho, esposo?


-Sim – admitiu – Tive que aproveitar a oportunidade.


Sua expressão deslavada a fez sorrir satisfeita.


-Se eu soubesse, teria me demorado mais tempo no banho – paquerou.


-Acredite, foi um espetáculo para meus olhos.


Hermione viu a chama em seu olhar, aquela chama da paixão e lembrou-se de como se tocara dentro da água.


-Se quiser, mostre-me como me tocar e posso agradar aos seus olhos, esposo – tanta cordialidade, só podia esconder segundas intenções.


E era isso mesmo. Até o final daquela noite, Hermione enlouqueceria esse homem e o marcaria como seu! Jamais mulher alguma superaria as lembranças daquela noite!


Rony levou um segundo para ordenar os pensamentos. Tivera o prazer de vê-la se tocar algumas vezes, mas nunca de propósito. Sempre durante o ato de amor, por insistência dele e nunca espontaneamente!


-Sempre agrada aos meus olhos, Hermione – garantiu, se aproximando – Quero vê-la se tocar – pediu – Faz isso por mim?


-Faço – sentiu o medo instalar-se e corou.


Precisava de muita coragem para fazer isso! Muita coragem! Controlando um riso nervoso, envolveu seu pescoço com os braços, tentando soar o mais meiga possível:


-Adorei o anel. Obrigado.


Aquele agradecimento verdadeiro e carinhoso era o maior e melhor afrodisíaco que poderia existir no mundo. Ainda se emocionava profundamente com suas demonstrações de afeto, e suspeitava que sempre se emocionaria!


-Tire a camisola e deite-se, Hermione, quero vê-la nua e na cama.


Rony não tinha idéia de como sua voz soava erótica para seus ouvidos sensibilizados pelo desejo. Voz forte, rouca, máscula. Voz de homem que sabe como pegar uma mulher de jeito!


Obediente, deitou-se na cama. Rony observou como a renda deixava a mostra seus seios, tão absurdamente sedutores, que quase mudou de idéia sobre ela ficar nua.


Cumprindo seu pedido, retirou a camisola tentadoramente devagar. Seus cabelos caíram sobre o corpo e Rony quis se juntar a ela, mas apenas esperou de pé, observando-a.


-Sente-se perto de mim - Hermione pediu um pouco nervosa. – quero tê-lo perto de mim.


Rony sentou na beira da cama, e tocou em seu pé, reconfortando-a com esse carinho. Estava numa posição privilegiada, sentado bem de frente para suas pernas.


-Por onde devo começar? – perguntou tímida, sentindo-se perdida.


-Por onde começaria se fosse me tocar? – ele perguntou para ao mesmo tempo excitá-la, envolvê-la no ato e também, conhecer melhor seus gostos.


-Pelo peito, gosto de tocar seu peito – suas palavras soaram sussurradas.


Seguindo as próprias palavras, correu as mãos pelos seios. Não era muito diferente de se tocar para tomar banho, pensou, embora não pudesse deixar de notar que era extremamente excitante. Seus seios haviam desinchado e estavam quase do tamanho normal, empinados, como dia Juanita, para sua sorte ‘ainda’ estavam empinados após uma gravidez.


Aquela brincadeira era bem divertida, pensou, se acariciando.


Rony estava hipnotizado, aquelas mãozinhas delicadas apertando os seios, arreliando os mamilos, puxando-os do mesmo modo que ele fazia, sentindo o volume, esfregando os bicos.


Hermione tinha fechado os olhos, e parecia sentir muito prazer, suas pernas estavam inquietas, se esfregando uma na outra, em busca de algum alívio.


Assistir era terrivelmente sedutor, e seu corpo estava excitado como nunca, a toalha mal dando conta de cobrir seu membro. Por isso, livrou-se da toalha e agarrou o pênis, acariciando-o lentamente, sem pressa, acompanhando o tempo de Hermione.


Chegando a um ponto insuportável de tensão, abriu os olhos e olhou para Rony. Gemeu quando avistou o modo sedutor como se tocava. Era um homem tão bonito, tão viril...


Seus olhos a incentivavam a continuar, e ela escorregou uma das mãos para baixo. Dedos que esfregavam cuidadosamente, arrancando gemidos baixos e volúveis, de quem sentem paixão pelo outro, e se toca para aliviar o calor e a vontade.


Rony acariciou seu pé, mantendo os carinhos enquanto observava aqueles dedos tão pequenos, circularem sobre aquela fonte de prazer inesgotável.


Hermione moveu o quadril, quase saindo do colchão, em busca de mais e mais. Pelos olhos semi-serrados observou sua expressão, querendo e precisando que parasse de olhar e a possuísse!


Mas Rony esperou, e ela seguiu se masturbando por vários minutos. O som dos dedos bolinando em meio a tanta umidade era acompanhado pelo som de seus gemidos baixinhos. Rony não pode esperar, queria vê-la delirar em seus braços. Por isso, acariciou seus tornozelos, notando seu olhar se fixar nele e em seus toques, mesmo que ainda se tocasse com rapidez e fúria.


Estava na beira do abismo e ele a levaria até lá! Suas mãos apartaram completamente suas coxas e ele observou bem de pertinho o que fazia. Os gemidos dela aumentaram, a face corada, o peito arfante.


As palmas de suas mãos correram pela pele macia de suas coxas, e por dentro, seguiu o caminho para sua intimidade, deitando-se na cama, com a face a centímetros de sua vagina que gritava por ele.


Hermione se contorceu com o primeiro toque dos dedos longos e grossos entre seus grandes lábios, ele deslizou apenas um dedo para cima e para baixo, numa caricia bem superficial. Beijava a face interna de suas coxas, e exigia dela um autocontrole impossível de se ter naquele momento.


-Rony... Eu quero você – ela pediu, e sabia bem lá no fundo, que ele adorava ouvi-la implorar por ele.


-Acontece que eu também quero você. Como ficamos, Hermione? – provocou. Soprando sobre o calor que a queimava entre as pernas.


-Oh, Rony... – muito perto, fechou os olhos, sentindo o corpo arder.


Nesse momento, Rony segurou sua mão e afastou-a.


-Quero uma coisa de você – ele avisou se movendo na cama. Deitou ao seu lado e a puxou delicadamente sobre ele. Hermione montou sobre sua cintura e se inclinou para beijá-lo.


Enquanto a beijava, Rony agarrou seus seios, moendo a carne entre seus dedos e arrancando suspiros em meio ao seu profundo e erótico beijo. Suas línguas se chocavam, se caçavam, e quando o beijo terminou, Rony a puxou mais a frente, para chupar seus seios.


Hermione se agarrou as grades da cama, aproveitando aquelas caricias que a deixavam em fogo puro. Fechou os olhos, buscando ar enquanto se contorcia, desfrutando das mordidinhas em seus seios, das lambidas, dos chupões suaves e tentadores...


Ficaria o resto da vida ali, sendo tocada por aquele homem, mas Rony tinha outra idéia.


-Vira – ele mandou nada educado, nada gentil. Seus olhos sempre azuis e límpidos estavam escurecidos pela paixão, e Hermione não ousou contrariá-lo. Girou o corpo. Ainda montada sobre ele, e Rony a agarrou com ambas as mãos nos quadris e a puxou para trás. Sem ter como se apoiar, ela se deixou levar, sem entender o que ele queria.


-Curve-se – mandou novamente, e ela realizou seu pedido, entendendo finalmente. Seu rosto ficou na altura exata para tomá-lo na boca.


Ela quase gritou de surpresa e prazer quando ele a lambeu profundamente. Não esperava por isso.


Não mesmo!


-Oh, Rony! – ela agarrou seu membro, e segurou firme na base com uma das mãos enquanto se mantinha curvada apoiando a outra no colchão ao lado de Rony.


Seu aperto foi tão forte que ele deu-lhe um tapa forte na nádega.


-Está me estrangulando, pequena!


Hermione quase riu, aliviando o aperto e curvando o corpo novamente. Moveu a mão para cima e para baixo, afastando a pele sobressalente e revelando em todo seu esplendor a cabeça redonda e grossa.  Uma linguada, e sorveu o que escorria ali. Rony gemeu, e ela fez de novo. Era salgado e deliciosamente ácido.


Como comer um doce coberto por pimenta, pensou.


Moveu-o mais algumas vezes na mão, sempre beijando e lambendo a superfície úmida, onde escorria vez ou outra uma gota de sêmem. Queria provocá-lo, e para isso usaria de todas as técnicas a qual aprendera ao longo de tantos meses casada.


Inclinando a cabeça, lambeu toda a estrutura, e fez o mesmo do outro lado. Rony apenas gemia, encantado e envolvido por suas técnicas de sedução.


Satisfeita em tê-lo completamente rendido, mordeu com muito cuidado sobre a cabeça, e ele jogou o quadril em direção a sua boca, pedindo mais e mais. Sorrindo para si mesma, sugou a ponta, e repetiu esse movimento várias vezes.


Rony abriu os olhos, decidido a devolver-lhe o prazer que sentia. Enquanto era chupado e devorado, se concentrou no paraíso esquecido, que havia a sua frente.


As nádegas firmes estavam separadas e ele podia ver a centímetros de seu rosto, todo aquele vale rosado, muito molhado e aberto. Convertido em um homem possesso, deslizou dois dedos sobre aquele vale, e ela se retesou, mas não parou de provocá-lo, sugando apenas a cabeça de seu pênis, com maestria, diga-se de passagem!


Seus dedos sondaram e atiçaram, antes de voltar e mergulhar por sua fenda até o fundo. Hermione gemeu e perdeu o ar, pois o soltou. Rony tirou os dedos e colocou mais um, empurrando tudo de volta, e ficou repetindo os movimentos, enquanto ela se contorcia e gemia seu nome.


Bem feito, agora sabia o mal que lhe fazia com esses chupões descompromissados!


Hermione não era de perder em uma competição, por isso, abriu os lábios e o encaixou ali, até o fundo. Dessa vez quem perdeu o ar foi ele. Porém, Rony também não aceitava perder! Uniu sua linha aos dedos e ela quase morreu.


Lambeu, sugou e por fim, fixou os lábios em seu clitóris, chupando com força. Hermione pôs mais pressão em sua própria boca, manipulando com a mão enquanto ia e vinha, sentindo um prazer quase doentio com isso.


O gosto de Hermione impregnava em sua boca, e Rony queria mais e mais. Sabia que ela estava à beira de um abismo de prazer, mas competitiva, não aceitaria perder e resistiria, e ele mesmo não sabia até quando agüentaria tanta provocação. Gemendo sem parar, ele usou os dedos da outra mão para acariciá-la em seu orifício mais secreto. Hermione pareceu querer fugir, mas ele foi mais rápido, penetrando-a com um dedo. Ela grunhiu, se contorcendo, aquele traseiro redondo gingando sobre ele, e Rony recomeçou a chupar, certo que agora ela cederia.


Hermione quase enlouqueceu, sem condições para nada além de gemer. Achou forças em sua convicção sobre enlouquecê-lo e recomeçou a sugá-lo, agora com pressa e vontade, enquanto seus dedos agarraram e acariciaram seus testículos.


Rony gemeu tão forte contra seu clitóris que ela tremeu toda, seu corpo convulsionando sem controle e perdendo aquela guerra.


O prazer queimou sua intimidade, e chamuscou seu corpo todo, enquanto gritava seu prazer, agarrada aquele membro que tremulava entre seus dedos.


Rony havia vencido, mas não por muito tempo. Trêmula pelo gozo, recomeçou a chupar, mas agora de um modo voraz, apreciando as carícias que ele continuava, excitando-a novamente.


Rony tentou não gozar. Queria estar dentro dela quando acontecesse, por isso empurrou-a com toda sua força. Hermione não queria parar. Estava quase lá, quando tomou as rédeas da situação e a empurrou para a cama, sem o menor cuidado.


Hermione gemeu, adorando seu modo agressivo. Seus olhos eram um azul de tempestade, e ela podia ver os raios da paixão soltando chispas de paixão em sua direção!


Rony caiu sobre ela, prensando-a contra a cama, e afundou-se em sua feminilidade antes que pudesse reclamar ou pedir o que quer que fosse. Forte, ele bateu e rebateu repetidas vezes, entrando e saindo com todo seu comprimento formidável, alucinando-a e excitando-a a ponto da loucura.


Furiosa pelo desejo que queimava dentro dela, e querendo mais que isso, querendo tudo, empurrou-o com braços e pernas, chutando-o até Rony sair de cima dela, e cair para trás na cama, então, sentou-se sobre ele antes que Rony tivesse tempo para reagir e afundou aquele mastro dentro de si com um grito de felicidade.


Rony ficou imóvel, deixando-se montar por sua potranca preferida.


Fora de si, ela seguiu pulando e engolindo-o com pressa, raiva e ardor. Seus seios saltavam diante de seu olhar, e Rony agarrou a ambos apertando e apertando enquanto ela se contorcia, os cabelos jogados para trás, como seda espalhada a seu redor. Aquela abertura tão estreita e sempre tão apertada o sugava com fúria, enlouquecendo-o em seu mar de lava quente.


O som de sexos se chocando era um som úmido e excitante, e Rony fechou os olhos incapaz de agüentar mais tempo.


Hermione gritou quando os jatos fortes atingiam cada recanto dentro de si. Ela queria mais e mais, e não parou. Não o deixou escapar, continuou se movendo, esperando mais dele e de seu corpo viril.


Rony não as decepcionou e agüentou firme, sendo montado como um garanhão reprodutor.


Hermione desceu uma vez mais sobre aquela grossura toda e esmoreceu quando o prazer rachou dentro dela novamente. Aquele calor único, que sentia apenas quando ele estava profundamente dentro de seu corpo. Sentindo-se a criatura mais bonita, sensual e erótica do mundo, foi envolvida pela onda de prazer, e caiu sobre ele quando perdeu as forças, seu corpo completamente sem ossos.


Rony a segurou e abraçou, acariciando suas costas por uns minutos.


Foi o tempo que lhe deu para se recuperar de seu frondoso e espetacular orgasmo.


Hermione correspondeu ao beijo que lhe deu, achando que finalmente iriam descansar. Ela pelo menos precisava de um minuto para se recuperar...


Rony a girou na cama, e a cobriu com seu corpo, e Hermione soube que não teria descanso, quando aquele membro descansou contra sua barriga. Rony espalhou toda a umidade criada pelos dois por todo seu sexo e ela gemeu, sabendo o que ele faria e olhado fascinada.


Deitada, com as pernas abertas, esperou que ele fizesse. Rony encostou a glande contra seu ânus e empurrou gentilmente. Cedeu um pouco e ele empurrou novamente. Fazia algum tempo, e por isso ela se retesou, quase incomodada com o ato.


Naquela posição, Rony pode sugar e acariciar seus seios, relaxando-a e conseguindo o que queria sem dificuldade alguma. Todo dentro, beijou-a, gemendo seu nome enquanto a amava.


Hermione manteve as pernas abertas, incapaz de fechá-las em volta dele, pois aquilo tudo justamente ali, não era fácil de agüentar! Fechou os olhos agüentando as investidas e gemendo com os beijos em seus seios.


Era tão íntimo, tão sexy estar sendo usada daquele modo! Gemeu sofrida, o tesão tomando conta de seu corpo, e agarrou os próprios seios, libertando-o para fazer outros carinhos.


Rony se ajoelhou, e continuou penetrando-a várias vezes, o ritmo cada vez mais rápido e forte. Agarrou seus joelhos, aprofundando-se e gemendo.


Vendo-o perdido em seu próprio mundo, Hermione desceu os dedos para sua intimidade e começou a se masturbar, assistindo seu prazer. Rony olhava para ela, olhava para o que fazia e olhava para os corpos fundidos, gemendo com força enquanto seus quadris se forçavam, se chocavam contra os dela, tão bonito, tão viril, tão sedutor.


Hermione mordeu os lábios, gemendo e se rendendo a um orgasmo que quase a tirou do colchão, apenas levada pelo prazer de se tocar e assisti-lo fazendo-lhe amor.


Rony investiu mais uma vez antes de se derramar dentro dela novamente. Era tão bom, tão bom, e tão bom, que poderia morrer feliz, se morresse daquele modo!


Levou minutos para que fossem capazes de falar. Em algum momento, Rony havia rolado para o lado e ela virou-se de lado, descansando o rosto em seu ombro. Estava cansada, mesmo assim queria muito dizer a ele o quanto o amava.


Era o momento perfeito. Único.


Sua lua de mel, pensou sorrindo. Se não estivesse tão cansada, faria amor novamente, e diria a ele com palavras meigas o quanto o amava. Mas estava exausta e tão satisfeita que até falar requeria muito do seu esforço. Por isso, apenas esfregou o rosto contra a pele do seu peito, se enrolando contra ele, em busca do seu calor.


-Rony, eu preciso dizer-lhe algo. Algo que deveria ter dito há muito tempo – sua voz soou suave e apaixonada, e ela sorriu beijando sua pele em sinal de carinho - Eu sei que deveria ter dito antes. Há muito tempo atrás, mas não consegui. Eu... Eu te amo. E amo muito.  – pronto, finalmente havia falado!


Esperou sua resposta. Esperava ouvir um eu te amo emocionado e quem sabe, ele a beijaria até perderem os sentidos. Mas não aconteceu.


Sua única resposta foi um sonoro ronco.


Aturdida, ergueu-se e não acreditou no que via. Nu, e exausto, Rony dormia.


E para seu azar, não ouvira uma única palavra dita por ela nos últimos minutos!


Suspirou e deitou-se novamente, puxando o lençol e os cobrindo. Teria a vida toda para dizer-lhe o quanto o amava.


Sorrindo, adormeceu abraçada a seu corpo.


 


 


 


 


 


 


 


AUTORA: próximo capitulo é o último. E depois vem 2 epílogos.


 


Beta: Hahahahahahahahaha, morri com esse final do capitulo, ausdhusahduashduashduashd!!!


 

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Comentários: 1

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Enviado por mirely lopes em 17/09/2011

uhhhhhhh.....
to triste tá chegando ao fimmmm!!!

Nota: 5

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