Capítulo 1 - Sexo por telefone não é ilegal?
- Malfoy preciso falar com você – disse Hermione entrando de supetão no quarto de Draco.
- Granger, nunca ouviu falar em educação – ele perguntou saindo do banheiro apenas de cueca. Hermione revirou os olhos, não estava para brincadeira. – o que você quer?
- Preciso da sua ajuda... – ela disse sussurrando fitando o chão.
- Minha ajuda? – disse Draco caminhando até ela, avaliando o corpo feminino à sua frente.
- Não sei se é verdade, mas andam falando por ai que você...
- Meninas, vão embora, já foram ensinadas. – ele gritou. Queria ficar sozinho com ela, a proposta parecia tentadora.
Duas meninas que ela conhecia como sendo da Corvinal saíram do banheiro de Draco usando apenas lingerie com as roupas nas mãos. Hermione as olhou, era verdade então..
- Sente-se Granger e prossiga.. – Draco sentou-se na cama. Hermione olhou a redor e ficou imaginando a noite anterior de Draco e das meninas. Fez cara de nojo.
- Malfoy eu não vou me sentar. Eu não sei o que você fez com essas ai.
- Ok – ele lançou um feitiço não verbal. E em questões de segundos, tudo voltou ao normal.
- Ok, ahn – ela sentou ao seu lado na cama – você deve saber que eu namoro o Rony. – ele assentiu – e, bem, sabe, sexo – ela começou a falar coisas sem nexo.
- Calma Granger – disse Malfoy balançando a cabeça tentando entender o que ela estava dizendo – o que?
- A questão é que Rony esta exigindo mais do que deveria. E Lilá esta passando do limite.
- Ok, Weasley esta querendo transar e Brown esta disposta a isso. Mas o namorado é seu e onde eu entro nessa historia?
- Eu sou virgem.. Tenho medo de fazer feio. Porque, pelas historias que eu ouvi, Lilá sabe o que Rony gosta e eu não.
- Então, você quer que eu a ensine como transar?
- Isso..
- Tenho que pensar Granger..
- Mas um passarinho verde – disse Hermione com voz de criança fazendo Draco revirar os olhos para não sorrir – me contou que você ensina sexo a quem você escolhe, e ele me disse que sua próxima vitima seria euzinha. E Bem, você não vai ter nenhum trabalho em me seduzir, ou me azarar ou correr o risco de ser preso por me jogar um Imperius. Porque eu estou aqui, por conta e risco.
- Bem Granger. Claro que eu vou aceitar a sua proposta. Mas é que eu tinha que jogar um charme.. – ela riu dele, pela primeira vez.
- Malfoy, posso te pedir uma coisa? – ele assentiu desconfiado – enquanto você estiver me ensinando.. Você pode, por favor, não ensinar mais ninguém?
- Ah não Granger, nem pensar.. E minhas noites de sexta.. sábado.. Como ficam?
- Eu me ocupo delas.. Fico com você as noites que você quiser.. É só pedir.. È que eu num sei o que você faz com as outras.. Não sei onde você enfia boca antes de mim.
- E dos meus amassos pelos corredores? Você se ocupa deles tambem? – disse Draco a olhando malicioso.
- Ok, mas longe das pessoas..
- Longe não.. Escondido. Eu amo a emoção de ser pego. É mais – ele se aproximou da orelha dela e sussurrou – excitante.
Ele beijou o lóbulo da orelha dela. Ela ofegou e se afastou saindo da cama. Deixando um Draco Malfoy sorrindo vitorioso.
- Me diga Granger... Weasley já te tocou alguma vez?
- Não... –ela respondeu corando.
- Ele já tentou?
- Já, mas eu não deixei..
- Ora Granger – disse Malfoy chegando perto dela, brincando com uma mecha do cabelo dela. – a partir de hoje vai ter que deixar eu toca-la.
- V..Voo.Você? – ela disse ofegante enquanto ele beijava o pescoço dela.
- Claro, e ah, uma perguntinha. Até que ponto você quer que eu te ensine?
- Até o ponto maximo do prazer de um homem e uma mulher.
- Com direito a tudo?
- ... .... .... Tudo – ela respondeu.
Não podia. Onde estava a irritante sabe-tudo de Hogwarts, certinha e santinha?? Quer dizer, ela estava ali, na frente dele pedindo sexo. A ele..! Draco Malfoy, seu maior inimigo.
- Mas Granger.. Eu tenho meu preço.
- E seria? – ela perguntou ofegante devido a proximidade dele.
- Eu quero sua virgindade. – ele disse sussurrando em seu ouvido para em seguida começar a beijar seu pescoço.
- Mas como vou explicar ao Ronald depois?
- Ele te explicou o fato de ele ter transado com a Brown..? – ele desceu as mãos para a cintura dela, como ela não fez nenhuma objeção, ele continuou descendo.
- Não.. – ela disse tocando o peitoral dele, sentiu a pela quente e macia. O arranhou de leve, ele gemeu.
- Então por que você tem que dar satisfações a ele...?
- Porque é o certo..
- E é certo você vir até meu quarto, Eu semi-nu, Me pedindo lições sexuais?
Ela não respondeu. Sabe, é difícil raciocinar quando ele passava as mãos por suas coxas, e chegavam perigosamente as nádegas.
- Você é tão gostosa... – ele disse em meio de beijos, lambidas e chupadas – tem uma pele deliciosa... Mas – ele parou e encarou. Ela estava rubra, ele sorriu. Ele aproximou seus lábios dos dela sem encostar – seus lábios tem esse gosto também?
- Por que você não experimenta? – ela sussurrou rouca, o que Draco achou extremamente sexy. Ele passou a língua nos lábios dela, tinha gosto de... bem não saberia dizer pois simplesmente tinha o gosto dela. Ele gemeu de antecipação pelo veio em seguida. Ela o puxou pela nuca o beijando com fervor.
As línguas estavam se entrelaçando num jogo sedutor. As mãos dele seguravam firmes na cintura dela, como se a qualquer momento ela fosse embora. Ela tinha uma mão perdida em seus fios platinados. E a outra explorava o corpo dele. Pela primeira vez tocava em um homem, e cai entre nós, Draco Malfoy é... É... Deliciosamente gostoso de se tocar.
- Parabéns Granger – ele sussurrou quando separou seus lábios – metade da sua primeira lição esta concluída.
- É?! E qual foi?
- Conseguiu me deixar excitado...!
Ela olhou para baixo e viu o volume no meio das pernas de Draco. Teve vontade de tocá-lo para ver como era. Mas ela não podia. Ela tinha receio, tinha medo.
- E isso é bom? – ela perguntou olhando-o de volta.
- Depende.. Nunca viu o Weasley assim..Quando estão vocês dois sozinhos?
- Na verdade não...
- Nunca sentiu sendo... Cutucada por nada quando esta se agarrando com ele..
- Já, mas, era a varinha no bolso dele..
- Eu acho que não Granger – ele disse divertido. Ele levou as mãos à boca em susto.
- Que horror... – ela disse se afastando dele. Ela virou de costas e deu uma visão privilegiada da sua bunda a ele, ele assobiou baixou. Mas se recompôs e foi atrás dela
- Granger, não é ruim. Você achou ruim quando me viu assim?
- Não, mas Rony..
- Hermione, acho que seu problema é com Weasley e não com sua virgindade.
Ele tinha razão. Ela sentia receio em relação à Rony por ele ter tocado e feito coisas obscenas com outra mulher. Mas Malfoy é pior que ele... Mas Draco sempre foi desse jeito. E Rony, bem, ela sempre teve Rony como seu melhor amigo, seu protetor. O cara que ela nunca achou que ele faria as coisas que ela ouviu serem comentadas pelos corredores do castelo.
- Você pode ter razão.. Ainda sim eu quero aprender, para mostrar a Rony que eu posso fazer melhor do que aquela biscate. Já que meu professor é você – ela disse tocando o peitoral dele.
- Nem adiante você querer puxar meu saco, no bom sentido claro, não sou a McGonagall.
- Disso eu já percebi – ela disse o olhando inteiro. – Draco, não vai pegar mal pra você.. Saindo com uma sangue-ruim?
- Quem se importa? Eu cuido da minha vida Granger. Sem meu pai sou livre para fazer o que eu quiser. Se eu quisesse me casaria com você agora mesmo – ela arregalou os olhos e sorriu – mas não iria pegar bem não é!? Um professor seduzindo sua aluna.. – ele disse a enlaçando pela cintura.
- É... Tambem acho... – ela deu um selinho rápido nele e foi se afastando. – amanhã conversamos para combinar minha primeira aula.
- Que tal começar agora?
- Não, obrigada, eu tenho que me preparar primeiro.
- Não precisa. Você vai sair descabelada e suada daqui mesmo. Se você quiser vir sem roupa é até mais pratico.
- Vai sonhando Malfoy.
- Mas você disse que se ocuparia de todas as minhas noites.
- Não é de noite. Alias nós temos aula agora.
- E que tal hoje a noite?
- Esta tão desesperado assim?
- Ah Granger – ele disse fechando a porta e a prensando na parede – você não tem idéia do quanto eu quero ver você nua.
- Esta apaixonado? – ela riu dele.
- Não, estou excitado e com tesão. E não vejo a hora de ver a cara do Weasleyzinho ao ver que você não é mais virgem e o melhor, ver a cara dele e do Potter e é claro da Ginny ao saber que eu tirei sua virgindade.
- Gina? O que ela tem haver com isso?
- Uma vingança.. Granger, eu te ajuda e você me ajuda.
- Que vingança?
- Weasley veio aqui querendo sexo.. Mas eu recusei. E desde então ela me enche o saco. Me provoca e tudo mais..
- E por que ela nunca me disse isso?
- Tem muita coisa da Weasley que você não sabe.. Como por exemplo, você sabia que transo com um cara na minha frente?
- Serio?
- É e ainda fico dizendo um monte de coisa que faria você ficar mais vermelha do que esta agora.
- Eu não estou vermelha
- Esta sim.
- Não estou..
- Ah você esta, e é porque eu to te agarrando e você esta sentindo ele em você. E você esta gostando.
- Não estou. – ela disse batendo no ombro dele – agora eu vou, tchau!
- Tchau morena – mas ela não ouviu.
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O resto da manha passou tranqüila. Hermione foi almoçar com os amigos e o namorado no salão principal em meio de risos e brincadeiras de Harry. Rony e Hermione estavam de mãos dadas. Com Lilá atrás deles esperando apenas um deslize de Hermione para grudar em seu Uon-Uonzinho.
Hermione não gostava da atitude Lilá em relação ao Rony, na verdade que namorada gostaria? Sem falar em Gina. Nunca imaginou sua melhor amiga fosse desse jeito. Mas, pensando melhor, ninguém resiste ao corpo Draco, e se ela foi escolhida por ele para sua aluna tinha mais que aproveitar. Sorriu imaginado suas próximas noites como seriam bem... Produtivas
- Granger, posso falar com você um instante? – disse Draco na mesa da Grifinória sendo observado por todos. Rony que estava ao lado da namorada logo se levantou e encarou Draco.
- Não, não pode. Cai fora Malfoy.
- Deixa Rony. Eu vou falar com ele. – disse Hermione se levantando e se pondo entre os dois.
- Você não tem nada para falar com ele... – disse Rony em tom mandão.
- Ora, você sabe por um acaso? Eu tenho que resolver uma coisa com Draco. Você vai sentar ai e ficar quietinho. Sem crises de ciúme Rony por favor.
Draco começou a rir. Uma risada descontrolada. Começou a sair do grande salão seguido por ela. Foram para uma sala vazia. Onde pudessem ficar sozinhos.
Ela entrou e se sentou na mesa. A saia se levantou um pouco dando a Draco uma visão privilegiada de suas coxas. Se a subisse mais um pouco poderia ver sua... Calma Draco.. Relaxa..!
- Você é mandona assim na cama também? – ele sussurou ficando na sua frente. Ela ficou vermelha. – eu gosto assim. – ele disse e ela mais uma vez ficou sem graça. – Morena, não precisa ter vergonha de mim.. Essa noite essa vergonha não existirá mais.
- Morena? – ela disse rindo... – Ok, pode me chamar assim. Por que me trouxa aqui?
- Pra que seria? Para iniciarmos as coisas..
- Draco, nós não podemos começar aqui. Quero que seja na cama..
- Hermione, não vamos transar aqui. – ele disse separando as pernas dela com delicadeza sem assusta-la muito, se postando entre elas. Hermione se arrepiou ao sentir o membro de Draco nela – vim aqui para lhe dar isso. – ele tirou do bolso um caderno pequeno que capa preta. – esse é o seu.
- Caderninho de comunicação?
- Sabe como é né!? Para nos comunicarmos melhor. Encomendei hoje de manha daquela loja de namorados de Hogsmead. Já me entregaram.
- Obrigada Draco. – ela deu um beijo na bochecha dele. Mas ele se virou o que resultou num beijo daqueles que só Draco e Hermione conseguem.
Draco puxou Hermione para mais perto de si. Estava louco desejo por ela. As pernas dela enlaçaram a cintura dele, ela gemeu co o contato de seus sexos. As mãos dele caminhavam pelas coxas dela e chegavam perigosamente por debaixo da sua saia. Ela parou.
- Longe demais.. – disse Hermione roçando seus lábios no pescoço dele.
- Ok, foi mal. – ele disse tombando a cabeça para traz.
- Qual seu gosto Draquinho? – ela sussurrou no ouvido dele. Ela era uma aluna boa...
- Por que você não experimenta? – E ele era um sonserino esperto.
Ela passou a língua no pescoço dele. Ele estremeceu. Ela continuou beijando o pescoço dele. Estava gostando. O gosto que ele tinha era como um vicio. Ele era um vicio.
Mas, infelizmente, o lado racional de Hermione falou mais alto. E ela se lembrou dos amigos e do namorado. Ela parou de beija-lo e se levantou da mesa se afastando dele.
- Agente se vê mais tarde? – ele perguntou vendo-a se afastar.
- Pode ter certeza que sim.
- Hermione, antes de você ir. Tem uma coisa que eu quero te ensinar.
- E o que é?
- Já se tocou alguma vez..?
- Não... – ela disse ficando mais vermelha que o cabelo dos Weasleys.
- Por que? – ele respondeu gostando do constrangimento dela.
- Porque.... Porque... Porque não..
- Não sabe o que esta perdendo – ele sussurrou no ouvido dela. – vamos combinar o seguinte, quando você tiver no banho. Dessa sua mão pelo seu corpo, passando pelos seus seios, sua barriga até chegar lá. Comece a passar a mão de leve no seu clitóris, enfie seu dedo e depois você me fala se gostou ou não.
- Você é um pervertido..
- Vou ser mais ainda quando você estiver na minha cama.
Ele saiu deixando uma Hermione embasbacada, mas com um gostinho de quero mais. Pensou seriamente em ir atrás dele pedindo que ele fizesse tudo o que estava prometendo, mas tinha aula agora, e o pior de tudo, era com ele.
*****
Hermione entrou no quarto e se jogou na cama. Agradecia por ter acabado aquela tarde difícil que ela passou. Ela não conseguia tirar os olhos de Draco. Começou a pensar nele, no quanto ele era bonito e gostoso. Meu Merlin, só posso estar louca. Rony é meu namorado.. E ando me agarrando com Draco por ai. Eu estou o traindo... Mas no final de tudo ele vai me agradecer.. E eu vou conseguir uma noite... Produtivas com Draco. Ok, pare Hermione!!
Draco tem um metro noventa e cinco de duros e compactos músculos e beleza, com uma cínica, zombadora atitude que a deixava louca. Seus beijos eram de sonhos. Seus dedos eram malvados instrumentos para torturar e agradar; seus lábios eram capazes de lançá-la a um hipnótico transe quando a tocavam.
Ela suprimiu um suspiro. Nenhum homem que ela ficou beijava melhor que Draco Malfoy. Deveria ser um crime que um homem tão sexy, e fora tão idiota durante todos esses anos. E era realmente um crime que ela não pudesse superar esses beijos que eles haviam trocado e ainda querer muito mais do que simples beijos. É melhor eu ir tomar banho, antes que minha situação piore.
Logo depois de tomar banho, rapidamente secou o cabelo, suspirando enquanto passava a escova por seu cabelo castanho,com caichos a até os ombros. O banho qunente havia piorado as coisas. Sentia-se quente, fervendo e um estranho formigamento debaixo do seu ventre. Resolveu experimentar o que ele havia dito mais cedo, apenas experimentar. Estava sozinha em seu quarto mesmo.. E ninguem saberia..
Ela tocou seu suave e acalorada feminilidade, seus olhos se fecharam enquanto se deitava sobre a cama. Era gostoso, principalmnete quando ela pensava nele. No quanto ele poderia fazer com ela em sua cama.
Seus dedos entraram na pouca profunda, estreita dobra de sua vagina, rodeando seus clitóris. Ele tinha dito para ela fazer isso. Mas ele? Não irira fazer isso nela? Deslizar sua língua ao redor de seus clitóris, sugá-lo, comê-la como se fosse mel, uma lambida de uma vez.
Ela estremeceu, gemendo, imaginando que seus dedos eram a língua dele, chupando-a , lambendo o escorregadio mel que a deixava ão molhada. Ela rodeou seus clitóris, sussurrando o nome dele. Logo moveu seus dedos para baixo, a desesperada dor de sua feminilidade. Ela penetrou o apertado canal com dois de seus dedos, mordendo os lábios, perguntando-se como se sentiriam os grossos e largos dedos de Draco dentro dela. Ele tinha as mãos tão grandes, ele a encheria, lhe fazendo gritar por mais.
Seus joelhos se dobraram, seus quadris empurraram mais forte contra seus próprios dedos enquanto imaginava Draco entre suas coxas, lambendo-a, penetrando-a com seus dedos, conduzindo-a para seu primeiro orgasmo.
O celular tocou antes de conseguiur se liberar. Ela xingou o filho do pai que a atrapalhava nesse seu momento de descoberta.
- Alo! — Ela tentou clarear sua garganta, aquietar sua respiração rápida, e esperou poder justificá-lo se fosse Rony. Não queria que ele soubesse que sua namorada era uma massa furiosa de hormônios quentes pronta para explodir, e ainda por cima pensando em outro cara.
Houve um silêncio breve, como se quem estava do outro lado soubesse suas palavras.
- Sente-se melhor? — rindo, uma profunda, sensual e rouca voz sussurrou as palavras.
Hermione avermelhou ante a voz de Draco. Maldito.
- Não estive doente, alias como conseguiu o numero do meu celular? — disse ela entre dentes, seus olhos fechando-se enquanto sua vagina palpitava. Ela passou seus dedos sobre seus clitóris, sentindo a estimulação aumentada ali. Maldição, ela poderia gozar somente com sua voz.
- Não, somente tentando te ajudar — disse prazerosamente igorando a pergunta dela. — Eu te ajudaria. Tudo o que tem que fazer é pedi-lo.
Pede-o, pede-o, rogava sua voz interior.
- Em seus sonhos — Ela estremeceu enquanto as palavras saíam de sua boca. Maldito, ele a punha à defensiva mais rápido que qualquer um que ela conhecesse.
- Me parece que nos teus também — disse ele, de repente sua voz sem brincadeira. — Sei que estava praticando a aula que te dei mais cedo, Mih. Me deixe te ouvir, se toque pra mim...
Hermione sentiu seu fôlego estrangular-se em sua garganta
- É um pervertido! - ela lutou por seu próprio controle ante o som daquela voz atrativa. — sabia que no mundo trouxa sexo telefônico ilegal?
- Estou certo que a maior parte de que o que quero fazer com você poderia ser chamado ilegal — riu ele silenciosamente. — Conversemos sobre isso, Mione. Vamos, me diga que o te estava fazendo. Estas usando seus dedos ou um vibrador?
- Não tenho um vibrador.
- Consolador? — ele sussurrou as palavras acaloradamente. — Está se masturbando, Mih? Pensando em mim, em quanto te desejo?
- Não! - Ela apertou o fone em sua mão, sacudindo sua cabeça apesar do fato que seus dedos haviam tornado de repente a descer para sua vagina.
- Eu gostaria de te ver em minha cama, Mi, suas pernas estendidas, se tocando, se masturbando. Eu te disse que comprei um consolador junto com o caderninho? É agradável e grosso. Quase tão grande como meu pênis. Quero te ver usá-lo. Te ver se masturbando com ele.
- Deus! - ela ofegou. — Estamos no telefone. Isto é indecente. - Mas seus dedos se afundavam em sua vagina.
- O que estava fazendo antes de eu te ligar, Mih? — Sua voz era rouca, quente. — Sei que estava se tocando. Conheço o som de uma voz quando está pronta para gozar, e está pronta para gozar morena?
- Não. - ela tentou negar a verdade óbvia, mas não pôde impedir que seu fôlego lhe entupisse quando seus dedos roçaram seu clitóris outra vez.
- Ah, Mih! — grunhiu ele. — Esta perto, morena? — Sua voz se fez mais profunda. — Se eu estivesse ai, te faria gritar por isso. Te penetraria tão profundamente e com tanta força que não seria capaz de pará-lo. Gritaria para mim, Mih. Goze para mim agora, morena. Me deixe te ouvir.
Sua voz era tão profunda, tão sensual e excitada que fez que seu corpo se contraísse quase dolorosamente. Seu corpo inclinado se dobrou, sua respiração próxima ao soluço. Lhe trouxe todos seus desejos mais escuros, suas fantasias mais profundas à vanguarda de sua mente. Isso a aterrorizava.
- Draco - ela sussurrou seu nome, querendo negá-lo, mas seus dedos não escutavam enquanto acariciavam seu clitóris, afundavam-se em sua vagina, logo se moviam para trás para repetir a ação.
Estava tão quente que logo não podia suportá-lo. Tão quente que estava a ponto de gritar seu alívio.
— Estou me tocando, Mih, te escutando, imaginando te tocar, desejando estar com você, te olhando usar o vibrador que comprai para você. - Suas palavras fizeram com que ela ofegasse, que seu corpo se contraísse dolorosamente, que seus quadris se levantassem para seus dedos se afundarem.
— Não. - Ela sacudiu sua cabeça. Não podia fazer isto.
— Que merda! Quero transar com você — grunhiu ele, sua voz dura. — Quero estar enterrado tão profundamente e com tanta força dentro de você que nunca esquecerá . Goze para mim, maldição. Ao menos me deixe ouvir o que não posso ter. Se masturbe, Mih, me dê isso. Esses não é você a tocando, sou eu, meu pênis. o meu, e vou te penetrar até que grite.
O primeiro orgasmo de Hermione correu através dela. Estremeceu-se, choramingou, seu corpo rígido ao ponto de doer antes de que sentisse sua vagina explodir.
— Ah Merlim, Draco. - ela gritou seu nome, logo ouviu sua dura exclamação de prazer, sabia que ele estava chegando, soube que seu clímax tinha provocado o dele.
— Hermione — gemeu ele. — Maldição, quando perder sua virgindade comigo não conseguirá e de ainda irá querer mais.
Hermione tremeu ante a promessa erótica de sua voz, a sensualidade escura que a aterrorizava, a fez querer lhe dar tudo o que ele quisesse.
— Não — sussurrou ela, lutando por conservar o fôlego, lutando por conservar a prudência. — Eu... Eu.. Não sei se quero..
Ela queria choramingar, queria rogar.
Havia silencio sobre a linha.
— Não me quer? — perguntou-lhe ele com cuidado. — Não acredito, morena. Fui idiota por muito tempo. Agora, eu sou seu professor e você é minha aluna.. Terá que me aguentar por muito tempo ainda. Por isso abra a porta e me deixe entrar.
Bem pessoal... Essa é a ideia da fic. Espero que vocês tenham gostado. Pode ser que tenha ficado vulgar, mas... Não sei um outro jeito de escrever se não esse. A parte do telefone foi minha ideia. Ai eu pesquisei e encontei esse trecho. Eu e minha amiga Giovanna que encrementamos e talz. Bem, comentem ok?!