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0. Prólogo


Fic: Linha Vermelha - Femmeslash


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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                                                         (...)


 E no lugar onde todos queriam estar e tentavam a todo custo, Ginny rodeada de garotos e garotas do colégio.


Absolutamente todo homem e algumas mulheres aventureiras da escola desejavam um pedaço da garota e parecia que ela dava conta da fama e muito bem.




                                                           (...)


- Hermione, eu começo a achar que você se juntou ao clube gay da Weasley-fêmea. – foi a vez da castanha rir alto, mas que mal podia-se ouvir graças ao som alto.




                                                           (...)


 Era uma intimação e quando se encararam a caminho do local, ela pode vê. Os olhos de Draco estavam escuros de desejo. Ele estava completamente submisso. Queria que a castanha que os assistia se contorcesse ao perceber que nem Draco Malfoy podia resistir.




                                                         (...)


 - E você? Já teve o seu? – sua voz saiu rouca.


 - Múltiplos. Mas acredite, minha especialidade é causá-los. – disse em tonalidade igualmente maldosa.




                                                            (...)


 Gina destravou o cinto, mas permaneceu sentada. Hermione passou braço pela frente da mais nova, aproximando os rostos. Estavam tão perto que a castanha podia sentir a respiração da outra em sua pele.




                                                        (...)     


 Não posso te comprar, porque não é de dinheiro que você precisa. Uma Weasley, uma maldita Weasley. Odeio seu sobrenome por me lembrar do meu, mas quando estivermos juntos nada disso será válido.




                                                         (...)


 Em um mundo ideal ela não se chamaria Gina, nem seria uma Weasley.




                                                        (...)


 Então ela desistiu de completar o pensamento. A castanha arqueou uma sobrancelha, sem desviar o olhar. Sabia como a garota sentia-se em relação a ela. Parecia que não havia superado a única noite que tiveram um ano atrás. Era só sexo.




                                                        (...)


 - Eu acho que sim... Tem certeza que esta bem? Vi você sair apressada do treino. – disse e sua voz pareceu verdadeiramente preocupada. Aproximou-se da ruiva tentando fazê-la parecer confiável. Porém tudo que a Weasley via naquele momento era um instrumento para poder se sentir melhor.




                                                        (...)


 ... sua mão já percorria as costas da outra por debaixo de sua blusa. Puxou ela para mais perto, colando os corpos. Navegando pela pele exposta que contraía e se arrepiava. Pressionou Amber contra parede, e mesmo tão pouco fez gemidos pesarosos tornarem o ar carregado.




                                                        (...)


 A impessoalidade era o seu toque. Era tudo que ela era. Distante. Presa. Controlada. Nada ocorria em seu corpo ou sua mente sem sua autorização. E era por isso que ela até agora foi incapaz de sentir verdadeiramente o contato alheio. 




                                                        (...)


- Não falei com Gina desde a festa. – ele voltou sua atenção para frente, numa fuga do que a castanha poderia vim a falar.


- Ela foge de qualquer tipo de compromisso. Você já sabia que isso ia acontecer quando resolveu transar com ela. – não queria ser dura, mas aquilo era evidente.


- Eu não entendo essa garota. E isso me faz querer ela ainda mais. – sua voz era baixa e grave. A convicção assustava. Nossa, que grande mistério ela é, pensou ironicamente. Ele finalmente encarou a garota, para confessar. – Eu me apaixonei por ela.




                                                        (...)


 E o beijo que se seguiu era possessivo e até mesmo violento. Suas mãos travavam uma briga pelo controle. Estavam unidos, mas Malfoy insistia em um maior contato.




                                                        (...)


- Não falta mais. E antes que fale alguma coisa eu convidei Draco e ele vai ver o filme com a gente. – ambos ficaram em pé na frente de todos esperando as reclamações.


- Eu disse alguma coisa?


- E nem vai. – o loiro sentou na única poltrona desocupada e em seguida Gina acomodou-se no seu colo. Ele passou seus braços possessivamente ao redor dela.




                                                        (...)


 Porém Hermione sentia-se desconfortável demais para prestar atenção nos hobbits de pés cabeludos. A mais nova intimidade entre Malfoy e Gina estava lhe causando ânsia. Queria convencer-se que era pelo seu amigo, o medo dele se machucar. Porém a leve impressão de que a causa do seu desconforto era outra, lhe causava pavor e excitação.




                                                        (...)


- E qual seria? - queria ouvir você dizer, ou hesitar. Você deu um passo, estávamos próximas.


- Eu causo mais sensações em você do que uma noite de sexo com qualquer um de seus fãs. - porque diabos você sempre tem razão?




                                                        (...)


- Ron. Sua irmã pode ser muita coisa, mas inocente ela com certeza não é.


- Não fale assim dela! – recebeu um olhar cortante de Harry. – É, talvez vocês esteja certo.


- E estou. É bem capaz que seja ela que esteja enganado ele. – um sorriso brotou nos lábios de ambos com tal idéia. Draco Malfoy sendo usado e descartado. Estavam começando a gostar daquele namoro. - Não é o fim do mundo... É até interessante...




                                                        (...)


- Cala a boca! Só porque você se fechou para o mundo os outros não precisam Hermione. – apontou acusadora. Betsy tomou a frente e Louise, segurando-a pelos ombros. Tentando acalmar a eminente explosão.


 - Ao menos não sou eu que esta mendigando. E o mais ridículo é que você sabe como isso vai terminar. – o choque estampado na face das outras. Ela fora rigorosa, mas não importava. Não ia assistir sua amiga se degradando. Ela iria enxergar o obvio da pior maneira, na prática. – Não vou deixar você passar por isso. Mesmo que você venha a sofrer.




                                                        (...)


 Não se lembrava de ter tido dias mais felizes do que quando recebeu a notícia da morte de seus pais


 


                                                        (...)


- Fique longe dela. – como é possível se falar tanta estupidez em uma frase?


- O que? – arqueie minha sobrancelha esquerda, minha face tomou feições incrédulas.


- Você me entendeu. Não quero você sondando minha namorada. – a densidade do ar aumentava a tensão. Ele havia dado um passo em minha direção, ameaçando, reprimindo. Tentando tomar o controle sobre mim, ela, tudo.




                                                        (...)


As mãos de Ginny estavam na cintura da outra, puxando-a contra si. Mesmo que a proximidade fosse insuperável. Uma briga silenciosa pelo controle do beijo era travada e suas línguas experimentavam um gosto jamais provado. Parar não parecia cabível. Suas mãos encontraram caminho para a pele por debaixo da blusa limitando-se nas costas, porém com um desejo imenso de explorar muito mais.




                                                      (...)


- Você acha que sorriria mais se não tivesse passado por tudo aquilo? – era uma pergunta para as duas. Incapazes de compartilhar esses segredos com terceiros, era um abrigo mutuo. Longe de seus ciclos sociais.


- Sim. – respondeu simplesmente, seu tom era estranhamente calmo. – Mas é como diz em O Senhor dos Anéis “Não existe triunfo sem perda, não há vitória sem sofrimento, não há liberdade sem sacrifício.”

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