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9. Capítulo 9


Fic: Seu amigo sedutor


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Capítulo 9


 


Esperava que o beijo fosse um assalto apaixonado e pleno pensado para transportá-la ao século seguinte. Mas a boca de Harry se mostrou tentadora até o ponto que se não o conhecesse teria acreditado que era hesitante. Sua língua se moveu com tanta gentileza que pareceu tremer em seu lábio inferior, embora talvez isso se devesse à insegurança de seu próprio corpo.


Manteve as mãos espalmadas contra a parede e o corpo separado, negando o contato mais íntimo que ela desejava enquanto com os lábios repetia o beijo delicado e quase imaginário. A lenta exploração do contorno de sua boca foi o mais excitante e fascinante que Gina já tinha experimentado, mas cobiçava mais.


A impaciência e o desejo corroíam suas vísceras enquanto a pele formigava e os mamilos se endureciam como pedras pela antecipação. «Vamos!», gritou mentalmente. Mas Harry apenas lhe roçava os lábios, como se fosse frágil como cristal e corresse o perigo de quebrar assim que tomasse posse completa de sua boca e lhe assolasse o corpo.


Então, e de maneira incrível, ele se deteve.


Gina seguia com os olhos fechados, mas não teve necessidade de abri-los para saber que Harry se separava dela; a sensação de ar fresco lhe bastou para reconhecê-lo. Automaticamente rebobinou para tratar de descobrir o que tinha feito de errado.


— Gina... — o nome se ouviu como se o passassem por papel de lixa. Ela abriu devagar os olhos para encontrar os dele sob o cenho franzido. — Agora mesmo desejo você com tanta ferocidade...


A convicção que ouviu em sua voz paralisou seus pulmões e provavelmente suas cordas vocais, já que os angustiados gritos de seu corpo de «Tome !Tome !»jamais saíram de sua boca. Todas essas emoções desconhecidas voltaram a invadi-la, fervendo em seu interior em um manto de calor que, combinado com o desejo que via em seus olhos verdes, fizeram com que sentisse que era engolida por uma densa e calorosa noite.


— Mas... não quero machucá-la. Jamais me perdoaria — sua rouca declaração se viu acompanhada pela hipnótica suavidade de seu dedo polegar sobre o lábio inferior dela. — Preciso saber se está confortável com o que está acontecendo, Gina. Que pode controlar isto.


Seu cérebro sensualmente atordoado registrou que Harry tentava se certificar das repercussões a longo prazo que teria sobre eles dormir juntos. Tratava de se assegurar que não sairia ferida albergando idéias de que qualquer relação entre os dois terminaria em casamento. Apesar do comovente que parecia na superfície, Gina era cínica o bastante e conhecia Harry o suficiente para identificar que seus instintos de auto-preservação eram quase toda a motivação existente por trás de sua nobreza.


Não sabia se golpeá-lo, rir ou assustá-lo confessando que a advertência era inútil porque já estava apaixonada por ele. Não... o último não era uma opção, porque se de uma coisa estava segura era de que queria fazer o amor com Harry. Essa noite. Nesse momento. A mais ligeira insinuação da profundidade de seus sentimentos faria com que atravessasse a porta e saísse de sua vida em menos de um abrir e fechar de olhos. De repente seu desejo de se casar e ter uma família tinha descido de sua lista de prioridades até ocupar um patético segundo lugar, a favor do desejo de experimentar o prazer de fazer amor com Harry Potter.


Seja o que for o que acontecesse entre eles essa noite, seria algo que não se repetiria, já que nenhum dos dois mudaria seu ponto de vista sobre o matrimônio; e apesar disso, Gina não era capaz de afastar-se. Pelo menos não essa noite... «Nunca», sussurrou seu coração, sabendo que em última instância seria Harry quem iria embora.


— Gina...


— Na realidade, Harry, não me sinto confortável com o que esteve acontecendo — ergueu os ombros. Tirou uma das mãos dele da parede e lhe devolveu a caixa de preservativos. — Segure-os você! Porque é evidente que não tem nem idéia do que fazer com as mãos; eu, entretanto, tenho grandes planos para as minhas — o agarrou pelo cabelo e atraiu sua assombrada boca para a sua.


Nesse beijo de Harry não houve nada de tentador! Sua boca se fundiu com a dela com um anseio ardente e ambicioso que ameaçou consumi-la ao assumir o rápido controle do beijo. Seu corpo encostou as costas contra a parede ao mesmo tempo que suas mãos abrasaram cada centímetro de sua pele exposta e acenderam uma paixão que Gina não reconheceu como própria. Soltou um gemido sensual de contentamento no momento em que sua mão se fechou sobre um seio e a unha do dedo polegar esfregou seu topo.


— Hmm... — retorceu-se quando repetiu.


— Está disposta a retirar a acusação de que não sabia o que fazer com as mãos?


— Hmmm — sacudiu a cabeça e ficou nas pontas dos pés para reclamar sua boca. — Uma pessoa precisa de motivação para não deixar de melhorar.


Riu, esquivou o beijo que pretendia lhe dar e a levantou nos braços.


— Oh, não se preocupe, querida... Estou muito motivado. Ainda não viu nada.


A petulante arrogância de sua declaração era tão íntima como sexualmente estimulante. “Bom, não, não era de todo certo”, corrigiu enquanto o colchão de água se ondulou com suavidade embaixo dela. Íntimo evocava sensualidade, sentimentos confusos, enquanto que o estímulo sexual parecia mais um incêndio fora de controle. Assim se sentia Gina à medida que seus dedos exploradores lhe proporcionavam as lições mais sensuais a seu corpo até esse momento mal educado. Ali onde a tocava acendia uma fogueira cujas faíscas se adiantavam ao incêndio principal para inflamar outras partes de seu corpo.


Continuou avivando a paixão até que o calor interior se intensificou tanto que Gina acreditou que arderia de contentamento em combustão espontânea. Essas sensações novas eram aditivas. Seu corpo queria mais, muito mais. E sem pudor lhe suplicou que o desse. Não só com palavras, mas também com atos. Com as mãos explorou o corpo bronzeado e musculoso; os olhos entreabertos dele e as murmuradas palavras de aprovação encheram Gina com um sentido exultante de arrogância ante sua própria feminilidade e sexualidade, e a desafiaram a ser tão auto-complacente como seus desejos a impulsionassem a ser...


Harry sentia que estava afligido por seus instintos mais básicos. Sabia que tinha que frear as coisas. Mas apesar de todas suas boas intenções não foi capaz de conseguir força para executá-lo à medida que ia perdendo camada após camada de seu controle físico e mental. Era muito fraco para retirar do calor da mulher que tinha debaixo, para negar o prazer egoísta de ouvi-la gemer seu nome e de observar como seu corpo formoso respondia ao mínimo contato. E muito, muito egoísta para negar-se as sensações criadas pela fascinante exploração que ela realizava de seu corpo.


O roçar de suas unhas sobre seu torso era quase intangível, mas suas vísceras cintilaram. Quem teria imaginado que suas mãos delicadas e elegantes seriam tão firmes e possessivas enquanto lhe percorriam a pele, medindo, moldando, apertando e acariciando até que ele acreditou que morreria pelo êxtase de seu contato?


Tinha acreditado que conhecia Gina melhor que nenhuma mulher no mundo. Embora o lado arrogantemente otimista nele tivesse insistido em que não podia estar imaginando a química sexual que tinha explodido entre eles durante sua estadia na ilha, o lado pessimista tinha esperado sua rejeição inapelável. Mas ainda assim, tinha pensado que teria que agir com cautela e lentidão, ter paciência com essa mulher conservadora que acreditava que o sexo e o amor estavam entrelaçados e que via como uma rota direta ao casamento... Mas Gina lhe demonstrava que se equivocou em todos os sentidos!


Não havia nada conservador nem ingênuo no modo em que agia ou reagia. Que se achasse tão relaxada com sua sensualidade e sexualidade era em si mesmo um ato de erotismo; os movimentos de seu corpo contra o seu tinham tanta fluidez que ele acreditava ser ungido com um azeite quente e aromático.


Não havia nada inibido nos pequenos gemidos de prazer que emitia à medida que a boca de Harry procurava provar seu néctar mais doce.


A tentação de ceder foi a mais poderosa que Harry tinha experimentado. Nenhuma mulher o tinha afetado com tanta força nem bombardeado suas emoções tão rápida nem exaustivamente. Mas seu ego insistia em que mantivesse o controle, em não se deixar arrastar pela corrente de sua sensualidade.


Em um tentativa de reafirmar-se e mitigar sua própria impaciência, dedicou vários minutos a provocar a paixão dela até levá-la a beira da satisfação, onde a deixou tremendo e lhe suplicando que chegasse ao final. Mas a paixão era uma espada de dois gumes, e chegava um momento em que a promessa não satisfeita de prazer flutuava próxima à dor. Um momento em que silenciar suas súplicas de liberação plena com simples beijos ficava além dele. Expressado pelo desejo de seu próprio corpo, inundou-se em sua úmida calidez...


Nesse incomensurável instante minúsculo de tempo Harry foi consciente só de uma coisa. De que sua intenção de experimentá-la só uma vez se fez em pedaços.


 


Harry se esforçou por dar a impressão de que analisava o que sir Frank acabava de lhe propor.


— Eu gostaria de poder pensar no que me acaba de dizer — disse, duvidando seriamente de ter retido algo das duas horas que estavam falando, além do bom dia. Enquanto observava os números sobre os benefícios do hotel durante os últimos cinco anos não tinha parado de ver a imagem de Gina tal como a deixou duas horas atrás, sua nudez semi-oculta por um lençol enquanto dormia.


— Não espero outra coisa — repôs o homem mais velho com tom de aprovação, antes que seus olhos se desviassem para a porta, onde Tory tinha aparecido de repente.


Como sempre, a morena estava vestida com roupa de grife, e entrou na sala com um passo que ressaltava a extensão e firmeza de suas pernas. Plantou um beijo na testa de seu marido e pela primeira vez ocorreu a Harry que a sexualidade do Tory era tão sintética como sua rotina de esposa amante. Não lhe surpreendeu tanto o fato como ter observado isto. No passado se esforçou em não passar da fachada com as mulheres. Assim que um homem começava a olhar debaixo da superfície, corria o risco de encontrar características atraentes e envolver-se emocionalmente, e o próximo que sabia era que dançava a valsa nupcial e assistia a aulas de parto sem dor.


— Maldição! — não se deu conta que tinha falado em voz alta até que os Mulligan o olharam com olhos curiosos. — Sinto. Acabo de pensar em algo que deveria que ter feito.


— Não já deveria aceito minha proposta? — brincou sir Frank.


— Jamais salto sem olhar, sir Frank — sorriu. “Bom, não até a noite anterior”, corrigiu. — Vou expor ao conselho o que falamos e farei você saber de sua opinião.


— É obvio. De você, Harry, não espero outra coisa. E, para ser totalmente sincero, prefiro ver que Illusion termina na Sanders Corporation que em uma das outras cadeias menos rigorosas.


Harry não mordeu a isca e não perguntou que outros grupos puxavam pelas instalações, embora era de esperar que houvesse pelo menos meia dúzia; o tom de Mulligan bastou para transmitir que seu rival mais sério era Cole Kingston.


— Como disse antes — continuou o homem mais velho, — eu adoraria ver que a ilha passa à mãos de alguém a quem de verdade se importe com a indústria turística deste país. Embora no passado fomos competidores, tenho um respeito enorme por Duncan Sanders como homem de negócios — emitiu o que parecia um autêntico sorriso melancólico. — Por desgraça, Harry, ambos sabemos que ao ser eu também um homem de negócios, não posso permitir que os sentimentos nublem minha decisão para a venda, de modo que se quer esclarecer algum ponto, estarei em meu escritório toda a tarde...


— Oh, querido! — gemeu Tory. — Toda a tarde? Queria sair para navegar por algumas horas. Inclusive ia sugerir que levássemos Harry e ... hmmm... hmmm.


— Gina — contribuiu Harry, contendo um sorriso.


— Oh, Frank, querido, não pode adiar seus planos para esta tarde?


— Sinto muito, Tory, mas infelizmente não posso. No entanto, não há motivo para que você três não possam ir. Quem sabe? — sorriu. — Talvez algumas horas vendo a beleza do Illusion do mar ajudem Harry a chegar a uma decisão.


Harry mal pode abafar um gemido. A última coisa que precisava era passar uma tarde com a vampiresca da Tory. Mas sua tentativa de declinar o convite não foi aceito com justiça por lady Mulligan, e quando se manteve firme em sua negativa ela recorreu às caretas e as súplicas. Foi um ardil que lhe proporcionou um olhar furioso de sir Frank, a quem não gostava que ninguém irritasse a sua malcriada e mimada esposa.


Mentalmente mandou os dois ao inferno. Apesar das afirmações de Mulligan de que em primeiro lugar era um homem de negócios, suas excentricidades, quando se tratava de sua esposa, eram bem conhecidas; Harry não podia se arriscar a descobrir se uma negativa poria em perigo as negociações.


— Ótimo! — irradiou Tory quando ao final aceitou. — Dê-me alguns minutos para me trocar e em seguida desceremos ao ancoradouro.


— Temo que tenha que ser mais tarde. Estou seguro de que Gina terá o almoço preparado quando voltar. Que seja a... a uma e meia?


— Oh, de acordo — pareceu tão abatida como podia estar alguém com suas bem dotadas dimensões. — Tinha-me esquecido dela.


Era uma mentira patética, mas Harry desejou poder dizer o mesmo com a metade de convicção.


 


— Gina, uma relação física entre nós não funcionará...


Desde o instante que Harry atravessou a porta com ar tenso, mas decidido, com uma saudação de “Temos que conversar”, esteve repassando a cena que Gina tinha imaginado toda a manhã. E, tal como ela havia predito, não lhe deu oportunidade de contradizê-lo, já que imediatamente se lançou a um extenso monólogo sobre todos os motivos por que fizeram sexo.


Até esse momento tinha jogado a culpa no isolamento, a proximidade, o estresse, a curiosidade e inclusive ao “excesso de identificação com seu papel de casal casado”, como fatores que contribuíram a isso. Mas como Gina tinha esperado que citasse tudo, incluindo os problemas no Oriente Médio, permaneceu em silêncio, deixando que se espraiasse em sua vaidade.


— E então? — perguntou ele ao final com o rosto em expectativa. — Terá que dizer algo...


— Sim — com um sorriso se aproximou dele e com gesto sedutor lhe acariciou o peito. — Me beije...


— Não ouviu nenhuma palavra do que disse? — retirou-se com tanta precipitação que ela esteve a ponto de cair de bruços. — O que passou ontem à noite passado está!


Oh, Deus... Harry não tinha tentado encontrar razões para justificar o acontecido porque se negasse a acreditar no conceito do amor. Estava lhe dizendo que a noite anterior tinha sido a primeira e a última vez! Assim que despertou sozinha na cama tinha sabido que a próxima vez que o visse estaria assustado, mas em nenhum momento tinha imaginado que escolheria a negação total como um modo de enfrentar as coisas. Ela tinha passado toda a manhã tentando decidir quanto tempo necessitava sua relação antes de poder lhe revelar o que sentia por ele sem espantá-lo... E aí estava ele, desqualificando os dois para qualquer futura competição!


— Gina?


— Ouvi o que disse, Harry. Mas parece que não no contexto que você queria — sua voz não soou tão firme como desejava, mas nada era. Tinha as pernas como gelatina e o estômago revolto. Santo céu, não podia ser. Não... não era justo.


— Nós dois sabemos que o que digo é verdade, Gina.


— É mesmo? — cravou com força as unhas nas palmas das mãos para manter a calma e não chorar diante dele.


 —A questão é que sem importar o quão estupendo fosse o sexo... hmm... entre nós, não queremos o mesmo em uma relação. Você sonha com um compromisso e me espanta. Ninguém mudará, sem importar o muito que desejemos acreditar o contrário. Tentar levar isto mais longe só seria...


— Um engano impulsivo! — espetou ela. — Sim, ok, Harry, já entendi. Mas, me responda a isto: este particular engano impulsivo ocorreu na primeira, na segunda, na terceira ou na quarta vez que fizemos amor?


— Gina, querida...


— Não me toque! — ofegou, se afastando do alcance de sua mão. — Só responde a pergunta. Quando acha que ocorreu este engano impulsivo?


— Aconteceu — soltou um suspiro — quando mesclei o valor a longo prazo da amizade com a satisfação a curto prazo do sexo; assim que recolhi essa caixa de preservativos e entrei em seu quarto.


— Então você é o único que cometeu esse engano impulsivo, Harry. Porque eu... — cravou-se um dedo no peito —... dormi com você sabendo exatamente o que fazia. Não fui estúpida o bastante para visualizar que isso conduziria a um pedido de casamento, embora imaginei que nossa amizade poderia sobreviver a uma aventura. Pensei...


— Uma aventura! — mostrou uma expressão de atordoada incredulidade — Não podemos ter uma aventura! Você não tem aventuras! — informou-lhe. — Para você o casamento sempre foi o fim. Sempre jurou que jamais se rebaixaria a ser a amante de um homem.


— É certo. E a boa notícia é que não rompi esse juramento. Mas graças a você minha elevada posição moral contra uns amassos de uma noite perdeu toda credibilidade — a satisfação de vê-lo empalidecer ante a acusação não bastou para derrotar a ameaça das lágrimas; só o orgulho conseguiu.


— Não... não sei o que dizer...


— Não? Pois não se preocupe, porque não estou interessada em escutar você — virou-se e saiu da sala.


— Gina, espera!


Não o fez, nem olhou atrás para mandá-lo ao inferno nem bateu a porta, embora Harry sentisse que jamais tinha ficado tão isolado de alguém.


Baixou a vista para a impecável mesa com a toalha branca de algodão, uma bandeja com fruta, taças de cristal e um balde de gelo com uma garrafa de champanhe. Não soube se era o maior idiota, bastardo ou mártir do mundo.

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