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4. Capitulo 4


Fic: MESTRE DO PRAZER. - ATUALIZADO 21.08.10


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Harry deu de ombros, um pequeno movimento dos ombros largos. Sentindo-se mal, a cena saiu de foco e ela visualizava outra: Harry, jovem, a água escorrendo naqueles ombros bronzeados quando saía do mar para o deque do iate, o corpo nu e despudoradamente pronto para ela. E o dela estava igualmente pronto para ele.


 


E ela estava sempre pronta para ele! Pronta, fa­minta, esperando. Faminta pela intimidade que o trouxesse para perto e ali o mantivesse. Não tinha ini­bições e suspeitava que ele não permitiria ter nenhu­ma. Com a privacidade garantida, não ficou inibida em vestir uma das camisas dele, sem nada por baixo, disponível para o toque dele. Como amante, ele lhe abrira os olhos para um mundo novo de prazer e tinha deixado marcas em seu corpo de uma maneira que ja­mais conseguiria esquecer. Desfrutaram inúmeras horas de intimidade: ele a mantinha na cama, acari­ciando e beijando cada pedacinho dela: a curva do pescoço, a carne macia da parte interna do braço, os dedos. Se ela fechasse os olhos, sabia ser capaz de sentir a língua molhada desenhando devagar figuras em toda a extensão de seu corpo.


 


Excitada ao máximo, invariavelmente esquecia a ordem de permanecer parada e o buscava, curvando as costas, abrindo as pernas, gemendo de prazer quando ele cuidadosamente afastava os lábios de seu sexo e passava a ponta da língua neles. O orgasmo começava antes de ser penetrada, e quando ele estava dentro dela, uma parte ansiava por sentí-lo sem a bar­reira da camisinha, que ele sempre insistira em usar.


 


De repente Gina percebeu o perigo que corria. Não! A negação silenciosa e torturada reverberou no cérebro dela. O que estava acontecendo? Como ele podia fazê-la lembrar-se de tudo hoje?


 


— Não é óbvio? — ouviu Harry dizer, frio. — Dumbledore conhecia sua situação financeira. Pediu que eu fizesse tudo a meu alcance para proteger os filhos e o futuro deles. Obviamente, tornando-me o tutor, acre­ditava que eu me sentiria obrigado moralmente a mantê-los financeiramente.


 


— Não, ele não faria isso — protestou. Mas mes­mo ao dizer as palavras sabia estar enganada. Era exatamente o tipo de coisa que Dumbledore teria feito, pelo melhor dos motivos. Trazia o senso de família enrai­zado. Tinha orgulho de os gêmeos carregarem seu nome. Havia se preocupa­do com ela e a protegido da dor de amar Harry e ser por ele rejeitada, mas os meninos tinham o sangue dos Potter nas veias e, no final, isso importava mais do que ela.


 


Gina tentava permanecer forte, concentrar-se no que Harry dizia, em vez de mergulhar no passado, mas as memórias a dominavam perigosamente e a fa­ziam se sentir assustadoramente fraca. Como era possível que ficar ao lado dele despertasse tantos pensa­mentos eróticos que ela acreditava terem sido deixa­dos para trás?


 


— Para cuidar deles financeiramente — repetiu Harry, acrescentando lentamente como se lhe en­fiasse uma faca através das costelas até alcançar-lhe o coração. — E para protegê-los da mãe.


 


O cérebro demorou muitos minutos para absorver o que ouvira e muitos outros mais para reagir diante da injustiça das palavras.


 


— Eles não precisam se proteger de mim nem pre­cisam de você.


 


— Dumbledore, obviamente, não concordava com você, nem a lei. Sou o tutor. Eles são meus pupilos. Esse foi o último desejo do pai.


 


— Mas sou a mãe deles.


 


— O tipo de mãe que podem supor que seria me­lhor não ter.


 


— Você não tem o direito de dizer isso. Não sabe nada de meu relacionamento com meus filhos.


 


— Conheço você. Você se entregou a Dumbledore por­que ele estava preparado para lhe dar o que eu não lhe daria. Agora ele está morto e em breve você estará procurando outro homem para substituí-lo. Sem dú­vida, Dumbledore temia que se você voltasse a se casar, seu novo marido pudesse não se interessar pelos filhos dele, e queria protegê-los.


 


— Eu nunca me casaria com um homem se achas­se que não iria amá-los como se fossem seus.


 


— Não mesmo?


 


Gina suspeitou saber o que ele pensava.


 


— Você ainda não perdoou sua mãe, não é? Bem, não sou igual a ela, Harry. Amo meus filhos...


 


— Chega! Isso não tem nada a ver com minha mãe.


 


Gina não ia discutir com ele. Qual o sentido da­quilo? Seria como tentar quebrar granito com as mãos. Mas sabia ter razão. Harry julgava as mulheres pelo fracasso da mãe, e condenava todas. Queria acreditar que todas as mulheres eram capazes de abandonar os filhos por dinheiro, porque precisava acreditar nisso; pois pensar direito significava aceitar que a própria mãe o abandonara devido à sua incapacidade de me­recer o amor maternal. Ele falava sobre suas convic­ções como se fossem verdades escritas em pedra, e Gina sabia que em sua cabeça, em seu coração, elas eram. A seus olhos, ela já estava condenada, e perma­neceria condenada. O que ele acreditava não podia ser alterado, porque ele assim o desejava.


 


Tinha aprendido em sua muitas vezes difícil e do­lorosa jornada de amadurecimento e aceitação do próprio passado... E, acima de tudo, aprendera que era impossível trilhar para outro a jornada de auto-conhecimento e cicatrizar as feridas em seu lugar.


 


Harry havia decidido sacrificar a habilidade de amar e ser amado usando como proteção um orgulho amargo que não permitia que ele percebesse o desejo sexual feminino motivado por nada além da mais sór­dida forma de interesse.


 


Dumbledore podia ter acreditado estar agindo corretamente, mas Gina desejava que ele não tivesse trazido Harry de volta à sua vida — e, mais importante, à vida dos filhos. Eles eram tudo para ela. Não havia nada que não fizesse para protegê-los, nenhum sacrifício.


 


— Você não precisava concordar com o pedido de Dumbledore — forçou-se a dizer. — Por que o fez? Meus fi­lhos não significam nada para você.


 


 


(...)


 


 


 


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