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5. Primeiras missões (Grupo 2)


Fic: Heroes -O Torneio dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Após uma olhada no mapa, Sauron volta a guardá-lo em seu cinto e então olha para o grupo. Pensa por um instante e então anda até ficar de frente para os cavalos, observando bem suas patas.


-Os animais precisam de descanso. A caverna fica naquele rochedo, vão até lá e peguem as coisas, eu irei buscar o veneno. Encontro-os aqui. –Ordena de modo sério.


-Vai buscar o veneno sozinho? –Mark pergunta incerto se era a escolha mais sábia a se fazer.


-Não preciso de ninguém para vencer um animal, seja qual for. O segundo em comando é Moriarty. –Dito isto, Sauron se põe a “voar” na direção norte.


-Só eu o acho insuportável e torço para que leve um belo chute naquele traseiro de lata? –Morgana diz pondo-se a caminhar na direção do rochedo. Mark e Holly riem enquanto a seguem, já Moriarty e Artemis apenas trocam um olhar pensativo, ambos sabiam que aquela conduta mais a frente poderia comprometer o grupo.


Ao chegarem à abertura que levava a um túnel íngreme, notaram que a luminosidade já baixa no local pelas altas árvores, era praticamente inexistente dentro da caverna, assim Mark fora o único a continuar caminhando.


-Mark, por acaso teria uma lanterna? –Moriarty pergunta já imaginando a resposta.


-Para que, se tenho visão noturna? –Pergunta como se aquilo fosse óbvio.


-Precisamos de algo para iluminar o caminho para nós. –Artemis diz de modo seco e óbvio.


-Deixem comigo. –Morgana diz tomando a frente e então fazendo gestos no ar como se modelasse uma esfera, instantes depois uma bola de fogo surge a sua frente. –Creio que seja o suficiente. –Diz já caminhando para o túnel que descia.


-Pode aumentar e usá-la para atacar em caso de criatura estranha e ameaçadora? –Moriarty pergunta de modo objetivo.


-Claro. Ela tem o tamanho e intensidade que eu desejar. –Todos pareceram satisfeitos com a resposta.


-Mark, faça a análise da rocha das paredes. –Artemis pede observando ao redor.


-Estamos aqui para pegar uma coisa e ir, nada de curiosidades científicas. –Mark responde achando aquela dispersão estúpida.


-Acontece, meu caro soldado desprovido de raciocínio lógico, que as rochas vulcânicas tendem a ter altos índices de metais em sua composição. Preciso desenhar o esquema de quanta vantagem isso pode significar? –Artemis devolve o tom zombador, usando de sua classe e ironia.


-Segure a língua ao falar comigo, moleque. –Mark vocifera rapidamente ficando a frente de Artemis.


-Mantenha distância se não quiser virar uma sucata enferrujada. –Holly responde se pondo entre os dois.


-Sai da minha frente mulher…


-Encoste nela e vai precisar de muitas outras partes de metal. –Morgana diz aproximando ameaçadoramente a esfera de fogo de Mark.


-Já chega com esse circo! São animais por acaso? Voltem aos seus postos agora mesmo! –Moriarty ordena firme, assumindo seu posto de líder do grupo. –E, Mark, se não aguenta uma resposta ácida, seja educado.


Mark apenas cospe no chão a frente de Moriarty e usa seu foguete nos pés e mãos para seguir a frente dos outros. Morgana solta um grunhido impaciente, enquanto Artemis apenas lança a Holly um olhar agradecido.


-Acha que seu computador pode fazer a análise? –Moriarty pergunta a Artemis.


-Demorará mais, mas creio que sim. –Artemis responde e logo vê Moriarty mexer na regulagem de sua arma antes de arrancar uma generosa lasca da rocha. –Obrigado. –Artemis agradece e Moriarty faz um gesto que lembrava o de um cavalheiro tocando o chapéu.


O grupo continuou seguindo em velocidade prudente, ignorando o fato de um ter ido à frente. A certa altura chegaram em uma bifurcação, onde Holly fez um gesto pedindo que parassem e apurou os ouvidos, reconhecendo o ruído baixo dos motores de Mark vindos da direita.


-Mark está lá, então devemos seguir por aqui. –Holly diz já seguindo a frente, Morgana logo ficando ao seu lado enquanto Moriarty observava Artemis mexer em seu computador tentando fazer as análises necessárias.


Andaram por mais alguns minutos pelo túnel até chegarem a um salão belamente iluminado, coberto por cristais nas paredes e estalactites de um material parecido. O grupo parou chocado, olhava ao redor impressionado.


-O jeito como a luz reflete… -Moriarty diz pensativo, ensaiando um sorriso de canto. –Vou fazer um teste. –Diz já sacando a arma e então atirando em um dos cristais.


O laser atingiu o cristal e foi rebatido para outros, parecendo ficar cada vez mais fortes a cada rebatida. Artemis rapidamente viu o padrão e, em um rápido reflexo, fez seu escudo flutuar em uma inclinação sutil a frente de Morgana, impedindo que a atingisse e redirecionando o laser para o teto, onde fez uma grande quantidade de rocha cair sobre eles, sendo amparadas pela magia de Holly.


-Da próxima vez que quiser fazer um teste, deixe que fiquemos longe do seu raio de ação. –Morgana rosna irritada para Moriarty.


-Alguma ideia de como iremos arrancar um desses? –Moriarty pergunta, ignorando a reprimenda de Morgana.


-Vou tentar com a espada. –Holly diz se adiantando.


Ao investir contra o cristal, Holly sentiu todo seu corpo vibrar, porém o ar tinha uma vibração muito maior e provocava um som tão alto que a sensação era a de que estavam investindo repetida e cruelmente um picador de gelo em seus ouvidos. Artemis correu preocupado até ela, que estava no chão e fez com que seu “escudo” se transformasse em um capacete que a protegeu do restante do som, amplificado pela acústica da caverna.


-O que foi isso? –Morgana pergunta um pouco confusa.


-O som era tão alto, que nós não ouvimos, mas para ela foi ensurdecedor. –Moriarty explica enquanto Artemis a ajudava a se levantar e a levava para onde os outros estavam.


-Moriarty, tente regular a sua arma para um feixe permanente e de média intensidade. Se não há como quebrar o cristal, iremos tentar derreter sua base. –Artemis diz e logo depois retira o “capacete” de Holly, que parecia já estar melhor.


-Parece que a missão não era tão fácil assim. –Morgana diz resolvendo se sentar no chão. –Será que ele tem propriedades mágicas? –Se pergunta em voz alta, tocando levemente a superfície do cristal.


-Não sei se são mágicos, mas me parecem possuir grande energia. –Moriarty diz com um brilho no olhar que Artemis conhecia bem. De fato uma caverna como aquela poderia ser mais valiosa que todos os poços de petróleo do Oriente Médio e EUA juntos.


-Pena não podermos levar uma grande quantidade para estudá-los. –Artemis diz pegando seu computador e apontando o scanner para um dos cristais.


-Espero que Sauron esteja se saindo melhor. –Holly diz aborrecida, também sentando-se no chão e esperando que o laser funcionasse.


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Sauron chegou rapidamente à costa, onde observou um mar calmo, de águas frias e profundas. Sem dar a mínima importância para a bela paisagem à frente, conjurou seu imponente dragão vermelho, era a primeira vez que o via. Era enorme, as escamas tinham cor de sangue e brilhavam com o reflexo dos raios solares, as amplas asas eram fortes e possuíam espinhos, já a cauda possuía formações ósseas semelhantes a espinha de peixe, porém com ossos fortes e certamente fatais, por fim os olhos completamente negros completavam a aparência assustadora.


-Chamarás Melkor! –Sauron diz satisfeito, porém a voz grave denunciava o temor que aquele nome invocaria em seus inimigos.


O dragão, ao ouvir seu nome, urra alto e forte, calando a floresta, depois expele chamas potentes que lembravam a Sauron da lava onde forjará o Um Anel. Sem mais esperar e ansioso para testar sua montaria, o cavaleiro negro monta sobre as escamas conjurando em torno do focinho uma elegante e bela rédea.


-Mostre-me do que é capaz, Melkor. –Ordena firme.


O dragão ganha os céus com um forte impulso, o bater das asas era forte, quase violento, fazendo com que rapidamente ganhassem velocidade e alcançassem o meio do oceano. Ao chegar Sauron puxa as rédeas indicando que o dragão parasse, algo que fez rápido e suave, enquanto o cavaleiro olhava as águas, a procura do adversário.


Uma enorme mancha escura surgiu na água e Sauron soube que era aquela a criatura da missão. Sem esperar mais, sacou sua espada e lançou um feitiço na direção da mancha, que se agitou com o impacto.


-Alerta, Melkor. –Sauron avisa em um ordem clara para o dragão ficar em guarda. No minuto seguinte uma enorme serpente marinha surgia com suas escamas azuis intensas, olhos prata e hálito gélido, lançando uma rajada de gelo na direção do dragão. –Fogo! –Sauron ordena e Melkor lança suas chamas na direção do gelo, ambos se anulando e virando uma densa nuvem.


Deixe por minha conta, mestre! –A voz grave e rouca de Melkor surge na mente de Sauron, que embainha sua espada e segura firme as rédeas em uma aceitação muda.


O dragão voa em torno da serpente marinha, pegando velocidade, obrigando a serpente a girar e tentar atingi-lo com gelo. Já em grande velocidade, Melkor diminui o raio do seu círculo de voo, até estar a poucos metros e então poder usar sua calda para atacar, os cornos cortando o corpo longilíneo da serpente marinha que tenta abocanhar Melkor.


Impassível, Sauron apenas observa a serpente morder o pescoço de Melkor, que também cravava suas presas na adversária. Ambos sacudiam ferozmente suas cabeças, Melkor mantinha as asas batendo para se sustentar no ar, a cauda dava equilíbrio ao corpanzil, que ficou repentinamente tenso assim que Melkor sentiu o gosto estranho do sangue da serpente marinha e então liberou seu mais potente jato de fogo.


Sauron ofegou, seus níveis de magia decresciam muito rapidamente, por isso ergueu-se e usou de levitação para agarrar-se no focinho da serpente marinha, em uma de suas mãos o frasco de vidro e na outra a espada, com a qual perfura a área ligeiramente protuberante do céu da boca, perto de uma das presas, fazendo o líquido viscoso e esverdeado escorrer para o depósito de vidro reforçado.


-Já basta Melkor, a missão está cumprida. –Sauron diz deixando-se ser atirado pela serpente. Imediatamente o dragão deixou de abocanhar o pescoço da serpente e lançou sua cauda no focinho dela, para então conseguir tempo para mergulhar e pegar Sauron com a boca, voando rapidamente com ele até a costa, onde o deixar cair no chão enquanto desaparecia.


Sauron se ajoelha agilmente, o frasco firme e intacto em sua mão é colocado no chão, então ele retira sua mão, coloca o frasco dentro da armadura do pulso e reencaixa a mão metálica. A seguir, Sauron pega o pergaminho de missões enquanto se levanta e vê o símbolo mudar de cor, indicando que a missão fora cumprida, no entanto a outra continuava aberta o que desagradou o capitão do time.


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Após descarregar toda a bateria no cristal e arrancar-lhe uma barra de 10x7cm, o grupo seguiu pelo mesmo caminho que chegara, parando apenas ao alcançar a bifurcação.


-Mark não nos alcançou e não há rastros dele por aqui. –Moriarty diz ao analisar o chão e paredes. –Melhor irmos pelo outro túnel ver se ele está lá. –O tom não era nada satisfeito e a expressão dos outros acompanhava a insatisfação de Moriarty.


-Aquele arrogante incompetente ainda vai nos atrasar. –Morgana reclama.


-Talvez esteja tentando pegar o ovo que nos dará os cavalos. –Holly diz dando de ombros, evidenciando algo que havia passado despercebidos pelos outros.


-Ao menos por enquanto, esses cavalos são importantes. –Artemis reforça e os outros concordam.


A caminhada pelo túnel durou um pouco mais que a outra, porém indicava uma luz forte nos últimos metros, o que se explicou de modo magnífico assim que chegaram ao final. Havia uma cratera que formava um verdadeiro vale devido à abertura no teto, abaixo deles uma verdadeira floresta pantanosa se erguia e, no centro, uma enorme formação de pedra onde no topo havia um ninho com três ovos.


-Não sei como é essa ave, mas derrotou o soldado metido. –Holly diz apontando um ponto metálico caído à beira de um lago pantanoso, metade do corpo sob a água.


-Se você diz. –Moriarty fala o que era o pensamento de todos, que não conseguiam enxergar o que a elfa apontava. –Alguma ideia de como descer? –Pergunta olhando os dez metros até o chão abaixo deles.


-Eu salto, Morgana pode levitar vocês para lá e então pular, creio que consiga segurar o peso dela. -Holly diz e olha para a bruxa, que assente. –Até mais. –Diz logo antes de saltar, a queda sendo suave e perfeita como se houve apenas dado um saltinho para frente.


-Porque não tira essa cara de bobo e tenta pensar em um jeito de chegarmos nos ovos? –Morgana diz a Artemis, já começando a levitar Moriarty para baixo.


Artemis cora, porém tenta disfarçar, observando o entorno das árvores tentando ver algum tipo de estrutura que pudesse servir de ponte ou local para se prender uma corda ou cipó. No entanto, não havia nada a vista.


-Sua vez. –Morgana avisa antes de começar a levitar ele até onde Moriarty e Holly examinavam o chão e as árvores ao redor. Artemis chega rapidamente, principalmente ao ser “solto” cerca de dois metros do chão, o que o faz cair de cara. –Holly? –Morgana a chama e a elfa se posiciona, ao que logo Morgana se atira.


-Estou realmente gostando desse corpo novo. –Holly diz logo que apara seguramente a bruxa, logo a colocando no chão.


-Aproveita então sua supervisão e nos leva até Mark, quanto mais cedo terminarmos, melhor. –Moriarty diz não gostando da temperatura quente e úmida em excesso do local.


Holly toma a frente e segue a passo rápido até o companheiro caído, os outros a seguiam como dava, Artemis e Moriarty vez por outra tropeçando nas raízes altas ou nos limos que cobriam o chão e os troncos.


Ao chegarem até Mark, viram a arma no chão e Moriarty foi pegá-la, Holly o tirou da água e Artemis examinou enquanto Morgana se pôs a observar o redor à procura de algum animal ou do pássaro em questão.


-Vários cortes, alguns ossos quebrados, parece que o animal é bem forte. –Artemis diz enquanto conectava o computador ao cérebro eletrônico de Mark. –Vamos ver exatamente que bicho é esse.


A seguir aparece a imagem 3D sólida de Mark e de uma gigantesca ave cujas penas tinham aparência metálica, o bico era longo e pontiagudo como de uma garça e as garras das patas afiadas e curvas, propícias para agarrar.


-Rebate o laser como o cristal, a força de Mark parece não tê-la afetado, não é muito rápida, porém muito abrangente o bico longo proporciona ataques muito eficientes. –Moriarty diz enquanto analisava as imagens da luta, que passavam a uma velocidade um pouco maior que a natural.


-Nesse caso, nada como a boa e velha magia. –Morgana diz já se animando.


-Use sua previsão do futuro para saber se os ataques que planeja serão eficientes. –Artemis pede enquanto digitava alguns comandos no teclado, tentava analisar os pequenos detalhes da ave.


-Inferno! –Morgana rosna irritada. –Nenhum dos que pensei dará certo. Nem os seus Holly. As penas desse bicho são feitas de alguma coisa resistente.


-Eu acho que sei o que dará certo. –Artemis diz com um minúsculo sorriso de canto. –Holly, preciso que vá para bem longe. Moriarty, o cristal. –Pede e, pelo olhar, Holly sabia que devia correr para o mais longe possível. Moriarty não entendeu bem o que ele faria, porém deu o cristal. –Fiquem aqui com Mark, eu pegarei o ovo.


Artemis crava o cristal no chão arenoso, se adianta com seu disco metálico e toca de leve o pé na água, vendo a enorme ave surgir pela abertura superior, seu bico alcançava os oito metros de comprimento. Assim que a ave mergulha com suas asas encolhidas e o bico mortal apontado para Artemis, este faz seu disco metálico bater a toda força no cristal.


O som produzido fora ainda mais alto que o anterior, quando Holly batera com a espada, fazendo com que imediatamente a ave caísse no chão se contorcendo e gritando em agonia. Artemis rapidamente pulou e seu disco encaixou sob seus pés, o levitando rapidamente até o topo da rocha, onde pôde pegar um dos avos. Quando novamente voltou ao chão, lançou o disco mais uma vez no cristal e lançou o ovo para Morgana, arrancou o cristal do chão e começou a correr com na direção pela qual vieram.


-Muito esperto garoto, você é o filho que eu sempre quis ter! –Moriarty diz exultante, enquanto corria ao lado de Artemis, Morgana ia a frente deles com o ovo sob um dos braços.


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-Porque inferno demoraram tanto? –Sauron esbraveja ao ver o grupo sair da caverna, Mark estava sendo carregado por Holly.


-A culpa foi desse idiota, que não respeitou a hierarquia e se precipitou à frente. Acabou se machucando e retardando a volta, além de limitar nosso plano de ação, já que não pude dividir o grupo em dois para as duas missões. –Moriarty diz de forma ríspida o olhar duro em cima de Mark denunciava a veracidade das palavras.


-Qual o estado dele? –Sauron pergunta ainda em tom frio.


-Se não fosse o poder de se curar rapidamente, estaria quase morto. Mas creio que pela noite já esteja bem. –Artemis diz sem se abalar.


-E como foram as missões? –Pergunta observando como Artemis e Moriarty pareciam sujos e suados, enquanto Morgana e Holly estavam tranquilas e limpas.


-O cristal não tinha proteção, mas exigiu muito tempo do laser em funcionamento para derreter a base e poder ser removido. Não havíamos conseguido quebrá-lo com a espada ou com um tiro forte, magia parecia que também não adiantaria, por isso acabamos demorando um pouco inicialmente. Depois fomos livrar a pele do Mark que caiu pra ave. Não tivemos nenhum trabalho com ela, já que Artemis usou o próprio cristal para produzir um som tão alto que nós, humanos, não conseguíamos ouvir, mas fez a ave ficar agonizando.


-E porque estão tão sujos? Parecem que lutaram a unha com o bicho. –Sauron parecia bastante critico, o que deixou Moriarty e Artemis sem reação, afinal se dissessem a verdade, poderia soar pior que a hipótese equivocada.


-Esses molengas não sabem andar ou correr entre árvores sem cair. –Morgana diz quase aos risos, segurando-se apenas porque ela e Holly já haviam rido bastante na volta.


-Artemis e Moriarty são homens de cidade e não do campo, então teremos que ter paciência. –Holly diz um pouco mais amena.


-Não se pode esperar que cavalheiros de grande intelecto acostumados a discutir sobre grandes inventos em uma boa mesa ou em uma biblioteca confortável, virem camponeses de uma hora para outra. –Moriarty diz com toda sua dignidade e empáfia.


-Moriarty tem razão, por isso foi bom termos mantido os cavalos. Mas e sua missão, Sauron, foi bem sucedida? Teve a possibilidade de invocar o dragão? –Artemis pergunta desviando o assunto, porém com sincero interesse no dragão.


-Melkor é a melhor montaria que eu poderia ter. –Responde curto e grosso antes de se voltar para o grupo e ir até os cavalos, fazendo um gesto para que as amarras se desprendessem e fossem para sua mão.


-Voltamos para o mercador ou há uma missão próxima? –Morgana pergunta indo até o líder.


-Eu decidi que vou voar até o mercador e me encontrar com vocês no caminho, assim economizamos tempo. Melkor conseguirá fazer o trajeto de volta em algumas horas, enquanto isto vocês irão para a missão mais próxima. –Sauron pega o pergaminho e mostra o mapa com mais duas missões.


-A floresta aqui parece densa e não há rios próximos, isso não é bom. –Morgana diz apontando o caminho mais curto. –O melhor seria ir pelas montanhas, é mais longo, porém podemos aproveitar a água e o terreno mais livre. Talvez cheguemos mais cedo inclusive, já que não devemos ter salteadores e animais no caminho.


-Mas as montanhas não me parecem ter um bom clima, podemos pegar bastante chuva e frio. –Artemis diz calculando mentalmente a altura aproximada das montanhas.


-Ainda sim é o melhor caminho. –Holly diz em apoio a Morgana. –Além de termos menos inimigos, poderemos observar de cima os arredores, aprender mais sobre o lugar.


-Também temos que considerar que é mais fácil achar metal nas montanhas. –Moriarty pondera, sabia que nenhum dos caminhos seria fácil, porém aquele prometia algumas vantagens.


-Então está decidido, avancem pelas montanhas. O melhor será contornarem a esta, que beira o oceano, depois subirem a colina e por fim pegar a trilha pela cordilheira, assim posso alcançá-los e encontrá-los facilmente na colina.


-Melkor voa tão rápido assim? –Artemis pergunta surpreso, pois o dragão iria cobrir em dois dias, uma distância que os cavalos levariam quatro para fazer.


-Melkor é magnífico e eu sou poderoso o suficiente para mantê-lo o tempo que for necessário. –Artemis e Moriarty trocaram um olhar, haviam notado a pequena inflexão na voz de Sauron.


-Já que será desta forma, é melhor deixar o mapa conosco. Pode se guiar pelos picos, mas precisaremos do mapa para achar a trilha. –Moriarty diz de forma séria, porém não precisava ser muito inteligente para desconfiar que ele duvidava das capacidades de Sauron e preferia ter o mapa com eles.


-Pode ficar com o mapa, não haverá problemas. –Sauron diz de forma tranquila e então levita Mark até seu ombro, onde o acomoda como uma saca de grão. –Vou levar o insubordinado e ensinar um pouco de disciplina militar. Espero que quando volte Moriarty não tenha mais nenhum caso a me relatar. –O aviso era ríspido e direto, o olhar pendendo ligeiramente para Morgana.


-Só tome cuidado com a cabeça, o cérebro robótico não deve ser danificado de forma alguma, ou ele se tornará inútil para nós. –Artemis observa e Sauron assente.


-Dispensados. –Sauron diz mantendo-se de pé, o que era um aviso de que, daquela vez, ele esperaria os outros partirem.


Assim que montam, os quatro partem a galope, aproveitando-se do descanso de horas que os animais tiveram. Quando estavam já a distância segura, Morgana solta um chiado baixo.


-Esses homens de lata são altamente irritantes! –Esbraveja indignada. –Artemis, você que possui poder sobre metal, não poderia espalhar aquela armadura cafona pelos quatro cantos do mundo?


-Quando já não precisarmos dele, posso atender seu desejo. –Artemis diz rindo. –Certamente a armadura é horrorosa, parece feita por animais. –Concorda fazendo os outros rirem.


-Você acertou em cheio. Foram feitas por Orcs, posso sentir o fedor deles a distância, impregnado no metal. –Holly diz em apoio, porém ao invés de rirem a olham curiosos.


-O que são orcs? –Moriarty externa a dúvida de todos e Holly começa uma explicação não apenas sobre orcs, como sobre outras criaturas mágicas poderosas e perigosas.


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N/A: Oi, demorei um pouquinho, mas estou de volta. Acabou o prazo para votação e a fic escolhida para ser postada pela F1 foi esta. Em breve farei a contabilidade para saber quantos capítulos estou devendo a vocês.


N/A²: Um capítulo dedicado ao grupo 2, onde vemos alguns rachas na equipe. Tem também uma demonstração dos poderes e a mostra de que força não é nada se não usada com sabedoria. O nome Melkor significa algo como “O mau” ou maligno, vilão.


Silvia Cecil: Então, acha que esse encontro vai demorar a acontecer ou não? Acha que na situação atual, qual grupo tem mais chance de vencer?


may33: Imagine aí, um reino enorme inteirinho a favor deles e “contra” os outros grupos, ou seja, vai ser bem mais difícil pros concorrentes! Para Hermione e Harry eles são irmãozinhos, ainda não ganharam malícia não. O cara não era um velho, ela não rejuvenesceu ninguém, Hermione curou ele da doença degenerativa, por isso ele ficou parecendo mais novo e forte. Parada de escritora de verdade? *fiquei com vergonha* Bom, aquilo do mapa foi uma coisa que pensei ser meio lógica, usei fusos horários e tal como base. Aos poucos Eragon e Harry vão ficar bem amigos, bem parceiros. Eu queria uma parte cômica no capítulo e aí vi a chance perfeita para estrearem a banheira rsrs. Nada de mais benefícios dos deuses. Os unicórnios são bem úteis sim, quanto a Arya, ela relaxa vigiando, faz outras coisas durante o tempo livre. Não sei quando sai o último do Eragon e Artemis não está finalizado, também não sei quando sai o próximo.


Pâmela Potter.: Hermione nessa fic pode mostrar todo seu potencial intelectual. Fez uma ótima análise da situação, acontece que o reino não é pequeno, aquele era só um “Estado” do reino maior. Pois é, eles estão muito bem preparados estrategicamente e no quesito informação para planejar as missões. Hermione e Arya são bem autoritárias, esses rapazes que coloquem o rabinho entre as pernas e obedeçam quietinhos rsrs. Fico feliz que esteja gostando do lugar e as descrições. Arya tem um poder legal, mas o Grier também, afinal ele poderia se transformar numa mosquinha e ir espiar as meninas no banho e tals. Ainda não sei quanto vai demorar pra ter H/H, mas já sei quando vai ser.


luiza potter: A Hermione não pode reclamar, passa dos braços do Harry pros do Eragon e volta pro Harry rsrsrs. O banho de espuma era para eles se recuperarem, como jogador de futebol que deixa homem fazer massagem neles. Uau, 8! Que bom que está gostando tanto!


Lari_sl: Esse banho fez tanto sucesso que vou fazer umas situações afim depois rsrsrs.


JéèH G. Potter: Huahuahua eles não levaram roupa para dentro do banheiro, mas podem usar magia para conjurar as roupas que tão nos baús. Calma, segura a curiosidade rsrs. Ele ficou preocupado, queria cuidar dela, aí tava dormindo juntinho. Sim, ficarão até o final, terão até mais filhinhos. Hermione é sinistra, vai mostrar porque é tão boa aluna e tals. Gema é uma “joia”, não necessariamente valiosa.


Melissa Hashimoto: Realmente atrapalha um pouco, terei que fazer uns capítulos explicativos, mas é uma satisfação para mim difundir um pouco de cultura mostrando outros livros e incentivando as pessoas a ler. Groar e Grier tão trabalhando para medir o tamanho de um fuso oras! E o Harry e o Eragon encararam os dragões. Ele fica preocupado, mas ambos têm essa visão de irmãozinhos então vai demorar um pouco para que se “descubram”. Vou tentar fazer vários momentos fofos dos casais.


Cleber Knies: fico feliz por estar gostando, mas não posso prometer não demorar, tenho muito pouco tempo livre por causa do mestrado.


Wilhan dutra: Rápido? Demorado? Não entendi.


Tainá Yumi Watanabe: Huahua tadinho do Harry na mão de vocês! Se depender de você, a Hermione entra com as roupas limpas e vai esfregar as costas deles, não é?


Freya Jones: Uni foi ótimo! Não tinha pensado nisso, mas realmente parece.


r.ad: As vezes tenho um momento iluminado e consigo fazer algo engraçado rsrs. Vou tentar fazer mais cenas engraçadas.


alylyzinha: Estou tentando apresentar todos, mas aconselho a leitura dos livros de Eragon e Artemis Fowl para melhor entendimento e também diversão!

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