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6. Sonhos do passado


Fic: Waris Darah - VOLTEI


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Harry?! – Falou ela estupefata pela visão do moreno.


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- Ok... Eu disse que queria chegar causando, mas isso não estava nos meus planos. – Comentou ele rindo.


- Bem, estando ou não aproveite... Está todo mundo te olhando.


- Ok, então como diz o ditado, se ajoelhou tem que rezar... Então vamos fazer isso de uma vez. – Riu ele com um sorriso maroto em quanto caminhava lentamente pelas mesas piscando sempre para uma garota que chamava sua atenção.


- Harry! – Exclamou o diretor pasmo em quanto via seu velho aluno caminhar a sua frente, completamente diferente de um ano atrás, o corpo fraco e pequeno do garoto, com pequenas revelações de músculos por causa do quadribol haviam sido trocados por um corpo forte, definido e robusto, o antigo olhar bondoso, carismático e inocente havia sido trocado por um olhar sarcástico, irônico e muito malicioso.


- Ola diretor. Desculpe-me pelo atraso, eu perdi o trem. – Falou ele na maior cara de pau em quanto dava um sorriso sabendo que todos estavam escutando.


- O senhor não acha que um ano e dois meses é um atraso grande de mais para quem somente perdeu o trem? – Acusou minerva o olhando de forma repressora.


- Sabe como é professora, o caminho de Londres até aqui não é exatamente pequeno, ainda mais feito a pé. – Retrucou ele dando de ombros em quanto fazia a maior cara de santo, mas sem eles saberem o moreno se estourava na risada por dentro.


- Por hora somente sente-se em seu lugar e após o jantar dirija-se a minha sala sim? – Pediu o diretor em quanto o avaliava e em silencio tentava sondar a mente de seu velho pupilo e para sua surpresa foi completamente barrado.


- Claro diretor. Concordou ele com o maior sorriso sarcástico em quanto se virava e caminhava para sua mesa. Durante sua caminhada olhou diretamente para a mesa sonserina, mais exatamente para um loiro e deu um sorriso que dizia que precisavam conversar mais tarde.


Passando os olhos pelo resto do salão acabou encontrando a mesa corvinal e nela uma loira na qual deu um comprimento de cabeça e foi retribuído com um belo sorriso.


Mas foi quando chegou na mesa grifinoria que seus olhos bateram naqueles que sempre o ajudaram que ele sorriu, um sorriso amplo e cheio de significados e emoções, sentimentos esses que seus amigos não entenderiam.


- Harry! – Foi o murmúrio que saiu dos lábios de Gina antes dela pular literalmente em cima de Harry o abraçando. – Que saudades seu, seu trouxa. Tinha que sumir sem deixar noticias é?


- Foi mal ruiva, mas naquele dia eu realmente precisava ir. – Começou ele fazendo uma bela cara de cachorro sem dono, para depois completar serio. – Quebrei uma promessa e por isso precisava me redimir. – Terminou ele sem olhar para ninguém e Rony tentando amenizar a tenção que havia ficado se levantou para cumprimentar seu velho amigo.


- Cara que bom você estar de volta. – Falou ele abraçando o garoto e dando uns tapas em suas costas.


- Valeu Rony, é bom voltar. – O próximo a lhe cumprimentar foi Neville e logo após ele veio Hermione, e quando estava bem próxima deu um belo de um soco no peito do rapaz que soltou um gemido.


- Hey, por que isso?


- Pra ver se você aprende a nunca mais sumir sem dar noticias. – Falou ela com a face seria para depois abrir em um sorriso e o abraçar. – Mas é ótimo saber que você esta bem e que voltou. – Terminou ela fazendo todos rirem.


- Ok, agora que todos já deram oi para o Harry que tal a gente se sentar pra comer? To atorado de fome. – Exclamou Rony com uma careta o que os outros revirarem os olhos.


- Mas então Harry, onde você estava durante todo esse tempo? – Questionou Neville, que havia sentado ao seu lado em quanto pegava um pouco de purê.


- Eu estive por todo lugar. – Falou ele com um sorriso no rosto, mas vendo que seus amigos não entenderam voltou a falar. – Eu quero dizer que não fiquei só em um lugar durante esse tempo, viajei para diversos lugares. Nunca fiquei parado por muito tempo em um lugar.


- Que lugares que você visitou?- Pediu um Rony animado.


- Roma, Austrália, China, Estados Unidos, Canadá, Brasil... Resumindo vários lugares.


- E quando você chegou Harry? – Questionou uma Hermione seria. Harry sabendo que levaria sermão respirou fundo antes de responder.


- Estou na Inglaterra a uma semana e meia mais ou menos duas talvez.- Teve sorte por estar no salão principal só por ver a cara brava de Gina e Mione.


- E nem para dar um sinal de vida Sr. Potter?


- Desculpa, eu estava ocupado, não podia aparecer ainda. – Pediu ele se desculpando e Rony para livrar o amigo puxou outros assuntos e logo eles se esqueceram do que estavam falando e isso fez o jantar passar rápido. Quando Harry viu que Dumbledore havia saído do salão soube que era hora de ir atrás e se levantou.


- Vai aonde Harry? – Pediu Rony quando viu o amigo levantar.


- Dumbledore quer falar comigo. – Falou ele com uma cara de tédio. – Meia noite na sala precisa. – Aquilo pareceu sair na voz normal dele o que fez os outros darem uma olhada ao redor para verem se ninguém havia ouvido, mas todos continuavam conversando normalmente como se nada houvesse ocorrido em quanto o moreno caminhava lentamente pelas portas de carvalho e mais duas pessoas ouvem algo, mas diferente das outras nenhuma das duas levou um susto com o fato.


Assim que se levantou saiu caminhando calmamente pelo salão principal, atraia alguns olhares dos curiosos. Ainda mais já que fazia um ano que ele não aparecia em publico, e com a entrada que teve. Balançando a cabeça afastou as idéias que tinha na cabeça e saiu andando para a sala do diretor.


- Você já tem em mente o que ele vai tentar fazer certo? – Questionou uma Lilith curiosa em sua mente.


- É tenho sim... Mas se ele pensar que vai se safar dessa. Ele esta completamente enganado. – Terminou ele com um sorriso sádico em quanto se colocava em frente as gárgulas. E sem esperar com um movimento de mão fez ela pular para o lado pasma em quanto ele subia a escada.


Deu duas batidas na porta e logo ouviu um claro entre do lado de dentro e assim o fez. Na sala do diretor se encontrava alem de si próprio todos os professores no que se parecia uma reunião, e assim que entrou na sala todos se calaram.


- Sente-se Harry. – Pediu Dumbledore o olhando com calma. O moreno consentiu em quanto se sentava calmamente na cadeira e esperava o diretor começar a falar. – Então Harry, você sabe que foi uma grande irresponsabilidade ter fugido assim, sem dar satisfação a ninguém. Foi algo bem imprudente de se fazer, ainda mais com Voldemort em sua cola.


- Me diga diretor. O que o senhor faria, se uma promessa que você fez, uma promessa de sangue fosse quebrada em sua frente por causa de sua incompetência? O que o senhor faria Dumbledore? – Pediu o moreno com a voz fria e seria o que fez alguns sentirem um leve arrepio na coluna.


- Eu pensaria nas conseqüências e tentaria repara-lo, mas não fugiria.


- Esse é você, e não eu... – Deu de ombros o Potter sem ligar para o que ele lhe falou.


- Se é assim, por que não nos conta onde você esteve nesse ano que passou longe? – Pediu ele com a voz gentil, mas escondida nessa gentileza estava toda uma voz de comando em quanto ele tentava entrar na mente do garoto, mas encontrando barreiras enormes.


- Não tente invadir minha mente velho... Isso não seria nada bom para sua sanidade. – Falou ele com a voz mais fria, deixando alguns professores estáticos, pelo diretor tentar invadir a mente de um aluno.


- Então ira nos contar onde esteve?


- Não, não irei contar, por que isso não é do seu interesse... Uma vez que a vida é minha e de ninguém mais. – Replicou ele com uma voz um tanto infantil.


- Acho que você não entendeu Potter, você ira nos contar onde esteve, por bem ou por mal. – Sua voz não era mais nem um tanto gentil, e sua face estava seria e dura.


- Isso é uma ameaça diretor? – A voz do moreno estava irreconhecível, estava mortalmente fria e transpareceu mais ódio ainda quando ele se levantou. Mas isso só fez um sorriso aparecer na face de Snape.


- Pode considerar como.


- Deixe-me mata-lo... Deixe eu quebrar todos os ossos dele. Por favor?! – Implorava Lilith, louca por derramar mais um pouco de sangue, mas ainda não era a hora.


- Ainda não minha amiga, espere mais um pouco, o velhote não merece tanto.


- Ah mas só algumas torturar, poucas eu juro... Vamos Harry, não custa nada você me deixar brincar um pouco com o velhote.


- Hoje não vai dar Lilith, mas prometo lhe deixar em breve, muito em breve.


­- Hum... – Começou ele como se analisasse o que ele falou. – Pena que eu não ligo. – Falou ele dando de ombros em quanto dava as costas ao diretor e se encaminhava para a porta.


- Não me de as costas Potter. – Ordenou o diretor se virando para ele e apontando sua varinha. – Reducto. – Gritou o diretor e um jato azulado saiu de sua varinha, e pego meio de surpresa pelo Potter, que não esperava ser atacado de uma forma tão miserável, foi lançado bons metros para frente. Fato que fez um sorriso aparecer nos lábios do professor. E criar uma certa tensão na sala, já que nenhum professor ali admitiria um professor, ainda mais Dumbledore laçar um feitiço de tal porte em um aluno.


- Alvo, como você ousa fazer isso? Ele é só um aluno. – Exclamou uma horrorizada Minerva.


- Harry! – Gritou Remo indo em socorro ao filho de seu melhor amigo quando o mesmo começou a se levantar para a surpresa da maioria ali.


- Eu não gosto nem um pouco de ser atacado pelas costas diretor. Isso não é nenhum pouco legal. – Começou ele de cabeça baixa, mas quando a ergueu, o diretor se arrependeu de ter feito aquilo, a face do Potter parecia uma mascara, sem sentimento algum, mas com uma aura de raiva, ódio e vontade de sangue o circulando. E assim ele começou a caminhar na direção do diretor. Que rapidamente tentou lançar um feitiço no moreno que com um movimento de mão o ricocheteou para um canto distinto da sala.


Aquela cena estava chocando de mais os professores ali presentes. Nunca em nenhum momento de suas vidas pensaram que Dumbledore, o todo poderoso mago, seria atacado por Harry Potter, o garoto que sempre lhe direcionou sua admiração e devoção. Mas também nunca imaginaram que o mesmo Dumbledore fosse atacar um aluno, ainda mais pelas costas. Até estavam pensando em intervir na luta quando Snape interferiu.


- Não se metam nisso. – Sua voz era fria, mas ao mesmo tempo divertida.


- Como não Snape? Dumbledore vai massacrar o Harry! – Exclamou uma horrorizada Tonks o que recebeu só uma risada do homem.


- Acho melhor você mudar suas apostas Tonks. – Falou ele rindo em quanto se virava para o garoto que havia chegado em frente a mesa do diretor.


Assim que se encontrou em frente a mesa do diretor, Harry não se importou com nada e simplesmente colocou a mão ao lado da mesa e com uma força sobre humana a tacou com força para a parede, cuidando para não acertar os professores, e aquilo surpreendeu Dumbledore que começou a caminhar para trás com a varinha apontada para o peito do moreno, e só parou quando sentiu a parede fria encostar em suas costas.


- Não me force a machucá-lo Harry. – Falou ele com a voz seria porem tremida.


- Você me machucar velhote? Tem certeza que você conseguiria tal fato? – Pediu ele sarcástico em quanto chegava em frente ao velhote e transformando sua mão direita parcialmente a mesma ganhou garras as quais foram colocadas no pescoço do diretor o levantando para cima em quando estava encostada na parede e apertando com uma força que começou a cortar a garganta dele.


- Você não me deixa brincar, mas se da o direito de se diverti é? – Resmungou Lilith.


- Ok, mas não o machuque de mais. Lembre-se que ainda precisamos dele.


- Ok, prometo não machucar ele... Pelo menos não de mais. – Terminou ela com uma risada maligna quando tomou o corpo do moreno.


Um sorriso vitorioso apareceu na face do Potter antes dele abaixar o diretor com uma força, o fazendo bater a cabeça fortemente em seu joelho, e em quanto o mesmo estava tonto, o pegou pelo pescoço e em um passo rápido o tacou do outro lado da sala fazendo ele cair em cima de uma mesa onde havia algumas coisas que Dumbledore gostava de comer e a quebrar completamente.


Antes que ele tivesse a oportunidade de falar qualquer coisa Harry apareceu em sua frente e com um soco direcionado em seu estomago fazendo ele se arquear de dor, e logo o pegou pelo pescoço e com força o fez bater na parede, fazendo leves rachaduras começarem a aparecer na parede.


- Escute velho, por que sou vou falar uma vez. Não mecha comigo, e nem com meus amigos, pois se não as coisas vão ficar bem feias para o seu lado. – Terminou ele saindo porta a fora e o diretor caindo levemente para o chão.


- Parece que você se meteu com a pessoa errada diretor. – Comentou sarcasticamente a voz de Snape que pouco a pouco sumia em quanto o Potter tomava distancia da sala.


- Ah, eu queria ter me divertido mais com ele. – Lilith suava um tanto infantil por não poder ter brincado mais com o diretor.


- Ainda não... Você sabe que não podemos mata-lo. Pelo menos não ainda...


- Arg, ainda assim... Eu preciso de emoção Harry... uma boa luta, batalhas, grandes batalhas... – Assim que ela falou aquilo o Potter soltou uma boa gargalhada antes de voltar a falar.


- Nos temos uma guerra pela frente, isso serve? – Pediu irônico no que ela fez um barulho irritado.


- Talvez sirva. Mas o que você ira falar com eles?


- Preciso mostrar certas realidades a eles... Pois agora que eu cheguei tudo ira mudar, e de um jeito que não terá mais volta. Agora entraremos com tudo nessa guerra. – Essas foram as ultimas palavras do Potter antes de adentrar a sala precisa e essa se mudar drasticamente.


************************


O salão estava escuro, mas seis pessoas já se encontravam ali, algumas tão distintas e diferentes, e outras tão iguais... cinco ali se conheciam e eram amigos, mas essas mesmas cinco pessoas não sabiam que havia mais uma pessoa ali, essa sabia da existência das outras mas entrou mais cedo para não lhe verem ate a devida hora.


Foi quando todos sentiram, aquela energia... Era uma energia opressora, diferente, era forte e poderosa... Uma energia que somente uma pessoa naquela sala conhecia... Tudo ficou escuro e a única coisa que se podia enxergar agora era as chamas do fogo de uma lareira ali perto. Foi quando tudo começou, um arrepio passou pelas espinhas de todos e uma voz fria começou a falar, era uma voz grossa e potente o que fez eles se encolherem um pouco. Mas estranhamente a voz não parecia estar falando com eles, mas parecia mais pensar sobre algo que aconteceu e isso os deu mais medo.


Eu ainda me lembro bem daquele dia. O dia em que fez toda a minha vida mudar completamente. Eu estava sentindo tanto ódio, ódio de Voldemort, de Dumbledore, dos comensais, e ainda mais de mim mesmo pela morte do Sirius. E foi quando eu fiz aquela promessa... Ate que ponto uma promessa pode mudar uma vida? E que mudanças poderiam ocorrer quando se quebra uma promessa? Normalmente, você poderia me dizer que nada de mais ocorreria não é? Errado. Eu falhei com aquela que eu mais prometi cuidar. Prometi proteger seus pais e falhei, em frente a mim só restava seus corpos frios e ela chorando. Foi naquele momento que tudo se apagou e só ao fim eu vi que os causadores daquele ato jaziam mortos no chão. Foi aquilo que deu inicio a um novo ser, a uma nova pessoa. Eu fui embora com a promessa de ficar mais forte para quando voltar poder cuidar deles. Procurei pessoas que eu jamais achei que iria procurar em busca de ajuda, fui atrás de métodos nada ortodoxos para cumprir meus objetivos, vaguei os quatro cantos do mundo atrás de poder. E o consegui.


 


Eram exatas quatro e meia da manha, e já fazia poucos dias que estava na casa de Snape... Normalmente o mesmo o acordava em horários diferentes, mas sempre cedo, e nunca passava das seis da manha. Estava tendo um sonho perturbado, suas roupas estavam cheias de sangue, e em sua mão direita estava um coração ainda pulsando, olhou para baixo e um corpo sem vida estava deitado ali, um rombo em seu peito mostrava que o coração que tinha em mãos era dele, seus olhos ainda vidrados mostravam a surpresa. Foi quando olhou para frente e viu seus amigos, eles lhe olhavam com medo, nojo e até raiva, tentava chama-los mas sua voz não saia e um por um eles foram lhe virando as costas e quando Hermione estava para virar sentiu algo gelado se chocando com seu corpo e acordou em um grito em quanto saltava da cama e tentava de alguma maneira se esquentar. Snape estava ao lado da sua cama com um balde de ferro nas mão em quanto sua face exibia um sorriso zombeteiro e em sua cama uma pilha de gelo estava exposta.


- Durma com um olho aberto Potter, na próxima vez posso tacar piranhas em você. – Terminou ele saindo do quarto sem falar mais nada em quanto o Potter olhava para a pilha de gelo e com um simples movimento de mão fez o gelo desaparecer e o colchão secar. Com um suspiro se dirigiu ao banheiro e tomou um banho rápido, o dia estava recém começando.


*********************


Estava ofegante, o suor brotava de seu rosto e de seu peito que jazia nu, já que sua camisa estava em pedaços mais a frente, por causa do diversos feitiços de cortes que recebeu. Caído de joelhos olhava mais a frente onde seu oponente jazia ereto e com um sorriso presunçoso na face.


- Desistindo tão fácil Potter? Por Merlin eu mal comecei e você já desistiu. – Comentou ele rindo e dando costas ao Potter.


Cerrando os dentes ele forçou os joelhos e os punhos e com dor conseguiu ficar de quatro, mais suor começou a brotar de sua pele pelo esforço que ele fazia. Sentindo dores por todo o corpo ficou de joelhos, seu peito subia e descia com rapidez, arfava muito por todo aquele esforço, se apoiando no joelho ele se levantou mas ficou meio curvado por causa das grandes dores que sentia no corpo, olhou para cima e viu o homem caminhando de costas pra si. Uniu todo o ódio que sentia por ela, toda a raiva, toda a vontade de vingança e todo o desejo por fazer isso. E lançou a única maldição que achava mais fácil agora.


- Crucio! – A palavra não passou de um sussurro, mas foi o bastante para chamar a atenção do homem, que pego pela surpresa não foi capaz de desviar e caiu tremendo de dores no chão, ate que o Potter finalmente cessou o feitiço caindo de joelhos completamente exausto no chão.


- Você conseguiu Potter, realmente conseguiu me acertar um bom feitiço. – Comentou o homem vendo o garoto dar um sorriso e cair sem consciência no chão. – Acho agora garoto, que você realmente tem potencial para ser um grande bruxo.


Bastaram poucas semanas ali para mim aprender tudo o que ele poderia me ensinar, ganhei diversas cicatrizes mas que não chegavam e metade de todas que recebi esse ultimo ano... Quando fui embora, rodei o mundo atrás de ensinamentos, de pessoas que pudessem me ensinar, aprendi as artes mais negras da magia, aprendi sobre coisas que não imaginava existir, vaguei pelo mundo, conhecendo pessoas e seres, comunidades que eu nunca achei que encontraria. Cada ação que eu tomei, cada caminho que eu escolhi, me deu uma reação, as vezes bem controvérsia da que eu tinha imaginado por inicio


Hoje estou de volta e posso dizer que completamente diferente do que eu era... Sei sobre coisas que jamais pensei que existiriam, fiz amizade com as pessoas mais improváveis, e me tornei naquilo que um dia queria lutar contra, aquilo que achava errado, mas agora eu vejo que na verdade isso é o certo e que antes eu estava errado.


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- No tempo que estive fora, sei o que vocês fizeram, com quem estavam, e o que faziam, sei sobre muitas coisas que andaram acontecendo, e sei também que vocês mesmo tendo um vasto conhecimento em algumas áreas não sabem o suficiente para poderem realmente fazerem grandes estragos nessa guerra, e por isso eu voltei para cá agora. Estou disposto a ensinar vocês, pessoas de minha confiança muitas das coisas que eu sei, coisas muito perigosas. Espero que aceitem assim como um dos que está aqui aceitou minha ajuda. E se assim o fizerem o treinamento começara. – As memórias que passavam rapidamente pararam e tudo caiu em escuridão por um momento até uma luz fraca se acender onde o Potter estava o mostrando, ele estava usando a uniforme da escola mas estava diferente, uma aura negra o circulava em quanto entrava em contato com outra verde que se aproximavam e se afastavam as vezes. Quando ele parou de falar cinco luzes mostraram a presença de Rony, Luna, Gina, Mione e Neville. Quando se enxergaram procuraram respostas por quem estava sendo já treinado pelo Potter, e ao mesmo tempo seus olhos expressavam surpresa, pois mesmo com tudo que aprenderam o que o Potter acabou de lhes mostrar ainda era muito anos luz do que eles haviam se quer imaginado.


- Eu sempre quis saber de tudo o possível, e quando você nos abandonou fui atrás de mais conhecimento para quando você voltar eu poder estar apita a lhe apoiar de forma digna e não ser mais um peso morto. Quando voltei para a escola, achei que já estava apita, mas com isso vejo que ainda estou aprendendo sobre as coisas, e mesmo tendo um conhecimento maior em certas coisas, ainda poderia cair em batalha de forma fácil por um oponente mais forte... Então sim eu quero aprender tudo o que você pode me ensinar Harry. – Falou Hermione em um tom de voz baixo porem alto o suficiente para todos ouvirem e aquilo só fez o inicio de um sorriso aparecer no rosto do moreno.


- Eu sempre te apoiei Harry, e a única vez que não o fiz eu cometi um grande erro, pois foi um dos momentos em que você mais precisava que eu acreditasse em você. Depois daquilo, tentei nunca mais errar com você. E vi também quando você foi embora que não precisava de um amigo que só servisse de peso morto em seus ombros em quanto tenta salvar o mundo de um megalomaníaco, por isso treinei, treinei com afinco esse tempo fora, aperfeiçoei minhas técnicas, e agora você propõem pra mim aprender mais ainda do que eu já aprendi... Se isso vai me ajudar no futuro, então sim, eu aceito Harry. – Disse com a voz baixa mais um sorriso alegre e determinado no rosto o Weasley mais velho o que fez o sorriso do Potter aumentar mais ainda.


- Diferente de todos, eu nunca tive pessoas em que eu realmente pudesse confiar, não até você aparecer Harry, você me estendeu a mão e me ajudou, me tornou sua amiga e assim de seus amigos, me mostrou que eu não precisava mais ser tão sozinha, e mostrou que confiava em mim quando me chamou com você para o ministério. Quando eles apareceram lá em casa me oferecendo uma chance de aprender tudo que eles podiam me ensinar, a única coisa que eu pensei foi que assim eu poderia lhe ajudar mais ainda, aprendi com afinco e você voltou, e agora quer ajudar a expandir esse conhecimento que eu já tenho e se assim eu posso retribuir tudo o que você fez por mim, simplesmente estendendo a mão e querendo ser meu amigo então sim Harry eu também aceito. – Luna mexia nas mãos em quanto falava, algumas lembranças dela sozinha no castelo vieram a mente e fizeram seus olhos marejarem um pouco, mas quando terminou levantou lentamente a cabeça com um sorriso confiante no rosto e uma única lagrima desceu de seu olho direito e morreu em seus lábios fazendo o sorriso do moreno se alargar mais um pouco.


- Sempre atrapalhado, sempre o mais ridicularizado da escola... Mas vocês sempre tiveram comigo, sempre me ajudaram, sempre ali comigo... Nunca achei que o Harry realmente gostava de ser meu amigo ate assim como para a luna ele me chamar tanto para participar da AD como para ir com ele ao ministério. Aceitei sem pensar nas conseqüências quando me chamaram para treinar, fui e não me arrependo, aprendi bastante, mas não o suficiente, e se você esta disposto a me ensinar então eu to dentro. – Comentou Neville com um sorriso no rosto.


- Você me salvou quando eu achei que ia morrer no meu primeiro ano, deis de então me dediquei a lhe ajudar sempre que possível mesmo ficando sempre envergonhada quando estava perto de você, na AD você me ensinou coisas que eu jamais achei que ia aprender, e quando fui com você para o ministério, mesmo com um pouco de receio te segui pois sabia que ao seu lado tudo ficaria bem... Mas assim como os outros não quero ser um peso morto ao seu lado quero ajudar. Sendo assim pode conta comigo. – Riu ela no final piscando pra ele o que fez o sorriso dele aumentar por completo.


- Se é assim, que comece o treinamento. – Sua voz estava risonha mas seria, mas antes que conseguisse fazer alguma coisa uma voz o interrompeu.


- Espera, você falou que um de nos aqui já havia aceitado a sua proposta, mas pelo que eu notei todo mundo aceitou agora, então o que exatamente esta faltando? – Pediu a Granger com a voz seria fazendo um sorriso se abrir no rosto do Potter. Um sorriso frio.


- Esperta como sempre Hermione. – Comentou ele de forma divertida em quanto olhava para todos. – Realmente tem uma pessoa aqui que já estava treinando comigo. – Assim que ele falou aquilo uma luz fraca se acendeu a sua esquerda mostrando um loiro pálido de olhos cinzentos e que mostrava um sorriso arrogante nos lábios. Uma reação de choque passou por todos, mas antes que alguém pudesse falar ele começou.


- Eu diferente de todos eles, sempre te odiei, e ainda tenho um certo ódio por você, mas não posso negar que você me ajudou muito nesses últimos tempos por isso tenho um certo respeito por você, ainda assim quando toda essa guerra acabar, nos dois devemos estar de pé para uma ultima luta, uma luta em que provara quem é realmente o mais forte, e foi por isso que eu aceitei sua proposta. – Sua voz estava fria e sem emoções, mas mudou quando falou do final da guerra e da batalha dos dois. E quando terminou a expressão de choque era o que vagueava a cara de todos ali.


- O malfoy, Harry? Por que ele? – Pediu Rony em um rosnado baixo segurando os punhos em quanto olhava com raiva para o loiro que sorria arrogante.


- Eu escolhi cada um aqui, não por afinidade, não por que eu os quero vivos nessa guerra, mesmo querendo, eu escolhi vocês pois cada um tem características que realmente são necessárias e eu vejo que vocês tem um grande poder que só precisa ser trabalhado, e o Malfoy não é diferente e por tal esse é o motivo dele estar aqui. – Agora que as explicações foram dadas que comemos o treinamento.


Novamente a sala ficou em repleta escuridão ate tudo clarear e na frente deles um grande terreno aparecer era uma planice ao redor e um pouco longe havia um morro cheio de árvores. Um lago mais a esquerda completava o cenário.


- Será aqui que treinaremos todos os dias, por hora só explicarei como será o treinamento e depois iremos dormir, e quando for quatro da manha quero todos aqui para o treinamento.


- Assim que vocês chegarem aqui correram ate o topo daquele morro e desceram correndo ate aqui novamente, são quinze quilômetros de distancia daqui até lá, ida e volta totaliza trinta quilômetros, após isso descansaram cinco minutos e começaremos o treino de combate, manteremos o ritmo por uma hora depois faremos esgrima que creio eu alguns aqui já conhecem bem, após isso treinaremos magia sem varinha, ensinarei bons feitiços para vocês. Feito isso todos iram para seus dormitórios tomar um banho e ir para as aulas, de noite, logo após o jantar todos voltaram aqui e ficaram aqui ate a meia noite, então faremos duelo mágico se revezando um pouco durante uma hora, após isso ensinarei a vocês usarem a aura, e quando eu ver que vocês já estão preparados ensinarei mais algumas coisas para vocês, mas veremos isso depois. Agora sem perguntas e vão todos dormir, afinal daqui duas horas quero vocês todos aqui. – Riu ele com um sorriso diabólico que fez seus amigos tremerem um pouco mas o malfoy só dar um suspiro cansado... Estava demorando para a maratona começar.


*******************************


Parecia que não haviam dormido nada, pois assim que se deitaram logo tiveram que levantar para o que sabiam um dia muito cansativo, vendo a hora rapidamente todos se trocaram e pegaram suas coisas para irem para a sala precisa, como se fosse combinado todos se encontraram na porta, e mesmo com um olhar de raiva direcionado para o Malfoy e um sorriso de uma pessoas todos adentraram o salão encontrando o Potter parado de costas para eles olhando o morro que eles teriam que subir.


- Corram, e corram o mais rápido que conseguirem, pois eu estarei cronometrando o tempo e se vocês passarem de meia hora para subir e descer aquele morro vão pagar as conseqüências. – Falou ele serio assustando os que estavam ali, mesmo com um preparo físico melhor seria muito difícil. – O que estão esperando? Vão! – Assim que ele gritou aquilo apertou o cronômetro e todos saíram correndo o mais rápido que suas pernas podiam rumo ao topo da montanha.


O chão da mesma era escorregadio, muito liso, cheio de musgos pedras e árvores, plantas para todos os lados o que fazia ser meio difícil a subida. Finalmente quando chegaram ao topo pararam para descansar quando a voz do Malfoy se fez presente.


- O que vocês acham que estão fazendo? Ele não vai parar o cronômetro para vocês descansarem, então se mecham e continuem descendo. – Falou ele com a voz seria e em um tom de comando em quanto descia o resto do morro meio caindo, meio tropeçando, mas puxando o resto da corrida com os outros meios contra gosto.


Quando conseguiram avistar o Potter ele estava com um sorriso diabólico no rosto, e quando todos chegaram ali ele fechou o cronômetro com um sorriso.


- Estão quinze minutos atrasados e por tal vão pagar 150 flexões. – Logo o Malfoy se deitou no chão começando, mas os outros ficaram reclamando. – Se não fizerem agora vão pagar quinhentas flexões e mais 200 polichinelos.


Assim que ele falou aquilo, surpresos seus amigos começaram a pagar as 150 flexões e quando estavam recém no cem o malfoy já se levantava e descansava um pouco em quanto pegava uma das garrafinhas de água que o potter havia colocado ali e a secava em segundos. 


Logo um por um eles foram caindo deitados e com algumas arfadas levantavam e tomavam água esperando a próxima ordem, quando todos haviam terminado e tomado água o potter voltou a falar.


- Rony, vou começar com você, em guarda! – Assim que ele falou aquilo a garrafinha do garoto caiu no chão de forma rápida e ele logo desviou de uma seqüência de dois socos em quanto tentava acertar alguns socos e chutes no Potter mas pouco tempo depois caiu no chão.


- Próximo! – Logo o Longbottom apareceu em sua frente tentando lhe acertar com um chute no rosto, que foi logo desviado em quanto vinha uma seqüência de chutes e socos, ele estava tentando impossibilitar que si próprio pudesse lhe atacar e com um sorriso quando ele foi lhe dar mais um soco usando o braço dele como apoio deu um mortal por cima do garoto segurando seu braço e quando ele perdeu o equilíbrio passou uma rasteira nele fazendo o mesmo cair no chão de forma rápida e dolorida.


- Próximo! – Agora quem partiu para cima de si era hermione, cada soco, cada chute parecia milimetricamente calculado por ela que conseguia se defender bem dos ataques, durou por mais ou menos dois minutos, três quando finalmente caiu.


Gina foi a próxima a partir para cima de si, ela usava uma combinação de alguns tipos de luta que parecia que ela sabia usar com maestria, fazia combinações perfeitas e tinha uma certa força muito grande em alguns golpes. Em uma rasteira rápida a pegou de surpresa e logo ela estava no chão.


Luna seguiu ela e agora lutava com o Potter com maestria, se defendia dos golpes dele de diversas formas, as vezes com mortais as vezes com alguns saltos, mas sempre desviava e quando caia tentava seqüências rápidas para tentar lhe acertar um bom golpe, durou mais que qualquer um, mas como os outros foi para o chão.


Com um sorriso o Potter se virou para a ultima pessoa que viria lhe desafiar e essa o encarava com um sorriso no rosto. Logo o loiro tentou lhe acertar com um chute lateral que foi habilmente defendido pelo potter que segurou sua perna, rapidamente para não cair o Malfoy tomou impulsou com a outra perna e em um giro chutou, tencionado a acertar a cabeça do moreno, que usando a outra mão segurou as duas pernas do loiro o fazendo ter que se firmar com as mãos no chão, usando a força impulsionou as pernas com força para trás obrigando o moreno a lhe soltar. Rapidamente recuperou sua posição, mas sem tempo pra pensar teve que se defender de uma seqüência de chutes e socos do moreno que usava vários tipos de luta, durante aquela briga. Foi quando em um movimento rápido o Potter passou uma rasteira no loiro e segurou sua cabeça firme entra suas mãos em quanto o tencionava no chão fazendo ele finalmente perder.


- Certo pessoal, uma boa luta, mas agora faremos ela com a espada. – Logo seis espadas apareceram do nada ao lado de cada um deles que logo as pegaram, cada uma era diferente para o outro, se adequando ao que eles mais usavam. Harry aproveitou o embalo e convocou sua espada e com um sorriso deu graças a merlin por seus amigos saberem usar pelo menos um pouco uma espada, e logo começou a lhes explicar alguns golpes e formas de defesa, e assim que explicou fez eles lutarem entre si, de vez em quando dando alguns palpites. Quando o tempo que havia definido para isso acabou com um estralar de dedos fez todas espadas desaparecerem e se posicionou de frente para seus amigos. 


- Ok, sem varinha agora, vou começar a ensinar vocês magia livre. Em uma explicação rápida para não perder tempo, a varinha que todos nos usamos deis que completamos idade o suficiente para entrar na escola, é um receptáculo para a nossa magia, com ela, não precisamos nos concentrar tanto e não cansaremos tanto como com a magia livre, que não tendo exatamente um canalizador precisa de mais concentração e pra quem não esta acostumado fará a pessoa cansar mais.


- Se pode fazer qualquer feitiço assim? – Questionou Neville curioso.


- Sim, após pegar a pratica, tudo vai em uma mesma maneira, concentração e desejo, e digamos que também temos que levar em consideração a pratica. Mas para vocês não cansarem muito, começaremos com o básico do básico o Vingardium Leviosa. – Assim que ele falou aquilo conjurou seis penas e entregou uma para cada um que as olhou serio. – Sei que isso vai exigir mais um pouco de vocês, mas gostaria que as magias fossem feitas sem pronunciar uma palavra, assim vocês já se acostumaram com esse tipo de magia também.


Logo todos começaram, tentavam de todas as maneiras erguer aquela pena, mas ninguém tinha sucesso, o suor já brotava da testa deles e escorria de forma rápida em quanto Harry passava por eles explicando que precisavam somente de concentração, logo eles começaram a conseguir erguer levemente as penas do lugar e mais um tempo conseguiram as levitar totalmente e mesmo exaustos deram um singelo sorriso.


- Como se sentem? – Pediu ele com um semblante de riso na face.


- Exaustos. – Foi o que a maioria respondeu.


- Faminto. – Foi a resposta que Rony deu assim que desabou no chão o que fez o Potter rir.


- São sete horas agora, vão para seus salões comunais, tomem um banho e troquem de roupa, e vão comer algo no salão principal, vocês tem uma hora e meia ate as aulas começarem, se apressem então.


Assim que ele falou aquilo eles foram se arrastando pelos corredores ate seus dormitórios para um merecido banho e para a maratona de aulas que certamente eles teriam agora.


***********************************


Quando eles finalmente saíram da sala a sala girou rapidamente e se transformou em uma sala comum e logo caiu em um sofá que estava atrás de si. Com um suspiro fechou os olhos brevemente pensando em tudo que estava acontecendo e foi o bastante para seus sentidos se apagarem e novamente aqueles estranhos sonhos povoarem seus pensamentos.


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A noite estava em seu pico, e ele como expectador via tudo de camarote, a lua cheia estava em seu ápice no céu, e em sua frente havia sete mesas de pedras formando um circulo, em cima das mesmas havia em cada um humano deitado, homens somente com uma calça branca, e as mulheres de calça branca e com um pano também branco tapando seu busto. Aos pés de cada pessoa havia um ser, cada ser com sua beleza, na frente de um homem ruivo havia um duende, seu aspecto jovial dava porte a uma leve roupa branca em quanto mantinha os olhos fechados, logo na frente de outro havia um elfo, um elfo real que exalava beleza e sabedoria por tudo, e assim como o duende estava de olhos fechados, na frente de outro havia um centauro, seu pelo branco fazia par com seus cabelos também platinados e sua pele branca, na frente de outro se encontrava um ser que jamais achou possível ver naquele lugar, um dragão, levemente mais alto que um humano, percebendo-se então que devia ser um filhote, suas escamas azuis brilhavam com o brilho da lua, ao lado dele algo que poderia ser considerado um anjo, um homem de aspecto serio e compenetrado, o cabelo loiro era curto e tinha somente uma mecha que caia por seu olho em suas costas duas azas estavam abertas com camadas de penas brancas e pretas contrastando a união de dois clãs em um único filho e ao seu lado um ser que exalava poder e superioridade, apesar da face ser muito parecida como a de um humano normal o ser exalava uma energia sombria e selvagem, seus olhos eram amarelados, o nariz era tão achatado e fino que parecia ter formado duas fendas no rosto, em sua boca dois caninos se sobrepunham, os cabelos eram pretos e desgrenhados o que lhe dava um ar mais selvagem. O circulo então encontrava suas pontas. Por fora da roda certo nas direções norte, sul, leste e oeste se encontrava um globo do mais puro vidro e ao seu lado um homem encapuzado e de cabeça baixa. Foi quando um homem se colocou exatamente no meio do circulo, usava calças da época da terra media, meio largas e bem presas na parte das botas, de cor clara, uma camiseta de cor branca com braceletes de bronze cravejados de pedras raras, usava uma capa cinza clara por cima e alguns colares de formas e tipos diversos no pescoço. Foi quando que como se fosse ensaiado todos os quatro homens ao lado das cúpulas de vidro levantaram a cabeça e colocaram a mão nos globos cada um se encheu de um tipo de material, no globo do leste ar apareceu ali, e logo esse ar se tornou um redemoinho que deu uma cor meio branca, meio cinzenta para o globo, na do sul labaredas de fogo aparecerão e tomaram conta do globo lhe dando uma aparência vermelhada, na do oeste se encheu de terra dando uma cor marrom ao globo e na do norte se encheu de água, a qual deu um tom azul marinho ao globo. Foi quando o sacerdote deu inicio ao ritual.


- Eu invoco os guardiões das torres vigias do norte, os elementais da terra, que estejam conosco neste ritual. Sejam bem vindos. – Falou ele apontando o punhal para o globo da terra e quando terminou uma luz os cegos momentaneamente e logo uma luz de cor marrom subia aos céus e parava exatamente em cima do sacerdote.


- Eu invoco os guardiões das torres vigias do leste, os elementais do ar, para que estejam conosco neste ritual. Sejam bem vindos. – Continuou ele apontando o punhal para o globo do ar e quando terminou uma luz novamente os cegou momentaneamente e logo uma luz de cor acinzentada subia aos céus e se conectava a marrom em cima do sacerdote.


- Eu invoco os guardiões das torres vigias do sul, os elementais do fogo, para que estejam conosco neste ritual. Sejam bem vindos. – Continuava ele apontando o punhal para o globo de fogo, e como nos outros globos uma luz o cegou e logo outra luz saia do globo vermelho em uma cor igual e se conectava as outras duas.


- Eu invoco os guardiões das torres vigias do oeste, os elementais da água, para que estejam conosco neste ritual. Sejam bem vindos. – Terminou ele apontando para o globo de água e logo uma luz saiu dele e se conectou as outras e uma barreira foi formada naquele instante os protegendo de tudo que fosse.  


- Eu sou Silvo, da casa de Grim, filho primogênito do rei dos duendes e aqui perante voz, neste ritual, faço transferência de minha alma, meu poder e minha inteligência, para este corpo, o qual adentro para em uma união botar fim nessa guerra maldita.


- Eu sou Sarin, da casa de Galandel, filho primogênito do atual rei e governante do povo da floresta, ou como alguns chamam, os elfos reais, faço transferência de minha alma, meu poder e minha inteligência, para este corpo o qual adentro para em uma união botar um fim nessa guerra maldita.


- Eu sou Chrion, da ordem celeste, filho primogênito do rei do povo das matas, ou como alguns chamam os centauros, faço transferência de minha alma, poder e inteligência para este corpo o qual adentro para em uma união dar um fim a essa guerra maldita.


- Eu sou Drake, da ordem vermelha do povo do céu, filho primogênito do rei e mestre dos dragões lurkianos, faço transferência de minha alma, poder e inteligência para este corpo o qual adentro para em uma união dar um fim a essa guerra maldita.


- Eu sou Gabril, da casa celestial dos arkanos, filho primogênito do rei e rainha de meu reino, faço transferência de minha alma, poder e inteligência para este corpo o qual adentro para em uma união dar um fim a essa guerra maldita.


- Eu sou Abel, filho dos primeiros, primogênitos de Lilith, senhora e rainha dos seres da noite, faço transferência de minha alma, poder e inteligência para este corpo o qual adentro para em uma união dar um fim a essa guerra maldita.


- Que a transferência seja feita, que cada corpo, alma, poder e inteligência, seja transferido para esses corpos tão bondosamente concedidos, e que esses novos cavaleiros sejam capazes de acabar com essa guerra. E que aquele destinado carregue com sabedoria o poder dos seis em seu ser.


Quis vox inteligncia, preteritus of filius super ut filius is may exsisto preteritus in ut transferncia.


 Ut electus ex they may have is sudo animus laundress quod ut trado prosperitas em is sudo vulgus.


 Quod ut everto EGO nisi ex depths iterum persevero diu is sudo vita in tartar.


Quando aquilo aconteceu, cada ser tocou a cabeça de seus escolhidos e um grito foi ouvido da parte de cada ser e de cada humano, um grito de dor, angustia e sofrimento. Uma luz de cores diferentes para cada ser irradiou dos olhos do seres e dos humanos quando os mesmo os abriram.


- Quis procul polleo sublimis ex ventus of vos lego illud animus they may exsisto pun. – Quando o sacerdote gritou aquilo um enorme vento foi soprado dentro daquela cúpula e todos ali faziam força para não sair do lugar.


- Quis per decor of incendia of meridianus quis illud bodies ardam em polleo. – Naquele momento parecia que o próprio fogo do inferno ardia ali pelo incrível calor que se fez presente.


- Quis per bigness ex orbis terrarum of north they may have is copiae copie super ut prehendo inimicus. – A terra abaixo de seus pés começou a tremer como se fosse um terremoto.


- Quis per liquidus aequora of occasus they may exsisto scholasticus & in coat of dealbo in quirks of vicis. – E finalmente o barulho de água foi ouvido e logo pelas paredes da cúpula incríveis correntezas de água se moviam.


- Quod ut procul espírito sanctus , is transferncia is may exsisto off torqueo , quis vestri bodies they may exsisto vegrandis change , vegrandis change pro a bellum vomica. – Uma luz branca irradiou te dodos os seres ali e logo um a um tiveram seus corpos içado ao ar para logo depois seus corpos fossem transmitido por uma luz e cada luz adentrou um corpo naquele lugar. Mas aconteceu algum problema, pois a alma do duende, em vez de entrar em um ser só, se dividiu e adentrou em dois assustando quem via de fora, pois a outra pessoa que adentrou era a que teria de receber os seis poderes, e agora esperavam ver quem receberia tal ato. Assim que a transferência foi feita o poder de todos os corpos foi em direção ao sacerdote mas sem realmente encostar nele subiu ate onde os elementos se encontravam e foi direcionada direto para o demônio primogênito de lilith, o que assustou muitos ali.


- Ut filiolus filiolus is transferncia. – Assim que o sacerdote terminou a luz se intensificou e do nada parou fazendo todos poderem olhar melhor a cena. Todos os humanos estavam de pé, com as mesmas roupas, mas suas características haviam mudado muito, tomado características das almas do seus novos “donos”. Foi quando um burburio se instalou no local, no exato momento que a cúpula dos elementos desaparecia e o sacerdote caia sem consciência no chão.


- Não pode ser, fora o outro humano o arcano deveria receber os poderes, não o demônio. – Foi quando sentiu um arrepio na espinha e olhou para o lado que a viu, uma mulher linda, pele branca, cabelos negros e olhos verde como os seus, um corpo que daria inveja a qualquer mulher e ela olhou para si, e deu um sorriso.


- Chega por hora criança, o que precisava ver já foi visto, agora volte e acorde, você ainda tem aulas daqui a pouco. – Assim que a mulher falou aquilo sua voz soou muito conhecida, mas sem tempo de pensar direito foi tragado para longe e logo acordou em um lugar totalmente diferente, mas não ouviu as ultimas palavras da mulher. – Vá meu filho, pois terá um longo caminho pela frente.


*****************************************


Todos já estavam no salão principal, tomando o café da manhã quando o Potter chegou, os seis se encontravam em um estado muito cansado, se ate mesmo para comer eles arrastavam a colher a boca, mas olharam rápido quando o Potter chegou.


Sua face exalava preocupação, ele mal olhava para onde andava, percebia-se isso, pois seus movimentos eram automáticos quando ia esbarrar em alguém.


Sentou-se longe de todos, seus pensamentos estavam confusos, tinha muitas perguntas na cabeça, muitas perguntas sem pé nem cabeça. Comeu de forma rápida Quem via achava quase impossível ele estar pelo menos mastigando a comida, e faltando ainda uma boa meia hora para as aulas começarem ele se levantou rapidamente e saiu pelas portas do salão. Olhando ao redor e vendo que não havia ninguém ali, se dirigiu até a floresta negra o mais rápido que conseguiu, e quando chegou em seu ponto, conjurou uma pena e um pergaminho e logo tratou a escrever.


Lord Drakul


Venho até o senhor em busca de ajuda, a alguns dias ando tendo certos tipos de “sonhos” onde vejo coisas do passado que não sei dizer se são, ou não reais. Todas elas envolviam um tipo de guerra, uma guerra que envolvia todos tipos de seres que já habitaram nosso planeta, contra um ser que não sei ainda dizer o que era, no entanto hoje, sonhei com um ritual, um ritual que usava de todos os elementos, um ritual de transferência de alma e poder. Preciso de sua ajuda, pelo seus séculos de experiência a mais que os meus, gostaria que me ajuda-se a descobrir o que estás acontecendo.


Com gratidão. Harry J. Potter.


Assim que terminou de escrever a carta a releu duas vezes para ver se estava de bom tamanho, e quando decidiu que sim, deu um assovio, baixo, longo e claro. Logo uma ave saiu das escuridões da floresta negra e parou a sua frente, uma fênix das trevas ali estava, sua pelagem preta, dava um arrepio em quem olhasse, seu fogo ardia como o de uma fênix normal, embora a cor assim como sua também era negra. Seus olhos se destacavam por serem de um azul claro e frio, e seu tamanho lhe deixava um tanto maior que outras fênix.


Quando viu a carta nas mãos do Potter simplesmente se aproximou dele e a pegou com o bico, pronta para leva-la a qualquer lugar.


- Leve para ele, leve para Drakul, Caos. E espere por sua resposta. – Assim que ele falou passou de leve os dedos na cabeça da ave que soltou um pio de agradecimento. – Agora vá.


Assim que ele falou a ave saiu voando e quando adquiriu certa atitude sumiu em uma labareda de fogo negro. Se antecipou para as aulas, faltava somente alguns poucos minutos para elas começarem e teria que usar todas passagens possíveis para conseguir chegar na sala de transfigurações antes da professora. Ainda pensava sobre o que tinha acontecido, mas assim que entrou na sala e viu a face de preocupação de seus amigos, deu um sorriso como quem dizia “vocês não vão escapar a noite”. E se sentou o mais distante possível de todos, na única classe sozinha e distante lá no fundo. E quando a professora adentrou a sala ele notou que infelizmente, aquele dia seria muito longo.
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 CAMPANHA


 


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