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3. Armadilhas


Fic: Sweet Friend - femmeslash - Capítulo 10 Postado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Armadilhas




Quero me afogar no seu veneno, nesse doce veneno que escorre dos teus lábios... Morrer assim deve ser incrivelmente prazeroso...”




Há diversos tipos de armadilhas na qual você pode cair. A maioria você mesmo prepara. Pense. Toda a situação complicada em que você se meteu, foi culpa sua. Mas não fique triste, acontece com todos. Por isso não fique se lamentando, que a sua vida é uma merda, que seu trabalho é chato, sua vida amorosa é ridícula, e a única coisa que você faz é querer voltar para o tempo onde tudo era fácil. Sua vida é uma armadilha que você mesmo criou e...bem...caiu feito um patinho. Sem ofensas.


Mas você também pode criar armadilhas para outros. E sabe? Ela gosta de me testar. Criar armadilhas para mim. Não sei se ela quer me ver desconcertada, ou se isso é inconsciente. Mas na verdade, tudo que ela faz é uma armadilha. Seu sorriso é uma armadilha, suas palavras... Mas o pior mesmo, é que desejo cair em todas essas armadilhas.


Qual o motivo mesmo para se sair da cama? Ah, sim. Sua mãe gritando.


– Anda Ginevra! – a voz soou me assustando – Todos estão na mesa para o café!


– Bom dia para você também, mãe. – resmunguei.


– Vamos, desça. – ela disse antes de sair pela porta. Eu me espreguicei e me levantei.


Desci as escadas sonolenta e ainda de pijamas. Entretanto aquelas estranhas sensações da noite anterior ainda não tinham voltado. Eu me sentia infeliz sem entender exatamente o porque. Pela primeira vez eu entendia a expressão “emocionalmente exausta”. Parei para pensar no que tudo aquilo estava fazendo com a minha cabeça. Será que eu estava sendo idiota levando aquilo tão à sério? Eu estava?


Quando cheguei a cozinha eu a vi. Linda, radiante. Ela conversava com Harry e Ronald enquanto tomavam café. Seu sorriso morreu quando me viu.


– Bom dia – eu disse sem olhar para ninguém por mais de dois segundos. Saiu mais mal-humorado do que o planejado.


– Er...bom dia, Gina. – disse Ronald. Os três me olharam apreenssivos – Tudo bem? – ele perguntou sugestivamente. Eu olhei em volta. Nada de mamãe.


– Não seja patético, Ronald. Não vou contar nada. Está tudo bem. – eu enchi uma xícara com chá e peguei uma torrada.


– Obrigado, Gina. E pare de me chamar de Ronald. – ele disse com a testa franzida.


– É o seu nome. – eu disse com a boca cheia pela torrada – Se não gosta não é comigo que tem que reclamar.


Harry riu. Ronald se dedicou ao seu bacon.


– Vamos dar uma volta depois do café, Gina? – perguntou Harry sorrindo. Eu não estava com a menor vontade de fazer o que quer que fosse, mas simplesmente não consegui apagar a centelha de esperança nos olhos dele.


– Humm...claro. – respondi engolindo com dificuldade. Ele sorriu eu sorri de volta. Continuamos os quatro comendo em silêncio. Algum tempo depois eu olhei para Hermione. Ela estava pálida.


– Bom dia, Hermione. – eu alfinetei – Dormiu bem?


– Ahm...claro – ela sorriu amarelo e enrusbeceu – ótima. – Acrescentou em tom de desafio. Ronald olhou desconfiado pelo sarcasmo na minha voz, mas não falou nada. Mamãe entrou e começou a trabalhar no fogão.


– Ahm... SrªWeasley – começou Hermione – Eu estava pensando... Já está na hora de buscar meus pais, antes de voltarmos à Hogwarts.


– Tudo bem, Hermione. Talvez eu ou Arthur possamos ir com você. – ofereceu minha mãe.


– Ah, creio que não há necessidade – disse Hermione – São só dois dias, três no máximo.


– Eu vou com você. – disse Ronald. “Cachorro” pensei.


– Aproveitador. – murmurei. Mamãe não ouviu e Ronald me fitou raivoso enquanto chutava a perna de Harry que prendia o riso.


– Na verdade Rony... – começou Hermione – Eu gostaria que Gina fosse comigo. Blam. Eu derrubei a xícara derramando chá por toda a toalha.


– Cuidado Ginevra! – exclamou minha mãe limpando a bagunça com um movimento de varinha – Está ficando tão desastrada quanto a... – mamãe se interrompeu e seu olhar ficou tristonho. – Hermione tem razão, Rony, os pais dela não vão gostar de saber que ela viajou com o namorado. Não vejo problemas em Gina ir.


– Ok. Então eu vou junto. – ele disse esperançoso. Eu fitava a xícara vazia. Definitivamente refeições em família era agora uma atividade de alto risco.


– Sossegue Ronald Weasley! – ordenou mamãe. Ronald ficou emburrado mirando as torradas. – Não vai dizer nada Gina? – perguntou minha mãe.


– Ah, tudo bem mamãe, eu já sabia. Você sabe, Hermione nunca proporia algo assim sem me consultar. – eu fuzilei a responsável com o olhar – Harry vou me trocar para sairmos.


Eu subi as escadas pisando firme. Nem precisei olhar para saber que ela estava na minha cola. Entrei no quarto.


– Feche a porta. – ordenei pegando jeans e uma camiseta do Harpias do guarda-roupa e jogando em cima da cama.


– Não grite. – ela pediu. Eu retirei o pijama ficando apenas de calcinha.


– Que diabos de ideia é essa, Herms? – eu perguntei escovando os cabelos.


– Você sabe que tenho que ir buscar meus pais, Ginny! Não quero fazer isso sozinha. – ela falava estridentemente e parecia não conseguir evitar olhar para o meu corpo. Eu vesti o sutiã e a camiseta com raiva.


– Eu nunca deixaria você fazer isso sozinha! – eu exclamei olhando para ela – Mas era para irmos todos juntos Herms. Nós quatro! Por que mudou isso!?


– Preciso resolver as coisas com você, Ginny. Essa viagem, a Austrália é a oportunidade perfeita! – ela exclamou enquanto eu vestia o jeans.


– Não há o que resolver Herms! – eu exclamei começando a calçar o meu All Star vermelho, presente dela. – Somos colegas de quarto, e só.


– Colegas de quarto?! – ela perguntou enfurecida.


– Sim. Foi sua escolha. – eu amarrei o primeiro pé. Ela se aproximou de mim, prendeu os cabelos da minha nuca entre os dedos e me fez erguer o rosto para ela.


– Diga isso olhando para mim. – ela ordenou entre dentes.


– No momento, Hermione, somos apenas isso, colegas de quarto. Talvez um dia sejamos amigas de novo. – eu fiz minha melhor cara de raiva. Patético. Ela me soltou.


– Não importa. – ela levou as mãos ao rosto desnorteada – Você terá que ir. Eu tenho tempo...isso tempo.


– Eu irei, por que eu prometi. – dei o nó no outro pé e sai do quarto deixando-a para trás.


Harry me esperava no pé da escada.


– Como você pode ser tão linda, usando jeans e camiseta? – ele sorriu e me segurou pela cintura no último degrau. Algo suave, enfim.


– Nossa... – eu enlacei meus braços no seu pescoço – O escolhido... O menino que sobreviveu, O homem de Dumbledore... e tão galante. – eu ri e dei um selinho nele.


– Ora Gina, sou Harry, apenas o Harry. – ele riu encabulado ele me girou e eu vi no alto da escada o rosto de Hermione espiando.


Ele pegou minha mão e saímos através do quintal. O dia estava lindo, e não pude deixar de me animar um pouco mais. Afinal meu mundo não girava em torno de Hermione, ou pelo menos...Não deveria girar.


– Colina? – perguntou Harry. Senti meu estômago se contorcer desconfortavelmente, aquele era o meu lugar com ela, não com Harry.


– Ahm...Não. Vamos dar uma volta aqui por baixo mesno. – ele pareceu confuso. Afinal eu adorava aquela colina.


Caminhamos por toda a parte gramada mais distante da casa. Havia uma macieira ali. Me lembrei de quando jogávamos quadribol com maçãs. Harry me levou até ela, ele se sentou e me puxou. Me sentei ao seu lado. Ele me apertou contra ele e aspirou meu pescoço fazendo cócegas.


– Senti tanto a sua falta... – ele me murmurou contra o meu pescoço. Aquele comentário me perturbou. Uma sensação horrorosa que havia me tomado quando eles partiram se apossou do meu peito novamente.


– Por que não me levou? – eu perguntei. Ele pareceu ter notado a diferença no meu tom de voz e pareceu mais cauteloso. Dois segundos depois ele suspirou.


– Eu te amo, Gina – eu não queria ouvir isso – Como poderia levar você comigo para uma situação em que eu tinha quase absoluta certeza de que morreria?


Eu tinha argumentos para essas baboseiras.


– Então você não ama o Ronald, e a Hermione. – eu mencionei – Afinal, você os levou.


– É diferente, Gina, eles...


– Eles o quê, Harry? Eram mais capazes? Mais poderosos? Te amavam mais? – minha voz estava levemente esganiçada. Mas aquilo estava entalado na minha garganta hà tempos.


– Não é isso, Gina! – ele falou, eu percebi ele tentando encontrar argumentos. – Você era menor, eu não poderia te tirar de casa sem a permissão de seus pais.


Ah por favor, Harry Potter! Não seja ridículo! Você só precisava procurar a minha mão antes de aparatar! – eu falava cada vez mais alto.


– Por que isso é tão importante agora!? – ele perguntou também levemente afetado.


– Por que eu quero saber se eu sou suficientemente boa para estar do seu lado quando você precisar! – eu gritei.


– É claro que é!


– Eu sinceramente não sei.


– Gina, imaginar você...morta. Imaginar isso mesmo que por um segundo, era como arrancar tudo dentro de mim. Era doloroso demais, e eu acreditei que fosse morrer naquela viagem infeliz! – ele falava mais calmo agora, condescendente – Eu tentei dissuadir o Rony e a Mione, mas não consegui, por que no fundo, mesmo isso sendo egoísta, eu não queria fazer isso sozinho – eu escutava tudo quieta, olhando fixamente para frente – eu não conseguiria sozinho.


– E por que Harry, eu não pude estar do seu lado também? Lutar por você? – eu perguntei. Eu me sentia realmente magoada. Magoada e surpresa por aquilo tudo ainda existir dentro de mim.


– Eu não poderia...me arriscar. Por que isso é tão importante agora? – Harry perguntou novamente desesperado por terminar o assunto.


– Por que isso define, Harry Potter, se eu sou suficientemente boa, para estar ao seu lado nos momentos complicados. – eu insisti.


– É claro que é. – ele me abraçou forte.


– Eu sirvo para alguma coisa Harry? Além de ser um problema do qual você precisa se livrar quando tem de salva o mundo? – eu perguntei. Ultimamente parecia que eu estava servindo mesmo só para complicar a vida das pessoas.


– Esqueça isso, estamos juntos agora. – ele falou acariciando meus cabelos. – Para sempre.


Eu estremeci com o conceito. Eu não queria ele para sempre, nem sei se o queria naquele momento. Ele ergueu meu rosto suavemente e me beijou. O beijo dele era bom. Mas era tão diferente do dela! Eu não me lembrava que Harry beijava tão rápido, ou que as mãos dele tinham aquela pressão estranha na minha nuca, me prendendo. No dia da cozinha não havia sido assim. E então eu percebi... Eu nunca mais seria a mesma depois daquele beijo... depois dela. Se você ainda não descobriu, vai aqui um aviso prévio: Nunca pense enquanto beija. As pessoas percebem.


– Que foi, Gina? – ele perguntou se afastando de mim suavemente. Ele viu meu rosto e deduziu que eu ainda estivesse aborrecida. – Não pense mais nisso.


– Esqueça. É só que... Eu acho que estou com defeito. Só isso. – eu disse tentando me localizar na galáxia.


– Defeito? – Harry perguntou – Como assim defeito?


– Sei lá... Tipo quando você não age como normalmente agiria? – eu tentei explicar. O defeito era estar com ele? Ou amá-la? Ou era amá-la e estar ali com ele?


– Acho que estou sendo idiota. – ele sorriu e me abraçou. – Você não está precisando de um namorado, está precisando de um amigo.


– Yeah... – eu disse vagamente recostando no peito dele – Isso seria bom.


– Então...está ansiosa para voltar à Hogwarts? – ele perguntou. Com a menção desse acontecimento meu estômago se contorceu ansioso.


– Acho...sabe acho que sim. – eu disse feliz com a constatação – Hogwarts é meu mundo.


– De todos nós. – ele disse.


– Sim.


– E quanto à viagem para a Austrália? – ele perguntou. Meu estômago se contorceu de forma diferente agora.


– Ah, vai ser ok. – eu respondi meio trêmula.


– Achei que estaria mais animada. – ele mencionou. Claro Harry, viaje com sua perdição e não toque nela. Vamos ver se você se anima.


– Só queria que você fosse...e o Ronald. – eu falei sinceramente.


– Ah, vai ser legal. Um tempo só de meninas. Se bem que... – ele parou no meio da frase.


– Se bem que o que? – eu perguntei.


– Só o que vocês fazem agora é isso, ficar só vocês duas. – ele falou. Eu pude perceber no fundo da sua voz um pouco de mágoa.


– Normal. Somos amigas. – eu disse. Ele não disse nada. Ficamos algum tempo observando o sol secar o orvalho na grama. Ele acariciava meus cabelos com calma, a outra mão segurando meus dedos. Harry era incrível, eu sempre soube disso. Ele merecia uma tentativa. E foi pensando nisso que eu ergui o rosto para ele e o beijei. Devagar, obriguei-o a ir calmamente dessa vez.


O beijo foi longo, calmo. Mesmo que no fundo faltasse algo, eu gostei. Em alguns minutos nos beijávamos um pouco mais rapidamente. Harry me puxou para o seu colo. Suas mãos passeavam por baixo da minha camiseta, enquanto as minhas prendiam-se nos fios pretos da nuca dele. Alguns minutos da brincadeira e eu percebi que ele estava excitado. Harry geralmente evitava que eu percebesse isso, mas hoje não. Ele pressionava a ereção contra mim, gemendo levemente na minha boca. Uma parte de mim gritava desesperada querendo ir embora dali. Mas outra parte, talvez a minha parte mais pervertida, até que curtia. Mas havia algo muito estranho, normalmente eu já estaria excitada à essas alturas. Obriguei o meu cérebro a esquecer que Hermione precisava apenas encostar os lábios em mim para isso. Senti a mão de Harry abrindo meu zíper, meu cérebro estalou.


– Ei! – eu exclamei me afastando dele.


– Que foi? – Harry perguntou.


– Não assim. – eu falei.


– Você não se preocupava muito com isso. – ele falou intrigado.


– Não quero. – eu falei – Não agora.


– Gina, você não parecia ter problemas com isso, se me lembro bem. – ele falou – Me lembro que disse que pensava estar preparada...


Eu disse isso? Droga. Em algum momento nos inócuos terrenos de Hogwarts eu disse à Harry Potter que achava estar pronta para transar com ele. E eu estava pronta! Nunca tive milhões de fantasias com sexo. É só algo natural. O problema agora é que... É horrível admitir isso, mas, uma parte de mim, uma parte envergonhada, esperava que fosse com ela. Mesmo que ela já...mesmo que...


– Ok, Gina. Sem problemas. – Harry me despertou. Não entendi de imediato o que ele dizia.


– Que? – pergunte idiotamente.


– Ok, Gina. Quando quiser fale comigo. Está bem? – ele repetiu. Mas parecia irritado.


Ele estendeu a mão e me fez volta para seu colo. Logo nos beijávamos de novo. Em alguns segundos as mãos de Harry passeavam pelos meus seios, pela minha cintura... TEC!


Levantei os olhos a tempo de ver Hermione se desvencilhando de um galho do arbusto.


– Hermione! – Harry retirou rapidamente a mão direita do meu seio e a esquerda do cós da minha calça. Hermione ficou tão rubra, que parecia que estava tendo um acesso.


– Er...Oi. Desculpem. – ela trazia papéis nas mãos – Eu estou voltando de Londres, eu...


Ela fitava a posição que estávamos. O problema é que se eu levantasse Harry estaria em uma situação bem complicada.


– Você? – eu insisti.


– Ahm...Ronald. – ela disse olhando pela lateral do tronco da macieira. Juro, nunca vi Harry se mover tão rápido. Em um segundo eu estava só no chão enquanto ele andava em direção à casa. Ronald o viu e foi em sua direção. Eu e Hermione observamos enquanto Harry amarrava o casaco na cintura e fingia não ouvir meu irmão, seus passos apressados.


– Patético. – murmurei.


– Espero que ele chegue no banheiro antes do Rony alcançá-lo. – disse Hermione com voz fraca. Me voltei para ela.


– Estava nos espionando? – perguntei me levantando.


– Não! Eu...quero dizer... Estava te procurando para te mostrar isso. – Hermione estendeu o monte de papel colorido que segurava.


– O que é isso? – eu perguntei olhando para ela.


– Nossas passagens, o avião sai amanhã às 8hs da manhã. – ela falou contente.


– Avião? – eu perguntei olhando para as passagens na mão dela. – Por que não podemos aparatar?


– Ah, Gina quero que você ande de avião! Você vai adorar! – ela exclamou.


– Sei não, Herms, essas coisas trouxas... – eu argumentei. Como pelas escamas do basilisco, alguém podia fazer voar um monte de metal?


– Relaxa, você vai adorar. – ela argumentou.


Comecei a caminhar levianamente e Hermione me seguiu.


– Ginny...


– Humm...


– Vocês iam transar? – ela perguntou. Eu olhei para ela. Ela mordia o lábio inferior, fiozinhos de cabelos esvoaçavam pelo seu rosto ainda rubro.


– Isso é da sua conta? – eu perguntei.


– Sim é. Você não tinham usado nenhum método contraceptivo, estavam em uma árvore, podendo ser pegos, consegue imaginar o que o seu pai iria pensar, ou o que o Rony ia...


– E é só por isso, que eu não podia transar com ele? – eu interrompi.


– Você ia? – a voz dela era implorativa.


– Ia, Hermione. – eu disse. Me dei conta de que tínhamos chego ao mesmo salgueiro de sempre. Sentei-me resignada – Se você não tivesse interrompido.


Ela abriu a boca como se fosse dizer algo, mas fechou-a novamente. Eu me deitei cruzando os braços atrás da nuca. Ela se sentou.


– Ginny eu... – ela começou – Posso pedir uma coisa?


– Se eu puder fazer... – eu falei fechando os olhos.


– Volta para nossa cama? – ela falou baixo.


– Nossa cama? – eu ri.


– É sério Ginny, não consigo dormir. – ela falou. Ela se deitou apoiando a cabeça no meu peito.


– Claro que consegue. – eu falei. O cheiro dela impregnava o ar, ela apoiou a mão na minha barriga. Eu realmente não pude evitar envolve-la com os meus braços. Aspirei com força o perfume do cabelo dela.


– Você também sente falta. – ela justificou. Como negar...Como não admitir que eu precisava dela?


– Eu vou pensar. – eu disse sorrindo levemente.


Depois do almoço estávamos os quatro sentados preguiçosamente na sala. Ao que parece Harry havia conseguido chegar ao banheiro à tempo. Ele agora me abraçava e acariciava meus cabelos, depositando beijinhos no meu rosto e boca de vez em quando. Era extremamente engraçado como Hermione olhava o tempo todo para mim por cima do livro que lia. Ronald estava sentado polindo sua vassoura. Eu estava tão aconchegada à Harry que estava quase pegando no sono.


– Gina, deveríamos subir e fazer as malas... – falou Hermione. Eu ri intimamente era a terceira vez que ela falava isso em uma hora.


– Daqui a pouco – respondi sonolenta. Ela se levantou.


– Gina, realmente deveríamos subir e fazer as malas... – ela insistiu.


– Daqui à pouco Hermione... – eu disse.


– Anda Gina, vamos – ela parecia um pouco mais irritada que o normal. Uma sobrancelha de Harry se ergueu. Eu suspirei e me levantei.


– Já volto, Harry. – eu comecei a subir as escadas. Hermione nem mesmo esperou estarmos no quarto.


– Você tem que ficar tão colada nele? – ela sussurrou no patamar superior.


– Não enche, Herms. – eu falei aborrecida.


– Por que?


– Por que o quê? – eu perguntei.


– Por que tem que ficar colada nele? – ela insistiu.


– As pessoas gostam de carinho Hermione, estar com o Harry é bom. – eu disse sinceramente fechando a porta do quarto.


– Eu posso te dar carinho... – ela murmurou. Eu ri.


– Qual é o lance? Você pode estar com o Ronald, se agarrar com ele e eu não posso ter ninguém? – eu perguntei olhando-a. Merlin ela estava tão linda com uma saia preta esvoaçante, meio curta e camiseta azul.


– Você me odiaria se eu pedisse isso? – ela perguntou. Eu revirei os olhos e abri o guarda-roupa.


– Frio ou calor? – eu perguntei olhando para a bagunça total dentro dele.


– Ahm?


– A Australia, Herms. – eu expliquei.


– Mas tem que ficar sempre tão perto? Assim cheios de carinho e beijinhos? – ela me ignorou.


– Devo levar casacos? – perguntei ignorando-a também.


– Heim?! Responde! – ela perguntou. A voz soava estridente.


– É bom sim Herms! Eu gosto de ficar assim com ele! Prefere o que? Descer a escada e me encontrar transando com ele? – falei irônica. Ela abriu a boca. Fechou-a. Abriu de novo.


– Sabe acho que prefiro! – ela falou – Melhor do que ver você adorar o colo dele.


Revirei os olhos de novo.


– Você é minha Ginny... – ela continuou.


– Não! Não sou! – eu falei alto demais.


– Argh! – ela parecia uma criança mimada – Estava tudo muito bem! Por que você tinha que começar isso!


– Eu? Eu? – eu perguntei com raiva – Não fiz nada.


– Sim! Fez! Eu amo você desde o quinto ano! Eu nunca tive ciúmes! – ela falava – E agora você começa... Ginny? Ginny que foi?


O casaco preto tinha caído das minhas mãos. Eu deveria estar com uma cara muito estranha.


– Desde o... – minha voz morreu.


– Ai, Droga! Droga! – Hermione dava voltas pelo quarto – Não era para você saber disso!


Eu segurei o braço dela fazendo-a parar.


– Quinto ano? – eu perguntei ainda atordoada. Ela abaixou a cabeça envergonhada. Meu coração batia desesperado. – Esse tempo todo?


– Que diferença faz? – ela perguntou sem erguer a cabeça.


– Você realmente me ama? – eu perguntei, a voz quase não queria sair.


– Ainda tem dúvidas? – ela falou baixinho.


– Por que...por que...nunca contou... – eu não sabia por que aquilo estava me perturbando, mas estava. Eu tinha dúvidas sim, achei que ela estivesse só se divertindo.


Ela balançou a cabeça.


– Não podia...


Ela parecia trêmula. Eu a puxei para a cama e nos sentamos.


– Por que está fazendo isso? – eu perguntei abraçando-a – Por que não podemos...?


– Não. – ela disse. Levantei o rosto dela. Os olhos dela tinham um brilho opaco. Aproximei meu rosto do dela, ainda com a mão em seu queixo, nossas bocas pararam à um milimetro de distância. Fechei os olhos e apoiei minha testa na dela.


– Está tudo bem. – eu sussurrei – Vai ficar tudo bem, meu anjo.


Ela me abraçou.


– Eu preciso tanto de você. – ela disse com o rosto oculto no meu pescoço.


– Estaremos juntas, ok? – eu disse.


– Promete? – ela perguntou.


– Prometo. – eu ergui o rosto dela de novo e sorri – Agora vamos arrumar nossas malas. Você tem razão, precisamos de um tempo para respirar.


Ela sorriu.


Eu passei o resto dia remoendo isto. Tanto tempo ela havia ficado em silêncio, será que ela tinha sofrido? Será que eu conseguiria ficar bem assim, se estivesse no lugar dela? O fato é que à noite eu voltei para a...nossa...cama.


Estávamos deitadas, as duas em silêncio. Eu sabia que ela estava acordada, a respiração levemente ofegante. Eu não resisti e a abracei. Enlacei as mãos em sua cintura por baixo da camiseta e apoiei a boca em seu pescoço. Fiquei sentindo seu cheiro, sentindo meu coração bater com tanta força que parecia quebrar minhas costelas.


– Eu não posso trair o Rony... – ela falou baixinho.


– Eu sei. Mas isso não é trair, é? – eu perguntei enquanto deslizava os lábios pelo pescoço dela, senti o corpo dela estremecer.


– Não sei... – ela respondeu – Mas tem um limite do que posso evitar.


– Te amo...


– Eu te amo...


Acariciei as costas dela com as minhas mãos enquanto depositava pequenos beijos na nuca dela. Senti-a curvar-se para mim. Ela levou a mão à minha nuca.


– Só quero sentir você...nada mais. – eu murmurei. A pele dela queimava sob minhas mãos. Acariciei suas pernas, sua cintura... Ela se virou e ficamos de frente uma para outra, eu continuei prendendo-a pela cintura, enquanto ela traçava o contorno dos meus lábios com o dedo. Ela levou os lábios ao meu pescoço e eu suspirei sem perceber. A perna dela deslizou entre as minhas, invadindo minha camisola, tocando um ponto específico, um ponto muito sensível.


– Hermione...


– Fala...


– Você está me deixando louca... – eu tentei articular, mas havia muitas sensações no meu cérebro.


– Bem vinda ao meu mundo... – ela sussurrou ao meu ouvido. Eu voltei a acariciar o corpo dela, as mãos deslizando pela barriga, subindo devagar...chegando ao seio esquerdo. Ela gemeu.


– Não geme assim... – eu implorei – Dá vontade de ouvir mais.


– Não dá. Tudo em você é muito bom... – ela respondeu entrecortada enquanto eu roçava os dedos no mamilo dela. Eu beijei-lhe o pescoço. Mais um gemido, preso, baixo. Minha outra mão saiu de controle e deslizou para dentro da calcinha dela.


– Pára. – ela sussurrou.


Minha mão se imobilizou por dois segundos e então meus dedos roçaram na pele dela devagar.


– Gina... – ela arfou.


Eu retirei a mão. Nossas bocas estavam muito perto, o cheiro de menta da boca dela me inebriava. Fitamos-nos por longos segundos.


– Um dia – eu disse – eu vou transar com você... E vai ser de um jeito que você nunca mais vai esquecer.


Ela sorriu de um jeito lindo e roçou os lábios pelo canto da minha boca.


– Vamos dormir? – ela perguntou.


– Qual a exata conotação de dormir nessa frase? – eu perguntei sorrindo.


– Fechar os olhos – ela deslizou os dedos pelo meu rosto e eu fechei os olhos – E sonhar.


– Mas ainda é cedo... – eu argumentei.


– Meu autocontrole tem limites... – ela disse – Além do mais, amanhã temos de acordar cedo. A viagem.


– A viagem... – eu sorri – Que consolo...


Ela riu antes de se virar. Eu a abracei pela cintura e alguns minutos depois caí em um sono intranquilo.


Alguma coisa roçava a minha pele devagar. Eu abri os olhos. Era madrugada, Hermione estava apoiada em um dos braços e acariciava meu rosto. Ela sorriu quando eu despertei.


– Acordada? – eu perguntei.


– Esperando você... – ela disse.


– Para?


– Isto. – ela me puxou e me beijou vorazmente. Meu cérebro demorou a associar aquilo, mas meu corpo foi rápido. Em breve uma das minhas mãos agarrava a nuca dela com firmeza enquanto a outra retirava sua camiseta. Senti que ela rasgava minha camisola e senti quando ela me puxou e nossos seios se tocaram.





Todas as suas armadilhas são doces para mim
É inevitável, indesejável, não cair nelas.
Eu apenas quero, desejo e anseio, contra toda e qualquer lucidez estar presa em todas elas.”



– Eu te amo. – ela sussurrou em meu ouvido, as unhas arranhando minha nuca.


Eu girei ficando por cima dela. Beijava-lhe o pescoço com volúpia, desespero, eu queria aquele gosto para mim, dentro de mim. Alcancei minha varinha na cabeceira.


– Abaffiato. – murmurei.




Afinal, o que posso fazer senão me inclinar e me atirar nos abismos que constróis para mim?
Só posso absorver pouco a pouco o veneno dos seus lábios,
e sangrar-me em lágrimas e dor.”


Voltei a beijar-lhe o colo sentindo-a arranhar todas as partes do meu corpo que ela podia alcançar. Tomei-lhe os seios com volúpia, ela enrijeceu sob mim.


Hermione gemia enquanto eu passeava minha língua pelos seus mamilos, agarrava com força meus cabelos. Eu a livrei do short do pijama e da calcinha. Voltei a beijar seus seios enquanto passeava meus dedos pelo seu sexo de maneira suave. Ela gemia e arfava, parecia mesmo descontrolada. Ela me puxou para beijar minha boca, e se livrou da minha calcinha com um puxão.


Gemi alto na boca dela, quando me invadiu subitamente, uma das mãos dela se prendiam à minha nuca como se o contato entre nossas bocas fosse vital. Ela entrava e saia de mim de uma maneira que eu nunca imaginei ser possível, eu mal conseguia beija-la, aquela sensação...aquilo era incrível. Eu voltei a tocá-la e dessa vez penetrei-a fundo, explorei toda a intimidade dela, em alguns segundos não conseguíamos mais nos beijar, nossas bocas apenas arfavam e gemiam, enquanto nossas mãos trabalhavam vorazmente.


Eu mordi o pescoço de Hermione enquanto penetrava-a com força e ela gritava, comecei a movimentar meus dedos mais rápido entrando e saindo subitamente, Hermione arfava entrecortado e gemia meu nome, meu nome... Alterei o ritmo indo agora o mais fundo possível, sentindo a mão dela vacilar em mim, eu ia devagar, fundo, um ritmo único e a sentia estremecer cada vez que meus dedos a percorriam. Alguém deveria ter me avisado... ter me avisado que fazer uma garota gemer é a melhor coisa do mundo, por isso os homens são loucos por sexo.


Mordi novamente o pescoço de Hermione quando a senti chegar ao orgasmo, ela gritou e eu tive um êxtase particular por vê-la daquele jeito. Depois de alguns segundos arfando ela recomeçou a movimentar rapidamente os dedos em mim, eu me entreguei completamente àquilo, e em alguns segundos gritava como ela, gritava por ela...


Acordei ofegante e trêmula, me sentei quase sem perceber.


– Gina...? – perguntou Hermione sonolenta – Está tudo bem?


Meu cérebro associou. Era apenas um sonho, só isso. Foi quase um susto ver que a minha camisola ainda estava inteira.


– Gina? Aconteceu algo? – insistiu Hermione.


– Eu...sonhei com você. – admiti me deitando de novo.


– Foi um sonho bom? – ela perguntou.


– Ah, foi. Foi ótimo. – eu disse.


– O que acontecia? – ela perguntou inocentemente.


Eu olhei para ela e sorri.


– Quer que eu te mostre? – perguntei maquiavélica.


– Ahm...alguma coisa nesse seu sorriso lindo, diz que eu não vou querer saber não. – ela disse.


Eu ri. Ela me abraçou e meu corpo estremeceu.


– É só um abraço, Ginny... – ela zombou.


Eu suspirei.


– Que pena... – o som do riso fraco dela embalou meu sono novamente.








– Gina! – alguém me sacudia – Gina acorda!


Eu abri os olhos, era Hermione.


– Vamos perder o avião, anda! – me levantei sonolenta e me dirigi ao banheiro. As possibilidades daquela viagem faziam meu estômago se contorcer. Eu tinha certeza de que não era uma boa idéia, eu deveria era estar tirando ela da minha cabeça, não alimentando isto.


Desci apressada levando minha mala. Hermione comia torradas acompanhada de Harry e Ronald.


– Bom dia. – falei pegando uma xícara.


– Gina você está... meio verde. – disse Ronald sabiamente.


– Fico da cor que quiser. – eu respondi.


– Você está bem Gina? – perguntou Harry.


– Claro... – respondi mordendo uma torrada.


– Gina está com medo do avião. – explicou Hermione.


Ronald riu. Imbecil.


– Mas, Gina você está mais do que acostumada a voar. – argumentou Harry.


– Vassouras, Harry, objetos feitos para voar. Agora, decolar um monte de ferro lotado de gente é outra história. – eu expliquei. A desculpa de Hermione parecia convincente. Bem, não que eu não estivesse com medo do avião, mas havia coisas mais perigosas povoando minha mente. A linda morena de tailleur preto e pernas cruzadas na minha frente, por exemplo.


Harry e Ronald estavam agora discutindo o por que de objetos voarem ou não. Mas eu ouvia somente com metade da atenção. Hermione olhava para mim de um jeito sugestivo. Definitivamente as pernas à mostra e a elegância dos cabelos dela em um rabo de cavalo, não contribuíam para a minha sanidade mental. Eu deveria parecer ridícula vestindo jeans e camisa branca de botões, perto daquele monumento.


Em alguns minutos, depois de uma despedida cheia de recomendações da minha mãe, nós quatro dávamos as mãos para aparatar. Passado o vácuo da aparatação me vi em uma ruela esquisita.


– Vamos. – disse Hermione enquanto eu, Harry e Ronald a seguíamos. Os dois carregavam as malas.


Em dois minutos entrávamos pelo saguão lotado do aeroporto. Muita gente. Me senti em Hogwarts no torneio tribruxo de novo. Passamos por um grupinho de rapazes conversando, eles miraram Hermione e alguns se cutucaram e cochichavam. Eu olhei feio para um loiro aguado que parecia mais soltinho, antes de perceber que Ronald fazia o mesmo. Hermione andando rápido nem percebeu.


– Essa ruiva deve ser deliciosa – um deles mencionou quando eu passei – Viu como olhou para cá?


O comentário fez Ronald ficar ainda mais irritado. Ele se virou, mas eu o puxei obrigando-o a continuar caminhando.


– Babacas... – ele murmurou. Sim Ronald, babacas.


Depois de uma despedida menos dramática que a da minha mãe, eu e Hermione entramos na área de embarque e começamos a nos encaminhar para o avião.


– Não gosto dessa história de deixar as malas com eles... e se mexerem nas minhas coisas? – eu reclamei.


– Não vão, não. Há um feitiço de ocultação na sua mala. Não verão nada demais. –Hermione explicou.


– Você pensa em tudo. – eu falei.


– Claro. – ela disse.


Entramos no enorme avião. Enorme mesmo. Não sei como aquele treco voa. Me sentei na poltrona e ouvi as instruções da aeromoça, o que é capaz de deixar o mais calmo passageiro com a certeza da morte na mente. Quando senti que o avião estava decolando apertei com força o apoio de braço.


– Nunca vou entender isso. Você voa em uma vassoura, correndo de balaços assassinos e carregando uma goles, e tem medo de avião. – reclamava Hermione enquanto uma trepidação indicava que nós deixávamos o solo firme para trás.


– Magia, Herms. A vassoura tem magia, o que poderia dar errado? – eu falei – Agora e isso aqui? O que explica?


– Física e mecânica, amor. – ela riu.


O avião estabilizou. O céu azul, límpido e claro brilhava para nós. Hermione me abraçou.


– Aqui estamos nós – ela disse sorrindo – Apenas eu, você e o céu.


Aqui estou eu, pensei, à sua mercê.




'É irracional eu sei, é tolo,
Sou viciada em todas as armadilhas escritas no seu olhar
Em todo o ar venenoso e delicioso que se desprende de você,
Dependente, fraca e desesperada,
Este monstro, meu amor, você criou.”






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N/A: Oi pessoas, primeiro me desculpem a demora. Eu ia postar ontem mas a FeB estava fora do ar. ¬¬' Entro em pânico quando isso acontece...


Eu sei, esse capítulo não teve muita coisa, mas era só mesmo uma transição para a viagem ^^ Espero que gostem. E ah! A NC-Inexistente, como gosto de chamar, foi a que mais gostei de escrever...Quero um sonho desse com a Bonnie... *-*


Ah, Mi eu acho que não respondi, tem sim algumas coisas de Crepúsculo nos primeiros capítulos. Eu já li os livros, embora não seja fã (exceto quando se trata da Kristen e da Ashley Greene, aí sou fã *-*), mas tenho que admitir que para “romances doloridos” é a melhor inspiração. HP podia ter mais romance não é?




Beijos enormes.




Ps: Estou me redescobrindo romântica com esta fic... *suspira*




*gira a varinha na mão* Orquideous! *estende um buquê para todos* Não sei como agradecer a vocês pelo carinho *sorri e...* crack!

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