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28. Capitulo 28


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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A resposta veio do líder, que se identificara como Draco Malfoy. Abriu uma gaveta da cómoda e tirou de lá um pedaço de pano dobrado. O homem entregou-o a Hermione, com um sabonete usado em cima do tecido áspero da toalha.


 


Desconfiada, tomou-a das mãos dele, retesando-se sob o seu olhar avaliador. Fez um sinal para o corredor para indicar a Hermione que deveria ir na frente enquanto eles a seguiriam.


 


Do lado de fora da casa, havia um homem encostado a um poste que sustentava um pórtico, segurando um rifle nas mãos, com o cano apontando para o chão. Quando Hermione apareceu na porta, ele se endireitou, o cano virado para ela enquanto dava um passo adiante para bloquear-lhe a saída.


 


Quando os dois outros homens apareceram às suas costas, relaxou ligeiramente a posição de sentido. Não parecia familiar a castanha. Estava quase absolutamente certa de que não fizera parte do bando que acabava de chegar. Malfoy passou à frente de Hermione, fazendo-lhe sinal para esperar enquanto ele falava com o estranho.


 


- Quem é ele? - Hermione observava os dois, curiosa, enquanto Potter esperava junto dela. - O que está fazendo aqui?


- É o guarda. Haverá sempre alguém diante de sua porta, enquanto estiver aqui.


- Para a proteção de quem? - retrucou. - Malfoy está com medo que eu vá roubar outra faca e atacá-lo? - Notou um lampejo de surpresa nos olhos verdes quando usou o nome do bandido. - Ele me disse que era esse o seu nome - explicou, friamente.


- Malfoy? É, não o chamamos pelo primeiro nome. Nunca.


- Parece surpreso - disse ela, inclinando a cabeça para o lado, num desafio.


- Só de você se ter feito entender, considerando-se a dificuldade que teve com “banho”.


 


Os olhos verdes brilharam de divertimento, de novo.


 


- “Mim Tarzan, você Jane” é mais fácil de representar. - Hermione deu de ombros, sabendo que a coisa fora mais simples. – Ele me disse o primeiro nome dele, por que não me diz o seu?


- Nos tratamos apenas pelo sobrenome, nada de primeiro nome.


 


O guarda escutou o que Malfoy lhe dizia, mas olhava atentamente para Hermione. Ela parecia ser o tema da conversa. Deu-se conta de que mais uma vez Potter evitara dar-lhe uma resposta directa à sua pergunta sobre o guarda.


 


- Ainda não me explicou a quem o homem estará vigiando - lembrou-lhe. - A mim ou a Malfoy?


- Goyle ficará ali, ou qualquer outro, para garantir que você não resolva dar longas caminhadas.


- E para onde eu iria? -suspirou Hermione, amargamente.


- Não há lugar para onde ir - concordou Potter -, mas Malfoy acha que você seria tola o bastante para tentar.


- E você?


- Está se esquecendo... foi de mim que você roubou a faca. - Potter balançou a cabeça -, acho que você tentaria correr, mas não teria chance.


 


Hermione deu-se conta que estava completamente aprisionada. A prisão incluía muros, guardas e, um diretor. A única coisa que lhe faltava eram as grades na sua janela. Sentiu sua frustração aumentar, e soube que era apenas o começo.


 


Terminada a conversa com o guarda, Draco Malfoy veio reunir-se a eles. O olhar de Hermione brilhou com amargo ressentimento enquanto ele fazia sinal para que ela se dirigisse ao lado esquerdo da casa de adobe. Potter tocou os dedos na aba do chapéu, num comprimento zombeteiro, e depois se afastou na direção oposta.


 


- Não está com medo de ficar sozinho comigo? - exclamou Hermione para a expressão velada de Draco Malfoy. Sabia que não compreendia uma palavra do que ela dizia, mas tinha que soltar um pouco da sua raiva. - Não teme que eu vá fazer alguma coisa desesperada, como tentar arrancar-lhe os olhos?


 


Como se ele soubesse como o veneno dela era impotente, nem piscou os olhos ante o seu tom de voz ameaçador. Usou sinais manuais para dirigi-la para as sombras das árvores por trás da casa cor de argila. A vegetação subtropical escondeu o laguinho represado abaixo do riacho até quase pisarem nele.


 


A superfície da água tocada pelo sol parecia fresca e convidativa. Os pássaros pulavam de galho em galho, piando de alarme à invasão dos humanos. Hermione esqueceu-se da raiva de um momento atrás, abandonando-a no desejo premente de sentir o corpo limpo da sujeira e das impurezas dos dois últimos dias.


 


Deixando a toalha e o sabonete na margem, começou a tirar o sarape sujo pela cabeça, depois lembrou-se do homem atrás dela e voltou-se. Ele observava e esperava.


 


- Quer fazer o favor de se virar?


 


Fez um gesto circular com a mão.


 


O olhar claro como um dia cinzento continuou velado e discreto, mas não a abandonou. Teimosamente, Hermione não fez nenhum movimento para se despir, resolvida a não ser a primeira a desviar o olhar.


 


- Baño – disse Draco Malfoy vivamente, e indicou o laguinho.


- Não vou entrar na água se você não se virar - insistiu Hermione, num rompante.


 


Ele deu um passo até uma árvore perto dela, e apoiou, indolente, um ombro contra o tronco. O olhar grize não se desviou do rosto dela. Falando em espanhol, apontou para o laguinho, depois por cima do ombro, para a direção de onde tinham vindo.


 


Hermione percebeu as palavras "baño" e "casa". Compreendeu que ele estava dizendo que, se ela não tomasse banho, voltariam para casa. Louca de raiva por dentro, deu-se conta de que a sua escolha era ou continuar suja ou se despir ante o olhar dele.


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N/A: Pessoal, desculpa a demora, mas a minha vida ta tão complicada. Voces simplesmente não tem ideia... esse final de semana foi correria. =/ triste neh?! Mas aqui está o post, espero conseguir postar outro cap amanha, o que é provavel que eu consiga. hehehe


Beijos =*
Angel_S

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