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4. Primeiras Tarefas


Fic: Heroes -O Torneio dos Deuses


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Depois de cavalgarem algumas horas, chegaram à cidade onde fariam a primeira missão, porém por precaução e para protegerem os unicórnios, Grier e Groar ficaram para trás na orla da floresta enquanto os outros entraram na cidade.


-Definitivamente algo medieval. –Hermione diz ao olhar em volta. –Espero que não impliquem com nossos trajes. –Diz ao notar como os guardas os observavam.


-Talvez seja bom conjurar umas capas. –Harry propõe pensativo.


-Não sabemos como eles tratam a magia, podem ser hostis. –Eragon adverte e Hermione assente.


-Cuidado, estão vindo. –Arya avisa ao ver guardas virem na direção deles. –Defensivos, mas discretos. –Recomenda enquanto se posicionava de frente para os cavaleiros, que estavam em guarda, mas não pareciam que iriam atacar.


-Quem são vocês? Vêm em nome de quem? –O guarda pergunta com a voz firme.


-Somos sacerdotes. –Arya responde tentando ver algo na mente do guarda que os ajudasse. –Ela recebeu dos deuses o poder de curar, viemos ver o rei. –Diz apontando para Hermione.


-Curar o rei? Melhor realmente poderem fazer isso. –O guarda diz se pondo de lado, uma mensagem clara de que os escoltaria.


O caminho foi silencioso até o enorme castelo, onde um grupo de cavaleiros em fila guardava a porta da frente. Um dos cavaleiros que os escoltava se adiantou e a fila de guardas se abriu para que passassem.


-Iremos à sala de audiências, onde o rei lhes atenderá. –Diz enquanto os guiava pelos corredores.


O castelo era de pedra e seus corredores lembravam bastante os de Hogwarts, apesar dos quadros serem imóveis e retratarem cavaleiros e membros da realeza. Nas tapeçarias azuis havia em preto uma cruz ansata, em cujo centro havia uma enorme joia vermelha. Chegaram a sala cumprida que possuía várias cadeiras confortáveis e nobres ao longo, as costas voltadas para a parede, e no pedestal ao fundo dois pomposos tronos.


-Esperem que o rei logo virá. –O cavaleiro diz antes de dar meia volta e sair.


-Algum tipo de análise? –Harry pergunta a Hermione, que parecia pensativa.


-Eu não sei se os deuses quiseram usar nossa simbologia ou só nos pregar uma peça. –Diz um tanto dividida.


-Que tipo de análise faria se estivesse em seu mundo? –Arya pergunta interessada.


-O castelo parece ser antigo, mas não há marcas ou evidências de grandes reformas ou destruição, o que me leva a crer que é um governo hegemônico e estabelecido há muito tempo. A cruz ansata, no brasão, é um símbolo associado à vida após a morte, a pedra vermelha pode significar sangue e nobreza, o que pode significar que é um governo muito antigo e sobrevive após a morte de seus reis, ou ainda que os reis são poderosos em batalha e costumam ter vida longa. O azul pode estar associado à nobreza, mar, ou mesmo céu indicando pretensões divinas, o que também pode se ligar a cruz. Um rei que governa sob as bênçãos dos deuses. Porém não de forma totalitária, visto que parece ter um conselho numeroso para decidir questões importantes. –Diz apontando para as cadeiras ao longo da sala de audiência. –As cadeiras parecem ser usadas com frequência, talvez podemos concluir que este castelo é governado por um rei poderoso, amado pelo povo, respeitado pelos cavaleiros e nobres, soberano em batalha, justo e inteligente.


-Bravo! –A voz grave faz o grupo se virar e ver um homem entrar em uma cadeira de rodas de madeira, empurrada por um homem de aparência nobre e seguido por cavaleiros de túnicas negras com a cruz ansata no dorso em cor vermelha. –Me descreveu corretamente, jovem e sábia sacerdotisa.


O homem na cadeira de rodas falava alto e tinha o tom grave e firme, apesar de parecer frágil e idoso. Arya direcionou um olhar cauteloso aos outros e deu um passo a frente, a postura altiva e nobre.


-Somos sacerdotes divinos e viemos para curá-lo, se merecer tal benção. –Arya diz em seu tom prático e altivo, fazendo o rei fechar o semblante. –Apenas permita que avalie seu passado, então poderei ver se és um servo merecedor da benção divina.


-Não temo meu passado, sempre agi de modo correto. –Diz ofendido, porém confiante. Arya entrou em sua mente, vasculhando rapidamente as memórias.


-Teve uma vida sofrida, já foi um grande guerreiro e rei, mas ultimamente a amargura pela doença o tem tornado intransigente e, por vezes, cruel. –Diz em tom frio e reprovador. O rei baixou ligeiramente os olhos. –Prometa em nome de sua honra que se redimirá pelos absurdos que fizeste e que voltará a ser o rei nobre e honrado de outrora. Então poderá ser curado.


-Eu juro em nome de minha honra, de meu reino, que voltarei a ser o homem nobre que já fui. Afastarei as sombras que me rodeiam e, por vezes, norteiam meus atos. –Diz de forma sincera, parecendo envergonhado e sinceramente arrependido.


Arya apenas lança um olhar em assentimento a Hermione, que se aproxima lentamente do rei. Arya e Eragon estavam ao seu lado e Harry logo atrás de si. Hermione então oferece a mão ao rei, que hesitante leva a sua até a dela.


Imediatamente Hermione sente suas energias serem sugadas a uma velocidade que ainda não havia experimentado. Sua magia percorrendo o corpo do homem, dividindo-se entra os ossos, o ouvido, os olhos, penetrando na corrente sanguínea, golpeando-lhe o coração. Arya e Eragon direcionaram porções generosas de sua magia para ela, tentando ajudá-la na cura. O rei gritou, sentia seu corpo queimar, a mão segurava cada vez mais firme a dela, a outra pressionava a cadeira. Cinco minutos passaram até que Hermione caiu desfalecida, amparada nos braços de Harry, que a ergue com facilidade, acomodando o rosto frio em seu pescoço.


-Majestade, como vossa alteza se sente? –O homem que empurrava a cadeira pergunta preocupado. O rei estava cabisbaixo e ofegante.


-Não precisa falar tão alto, Newman. –O rei diz quase rindo, a voz grave ganhando mais firmeza. Então, para o espanto de todos o homem se ergue de supetão, as mãos rasgando a túnica e revelando um dorso forte marcado por cicatrizes, as pernas também fortes marcavam a calça de couro que estava extremamente justa, o cordão que prendia a cintura estava estourado, a pele sem rugas. –Uma espada, agora. –Exige bem humorado, virando-se de frente para eles, que surpreenderam-se com o rosto másculo e jovem que o homem agora possuía.


Rapidamente um cavaleiro retirou sua espada e ofereceu ao rei, que fez uma mesura a frente de Newman. A seguir ambos começaram a duelar ferozmente com as espadas, porém o duelo acabou rapidamente devido ao vigor e a técnica do rei, que de fato era um guerreiro admirável.


-Newman, quero que comece agora mesmo a preparar uma grande festa para toda a cidade, teremos sete dias de festa com bebida e comida à vontade começando amanhã quando o sol estiver alto. –Diz sorrindo largamente e indo até o cavaleiro que lhe cedera a espada. –Cavaleiro, leve os sacerdotes aos meus melhores quartos de hóspedes!


-Majestade. –Arya chama e então o rei se vira para ela respeitoso.


-Os quatro são sacerdotes dos deuses, quem deve prestar respeito sou eu. Por favor, nobre sacerdotisa, chame-me por Arthlan. –Diz em tom reverente e respeitoso.


-Há dois outros companheiros nossos que estão fora da cidade com nossas montarias…


-Apenas diga onde estão e meus cavaleiros os escoltarão para cá e darão o melhor tratamento a seus animais. –O rei diz parecendo fazer questão da permanência deles. –E quanto à sábia e poderosa sacerdotisa, o que posso fazer para que fique bem? –Pergunta olhando preocupado para Hermione, que permanecia pálida e desmaiada nos braços de Harry.


-Acomodações confortáveis e comida quente e forte para que recupere as forças. –Arya diz de forma simples.


-Terá isto e tudo o mais que precisarem. –Assegura como uma questão de honra.


-Harry, vá buscar Grier e Groar, deixe que eu levo Hermione. –Eragon se dispõe aproximando-se para pegá-la.


-Eu não demorarei. –Harry diz passando Hermione para os braços de Eragon e então aparatando, para assombro de todos.


-O que houve? –Newman pergunta boquiaberto.


-Cada um de nós tem habilidades especiais, mas disso falarei depois. –Arya explica e o rei concorda com um aceno.


-Qualquer coisa de que precisem, peçam a Newman ou a um dos cavaleiros. Agora darei as boas novas a minha esposa. –O rei diz já se virando para sair.


-Por favor, sacerdotes, me acompanhem. –O cavaleiro diz já abrindo espaço para que o seguissem, os outros cavaleiros fazendo uma mesura respeitosa para eles.


**************************************************************


A sensação de torpor já lhe era familiar, a dormência tomava todo seu corpo e qualquer movimento parecia lhe sugar todas as forças. Sentiu a superfície rija e quente sob si, então girou o rosto, sentindo o perfume familiar, a pele macia.


-Até que enfim acordou, estava pensando que precisaria usar algum feitiço. –Harry sussurra perto do ouvido, uma de suas mãos abraçava a cintura e a outra afastava os cachos castanhos da face dela.


-Quanto tempo? –Pergunta mantendo o rosto escondido no pescoço dele.


-Uma semana. –A informação a fez erguer a cabeça surpresa, porém o esforço lhe rendeu um gemido dolorido. –Não se esforce, vou pegar uma sopa reforçada e um pouco de suco, está precisando se alimentar. –Diz a posicionando de costas na cama.


-Estamos no castelo ainda? –Pergunta observando o quarto ao redor.


-Sim, esperávamos você acordar. Além disso, Arya e Eragon estão conseguindo uns mapas, informações, tenho evoluído com espada treinando com a guarda… Ah! Groar anda muito ocupado, não precisa se preocupar com ele, também há guardas na porta. Já volto! –Ele explica rapidamente e logo depois sai.


Hermione respira fundo, tentando sentir seu corpo, arranjar alguma força ao menos para se sentar. No entanto logo depois a porta se abre e Arya entra sorrindo discretamente.


-Bem vinda. –Diz indo se sentar ao lado dela.


-Revezamento de vigília? Quantas horas pra cada um? –Pergunta tentando soar bem humorada e não sonolenta.


-Na verdade ele praticamente não sai daqui, a exceção é quando há treino da guarda e de grupo. –Arya diz a observando, porém Hermione apenas sorrira discretamente.


-Deve estar muito preocupado. Harry é muito protetor.


-E gosta muito de você.


-Como um irmão. Ah! Disse que tem obtido informações.


-Sim, mapas, informações sobre as cidades e seus governantes e forças, tipos de animais em dadas regiões. Também já completamos a primeira missão, o rei nos deu o objeto de bom grado. Também mandou fazer um anel para você, que fará com que em todas as cidades do reino seja recebida com as maiores honras. A propósito, está é apenas uma província do reino maior, cujo rei é o pai de Arthlan.


-Isso nos ajudará muito, aliás, acho que amanhã já poderemos ir. –Hermione diz tentando levantar e Arya ajuda. –Obrigada.


-Vou te passar um pouco de magia agora, quero que descanse bastante e então amanhã gostaria que usasse um pouco de sua magia para reforçar as proteções do castelo e da sala de tesouros. Já fiz isso usando minha magia, mas é bom usarmos da sua também, assim poderemos garantir que nossos adversários tenham muito trabalho ao tentarem obter os objetos deles, caso compartilhem de missão semelhante aqui.


-Tem razão, irei pensar nisto. Agora, pode trazer os mapas que obteve?


-Estão comigo, prefiro sempre ter a mão. –Diz pegando o rolo mais espesso e desenrolando a frente dela. –Este é o mapa mais completo.


-Tem pena e algo para medir? –Hermione pergunta observando o mapa.


-Sim, só um instante. –Diz retirando as coisas da bolsinha que tinha a parte interna magicamente ampliada.


-Eu usei o relógio do Harry para medir quantas horas tem um dia neste mundo. São dezesseis horas, então dividiremos o mapa em dezesseis partes iguais em seu cumprimento. –Hermione diz e então Arya começa a medir e depois riscar rapidamente o mapa, até que estivesse dividido em 16 partes por uma linha preta. –Agora use outra cor para dividir em trezentos e sessenta partes iguais. A linha do meio será zero, terá outras 180 linhas a direita e a esquerda. Elas terão relação de 22,5º com as 16 linhas de fuso horário. Então apenas teremos que marcar a quantidade de quilômetros de uma linha a outra e saberemos exatamente a distância e o tempo para qualquer outro local do mapa. Pode enviar Groar com Grier para correr de um ponto a outro contando o número de passos, assim basta multiplicar o tamanho do passo de Groar pelo número de passos.


-Ótima ideia, farei isso agora mesmo. –Arya diz já se levantando. –Formamos uma ótima dupla. –Diz com um sorriso de canto antes de sair. No mesmo instante Harry entrava.


-Uma comida reforçada e saborosa para você. Imagino que esteja faminta. –Diz já posicionando a bandeja com a tigela e o prato de pão a frente dela.


-Isso tudo é pra nós dois, não? –Pergunta vendo a quantidade enorme de comida.


-Apenas coma, vamos ver se não está mesmo com toda essa fome. –Ele pede já pegando um pedaço de pão e molhando com uma generosa colher de sopa.


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Na manhã seguinte, o grupo se reuniu para terminar de fortalecer as defesas do castelo e então foi saudado formalmente pela cavalaria e escoltado pelo rei até a saída da cidade. Harry e Hermione seguiam no unicórnio macho adulto, Eragon na fêmea e Arya no jovem macho, a filhote vinha logo atrás.


-Sente-se bem Hermione? –Eragon pergunta trotando lado a lado deles.


-Sim. Mas me lembrem de nunca mais curar alguém com doenças degenerativas e múltiplos ferimentos de batalha! –Responde com bom humor.


-Qual a próxima missão? –Harry pergunta.


-Pegar uma gema na montanha. Acho que será fácil e chegaremos logo. –Arya responde.


-Já que voamos, poderíamos ir à frente. –Eragon diz referindo-se a ele e Harry.


- Deixar as duas sozinhas… Não me parece seguro. –Harry fala preocupado, Hermione não estava em condições de lutar.


-Posso proteger Hermione, além disso, os unicórnios são fonte extra de magia. –Arya assegura.


-Vamos Harry, pode confiar em Arya. –Eragon diz já conjurando seu dragão. –Para o alto Jura!


-Qualquer coisa, faíscas vermelhas. –Harry diz antes de levantar voo, deixando Hermione no controle do unicórnio.


Rapidamente Eragon e Harry ganham altitude, indo diretamente para a montanha que devia estar a vinte minutos de voo. Este foi tranquilo, apenas aceleraram o máximo possível, por isso pousaram no meio da montanha, Eragon recolhendo Jura e Harry sentando na rocha pra descansar.


-Bolo? –Eragon pergunta oferecendo a ele um pedaço de bolo.


-Aceito. Acho que após um pouco de comida e bebida podemos seguir. –Diz aceitando o bolo e desatarraxando a tampa do cantil com a outra mão.


Dez minutos depois, ambos voltaram ao ar, logo alcançado uma caverna e sendo recebidos por fortes chamas. De dentro da caverna saíram dois dragões adultos, ambos soprando fogo em cima dos intrusos.


-Distrai eles, vou pegar a gema! -Harry diz e Eragon assente.


-Chamas, Jura! –Eragon ordena e atinge os dois dragões.


Manobrando para o alto e girando, mergulha em rotação e depois gira para a direita, atingindo um dos dragões com o rabo e mordendo o outro no dorso rapidamente, só para empurrá-lo e depois se afastando, atraindo os dragões para longe.


Os dragões selvagens estavam furiosos e buscavam morder Jura, o qual tinha que voar em zigue-zague. Eragon procurava ter contato com Harry e o vê voar com uma gema em mãos, logo depois atirando feitiços em direção à montanha, no caminho abaixo.


-O que está fazendo seu maluco? –Eragon brada tentando alcançá-lo, desviando do ataque dos dragões. –Temos que fugir deles.


-Recolhe o Jura! –Harry ordena e Eragon o olha como se fosse louco. –Anda logo. –Diz voando na direção de Eragon, que acaba por fazer o que ele pede.


Os dois dragões ficaram perdidos por um instante ao ver o enorme dragão negro desaparecer. Porém logo foram na direção de Eragon, que despencava rumo ao chão, um deles já de boca aberta, pronto para abocanhá-lo, porém Harry o alcança e no segundo seguinte os dois aparatam, no instante exato em que o dragão se preparava para mordê-los.


Ao surgirem no mesmo ponto onde haviam deixado Arya e Hermione, Eragon se joga no chão vomitando, sentia-se zonzo, já Harry se deixa cair cansado e ofegante, sentia a cabeça latejar enormemente.


-Outra dessa e eu não vivo até meus vinte anos. –Diz ofegante, tremendo, retirando uma bela quantidade de baba de dragão do cabelo e ombros.


-Tem como chamar Jura de novo? Precisamos alcançá-las. –Harry diz ignorando o comentário de Eragon.


-Acho que sim, pouco tempo, mas o suficiente. –Eragon diz pensativo e logo depois faz o dragão negro surgir.


-Vou mandar um aviso para que parem e nos digam a localização. –Harry fala e logo depois um veado prateado irrompe de sua mão e galopa em alta velocidade pela trilha.


-Vamos tentar ir rápido Jura. –Eragon diz já sentindo suas energias caírem a níveis preocupantes.


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Quando alcançaram Arya e Hermione, deparam-se com a barraca montada e os unicórnios a frente, vigiando alertas o perímetro. Entraram cambaleando, sentindo-se fracos e famintos, ainda mais ao serem atingidos por um delicioso aroma vindo da cozinha.


-Bem-vindos. Estou fazendo o almoço, ainda vai demorar um pouco. –Arya diz em tom suave, ao mesmo tempo observava satisfeita que não possuíam ferimentos. –Hermione está os esperando lá em cima. –Avisa pegando a gema de quase meio metro por quinze de diâmetro, a cor era negra com pontos dourados que pareciam formar delicadas nuvens ao longo da gema.


Eragon e Harry apenas assentem e se dirigem as escadas, nem um pouco animados para subirem os degraus. Apoiavam-se na parede e se arrastavam para cima, deparando-se com Hermione saindo do banheiro.


-Alguém ferido? –Pergunta os observando.


-Apenas melecados. –Harry diz sentindo o cabelo ensebado. –Tudo bem com vocês?


-Claro. Preparei a banheira pra vocês, mas aconselho tomarem uma ducha antes. –Diz com uma careta, ambos também não cheiravam muito bem.


-Banheira pra nós? –Harry fala devagar, quase não acreditando no que ela falara.


-É, uma hidromassagem e estarão novos logo depois do almoço. –Diz atenciosa e gentil.


-Hermione, agradeço a intenção, mas estou bem. –Eragon diz e então olha pra Harry. –Vou tomar uma ducha rápida e você pode aproveitar a banheira.


-Ah, não! Vocês não estão realmente com essa frescura, não é? –Hermione diz quase rindo do jeito sério dos dois.


-Frescura? Fresco seriamos se aceitássemos ficar naquela banheirazinha nus, aliás, falta você dizer que poderíamos esfregar as costas uns dos outros. –Harry ironiza a declaração de Hermione quase ofendido.


-Não serão menos homens por dividirem uma banheira! Tomaria banho com Arya sem qualquer problema. Aliás, em muitos países é supernormal duas pessoas adultas do mesmo sexo dividirem saunas e termas nuas. –Diz em tom natural, o olhar repreendia-os pelo comportamento machista.


-Acontece que pra mim não é nada normal. Uma coisa é usar duchas num vestiário, cada um na sua cabine. Outra muito diferente é ficar numa banheira com um cara, onde além de tudo estaríamos nos encostando. –Diz o final com uma careta.


-Realmente é meio pequeno para que não nos toquemos. –Eragon concorda seriamente.


-Porque todo esse medo de tocarem levemente as pernas? Medo de gostar? –Pergunta os provocando e desafiando.


-Não fala assim com um homem! –Eragon a repreende quase num rosnado.


-Ei, devagar aí. –Harry diz colocando a mão no peito de Eragon, ficando entre ele e Hermione.


-Que eu saiba, a única que pode atacar aqui sou eu, que passou um bom tempo preparando aquele banho. Então a menos que queiram ser devidamente azarados, é melhor entrarem agora mesmo. E outra, eu ainda posso usar um par de feitiços e tirar suas roupas e jogá-los na banheira! –Hermione ameaça seriamente.


-Está brincando? –Eragon pergunta e Hermione apenas faz que não com a cabeça, o pé batendo no chão.


-Vão por bem ou por mal? –Ela pergunta e, vendo o estado deplorável em que estavam, acabam caminhando resignados para dentro do banheiro. –Vou ficar aqui fora esperando-os. –Diz recostando-se a parede, fazendo-os suprimirem alguns xingamentos.


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N/A: Oi, demorei uns dias, mas apareci! Nada como um feriado né rsrs.


N/A²: Nesse capítulo vimos um grande avanço do grupo 1, que está agindo de modo eficiente e usando a cabeça antes da força. Para quem estranhar o nome do dragão do Eragon, é mencionado como um dragão poderoso no livro 1 do Ciclo da Herança, quando Brom fala nomes de dragões para Eragon.


may33: O outro grupo também não é só de vilões, seria apenas um grupo não muito preocupado com ética. Os unicórnios são muito mais que montarias, como poderemos ver mais a frente. Hahaha se for att pra cada vitória do Brasil em algo, to lascada rsrs!


Lilly Rigotti: Acho que você foi a única a comentar dos uniformes sexys rsrs. O Groar apesar de tudo sabe reconhecer um oponente mais forte, no caso Arya. Se já gostava do banheiro antes, agora com Harry e Eragon na banheira imagino que nem gostaria de tomar banho também né? Huahua é só me perguntar que eu explico o lance da tabela. Morgana não tem mesmo nada de vítima e certamente não dará os melhores conselhos do mundo pra Holly.


Sirius Padfoot Black: Ué, outro nome porque é um dragão macho totalmente diferente de Saphira, apesar de ter os mesmos instintos e poderes. Não é apenas curar que deixa ela mais forte, ela precisa ter mais poder mágico e capacidade física, até porque magia demais num corpo frágil, pode acabar levando a morte. A luta era pra ser curta mesmo, a intenção era mostrar poderes em nível um tanto absurdo. Harry usando a espada contra Groar com machado num dá nem pra saída, contra Groar só magia. Não é uma questão de afinidade e sim de justiça trazer o Cedrico, mas se tiver outra sugestão é só dizer.


Anderson potter: Para quem achava que Groar era só um brutamonte, viu que ele tem muitos poderes e é um grande aliado. Já Harry mostrou que tem fibra e que ser mais esperto pode significar a vitória contra um guerreiro que tem apenas poder. Difícil medir o quanto ela gastou, porque na segunda vez recebeu uma forcinha mágica da Arya e do Eragon, mas depois desse cap dá pra ver que quanto mais antiga e grave a lesão, mais difícil é de curar.


r.ad: É esperto esperar um pouco, até porque no próximo capítulo volto pro grupo 2. Primeiro acordou com aquela visão, agora dormindo abraçada com ele, acho que vai ficar muito mal acostumada né? Rsrs


rosana franco: Harry ajuizado não é Harry Potter rsrsrs.


Lari_sl: Depois desse capítulo conseguiu entender e ter mais base dos poderes do grupo 1?


Melissa Hashimoto: Imagino que não seja a única a não conhecer os outros, por isso vou tentar falar bem deles durante a fic. Porém seria interessante se lesse os livros do Eragon e Artemis Fowl. Pedir pra não existir Voldemort é o mesmo que pedir que não exista Galbatorix, pode alterar o futuro de modo que Harry nem venha a existir.


Silvia Cecil: Como assim quem vai ser o primeiro a apanhar?


luiza potter: Mais ou menos, pois Hermione tem um pouco de tecnologia e raciocínio cientifico, assim como Morgana e Sauron são medievais.


Tainá Yumi Watanabe: Que bom que está gostando, espero que acompanhe e goste de minhas outras fics.


JéèH G. Potter: Eu vou tentar equilibrar ao máximo ação e romance. Nesse cap teve um pouco dos dois. Brinquedinhos super high-tech bem ao estilo ficção científica. Os poderes são semelhantes e a intenção é dar equilíbrio.

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