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29. Seven Sirens and a Silver Tear


Fic: O Paladino de Hogwarts - Cap 35 on. Escrevendo o 36...


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              O Expresso Hogwarts passava uma estranha sensação de normalidade. Como se nada pudesse afetá-lo. Como se o seu nome não estivesse gravado nos jornais. Assim que eles colocam os pés na Plataforma 9 ½ eles vêem diversos rostos virando-se para eles. Masako trata de desaparecer. Iria pra o vagão dos monitores. Vanessa se afasta se aproximando do seu grupo de amigas e logo abraça com força e de forma nada discreta um garoto que viera falar com ela. Pietro encontra Aurora e os dois se afastam bem mais discretos que Vanessa e o companheiro. Amaranth só solta o seu braço depois que ele avisa que tinha que ir para o Vagão dos monitores.


              Quando finalmente consegue entrar no vagão, Masako já estava arrumada, o distintivo de Monitora dando um estranho destaque ás suas vestes negras. Com a falta de pudor dos guerreiros, ele se troca na frente de Masako. Como sempre não percebendo o olhar levemente interessado que ela lhe lançava. Ele só se trocava na frente dela e de Pietro, nunca o fazendo na frente de Vanessa. Ela não era uma guerreira. Não entenderia e provavelmente brigaria com ele.


              Depois de alguns minutos, os outros monitores chegam. Para a surpresa de Mitkov, Aurora era a Monitora Feminina da Sonserina. A da grifinória era uma das amigas que praticamente idolatravam Vanessa e o garoto era um que Mitkov tinha o hábito de usar para varrer o tablado sempre que lutavam. Ele detestava o modo que ele olhava para Vanessa. Como se ela fosse um pedaço de carne. O masculino da Corvinal era o garoto de óculos que Mitkov lutara quando Uther e os gêmeos trocaram sua varinha por um pedaço de ferro. Os dois da Lufa-Lufa lhe eram quase desconhecidos. Mitkov só tinha uma noção de que já os tinha visto algumas vezes em alguma aula. Mas não sabia qual. Nem os nomes.


               O Monitor-Chefe, um aluno da Grifinória, entra no vagão e passa um rápido briefing sobre como proceder, seus deveres como Monitores, e alguns dos seus privilégios. Ensina para eles sobre o Banheiro dos Monitores, e algumas passagens secretas que eram trancadas por senhas. Explica que era dever deles manter a aparente disciplina na escola. Eles teriam que apartar brigas, ensinar os alunos mais jovens e manter um alto padrão de comportamento. Quando ele falou das brigas, olhava para Mitkov. Ele conseguia identificar um forte respeito no olhar do garoto. Misturado com algumas doses de medo. Mas ele não se importou.


              Quando a locomotiva finalmente começa a se mover, eles já tinham separado os vagões e definido horários para fazerem rondas. O primeiro vagão era reservado para os monitores. Todos os outros eram livres. Eles tinham cabines com beliches para descansar entre as rondas. Geralmente eram separados por casas, mas Masako convence Aurora a trocar com ela, o que deixa o Monitor da Corvinal tentando disfarçar o alívio. Ao contrário de Mitkov que impunha algum respeito, a oriental impunha somente o medo.


              As duplas foram divididas da mesma forma que os beliches e eles dividiram quartos de hora. Cada dupla passaria o trem sob revista a cada oito horas, assim, cada dupla faria a ronda duas vezes, tendo um grande intervalo para descansar. Masako e Mitkov ficaram com a primeira ronda por ordem do Monitor Chefe. Ele disse que era o pior horário por que estavam todos agitados. Conforme iam passando, os alunos iam silenciando sob o olhar frio de Mitkov. Algumas alunas do primeiro ano ficaram chorosas sob o olhar assassino de Masako. Quando estavam no meio do trem, viram uma leve mistura de alunos da Lufa-Lufa e da Grifinória. O vagão todo era assim. Nas cabines do centro do vagão, a dupla localizou Vanessa que há poucos segundos parecia resistir bravamente às investidas de um garoto, o abraçava no segundo seguinte, o beijando com vontade.


              O sonserino vira o rosto, mas Masako não perdoa chama a atenção dos dois. O aluno mais velho solta Vanessa e se levanta, olhando desafiadoramente para a oriental, mas logo se senta, sua mente sob o impacto poderoso da vontade da corvina. O resto da ronda foi mais tranqüilo. Bastava a dupla entrar no vagão os alunos passavam a se comportar. Mitkov estava começando a achar que o Monitor Chefe tinha programado as rondas levando isso em consideração. A presença deles era, em geral suficiente para acabar com qualquer manifestação anômala. Os alunos novos nunca causavam problemas, mas os que já estavam no trem pela segunda vez gostavam de fazer bagunça. O problema era que Mitkov e Masako eram os dois alunos mais temidos da escola. Eles já tinham ajudado a repelir um ataque à escola. Derrotado diversos bruxos mais velhos e inclusive ajudado a prender bruxos poderosos.


              Mesmo os alunos novos, em sua maioria, os conheciam pelas fotos em movimento no Profeta Diário. O medo nos olhos deles e o respeito nos olhos de alguns, era evidente. Depois que eles chegaram ao fim dos vagões, uma ruiva estava sozinha no último vagão. Estava com uma espécie de uniforme, mas não era de Hogwarts. Era da Durmstrang. Mitkov se lembra que seu pai estava pensando em enviá-lo para lá, mas ficava perto demais dos inimigos dos Holopainen.


              Dando de ombros, os dois voltam para o primeiro vagão. Amaranth não se atreve a abraçar Mitkov quando ele passa. Ele se sente levemente aliviado por isso. Que moral ele teria para cobrar os outros se ele mesmo não cumpria os regulamentos. Quando os dois chegaram à sua cabine privativa, Mitkov tira a parte de cima do uniforme e se deita na cama de baixo. Masako o imita e abaixa a cortina tanto da porta quanto da janela, fazendo com que uma agradáazendo com que uma agradla, desto da porta quanto da janela, desrte de cima do uniforme e se deita na cama de baixo. vel penumbra cobrisse a cabine. Logo depois ela se deita junto a Mitkov.


              Acostumado a se deitar com Amaranth, ele não estranha a presença da oriental. Ela se aconchega em seu peito. Estende a mão na direção da porta e o sonserino ouve o trinco girar. Pouco depois ela dorme, embalada pela respiração dele. Mitkov também dorme um pouco depois. Raras vezes tinha visto o rosto de Masako tão em paz. Como se tudo estivesse certo.


              Eles só acordam quando ouvem batidas na porta. Estavam lhes avisando que a hora da ronda deles já havia chegado. Eles se vestem apressadamente e a corvina encosta os lábios nos de Mitkov antes de sair.


              - Para dar boa sorte. – e fecha a porta ao sair. O sonserino sai logo depois, já recomposto. A segunda ronda foi muito mais tranqüila. Os alunos já estavam nas cabines e quando eles passavam, uma aparente civilidade tomava conta do lugar. Mesmo o amigo de Vanessa tinha retirado o braço que estava sobre ela quando a dupla passou.


              Com a maior tranqüilidade do mundo, eles andam o trem todo. No final o último vagão, eles vêem novamente a garota com o uniforme da Durmstrang, mas não falam nada novamente. Provavelmente era algum aluno do tipo rebeldezinho. Ela era ruiva e tinha belos olhos verdes. Aparentava ter aproximadamente a idade deles, mas Mitkov tinha certeza de que nunca tinha visto ela na escola. Ele teria reparado. Os olhos dela lembravam os olhos de sua mãe. Na volta, eles perceberam que a maioria dos alunos já havia vestido o uniforme da escola.


              Já estavam na metade do caminho. Eles voltam à cabine e aliviam novamente o uniforme, tirando o robe preto. Masako se deita primeiro dessa vez. Ela se ajeita claramente para dar espaço para Mitkov. As camas eram muito pequenas, claramente feitas para uma única pessoa. Mitkov sobe na cama de cima e a antes mesmo que ele pudesse se arrumar com o balanço do trem, Masako estava de pé olhando diretamente em seus olhos.


              - Por que...? – pergunta simplesmente. Ela não parecia decepcionada nem demonstrava qualquer emoção. Mas isso era completamente normal para Li.


              - Amaranth. – ele responde com simplicidade. Esperava que isso fosse o suficiente para encerrar o assunto. Pela postura de Masako, claramente não era.


              - Estão namorando?


              - Não, mas... – ele hesita.


              - Vocês já fizeram... – ela se cala dando a entender sobre o que falava.


              - Não, mas... – ele claramente não estava confortável com o assunto.


              - Então qual o problema? Eu fiz alguma coisa? – ela cruzava os braços e o olhava friamente.


              - Não tem problema... Você não fez nada demais, mas... – ele para novamente sob o olhar gélido da amiga.  Inspirando profundamente, e sabendo que tinha perdido a discussão, ele se arruma dando espaço para ela. Li era uma das poucas que ganhava de Mitkov em discussões.


              Ela sobe agilmente na pequena cama e de novo, beija Mitkov de leve. O garoto fica subitamente tenso, mas a voz da corvina ecoa em sua mente.


              - Você não está namorando. Não deve nada a ninguém... – E ela se deita novamente, se aconchegando no peito do amigo.


              Dessa vez, eles só acordam quando o trem diminui a velocidade. Masako cai elegantemente de pé, e seu robe é prontamente vestido. Mitkov se veste mais lentamente, com a locomotiva já bem próxima da estação. Eles são os primeiros a sair, sendo seguidos por diversos alunos que já não eram calouros. Mitkov e Masako se aproximam das carruagens. Vanessa e o amigo dela os alcançam rapidamente. O sonserino faz um carinho no testrálio que puxava a sua carruagem. Quando ele sobe, vê Masako sentada sozinha em um lado enquanto Vanessa deitava no ombro do garoto. Apesar de ele ser mais velho, Vanessa era um pouco maior do que ele.


              - Você é maluco? Brincando com o ar... – ele parecia se divertir com o que considerava uma excentricidade do amigo de Vanessa. Ao contrário do sonserino, ele percebia claramente que a grifinória o tratava melhor quando ele estava presente. E ele sabia o porquê disso. Era claro para ele que estava sendo usado para colocar ciúmes no garoto, mas ele não se importava. Tinha esperança que ela passasse a realmente gostar dele.


              Mitkov olhava friamente para o garoto. Detestava falar com qualquer pessoa que não confiasse. Que não pertencesse ao seu grupo.


              - Inocente... – foi a única coisa que Mitkov falou. Vanessa olhava com certa pena para o rosto presunçoso do garoto que tentava fazer Mitkov passar por maluco. Masako não tinha a mesma paciência.


              - A carruagem é puxada por testrálios. São uma espécie de cavalo com asas que só podem ser vistos por pessoas que já viram alguém morrer. Você obviamente é um inocente. Mitkov já matou diversos bruxos muito superiores a você. – ela dá uma pequena pausa para respirar. – Eu e Vanessa também. Não sei o que ela vê em você, mas aproveite. É temporário!


              Ele olha para Vanessa como se buscasse uma negativa, mas ela se mantinha calada. Ela sabia que Masako estava certa. A amizade com Mitkov era mais divertida do que namorar esse garoto, mesmo ele sendo mais velho. Mitkov gostava do perigo. Mitkov estava sempre sendo arrastado para o meio do combate. Mitkov sempre tinha algo para fazer. Nunca ficava parado muito tempo sem um motivo muito bom. Mesmo nas férias ele treinava. Mesmo nas férias ele estudava. Ela sabia que as notas altas dela e do grupo dele, eram por que Mitkov os obrigava a estudar com ele. Claro que ninguém estudava com a dedicação e o tempo que ele fazia, mas mesmo assim estavam muito mais avançados do que os outros. Ela não tinha como defender o garoto contra o que Masako dizia. Então simplesmente dá um selinho nele. Aparentemente funciona. O sonserino olhava para longe quando isso aconteceu.


              Ele não sabia o motivo, mas sempre que Vanessa estava com outro rapaz, ele queria lutar com ele. Mas como o mesmo acontecia com Masako, ele não levava à sério. Simplesmente supunha que no dia que elas encontrassem alguém as merecesse, ele não iria se opor. Só que Vanessa nunca andava com alguém merecedor. Então ele sempre se incomodava. Não que fosse falar isso para ela... Mas mesmo assim ela sempre se tocava. Esse já era o terceiro desde o ano passado...


              Assim que as carruagens chegam ao castelo, todos entram rapidamente e ocupam os seus lugares em suas respectivas mesas. Aurora se senta do lado de Mitkov e dá uns tapinhas em seu ombro. Ela não sabia se ele já havia superado a perca de Alleria. A cerimônia de seleção é feita rapidamente. A aluna que ainda estava com o uniforme de Durmstrang estava sentada perto da mesa dos professores. Depois que todos foram selecionados, a Diretora se levanta e faz um rápido discurso sobre os locais proibidos e os horários permitidos em alguns lugares. Pede por união entre as casas e por fim, faz a ruiva se levantar. Diversos olhos masculinos se fixam na garota. Era raro uma ruiva de cabelos lisos e sem sardas. Ela era linda.


              - Todos sabem da terrível perca que nós tivemos no último ano. – diversos olhos se voltam para Mitkov. Inclusive os de Amaranth, que avaliava minuciosamente a reação do garoto. Ele já havia, em grande parte, superado a dor. Ficou somente a tristeza de ter perdido sua primeira namorada. A primeira pessoa lhe dera atenção de fora de sua minguada família. – Esse ano, nós temos a imensa felicidade de receber uma companheira de outra Escola. – ela faz a garota se levantar. O rubor lhe tingia as faces. Mitkov detestaria estar no lugar dela. – Espero que todos a recebam bem... – os murmúrios de aprovação masculina se sobressaem por alguns momentos. – E peço aos monitores que a auxiliem na parte dos estudos e da adaptação. Não será tolerada nenhuma brincadeira quanto a sotaques de alunos estrangeiros. Agora... Comam!


              Todos os pratos subitamente cheios dos mais diversos tipos de comida. Parecia ser a felicidade dos elfos quando os alunos voltavam. Eles pareciam adorar exercitar sua criatividade deliciosa cozinhando para todos os alunos. Logo que o banquete acaba, Mitkov se levanta e vai para o lugar onde os alunos do primeiro ano se reuniam perdidos. Sua voz fria lhes informa para que o seguissem. Todos eles o fazem obedientemente. Ele conta rapidamente os cinco meninos e cinco meninas. Abrindo espaço entre os alunos mais velhos, ele guia sua fileira de calouros, com Aurora logo atrás, impedindo que eles se dispersassem.


              Quando eles chegam à porta secreta que levava ao Salão Comunal da Sonserina., Mitkov os faz se reorganizarem em um semicírculo, simplesmente travando a entrada dos alunos mais velhos. Nenhum deles se atreveu a falar nada contra Mitkov. A memória de Hogsmeade e do Beco ainda estava fresca demais na mente deles.


              - Decorem esse lugar. Quando estiverem na frente dessa parte do corredor falem: Puro Sangue. - a porta secreta desliza para o lado, expondo o frio Salão Comunal. Ele enxota os calouros para dentro. Logo depois, ele os obriga a segui-lo. – Para a direita desse corredor, ficam os alojamentos masculinos. Para a esquerda, os femininos. – Ele encosta na parede do corredor. Parecia que outra parede tampava a entrada do corredor. – Aos espertinhos. Nenhum homem consegue passar. Não adianta se utilizar de poções ou transfigurações. Homens não passarão. Essa proteção não existe no corredor masculino.


              E depois se afasta rapidamente, deixando os detalhes menos importantes com Aurora. Mitkov percebeu que ela parecia mais relaxada agora. E sabia que ela não tinha dormido a viagem toda como ele. Ela passou com Pietro. O amigo tinha sorte. Ele havia achado uma companheira. Assim como ele e Alleria antes. Ou ele e Amaranth agora.


              Mitkov anda calmamente até o seu quarto. Todos já estavam lá e hesitam quando ele entra, mas logo voltam a falar. Ele caminha até o banheiro e toma um banho quente. Ele estava relaxado, havia dormido o dia quase todo. Mas teria que dormir a noite toda se quisesse fazer um bom treino no dia seguinte. Depois de se secar e fazer sua higiene, ele anda direto até a cama e dorme.


              Pouco depois ele se levanta da cama. Olha confuso ao redor e percebe o seu corpo ainda na cama. Ele se levanta e olha com atenção. Parecia tão pacífico. Tão tranqüilo. Suas feições completamente relaxadas, apesar da varinha estar apertada na mão esquerda. Sempre usava a varinha na mão esquerda. Percebe um tênue cordão prateado que ligava o seu eu desperto ao seu corpo adormecido. Depois tinha que perguntar a Vanessa se isso era normal. Ele caminha rapidamente até a porta e, ao tentar abri-la, sua mão atravessa a maçaneta. Estranhando, ele a atravessa. Um leve temor passar por seu ser, ignorando o coração distante. Será que ele havia morrido? Será que era um fantasma? Ele corre de volta para o seu corpo e o percebe respirando.


              Isso o tranqüiliza. Morto não estava. Não antes de vingar Alleria. Não antes de encontrar seu pai. Não antes de honrar sua família. Ele tinha muita coisa para fazer. Olha para os lados e atravessa a parede, indo para o Salão Comunal. Estava praticamente vazio. Havia um casal composto por uma garota que Mitkov sabia ser do seu ano, por ter visto nas aulas e um garoto do sétimo ano. Estavam completamente enlaçados e, por experiência própria, Mitkov sabia o que estavam fazendo. Mas não tinha moral para chamar a atenção quanto a fazer isso na escola. Então ele se retira o mais rápido possível. Era algo muito íntimo e ele não queria atrapalhar.


              Atravessa a parede secreta e caminha pelas escadas até chegar ao Salão de Entrada. Ele via o Professor Thanatoikus de Feitiços. Ele aparentava esperar alguma coisa. O dia estava nascendo rapidamente. O céu começando a tomar tons rosados. Ele sente um leve puxão na barriga e olha para o cordão prateado que saía de sua barriga. Ele vê uma pessoa descendo as escadas, mas antes que pudesse identificar ele pisca. E quando abre os olhos, vê o teto de seu quarto. Não sabia o que o professor estava fazendo e nem com quem. Olha o relógio, já completamente desperto. Cinco horas. Seu corpo estava acostumado a acordar sempre na mesma hora. Sua mente trabalhava furiosamente tentando assimilar. Não parecia um sonho. Ele nunca se lembrava de seus sonhos.


              Levanta da cama e pega suas roupas leves. Anda sorrateiramente até o Salão Comunal. O casal não estava mais lá. Ele corre sorrateiramente até a entrada lateral do Salão de Entrada. As pesadas portas de carvalho sólido estavam entreabertas. Infelizmente ele tinha mais o que fazer. Não tinha tempo para perseguir um professor que ele nem mesmo tinha certeza da culpa. Antes que o sinal toque, ele já estava na Sala Precisa. Vanessa estava lá. Ela treinava com vigor, seus olhos levemente avermelhados e inchados. Antes que ele perguntasse alguma coisa ela se afasta, uma lágrima solitária corria prateada. Antes que ela saísse da sala, a voz de Masako ecoa em sua mente.


              - Ela descobriu que você dormiu com Amaranth. Descobriu pelo Monitor Chefe que nós estávamos na mesma cama na viagem de trem. – O jovem Holopainen olha em volta, mas não encontra Masako. A porta se fecha lentamente, tornando a Sala novamente segura. Sem saber o que fazer, ele começa a fazer os exercícios. Sua mente vagava procurando a razão da tristeza da amiga. Se fosse Amaranth a verificar que ele dormiu com Masako, ele entenderia. Mas não Vanessa. A grifinória estava namorando. Ela namorava bastante. No fim da malhação, ele chegou à conclusão que Masako se enganara. Vanessa provavelmente tinha brigado com o namorado. Das duas últimas vezes que ela tinha brigado com o namorado, ela trocara rapidamente. Candidatos nunca faltaram. Vanessa estava se tornando uma mulher linda. Segura de si. Raras foram às vezes que Mitkov a vira chorando por causa de um namorado. Na verdade, esse deveria ter realmente magoado ela. Foi a primeira vez que ela chorava por causa deles. Mais uma vingança para Mitkov. Esse ano ele iria ser o Campeão de Duelos. Estava cansado de brincar com os oponentes.


 


 


 

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