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22. Momentos terríveis


Fic: Amor Improvável DM-HG Long


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 22


Momentos terríveis


 


- Olha só, Granger. Fora o Potter... Falta só eu, para provar o seu sabor. Mas prefiro fazer isso com mais privacidade... – E num rápido floreio da varinha desapareceu.


 


- NÃOOOOOOOOOOO – gritou Draco! – Temos que ir atrás dele... Desgraçado! O tempo todo! – Ele lançava feitiços destruindo tudo o que via pela frente. Ron aproximou-se por trás.


 


- Nós vamos achá-la, Malfoy.


 


- Você não entende... A culpa é minha! Este filho da puta estava o tempo todo armando pelas minhas costas... Nunca desconfiei... A culpa é minha... – Draco parecia respirar com dificuldade. – Todos os indícios... Puta merda!


 


- Malfoy! – exclamou Harry – capturamos alguns comensais... Vamos agora para o Ministério! Sem dúvida poderemos fazer uso do veritaserum para interrogar esses safados.


 


Gina não conseguia mais impedir que as lágrimas corressem pelo seu rosto. Harry e Rony agiam por um impulso assassino de pegar aquele que ousasse machucar Hermione.


 


Rapidamente vários aurores apareceram nas ruas de Hogsmead. Draco sentou no chão e deixou a cabeça cair. Blaise havia falado de Natasha... Como poderia conhecê-la? Por quanto tempo armaram juntos?  Levantou-se foi até os aurores.


 


- Tem mais gente envolvida nisso. Além de Zabini... – E assim começou a falar sobre seu relacionamento com Natasha tantos anos antes na Bulgária. Não sabia como ela podia estar envolvida... Então, enquanto falava um flash apareceu em sua cabeça – Esperem... Krum! Natasha ... Natasha estava envolvida com Vítor Krum! – ele disse de forma exasperada.


 


Harry adiantou-se nos rápidos pensamentos.


 


- Então essa tal de Natasha está armando alguma coisa com Krum? – ele perguntou encarando o loiro. Gina estava mais afastada conversando com alguns aurores e Ron olhava de Harry para Draco e vive versa.


 


- Sim! Pense comigo, Potter! Quem foi o primeiro bruxo a aparecer e salvar justamente a Hermione?


 


- Ele nunca a esqueceu... – murmurou Ron. Harry já havia saído para contar as últimas pistas aos aurores.


 


- O que disse, Weasley? – perguntou Draco.


 


- Krum... Ele nunca a esqueceu. Ela está na mão de loucos, Malfoy! Temos que achá-la! – Rony falava de forma desesperada e seus olhos estavam marejados. Draco estava dominado por novos sentimentos. Percebeu que nunca sentiu o valor de uma verdadeira amizade. – Com certeza os aurores nos...


 


- Não resolverei isso através de aurores. Vai demorar até o veritasserum fazer efeito.


 


- É impossível driblar esta poção, Malfoy!


 


- Não para quem estuda Arte das Trevas. Ela faz efeito, mas demora mais. Sem dúvida os Comensais já atacaram protegidos por feitiços que os protegerão por pelos menos duas horas.


 


- Duas horas? – exclamou o ruivo atônito – É muito tempo!


 


- Sim, Weasley, Fico feliz que saiba fazer contas. Agora, se quiser me acompanhar já sei por onde começar.


 


- Chamarei Harry. – Rony saiu correndo e Draco virou os olhos. Não podiam perder tempo, mas estarem em maior número traria vantagens. Principalmente agora que havia Comensais envolvidos. Além disso, alguns foram presos. O que dava mais vantagem ainda.


 


Rony, Harry e Gina chegaram correndo. A ruiva perguntou:


 


- Por onde começamos?


 


- Nós vamos acompanhar Draco e você voltará para casa. – respondeu Rony encarando a irmã.


 


- Até parece! – respondeu no característico tom de Molly – Ajudei na guerra e ajudarei agora. É minha amiga que sumiu! Minha melhor amiga! Minha irmã! Ninguém aqui impedirá minha participação! – Ela falou apontando o dedo para Ron que estava vermelho de raiva. Ele ia revidar, mas Draco cortou:


 


- Não é hora para discussões! Quanto mais gente, melhor. – ele disse enfático, mas Ron estava relutante em aceitar e olhou para Harry que respondeu:


 


- Nem adianta lançar este olhar para mim. Sua irmã é muito capaz de lutar e, além disso... Sou obrigado... Sou obrigado a concordar com o Malfoy.


 


Um silêncio dominou o lugar, mas rapidamente foi quebrado por Gina que já havia enxugado suas lágrimas:


 


- Então, Malfoy... Por onde começamos? – Ela perguntou já cortando qualquer comentário que seu irmão pudesse fazer. Harry já havia falado para ela sobre a conversa que teve com Draco.


 


- Vamos para o apartamento de Bla... De Zabini. Precisam segurar em mim, já que não sabem onde fica. E nada de se aproveitar de mim, Weasleyzinha. – Gina corou com este comentário e Harry não ficou nada feliz com a fala de seu inimigo de Hogwarts, sendo assim colocou-se entre eles. Rony só bufou antes de apoiar suas mãos no ombro de Draco.


 


Chegaram ao apartamento de Zabini que cometeu o erro de não bloquear a aparatação de Draco.


- Vamos revirar tudo! Deve haver cartas, pergaminhos,... Qualquer coisa!


 


Enquanto o trio revirava a casa era possível ouvir feitiços como accio, entre outros. Muitos pergaminhos eram encontrados, mas todos escritos de forma enigmática. Apresentavam iniciais que nem Harry, Ron ou Draco reconheciam como algum Comensal foragido.


 


- Ele contou... Mas, que merda! – bufou Draco enquanto deixava seu corpo cair sobre o sofá já forrado de pergaminhos.


 


- Contou o quê, Malfoy? – e assim, mais um vez, ele narrou todos os acontecimentos que o levaram a mudar de lado. Os três ficaram calados. Nem imaginavam tal possibilidade e sensibilizaram-se com a história. Draco não deixou que ninguém falasse nada – Precisamos continuar a procurar. Não quero lamentações e olhares de pena. – A busca continuou e, de repente, Gina exclamou:


 


- Aha! Parece que achei algo! Olhem... – a ruiva levou o pergaminho para os três. Era uma carta e logo Draco reconheceu a letra, dizendo:


 


- É da Natasha....


 


 


B.Z.


Feliz por saber que o informante era D. Feliz, mas também decepcionada, pois achava que ele defendia nossos ideais. 


A sangue-ruim ficará com V.K.. Ele não sabe, mas se você quiser tirar proveito dela, fique à vontade.


Usaremos a casa abandonada do nosso traidor, já que, segundo você, está preparada.


Esperamos o dia do ataque. Estamos em prontidão.


D.M. será meu.


 


Até mais.


N.


 


- Casa abandonada do nosso traidor? Não entendi nada! – disse Rony


 


- Vamos lá, Malfoy... V.K. é Vitor Krum, óbvio... – Harry falava enquanto pensava. – Quem é o traidor, Malfoy?


 


- Ultimamente não tenho acompanhado as ações dos Comensais, Potter. – Draco falou de maneira fria, enquanto esfregava as têmporas tentando lembrar de alguma coisa – Traidor... Eles não estão falando de mim...


 


- SNAPE! – gritou Rony – Deve ser Snape... Ele não tem parente... A casa está abandonada há anos.


 


- Ótimo, irmãozinho! E onde fica a casa do Snape?


 


Mais uma pergunta sem resposta.


 


****************************************************************


 


Blás desaparatou com Hermione em um lugar totalmente desconhecido para ela.


 


- Vamos andando, sangue-ruim. – ele começou a puxá-la. Em um movimento inesperado, Hermione conseguiu desfazer-se dos braços de Zabini e começou a correr na direção contrária. O lugar parecia ser abandonado, um jardim que há muito não era cuidado por ninguém. – É melhor você parar! – O moreno estava pronto para lançar um feitiço quando viu que Hermione foi ao chão. Por correr sem atenção, ela tropeçou em alguma coisa. Quando caiu virou-se rapidamente, dando de cara com Blaise.


 


- Ora, dando uma de sabe-tudo? Aqui não vai adiantar, gostosa. – Ele apontou a varinha para ela e a última coisa que Hermione viu foi um jato vermelho. Zabini a pegou e colocou no ombro, retomando o caminho em direção à casa.


 


- Ora, ora... Vejo que nosso plano deu certo. Por que ela está desacordada? – perguntou Natasha.


 


- A vaca tentou fugir. Vou colocá-la no quarto. Os feitiços de proteção estão prontos?


 


- Sim, você lembrou-se de... – Só que ela não pode continuar. Vítor Krum entrou na sala e ficou chocado quando viu Hermione desacordada:


 


- Mas, o que é isso??? Passe ela para mim, Zabini. Cuido dela. – disse o búlgaro.


 


- Não, meu querido. Eu mando aqui – disse Natasha de forma autoritária – Você vai com os outros... Onde estão os outros? – ela perguntou encarando Blás.


- Foram pegos... Agora, eu preciso cuidar dessa aqui. Já está começando a pesar. – dizendo isso, saiu da sala.


 


- Bom,... – continuou a mulher – chame os que sobraram. Eles estão treinando lá nos fundos. Lancem mais feitiços de proteção.


 


- E quando poderei levar Hermione embora?


 


- Assim que eu ficar com Draco, a sangue-ruim é toda sua. Agora saia. – Assim que Krum saiu, Natasha sentou-se à mesa, pegou a pena, tinteiro e pergaminho e começou a escrever.


 


Draco, meu amor


 


Como já deve saber, devido à sua inteligência, estou com sua namoradinha sangue-ruim. Se quiser que ela saia daqui com vida espero que venha ao meu encontro, SOZINHO, amanhã ao meio-dia. Assim, poderemos almoçar com calma e combinar os termos de soltura da sua queridinha.


Estamos na casa do traidor Snape. No outro pergaminho você encontrará o endereço e as indicações de como chegar.


Com carinho,


Sua, sempre sua Natasha.


 


****************************************************************


 


- Aqui não vamos chegar à conclusão nenhuma. Vamos até minha casa, pois posso achar alguma pista. Algo nas coisas da minha mãe. – Draco falou levantando. Ninguém discordou e aparataram na nova casa Malfoy. – Cody!


 


- Sim, meu mestre. Oh, meu mestre não está com cara boa. Quer que Cody faça alguma coisa?


 


- Quero, traga algo para comermos. Suco e água. Precisamos nos organizar. Quando acharmos onde fica a casa do Snape. Organizar um ataque.


 


- Mas antes de qualquer coisa, não é preciso saber o local? – perguntou Gina.


- Sim, meu amor. Só que não gosto da ideia de ficar aqui parado. – Harry disse levantando-se do sofá que havia acabado de sentar. De repente uma coruja inteira marrom passou voando e deixou cair um pergaminho no colo de Draco. Todos se sobressaltaram com a entrada imprevista da coruja.


 


- Mas que merda é essa? – exclamou Draco. Logo em seguida abriu a carta e novamente reconheceu a caligrafia da búlgara. Leu e entregou o pergaminho para os grifinórios.


 


Eles leram. Rony e Harry concentraram-se por mais tempo para ver se encontravam alguma pista. Harry falou:


 


- O problema de como chegar à casa do Snape foi resolvido. Precisamos elaborar um plano para atacarmos. Um plano para você, Malfoy, chegar lá fingindo que está sozinho. Tente descobrir sobre algo mais... Afinal deve ter algo além de pegar a Mione... Ataques estão acontecendo por toda a Inglaterra.


 


- Harry, acho melhor avisarmos os outros aurores. Não sabemos em quantos eles estão e a extensão dos ataques aos trouxas. - falou Gina que andava na sala de um lado para o outro. Nesse momento, Cody chegou levitando bandejas com tudo o que foi pedido por Draco. O loiro falou com a voz embargada:


 


- Vamos comer algo. Assim como eu, também devem estar sem apetite, mas acho que passaremos as próximas horas sem descanso ou alimento nenhum.


 


Ele não precisou falar mais nada para que Rony se servisse do lanche que fora depositado na mesa no centro sala. Harry e Gina repetiram o gesto agradecendo ao Malfoy. A ruiva perguntou:


 


- Você não vai comer?


 


- Claro. – Draco, com um feitiço não-verbal, fez com que um sanduíche levitasse até ele. Não tinha gosto de nada. Tomou o suco de abóbora para ajudar a comida a descer. Nunca imaginou que pudesse sentir um buraco tão grande no coração. As palavras de Zabini ainda ressoavam em sua cabeça. Seria capaz de matá-lo se tocasse em Hermione. Sua atenção foi desviada pela conversa dos três. Estavam falando de Hermione. – Ela não está morta. Por que ficam falando coisas e lembrando-se dela como se algo fosse acontecer?


 


- Olha, Malfoy – iniciou Rony vermelho – Ninguém aqui acha que ela está morta. – Ele levantou e o loiro imitou o gesto – Estamos preocupados, mas não deixamos de pensar que ela seria de grande ajuda para inventar um plano – Ele aproximou-se de Draco que continuou parado – Você nunca se importou com ela. Acredito que tenha mudado, só que há quanto tempo Hermione é importante para você? – o sonserino calou-se e abaixou a cabeça – Foi o que pensei... Nós conhecemos a Mione desde os 11 anos. Desde os 11 anos, quando ainda éramos crianças ela já importava para nós. Eu e Harry que ficávamos do lado do leito dela, quando foi petrificada. Nós que ouvimos, no último ano da guerra, sua tia torturar Hermione. Foi no nosso ombro que ela chorou a viagem forçada dos pais. Foi comigo que ela descobriu o que é amar. Então, não ouse insinuar que não nos importamos. – Rony estava vermelho de raiva. Harry adiantou-se, sabendo que faltava pouco para o amigo descarregar a raiva no rosto do outro. Ele chegou afastando Rony:


 


- Calma, cara. O Malfoy só está nervoso. Você também. Não vamos brigar entre nós. Precisamos pensar e trabalhar juntos.


 


- Sabe, Weasley – Draco levantou a cabeça falando – você tem razão. Quem sou eu? O sonserino preconceituoso, filhinho de papai, aprendiz de comensal! Quem sou eu para sofrer por Hermione Granger, uma nascida trouxa... Realmente só atormentei vocês durante os anos de Hogwarts e não fiz nada quando a vi sendo torturada. Só que você não sabe o quanto isso me incomoda. Você não sabe o quanto sofro quando lembro o mal que fiz a ela. Só que não posso voltar no tempo. Eu não me importo com Hermione desde os 11 anos de idade como vocês, mas de uma coisa você pode ter certeza: a intensidade é a mesma.


 


Rony estendeu a mão, num gesto de trégua. De uma tentativa de convivência pacífica. Draco aceitou e assim se cumprimentaram em silêncio.


 


- Bom... Desculpe interromper, mas precisamos achar a Mione. – disse Gina. – Alguém podia ir lá para ver a segurança da casa, certo?


 


E assim começaram a discutir as alternativas.


 


****************************************************************


 


Krum saiu da sala xingando alguma coisa em búlgaro. Esbarrou com alguém que impediu a passagem:


 


- Zabini, saia da minha frente. Verei como Hermione está.


 


- Ela está sob meus cuidados, Krum. Mas, como estou bonzinho, levarei você até ela. Só pode entrar no quarto com minha autorização. – eles andaram pelo longo corredor. Ao chegar em frente a uma porta, Zabini retirou uma chave do bolso e murmurou um feitiço, depois a colocou na fechadura e abriu a porta. Krum ia passar, só que foi impedido. – Ainda não. Ela tentou fugir e ainda está desacordada.


 


Krum olhou Hermione jogada de qualquer jeito no chão. Passou uma dúvida por sua cabeça: será que havia sido a decisão correta? O plano parecia tão certo quando foi apresentado, mas as coisas fugiram de seu controle. De repente envolveu-se com os Novos Comensais.


 


- Bom, Krum, já viu. Agora caia fora. Veja se as caixas estão prontas para serem enviadas aos bairros trouxas. Elas estão lá trás com os outros bruxos.


 


- Não sabia que mandava em mim. – ele disse saindo do quarto. – Você ficará aqui?


 


- Sim, fui escalado para ficar de guarda. – com um floreio, Zabini conjurou uma cadeira e sentou-se em frente à porta. – Circulando! Vá cuidar daquelas caixas! Se houver qualquer atraso...


 


- Não haverá! – Krum respondeu segurando para não azarar o outro ali mesmo. Deu mais uma olhada para a porta e saiu. Assim que se afastou, Zabini pegou a cadeira e voltou para dentro do quarto. Sentou-se de frente para Hermione que ainda estava deitada no chão. Conjurou outra cadeira com braços.


 


Esticou as pernas e esperou. Dentro de alguns minutos ela acordaria. Esperou tranquilo. Zabini olhava para a mulher à sua frente. Ainda era difícil acreditar que a menina desengonçada nos anos de Hogwarts, era aquela mulher. Entendia por que Draco se interessou, mas apaixonar-se era outra história. Mulheres como Granger serviam apenas para se divertir. E a roupa que ela usava, apenas excitava mais ainda a mente deturpada de Zabini. Ela usava botas de cano longo de couro de dragão. Usava uma saia cinza chumbo que ia até um pouco antes dos joelhos. A blusa preta com os primeiros botões abertos. No pescoço um pingente que Zabini não conseguiu identificar que bicho era.


 


Viu o exato momento que ela começou a voltar a si. Hermione estava deitada de lado. Ajeitou-se devagar. O quarto era escuro, iluminado apenas por algumas velas flutuantes. Não havia janelas. Viu Zabini sentado, mas ignorou a presença dele. Ainda estava sem forças para se levantar. Continuou a estudar o ambiente. No canto oposto ao que estava havia uma mesa e na frente uma cama de solteiro que não devia ser usada há anos. Voltou seu olhar novamente para o moreno. Ele estava sentado apenas olhando para ela e ao seu lado uma cadeira vazia.


 


- Essa cadeira aí é para mim, Zabini?


 


- Sim, mas você ainda merece um castigo. Não está na hora de você sentar naquela confortável cadeira. – ele levantou-se e aproximou-se dela. – Levante-se.


 


Hermione obedeceu. Levou a mão à testa e sentiu um pequeno corte.


 


- Você que fechou este machucado? – ela perguntou. Zabini se aproximou e com as pontas dos dedos contornou o rosto dela.


 


- Não quero seu rosto com sangue por uma coisa que eu não fiz. – Hermione ao ouvir isso e sentir a mão dele tentou se afastar, mas ele foi mais rápido e a segurou. – Nem pense, Granger. Não devia ter se aproximado de Draco!


 


- Aconteceu! Solte meu braço, você está me machucando! – Hermione gritou tentando se soltar. Ele a empurrou, ela caiu.


 


- Sangue-ruim! – ele apontou para a porta e lançou um feitiço – Agora estamos sossegados. Podemos ouvir quem se aproxima, mas o que acontecerá aqui, ficará apenas entre nós dois. – Hermione sentiu seu corpo tremer de medo. Não poderia aparentar.


 


- A hora que eu estiver com minha varinha... E, além disso, Draco e meus amigos logo chegarão.


 


- Hahahahha! Draco? Você acha que Draco trabalhará com seus amigos, Granger? Estamos contando que ele venha sozinho. Sabemos que ele virá sozinho. Sem resposta, sabe-tudo? Não devia ter se envolvido com um puro-sangue... CRUCIOS!


 


****************************************************************


 


Harry aparatou na sala.


 


- Que demora, Potter! – exclamou Draco jogando a pena na mesa.


 


- Precisei passar em casa, Malfoy! E não é nada rápido observar um local protegido por sei lá quais feitiços. – respondeu Harry da mesma forma ríspida. - Observei a casa e cheguei o mais perto que pude – sentou-se ao lado de Gina e jogou a mochila no chão – Eles não têm ninguém de segurança. No fundo da casa havia várias caixas, mas não tenho ideia para que servem.


 


- Mas amanhã quando o Malfoy aparecer sem dúvida haverá algum tipo de guarda na entrada da casa. – disse Gina.


 


- Acho difícil. Eles não estão contando com o fato de estar agindo com vocês, tenho certeza disso. – disse Malfoy sem olhar para ninguém.


 


- Bom, então acompanhamos o Malfoy e chamamos mais alguns aurores. Lá dentro, a tal Natasha sem dúvida pedirá sua varinha. – Harry falava.


 


- Não tenho outra alternativa a não ser entregar, Potter.


 


- Há um jeito! – todos olharam para Rony – As varinhas falsas da Gemialidades Weasley! Gina, vá falar com Jorge! – A caçula concordou e na mesma hora sumiu da sala.


 


- E quanto ao ataque? – perguntou Malfoy escondendo sua surpresa pela capacidade de organização que via por parte dos seus antigos inimigos.  – Estarei dentro da casa, com minha varinha escondida, acho bom ouvir tudo que a louca está planejando. Depois disso vocês entram.


 


- Sim, precisamos do plano de ataque aos trouxas – falou Harry – Assim podemos mandá-los diretamente à Azkaban.


 


- Harry, vou falar com o grupo de aurores responsáveis e entregar a carta que  Malfoy recebeu. Passarei nosso plano. Com certeza eles irão concordar. Venho para cá encontrar com vocês mais tarde.


 


Rony saiu deixando Harry e Draco sozinhos. O loiro estava esparramado no sofá e Harry andava em círculos, sentava e levantava.


 


- Se seu amigo fizer qualquer coisa que machuque a Mione, as coisas serão acertadas entre mim e ele. O Ministério não irá interferir.


 


- Potter, do Zabini cuido eu.


 


Mais tarde Gina chegou com Jorge que não havia entendido muita coisa e não aceitava o relacionamento de Hermione com Draco. A família Weasley adotou Hermione e Jorge a via como Gina: uma irmã que precisava ser cuidada.


 


- Só você para enfiar Hermione em uma enrascada dessa, Malfoy! – Jorge disse já com o característico tom vermelho no rosto.


 


- Jorge, já te disse que não é hora disso! Além do mais, Krum também está envolvido. Vai nos ajudar? – Perguntou Gina.


 


- Sim – respondeu ainda contrafeito – Tome, Malfoy. A varinha. Lancei um feitiço que apenas com uma ordem sua ela se transforme.


 


- E o que aprontou dessa vez? – indagou Harry cumprimentando o ruivo.


 


- Quando o Malfoy disser “sorvete de limão” a varinha começará a soltar faíscas vermelhas, depois explodirá e deixará tudo escuro. Será uma boa chance para entrarmos.


 


- Obrigado, Weasley – disse Draco pegando a varinha para si. – Acho melhor vocês ficarem por aqui. Dormir aqui. Tenho vários quartos. Pedirei para o Cody arrumar os aposentos.


 


- Malfoy, não precisa... – disse Harry.


 


- Fiquem aqui. Se chegar mais alguma coisa...  Acho bom ficarmos atentos a qualquer movimentação. – Draco disse levantando-se – Cody.


 


- Sim, mestre.


 


- Cuide de nossos convidados. Mais um Weasley deve estar chegando. Cuide para que não falte nada. Deixe no quarto algumas coisas para beber e comer. Potter, Weasleys... Licença, mas não estou bem. Preciso deitar. – dizendo isso retirou-se da sala.


 


- Impressão minha ou o Malfoy realmente está mudado? – perguntou Jorge boquiaberto com a hospitalidade do sonserino.


 


- Sim, Jorge. Ele está mudado e completamente apaixonado por nossa irmãzinha – respondeu Gina abraçando o irmão mais velho.

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