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3. - me, my girls and our problem


Fic: my so called life. - chapter 4 finally on!


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Certas coisas são indispensáveis para minha vida. Uma delas é café. Tudo culpa da minha mãe, desde pequena a via beber café em canecas grandes. Eu fazia o mesmo com minha grande caneca do Elvis.


- Suas coisas já estão prontas, querida? – Minha mãe me perguntou.


- Sim senhora, Beatrice. – Eu respondi com meu mau humor matinal.


- Não gosto quando você me chama de Beatrice. Eu sou sua mãe. – Ela me falou.


- Qual é seu nome, mãe? – Perguntei.


- Isso não vem ao caso.  – Ela me disse. – Coma algo, só café irá te fazer mal.


Mordi uma rosquinha mesmo sem vontade, apenas para não iniciar uma discussão.


- Billie, você tem certeza que pegou tudo? – Minha mãe me perguntou.


- Absoluta. – Respondi.


- Não quero que você se atrase dessa vez, ok? – Minha mãe repetiu.


- Eu não vou. Só preciso escovar os dentes e calçar meu tênis! – Disse subindo as escadas.


- Não demore mais de 15 minutos! – Minha mãe me gritou conseguindo me irritar mais uma vez em menos de 20 minutos.


Mas ela não conseguiria acabar com a minha felicidade, afinal estaria indo para hogwarts e só voltaria... No Natal! E no Natal nem iria para minha casa, já que minha mãe não comemora essas coisas, mas iria para a casa da Roman, onde eu passava todo santo natal desde meus 11 anos.


Não me entendam mal, eu amo minha mãe. Mas ela é irritante!


Coloquei meu I-pod e entrei no carro. Minha mãe disse algo que, graças ao meu “protetor de besteiras” também conhecido popularmente por fone de ouvido.


- Você me ouviu? – Ela falou mais alto.


- Não. Repete. – Eu tirei o fone.


- Me manda uma carta toda semana. Quero saber como você está. – Ela me disse.


- Mãe, eu sempre faço isso. – Eu disse.


- Só estava te lembrando. – Ela replicou.


Coloquei o fone novamente e, ela tornou a falar.


- Não ouvi, de novo. – Eu tirei o fone já perdendo a pouca paciência que eu tenho.


- Pegou seus documentos? – Ela me perguntou.


- Mãe, peguei tudo ok? – Eu disse já um pouco nervosa. – Vou ouvir minha música agora.


Coloquei o fone e fechei os olhos: O lado bom e o ruim de Hogwarts começavam a invadir minha mente. Escolhi “Aurora” do Foo Fighters para pensar. Conseqüentemente comecei a pensar em Dan. E em Dorian. E no Victor e sua breve passagem pela minha noite.


Não morávamos tão longe da Estação, chegamos rápido, por um milagre. E eu não estava em cima da hora!


- Tchau mãe! – Eu lhe dei um beijo na bochecha e desci do carro assim que avistei Benjamim.


- Juízo! – Ela me gritou do carro.


- Eu tenho! – Respondi, gritando.


- Então use! – Ela me gritou de volta.


Caminhei até Benjamin e o abracei por trás.


- Belinda, pare de me bolinar! – Ele me disse.


- Desculpe, não resisti ao seu corpinho sedutor. – Eu disse lhe soltando e rindo. – Onde estão minhas meninas?


- Entraram já. – Ele disse.


- Porque você está aqui? – Perguntei.


- Eu tirei o menor palitinho e tive que te esperar. – Ele me disse. – Você chegou cedo, por sinal!


- Milagres acontecem! – Eu disse. – Vamos?


- Claro. Quer ajuda com as malas? – Ele me perguntou.


- Sempre bom, Ben! – Eu disse pegando a mala mais leve, no caso a dele.


Ele pegou as minhas duas malas: uma de roupa e uma de sapatos.


- Acho tão bom, nós terminamos, mas ainda fazemos um pelo outro as coisas boas de namorados. – Eu disse.


- Eu carrego suas malas e você faz o que? – Ele me perguntou.


- Te aconselho sobre garotas. – eu disse.


- Você não fazia isso quando nós namorávamos, Billie! – Ele disse sem entender.


- Verdade. Não somos bem melhores só amigos? – Respondi fazendo-o rir.


- Estúpida! – Ele me disse.


Corremos em direção à pilastra entra as plataformas 9 e 10 e pronto. Mágica é demais, não? Estávamos quase entrando no Expresso quando alguém nos chamou.


- Billie! Ben!


Quando me virei era Dorian. Ao lado de... Seu irmão e sua cunhada!


- E aí Dorian! – Ben disse.


Eu apenas sorri.


- Venham cá! – Ele chamou.


Eu olhei para Benjamin com cara de quem não quer ir.


- Vamos. Vai ser divertido. – Ele disse caminhando.


Chegamos até os três e eu, apensar sorrindo, os cumprimentei.


- Como foi o resto das férias? – Dorian perguntou.


- Entediante. – Benjamin disse. – Passei todo tempo com meus pais.


- E você Billie? – Dorian me perguntou.


- Cama, computador, tevê, cafeteria... – Eu disse. – Só.


- É, nada diferente da minha. – Dorian disse. – Vocês já vão entrar?


- Sim, as meninas estão me esperando e Ben já não agüenta mais segurar minhas malas. – Eu disse.


- Eu levo. – Dorian pegou as minhas duas malas que Ben carregava.  – O que você leva aqui?


- Uma só de roupas, outra de sapatos. – Eu disse enquanto caminhávamos.


- Ah, que bonito, Billie. – Ele disse.


- É, eu acho. – Respondi sorrindo e entrei no trem em busca das meninas.


Mesma cabine de sempre: lá estavam elas.


- Você chegou cedo. – Val disse.


- É, eu sei. – Disse. – Obrigada pela ajuda, Dorian.


Dorian colocou as malas dentro da cabine e eu sorri para ele.


- Até mais Billie. – Ele disse. – Até mais garotas.


- Até. – Val e Roman responderam sorrindo.


Depois que ele saiu e eu me sentei, o olhar das duas me imploravam por explicações.


- Não sei porque ele veio aqui. – Respondi.


- Para te agradar, para ficar perto de você? – Roman disse.


- Sei lá, ele é um garoto, ele é babaca, eu tenho quase certeza que canalhice é hereditário, portanto... – Falei.


- Você vai ficar longe do “delicinha”? – Val disse.


- Vocês apelidaram o Dorian de “delicinha”? – Perguntei.


- É. – Roman disse. – É porque ele é uma.


- Verdade... – Falei perdendo a linha de raciocínio. - Enfim, a Roman precisa nos contar do Benjamin!


- Ah, o de sempre: Você beija um cara, fica de mãos dadas com ele, ele te deixa em casa e tenta te bolinar dentro do carro e, depois disso, você tenta esquecer ele porque ele nunca vai ligar. – Roman disse.


- Qual o problema dela?  - Eu perguntei.


- Ela está fazendo drama, está com medo dele beijar a Evelyn. – Val me explicou.


- Porque ele beijaria a Evelyn? O Ben não ficaria nunca com ela. – Falei.


- Porque ele é um homem. – Roman se justificou.


- Ele não é como os outros. Juro. – Falei para ela. – Você realmente acha que eu diria para você que ele é bom o suficiente se ele não fosse?


- Mas ele te fez sofrer. – Roman disse.


- É, depois que eu fui uma babaca com ele. – Falei. – Ele não vai te machucar se você não o machucar antes.  Acho que esse é o lema dele...


- Apenas largue de frescura e tente. – Val disse à Roman. – Eu não agüento mais, você precisa é transar com alguém logo! Vocês duas!


- Que fofo, Val... – Eu falei.


- É, eu me sinto super amada quando ela diz isso. – Roman disse.


- E o pior de tudo é que eu não estou mentindo. – Val falou.


- Val, honestamente, você nos conhece e sabe que as coisas com a gente não funciona assim. – Falei.


- Porque você, Billie, fantasia demais com Daniel e você, Roman ainda está no primeiro ano. – Val falou.


- Isso não é justo! – Falei.


- E nem verdade. – Roman disse.


- Não, verdade é, mas não é justo. Pelo menos a minha parte. – Respondi. – Eu não fantasio mais com o Dan... É estranho. Ele me decepcionou. E...


- O Victor e o Dorian surgiram. – Roman disse.


- Não. Não só isso... Eu poderia ter dado a chance de Dan provar que ele mudou e eu não quis. Não quis ou porque eu sei que ele não vai mudar ou por que... Acabou. Ele é tudo que ele é mas eu acho que eu posso ter coisas melhores. Como o Victor ou o Dorian! – Falei.


- Merlin, você está substituindo Dan pelos outros dois. – Roman disse.


- Não é substituir. – Val falou. – Só aconteceu em uma boa época da vida da Billie.


- Eu gosto de pensar assim. – Falei.


- Ah, você quem sabe. – Roman disse.


- E você, Benjamin é uma das melhores pessoas do mundo. Não deixe isso te escapar. – Eu falei.


- Vou tentar. – Ela disse.


Voltamos a conversar de banalidades. Daí um tempo chegaríamos à Hogwarts, o que era bom porque nós três já estávamos com muita fome.

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