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5. Capitulo 5


Fic: B.A.D Atitude Provocante ATUALIZADO 25,04,10


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Enquanto o conduzia fora da prisão para esperar um helicóptero, Harry rapidamente comprovou que Joe estava longe de ser uma pessoa faladora. De fato, Joe não parecia falar absolutamente.


 


Esperou que Joe abrisse a porta do helicóptero. Harry tinha treinado com helicópteros militares e não esperava encontrar-se com o que tinha que ser o equivalente em helicópteros a um jato de executivos. O interior podia albergar só a seis pessoas, mas cada um dos assentos estava forrado de um grosso acolchoado de couro cor canela. Havia porta copos, conexões para computadores portáteis e muito mais. Era incrivelmente luxuoso.


 


As mulheres, que ainda não se incomodaram em dizer seu nome, já estavam sentadas no interior.


 


—Diabos, — murmurou Harry — isto é mais bonito que qualquer casa que já tenha tido.


 


Joe não fez nenhum comentário enquanto se sentava perto da mulher vietnamita-americana.


 


Uma vez que Harry se sentou, Joe inclinou a cabeça para os pilotos, que estavam fazendo comprovações prévias ao vôo.


 


—Harry Tiago Potter, estes são Jake Malone e Tony Casella. Se no futuro cair em uma área de alto risco, eles e Retter, a quem conhecerá mais tarde, são os que o tirarão do apuro. Assim seja amável com eles. Sua vida depende disso.


 


Jake se voltou para ele e lhe ofereceu a mão. Usava um capacete de piloto que obscurecia completamente seu rosto.


 


—Bem-vindo a bordo.


 


—Obrigado — disse Harry lhe dando a mão.


 


Tony foi o seguinte em lhe dar a mão.


 


—Não se preocupe se jogar a cabeça para trás e começo a roncar quando estivermos voando. É normal. Estou aqui só se por acaso Jake tem um derrame cerebral e morre.


 


Harry ficou tenso.


 


—Isso não é muito reconfortante.


 


—Já, mas é certo. Não se preocupe. Jake só desmaiou uma vez, e Joe despertou realmente rápido. Tem muito bons reflexos.


 


—Não desmaiei. — disse Jake, apertando os dentes.


 


—Sim o fez. — voltou-se para olhar Harry — Claro que foi porque bebeu cinco tequilas. Eu disse a ele que não voasse, mas ele não me escutou. “Só eu posso tocar em meu bebê”, disse Tony com voz zombadora. Foi asqueroso. Vomitou por toda parte... Inclusive provocou um curto-circuito na engrenagem de aterrissagem, o qual irritou muito a todos que estavam sóbrios e fomos conscientes do que estava acontecendo. Mas já está bem. Uma vez que Joe compreendeu que não pode eliminar do couro o aroma de vômito, comprou-nos um novo brinquedo.


 


Jake deu um empurrão amistoso a seu co-piloto.


 


—Cala-se e volte a dormir, Tony. Está começando a me incomodar outra vez.


 


Harry olhou para Joe.


 


—Há algum modo de pôr algum tipo de divisão entre eles e nós?


 


Joe riu.


 


—De fato há, mas não tem que preocupar-se. Tony não fala muito assim que a hélice começa a dar voltas. O som do motor o faz conciliar o sonho.


 


—Maravilha. — disse Harry, com o estômago encolhido ante aquela idéia — Sempre quis voar com um piloto narcoléptico.


 


A mulher que estava ao seu lado sorriu.


 


—Não se preocupe, Harry. Jake tem um encontro com uma mulher esta noite. Não nos espatifará até que ela o despedace.


 


—Jesus! — resmungou Jake — Foi só uma vez, gente. Juro que são uns autênticos elefantes. Não podem permitir que um cara se esqueça de um único pequeno engano.


 


Tony soprou.


 


—Esse pequeno engano me fez ficar hospitalizado durante três semanas, e quase me custa uma perna.


 


Harry franziu o cenho ante aquelas palavras. Que demônios estava fazendo com essa gente?


 


Jake lançou um olhar ao Joe.


 


—Estamos preparados, chefe?


 


—Para casa, Jake.


 


Jake grunhiu como se tratasse de uma velha piada má entre eles. Deu-se a volta e ligou os motores, que começaram a fazer um zumbido abafado através do material isolante.


 


Joe entregou um par de auriculares para tampar o ruído enquanto Jake os elevava por cima da plataforma do helicóptero.


 


—Se por acaso o zumbido chegar a você.


 


Enquanto ascendiam, advertiu que Joe esfregava o olho direito e franzia o cenho. A mulher vietnamita-americana lhe dirigiu um olhar de preocupação e deu uns golpezinhos na sobrancelha direita.


 


Joe assentiu.


 


Ela respondeu com uma careta e assinalou o bolso de suas calças. Joe levantou as mãos e fez uma expressão que essencialmente queria dizer “já sei que estou fodido”.


 


Revirando os olhos, a mulher agarrou sua maleta e rebuscou em seu interior, até tirar uma pequena caixa de plástico cinza. Abriu-a para extrair uma pequena bolsinha de alumínio que entregou ao Joe. A expressão dele mostrava que se sentia realmente agradecido ao agarrar o pequeno pacote e abri-lo.


 


Meteu na boca o pequeno comprimido enquanto a mulher abria uma Coca Cola e a entregava.


 


Joe bebeu um gole e a devolveu.


 


Harry franziu o cenho ante suas ações. Havia uma familiaridade entre eles que mostrava que estavam intimamente relacionados.


 


Olhou suas mãos esquerdas. Não usavam alianças de casamento nem de compromisso.


 


Mmm...


 


Joe jogou a cabeça para trás e fechou os olhos enquanto a mulher tirava uma novela romântica e começava a ler. Jake estava ocupado voando e Tony tinha a cabeça para trás e os olhos fechados. Isso só acrescentava mais confiança.


 


Harry olhou a seu lado, onde a outra mulher estava lendo Piscada: o poder de pensar sem pensar.


 


De acordo... Aquele era um grupo interessante. Uma vez mais se perguntou que demônios estava fazendo ali.


 


“Leavenworth. Não deixe de recordar que é melhor que a prisão, e estará bem.”


 


Possivelmente. Voltou a olhar o título do livro e fez uma careta. O conceito de “pensar sem pensar” o estava incomodando seriamente. Se tinha que pôr sua vida nas mãos de outras pessoas, preferiria que essa gente “pensasse pensando”.


 


“Não há nada que possa fazer agora a respeito disso.”


 


Já tinha feito o pacto com o diabo, por assim dizer. Agora não tinha mais remédio que continuar.


 


Harry cruzou as mãos sobre seu peito e se inclinou para trás enquanto se perguntava para onde se dirigiam. Provavelmente deveria ter perguntado a eles antes de subir no helicóptero. Mas que diabos importava. Por força tinha que ser melhor que o lugar de onde vinha.


 


Por outra parte, estar em um helicóptero com um piloto narcoléptico, outro que tinha inclinação aos acidentes e umas pessoas que, conforme o haviam dito, não tinham nenhum escrúpulo em matá-lo podia ser interpretado como um ato de estupidez total.


 


Mas ele tinha sido treinado pelo Exército para pôr sua confiança nas mãos de estranhos e obedecer ordens cegamente... Alguns treinamentos, por entusiastas que fossem, nunca pareciam estar completamente assumidos.


 


Não é que isso importasse. Aquelas pessoas tinham ido a ele, e tinham sido capazes de pô-lo em liberdade. Era evidente que tinham legitimidade e muitas influências.


 


Não conhecia todos os detalhes a respeito da missão que iam atribuir-lhe, mas qualquer que fosse, tinha que ser melhor que cortar cenouras com uma colher, e logo as colocar em um processador de comidas, para seus companheiros presidiários porque ninguém se atrevia a confiar nele e lhe dar uma faca ou um descascador de batatas.


 


Fechou os olhos e tratou de concentrar-se, mas antes de dar-se conta caiu dormido.


 


 


 


(...)


 


 


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