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12. Capítulo 12


Fic: Seu amigo sedutor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 12


 


Com mãos ansiosas tiraram a roupa, ao mesmo tempo em que admiravam seus respectivos corpos e davam beijos apaixonados e ávidos. Mas caíram sobre a cama de Gina como uma só pessoa, e a urgência de seu desejo deu lugar ao prazer sensual da exploração lânguida e pausada.


Como podia um homem capaz de semelhante ternura não acreditar no amor?


— Sua pele é como cetim líquido — ofegou ele enquanto com os lábios abria caminho até chegar à barriga. — Quero tocar... e provar cada milímetro... — deteve a tortura de seus beijos ardentes e úmidos para elevar a cabeça e olhá-la através de olhos nublados pelo desejo. — Diga-me o que quer... o que você gosta.


— Até agora parece ler cada um de meus pensamentos antes inclusive de que os tenha.


— Diga-me isso de todos os modos — insistiu. — Quero saber o que você gosta que te faça — sem tirar o olhar de seu rosto passou a língua por seu umbigo enquanto com os dedos brincava com seus mamilos.


— Tudo... — murmurou, retorcendo-se pelo calor que surgia em seu interior ao mesmo tempo que continha as palavras de amor que não se atrevia a pronunciar. Jamais haveria um homem que pudesse satisfazê-la como Harry, e esse conhecimento era consolador e doloroso. Mas com sua boca e mãos a elevava mais e mais para o que imaginava ser o céu, e era muito difícil manter a declaração de amor em sua cabeça.


De repente todos seus pensamentos frágeis foram banidos e seu corpo se dobrou em êxtase quando seus dedos atravessaram os cachos íntimos e o polegar começou uma carícia íntima. Durante um indeterminável tempo delicioso a felicidade para qual a empurrava foi tudo o que desejou... mas imediatamente deixou de ser.


— Harry! — exclamou. — Pare! Pare agora!


A urgência que notou em sua voz deteve o coração e a mão inclusive antes de que segurasse seu pulso. Sentiu um nó de pânico na garganta e uma contração de medo e remorso no estômago.


— Querida, o que foi? Machuquei você...?


Ela sacudiu a cabeça com energia e o levantou até poder tomar posse de sua boca. O ardor de seus beijos breves e famintos eliminou qualquer ansiedade que pudesse ter criado a idéia de que a tinha machucado; também o enlouqueceu.


— Ah, Gina... Céus, querida, não me assuste dessa maneira. Pensei que a tinha machucado ou algo que você não gostava.


— Harry... Amo tudo o que me faz. Mas nesta ocasião quero que chegue comigo. Em mim. Agora.


A emotividade de suas palavras e a sensação de sua mão fechando-se em torno dele o empurrou a beira do abismo; de fato, seu último pensamento semi-consciente, enquanto Gina lhe colocava com destreza um preservativo, como demônios podia ela manter a razão em um momento como esse? A única coisa que sua mente ou seu corpo podiam processar era a devastadora necessidade de possuí-la.


 


A cabeça molhada dela descansava no braço também suado dele; tinham as pernas entrelaçadas e no quarto fracamente iluminado ambos respiravam de forma entrecortada.


— Harry...


— Hmm


— É provável que isto soe corriqueiro e ingênuo para você... — nervosa, passou os dedos por seu peito. — Mas... bem, quero que saiba que fazer amor com você é melhor do que nunca foi com outro. Melhor do que imaginava.


Sentiu que ficava rígida ante o som de sua risada; antes que o pudor ou a indignação a fizessem saltar da cama, abraçou-a com mais força.


— Não estou rindo de você, querida. Tem razão; foi muito bom.


— Certo — disse ela. — Imagino que terei que me inclinar ante seu conhecimento e experiência superiores sobre o que é bom no quarto, mas, céus, se isto for só bom... preciso sair mais!


— Claro que não! — imobilizou-a debaixo dele. — Acho que devo advertir você que espero que a mãe de meu filho siga certas normas.


— Oh? — a diversão em seus olhos se desvaneceu. — Bom, ainda falta esse veredicto.


— De qualquer forma, nem ocorra a você acreditar que poderá sair desta cama logo, e menos ainda “sair mais”. Reconheço que ao dizer que tinha sido bom talvez subestimasse as coisas um pouco... — sorriu. — Mas como tenho o resto da noite livre, se estiver interessada talvez possamos repetir o exercício e assim poderei atualizar minha avaliação anterior.


— O resto da noite? Não vai para casa?


— Não pensava... — franziu o cenho. — Por quê? Quer que eu vá?


— Não, claro que não — se apressou a dizer. — O que acontece é que sempre deixou claro que sua regra era nunca passar a noite com uma amante, embora a estivesse vendo freqüentemente.


— Disse isso antes, Gina; estou mudando de idéia em muitas coisas...


 


Gina disse a si mesma que não devia se animar muito por suas palavras, mas lhe custou seguir esse conselho em vista de sua atitude carinhosa e atenciosa daquela noite. E foi ainda mais difícil nos dias e nas noites que seguiram...


Cada manhã Harry se levantava e levava para ela na cama um copo com suco e uma xícara de descafeínado, e o fato de que o agradava bebendo ambos, ele por sua vez a agradava ajudando-a a tomar banho, fez com que Gina chegasse à conclusão de que deixar a cafeína era mais estimulante que consumi-la.


Se alguém na Sanders notou o costume que Harry tinha adquirido de aparecer várias vezes no escritório de Gina, ninguém comentou. Duncan concluiu que tinham aceitado sua sugestão de que Harry devia ficar na casa de Gina como precaução ante a iminente chegada dos Mulligan.


Gina sabia que sua vida era tão perfeita como jamais poderia chegar a ser. Sempre tinha sabido que Harry não estava a favor de um compromisso a longo prazo, e nesses dias tinha descoberto que ela nunca poderia casar com outro. Ao ter esses pensamentos deprimentes examinava o ventre. Não desejava prender Harry no casamento nem roubar sua liberdade, mas a idéia de ter um filho dele a enchia de uma felicidade sem igual.


Faltavam três dias para seu período. Sempre tinha sido tão pontual que quase podia predizer a hora a que chegaria... mas, e se não acontecesse...?


— No que pensa, Ginevra?


— Oh! Duncan... olá — moveu as pastas que tinha sobre a mesa com a esperança de parecer um pouco eficiente. — No que posso ajudá-lo?


— Vim para lhe contar que Draco Malfoy retornou.


— Oh, certo... — apenas exibiu um ligeiro interesse. — Estava de lua de mel.


— Bom, isso também, mas... digamos que realizou uma investigação secreta para mim no Illusion Island — “Duncan sabia que Draco tinha estado ali?”, pensou Gina. — Como é nosso arquiteto chefe, queria que desse uma olhada no local, para que pudéssemos adiantar as mudanças que fazer. E já que ia faltar ao trabalho por sua lua de mel, decidi matar dois pássaros de um tiro; para ele foi ótimo, porque a lua de mel lhe saiu grátis.


— E, eh... Harry sabia que Draco ia estar no hotel?


— Não. Entretanto, avisei Malfoy que não se mostrasse surpreso se visse Harry, embora o evitasse a todo custo...


“Fantástico, eles tinham suado tanto para evitá-lo e quem os esteve evitando era ele!”


— Não podia correr o risco que o velho Mulligan soubesse que Malfoy era um empregado da Sanders e, assim, adivinhar o quanto estava interessado no negócio — continuou Duncan, rindo. — Foi um inteligente caso de espionagem industrial. Bom, em qualquer caso, quero que nos próximos dias vá colher informação com Malfoy. Como chefe do departamento de promoções, e ao conhecer a ilha em pessoa, desejo que me diga o que devemos oferecer aos nossos hóspedes para nos mantemos na frente da concorrência.


— Certamente. Duncan, tenho uma curiosidade... Você sempre foi contra as relações no escritório; por que é que mudou com Karrie Carson agora que Draco e ela se casaram?


— Porque me dá a impressão de que não são o tipo de pessoas que permitem que sua relação pessoal impeça seu trabalho. Os dois são bastante ambiciosos para não perder tempo se beijando nos corredores ou fazer amor em seu escritório durante a hora do almoço — respondeu com franqueza. — Sempre me orgulhei de ser um homem justo, Ginevra; se a pessoa tiver ambição para manter separada sua vida profissional da privada durante as horas de trabalho, então não me incomoda que tenha uma relação pessoal em seu tempo livre. A eficácia é afetada quando as emoções pessoais invadem o escritório e as prioridades de trabalho se alteram.


Harry riu quando Gina contou isso enquanto comiam juntos no escritório dela.


— Por que não mencionou a Duncan que vimos Draco em um hotel rival? — perguntou Gina enquanto bebia a vitamina de chocolate que Harry tinha levado, alegando que devia beber mais leite.


— Pensava encarar Malfoy em pessoa. Bom, Duncan disse se tem tido notícias de Mulligan?


— Não, graças ao céu — suspirou. — Sabe? Uma coisa era levar a farsa em um momento de crise na relativa segurança do Illusion, mas me sinto estranha mantendo-a no mundo real.


— Sentia-se tranqüila quando só se tratava de você e de mim, mas tudo parece fora de controle quando se envolvem outras pessoas... inclusive Duncan.


— Em especial Duncan. Sei que contar tudo aos Mulligan seria bom para minha alma, mas também sei que revelar agora não só estragaria a compra da ilha, mas também atiraria abaixo o nome da Sanders Corporation. Qualquer das duas maneiras, nós faríamos mal a Duncan.


— Superaremos, Gina— prometeu. Passou os dedos por seu cabelo vermelho e acrescentou: — Pode ser que não represente um grande consolo para você, mas estarmos casados agora me parece menos falso que na ilha.


Aproximou-a tanto quanto pôde, em posição vertical e plenamente vestidos, e a beijou em uma tentativa de assimilar toda a magia que ela podia lhe transmitir. Louco por tocar sua pele, levantou a parte de atrás de sua blusa, mas a gratificação instantânea que recebeu de sua ardente suavidade foi breve, porque com língua ansiosa e dentes brincalhões ela respondeu a seu desespero com uma paixão que fez mais intensa essa gratificação. Precisou até o último vestígio de auto-disciplina para se separar dela.


— Querida... — ambos tinham a respiração entrecortada — ...se não sair daqui agora, com certeza quebrarei a política da empresa e a tomarei no escritório.


— Se não sair daqui agora, o mais provável é que o tome antes de chegar à mesa.


— Estou indo, estou indo — gemeu. — Embora só Deus saiba como conseguirei me concentre em algo o resto da tarde...


 


— Duncan acaba de falar com sir Frank — disse Harry pelo interfone dois dias depois. — Parece que Tory insiste em jantar conosco.


— Quer dizer com você — corrigiu Gina. — Ela me odeia.


— Se quiser, livro você da situação dizendo que se sente enjoada — riu e ela experimentou tremores do outro lado da linha. — A propósito, sabia que pode sentir enjôos em qualquer momento do dia e não só pela manhã?


Gina conteve as lágrimas. Na noite anterior Harry havia se enterrado na leitura de uma revista feminina que tinha comprado e que dedicava um artigo especial a gravidez. Seu profundo interesse e sua constante citação de diversos fatos, estatísticas e técnicas de parto estiveram a ponto de lhe rasgar o coração. No dia seguinte devia chegar seu período, e todos os sinais indicavam que não se atrasaria. Tinha os seios mais cheios e sensíveis, doía-lhe a cabeça e se sentia completamente desgraçada.


— Gina? Ouviu o que eu...?


— Harry, quer se esquecer disso por um momento? — gritou. — Não estou grávida, ok? — mordeu o lábio.


— Veio o período?


— Eh... não, ainda não. Mas acredite em mim, virá amanhã. Sei reconhecer todos os sintomas preliminares — forçou uma risada por medo de que ele notasse sua decepção. — Um deles é meu estado de ânimo irritável. Sinto muito, Harry, não pretendia saltar...


— Amanhã? Mas me disse que tinha que chegar hoje.


— Queria dizer que seria amanhã pela manhã, mas se não for capaz de esperar tanto, deixarei o despertador para que toque a cada hora desta noite, e assim não será obrigado a suportar a incerteza mais tempo que o necessário. Voltando para os Mulligan — continuou, desesperada por finalizar a chamada, — não vou deixar você nessa enrascada, então arrume o que for melhor para Duncan e para você. Certo?


— Gina, eu...


— Tenho que desligar. Disse ao Duncan que daria uma olhada em alguns planos que Draco tinha esboçado. Nos vemos depois — respondeu com uma alegria que não sentia e desligou para fugir de seu escritório.


Quinze minutos no banheiro dos executivos a ajudaram a se acalmar e arrumar a maquiagem. Sabia que agia como uma idiota. Em todo momento tinha sabido que não estava grávida. Mas, de algum modo, o falso casamento, o comovente interesse que Harry tinha mostrado na gravidez, junto com o absoluto júbilo de despertar cada dia junto ao homem que amava, fazia com que seus sonhos se mesclassem com a realidade.


 


Deteve-se em seco. Santo céu, o que estava lhe acontecendo? Muito bem, não estava grávida, e Harry não tinha necessidade de se casar com ela, mas isso não significava que sua relação devia acabar. Não significava que o amasse menos nem que não pudessem continuar sendo amantes. É obvio, seus dias juntos estavam contados, mas Harry representava para ela mais que tudo no mundo. “Droga!”, pensou, e continuou avançando pelo corredor, “não ia queimar as pontes prematuramente”. Tinha aprendido a desfrutar do momento e não pensava em estragar o tempo que restava juntos lamentando de antemão o fim de sua relação. Quando isso acontecesse, estaria preparada, mas não pensava abandonar a felicidade até que Harry lhe dissesse que a relação tinha terminado.


Certamente, dada a expressão que ele mostrava no rosto ao avançar para ela pelo corredor, talvez significasse que sua atitude positiva ia ser muito fugaz.


— Onde esteve? Procurei você por todo o edifício!


— Por que?


— Porque disse que tinha que ir ver Malfoy. Isso foi faz vinte minutos.


— Sinto muito — era intuição ou desejo... mas, não percebia um pouco de ciúmes em sua voz?. — Ir ao banheiro foi um ato impulsivo. Tentarei mantê-lo informado de meus atos e... — sorriu —... não fazer xixi tanto tempo no futuro.


 —Que engraçada! Estava preocupado — se amaldiçoou em silencio por ter reconhecido. De fato, sentiu-se aliviado quando Malfoy disse que não a tinha visto; só começou a se preocupar quando ninguém mais no edifício a tinha visto.


— Estava preocupado que visse Draco? — perguntou divertida, embora o contato de seus dedos na bochecha dele foi um ato conciliador. — Oh, Harry... acha mesmo que depois do que compartilhamos posso continuar interessada nele?


— Está certa! — grunhiu, e a abraçou quando ela teve a audácia de rir. — O que é tão engraçado?


— Quer dizer além da idéia de que esteja com ciúme de Draco?


— Jamais disse que estava com ciúme dele — assinalou; era a única resposta que lhe permitia não mentir nem reconhecer que pela primeira vez em sua vida se sentia ameaçado por outro homem. — De fato, estava procurando você porque me ocorreu uma idéia para evitar os Mulligan...


— Harry — puxou sua gravata. — Conte-me sua maravilhosa idéia.


— Primeiro me beije.


— Pagamento adiantado? — sorriu. — Acho que não, senhor Potter; primeiro a informação.


— É simples, mas engenhosa. O que me leva a pensar que deveria subir o preço para dois beijos...


— Harry!


— Certo... Saímos de férias agora — o assombro dela fez com que fosse fácil aproximá-la da parede.


— Harry, seja sincero... passou a tarde cheirando cola?


— Por que, quando seu aroma me dá a maior animação do universo? — beijou-lhe o pescoço.


— Não posso acreditar — murmurou ela.


— É verdade que cheira maravilhosamente bem — brincou, mas em vez de sorrir, Gina o olhava como se lhe tivesse saído uma segunda cabeça.


— Você? — deu-lhe um pequeno golpe no peito. — Harry Potter, que nunca se tomou mais de meio-dia livre... bom, Deus sabe em quantos anos, está sugerindo que deixemos tudo em um momento crucial e saiamos de férias... — estalou os dedos — ...assim?


— Claro. Nós dois merecemos isso. E como já dissemos a sir Frank que estivemos separados semanas antes que fosse à ilha, parecerá uma explicação legítima para nossa ausência.


— Tem certeza que não é vítima de algo que poderia se classificar como um Pretexto X? — olhou-o com desconfiança.


— Só sou vítima de você — emoldurou-lhe o rosto entre as mãos. — E agora deixe de se fazer de engraçada e reconheça que é um grande plano.


— O que Duncan disse a respeito?


— Contarei a ele quando voltar ao escritório — encolheu de ombros e beijou um canto de seus lábios, depois se concentrou no outro. — Pensei que poderíamos ir para a casa da baía, onde só teremos que ir da praia ao dormitório.


— Isso significa que não pensa mais em me alimentar?


— Pediremos pizzas — murmurou, centrando a atenção em seu pescoço. O corpo de Gina se retorceu em sinal de aprovação, o que era tudo o que ele precisava para avançar, emparedá-la com seu corpo e capturar seu fôlego com a boca. A resposta dela foi rápida e potente, e Harry amaldiçoou que o calor de suas mãos em sua cintura se visse diminuído pela camisa.


— Hmm... eh... não acho que Duncan aprove isso — disse assim que ele voltou a lhe mordiscar o pescoço.


— Aprovará. Ele sabe que quanto menos contato tenhamos com os Mulligan, melhor... — calou-se quando lhe elevou a cabeça para que o olhasse.


— Refiro-me a perder tempo da empresa e a nos beijar nos corredores.


— Oh, certo. E também lhe incomoda que se faça amor nos escritórios, não? — ela assentiu. — O que acha que pensaria do quarto onde se guardam os artigos de escritório? — perguntou com cômica especulação.


— Do mesmo modo que se lhe disséssemos que o deixaremos sozinho para enfrentar os Mulligan — ao ler o protesto no rosto de Harry, acrescentou: — De qualquer forma, Harry, não posso sair de férias agora mesmo. Tenho trabalho que recuperar até a próxima década — não era de todo mentira. Mas o verdadeiro motivo pelo que não queria usar suas férias era porque as reservava para o dia chuvoso em que ele dissesse que sua relação havia terminado. Deixou de lado esse pensamento e se obrigou a sorrir. — Deixe de se preocupar, Harry. Confie em mim, sobreviveremos a esta noite e aí acabará tudo.


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(N/A)


Infelizmente a Fic já está chegando ao fim, esse é o penúltimo capítulo, espero que todos estejam gostando!


Beijos a todos!!!




Almofadinhas Marota Potter
Mais uma parte da charada que não acalmou em nada meus neurônios curiosos!!!

Muito pelo contrario, os atiçou mais ainda!

Agora quero saber o fim da charada o do amasso dos dois!

A Gina realmente está grávida?

Bjs ansiosos!




Almofadinhas, quem sabe esse capítulo não acalma um pouco seus curiosos neurônios!? Aí está o amasso dos dois!


Será que ela está grávida??? Logo saberemos, afinal a Fic está acabando =(


Beijos!!!




Lari_sl
Sua fic é otima.....parabens.....e curiosissima p saber se ela esta gravida.....

bjuxxxxxxx




Lari, que bom que gostou *---*


Obrigada!


Logo postarei o próximo capítulo, assim poderá saciar sua curiosidade!!


Beijos


 

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