Gina nunca foi muito chegada em sua cunhada Fleur, aprendeu a admirá-la por causa do irmão, a quem tinha muita admiração. Naquele momento, no entanto, não conseguiu se controlar saiu da lareira com tamanha tristeza estampada no rosto que foi impossível fingir.
A cunhada a abraçou entendendo o que se passava na cabeça da menina.
- Se acalme Giny, no chorre, tudo vai ficar bem!
( N/A: meninas me desculpem, não sei escrever direito o sotaque da Fleur!!!)
_ Ai, mas eu não posso esperar mais, eu preciso que algo aconteça e acabe de vez com essa tortura. Ele nem me olha, ele nem me nota, na verdade acho que nunca notou. Eu me enganei, eu quis de mais algo que não era pra ser.
_ No ma pequene, as vezes as coisas no son como esperamos, mas tenho certeza que o Arry gosta de você, ele só está muito ocupado e também deve estar confuse com tudo isso. Dê mais um tempo, e fique aqui o quanto precisar, o quarte de hospedes é todo seu.
Como se pressentindo que algo estava errado, Gui Wesley entrou pela porta da cozinha, estava no gringotes, mas resolveu passar em casa para ver como a mulher estava. Quando entrou pela porta viu a mulher, que exibia uma barriguinha saliente, abraçada em sua irmã que tinha o rosto e os olhos vermelhos pelo choro, os cabelos desgrenhados e a roupa ainda suja de fuligem da lareira. Ele saiu correndo até ela, retirando - a dos braços de Fleur com um olhar desesperado. Ainda tinha muito medo pelo que pudesse acontecer a família.
_ Gina o que aconteceu, me diz, foi alguma coisa na toca? Onde estão os outros?
A menina agora estava envergonhada, não estava acostumada a ter este tipo de conversa com os irmãos mais velhos eles ainda achavam que ela era uma menininha. Parou de chorar sentindo um misto de vergonha e susto. Procurando ajuda buscou pelos olhos da cunhada que na mesma hora veio em seu auxilio.
_ Gui, no se prreocupe, esta tudo bem. Gina esta só com alguns problemas do coração, mas logo vai ficar bem de novo.
O irmão olhou a menina a sua frente e lhe deu um sorriso de compreensão. Indo até ela, puxou-a para si e aconchegou-a num abraço, enquanto afagava seus cabelos.
_ Sabe Gina às vezes eu me esqueço que você cresceu, já é quase uma bruxa adulta, e tem sentimentos de bruxa adulta. Eu sempre soube desta sua paixão pelo Harry, e acho ele um rapaz muito bom. Mas não quero te ver sofrer deste jeito, ele esta muito confuso, mas todos percebemos que sente algo por você. Acredite em mim, ele age com você, do mesmo modo que eu agia com a Fleur antes de namorarmos.
A loira sorriu com as lembranças trazidas pelo marido. Sorriu para ele que continuava a acalentar a irmã.
_ Eu acho que ele está um pouco confuso, e tenho certeza que quando perceber que você não está na Toca ele vai ver o quanto está fazendo você sofrer. Na verdade eu acho que a Fleur deveria preparar o outro quarto de hospedes, por que eu aposto que até o final do dia ele virá!
_ A ruiva deu um sorriso para o irmão e fungando conseguiu murmurar um obrigada.
Compreendendo que a garota talvez quisesse uma pouco de solidão, Fleur levou Gina até o quarto onde a garota permaneceu pelo resto da tarde.
Quando o Senhor Weasley aparatou nos jardins da Toca junto com Harry, Molly não demorou a vir ao encontro dos dois. Estava com a aparência um pouco triste, denunciava que havia chorado.
- Harry querido onde estava?
- Estava no ministério, tinha um assunto para falar com o senhor Weasley. E os outros onde estão? Onde está a Gina?
- Harry o Rony está conversando não sei onde com a Hermione, e a Gina, bom a Gina foi passar uns dias na casa do Gui e da Feur, para ajudar com a gravidez.
Harry olhou para a senhora Wesley com cara de assustado, estava sem fala, jamais esperou não encontrar a ruiva neste momento. Quando olhou para o lado, seus amigos se aproximavam, com cara de felizes e querendo saber o que estava acontecendo.
Hermione ao saber que a amiga não estava em casa, se mostrou nervosa demais e olhou para Harry com ares de fúria. Soube na mesma hora entender os motivos e intenções de Gina. Acabou por deixar todos de lado e sair em direção a casa pisando duro. Não entendia como o amigo podia ser tão devagar as vezes.