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16. G tenta se aperfeiçoar


Fic: Gossip Girl - As Delícias da Fofoca


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Bem, é maravilhoso que você tenha voltado, querida - disse a srta. Glos, orientadora universitária da Beauxbatons, à Gina. Ela pegou os óculos pendurados no pescoço com uma correntinha de ouro e os deslizou no nariz para poder examinar o histórico de Gina, colocado em cima da sua mesa. - Agora, vamos ver. Hmmmm. Sim. Tudo bem - murmurou ela, lendo o histórico novamente.
Gina estava sentada diante da srta. Glos, com as pernas cruzadas, esperando pacientemente. Não havia diplomas nas paredes da srta. Glos, nenhuma evidência de qualquer credencial, só retratos dos netos. É de se pensar que, se é para ela dar conselhos sobre o assunto, podia pelo menos provar que sabe.
A srta. Glos pigarreou.
- Sim, bem, seu histórico é perfeitamente aceitável. Não é estelar, lembre-se, mas é adequado. Imagino que você tenha atividades extracurriculares, sim?
Gina deu de ombros. Se você chama beber Pernod e dançar nua em uma praia Cannes de atividade extracurricular...
-Na verdade, não. Quer dizer, não estou matriculada em nenhuma atividade extracurricular atualmente.
A srta. Glos baixou os óculos. Suas narinas ficavam muito vermelhas, e Gina se perguntou se ela estava a ponto de ter uma hemorragia nasal. A srta. Glos era famosa pelas hemorragias nasais. Tinha a pela muito branca, com um toque amarelado. Todas as meninas pensavam que a srta. Glos tinha alguma doença contagiosa terrível.
- Nenhuma atividade extracurricular? Mas o que você está fazendo para se aperfeiçoar?
Gina olhou a srta. Glos de um jeito educado e vago.
Desde quando ela precisava se aperfeiçoar?
- Vejamos. Bem, vamos ter de colocar você em alguma coisa, não vamos? - disse a srta. Glos. - Temo que as faculdades não se disponham a considerar você sem atividades extracurriculares. - Ela se inclinou e puxou um maço de folhas soltas de uma gaveta de mesa e começou a folhear páginas e mais páginas de folhetos impressos em papel colorido.


- Aqui está uma coisa que começa esta semana. ''Flores no Feng Shui, a Arte do Design Floral''.
Ela olhou para Gina, que fazia uma careta de dúvida.
- Não, tem razão. Isso não vai levar você a Harvard, não é? - disse a srta. Glos com uma risadinha.
Ela arregaçou as mangas da blusa e franziu o cenho para o maço de papéis enquanto folheava rapidamente as páginas. Não desistiria apenas com uma tentativa. Ela era muito boa em seu trabalho.
Gina roeu o polegar. Não tinha pensado nisso. Essas faculdades realmente exigiam que ela fosse um pouco mais do que era. E ela definitivamente queria ir para a faculdade. Uma faculdade boa. Seus pais certamente esperavam que ela fosse pra uma das melhores universidades. Não que eles a pressionassem - mas faziam isso sem dizer nada. E quanto mais Gina pensava no assunto, mais percebia que realmente não havia nada que ela pudesse fazer. Fora expulsa do internato, as notas estavam caindo, ela não tinha idéia do que ia acontecer em qualquer uma de suas aulas e não tinha idéia do que ia acontecer em qualquer uma de suas aulas e não tinha nenhum hobby nem atividade legais depois da escola. Sua pontuação nos testes de aptidão eram terríveis porque a mente dela sempre divagava durante aquelas provas idiotas de encheção de linguiça. E quando ela as fizesse de novo, provavelmente seriam ainda piores. Em suma, ela estava ferrada.
- Que tal teatro? Suas notas de inglês são muito boas, você deve fazer teatro - sugeriu a srta. Glos. - Eles só vão ensaiar esta aqui por pouco mais que uma semana. O Clube de Teatro Interescolar está fazendo uma versão moderna de ...E o vento levou. - Ela olhou para Gina novamente. - Que tal?
Gina balançava o pé para cima e para baixo e roá a unha cor-de-rosa. Tentou se imaginar sozinha no palco interpretando Scarlett O'Hara. Teria de chorar na hora certa. Fingir desmaiar e usar vestidos imensos com corpetes e saias-balão. Talvez até uma peruca.


Eu nunca vou ter fome de novo!, gritava ela dramaticamente, em sua melhor voz do sul. Podia ser meio divertido.
Gina pegou o folheto da mão da srta. Glos., com o cuidado de não tocar onde a srta. Glos. havia tocado.
- Claro, por que não? Parece legal.

Gina saiu da sala da srta. Glos. quando a última aula do dia estava terminando. Os ensaios de ...E o vento levou aconteciam no auditório, mas só iam começar ás seis, para que os alunos que praticavam esportes logo depois da aula pudessem participar da peça. Gina subiu a ampla escadaria central da Beauxbatons até o quarto andar para pegar o casaco no armário e ver se alguém queria ficar ali até as seis. Em volta dela, as meninas passavam voando, um borrão de energia de fim de dia, correndo para a próxima reunião, exercícios, ensaio ou clube. Por hábito, elas paravam por meio segundo para cumprimentar Gina, porque, desde que se entendiam por gente, ser vista falando com Gina Weasley era ser vista.
- Oi, Gina - gritou Laura Salmon antes de descer ás pressas a escada para o Clube do Madrigal na sala de música do porão.
- Até mais, Gina - disse Rain Hoffstetter, enquanto passava deslizando com seu short de ginástica, em direção a um treino de futebol.
- A gente se vê amanhã, Gina - garantiu Lily Reed delicadamente, corando porque estava usando os culotes de montaria o que sempre a constrangia.
- Tchau - disse Carmen Fortier, mascando o chiclete, com sua jaqueta de couro e jeans. Ela era umadas poucas meninas com bolsa de estudos no primeiro grau e morava no Brounx. Dizia que não podia usar uniforme em casa para não apanhar. Carmen era presidente do Clube de Design e Arte Floral, embora sempre mentisse aos amigos do bairro e dissesse que fazia caratê.
De repente o corredor ficou vazio. Gina abriu seu armário, puxou o casaco Burberry do cabide e o vestiu.
Depois fechou o armário com estrondo e trotou pelas escadas, saindo pelas portas da escola, virando á esquerda para a rua 93 em direção ao Central Park.


Tinha uma caixa de tic tac de laranja no bolso, com apenas um tic tac. Gina pescou o tic tac e o colocou na língua, mas estava tão preocupada com o futuro que mal sentiu o gosto.
Ela atravessou a Quinta Avenida, andando pela calçada que margeava o parque. Folhas caídas se espalhavam pelo asfalto. Mais á frente no quarteirão, duas menininhas do Sagrado Coração com uns aventais xadrezes vermelhos e branco bonitinhos passeavam com um rottweiler preto enorme. Gina pensou em entrar no parque na rua 89 e se sentar um pouco para matar o tempo até o ensaio da peça. Mas sozinha? O que ela ia fazer, olhar as pessoas? Ela sempre foi uma daquelas pessoas que todos os outros olhavam.
Então ela foi pra casa.

A casa ficava no número 994 da Quinta Avenida, um prédio elegante e branco perto do Stanhope Hotel e bem em frente do Metropolitan Museum of Art. Os Weasleys possuíam metade da cobertura. O apartamento tinha 14 cômodos, incluindo cinco suítes, dependências completas de empregada, uma sala de estar do tamanho de um salão de baile e duas salas elegantérrimas com bar e home theaters imensos.
Quando Gina chegou em casa, o enorme apartamento estava vazio. Os pais raramente estavam em casa. Seu pai administrava a mesma empresa de navegação holandesa que o trisavô fundara na década de 1700. Os pais pertenciam ao conselho diretor de todas as grandes organizações de arte e de caridade da cidade e sempre tinham de comparecer a reuniões, almoços ou levantamentos de fundos. Deidre, a empregada, estava fazendo compras, mas o lugar estava imaculado e havia vasos de flores frescas em casa cômodo, inclusive nos banheiros.
Gina abriu a porta corrediça da menor das salas e reclinou a poltrona favorita de veludo azul. Pegou o controle remoto e pressionou os botões para abrir o armário da tv e ligar o aparelho de tela plana. Zapeou pelos canais com impaciência, incapaz de se concentrar no que quer que visse, parando finalmente do TRL, muito embora achasse Carson Daly o homem mais irritante do mundo.


Não assistia muito a tv ultimamente. No internato, as colegas de quarto fariam pipoca e chocolate para ver, de pijama, o Saturday Night Live ou Jackass, mas Gina preferia fugir para beber schnapps de pêra e fumar cigarros com os meninos no porão da capela.
Mas o que mais a aborrecia agora não era Carson Daly ou mesmo o gato de ela estar sentada sozinha em casa sem anda para fazer, era idéia de que podia passar o resto da vida fazendo exatamente isso - vendo tv sozinha no apartamento dos pais -, se não fizesse alguma coisa decente e fosse para a faculdade! Por que ela era tão idiota? Todo mundo parecia estar fazendo uma merda qualquer. Será que tinha perdido a importantíssima conversa ''está na hora de fazer alguma coisa direito''? Por que ninguém a avisou de nada?
Bem, não tinha sentido ficar tão anciosa. Ainda tinha tempo. Ela podia se divertir também. Não tinha de virar freira só porque estava entrando no Clube de Teatro Interescolar, ou o que fosse.
Gina desligou a tv e foi para a cozinha. A cozinha dps Weasleys era gigantescas. Armários de vidro junto ás paredes sobre as brilhantes bancadas de aço inos. Tinha dois fogões de restaurante e três geladeiras Sub-Zero. Uma enorme mesa de açougueiro ficava no meio da cozinha, e em cima da mesa havia uma pilha de correspondência.
Gina deu uma olhada na correspondência. A maioria era de convites para os pais - envelopes quadrados brancos, impressos em tipologia antiquada- a bailes, jantares beneficentes, levantamentos de fundos e leilões. Depois havia os vernissages - cartões-postais com a foto de uma obra do artista de um lado e os detalhes do vermissage no verso. Um deles chamou a atenção de Gina.


Obviamente estava esquecido na correspondência havia algum tempo, porque parecia surrado, e o vernissage que anunciava começava ás quatro da tarde na quarta-feira, que era... agora. Gina virou o cartão olhou a foto da obra do artista. Parecia um close em preto-e-branco de um olho, pintado de rosa. O título da obra era Kate Moss. E o nome da exposição era ''Nos Bastidores''. Gina semicerrou os olhos. Havia alguma coisa de inocente e bela naquilo, e ao mesmo tempo era meio grosseiro. Talvez não fosse um olho. Ela não sabia bem o que era. Mas era definitivamente bacana. Isso era inquestionável; Gina descobriu o que ia fazer na duas horas seguintes.
Foi correndo para o quarto, tirou o uniforme marrom e pegou a calça preta de couro favorita. Depois pegou o casaco e chamou o elevador. E minutos ela estava saindo de um taxi diante da Whitehot Gallery em Chelsea.

No minuto em que entrou ali, Gina tratou de pegar um martíni e assinou a lista de convidados. A galera estava cheia de hipsters de vinte e poucos anos com roupas moderninhas, bebendo martíni e admirando as fotos penduradas nas paredes. Cada fotografia era parecida com um cartão-postal, aquele mesmo close de um olho em preto-e-branco ampliado, em diferentes formatos e tamanhos pintados em cores diferentes. Debaixo de cada um deles havia uma etiqueta, e em cada etiqueta o nome de uma celebridade: Kate Moss, Kate Hudson, Joaquin Phoenix, Jude Law, Gisele Bündchen, Cher, Eminem, Christina Aguilera, Madonna, Elton John.
Saía música pop francesa de alto-falantes invisíveis. Os fotógrafos, os irmãos Remi, gêmeos idênticos de uma modelo francesa e um deque inglês, estavam sendo entrevistados e fotografados por Art Forum, Vogue, W, Harper's Bazaar e o New York Times.

Gina analisou cada fotografia cuidadosamente. Não eram olhos, concluiu ela, agora que as via ampliadas. Mas o que eram? Umbigos?


 -Oi, ma chérie. Linda garota, Qual é o seu nome?
Era um dos irmãos Remi. Tinha 26 anos e 1,90m, a mesma altura de Gina. Tinha cabelos pretos crespos e olhos azuis brilhantes. Falava com sotaque francês e britânico. Estava vestido da cabeça aos pés de azul-marinho, tinha lábios vermelho escuro que se curvavam para cima como os de uma raposa. Ele era absolutamente lindo, como também seu irmão gêmeo.
Garota de sorte.
Gina não resistiu quando ele a colocou em uma foto com ele e o irmão para a seção Styles da edição de domingo do New York Times. Um irmão ficou ao lado de Gina e a beijou no pescoço, enquanto o outro se ajoelhou diante dela e abraçou seus joelhos. Em volta deles, as pessoas olhavam cobiçosamente, ansiosas para ter um vislumbre da nova garota ''da hora''.
Todo mundo em Nova York queria ser famoso. Ou pelo menos ver alguém que fosse famoso, para poder falar disso depois.
O colunista social do New York Times reconheceu Gina das festas a que compareceu a um ano ou mais atrás, mas não tinha certeza de quem era ela.
- Gina Weasley?, estou certo? - disse ele, desviando os olhos do notepad para olhar para ela.
Gina enrubesceu e assentiu. Estava acostumada a ser reconhecida.
- Você precisa posar pra nós - arfou um dos irmãos Remi, beijando a mão de Gina.
- Precisa mesmo - concordando o outro, dando uma azeitona a ela.
- Claro. Por que não? - Gina riu, embora não tivesse idéia de com o que estava concordando.
Um dos irmãos Remi apontou uma porta com a placa Privativo do outro lado da galera.
- Vamos conversar ali - sugeriu ele. - Não fique nervosa. Nós dois somos gays.
Gina riu e tomou um longo gole de seu drinque. Será que estavam brincando?
O outro irmão deu-lhe um tapinha na bunda.
- Está tudo bem, querida. Você é absolutamente estoneante, então não precisa se preocupar com nada. Vamos. Voltaremos rapidinho.


Gina hesitou, mas só por um segundo. Ela podia se equiparar a gente como Christina Aguilera e Joaquin Phoenix. Sem problema. De queixo erguido, ela foi em direção á porta com a placa Privativo.
Mas aí um cara de Associação Pública de Artes e uma mulher do Departamento de Trânsito de Nova York apareceram para falar com os irmãos Remi sobre um novo programa público de vanguarda. Eles queriam colocar uma foto dos irmãos Remi nas laterais dos ônibus, no metrô e na publicidade em cima de táxis em toda a cidade.
- Sim, claro que sim - concordaram os Remi. - Se puder esperar um minuto, vamos fazer uma nova agora. Podemos dá-la excluisivamente para vocês!
- Como ela se chama? - perguntou ansiosa a mulher do Departamento de Trânsito.
- Gina - disseram os rapazes Remi em uníssono.

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