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13. Capítulo 13


Fic: Seu amigo sedutor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 13


 


Durante toda a noite Harry só pensou em uma coisa. “Não quero que este seja o final de tudo”.


Só porque usava relógio soube que o jantar com os Mulligan e o trajeto de levá-los ao aeroporto para subir no vôo particular que os levaria para casa tinham durado seis horas; além disso, não teria sido capaz de contar o que tinha acontecido durante o encontro. Só foi consciente de Gina, do tom melodioso de sua voz e de sua risada. A arrebatadora beleza de seu rosto o tinha mantido enfeitiçado.


Mas nesse momento temia afastar o olhar da estrada para olhá-la, por medo de que falasse. O absoluto silêncio que tinha mantido desde que se despediram dos Mulligan tinha uma qualidade sinistra.


Ao girar o carro para entrar na rua dela voltou a se sentir afligido por uma inquietação emocional que não entendia. Precisava de tempo para pensar sem distrações... um tempo só. Mas pela primeira vez em sua vida a idéia de ficar só o tinha quase paralisado de terror.


Por um lado parecia ridículo que Gina pusesse fim em sua relação por não estar grávida, quando em todo momento se negou a aceitar a possibilidade de estar. É obvio, tinha deixado que sua relação evoluísse porque o desejava, e não porque acreditasse que era inevitável que tivessem que se casar. Mas, e se decidia que tudo estava acabado ao desaparecer a preocupação dos Mulligan e de ser pais?


Antes que rejeitasse a idéia das férias, Harry estava convencido de que assim que se afastassem da sombra da Sanders e do trato com os Mulligan, ela compreenderia que o que compartilhavam ia além dos negócios e de um sexo maravilhosamente estupendo. Que era... bem, especial de algum jeito. Que possibilidade tinha de lhe explicar seus sentimentos quando nem sequer ele mesmo era capaz de entendê-los?


Continuava confuso quando parou o carro na entrada da casa de Gina.


— Harry, sei que Duncan espera que volte para seu apartamento, assim não precisa me acompanhar até lá dentro — Gina tirou o cinto de segurança antes que o veículo parasse de repente pela força com que ele pisou no freio. Quando Harry conseguiu sair do carro ela já cruzava a grama para a porta, onde se deteve para revirar a bolsa. — Menos mal! — riu, agitando as chaves. — Por um segundo pensei que teria que entrar pela janela e dar explicações à polícia.


— Por que? — perguntou ele com voz tensa. — Trocou a fechadura quando fui buscar o smoking?


— Imagino que é preciso um pouco mais de uma semana para se acostumar a compartilhar; esqueci que tinha dado uma cópia da chave a você.


— É um modo indireto de me pedir que lhe devolva isso? — obrigou-se a perguntar, apesar de temer a resposta.


— Não! Claro que não! —Harry se sentiu aliviado ao observar sua expressão angustiada.


— Certo. Então, por que está tão ansiosa para se desfazer de mim? — inquiriu, elevando o queixo dela. E assim que fez isso se arrependeu. — Esqueça que o perguntei — murmurou com a boca grudada na testa dela. — Depois de minha exibição adolescente de conduta hormonal no corredor hoje, tem direito de pensar que seria insensível o bastante para saltar sobre você quer deseje ou não.


— Não é isso — se apressou a responder ela — É que como Duncan fica em sua casa, se perguntará por que demora tanto. E... e, bom... preferia...


— Não anunciar o fato de que estamos juntos? — perguntou ele. Gina baixou o olhar. Harry soube que se dissesse algo sem dúvida lamentaria, então em silêncio tirou-lhe as chaves dos dedos e abriu a porta para ela, acendeu a luz e entrou para desativar o alarme. Respirou fundo antes de prende-la em seus braços para lhe dar um beijo intenso, mas muito breve. — Boa noite, querida. Feche bem a porta — ela assentiu. — E escute, não se incomode em ligar despertador. Despertarei você com o café da manhã na cama.


— Não! Será melhor que amanhã cheguemos separados ao escritório — outro sorriso forçado iluminou seu rosto. — É por Duncan.


Harry não se incomodou em lhe recordar que geralmente Duncan entrava em seu escritório assim que amanhecia, mesmo quando não tinha que realizar a viagem de quase um hora e meia desde seu casa no subúrbio.


Menos mal que conhecia de cor o caminho até sua casa, porque toda sua atenção foi consumida pela sua preocupação com Gina. Na manhã seguinte a preocupação se tornou em medo ao saber que Gina tinha ligado para sua secretária para que transferisse todas suas reuniões por estar indisposta.


Quando não respondeu a sua chamada nem atendeu a secretária eletrônica, meteu-se no carro em uma pilha de nervos. Conseguiu realizar o trajeto de quarenta minutos em trinta e dois. Seu temor não se evaporou ao descobrir que a casa estava vazia.


 


— O que disse? — os olhos de Hermione estavam tão abertos como sua boca enquanto olhava para Gina — Santo céu! Meu Deus, Gina... quando?


— Várias vezes


— Santo céu! E... hmmm... — sacudiu a cabeça. — Exatamente quantas vezes é “várias vezes”?


— Muitas — encolheu de ombros. — Temos... uma relação.


— Têm uma relação!? — a surpresa de Hermione se refletiu nas caras dos clientes da cafeteria do hotel que dirigia. Baixou a voz. — Não posso acreditar nisso, Gina... quero dizer, santo céu! Uma relação... e com Harry, entre todos os homens...


— Acredite. Estamos vivendo juntos...


— Vivendo... São...


— Piorou — cortou antes que Hermione esgotasse a paciência do Vaticano. — Me apaixonei por ele.


— Bom, isso já tinha adivinhado — agitou uma mão. — Você jamais se deitou com um homem que não estivesse apaixonada.


— Sim, e jamais tinha me deitado com um homem e rezado para estar grávida.


— Vai ter um filho de Harry?


— A única... — desejou que a pergunta não doesse tanto. — A única coisa que quero mais que isso é a ele. Mas... mas sei que ficarei sem nenhum dos dois — e pela enésima vez naquela manhã irrompeu em soluços.


Depois de desperdiçar três horas do tempo da Sanders Corporation mantendo Hermione afastada de seus deveres para lhe contar toda a história, Gina soube que era hora de se recuperar. E como sempre que se sentia desgraçada ou um romance começava a desmoronar, decidiu ir às compras.


Como comprar o sofá não tinha solucionado imediatamente a dor de perder Draco, quando só imaginava estar apaixonada por ele, mais móveis não a ajudariam no caso de Harry. Queria algo mais pessoal, como um colar ou um anel, talvez... não, um anel não! Não precisava de lembretes do quão assombrosamente romântico ele podia ser; precisava de algo que a convencesse do quanto estava bem sem ele.


A cozinha! Harry sempre insultava suas habilidades culinárias e seu desejo de cozinhar... Compraria alguns livros de receitas e todo o equipamento que fosse necessário para torna-la um gênio da cozinha. Depois faria que ele se comesse suas palavras!


Quatro horas e milhares de dólares mais tarde, Gina se sentia desgraçada até o ponto da dor física. Só o que tinha conseguido era demonstrar que quando amava alguém com o coração e a alma, e esse amor não era recíproco, não importava o que comprasse, pelasse, cortasse ou picasse, nada podia bloquear a angústia.


Com um pouco de sorte, a terceira xícara de chá de camomila a ajudaria a passar a noite sem que se desmoronasse diante de Harry. Embora depois de chorar um dia de forma quase ininterrupta, supôs que podia imaginar que já tinha deixado para trás a fase das lágrimas. Talvez em um dia ou dois, quando entregassem o jogo de jantar que tinha adquirido, estaria de melhor ânimo para apreciar as coisas e pudesse dar uma festa para marcar o início de um futuro sem filhos, solteira e sem amor.


O som do carro de Harry acelerou seu coração, apesar de que estava olhando o relógio desde que recebeu a chamada de advertência de Hermione. Aí estava. O começo do inevitável final.


“Oh, Deus, faça com que o final demore muito, muito tempo em chegar”, rezou, aninhada no sofá contando quantas batidas seu coração deu até que ele entrou na sala.


— Por que não me chamou para me dizer  que não ia trabalhar?— perguntou Harry.


Nem um “Olá” ou “Como está?”, só uma exigência irritada. Gina amaldiçoou a inútil esperança que insistia em não abandoná-la.


— Não vi motivo algum para preocupar você até saber com certeza que havia uma razão.


— É mesmo? Não ocorreu a você pensar que podia estar mais preocupado ao ver que não foi trabalhar nem respondia a minhas chamadas? Ou quando vim esta manhã e vi que não estava? Demônios, Ginevra, se não tivesse localizado Hermione em um jantar de negócios meu passo seguinte ia ser ir à polícia — ela continuou lhe dando as costas, imóvel. Harry jamais havia se sentido tão frustrado. — Droga! Se vire e me olhe, Ginevra! — quando se voltou e ele viu sua expressão de absoluto desespero, rompeu seu coração. Tinha os olhos vermelhos e o rosto tenso. Nunca tinha visto esse belo rosto tão triste. — Oh, Gina...


Quando se aproximou dela, levantou-se de um salto do sofá e se afastou.


— A pesar do risco de ofende-lo, a má notícia é que ontem à noite não veio o meu período. Ainda não veio. E, segundo essa revista que comprou, os seios sensíveis e os outros desconfortos da pré-menstruação também podem ser provocadas pela gravidez.


— Então está grávida.


— Não... não estou segura. Mas foi você quem disse que devíamos estar preparados para o pior.


— Bom, pois acho que já é hora de usar o teste de gravidez que comprei e descobrir com...


— Comprou um teste de gravidez?


— Está no armário sob a penteadeira. Se estiver preparada... Irei buscá-lo.


— Supõe-se que tem que realizá-lo com uma amostra de urina assim que desperta.


— Então imagino que teremos que esperar até...


— Não — corrigiu, em seguida respirou fundo. — Eu também comprei um, e já fiz o exame.


— Mas acabou de mencionar que não sabia... — franziu o cenho. — Oh, quer dizer que ainda espera o resultado?


— Sim — suspirou. — Estava com muito medo para olhar. Tentava me enganar com a teoria da ignorância — acrescentou com amargura.


— Muito bem... — sabia que um deles teria que reunir coragem suficiente para enfrentar o inevitável. — Onde está? Eu olharei.


— Não. Eu também irei.


Alguns segundos depois Harry observava o pequeno tubo que havia na cômoda de Gina. Estava muito distante de ser azul. As instruções no teste que ele tinha comprado afirmavam que azul era positivo; se não se modificasse, negativo.


Gina lançou um grito e se soltou da mão dele. O desespero que Harry viu em seu rosto foi como uma adaga cravada em seu coração.


— Gina, está tudo bem — apressou-se a dizer. — A cor é clara. Está vendo? — levantou a evidência. — Não está grávida. Para isso, teria que ter ficado azul.


— Sei! — exclamou ela.


— S... sabe? Mas... mas está chorando... não entendo.


— Claro que não! Você nunca quis ter filhos; entretanto, eu quero ser mãe desde que me lembro — soluçou. — Queria tanto ter este bebê.


— Oh, querida, calma... Isso não significa que não poderá ter filhos no futuro. Demônios, só tem vinte...


— Mas não quero outros bebês! Queria este! Seu bebê... nosso...! Oh, Deus... o queria tanto... — as palavras poderiam ter saído apagadas pelo pranto e os soluços, mas Harry as ouviu com mais clareza que nada do que já tinha ouvido. E imediatamente a esperança cresceu em seu coração até faze-lo acreditar que o peito lhe ia explodir. — Eu queria seu bebê!


— Por que? — mal era capaz de falar pelo nó que lhe bloqueava a garganta, mas precisava de sua resposta. — Me diga por que, Gina.


— Porque... estou apaixonada por você, droga! Sei que não acreditará, que pensa que isso não existe, mas sim existe, Harry — insistiu com convicção. — Quando acontece, você sabe. Não posso explicar, mas...


— Então deixa que eu tente — interrompeu com suavidade. — O amor existe quando só de ouvir o nome de uma pessoa com faz que se volte, com a esperança de que esteja ali. É quando com apenas olhá-la se aceleram os batimentos do coração, embora o som de sua voz é a sinfonia clássica mais maravilhosa que jamais ouvirá; é ter uma pessoa em sua cabeça quase cada minuto que está longe dela. Amar a alguém significa que seu contato é o mais excitante e tranqüilizante que alguma vez experimentará. É ter o melhor sexo de sua vida, ao mesmo tempo em que descobre que seu coração é a zona mais erógena de todo seu corpo. Não é o desejo seguro e absoluto de compartilhar a última proximidade física, e sim uma montanha russa de emoções que surge ao sentir a dor e a alegria dessa pessoa com tanta intensidade como se fossem próprios. Mas o que faz que seja amor de verdade... de verdade, Gina, é algo tão precioso que é inenarrável. Não se pode “encontrar”, sem importar o quanto desesperadamente o busque. Mas tampouco o pode ignorar indefinidamente quando o tem ante sua própria cara, sem importar a estupidez ou a teimosia com que deseje negar sua existência. Acreditei no amor desde que tudo o que pensava que queria terminava sendo o oposto ao que precisava para ser feliz, e descobri uma alegria tão intensa que não estou disposto a voltar a me negar negando o amor. Serei o primeiro em reconhecer que fui assombrosamente estúpido e teimoso, Gina... mas juro por Deus que te amo mais do que possa imaginar. E jamais deixarei de amá-la.


Os olhos banhados em lágrimas de Gina eram incapazes de estimar a distância que os separava, mas se lançou para frente, confiando que ele a seguraria. Quando o fez, reclamou sua boca com uma paixão que lhe inflamou o coração.


— Oh, Deus, Gina! Te amo tanto! Por favor, não chore — suplicou, beijando a umidade de suas bochechas. — Da próxima vez conseguiremos. Sei que é decepcionante não ter o bebê, mas se quiser podemos ter uma dúzia...


— Está dizendo que também esperava que minha gravidez fosse positiva? — separou-se para olhá-lo. Ele assentiu com sorriso agridoce. — Desde quando? — perguntou surpresa.


— Não estou seguro da data exata — brincou. — Mas sei que dede o primeiro momento em que imaginei você com o ventre volumoso com o bebê que tínhamos criado, me dei conta de que podiam acontecer coisas piores. E um dia, compreendi que não vê-la grávida com nosso filho era uma delas.


— Oh, Harry... — a beleza e sinceridade de sua declaração fizeram com que se sentisse a mulher mais afortunada e sortuda do mundo. Abraçou-o com força e apoiou a cabeça em seu ombro. — Jamais pensei que algo pudesse me fazer tão feliz.


— Nem sequer nos economizar um casamento enorme? — ironizou.


— Harry Potter! Ter seu amor e seus filhos é muito mais importante que me casar com você.


— O que? — mostrou-se estupefato, e Gina teve que rir.


— Vamos, Harry... Sempre soube o que lhe inspirava o casamento. Mas agora que sei o que sente por mim... bom, o casamento parece irrelevante. Já não é um tema importante — explicou, — porque sei que vamos estar juntos o resto de nossas vidas. Não preciso de um pedaço de papel assinado diante de quinhentos convidados.


— O que está dizendo é que vamos ter filhos, mas que só quer que... que vivamos juntos?


— É obvio, que as crianças terão seu sobrenome — acrescentou. — É o que você quer, não?


— Demônios, não! Quero que nos casemos perante a lei, a igreja e nossos filhos, com você exibindo um anel tão grande para fazer saber a todo homem em um raio de quinze quilômetros que já não está no mercado.


— De... de verdade quer se casar comigo? — perguntou ela, preocupada com um possível engano de seus ouvidos.


— Claro que quero me casar com você! Santo céu, Gina, não entendeu nenhuma palavra do que disse? Amo você. Quero que formemos uma família. Uma família tradicional. E quero que tenhamos uma casa tradicional, com fotos de nosso casamento no suporte e um montão de álbuns para que as crianças possam olhar. A próxima vez que alguém nos pergunte a data em que nos casamos, e nossos filhos o farão, quero poder ter uma para não nos equivocarmos. E quando formos velhos e artríticos e não desejemos fazer outra coisa que estar jogados na cama, quero poder recordar a sensação que me produziu ter você em meus braços durante a valsa nupcial


— Shhh — rindo, tampou-lhe a boca com a mão. — Certo, certo. Casarei com você! Embora não imagino uma época em que seja tão velha para estar apenas atirada na cama.


— Não tem por que fazer com que soe como que me agrada — fingiu tristeza. — Eu gostaria de pensar que tinha um bom motivo para aceitar...


— Oh, mas tenho! — esforçou-se para manter o rosto sério. Acariciou-lhe a bochecha e esboçou seu sorriso mais sedutor. — Me tornar em Ginevra Molly Weasley Potter vai me fazer incrivelmente feliz o resto de minha vida.


— Isso soa como se tivesse falado com sinceridade — sorriu.


— E foi. Com certeza vou desfrutar sendo a senhora Potter. Porque com vinte e cinco letras em meu nome, — brincou —  fará com que seja mais fácil preencher formulários e cheques... Ehhh! — chiou quando a elevou nos braços.


— É incorrigível! Sabia? — jogou-a sobre a cama. — Agora só o tenho que fazer — começou a desabotoar a sua blusa — é deixar você grávida...


 


Enquanto o sol do amanhecer entrava no quarto, Harry se sentou na cama ao mesmo tempo que esquecia a idéia de adivinhar como aceitar o amor podia elevar a união de duas pessoas mais além do reino de qualquer descrição verbal.


— Harry... O que foi?


— É possível que depois de tudo esteja grávida — anunciou. — Acabo de me lembrar que às vezes os testes de gravidez em sua primeira fase podem se enganar. Até os exames de sangue às vezes se enganam. Trarei a revista... — uma mão suave em seu braço o deteve.


— Querido, não estou grávida.


— Mas não pode ter certeza.


— Sim posso — respondeu, e ao olhar em seus olhos esperançados soube que tinha alcançado um sonho. — Pode ser que ainda não tenha as provas físicas, embora tampouco espero que um teste me indique quando estiver porque... — levou uma mão ao peito — aqui saberei. Com tudo o que te amo, Harry, meu coração registrará o instante em que Deus abençoar esse amor.


 


E para surpresa de Harry, quatro meses depois o pode demonstrar, já que lhe anunciou que ia ser pai três semanas antes que o médico confirmasse...


 


FIM
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Almofadinhas Marota Potter

Vc posta o ultimo ainda hj??

Acho que não, né?

Ahh muito curiosa mesmo!

Bjs



Almofadinhas, eu realmente queria ter postado ontem, mas minha internet caiu e ainda não voltou, estou até postando esse capítulo usando o computador do meu primo!


Espero que tenha gostado!!!


Beijos!

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