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24. A vida continua


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 24


A vida continua


 


 


Assim que Draco saiu da casa com Hermione em seus braços, aparatou em sua própria residência. Hermione deixou-se ser levada. Ele a levou até o quarto e colocou-a delicadamente na cama. Deu um beijo carinhoso na testa da demora e sussurrou em seu ouvido:


 


- Eu já volto... Um minuto. Ninguém te fará nada.


 


Ela apenas assentiu silenciosamente. Pouco tempo depois ele voltou e novamente a pegou no colo.


 


- O que você está aprontando?  - ela perguntou com um pequeno sorriso no rosto.


 


- Você precisa relaxar e eu quero curar esses ferimentos... – ele entrou no banheiro, onde uma grande banheira já estava cheia de água. Hermione saiu dos braços de Draco e ele a ajudou a tirar as roupas. Draco sentiu seu coração falhar algumas batidas quando viu o corpo delicado da morena cheio de hematomas.


 


Draco despiu-se e entrou na banheira e puxou Hermione delicadamente para que o acompanhasse. Ela sentou-se encostando suas costas no peito de Draco. Sentia que o coração dele estava acelerado.


 


- Como conseguiu me achar? – ela perguntou.


 


- Vamos deixar essa conversa para depois. – Hermione ouviu que aos poucos as batidas estavam desacelerando. – O importante agora é que você está bem e a salvo. – Ele respirou fundo abraçando fortemente a namorada – Nada de mal voltará a acontecer a você, Mione. Eu prometo. – Ela deixou-se ficar aninhada. Era o que precisava após os momentos terríveis que vivera.


 


Após quase uma hora, saíram da água ainda em silêncio. Eles se secaram e Draco emprestou algumas roupas dele.


 


- Mione, pedirei à Cody algo para comermos. Tem alguma preferência?


 


- Qualquer coisa, Draco...


 


Hermione deixou seu corpo cair sobre a cama macia. Era inevitável lembrar-se dos últimos acontecimentos. Tinha raiva de tudo que aconteceu e sabia-se incapaz de perdoar Krum. Odiava ainda mais Zabini. E pensar que tentara se aproximar dele, em respeito a Draco. Pensar que tentar ter uma amizade com ele. Sem que pudesse segurar as lágrimas começaram a surgir. Abraçou-se tentando proteger-se de algo invisível.


Draco desceu e deu pediu ao Cody que servisse o jantar no quarto. Pediu os pratos preferidos de Hermione e subiu rapidamente as escadas. Entrou silenciosamente no quarto e ouviu o choro dela. Seu coração encheu-se de tristeza e culpa. Não pôde protegê-la. Mais uma vez, não pôde cuidar de seu amor. Caminhou, ainda em silêncio, em direção à cama e deitou-se ao lado dela.


 


A morena apenas notou a presença de Draco quando sentiu o corpo dele afundar a cama. Entre soluços ela disse:


 


- Uma parte de mim morreu hoje, Draco...


 


- Não pense assim, meu amor. Sei como deve estar se sentindo...


 


- Não, você não sabe. Não teve o corpo tocado contra a sua vontade – ela disse e levantou-se num ímpeto e começou a andar pelo quarto. – Senti-me uma qualquer... Uma fraca... Não pude me defender!


 


Draco aproximou-se e abraçou Hermione. Ela tentou soltar-se, mas ele a segurou mais forte.


 


- Realmente não sei o que passou e nem o que sentiu. Só que uma parte minha também morreu ao saber que uma pessoa que eu considerava meu melhor amigo pôde ser capaz de fazer o que fez com você. – Ele a afastou o suficiente para que ela o olhasse nos olhos. – Não afaste-me de você...


 


- Desculpe-me, Draco. Acho que preciso descansar.


 


- Não antes sem comer alguma coisa. Cody já deve estar chegando.


 


Pouco tempo depois Cody adentrou trazendo uma bandeja repleta de variados pratos, com direito a uma deliciosa sobremesa. Hermione não percebeu a fome que estava até sentir o aroma daqueles alimentos.


 


O casal pouco conversou. Após comer, Hermione dormiu. Draco desceu e foi servir-se de um copo de uísque de fogo. Pouco depois chega à sua casa Harry, Gina, Ron e Jorge, que perguntou:


 


- Onde ela está?


 


- Está dormindo – disse encarando um dos ruivos. – Demorou um pouco para acalmar-se.


 


- Por Merlin! Ela sofreu! – disse Gina – Todos foram presos, Malfoy. Krum morreu.


 


- Acho que no final ele mudou de lado – o loiro disse virando seu copo. – Alguém está servido?


 


- Por que acha isso? – perguntou novamente Jorge.


 


- Ele que falou o quarto onde eu encontraria a Mione. – Respondeu num tom cansado, servindo os visitantes. – Estava bem ferido.


 


- Sim, ele imobilizou os Comensais que estavam no fundo da casa. Só que deve ter sofrido algum feitiço letal. – complementou Harry.


 


- Ela sofreu nas mãos daquele filho da puta. – disse Malfoy – Pelo menos pôde reparar o que fez. Alguns minutos de atraso e não sei o que seria da Hermione.


 


Todos se calaram, sentindo-se culpados. Uma sensação de impotência por não terem impedido o sequestro de Hermione.


 


Após alguns minutos, os visitantes decidiram ir embora. Draco agradeceu mentalmente a saída do grupo que ele já não achava tão insuportável quanto antes.


 


Subiu as escadas, dirigindo-se ao quarto. Hermione dormia serenamente e sua respiração estava tranquila. Ele havia pedido que Cody colocasse algumas gotas da poção do sono. Assim, a garota teria um sono livre de pesadelos.


 


Draco deitou-se ao lado dela, aconchegando-se próximo ao corpo de Hermione. E, embalado pela respiração de sua namorada, dormiu.


 


****************************************************************


 


Um ano passou após este episódio.


 


Natasha foi deportada para a Bulgária e impedida de apartar em qualquer localidade da Inglaterra. Lá foi julgada e condenada à prisão perpétua.


 


Os outros bruxos que faziam parte do plano, também foram deportados para seus países de origem. Os bruxos ingleses foram condenados à Azkaban. Prisão perpétua.


 


Blaise Zabini é de uma família de grande importância para a comunidade bruxa, porém não havia como negar sua participação no plano. Além do agravante da tentativa de estupro contra Hermione Granger. Ele foi condenado ao beijo do dementador. Dentro de cinco anos, sua sentença seria cumprida.


 


****************************************************************


 


O lar dos Weasley pegava fogo com a notícia do casamento da caçula. Faltavam apenas três semanas para o grande dia. A cerimônia seria realizada nos terrenos da Toca.


 


Hermione e Draco foram convidados a serem padrinhos de Harry. Ron e Luna seriam os padrinhos da Gina. A ruiva não queria que seu irmão levasse qualquer uma ao seu casamento, já que seu irmão ainda não havia firmado compromisso sério com ninguém.


 


****************************************************************


 


O relacionamento de Draco e Hermione aprofundou-se ainda mais neste último ano. Cada dia, dormiam um na casa do outro. Já era possível encontrar roupas do Draco pela casa de Hermione e vice-versa.


 


Parecia impossível, mas a amizade de Rony, Harry e Draco tornou-se forte. Os três costumavam sair sozinhos antes de voltarem às suas casas. Muitas vezes esses encontros causaram ciúmes em Hermione e Gina. Porém, elas também mantinham seus encontros só de meninas. Luna começou a fazer parte desses encontros.


 


Depois de alguns meses, Hermione havia praticamente se mudado para a casa de Draco. Lá havia mais espaço, um grande jardim onde foi instalada uma bela piscina. Draco achou aquilo estranho no começo, mas muitas vezes todos se encontravam lá para uma festa. Nada como magia para aquecer a piscina.


 


****************************************************************


Algumas semanas antes...


 


Assim que Draco soube que seria padrinho de Harry seu sangue congelou. Nunca havia sido padrinho de ninguém. Draco dispensou seus elfos e tirou o dia para passar com Hermione. Ele estava sentado numa cadeira à beira da piscina quando a viu chegar. Novamente sentiu um estremecimento percorrer seu corpo. Só ela para mexer assim com o loiro.


 


Hermione chegou usando um biquíni vermelho. A parte de baixo era segurada apenas por delicados laços nas laterais da coxa. O sutiã salientava a forma de seu delicado peito. Draco sentiu-se excitado só de vê-la caminhando, mas procurou disfarçar.


 


- Tudo bem, meu amor? Ainda bem que hoje saiu um solzinho, né? – ela disse dando um beijo nos lábios do namorado,


 


- É, pois é... Então... E essa história de eu ser padrinho? – ele perguntou tentando lembrar-se de Harry para baixar seu... Seu ânimo...


 


- Você não gostou? – a morena perguntou passando hidratante nas suas pernas. Draco a olhou de lado sem poder resistir. Vendo que ele estava calado, ela voltou-se para ele, perguntando: - Está tudo bem? Você parece quieto... – Então os olhos dela desceram até o membro já duro de Draco que, em vão, tentou disfarçar, jogando uma toalha em cima. – Não faça isso – ela disse, tirando a toalha – Só de me ver, Draco? – ela perguntou.


 


- Você sabe que só seu cheiro me deixa louco... Agora aparece aqui com este biquíni...


 


Hermione o empurrou delicadamente para que as costas dele repousassem no encosto da cadeira. Porém, ele logo a impediu. Sentou-se e as pernas dela cruzaram-se em suas costas. Começaram a se beijar com paixão e desejo. Ele conseguiu levantar-se ainda segurando a morena em seus braços.


 


- Já fez amor na piscina, Granger?


 


Mas antes que ela pudesse responder qualquer coisa, ela sentiu a água gelando seu corpo. Quando voltaram á tona, Hermione disse sorrindo:


 


- Seu maluco!!! – ela escapou dos braços dele e nadou na direção contrária. Draco riu, mas logo nadou em perseguição, alcançando as pernas de sua namorada e, puxando-a para si, disse:


 


- Não escapará de mim hoje, menina. – enquanto falava beijava todo o pescoço dela.


 


- E quem disse que quero escapar? – ela indagou passando a mão direita pelo peito e descendo até o pinto de Draco. – Ora, ora, vejo que nem esta água te afetou. – Hermione enlaçou a cintura dele. Na água, nenhum dos dois precisava se esforçar em manter essa posição. Ela mesma tirou a parte de cima do biquíni deixando seus seios para fora da água. Ele começou a tocá-la naquela região e Hermione deixou sua cabeça cair para trás, gemendo de prazer.


 


Sim, só ele sabia deixá-la daquele jeito.


 


Draco foi andando com Hermione e a colocou na beira da piscina, mas as pernas permaneceram dentro da água. Ele, ainda dentro da água na parte rasa da piscina, começou a beijar a coxa de Hermione e foi subindo. Com a boca desfez os laços da parte de baixo. Ela suspirou apenas com a respiração dele perto de si. O pequeno biquíni deslizou pelo corpo, dando total acesso ao “objeto” de desejo de Draco.


 


Delicadamente ele começou a chupá-la. Sua língua percorria toda a vagina de Hermione. Os gemidos dela eram músicas para seu ouvido. O corpo dela arqueou e a morena precisou apoiar-se sobre os cotovelos.


 


Após alguns momentos juntou toda a sua força e sentou-se, puxando Draco para si. Ele saiu da piscina e deitou-se sobre ela.


 


Hermione gemia de prazer. E dor. O piso sob ela queimava e arranhava sua pele, mas logo essas sensações sumiam quando sentia Draco forçar seu membro dentro dela, despertando todo seu tesão. Logo, ela gozou. Draco ainda continuou o seu movimento e ela, o dela. Segundos depois, o loiro jorrou todo seu prazer dentro daquela que a amava.


 


- Eu te amo... – falou deixando seu corpo cair ao lado dela. – Por Merlin, Hermione! Que chão horrível! Deixe-me ver suas costas!


 


- Draco... Na hora nem senti... – Ela disse virando-se, mas a ardência já começava a se fazer presente. – Mas agora estou sentindo.


 


- Você é louca! Está toda cortada e arranhada! Vamos entrar. Passo um creme-poção. – Ela assentiu, entrando na casa.


 


 


 


 


****************************************************************


Dia do casamento


 


Hermione havia ido mais cedo para a Toca ajudar Gina a se preparar. Haveria também uma entrada das madrinhas, seguida então por Gina.


 


A morena entrou no quarto e encontrou Gina sentada na cama, apenas usando lingerie branca. O cabelo estava amarrada em um meio rabo de cavalo, sendo segurado por uma rosa branca. O resto descia bem liso com alguns brilhos.


 


- Gina do céu! Como ainda não está pronta? – pergunta Hermione fechando a porta e indo até o vestido que estava flutuando num canto do quarto. – Ainda preciso me arrumar! Você precisa estar pronta antes de todos!


 


- Ah, Mione! Estou em dúvida... – Hermione então parou e pendurou seu vestido. Sentou-se ao lado da amiga dizendo:


 


- Não posso nem imaginar como é ser uma noiva, mas está em dúvida por quê? Você não ama o Harry? – a amiga discordou – Você tem alguma dúvida do amor que ele sente por você? – a amiga discordou novamente – Então, qual o problema?


 


- E se não durar para sempre? – ela disse murchando os ombros.


 


- Acaba. – Hermione agradeceu por sua amiga não estar com a varinha.


 


- Muito consoladora! - a ruiva levantou-se e Hermione seguiu-a.


 


- Quero apenas dizer que nunca sabemos o dia de amanhã... Cuide do seu amor dia após dia. Aproveite seu dia, amiga. Por que acha que “presente” tem esse nome? Sinto que viverão juntos até estarem bem velhinhos. Recebendo os netos nos almoços de domingo, mas para isso acontecer precisa preservar seu amor dia após dia. Não se desespere à toa! – Elas abraçaram-se – Vá se arrumar! Depois de te ajudar, ainda preciso cuidar de mim! Sei que é seu dia, mas tenho um loiro para impressionar. – Hermione disse piscando para a amiga.


 


 


A casa estava arruma de bem similar ao casamento de Fleur e Gui. Porém, o clima era de paz, tranquilidade e uma ansiedade que em nada se assemelhava ao outro casamento. Todos riam e bebericavam um leve licor enquanto esperavam o início da cerimônia. Draco estava sentindo-se totalmente deslocado pro não conhecer ninguém, mas cada vez que era apresentado como “o namorado da Hermione”  era abraçado e beijado por senhoras estranhas. Até que ele viu um casal chegando. Logo reconheceu os pais de Hermione. Diversas circunstâncias fizeram com que o sonserino ainda não houvesse conhecido os “sogrinhos”, como diziam Rony e Harry, brincando da situação. Hermione era bem parecida com o pai, mas apresentava os traços delicados de sua mãe.


 


Observou o casal abraçar carinhosamente Rony e perguntarem alguma coisa, cuja resposta foi o dedo do ruivo apontado para ele. A mãe, Jane, estampava um sorriso sincero. O pai vinha sério. Eles não souberam de todos os detalhes sobre o sequestro da filha, a pedido dela.


 


- Oh, você deve ser Draco! É mais lindo do que as fotos que eu vi! – ela ignorou a mão estendida e abraçou Draco, que retribuiu totalmente sem jeito. – Eu sou Jane e esse é John. – Novamente o sonserino estendeu a mão, mas precisou recolher. Dessa vez, foi totalmente ignorado.


 


- O senhor deve ser o Malfoy. Ouvi muito falar do senhor na época da Escola. – ele disse encarando profundamente o namorado da filha.


 


- Mas, o que ouviu na época da Escola é passado. Aposto que sua filha fala muito mais de mim nos dias atuais.


 


John fuzilou Draco com o olhar e Rony resolveu intrometer-se:


 


- Ora, senhor e senhora Granger, desculpem-nos, mas seremos padrinhos e está quase na hora de cerimônia começar. Precisamos nos apressar. – disse o ruivo puxando Draco pelo braço. – As mesas da frente estão reservadas. Fiquem à vontade.


 


Quando os dois afastaram-se o suficiente, Jane perguntou:


 


- Você vai mesmo encher esse rapaz? Não sei como Rony não lançou um feitiço bem nessa sua cabeça grande!


 


- Por que ele é um rapaz educado! Não ficou respondendo dessa forma. Garoto arrogante.


 


- Não fale assim. Ele ajudou nossa filha! – disse a mulher tentando apaziguar a situação e andando em direção às mesas.


 


- Se não fosse por ele, nossa pequena nem precisaria de ajuda... E acho que estão escondendo alguma coisa. – falou abaixando o tom de voz.


 


- Como se você contasse tudo que fazíamos aos meus pais. – e antes que ele pudesse dizer alguma coisa uma música retumbante soou pelo ambiente fazendo todos calarem-se e olharem para a porta fechada.


 


Draco estava nervoso por estar ali, parado na frente de todos e ainda por cima pelo desastroso encontro que tivera com o pai de Hermione.


 


A porta se abriu. Luna passou sorrindo, estava bonita, mas ainda não havia perdido o ar amalucado. Ao chegar próxima ao altar Rony conduziu a amiga até seu lado.


 


Logo depois entrou Hermione.


 


Draco deixou de ouvir música. Esqueceu-se do pai de Hermione. Esqueceu-se do público à sua volta. Havia apenas Hermione.


 


Ela usava um vestido tomara-que-caia lilás. Na altura da cintura ele descia um pouco mais solto com uma abertura na perna esquerda visível apenas quando Hermione andava. Usava uma sandália de prata com saltos finos.


 


Os olhos de Draco brilhavam de uma forma que Hermione ainda não havia visto e perguntou baixinho quando a música parou:


 


- Está tudo bem?


 


- Nunca a vi tão linda... E você entrando, pensei... – mas ele foi interrompido pela música orquestrada que significava que a noiva estava entrando.


 


Gina usava um discreto vestido branco. O busto era enfeitado por delicadas flores. O véu estava preso a um arranjo em seu cabelo e descia acompanhando seu corpo.


 


A cerimônia foi linda. Hermione chorava e Luna torcia para que eles não tivessem problemas com narguilés. Os noivos foram cumprimentar os visitantes e Draco e Hermione foram à mesa dos pais dela.


 


- Papai! Mamãe! – disse Hermione abraçando-os carinhosamente. – Estava com tanta saudade!


 


- Você está linda, minha filha – disse Jane olhando para Hermione.


 


- Não sei se já puderam conhecer Draco Malfoy. – falou Hermione.


 


- Sim, minha pequena, já tivemos essa infelicidade. – suspirou rudemente o pai.


 


- John!


 


- Pai – exclamaram juntas mãe e filha. Hermione virou-se para Draco e viu quanto o loiro estava se esforçando para não dar uma resposta atravessada.


 


- Seu namoradinho  já foi bem arrogante comigo, filha!


 


- E o senhor começou com provocações! – respondeu o loiro já adquirindo a cor dos cabelos Weasleys. Hermione olhava de um para outro e Jane falou:


 


- Filha, por que não avisa um garçom que queremos um champanhe? Vá com ela, Draco. Meu marido está um pouco cansado da viagem. Indisposto...


 


Hermione bufou e pegou na mão de Draco puxando-o para o outro lado.


 


- Devia ter avisado que seu pai era essa simpatia, Hermione.


 


- Ele fez a mesma coisa com Ron... Ele só precisa te conhecer melhor. E eu achei que seria diferente. Ele não demonstrou esse comportamento nas nossas correspondências.


 


Jane também conseguiu acalmar o marido e o resto da festa foi mais tranquilo, na medida da possível. John queria arrumar qualquer desculpa para falar mal daquele loiro, só que ele não achava nada. O namorado da filha era educado e carinhoso. Antes que Hermione pedisse alguma coisa, ele já trazia. Aparecia com flores. Não achar o que reclamar o incomodou e depois de algumas horas decidiu ir embora.


 


Hermione queria almoçar com os pais no dia seguinte, mas ambos participariam de uma convenção. Porém, logo estariam de férias e poderiam aproveitar o tempo que passaram afastados da filha.


 


Draco agradeceu silenciosamente a partida do casal para curtir a namorada. Afinal, nada de beijos mais ... Profundos.


 


- Oh, Draco! Desculpe-me por meu pai, certo?


 


- Claro! Agora vem cá... Quero curtir você mais um pouco. – disse puxando Hermione para seu colo.


 


Dançaram muito! Beberam muito!


 


A festa estava uma delícia. Gina e Harry partiriam na manhã seguinte para passar a lua-de-mel no Caribe. A maioria dos convidados já havia partido. Hermione e Draco foram os últimos.


 


Ao aparatarem na casa de Draco, Hermione jogou-se no sofá.


 


- Estou exausta!


 


- Eu também... – Draco suspirou e fez um aceno de varinha. Ajoelhou-se no chão tirando as sandálias de Hermione e depois fez uma leve massagem em seus pés.


 


- Adoro sua massagem... Aliás, amo! Não se preocupe com meu pai... Ele aprenderá a gostar de você. – falou Hermione ainda deitada.


 


- Sabe que estava linda entrando com esse vestido? Tudo parou... – ele disse parando de massagear os pés dela. Hermione sentou-se encarando o loiro.


 


- Realmente vi um brilho diferente... – comentou Hermione – Esse brilho está aí de novo! Você não pôde me contar o que era!


 


- Então... Tudo parou. Estava tão linda, Mione. Não havia mais nada além de você. Faz algum tempo que quero isso, mas aquele momento fez com que eu tomasse logo essa decisão – ele colocou a mão dentro do seu paletó tirando uma caixa vermelha. Hermione colocou a mão na boca e seu coração parou. Parou durante várias batidas. Quando voltou a funcionar, seu coração batia totalmente descompassado. – Como eu disse, comprei há algum tempo, mas não sabia o momento certo, não sabia se você iria me aceitar... Hermione Jane Granger, aceita ser minha esposa? – perguntou ainda de joelhos abrindo a caixa que revelava um delicado anel de ouro branco com um único e discreto diamante. Os olhos de Hermione encheram-se de lágrimas e ela respondeu:


 


- É claro que aceito, Draco Malfoy! – pulou no pescoço dele, fazendo com que ambos caíssem no chão. Ele delicadamente colocou a aliança no dedo de sua amada, beijando suas mãos. Ela o beijou na boca. E ali, naquela sala iluminada por chamas de uma velha lareira, amaram-se confirmando a união de um Malfoy com uma Granger. Um sangue puro com uma sangue ruim. Mas acima de tudo, a união de duas pessoas que se amavam mais do que um dia foram capaz de amar.


 


 


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Que os comentários continuem e aumentem


 


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Comentários: 4

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Enviado por Biib's Malfoy em 28/01/2017
aaaah, que fic lindaa! <3
Nota: 5

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Enviado por juliana vieira em 26/08/2012

amei, li tudo em duas noites, não queria parar.

Nota: 5

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Enviado por Rosie Bolger em 06/05/2012

maravilhosa!!!!! (acho q outras palavras são incapazes de descrever a perfeição q se encontra nessa fic!!!)

Nota: 1

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Enviado por silvia xavierdos santos em 15/01/2012

Ameiii adoro este casal!Parabéns vc escreve mto bem

Nota: 5

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