09/03/2006 12:52 (Anna)
Continuando Harry e Serena
----Porta trancada. Lugar perfeito, momento perfeito... Harry não conseguia acreditar na sua sorte. Finalmente aquilo com o que sempre sonhava secretamente ia se realizar. Os dois se olhavam. Serena estava nervosa, aguardava ansiosamente os próximos movimentos de Harry. Era a primeira vez na vida que estava desarmada, não sabia o que fazer... Só queria aproveitar o momento, sentir o calor daquele corpo que tanto desejou nos últimos dias. Harry foi se aproximando, cuidadosamente. Não tinha certeza ainda se havia domado a fera. Com muito cuidado e com a agilidade que todos os anos como apanhador de quadribol lhe proporcionaram, Harry tomou-a em seus braços. Começou com um beijo de leve, depois mais outro e finalmente, um beijo profundo e doce. Serena sentiu o calor subindo da ponta de seus dedos dos pés até seus cabelos. Essa sensação lembrava muito a primeira vez que tomou uma cerveja amanteigada. Harry não era mais aquele menino chato com quem ela gostava de implicar. Era seu príncipe encantado, pronto para levá-la na mais profunda viajem em busca da descoberta de seus próprios corpos. Serena se sentia frágil, porém determinada. A hora tinha chegado. Era ele, Harry, aquele por quem ela sempre esperou. Nunca havia sentido aquilo apenas com um beijo. Já tinha dado alguns passos com outros rapazes, mas eles não a fizeram sentir nem metade do que ela sente com um só beijo de Harry.
Ele queria sentir cada centímetro dela, investigando, buscando conhecer cada parte, por menor que fosse. Harry passou as mãos pelas costas de Serena puxando seus quadris para junto dos dele. Ela tomou coragem e decidiu dar o primeiro passo rumo ao prazer. Muito diferente da artilheira bruta e desengonçada, começou a desabotoar sua camisa. Um botão de cada vez, bem devagarzinho provocando Harry que começou a fazer o mesmo. Apesar de sua aparência outrora franzina, Harry tinha os músculos torneados que havia conquistado nos últimos anos jogando quadribol. Ele conduziu-a até a cama de dossel. Assim que sentiu suas costas tocarem o lençol, Serena sentiu um cheiro de roupa limpa, recém secada ao sol com um perfume suave de lavanda, que a deixou mais relaxada ainda.
10/03/2006 20:46 (Kamila)
!!!!!!!!!! VOLD E MIONE!!!!!!!!!!!!!!!!
- Por que você não quer me matar? – Voldemort estava admirado. Ela era a única pessoa do mundo que não queria matá-lo. Isso o fez sentir um pouco menos de tristeza. Hermione tornou a se debruçar sobre o corpo de Snape, mas Voldemort também se ajoelhou do lado dela e afastou suas mãos do corpo dele. Tocou a fronte de Snape e começou a murmurar algo quando terminou apenas se virou pra ela:
- Eu preciso conversar com você. Depois você estará livre para sempre Hermione...
Ela ergueu seu rosto... Os dois se encararam uns dois segundos, ela percebeu o quanto ele estava melancólico.
- Mas eu prefiro que Snape não esteja presente em nossa conversa. Eu quero só nós dois, entendeu? - e passou a mão gelada no rosto dela. Fechou os olhos por um momento e depois suspirou baixo.
- Eu estarei livre Lorde? - perguntava ainda receosa...
- Sim.
- Então deixe o Severus voltar a Hogwarts...
E Voldemort com um movimento fez desaparecer Snape da sala.
- Não se preocupe. Ele estará bem, mas só acordará amanhã... Bom, chega disso... – e levantou-se do chão aproximando-se dela – Vamos a nossa conversa...
>>Look into my eyes - you will see
Olhe dentro do meu coração - você vai encontrar,
O que você significa para mim.
Procure em seu coração - Procure em sua alma
E quando você me encontrar, não vai procurar mais nada.
Não me diga que não vale a pena tentar,
Você não pode me dizer que não vale a pena batalhar.
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço - eu faço por você.<<
Voldemort a guiou até outro aposento, mas que também era um quarto. Trancou a porta atrás de si e virou-se para ela...
- Sente-se, Hermione... – novamente estava com a voz gélida.
>>
Olhe dentro do meu coração - você vai encontrar,
Não existe nada lá para esconder.
Me aceite como sou - fique com minha vida,
Eu a entregaria totalmente - eu a sacrificaria.
Não me diga que não vale a pena lutar,
Eu não consigo evitar - não há nada que eu deseje mais [que isso].
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço - eu faço por você.<<
- Mate-me. – disse com a voz mais calma possível apesar de estar sentindo uma dor horrível no coração.
- Você ficou louco Voldemort? – Hermione ainda achava que aquilo era uma péssima brincadeira, mas vindo dele, aquilo tudo era loucura.
- Menina... - já estava alterando a voz – EU DESTRUÍ MEUS HORCRUXES
Hermione estava perplexa.
- E sabe por que não morri AINDA??
Ela apenas balançou a cabeça negativamente.
- PORQUE EU TE AMO – foram as únicas palavras que saíram sufocadas dele. Na verdade ele queria jogar na cara dela o quanto que ele a amava, mas só conseguiu dizer isso...
>>Não existe amor - como o seu amor
E nenhuma outra - poderia oferecer mais amor.
Não existe lugar - se você não estiver lá
Todo o tempo - até o fim.
Oh - você não pode me dizer que não vale a pena tentar,
Eu não consigo evitar - não há nada que eu deseje mais.
Eu lutaria por você - eu mentiria por você,
Caminharia em brasas por você.
Sim, eu morreria por você
Você sabe que é verdade,
Tudo que eu faço - eu faço por você... <<
- Por quê?? – foram as únicas palavras que ela conseguiu pronunciar.
- Já disse o porquê... É só você pode me matar...
- Não... Não é isso!.. Por que você destruiu seus horcruxes??
- Porque eu não posso VIVER SEM VOCÊ. – Voldemort estava muito triste. Hermione sentiu pena dele. Levantou-se e foi para junto dele. Pegou as mãos dele... Ele a olhou.
- Eu sinto muito, Tom... - ele se sentiu estranho ao ouvir seu nome verdadeiro, mas sentiu suas mãos quentes de novo. Ah, a sentiu de novo... Era o céu. Ele a puxou pra si num abraço quente e pareceram que ficaram horas ali.
- Não precisa sentir Hermione. Eu acho que eu não mereço...
- Tudo que você precisava era de alguém, Tom. Desde o começo você só precisava sentir o amor... – os dois continuavam em pé e ela com a cabeça no peito dele.
- Hermione?
- ...
- Me perdoa... Perdoa-me por ter apaixonado por você? Eu não mereço você... É por isso que eu preciso morrer agora...
EU TE AMO DEMAIS.
Hermione tirou sua cabeça do peito dele. Passou a mão no seu rosto triste. Puxou-o pela nuca e o beijou. Um beijo de tristeza, felicidade, amor, serenidade. Voldemort estava feliz de novo. Ela tomara a iniciativa do beijo e que beijo... Ele a pegou no colo e a colocou delicadamente sobre a cama e levantou-se.
- Hermione... Eu não quero te obrigar a nada... – quando Hermione ia responder algo, Voldemort olhou diretamente em seus olhos, o que a fez arrepiar da cabeça aos pés e ela lembrou-se do quanto era bom sentir o toque dele. Sentir a língua gelada na sua boca, no seu corpo e quando percebeu, ele estava do seu lado e com a boca colada em seu ouvido...
- Sabia que você não iria esquecer... Você é minha rainha... – deu um beijo na nuca – Eu leio seus pensamentos... Eu sei do que você gosta... – mordeu sua orelha, seu pescoço e por fim, seu lábio. Hermione já estava sentindo aquele corpo gelado de novo e Voldemort estava sentindo aquele fogo de novo. Outra vez seus corpos e suas almas tornariam um só, mas dessa vez, muito mais intensamente.
- Eu te amo Hermione...
E completaram o ato de extremo amor. Acabaram-se de tanto se amar. Experimentavam todos os jeitos e posições possíveis. Ora carinhosos e delicados, ora selvagens, o que não deixava de ser gostoso ao extremo. Ficaram horas ali, mas para Voldemort pareciam milênios ou mesmo segundos... Não sabia mais o que pensava, só tinha olhos para aquela em seus braços. Sabia que estava quase chegando a sua hora de partir, mas a única saudade que sentiria era dela, de ver e sentir aquela garota...
11/03/2006 10:04 (Paula)
Shy – Sonata Ártica [Imagina o que num vai saí ><]
Ainda nos braços do Lorde, Hermione tremia. Tinha medo. Medo de conseguir realizar o que aquela criatura a pedia.
Ele levantou-se, e com um gesto dos dedos finos, suas vestes voltaram a seu corpo. Ele abraçou Hermione, e os dois aparataram de volta para o salão de festas abandonado da mansão. Ao sentir o chão sob seus pés ela tremeu mais uma vez. Aliás, ela andava tremendo muito nos últimos tempos. Ele largou a varinha no chão. Com a voz cheia de tristeza e amargura tornou a dizer:
- Eu te amo! Faça logo o que precisa ser feito.
- N-Não posso... - a varinha dele ainda no chão.
- Eu preciso disso! Você me tirou qualquer motivo pra viver! Acabe comigo! Eu não posso mais continuar a existir! Não sem você...
Hermione não sabia mais como pensar. Ficou de joelhos no chão sujo. Ela ainda estava enrolada no lençol negro de seda da cama de Snape. Sentiu que havia traído seu professor. Pegou a varinha, fechou os olhos se concentrando no que teria que fazer. Ela, com toda certeza era mais forte do que imaginava.
Ergueu o pulso.
- Adeus. – Ele cerrou os olhos.
-Avada...
- NÃO!!
Com o susto Hermione largou a varinha no chão virando o rosto para encarar Bellatrix Lestrange ofegante no portal do salão.
- NÃO OUSE FAZER ISSO!!!
Hermione desabou. Largou a varinha, e enterrou o rosto nas mãos chorando compulsivamente. Clamava por Snape. Com a voz fraca, todos os músculos doendo, lembrou-se do único lugar do mundo onde poderia realmente estar segura.
Voldemort observou a garota caída por um instante. Levantou os olhos para o teto, em um gesto de cansaço. Pegou a varinha num movimento imperceptível. Agarrou o braço de Bellatrix com grosseria e aparatou.
Ao ouvir o "crack", Hermione levantou o rosto inchado. Não teria como sair dali.
Em um beco escuro da travessa do tranco, duas figuras encapuzadas que se materializavam no ar entravam em um bar imundo e abandonado. Voldemort ainda não havia soltado o braço da mulher.
- Quem você pensa que é sua inútil??? Quem você pensa que é para se intrometer no meu destino?!?! – ele murmurava. A voz carregada de desprezo e ódio.
- Eu o amo, milorde! Nunca permitiria que aquela sangue-ruim de quinta, ferisse o sr., Mesmo que esse fosse seu desejo!!
Voldemort passou a mão forte pelo pescoço da comensal, imitando o procedimento de um dia atrás. Ela sufocava sem ar. E ele nada dizia. Lia a mente de Bellatrix. Cada canto dela ele explorava, enquanto a mulher morria em sua mão. Largou-a no chão mais uma vez e fez menção de se afastar. Ela arrastou-se, e agarrou a capa dele. Levantou o rosto respirando com dificuldade e foi escalando o corpo magro de seu mestre. Jogou toda a dignidade para o alto. E ainda se esforçando muito, alcançou o pescoço do homem. Ele, espantado, não esboçava nenhuma reação. Passou os dedos trêmulos sobre os lábios finos, e colou sua boca fraca e seca na dele.
Snape acordava. Ainda atordoado, sua mente trabalhava rápido lutando contra todas as dores que sentia. A imagem de Hermione enrolada em seu lençol negro chamando e segurando uma varinha voltou a sua retina. Tirando forças de algum lugar desconhecido, mais uma vez, fechou os olhos e aparatou novamente para a mansão. Ao sentir que havia chegado escorou-se em uma parede. Procurou Hermione e a viu de costas olhando por uma grande janela. Ela não parecia chorar. Não pensava em nada, a não ser em tomá-la em seus braços e voltar para Hogwarts.
14/03/2006 20:56 (Marcy)
Vamos lá... Harry e Serena...
Como sempre, ninguém dorme nesse colégio... [xD] E Harry e Serena {{que não é a reencarnação da Luna! Tá, essa foi podre... =p}} estão na sala precisa... Juntos como nunca haviam imaginado estar antes... Seus corpos rolando em beijos e carinhos pela cama. Parecia um sonho que depois de tanto tempo dizendo que não se suportavam, depois de tanto tempo discutindo e brigando, eles estariam ali... Amando-se como nunca haviam feito antes... Serena estava nervosa. Pela primeira vez na vida não sabia o que fazer e temia pôr os pés pelas mãos. Quando isso lhe ocorreu, Harry lhe pareceu estranhamente mais atraente pelo fato d’ele sim saber o que estava fazendo... Mas espera aí... Ele SABIA o que estava fazendo!
- Meu amor...– ui 'meu amor' XD Será que ele não quis dizer ‘maluca’?? xD~ - Você está estranha... O que foi? – sussurrando
- Não é nada... É que eu... Estou com frio, é... Não se preocupe, vai passar...
Harry beijava Serena daquele jeito desesperado apaixonado do qual ela não resistia desde a primeira vez... Harry havia perdido todo o inibido. Estava apaixonado, excitado... Sentia uma paixão dentro de si que só sentia com Serena. Achava que o mundo poderia acabar e os dois continuariam ali juntos... Para sempre. Ele se esforçou tanto pra vencer o egoísmo e o orgulho pra confessar à garota todo o seu amor e dizer que era escravo desse sentimento, e que tudo o que queria era ficar com ela para sempre. Serena continuava nervosa. Estava completamente envolvida nos braços do garoto já sem camisa, quanto a ela só lhe restava um botão da blusa para se desfazer da peça. Tentava respirar fundo e se acalmar. Seria... Seria sua primeira vez, mas estava feliz porque seria com o cara por quem ela amava já há muito tempo em segredo.
- Tem certeza que você está bem? – insistia Harry.
- Sim, é só que... – Ok, isto estava sendo muito difícil – É a primeira vez que eu vou... Você sabe... – Harry parou. Estava em cima de Serena e olhava diretamente em seus olhos.
- É sério?
- É lógico que sim! Que-que você tá pensando que eu sou?!?
- Shihh! Tá calma... Desculpe... – Harry tentou tragar a informação. Seria o primeiro de Serena e isto o encantou ainda mais...
Harry passava carinhosamente as mãos pelos cabelos e o rosto da garota. A amava a cada segundo mais!
- Não se preocupe... Vai dar tudo certo... Você confia em mim?
- Aham...
- Eu te amo... Muito mesmo.
- Eu também... - Voltaram a se beijar e Harry desabotoou último botão da blusa dela.
- Vou fazer de tudo pra que você nunca esqueça este momento, está bem?
- Sim...
- Afinal, a Gina gostava... – sorriu, voltou a beijá-la e... ESPERA AÍ!! [[Chutou o pau da barraca! XD]] Ele havia dito “Gina”?!?! Serena levantou-se rápido forçando Harry a sair de cima dela – O que foi?
- O que é que você disse???
- Do que você está falando?
- O que é que você disse agora?!
- O quê?.. Que a Gina gostava?
- É!
- E que-que tem?
- “E que-que tem”????? Ai, meu Deus, eu não acredito!! – e começou a puxar sua própria blusa para arrumá-la de novo.
- Serena?..
- Repete isso!!
- O quê??
- O que você falou!!
- Que a Gina gostava? – confuso.
- É!!!!!!!!!
- A Gina gostava, ué...
- EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ REPETIU!!
- Mas você falou pra eu repetir!!
- E COMO TEVE CORAGEM DE FAZER ISSO???
- Porque você pediu, caramba!! O.O – completamente confuso.
- DEUS do Céu! Como isso???
- Mas se não era pra eu repetir, por que você pediu pra eu repetir???
- Porque queria ver se você tinha a cara de pau de repetir o que repetiu!! E repetiu!!
- Serena, mas o que foi meu amor?
- Meu AMORRR??? Por Deus, SAI pra lááááá!!! – Serena levantou-se da cama terminando de abotoar a blusa.
- O que você está fazendo?? – Harry que não entendia nada, foi até ela, mas ela se esquivava dele.
- Estou indo embora!!
- Mas por quê?! Achei que tivéssemos nos entendido!
- “Nos entendido”??? Não acredito que eu quase... Com VOCÊ!! Ah!! Que ódio!!
- Serena?! Mas que droga, qual o seu problema?! Estamos ótimos, mas você do nada surta!
- Eu que surtei?! EU QUE SURTEI?? Você se ATREVE!.. Tem a... AUDÁCIA!.. De dizer o nome daquela sardenta sem sal no momento mais importante da minha vida e EU que surtei?!?!?
- Ah, não... Não, não... Não acredito!.. Serena é isso?? Mas que bobagem!
- Ah, agora me chama de boba!
- Não foi isso que eu disse!
- Mas eu sou mesmo!! Como pude achar que poderia ter alguma coisa com você?!
- Serena, pelo amor de Deeeus!! A Gina não representa mais nada pra mim!
- Representa sim!! Representa sim!! Caso contrário você não teria se lembrado logo dela num momento tão especial pra mim e que deveria ser pra você também!
- Mas é!! Você não está entendendo!! É especial pra mim! Eu te quero!
- Me quer sim!.. ME QUER DE IDIOTA! Pra alguma libertinagem sua!!. Já que a "Gina gostava", não é mesmo?? Deus que me perdoe!!! Ai, que ódio, Senhor!!
- Serena eu estava brincando quando falei aquilo!
- Agora isso virou uma piada?! O fato deu ter quase... FEITO!.. AQUILO com você é que é uma piada!!! Eu sou uma estúpida mesmo!!
- Mas eu falei sem pensar!!
- Exato!! Você não está pensando!! Aliás EU não estou pensando também!! Só o fato d’eu ter entrado neste quarto com você já dava pra perceber que eu não estava pensando direito das idéias!! E é por isso que eu vou meter o pé agorinha mesmo! Adeus!
- Serena!?? Ai, Deus, diz que é brincadeira, vai??. Serena!?? Você não vai a lugar nenhum!! – e pôs-se na frente da porta. Pegou-a no colo carregando-a para a cama.
- Me solta!! Me Largaaa!! Agora vai querer me violentar, é?!?! Socorro!!! – e a jogou na cama – É um animal mesmo!!
- Sou! Sou sim! Um animal, um idiota, um jegue! Tudo o que você quiser!
- Não se aproxime de mim!! – Abraçando as próprias pernas.
- Onde está aquele amor que você disse que sentia por mim há segundos atrás, hein?!
- Eu nunca te amei, meu filho! O que eu tive foi uma queda motora e temporária das minhas ações e nervos!! Eu estava confusa!!
- Eu não acredito... – E se aproximava dela que recuava para o canto da cama
- Pois devia! É verdade! Todo mundo sabe que eu não te suporto e que você é um idiota!!
- Mas você estava confessando coisas muito íntimas pro idiota aqui, né?.. Que esta é a sua primeira vez... – e continuava se aproximando.
- E você acreditou?? Rá! Idiota! Eu já fiz isso milhõõões de vezes! – Harry parou – Serena A Maçaneta, é assim que eu sou conhecida na minha rua! [Kralhoooo! XD] Eu só queria tirar um sarro de você!!
- Não é verdade! Você só quer uma desculpa!
- É SÉRIO! Eu sei que homem ADORA essas baboseiras de “mocinha virgem e intocável” e pá! Olhei pra você e pensei, “bem ele deve ser borracha fraca, talvez precise de um incentivo”, e não é que funcionou??
- VOCÊ É LOUCA!
- Tá bom, então, se você faz questão e já que estamos aqui, né? Vamos aproveitar! – e deitou-se –Vem! – Harry ficou perplexo! – Não, melhor... Deixa eu ir embora mesmo! Não deve valer a pena nem com você! – Harry continuou ali parado com o queixo no chão, sentado na cama – Ah, há propósito, Harry: Tô pegando a capa de invisibilidade, tá? Depois eu devolvo! Tenho certeza que não terá problemas em se virar pra voltar pelos corredores, não? Beijinho! Tchau!
Harry saiu correndo até a porta, mas Serena já havia ido. Harry estava ali... Sem palavras... Furioso, confuso... Só conseguia pensar em uma coisa... "Mulher, só com manual!". O QUE RAIOS, FOI AQUILO?? Deu um murro na porta realmente sobrecarregado. Passou a mão pelos cabelos e vestiu-se completamente irado. Depois de sair da sala precisa, deu voltas e voltas para despistar Filch e chegar à Torre da Grifinória. Ele realmente não entendia Serena! Mas quando a visse, ela iria se explicar e muito!.. Sua vontade era de pegá-la pelo pescoço! {{E em outras partes também! XD}}
15/03/2006 19:22 (Paula)
Hermione voltou o rosto triste para o salão. Viu Snape escorado na parede oposta olhando para ela em um misto de tristeza e alívio. Correu até ele sem pensar em mais nada no mundo. Abraçou o homem cambaleante, enterrando o rosto em seu peito. Snape não conteve mais suas forças e caiu de joelhos á frente dela. Chorando silenciosamente. Nenhuma palavra foi trocada. Hermione passou as mãos, que agora não mais tremiam, no rosto dele. Curvou-se para o beijo mais desesperado de toda sua vida. Assim que seus lábios se separaram, Snape levantou-se, enlaçou-a pela cintura, e os dois aparataram de volta para Hogwarts.
No quarto do professor nenhum deles pronunciou uma palavra se quer. Uma por uma as peças das roupas de ambos deixavam os corpos. O frio havia sido esquecido. A necessidade de se unirem mais uma vez era maior do que qualquer outra no mundo. Hermione, nua, deitada na cama de dossel, se sentia mais uma vez protegida, feliz. O corpo quente de Snape caía sobre ela. Os movimentos era compassados, lentos, calmos... Suas respirações aumentavam de intensidade. Os beijos eram rápidos e desajeitados. Nenhum deles poderia parar com aquilo. Hermione delirava com ele. Passava as unhas sobre as costas do homem como que, querendo entrar dentro dele. Mesmo que o contrário estivesse acontecendo [xP não resisti.] O ápice estava para chegar, e um milésimo de segundo antes, os dois se encararam e mais uma vez, os dois pares de olhos brilharam mais do que as estrelas daquela noite gelada. E ela não segurou um gemido particularmente alto.
Deitada no peito de Snape, mais uma vez, recebendo um carinho nos cabelos, Hermione perguntava, se aquilo tudo teria terminado...
- Talvez... Pelo que você me contou ele fugiu com Bellatrix, não é?
- É... Mas ele parecia tão... Decidido... A tirar a própria vida.
- Você realmente o encantou não é?.. – ele sorria malicioso.
- A-Alguma coisa me fez agir assim... Não sei... Não sei o que deu em mim... –ela parecia envergonhada.
- Não se preocupe. Eu confio em você.
- Eu te amo mestre.
- Eu te amo minha menina.
Os dois adormeceram ali. Mais uma vez, iludidos com o todo aquele amaldiçoado amor.
17/03/2006 15:56 (Tefa)
Draco saiu da sala deixando Gina chorando. Não iria deixar ela ficar daquele jeito. Ele não conseguia a ver sofrer e muito menos ficar longe dela. Entre engolir o orgulho ou reprimir o amor, ele escolheu ficar com o amor daquela jovem ruivinha que o encantava. Correu pelo corredor e conseguiu encontrar Dino. Ele puxou-o pelo braço, segurou o pescoço dele, fazendo-o sufocar enquanto falava:
- Eu aceito a sua condição, mas se você fizer algum mal a ela ou fazer algo que ela não queira você esta morto entendeu?
- Então... Vai... Aceitar! – foi o que saiu tentando respirar e falar sufocado.
- Estamos entendidos, idiota! Se alguém souber, não preciso repetir.
Draco o soltou empurrando-o com tudo contra a parede.
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Gina se vestiu e saiu para a Torre da Grifinória. Estava desnorteada, não sabia o que fazer, o que pensar. A única coisa que sabia era que ela o amava. E faria de tudo para ficar com ele, passando por cima até de sua família. Mas a pergunta que rondava a sua cabeça era apenas se ele faria a mesma coisa por ela. Não falou com ninguém e subiu para o quarto. Por lá ficou deitada em sua cama pensando nele, chorando por ele... "Por que tem que ser assim? Por que não podemos nos amar?". Pensava em tudo que envolvia os dois. Um flashback passou por sua cabeça... Não era possível, tudo foi tão incrível...
Acabou adormecendo.
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Draco não conseguiu dormir a noite inteira. Só de pensar em ver aquele idiota com ela, beijando aquela boca doce e tocando a pele macia dela, ele iria pirar. Mas não tinha outra solução por enquanto. Ele não poderia viver este amor se estivesse morto. E é isto o que seu pai irá fazer se souber, não poderia. Fora o que a Gina iria sofrer pelos pais dela. Tinha que esperar ela ter dezessete anos e finalmente serem felizes. Que custe o que for.
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Na manhã seguinte Gina não tinha a menor vontade de levantar, mas tinha aula. Arrumou-se demoradamente e desceu.
Precisava falar com alguém. Na verdade precisava falar com Hermione, sua amiga de todas as horas. Agora que tinha pensado, não tinha visto ela por um bom tempo, em nenhum lugar em nenhuma hora do dia, nem no dormitório. Onde a Mione estaria?.. Foi para o Salão Principal não para comer, pois não estava com fome, mas para procurá-la.
No caminho encontrou Draco sozinho, precisava falar com ele também, mas ele passou direto e foi para a mesa da Sonserina, sem sequer olhá-la.
Sentiu-se pior e não encontrava Hermione. Na biblioteca, dormitório, Salão Comunal, Salão Principal, até nas Masmorras ela procurou e nada de Hermione aparecer. Ficou tão preocupada com ela mesma que nem percebeu o sumiço da amiga. Como podia? Precisava falar com alguém. Minerva devia ser a pessoa certa. Correu o quanto antes para a sala dela.
Toc toc
- Entre!
- Licença professora Minerva, eu preciso lhe falar.
- E o que de tão importante fez a Srta. perder uma aula para vim falar comigo?
- É que eu estou muito preocupada... Não vejo Hermione há muito tempo e pelo o que vi ninguém a vê por uma semana ou mais, professora. Aconteceu algo a ela?
- Bom Srta, nada que precise se preocupar. Só cabe a mim, Dumbledore e o Prof. Snape.
- Prof. Snape? O que ele tem a ver? Ela está...
- Não tire conclusões precipitadas. Logo ela voltará... Fique tranqüila, mas agora vá que não quero nenhuma aluna da Grifinória perdendo aula.
-Sim, senhora.
Ela foi e terminou de assistir as aulas do dia. Realmente se tivesse acontecido algo com Hermione de muito grave, ela saberia (Não que o que ela está vivendo não seja grave, apenas ela não precisa saber, a história dela tem que continuar) e o que fazia ela ficar preocupada agora, passava longe de Mione, muito longe... Draco voltava a seu pensamento a todo o momento e fazia ficar cada vez mais triste. Foi tomar banho para tentar relaxar. Era uma das únicas coisas que a acalmava.
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Malfoy não prestou atenção nas aulas também e até se pegou escrevendo no pergaminho de anotações o nome dela. "Estou ficando louco... A dor, a falta... Droga, apenas um dia e eu estou assim... Eu mato aquele idiota!!!", pensou jogando o pergaminho fora. Tentou se voltar para a aula mas nada o fazia esquecer Gina, não seu coração. (Nossa, eu tô muito romântica!! Mas tudo bem continuando...).
Chegou no dormitório jogando o material com tudo na cama. Precisava dela, e para tê-la tinha que mantê-la longe por um tempo.
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Gina nem com o banho conseguiu relaxar, deixou apenas a água cair junto com suas lágrimas. A dor naufragava na magoa. Adormeceu de roupão mesmo.
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Os dois passaram três dias nesta situação. O pouco que se viam, nem trocavam olhares e aquilo começava a pesar ainda mais. O Goyle e o Crabbe ficavam enchendo o saco de Draco e claro com o bom humor que ele andava se isolava ainda mais. Começava a distribuir seu mau humor até para as paredes das masmorras. Já o Dino não parava de persegui-la. Dava presente, mandava cartas, flores, tudo o que ela gostava e foi nisto que ela descontou a sua raiva. Ela começou a se entreter em queimar, rasgar os agradinhos e fazer tudo o que ela nunca faria antes.
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Após esses três dias, todos chegaram mais cedo para comer, até o Draco, não queria ficar vendo-a por muito tempo, não iria agüentar mais. Estava presente quase todos os alunos, somente os professores não haviam chegado, muitos nem iam por estarem atarefados. Ele a viu chegar, mesmo abatida continuava linda como sempre.
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Ela decidiu ir jantar um pouco mais cedo. Fugir de Dino àquela hora era a única coisa que ela pensava naquele momento. Entrou no salão e conseguiu encontrar o olhar DELE na mesa da Sonserina. Ele estava com um ar cansado, mais pálido do que o normal e também estava bastante magro. Vestindo vestes amarrotadas, o que era totalmente estranho, mas o que mais importava naquele olhar azul acinzentado era que ele trazia o amor. Aquela troca de olhares durou frações de segundos, mas foi o suficiente para fazer com que os dois ficassem com uma expressão mais feliz. Ao ver a Gina mais feliz, Dino se aproveitou e levantou indo a direção dela. Pegou sua mão delicadamente, lhe deu um beijo suave e sussurrou leve:
- Se a minha mão profana esse sacrário, pagarei docemente meu pecado: Meu lábio, peregrino temerário, o expiara com um beijo delicado.
Neste momento toda escola estava assistindo de camarote.
- Bom peregrino, a mão que acusas tanto revela-me um respeito delicado; juntas, a mão do fiel e a mão do santo, palma com palma, se terão beijado. - Gina ironicamente respondeu indo à direção da mesa da Grifinória, mas antes dela concluir o seu caminho ele rebateu com um sorriso maroto automaticamente:
- Os santos não têm lábios, mãos, sentidos?
- Ai, tem lábios apenas para reza. - respondeu brava sem virar.
- Fiquem os lábios, como as mãos, unidos; Rezem também, que a fé não os despreza. - ele disse chegando perto dela e a fez virar para ele.
- Imóveis, eles ouvem os que choram.
- Santa, que eu colha o que os meus pais imploram. - ele falou lhe dando um beijo cinematográfico.
A maioria aplaudiu e soltaram exclamações. Aquilo foi o limite para Draco que saiu fulminando de raiva.
Gina reuniu as poucas forças que tinha lembrando daquele olhar e empurrou o Dino. Instantaneamente olhou para onde o Draco estava e agora viu o lugar vazio.
- Nunca mais faça isto! – ela disse furiosa e lhe deu um tabefe na cara.
Ele humilhado na frente da escola inteira colocou a mão no rosto e ao olhá-la novamente estava com ódio. Colou o corpo dela no dele e então sussurrou em seu ouvido apenas para ela escutar:
- Se você não quer que eu conte para escola inteira o que se passa com você e Malfoy, concerte o seu erro e me beije.
Ela o olhou com mais raiva e lhe deu um selinho muito rápido, quase impercebível e só sussurrou para ele enquanto soltava o seu braço:
- Já tem sua resposta!
Saiu apressada correndo pelo corredor, quando de repente foi pega e levada para uma sala escura onde recebeu uns beijos desesperados, doces, ofegantes, deliciosos. Entregou-se totalmente, acompanhando-o. Nem foi preciso abrir os olhos para saber quem era. O toque da língua, o sincronismo, era tudo perfeito. Ele parou o beijo e abraço-a bem forte, como se fosse o último momento em que poderiam estar juntos. Ela o retribuiu, não se sabe quem precisava mais disso, se era ela ou ele. Eles se olharam de novo.
- Eu não consigo viver longe...
- Shhh!!! Só me beije. – Drago impediu-a. Só queria a reação dos corações acelerados naquele momento.
Ele voltou a beijá-la mais profundamente. Suave, lento, contemplando ela com cada movimento de sua língua, enquanto a puxava para si. Ela correspondendo á altura, doce como mel, ele podia sentir ainda mais forte o perfume floral que ela exala e que lhe atormentou durante aqueles três dias intermináveis.
Ela o parou desta vez.
- Eu preciso falar... Amor, eu... Não tive... – ela tentava falar ofegante.
- Não, a gente pode se falar a qualquer momento, mas não este.
Ele a puxou para o fundo da sala após falar. Com o toque da varinha fez a janela vedada que fazia a sala ficar escura, se abrir. A luz da lua que estava cheia, e das estrelas invadiram o local, clareando-o. Havia apenas uma cama ali, com os lençóis recém trocados azuis celestes, travesseiros fofos e agora podia sentir o cheiro agradável que ali estava.
- Você fez isto?
Ele apenas fez que sim com a cabeça beijando-a novamente enquanto tirava o casaco. As gravatas da Sonserina e Grifinória foram jogadas longe.
Ela o ajudou com a camisa que com a pressa que foi arrancada foram consigo vários botões, assim como a blusa que ela vestia que foi rasgada em uma parte. O desejo, a saudade os dominava. Ela se jogou na cama e sorriu, apesar do que iam fazer o sorriso era totalmente inocente, ele o retribuiu. Ele parou de sorrir, pegou o casaco do chão e vasculhou um dos bolsos.
- O que foi? – ela perguntou preocupada.
- Não vou cometer o mesmo erro duas vezes. – disse enquanto achou sua varinha e a pegou.
- Que erro Draco? O que você vai fazer? – perguntou confusa.
- Não posso deixar que ninguém mais nos veja. – ele falou sorrindo, aquilo a aliviou não sabia o porquê, mas confiava mais nos gestos dele.
Ele apontou para porta a varinha e a trancou.
- Agora, onde paramos? – Ele disse após colocar a varinha no casaco.
Ela sorriu feliz, e depois levantou, marotamente lhe deu um beijo na nuca e sussurrou em seu ouvido:
- Sabe que eu não lembro, mas podemos continuar pela sua calça.
Ele sorriu também e a tirou, junto com o sapato e as meias. Entre caricias pelo corpo, a saia dela foi jogada e junto com ela foram as roupas intimas dos dois.
Ele a beijava intensamente, ela de vez em quando dava mordidelas no lábio inferior dele. As mãos percorriam por todo corpo, e logo eles sincronizados começaram a desfrutar do amor que um sentia pelo outro. Os gemidos eram abafados por maravilhosos beijos. Seus corpos eram refletidos pela luz da lua, que sempre ilumina os amantes mais desesperados. Amavam-se como nunca amaram ou amariam alguém. Foi a mistura da saudade com o amor. Movimentavam-se juntos, dividindo prazeres, unindo os dois corações em um único batimento. O desejo... Gastavam suas últimas forças de viver naquela noite. Suas almas se interligavam e a partir dali mesmo que quisessem não haveria mais como ficar separados. Os pensamentos sempre se encontravam.
Logo alcançaram o apense, suados, ofegantes, riram de sentir a respiração do outro próxima a sua.
- Eu te amo Draco.
- Eu também.
- A minha alegria de lembrar de você se mistura as minhas lágrimas de saudades, de não te ter eternamente em meus braços...
- As nossas lembranças são as únicas coisas que me fazem ter esperanças ainda, Gina.
- Quando nós vamos ficar bem?.. Quando o Dino vai parar com isto? - ela não conseguiu disfarçar. Uma lágrima rolou.
- Tudo vai ficar bem, não chore. – ele limpou a lágrima dela – Vamos aproveitar enquanto podemos fazer pelo menos deste momento, entre nós em nossas lembranças e corações.
Ela o beijou carinhosamente e ele apaixonante. Ficaram ali se amando enquanto a lua iluminava a sua noite e quando o sol começou a entrar foi quando a realidade voltou, mas só de acordarem juntos já faziam do seu dia mais iluminado.
___________________
Dino acordou pensando em Gina, não ia deixar barato, ele queria ela. E ele a teria!!! (Haha, só na mente dele)
18/03/2006 08:41 (Paula)
Harry e Ronny, sentados na hora do almoço 2 dias depois
do inesperado "desaparecimento" de Hermione, trocavam algumas idéias:
- Você sabe o que aconteceu com ela?
- Tanto quanto você... Faz mais ou menos um mês que ela não conversa direito com a gente...
- Na verdade ela nem olha na nossa cara...
Um silêncio, e depois:
- Harry...
- Fala...
- Você acha que isso...
- Isso o quê?
- A Hermione...
- Ah...
- Você acha que esses sumiços dela, esse jeito estranho dela, você acha que pode ter haver com o Snape?
Harry parou o copo de suco de abóbora no ar. Esteve tão preocupado com Serena, que esquecera falar com Hermione. Mas nunca havia deixado de pensar sobre ela e Snape.
- Ronny... – ele murmurou assombrado.
- D-Diz...
- Acho que tem tudo a ver com o Snape. A gente tem que fazer alguma coisa.
- M-Mas...
- Sem mais Ronny. Ela é nossa melhor amiga... Já arriscou o pescoço muitas vezes por nós.
- É... Você tem razão... Mas... O que é que agente pode fazer?
18/03/2006 16:44 (Kamila)
........triângulo amoroso
- Mestre... Eu senti sua falta.... - Mione beijava o pescoço de Snape.
- Ahhh menina... Eu te amo... Você é tão linda... Vira a cabeça de qualquer homem...
Hermione mais uma vez deu um beijo profundo nele. Um beijo quente, gostoso.
Maaaaaaaaaaaaaassssssssssssssssss (Hehe, é pra dar ênfase) Hermione sentiu um arrepio nas costas. (de novo) O beijo tornou-se muito gelado, mas não menos gostoso. Ahhhh não... Ela já estava cansada daquilo e uma voz gélida sussurrou no seu ouvido...
- A srta. ainda não cumpriu o meu pedido, Granger... – O seu sobrenome soou apenas como um murmúrio de dor e paixão reprimida – Não me faça sofrer mais, Granger... Eu lhe imploro...
Hermione teve um sobressalto da cama. Estava tremendo muito. Snape suspirou alto.
- É ele de novo, meu amor? – Snape foi tentar acalmá-la. Abraçou-a forte, porém a cabeça de Mione girava. Ainda não tinha acabado. – Não fique assim Granger... O Lorde não fará nada com você... A não ser que você queira... – Snape resolveu colocar suas vestes habituais e dar aulas (Há quanto tempo ele não faz isso, né?).
Hermione também resolveu fazer o mesmo. Aliás, ela era outra que já nem sabia o significado da palavra "aula", porém ela achou extremamente estranho que Snape a tenha chamado de Granger... "Estaria Snape com ciúmes????". Primeira aula do dia: Poções (Dãã... Hehe... Em Hogwarts só tem aula de poções o dia inteiro... Nossa!!! Eu queria ir pra lá!!!!!)
Hermione tenta passar pelos corredores sem ser notada – impossível – Logo Gina se junta a ela e as duas rumam pro salão.
- HERMIONE!!! O que foi que houve com você??? Há dias eu tenho te procurado! Como você tá pálida... O que foi que aconteceu??? – perguntava Gina desesperada.
- Não aconteceu nada... Eu só tive uns probleminhas em casa... Tive que ir lá resolver, mas já está tudo bem Gina, querida...
Gina não se convenceu muito da resposta dela, mas pelo menos ela estava ali e isso já bastava. As duas se sentaram à mesa da Grifinória, juntamente com Harry e Ronny e Parvatti. Essa ficava dando beijos no Ronny o tempo todo.
- Hermione, o que foi que aconteceu?? Pelo amor de Deus, menina... – Harry quase gritava com ela, exigindo uma explicação praquele sumiço. Ronny se desvencilhava de Parvatti pra perguntar algo pra Hermione, mas Parvatti insistia em beijar o tempo todo.
Hermione sussurrou uma coisa no ouvido do Harry:
- Depois eu converso com vocês sobre o que aconteceu... Ahhhh, Harry, você não sabe o quanto que eu estou feliz em ver vocês de novo! – dizendo isso, Hermione deu um abraço bem apertado em Harry que quase quebrou seus óculos. Harry gostava muito de Hermione, conversava com ela coisas que não contava nem para o Ronny. Ele retribuiu muito feliz o abraço dela e apenas disse em seu ouvido:
- Tem algo haver com o Snape?
Hermione o soltou e apenas fez que sim com a cabeça. Olhou para mesa dos professores. Snape estava ouvindo Dumbledore falar e estava olhava muito sério.
"Snape a olhava muito sério. O que estava acontecendo com ele? Nem parecia aquele homem que se deitava com ela quase todas as noites, é claro, era por causa de Voldemort. Com certeza ele sabia que ela não tinha sido forçada em nenhuma das vezes que se entregou para Voldie.".
E com esses pensamentos foram os três para a aula de poções. Harry olhava para Serena o tempo todo. Era impressão ou ela ficava extremamente vermelha com esse olhar?.. Ronny se agarrava com Parvatti a olhos vistos até que Mcgonagall disse que expulsaria os dois se visse aquele assanhamento de novo... Snape já estava na porta da sala. Ele sequer olhou para Hermione. "O que tá acontecendo com ele???". Ela já estava cansada daquilo tudo. Ele sabia que não era culpa dela.... Ela não tinha culpa de Voldemort ter se apaixonado perdidamente... Ele tinha que entender...
A aula correu normalmente. Snape tinha voltado á ativa. Descontou pontos da Grifinória por Neville deixar cair um Benzoar no chão. Fiscalizava mais que nunca as poções dos Grifinórios...
Tirou mais pontos porque a poção de Harry estava lilás quando tinha que estar roxa. Passou pelo caldeirão de Hermione, apenas suspirou fundo e falou, mas só para os dois ouvirem:
- Perfeito sta. Sabe-tudo... Aliás, a sta. quer ganhar pontos para a Grifinória? –deu um sorrisinho irônico – A sta. sempre ganha tudo o que quer não é mesmo??
- É mesmo professor... Eu sempre tenho tudo o que eu quero... O senhor sabe muito bem disso não, é???
- MENOS DEZ PONTOS PARA A GRIFINÓRIA por sua impertinência sta. – e saiu com sua capa esvoaçante.
Peraí... "Quem ele pensa que é pra me esnobar na frente de toda a sala??". Hermione estava revoltadíssima com a atitude de Snape, afinal, ele sabia que ela o amava. Pra quê tava fazendo aquela ceninha de ciúmes? Terminando a aula, Hermione estava com a cara pior do mundo e disse pros meninos que depois conversava com eles.
- Alguma dúvida sta. Granger? – Snape nem sequer olhava pra ela. Estava mais preocupado em olhar as provas do sétimo ano sob a mesa.
- O que é que você tem, hein??? – Hermione bateu a mão em cima da mesa dele. Snape sequer levantou a cabeça.
- Para a sta., é senhor e professor Snape. Nada mais que isso...
- Ai, ai, ai... Professor Snape... O que aconteceu???? VOCÊ ESTÁ ME IGNORANDO!!! – Hermione estava simplesmente indignada com a atitude dele.
- Eu não te devo explicações de minha vida sta... Só posso te dizer que suas atitudes te condenaram. Se quiser saber minha opinião, eu acho que a sta. gosta de homens maus e violentos não, é?? E encontrou um homem bem mau, porque a sta. não vai lá beijá-lo agora?? Por que ainda está perdendo o seu tempo comigo???
- Ah, CALA A BOCA SEVERUS! – Snape arregalou os olhos. A cada dia, ele se surpreendia com as atitudes dela. – Você SABE MUITO BEM QUE EU TE AMO. – Hermione o puxou pelo colarinho e o jogou na parede. Ele deu a levantada de sobrancelha que só o SS sabe dar...
- Se me AMASSE não tinha feito aquilo com o Lorde... VOCÊ NÃO FOI FORÇADA A NADA, VOCÊ FEZ PORQUE QUIS. – Snape inverteu as posições com ela e agora era ele que prensava ela contra a parede. Estavam a milímetros de distância um do outro. – Está tudo acabado entre nós Hermione...
- SEVERUS, DEIXA DE SER IDIOTA! EU...
- COMO EU POSSO CONVIVER COM ALGUÉM QUE AO MENOR CHAMADO CORRE PROS BRAÇOS DE LORDE VOLDEMORT???
- ASSIM COMO VOCÊ CORRIA PROS BRAÇOS DA PARVATI!! – Hermione deu um tapa com força na cara de Snape (Uuuiiiiiiiiiiiiii Entre tapas e beijos, é ódio é desejo...).
- COMO VOCÊ OUSA SUA... SUA... – Snape colocou sua mão onde levara um tapa e olhou indignado para Hermione. – EU ODEIO VOCÊ, GAROTA...
Hermione deu outra investida contra ele. Ia bater novamente, porém ele foi mais rápido. Segurou o braço dela, jogou-a contra a parede e depois prendeu seus braços na parede.
- E-U T-E O-D-E-I-O. – novamente ficaram a milímetros de distância um do outro. Snape dizia essas palavras e olhava para os lábios dela. Tarde demais. Hermione havia percebido o olhar dele.
- Me odeia, é??!! Eu acho que não sabe – ela fez questão de encostar seus lábios nos dele. Snape fechou os olhos e pensou como alguém podia ser assim. Fazia ele de gato e sapato e ele continuava lá igual a um idiota. Snape não resistia. Tentou aprofundar aquela espécie de beijo, mas Hermione se desvencilhou. Pegou-o pela nuca, lambeu seus lábios e apenas disse:
- Então se é assim, Professor, eu também te odeio... Muito...
Hermione já estava quase na porta quando Snape se deu conta. Não ia deixar aquilo assim. Pegou-a pelos braços, agora foi a vez de Hermione arregalar os olhos. Puxou-a pelos cabelos e disse desesperadamente em seu ouvido:
- Diga que me ama, Hermione.
- Você sabe disso...
- Mas eu preciso ouvir... Diga que você só pensa em mim, que você sempre será só minha e de mais ninguém!..
- Eu te amo mais que minha própria vida, Severus... – Snape beijou-a com toda a paixão que um homem pode sentir...
20/03/2006 08:11 (Paula)
Mergulhada nos lábios dele Hermione não pensava em nada. Somente sentia os prazeres do toque ávido de seu único e verdadeiro mestre. Ele passou a mão rápida pela perna direita dela, empurrou para cima de sua mesa fazendo todas os pergaminhos voarem pela sala. Ele enterrou o rosto no pescoço dela dando beijos, lambidas, ora delicadas, ora violentas, exatamente do jeito que ela mais delirava.
Em meio a esses devaneios Hermione ouve uma voz sussurrante em seu ouvido.
- Minha querida... Você ainda não terminou seu serviço........
20/03/2006 20:37 (Marcy)
Ok, Harry e Serena. Vamos lá...
- Serena Smith! – berrou a professora Minerva fazendo Serena quase saltar da cadeira – Agradeceria se a senhorita dedicasse mais atenção à minha aula se não for muito incômodo...
- Ao contrário! Ela é bem cômoda! – Harry ainda se encontrava extremamente chateado com tudo o que aconteceu ou “quase aconteceu” na sala precisa e não pode deixar de fazer um comentário pessoal. Antes que Serena pudesse responder à gracinha, a professora o fizera.
- E você fique quieto, Potter! O senhor também não está muito apresentável em meus conceitos. E boa lembrança... Se não me estou errada, dei aos dois uma detenção, não é mesmo? Pois bem: Quero os dois hoje à noite em minha sala. A aula acabou, estão todos dispensados.
Harry sentiu uma pontada de inquietude. Nunca fora muito fã de detenções, mas estava com certa ansiedade. Desde o último episódio tumultuado ele e Serena não se falaram mais. Os olhares se encontravam muitas vezes, mas logo eram interrompidos. Harry estava extremamente confuso, não podia entender como alguém podia ser tão complicada como aquela garota. Num momento, chama de jegue, idiota, diz que o beijo é ruim, depois fica com ciúmes, abaixa a guarda e chega junto, logo em segunda beija, agarra, diz que ama e tudo mais e do nada, xinga de novo, diz que tava enganando... Tava difícil de mais de entender ela!
No almoço, Serena estava na sala comunal conversando com uma menina do 3° ano. Harry descia as escadas quando a avistou. Respirou fundo e foi em sua direção.
- Com licença...
- Não! – respondera mais do que imediatamente – Você não fala, não respira do meu lado, eu não quero te ouvir, você nem ao menos se dirija a mim, ok???
- E quem disse que eu queria falar com você?? – [Ai! XD] Eu vim devolver pra ela um livro que eu tinha pegado emprestado ontem. – E devolveu o livro á garota que presenciava a cena intrigada. – Mas ate que foi bom você estar aqui, posso aproveitar pra...
- Pra nada! Já disse que não quero falar com você!
- Bem, eu acho que vou indo... – dizia a menina.
- Não, você fica aqui!
- Pode ir, sim. – insistia Harry.
- Fica!
- Vai!
- Eu tô dizendo que fica!
- E eu tô dizendo pra ir!
- Por que não pergunta á Gina? Afinal a opinião dela conta muito! Eu adoro saber do ponto de vista dela antes de fazer algo!
- Ai, não! Ô garota?! Cresce!
- Crescer? Mas eu sou até alta de mais! Inclusive eu jogava vôlei e tudo...
- Ah, como você é engraçadinha! Engraçada como uma MAÇANETA! – Ih...
- Ham, e foi a Gina que te disse isso ou você chegou a essa conclusão sozinho??
- Por que é que você sempre tem resposta pra tudo??
- Porque você sempre tem pergunta pra tudo!!
- Bom, mas eu vou indo mesmo! – falara novamente a garota que olhava a discussão sem entender nada.
- Já disse pra você ficar!
- Deixa-a ir! Você tem medo de ficar sozinha comigo por acaso, hein? Qual é o seu medo?..
- Meu medo? Meu medo é de você! Imagina dar de cara com uma coisa dessas! Meu coração não vai agüentar tamanho susto!
- Ai, vocês são doidos! – a menina passou por eles em direção à passagem do retrato.
- É, somos sim! – berrava Harry a ela – Completamente pirados! Sem Noção! E é contagioso, cuidado! Eu peguei loucura dessa aqui! Logo Hogwarts inteira vai se infectar também! Isso aqui vai virar um manicômio de bruxos! Vai empestear esse lugar! Vai ficar todo mundo doidão!
- Ai, cala a boca! Depois eu que digo idiotices!
- É, tá vendo? Peguei sua mania! Acho que passei tempo de mais perto de você!
- Pois então não passe mais! Fique bem longe! Já estou criando alergia nervosa de você!
- Ah, então quer dizer que você fica nervosa perto de mim?
- Claro! Tenho medo que você me passe suas pulgas de jegue pra mim! Agora me dá licença! Não agüento ficar mais um segundo perto de você!
- Pois vai se acostumando, porque acho que não preciso lembrá-la de que hoje temos detenção com a Mcgonagall!
- E daí? Quer que eu te acompanhe ou o quê? De mãozinhas dadas e tudo? Quer que eu te atravesse a rua também??
- É, não! Foi só pra te lembrar, querida!
- Ah, mas como você é prestativo! Muito obrigada, querido! – Serena virou-se e foi embora. Harry nunca desejou tanto ter uma detenção... [Hermione que já passou por essa fase! XDD]
Á noite Harry chegou à sala da professora. Serena já estava lá.
- Está atrasado, senhor Potter... Sente-se na cadeira ao lado da senhorita Smith. – Serena olhou Harry com indiferença. Ele sentou-se quieto. A professora entregou-lhes vários pergaminhos. – Copiem 100 vezes as 10 citações básicas da magia. – Colocou uma ampulheta no centro de sua mesa – Daqui á uma hora eu voltarei e ‘ai’ de vocês se... – lançou-lhes um olhar e foi embora.
Harry e Serena ficaram completamente sozinhos. Estava um tanto desconfortável ali. Na mesa da professora, além da ampulheta havia uma jarrinha de chá com duas xícaras acompanhadas de uns biscoitos, que a professora devia ter deixado para eles. (Grande Minerva! Me amarro nela! XD) Serena se levantou e foi-se servir. Harry que já tinha começado a escrever parou para observá-la.
- Ham, sabe, não é da minha conta não, mas...
- É, tem razão.
- MAS – seguiu Harry tentando ignorar – Você não ouviu o que a professora disse? Se em uma hora não tivermos terminado...
- E??
- "E" que você ao invés de começar a fazer se sente confortável o suficiente pra se servir de um chazinho??
- Hum, tá uma delícia, aliás!
- Mas e o trabalho?
- Ai, Potter como você é ingênuo, não? – uma ruga surgiu na testa dele. Odiava ser tratado como “menininho”. – Não sei como você sobrevive neste mundo inocente do jeito que você é!
- Quer falar logo??
- Está bem! Acontece que 1 hora é tempo de mais para fazer isso aí! É claro, se você contar com a ajudinha de um produto de primeira que somente euzinha disponho no momento!
- Quer parar de se mostrar e dizer o que é de uma vez??!
- Nossa, você tá nervoso??
- Tô!
- Vai pescar, querido!
- Serena??!
- Ai, que saco! OK!! Você não precisa se preocupar com este trabalho se tiver em mãos o incrível "Kit especial Fred & Jorge para trabalhos chatinhos"! Consegui com os próprios irmãos Wesley! Encantei minha varinha com o kit antes de vir e pronto! – Serena aproximou-se de seus pergaminhos. Tocou a superfície deles com a varinha e várias letras foram surgindo em zig zag até completar tudo. – Pronto! Acabei o trabalho!
- Uau!.. Digo... Você bem que...
- Que o quê? ¬¬’’’
- Que podia me emprestar essa varinha ae, né?..
- Ah, sim... Claro! E por que eu faria isso?..
- Bom... Por tudo o que nós já passamos? Você podia levar isso em conta.
- Se eu for levar em conta tudo o que passamos, eu vou dar com aquela mesa na sua cabeça e cuspir chá sobre o seu cadáver...
- Ou então, você podia me ajudar por amizade!
- Que amizade?? O.õ - Serena olhou-o de cima abaixo.
- Podemos criar uma agora! Olha, Serena, eu já desisti de te entender a muito tempo! Só sei que não dá mais pra gente ficar brigando o tempo inteiro! EU TÔ CANSADO! É o seguinte: Eu sou um idiota e você é uma maçaneta! Ambos concordam com o que somos, não é? Então, não tem porque discutir. Quando um não quer, dois não brigam! Não digo que seremos amigos-amigos do tipo "Nossa, o Harry e a Serena parecem irmãos, bests! São GEMULOS!", mas podíamos nos dar uma trégua, o que acha?
- Cansou de levar desaforo meu, não é mesmo?
- Exatamente! Desisto de tudo que eu... Enfim! De qualquer coisa que eu pensava... Erm, você ganhou... Você ganhou mesmo... – Harry olhou distante, como se realmente estivesse fadigado daquilo tudo, e estava – E então? Estamos ou não estamos em trégua? É só temporário! Para experimentarmos! Daqui há 2 semanas eu prometo que a gente volta a se matar, tá legal? Mas por hora... – e estendeu a mão. Serena estava perplexa. Não sabia o que pensar, mas de certo ponto, Harry estava certo... Continuar brigando com ele por algo que nem ela sabia direito o que era, acabaria dando na telha sobre seus verdadeiros tumultuados sentimentos...
- Eu não vou apertar essa sua mão! Sabe lá Deus por onde você andou com ela!
- Ai, meu...
- Tá legal! – E fizeram um aperto. Harry segurava a mão dela quase como se acariciasse do que outra coisa. Serena logo se desvencilhou. Pegou a varinha e fez o mesmo processo nos pergaminhos de Harry.
- Então... – falou ele – Acho que somos amigos...
- É... Somos amigos... – desconfortavelmente ficaram um olhando para o outro, enquanto em seguida mataram o tempo bebendo chá e comentando qualquer coisa sem muita importância... [Transmissão de pensamento mútuo: "AMIGO É O CACETE, EU QUERO É TE BEIJAR!”] XDDDD
21/03/2006 13:58 (Paula)
Hermione tremeu e soltou os ombros de Snape.
A alguns milhares de quilômetros dali, Lorde Voldemort apreciava a lua de uma janela estreita em um quarto imundo. Em cima de uma cama estropiada naquele quarto, encontrava-se Bellatriz Lestrange. Completamente nua, chorando silenciosamente, enquanto olhava para seu mestre.
Ele sussurrava palavras quase inaudíveis, mas ela lia seus lábios com
perfeição. Ele clamava pela “sangue ruim”. Pela adolescente de Snape.
Havia acabado de possuí-la e o único nome que saía daqueles lábios finos era: Hermione.
Conformada com sua posição, a Bellatriz só sobravam os restos e ás lágrimas. Entre os beijos ávidos de seu mestre, ela ouvia o nome da sangue ruim. Ela aceitava que seu destino era servir de distração a seu mestre, mas não podia negar que seu coração já havia sido tomado por ele. Estava apaixonada pelo Lorde das Trevas.
- Eu vejo que sofre Bella... – a voz fria e sussurrante dele tomou conta do quarto e instintivamente Bellatriz puxou o lençol encardido cobrindo o corpo.
- Sofro Milorde...
- É por minha causa, não é?
- Sim.
- É pela menina, não é?
- Sim.
Voldemort andou até a cama. Passou os dedos finos sobre o rosto da Comensal.
- Não posso fazer nada.
- Eu sei Milorde. Mas... Não me peça para não sofrer... É tudo que me resta.
- Como você é cética Bella. Achou mesmo que depois de tudo que passei iria querer morrer?
- Mas... Mestre...
- Eu implorei para que ela me matasse. Não me importaria com mais nada no mundo. Mas ela não teve a coragem suficiente, agora irá pagar. Retomamos os planos pela manhã. Matarei Harry Potter, matarei Albus Dumbledore, matarei Severus Prince Snape, e ela será minha. E quanto a você – Bellatriz arrepiou-se – Terá as maiores recompensas que o mundo bruxo já viu.
Sorrindo fracamente para ele, uma chama de esperança se acendeu no coração arrasado da mulher. Talvez sua vida pudesse melhorar.
Snape abraçou Hermione com ternura esperando que o desespero dela se findasse.
Sabia q isso não aconteceria tão cedo.
AGORA. DM/GW