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8. Capítulo 8


Fic: Seu amigo sedutor


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 8


 


Gina lutou para manter os olhos abertos. Se os fechasse a explosão de prazer sem igual que sentiu com o anúncio de Harry se evaporaria. Mas sua força de vontade não era rival para o efeito hipnótico do corpo másculo grudado ao dela nem para as debilitantes sensações da boca e da língua de Harry. Mas quando indevidamente fechou as pálpebras, descobriu que a rendição sob nenhum conceito diminuía as percepções que percorriam seu corpo; de fato, pareceu aumentá-las fora de toda proporção, distorcendo a lógica até que a realidade se tomou surrealista...


O aroma de Harry substituiu o fresco ar marinho que estava respirando, e o oceano que momentos antes tinha quebrado sobre a areia se converteu em seu sangue, que se desfazia em suas veias como espuma fustigada pela tormenta. Era uma luta para respirar; a excitação, a confusão e o pânico se agitaram com violência em seu interior até deixá-la tão esgotada fisicamente que as pernas começaram a tremer. Embora seu coração pulsasse ainda com mais força.


O gemido agradecido que ouviu quando lhe agarrou o pescoço e grudou sua língua a de Harry poderia ter saído de qualquer dos dois, mas reverberou por todo seu ser. Agarrou-se com mais força a essa fonte masculina de prazer e se entregou a sua magia, para descobrir que essas estranhas e novas sensações cresciam e se multiplicavam até que teve a certeza de que poderia tocá-las. Mas pareciam esquivas, e cada vez que acreditava que era capaz de identificar uma, outra a distraía e nublava mais seu cérebro. Assim até que se sentiu enjoada... até que sentiu que os ossos derreteriam e...


Fracamente ouviu que alguém pronunciava seu nome, e nesse momento fugaz de distração as sensações começaram a retroceder, suave, lenta e calmamente... até que só ficou uma, sua solitária sobrevivência testemunha de sua supremacia.


Amor.


No passado essa emoção e ela tinham sido pouco conhecidas, mas nesse momento Gina não só a reconheceu por seu nome, mas também com o coração. Sentia-a, e sabia que estava tão arraigada que jamais partiria. Surpresa e atordoada, devagar abriu os olhos, e o sol fez que piscasse em sua bem-vinda à realidade do Illusion Island.


Mas a realidade não modificava nada... Ela, Ginevra Molly Weasley, estava apaixonada por Harry Potter.


— Talvez fosse a mim a quem deveriam ter advertido.


O comentário sussurrado de Harry mal se registrou em seu cérebro nublado, mas a expressão cautelosa no rosto dele ao olhar para a praia lhe recordou que a motivação para beijá-la não tinha vindo do coração. Só o fez para evitar que os reconhecesse o homem que podia acabar com sua fachada. Harry, como sempre, mostrava-se pragmático e não romântico.


— Já foi...? — ao se ouvir quase sem fôlego, Gina se deteve para respirar. — Se foi?


— Sim... foram-se — os olhos verdes a estudaram em uma tentativa de penetrar em seus mais recônditos segredos. Ela se separou da árvore e tentou imitar normalidade.


— Bem. Então vamos embora daqui antes que ele decida retornar.


— Não me escutou, Gina— o tom de Harry foi seco. — Disse “se foram...” Karrie estava com ele.


— Eu não vi ninguém com Draco — Harry notou que a primeira emoção a aparecer em seu rosto foi surpresa, seguida imediatamente por confusão e, como ele tinha temido, incredulidade e negação.


Experimentou um momentâneo desejo de não ferir seus sentimentos e lhe dizer que ia sozinho. Logo as lembranças de seu sabor e a sensação de tê-la nos braços explodiram em sua cabeça, e o puro egoísmo fez com que adotasse o ditado que rezava que terei que ser cruel para ser amável. Gina ia superar o que sentia por Malfoy, porque ele a ajudaria. Droga, a obrigaria!


— Era Karrie Carson. Andava atrás de Malfoy com uma senhora, e admiravam a vegetação.


Gina só pôde olhá-lo. Enquanto a tinha tido total e inconscientemente imersa em um beijo aniquilador, ele tinha mantido compostura o suficiente para, ao mesmo tempo, realizar uma inspeção que teria orgulhado James Bond. A indiferença de Harry parecia mutiladora, mas o orgulho requeria que isso deixasse passar. Seu orgulho tinha muito a que responder, mas não tanto quanto seu estúpido coração.


Gina se mostrou tão distante e silenciosa no trajeto de volta à cabana que Harry teve vontade de sacudi-la. Ou no mínimo de despertá-la. O beijo que tinham trocado esteve a ponto de lhe fazer perder o juízo, e seu sangue ainda circulava à velocidade da luz. Tinha-lhe produzido um impacto tão forte que teve que invocar toda sua vontade para colocar um fim nele; do contrário, a teria despido ali mesmo antes que ela notasse. E sem importar o quão aberta tinha parecido enquanto se beijavam, a reação que teve ao saber que a esposa de Malfoy o acompanhava foi como um balde de água fria sobre qualquer esperança egoísta que Harry tivesse podido ter de que conseguiria que esquecesse esse idiota.


Maldição! Queria estar furioso com ela, mas a cabeça baixa e a expressão retraída que mostrava enquanto subiam pelo atalho o obrigou a procurar algo que a animasse.


 


Com coragem Harry voltou a pegar outro bocado. Assim como ao princípio engolir sem mastigar tinha parecido a melhor maneira de minimizar o dano para seu paladar, duas tentativas tinham lhe mostrado que isso podia ter perigosos efeitos secundários. Não tinha certeza se Gina tinha confundido a receita para os ovos passados na água com a dos ovos fritos, ou se os fazia com a casca, mas eram os mais crocantes que já tinham passado por sua boca.


— Sei que disse gostava do bacon crocante — comentou ela, seu próprio prato já meio vazio. — Mas temia queimá-lo se o deixasse muito mais tempo. Se quiser, posso fritá-lo um pouco mais.


— Eh... não. Não. Assim... está bem.


— Melhorei, não acha, Harry? — para evitar uma mentira descarada, meteu mais comida na boca e soltou um grunhido ambíguo. — Se não for suficiente para você, pegue um pouco mais. Quer que frite fria agora?


— Por Deus, não! Eh... quero dizer, obrigado, mas é mais que suficiente.


Dentes brancos perfeitos, que sua língua sabia que eram tão suaves como pareciam, cintilaram em um sorriso brilhante um segundo antes que mordessem uma torrada queimada. Harry conteve um gemido quando uma dor aguda lhe apunhalou o peito. Em outro momento teria dado uma olhada ao que comia, culpando isso a uma indigestão, salvo que os sintomas não eram os corretos. Não lembrava que jamais uma indigestão o tivesse deixado com uma ereção. “Oh, Deus”, gemeu interiormente, movendo-se na cadeira, “quando um homem aspira ser um pedaço de pão carbonizado está metido em sérios problemas”.


 


Gina estava metida em sérios problemas.


Apaixonar-se por um solteiro contumaz era um grande engano. E quando o solteiro em questão era Harry Potter isso se tornava um engano que beirava a loucura. Deste modo lhe negava a opção de dizer “Que demônios, terei uma aventura intensa e guardarei algumas lembranças”.


Não é que nunca tivesse tido uma aventura, mas hipoteticamente, se decidia se arriscar a viver uma, não poderia ser com Harry Potter. Não, isso seria uma absoluta loucura. Para começar, pôr fim a uma aventura com Harry criaria uma situação difícil, incômoda e potencialmente complicada para muitas pessoas, entre elas Duncan. Além disso, iniciar uma aventura com Harry criaria uma situação ainda mais difícil, incômoda e potencialmente complicada... também para ela, já que ele só a considerava “alguém capaz de pensar de pé”.


— Droga — murmurou Gina esforçando-se por se sentar na cama de água. — Quero que me deseje inconsciente e jogada de costas!


Ouvir a verdade, em alto e com sua própria voz, sobressaltou-a. Quando tinha chegado a essa decisão? E, mais importante, por que, se apenas vinte e quatro horas antes não era consciente de nenhum interesse sexual por Harry?


“Porque se apaixonou por ele”, zombou sua razão.


Com um gemido, baixou os pés ao chão, apoiou os cotovelos nos joelhos e enterrou o rosto nas mãos.


Era quase uma da manhã e aí estava, incapaz de chorar até dormir, o que era significativo em si, já que era o que tinha feito com todos os rapazes desde que tinha quatorze anos. Em todas as possíveis comparações, Harry Potter era diferente dos homens que até então lhe tinham atraído; não se parecia em nada à imagem que tinha do homem com quem sempre tinha aspirado se casar.


O anel de sua mãe contra sua bochecha foi outro aviso da ironia da vida tal como ela a conhecia.


Durante anos tinha desejado se apaixonar perdidamente e se casar. E o que recebia? Um amor perdido e um falso casamento com um homem que considerava o casamento a pior epidemia depois da peste negra. Mas o realmente cruel era descobrir que Harry podia ser um marido perfeito.


Era organizado, tinha humor... bom, quase todo o tempo. Se esse dia servia como indicador, seu melhor momento não era antes do café da manhã, mas tinha melhorado enquanto comia. Também era atencioso... Se, quando a noite anterior tinha anunciado que ia lhe preparar o café da manhã se esforçou para ajudar. Sorriu ao recordar como se deixou levar e pediu seis files à cozinha do hotel. Suspirou. Sim, Harry tinha o potencial para ser um marido estupendo; o lamentável era que sentia tanta inclinação por isso como Tory Mulligan por se tornar freira carmelita.


A fortuita referência a vampiresca foi outro cruel aviso que não era o tipo de mulher com que Harry Potter tinha aventuras. Ficou de pé. Ferida, furiosa e nervosa a ponto de subir pelas paredes, decidiu que se não fizesse algo para sair desse círculo vicioso não demoraria para explodir.


— Muito bem, Ginevra — disse. — Pensa. O que pode fazer uma pessoa só em uma ilha tropical à uma da manhã?


Teve uma inspiração e se dirigiu a toda velocidade ao banheiro, abriu a torneira da banheira e verteu o conteúdo dos dois frascos de sais, delicadeza do hotel. O único que o faltava era um bom livro e uma garrafa de vinho. Sorriu contente; havia vinho na geladeira, e na mala levava o último livro de Stephen King...


 


 


Harry despertou com o som de uma sirene aguda, um grito dilacerador e o aroma de fumaça!


Levantou-se do sofá, atravessou o salão e deu uma rápida olhada à cozinha antes de abrir a porta do dormitório. O coração lhe deu um tombo ao ver a cama vazia.


— Gina! — sua voz mal era audível por cima do alarme. Sem se deter, correu até o banheiro e abriu a porta.


E aí estava ela, com uma expressão aterrada na cara... e sem nada mais em cima.


Sentiu como se tivesse recebido uma descarga de dois mil volts. Seu mundo se moveu em câmera lenta.


Achava-se colocada até os joelhos em bolhas, o cabelo curto brilhando prateado sob a luz, as pontas cacheadas  pela umidade de um colar de espuma que caía por seus ombros até os seios firmes e erguidos, o estômago liso e duro e a sutil curva de seus quadris...


Harry viu que os lábios dela formavam seu nome, mas não ouviu nada. Era como se todos os sentidos, menos a visão, tivessem-no abandonado. Ficou ainda mais paralisado quando Gina se moveu, com seu corpo cheio de diminutos arco-íris pela luz. Inclusive depois de agarrar uma toalha, derramando uma garrafa de vinho na banheira ao sair, suas reações continuavam sendo pesadas. Isso provavelmente explicava por que quando ela o agarrou pelo pulso com uma mão úmida, mal conseguiu tira-lo de seu atordoamento em vez de eletrizar os dois.


— Harry! O que é esse barulho? Harry!


— O alarme contra fumaça...


— Oh, meu Deus, as torradas!


Por sorte quando Gina saiu do quarto ele recuperou a prudência.


— Gina! — foi atrás dela e a agarrou por um braço escorregadio antes que entrasse na cozinha cheia de fumaça. — Fique aqui! Eu cuido disso.


Apesar da fumaça, por sorte ainda não havia sinal de fogo, e decidiu que silenciar o detector de fumaça montada em cima da pia era a primeira prioridade. Subiu em uma banqueta e fechou o interruptor. Uma, dois... três malditas vezes! Mas o uivo do alarme abafou seus xingamentos enquanto se esforçava com a tampa da bateria. Quando ao fim cedeu, permitiu-lhe tirar os dois pulmões artificiais que lhe davam vida e se aproximar da torradeira.


— Harry, tome cuidado! — Gina ouviu sua voz como um rugido no súbito silêncio, mas a careta que fez a provocou ver que Harry desconectava o aparelho com um puxão forte pelo fio. — Harry, idiota! Está tentando se matar? Desse modo pode se eletrocutar.


— É um modo mais rápido de morrer que asfixiado — com a torradeira ainda fumegante no extremo do braço estirado, indicou-lhe a direção do pátio. — Abra a porta!


Obedeceu-o e o seguiu ao exterior enquanto observava como investia a torradeira sobre a mesa de ferro forjado. Dela caíram dois pequenos tijolos fumegantes.


— Equivoco-me ao dar por feito que nem sequer você irá querer comer os restos? — perguntou com sarcasmo. Depois amaldiçoou. — Demônios, será melhor que chamemos o hotel antes... — viu-se interrompido por gritos alarmados e batidas na porta. — Antes que enviem às tropas — concluiu. — Um momento! — rugiu. — Já vou! Já vou!


— Não, está bem — interveio Gina. — Eu provoquei a confusão; eu darei as explicações — antes que pudesse dar um passo ele pôs a mão no seu pescoço.


— Não vai abrir a porta dessa maneira!


Ao recordar as limitações da toalha, a rodeou mais ao corpo e correu ao quarto.


Supôs que Harry demoraria alguns minutos em tranqüilizar ao pessoal do hotel de que tudo estava sob controle, o que lhe brindava a mesma quantidade de tempo antes que lhe exigisse uma explicação. Só o que tinha que fazer era imaginar algo melhor que “me apaixonar por você me tornou em uma mescla de insone e pirómana”.


Antes de poder terminar de colocar um short e uma camiseta ouviu a batida na porta do quarto; o pânico fez que se dirigisse a um canto da cama antes de recordar que tinha trancado a porta.


— A barra está limpa, Gina. Pode abrir. Gina... vamos, abre. Eu gostaria de ouvir sua explicação.


— Não.


— Não? Não acha que mereço uma explicação por sua tentativa de me assar?


— Foi um acidente.


— Menos mal, isso faz com que me sinta melhor.


— Não podemos conversar pela manhã? — agarrou a camiseta e apoiou a cabeça contra a porta. — Estou cansada, Harry.


— Se levantar no meio da noite para tomar um banho e incendiar a casa esgota muito.


— Tinha problemas para dormir — apesar de tudo, sorriu. — Um banho relaxante parecia uma boa idéia. Suponho que esqueci que tinha colocado umas torradas, e a torradeira deve ter entupido.


— Acha que isso é o que aconteceu? — soou incrédulo. — Deveu ter bebido grande parte da garrafa de vinho para não ter sentido cheiro da fumaça, Gina. Parecia bastante estranha quando a encontrei. Não está bêbada, não é?


— Claro que não estou bêbada! Só tomei uma taça e um pouco antes de...


— Tudo bem, querida — cortou a acalorada negativa. — Só perguntava. Embora beber na banheira quando está cansada pode ser perigoso. Se não tivesse sido pelo detector de fumaça, poderia ter se afogado antes de ser incinerada.


— É mesmo? — Gina olhou ao teto. — Isso teria convertido meu falecimento em uma dupla fatalidade, ou unicamente teria significado que estava duplamente morta?


— Abre e falaremos disso — riu com calidez e falou com voz tentadora.


— Harry, eu estou cansada.


— Nós dois poderemos ir para cama assim que tenha me contado a história.


— Certo, para que possamos dormir, eis aqui uma versão condensada.


— Diga.


— Não podia dormir — “por sua culpa”, acrescentou em silêncio. — Assim decidi relaxar na banheira com um bom livro e uma taça de vinho.


— E as torradas — inseriu ele. — Não quero que as esqueça uma segunda vez.


— Ainda não tinha chegado a elas! — colocou as mãos nos quadris e contemplou a porta. — Quem conta esta história? Você ou eu?


— Sinto muito. Continue.


— Obrigado. Enquanto a banheira enchia fui procurar o vinho, e aí foi quando vi as torradas do café da manhã. Meti-as na torradeira, — levei o vinho ao banheiro, servi-me uma taça e devi... — calou ao decidir que por interesse de resumir a história seria melhor eliminar “e devido a estar tão tensa bebi isso de um gole”. — E então, hmm, meti-me na água. Em algum momento me servi outra taça de vinho — reconheceu. — Mas deve atribuir isso ao cativante estilo de Stephen King o que não possa te dar a hora exata — disse, ainda irritada por insinuar que estava bêbada. — É evidente que cochilei um pouco, do contrário teria sentido o cheiro da fumaça. A próxima coisa que sei é despertei com um uivo diabólico. De modo que se tinha “aspecto estranho”, como você disse, é porque pensei que de repente me achava imersa no capítulo quinze como a seguinte vítima. Além disso, Harry, assim como sei que sou responsável por todo este... drama, detesto que tenha dado a entender que se produziu porque estava bêbada e perdida em um estupor. Pois não é assim.


— Não, quem está em um estupor sou eu.


Ao princípio a surpresa a paralisou. Em seguida fez com que girasse e ficasse olhando boquiaberta ao homem apoiado no marco da porta do banheiro.


O achava tão atraente e sexy com os braços musculosos cruzados ao peito, que Gina teve a certeza de que lhe faltava pouco para se fundir com o tapete. Quando no natal passado lhe deu de presente essa cueca amarela como brincadeira, nunca pensou que a colocaria, e menos ainda que ficasse tão bem.


— Meu Deus... é tão bonita, Gina Weasley — não foi o tom sedutor de seu comentário o que a tirou de seu devaneio, e sim o efeito colateral de que lhe fizesse um nó no estômago ante o brilho de avaliação em seus olhos ao percorrer todo seu corpo. Ruborizando-se, cobriu os seios com a camiseta. — É muito tarde, Gina — sorriu com gesto divertido. — Já vi você com muito menos que um short — com passo lânguido começou a avançar para ela.


— Eh... Harry... eu... hmmm... — a inteligente tentativa de rebater seu avanço e suas carícias visuais balbuciando, gaguejando e tratando de retroceder através de uma porta fechada não funcionou. Ele plantou a mão direita contra a porta à esquerda de sua cabeça, e com a outra afastou com facilidade o braço da camiseta que separava seus torsos nus. — Harry... Para que... vei... veio aqui? — perguntou.


Ele não respondeu, e o coração de Gina se descontrolou ao sentir o contato sedoso da cueca contra sua coxa. Em seguida o pelo de seu peito lhe roçou os mamilos e o nível de decibéis de seu coração disparou até lhe fazer vibrar todo o corpo.


— O que... o que está fazendo? — ofegou enquanto experimentava um calafrio erótico.


— Adivinha, Gina.


As imagens que passavam por sua cabeça estavam além da adivinhação. Mas como expressa-las em voz alta a fariam ficar como uma prostituta ou, pior ainda, como uma tola apaixonada, pretendeu aliviar a situação.


— Hmm... Ah... tentando conseguir... não dormir no sofá?


— Gina, essa é uma conjectura conservadora — seu sorriso foi tão suave como os nódulos com que lhe roçou a bochecha — Espero que seja mais ousada. Direi uma coisa — acrescentou, e moveu a mão que estava ao lado de sua cabeça até colocá-la atrás de sua nuca. — Segure isso e lhe darei uma pista.


Baixou a vista ao que tinha lhe colocado na mão e descobriu que se tratava de uma caixa de preservativos. Talvez não representasse um compromisso de toda vida, mas uma caixa inteira, sem abrir, tinha que significar que Harry pensava além dessa noite. Sentiu um nó na garganta.


— Gina — murmurou, elevando-lhe o queixo. Não afastou os olhos enquanto lhe acariciava o pescoço e baixava a cabeça. — Concentre-se  — insistiu. — Esta é uma pista...


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Joyce_Potter
Muito boa! Doida pra ler mais! beijo


Joyce, obrigada!!! Que bom que está gostando =D


Aí está mais um capítulo! Beijo!



Lulu Braga
Sua fic está ótima. Já favoritei. Vi que não demora a postar não é? Um abraço.


Lulu, muito obrigada!!! Você até favoritou que D+ *---*!!! Hehehe, eu já estava com esses capítulos prontos então postei de uma vez! Um abraço!!




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