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23. Momentos terríveis - parte II


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 23


Momentos terríveis - continuação


 


- A hora que eu tiver com minha varinha... E, além disso, Draco e meus amigos logo chegarão.


 


- Hahahahha! Draco? Você acha que Draco irá trabalhar com seus amigos, Granger? Estamos contando que ele venha sozinho. Sabemos que ele virá sozinho. Sem resposta, sabe-tudo? Não devia ter se envolvido com um puro-sangue... CRUCIOS!


 


Ela não aguentava mais sentir aquela dor. Não tentou segurar o grito que ocupou todo o quarto. O riso estava estampado no rosto do rapaz negro. Ele aproximou-se e levantou Hermione puxando-a pelos longos cabelos. Ela mal conseguia ficar em pé.


 


- Você é muito bruxo... Lançando feitiços imperdoáveis em uma oponente sem varinha. – disse Hermione encarando Zabini.


 


- Cale sua boca, Granger. – Ele a puxou e a colocou sentada na cadeira. - Sabe, Granger – ele segurou uma mão dela e apesar dos protestos ele conseguiu dominá-la, prendeu a mão em um dos braços da cadeira – eu entendendo o Draco ter se interessado por você – fez a mesma coisa com a outra mão – Você é gostosa, mas não deixa de ser uma sangue-ruim – ele prendeu as pernas dela, uma em cada pé da cadeira.  – É o tipo de garota para aproveitar. – Ele falou as últimas palavras bem perto da boca de Hermione.


 


- Afaste-se de mim. Agora. – Ela o encarava furiosa. Não é possível que ninguém aparecesse naquele quarto. Ela sentia o medo percorrer seu corpo. Viu quando ele se aproximou e sussurrou no seu ouvido, enquanto passava a língua por sua orelha e pelo seu pescoço:


 


- Experimentarei seu gosto, Granger. Draco e eu dividíamos garotas nos anos de Hogwarts. Ele não quer dividir, mas eu não ligo – ele encarou novamente Hermione que fez a única coisa que podia fazer naquele momento. Cuspiu no rosto de Zabini.


 


- Filha da puta! – ele limpou o rosto de desferiu um tapa no rosto de Hermione. A cadeira bambeou, mas não caiu. Zabini limpou o rosto. – Não estrague suas chances de sair com vida, sangue-ruim. Ele puxou a cadeira e sentou na frente de Hermione.


 


- Não ouse me tocar!


 


- E quem vai me impedir? – ele aproximou-se e começou a abrir os botões da camisa dela. Hermione deixou com que as lágrimas escorressem pelo seu rosto. – Você ainda não tem motivos para chorar, Granger. Assim que terminou de abrir desabotoar a blusa afastou os dois lados. Hermione usava um sutiã vermelho. – Ora, Granger... Roupa especial para mim? – O moreno puxou a cadeira dela para mais perto e começou a passar sua mão por cima do leve tecido.


 


- Pare com isso... Não faça isso, Zabini! – Hermione implorava.


 


- Sabe que não pararei... – Ele tirou as mãos do seio de Hermione e começou a passar pelas pernas dela. Seus dedos iam pela subindo pela coxa direita levantando aos poucos a saia que ela usava. Porém, o movimento foi interrompido por uma batida na porta e uma voz:


 


- Zabini! Abra essa porta! Vamos! Zabini!


 


- Droga! – Blás puxou sua mão e com um movimento de varinha arrumou a roupa de Hermione. – Fala, Natasha.


 


A mulher entrou sem responder para o moreno.


 


- Você é a tal que está com o Draco, né? – Natasha disse fuzilando Hermione com o olhar. – Vejo que o Blás não está sendo muito receptivo. Como ousa envolver-se com um sangue-puro?


 


- Ai... – Hermione respirou fundo agradecendo mentalmente pela aparição daquela mulher – Vocês precisam mudar este discurso! Sempre a mesma coisa...


 


- Está se achando muito, não é senhorita Granger? Li a seu respeito e Krum tem me deixado a par de seus movimentos. – Natasha disse andando pelo quarto, sem deixar de encarar Hermione. A grifinória assustou-se com este comentário. Krum estava envolvido com aquilo?


 


- Krum?


 


- Sim... Vejo que este fato escapou dessa sua mente “brilhante”. Sim, Krum está ao meu lado e amanhã estaremos livres de boa parte de trouxas... Quanto a você minha cara, aproveite os últimos momentos na Inglaterra.


 


- Como assim? – Hermione perguntou atônita.


 


Natasha dirigiu-se à porta sem responder a pergunta de Hermione e falou:


 


- Espero que tenha aproveitado bem Draco, Granger, pois você não voltará a vê-lo. Zabini, acompanhe-me.


 


 


- Mas,... – ele ia argumentar, mas logo foi interrompido.


 


- Sem, mas! Agora! Amanhã você terá bastante para aproveitar de seu brinquedinho.


 


E sem discutir, Zabini a seguiu, fechando e lacrando a porta.


 


Hermione viu-se sozinha e amarrada. Deixou a cabeça cair e chorou.


 


****************************************************************


 


Draco deitou em sua cama e não conseguia dormir. Pensou em Hermione e que ainda não tinham nenhuma foto juntos. Lembrou-se das palavras de Zabini e socou a cama. Sentiu em seu coração que seria capaz de matar o seu amigo. Ex-amigo. Como fora tolo!


 


Draco levantou-se e sentou na beirada da cama. O mais próximo de amizade que encontrou foi com aqueles que jurou odiar quando ainda era um menino de 11 anos. Potter e Weasley. Vendo-os perto de Hermione soube que realmente não sabia nada sobre amizade. Vendo-os perto de sua namorada soube que  não teve família, exceto por sua mãe. Era difícil entender como os laços iam além do sangue. Viu a fúria de Jorge Weasley e soube que ele a protegeria. Viu a raiva de Ronald Weasley e Harry Potter e sabia que eles fariam tudo por Hermione.


 


Levantou-se da cama e foi até a sala. Encheu um copo de uísque de fogo. Virou. Encheu outro. Virou. Encheu mais um e virou-se para sentar quando percebeu que não estava sozinho.


 


- Será que poderia pegar um também? – perguntou Rony levantando-se.


 


- Cody não mostrou seu quarto, Weasley? – Draco perguntou, mas encheu um copo para o ruivo.


 


- Mostrou, Malfoy. Obrigado – disse o ruivo pegando o copo – Só que não consigo dormir.


 


- Nem eu.


 


- Você ama mesmo a Hermione, não é? – perguntou o ruivo.


 


- Não sabia que você era tão direto assim, Weasley. Sim. Eu amo. – falou e bebeu um gole de seu uísque. – Pelo o que eu saiba nunca mais namorou depois de Hermione. Você arrepende-se por ter terminado com ela?


 


Rony bufou. Sim, ele nunca havia conseguido manter um relacionamento por muito tempo.


 


- Não me arrependo. Se sinto falta dela como mulher? Todos os dias. Mas nossa amizade é mais importante. Ela apaixonou-se novamente. Isso ainda não aconteceu comigo. Acho que é isso.


 


- Ela foi apaixonada por Krum? – Draco perguntou.


 


- Não – Rony levantou-se – Posso pegar mais um copo? – o loiro assentiu com a cabeça. Após servir-se o ruivo continuou. – Ele apenas foi alguém importante na adolescência de Hermione. Ela confundiu as coisas. Não ia com a cara dele desde os meus 14 anos.


 


- Todos eram fãs dele como jogador - Draco falou.


 


- Sim, eu também era. Mas aos 14 anos nossos ídolos deixam de ser ídolos quando chamam a garota que você gosta para ir ao baile. – Rony riu da lembrança da briga que ele e Hermione tiveram.


 


- Você era apaixonado por ela desde os 14? Nessa época eu só queria saber de ficar com várias garotas!


 


- Acho que fui apaixonado por Hermione desde sempre...


 


O loiro não gostou nada do que ouviu e perguntou:


 


- Ainda é?


 


- Não. Ela foi meu primeiro amor. Eu fui o primeiro amor dela. Namoramos e curtimos muito nosso namoro, mas em determinado momento nossos sentimentos foram mudando. Éramos mais amigos que qualquer coisa.


 


- Não a considera como uma irmã? Seu irmão parece vê-la assim...  – Draco falou e virou o copo. Não estava gostando nada daquela conversa. Para ele, Rony seria um eterno concorrente.


 


- Jorge a adotou como irmã após a morte de Fred. Ela foi morar conosco. Aliás, meus pais cuidaram dela como uma filha. Assim como cuidavam de Harry. Ela estava abaladíssima com o afastamento de seus pais e Jorge ajudou-a. Eles se consolavam muito. Eu nunca a veria como irmã. Não depois do que tivemos. – Rony encarou Malfoy e viu o ciúme nos olhos dele – Não dá para apagar o passado, Malfoy. Não se preocupe, não dormirei mais na casa dela.


 


- Bom mesmo, Weasley. Agora ela é minha namorada. – Draco levantou-se – Não vai dormir?


 


- Já estou indo, Malfoy. – Rony riu consigo mesmo. O filho da puta era mesmo apaixonado por ela.


 


****************************************************************


 


A noite passou lenta para todos os hóspedes da mansão Malfoy.


 


Longe dali Hermione era vencida pelo cansaço e dormia naquela posição completamente desconfortável. O sono era cortado por sobressaltos que ela tinha. Tinha pesadelos com Zabini entrando e terminando o que começou. Seu corpo estava dolorido e ela queria deitar. Até a cama com um colchão rasgado parecia o melhor lugar. A vela já havia se apagado.


 


****************************************************************


 


O dia amanheceu e Draco sentia o corpo cansado. Não havia conseguido dormir o que pretendia. Acordou e desceu para a sala de jantar, onde tomaria o café da manhã. Chamou por Cody e pediu que este conduzisse seus convidados até o recinto.


 


- Bom dia, Malfoy – as vozes iam se repetindo conforme chegavam. Draco percebeu que não foi o único a ter uma noite difícil.


 


- Bom dia. Teremos o apoio dos aurores, Weasley?


 


- Sim, eles estarão lá. – respondeu Rony. Gina falou em seguida:


 


- Espero que as horas passem rápido, não aguento mais de angústia. Espero que a Mione esteja bem.


 


- Então, Malfoy, irei com você. Usarei a capa da invisibilidade. Chegarei o mais próximo que puder. Tente deixar espaço para eu entrar.


 


- Capa da invisibilidade? Como conseguiu uma dessas, Potter?


 


- Agora não é hora disso. – cortou Jorge.


 


- Pensei em chegar mais cedo. – falou Draco.


 


- Eles não irão desconfiar? – perguntou Gina enquanto tomava um gole de chá.


 


- Acredito que não. – respondeu Draco – Eles podem até ficar em dúvida, mas devem estar seguindo ordens da Natasha e tenho certeza que ela ficará feliz por me ver.


 


****************************************************************


 


Hermione acordou com o barulho da porta sendo batida. Abriu os olhos e viu uma pessoa desconhecida com uma bandeja com água e pão. O comensal deixou tudo no chão e retirou-se da sala. A garota gritou:


 


- Ei, espera que eu coma isso amarrada? Ei! Volte aqui!!! Merda! – Ela bufou. A porta foi novamente aberta e Zabini entrou dizendo:


 


- Vejo que já serviram seu café da manhã.


 


- Não posso comer amarrada.


 


- Eu cuido disso – Ele pegou o copo e encheu de água. Com um feitiço desamarrou uma das mãos de Hermione e entregou o copo a ela, que bebeu de uma vez.


 


- Eu preciso ir ao banheiro.


 


- Sem gracinhas, Granger. Levarei você até um banheiro. – Ele desfez o feitiço que soltou as pernas de Hermione. Ela não aguentava mais usar aquela bota. Foi até o zíper interno para tirar, mas uma mão a interrompeu. – Isso eu não permiti. Não pense que me esqueci de ontem... Levante-se.


 


Hermione obedeceu. Ele a pegou pelo braço e a conduziu para fora. O corredor era tão escuro quanto o quarto. Ela estava no último quarto do corredor. Era conduzida por Zabini quando viu Krum se aproximar:


 


- Como você está? O que aconteceu com seu rosto? Zabini,...


 


- Cale a boca, Krum. Ela está sob meus cuidados – disse Blaise.


 


- Como você pôde, Vítor?


 


- Fiz isso pensando em nós, Hermione! Vamos ficar juntos! – ele disse encarando a ex-namorada.


 


- Não percebe que não estou apaixonada por você! Eu amo outro! Será culpa sua se eu me machucar aqui, Krum!


 


- Eles não farão nada que a machuque! – Krum disse tocando o rosto de Hermione que desviou do toque.


 


- Ele – e apontou com a cabeça o homem que a segurava – já está me machucando.


 


Antes que Krum pudesse perguntar qualquer coisa, a voz de Natasha soou no corredor:


 


- Chega de conversa. Temos que nos organizar. Onde está indo com nossa prisioneira?


 


- Ela precisa usar o banheiro, Natasha.


 


- Certo. Krum, acompanhe-me.


 


- Não! Chega disso, Natasha. Hermione vai comigo. – Krum disse puxando Hermione da mão de Zabini.


 


- Krum! Não ponha tudo a perder logo agora! Falta pouco! Venha comigo. Não é um pedido, Krum. – disse vendo que ele ainda segurava Hermione – Despacho uma coruja agora mesmo para o Ministério com aquele frasco. Acompanhe-me.


 


Apesar de contrafeito, Krum passou Hermione para o controle de Zabini. Quando eles se afastaram, Zabini falou abrindo uma porta:


- É nessa porta, Granger. Você tem cinco minutos.


 


Ela entrou sem responder. Ainda estava com sede, abriu a torneira e bebeu muita água. Depois se sentou na privada, fez xixi e levantou-se. Lavou o rosto com um sabonete que encontrou na pia. Enxugou-se, deixou seu corpo escorregar pela porta e deitou no chão frio daquele banheiro.


 


- Vamos, Granger! Abra a porta! Seu tempo acabou!


 


- Ok, Zabini! Estou saindo - Ela levantou-se e abriu a porta.


 


- Ótimo, vamos que tenho que resolver algo antes de cuidar de você, sangue-ruim.


 


Ele a puxou com força pelo braço. Abriu a porta do quarto e a empurrou fechando a porta sem dizer nada.


 


- Está tudo pronto, Natasha?


 


- Sim, Zabini! Logo o Draco chega para o nosso almoço! Vai falar com ele?


 


- Não. Não tenho mais nada para tratar com aquele traidor.


 


Eles seguiram direções opostas.


O tempo passou lentamente, mas quando deu 11:45 a campainha foi ouvida na casa de Snape.


 


****************************************************************


 


Tudo estava organizado para a invasão.


 


Primeiramente Draco aparataria com Harry. Se a casa estivesse sem proteção, eles voltariam para avisar os outros.


 


No grupo de frente de ataque estariam Rony, Gina e Jorge. Sendo seguidos por mais dois grupos de 10 aurores.


 


Harry entraria sob a capa dentro da casa assim que Draco entrasse. Ficaria escondido e assim que a varinha falsa fosse acionada ajudaria no ataque.


 


- Está pronto, Potter? – perguntou Malfoy.


 


- Sim, Malfoy. Vamos logo com isso. – Harry disse pegando sua capa. Gina se aproximou de Harry e deu um abraço apertado – Tudo irá correr bem! – disse e deu um beijo na testa da namorada.


 


- Boa sorte para você também. Estaremos esperando por vocês.


 


Os dois aparataram. Era praticamente impossível andarem juntos.


 


- Malfoy, espere aqui que farei a vistoria.


 


- Vou junto, Potter.


 


- Não dá! Se você for encontrado aqui tem sua desculpa... Espere... – Harry disse isso e puxou a capa para si. Novamente verificou a extensão da casa e não havia ninguém, apenas as caixas empilhadas no fundo da casa. Ele voltou ao local onde Draco estava escondido – Sem proteção, vamos avisar aos outros.


 


Chegaram à mansão Malfoy e Harry disse:


 


- Vamos, a casa está sem segurança nenhuma.


 


- Ótimo! – exclamou Rony – Vamos logo com isso.


 


Todos aparataram um pouco afastados para ninguém ouvir o barulho, já que estavam em grande número. Novamente Harry vestiu a capa e seguiu Draco bem de perto.


 


Draco tremia de nervosismo, mas respirou fundo e tocou a campainha.


 


- Bom dia, Natasha.


 


- Bom dia, meu querido! Viu que desfiz os feitiços esperando por você?


– ela perguntou dando passagem para ele. – Não aguentou esperar?


 


- Não. – respondeu sem mentir. Ele parou na passagem e segurou a porta. Deixa que eu fecho, Natasha.


 


- Quando ficou assim tão cavalheiro? – ela perguntou sem imaginar que com aquele gesto ele havia dado passagem para a entrada de Harry.


 


A sala era bem espaçosa e tinha apenas uma mesa bem arrumada. Ao fundo um homem que ele não reconheceu.


 


- Novos amigos, Natasha?


 


- Pois é... Ainda bem que não os apresentei antes, senão certamente teria os entregado ao Ministério inglês ou búlgaro, certo?


 


- Certo. O que anda aprontando?


 


- Ah, meu querido! A ideia que tive! Mas, infelizmente sabemos que esse não é um almoço romântico... Peço que entregue sua varinha. – ela disse e estendeu a mão.


 


- Como quiser, querida. – Ele tirou do cós a varinha falsa de Jorge. – Tome. Então, quais são os seus planos?


 


- Quer beber alguma coisa? - Ela perguntou enquanto entregava a varinha dele para o homem calado.


 


- Não, obrigado. Quero resolver nossa situação. Qual seu plano?


 


- Ah, meu querido! Se seu pai estivesse vivo ficaria orgulhoso de mim. – disse ela eufórica e Draco sabia que elogio era a melhor coisa para ela.


 


- Se seu plano envolver extermínio de trouxas... Sem dúvida ele a elogiaria. Não só pelos planos, claro. – Draco falou com seu sorrido mais sedutor.


 


- Oh, obrigada! Então... Com a ajuda de Blaise criamos algo fenomenal. Fogos de artifício!


 


- Desculpe, mas não entendi... Os trouxas possuem fogos de artifício...


 


Ela andava pela sala e Draco parado observando cada movimento dela e do homem parado ao fundo.


 


****************************************************************


 


Hermione deitou na cama dura. Queria ver se conseguia dormir um pouco, mas foi despertada pelo som da campainha.


 


Levantou-se e pouco depois a porta foi aberta por Zabini.


 


- Seu herói chegou.  Não que vá adiantar de alguma coisa... Venha aqui, Granger!


 


- Não! – Ela andou de costas, mas Zabini a segurou pelos cabelos e falou:


 


- Volte para a cadeira! Terminarei o que começamos ontem!


 


- Não! Me solta agora!!! – ela tentava empurrá-lo. – Draco!!! Draco, por favor!


 


- Não adianta gritar, Granger. O quarto ainda esta enfeitiçado. Pare de dificultar as coisas! – Só que ela não parava. Tentava socar e chutar Zabini. – Você que pediu: - CRUCiUS


 


A dor novamente. Hermione sentiu seu corpo sendo erguido. Sentiu quando suas mãos e pernas foram presas. Um novo feitiço passou pelo corpo de Hermione, mas ela sentiu-se revigorada.


 


- Isso, gostosa... Quero você atenta a todos os meus movimentos. Só que dessa vez não serei tão delicado!


 


****************************************************************


 


- Sim, os trouxas possuem fogos de artifício, mas esses são especiais. Eles foram enfeitiçados e serão lançados por toda Inglaterra. Os imbecis nunca viram algo parecido e ficarão encantados. Hipnotizados... Os fogos sumirão e eles não conseguirão pensar em outra coisa. Deixarão de comer, de trabalhar... Todos à procura de tal beleza. Os trouxas são ambiciosos e desconfiados... Até do amigo mais próximo eles irão duvidar.


 


- Você pretende iniciar uma guerra trouxa? – perguntou Draco.


 


- Sim. Eles que se matem! E ninguém desconfiará de nós...


 


- E quanto à Hermione? – perguntou Draco.


 


- Envolvendo-se com sangue-ruins? – ela perguntou.


 


- Acho que isso não é mais da sua conta, Natasha. Qual foi seu acordo com o Krum? – ele perguntou já perdendo a paciência.


 


- Ele fica com a Granger e eu com você... – ela disse se aproximando.


 


- Acha que somos objetos?


 


- Draquinho... Eu te amo! Tudo que fiz foi para resgatar seu amor por mim! – disse ela se atirando no pescoço do loiro – Você foi embora e me deixou totalmente mal! Vasculhei todo seu passado e descobri de sua amizade com Zabini. Procurei por ele e pedi uma ajudinha... Nós não sabíamos do seu envolvimento com o Ministério inglês... Então o Blaise ficou muito bravo quando foi descobrindo que você tinha abandonado todas as crenças anti-trouxas... Por um jogo do destino conheci Krum! Que volta o mundo dá quando descubro que você está com a ex-namorada dele? Zabini já não estava se aguentando de raiva e queria logo por o plano em prática. Ele queria saber o que a sangue-ruim tinha para fazer um Malfoy perder a cabeça... Estou fazendo isso para o seu bem! Envolver-se com uma sangue-ruim, Draco! Eu sou sua salvação! – disse a mulher beijando todo o rosto de Draco. Ele estava impassível. O coração acelerado de raiva.


 


- O que você quer, Natasha?


 


- Termine com ela e fique comigo!


 


- Eu não te amo! Quero ver como ela está! Agora! – disse Draco afastando Natasha de si. Harry estava nervoso, pois Draco estava se precipitando. Não havia como dar nenhum sinal. Tentou dar uma volta pela casa, mas sempre tinha alguém passando. À sua frente um longo corredor que parecia interminável. Precisava ficar a postos. Krum estava vindo, mas viu quando ele parou no corredor para ouvir a conversa.


 


- Você endoidou? Você está engando o Krum! E ainda está agindo pelas costas dele!


 


- Como assim, Draco?


 


- Eu achei sua carta na casa de Zabini! – disse ele segurando para não gritar. Ela respirou fundo e falou bufando:


 


- Estou cercada de idiotas! Sim, ele que se aproveite daquela mulherzinha! E posso falar uma coisa? Ele pareceu bem animadinho com ela hoje de manhã. Por que acha que ele não veio te receber?


 


Draco que estava ficando vermelho de raiva empalideceu na mesma hora. Só que de repente uma explosão foi ouvida.


 


- Mas que merda é essa? – Natasha perguntou, mas um homem entrou correndo!


 


- É Krum! Ele enlouqueceu! Está destruindo as caixas!


 


Ouviu-se uma correria pela casa e sons de feitiços. Draco procurou qualquer vestígio do Harry, mas seu olhar voltou-se para Natasha que começou a falar com ele:


 


- Draco! Beba aquele chá que está em cima da mesa! Beba agora! Beba ou a Granger morre!


 


- Não beberei porra nenhuma, Natasha! – disse Draco – Onde está a Hermione?


 


- Beba! É uma poção do amor! Beba e você voltará a me amar.


 


- Não! – ele gritou. Harry percebeu que o momento estava chegando. Tudo ficaria escuro. – Não tomarei nada... Nem se fosse sorvete de limão! – Ao dizer isso a varinha que estava em poder do homem calado soltou faíscas vermelhas e com uma explosão tudo escureceu. Com um feitiço não verbal, Harry imobilizou o Comensal à sua frente. Draco havia gravado o caminho até o corredor e dirigiu-se até lá. Correndo mais do que achava que era capaz.


 


****************************************************************


 


- Isso, gostosa... Quero você atenta a todos os meus movimentos. Só que dessa vez não serei tão delicado!


 


- Não faça isso! Por favor!


 


Zabini ignorava os gritos de Hermione. Seu desejo o cegava. Queria saber o que aquela mulher tinha para dominar a mente de seu antigo amigo. Com violência rasgou a blusa de Hermione.


 


O peito dela arfava de medo. Ele sentou-se novamente na cadeira em frente a ela. Ele deslizou os dedos pelo peito nu. Os seios cobertos pelo sutiã vermelho.


 


- Continuarei da onde parei, Granger. – Ele começou a subir a saia dela e sentia que Hermione tremia. – Calcinha combinando? Só vendo não é? Mas antes vou sentir o que o Draco sente quando te toca. – Hermione não conseguia falar mais. Sentiu quando os dedos tocaram sua vagina sobre o tecido da calcinha. – Temos todo o tempo do mundo, gostosa. – Quando ele disse isso ouviram uma explosão, Zabini levantou-se com a varinha em punho e abriu a porta. Hermione aproveitou para gritar, mas o barulho externo era maior. Ele via a outra ponta do corredor apenas com uma luz, mas de repente tudo ficou escuro. Eles estavam sendo atacados. Voltou para dentro do quarto, batendo a porta.  – Mudanças de plano! Venha. Ele soltou os braços e pernas de Hermione que por impulso chutou Zabini, acertando-o na canela. Ela correu em direção à porta e tentou abrir. Trancada.


 


- Não faça isso! - Ela tentou golpear mais uma vez seu agressor, mas ele era mais forte e alto. E estava movido a um desejo sem igual.


 


- Sua vagabunda. – ele foi até a porta e a apertou com força, lambendo todo o pescoço e rosto de Hermione. Ele lançou um feitiço e os braços de Hermione foram amarrados por grossas cordas. Zabini a segurou pelo cabelo e começou a arrastá-la para cama, mas a garota lutava com todas as suas forças.


 


- Para!


 


- Ia para cama, te deixar mais confortável... Já que prefere o chão. – E a jogou. Subiu em cima da cintura dela e com outro floreio de varinha firmou os braços dela no chão, sobre a cabeça. – Vou sentir seu sabor agora... – ele arrancou o sutiã dela e começou a beijá-la. Hermione tenta se desvencilhar, tentava sair debaixo dele, sem saber que isso o excitava mais ainda. Ele continuava a beijar o corpo de Hermione, e com uma das mãos começou a puxar a calcinha dela para baixo. – Bem saborosa mesmo! – Com uma das pernas ele afastou as pernas de Hermione e colocou-se ali.


 


- Pare! Por favor...


 


****************************************************************


 


Draco corria pelo corredor iluminado apenas com sua varinha, os barulhos vindos da sala mostravam que os outros haviam invadida a casa. Ele estourava toda a porta que via. Não encontrava Hermione. Estava correndo quando esbarrou com alguém, estava pronto a lançar um feitiço quando viu que era Krum. Ele estava sangrando muito e disse num fio de voz:


 


- É a última porta... Rápido... – E caiu. Draco correu mais ainda...


 


****************************************************************


 


- BOMBARDA!


 


A porta voou assuntando Zabini e Hermione.


 


Ao ver aquela cena Draco lançou um feitiço, mandando Zabini longe. Ele soltou Hermione e novamente a cobriu com o casaco que ele usava. Ela estava em prantos.


 


- Ele chegou a... ? Hermione?


 


- N-não, D-Draco... – O loiro viu o moreno levantar-se lançou um feitiço:


 


- Crucius! – Quando Zabini tentava se levantar – Crucius...


 


O moreno levantou-se:


- Ora, ora.... Então existe um Comensal escondido em você? Sabe, podia ter chegado daqui uns 15 minutos, sua garota realmente...- Mas não terminou, Draco deu um soco na boca de Zabini. Depois mais um soco atingindo o nariz. Quando ele foi ao chão, Draco deu chutes no estomago de Blas. Ele estava incontrolável e a voz de Hermione o fez voltar à realidade. Ele empunhou a varinha.


 


- Ele não vale a pena, Draco.


 


Draco mantinha a varinha apontada para Zabini. Sua mão tremia.


 


- Como você pôde? Como, Blás? Eu te considerava meu amigo! – ele falava com raiva nos olhos.


 


- Como VOCÊ pôde? Envolver-se com traidores do sangue? O que seu pai pensaria? – cuspiu sangue.


 


- Nunca achei que fosse capaz de matar... Mas farei isso... Farei isso pelo o que você fez...


 


- Draco, não! – Hermione colocou-se na frente do loiro – Não estrague nossas vidas. – Ela falava olhando para cima, puxando Draco para que ele olhasse em seus olhos. – Não faça isso...


 


Nesse momento Rony, Harry e Jorge entraram no quarto. Hermione ainda tremia. Seu lábio sangrava.


 


- Prendemos todos, Malfoy! Não faça isso! – gritou Harry adiantando-se. – Rony, prenda o Zabini. – o ruivo obedeceu e deu voz de prisão. Jorge foi até Hermione verificar como ela estava. Gina quis entrar, mas foi impedida por Rony. Já havia muita confusão no quarto.


 


Mais dois aurores chegaram para ajudar na remoção de Blaise. Draco estava ainda fora de si. Harry era o mais calmo e centrado naquele momento e pediu:


 


- Pessoal, acalmem-se. Rony, vá com os aurores. Jorge, vá falar com Gina que, apesar de abalada, Hermione está bem. Deixaremos vocês a sós. Precisa de alguma coisa, Mione?


 


- Não... Mas o que houve realmente? Não estou entendendo nada! – ela dizia. O corpo tremendo. Harry aproximou-se e abraçou a amiga, falando baixinho em seu ouvido:


 


- Agora você e o Malfoy precisam se acalmar. Fale com ele... – Harry despediu-se com um beijo na testa da amiga e saiu fechando a porta.


 


- Draco... Ele não conseguiu,... Você chegou a tempo. – Hermione disse se aproximando mais uma vez. Ele então a puxou para um abraço apertado. Conduziu-a até a cama e sentou-se com ela em seu colo.


 


- Eu mais uma vez não pude te proteger. Está toda machucada. Seria capaz de matar aquele filho da puta... – Draco falava passando a mão pelos cabelos da namorada.


 


- Não seria, não. Só preciso de você agora... – E falando isso deixou que as lágrimas corressem pelo seu rosto.


 


- Vamos embora desse lugar, ok?  - Draco disse levantando, segurando Hermione em seus braços.


 


- Eu posso andar, Draco. – Hermione disse após beijar os lábios dele.


 


- Hoje você não sai de perto de mim.


 


Eles saíram do quarto. Harry viu e com um aceno de cabeça despediu-se do casal.


 


 


 


 


 

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