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5. Mudança...


Fic: E como seria se....


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Respostas:

P.M.Blackburn: Ah! Merlin sabia que um dia você me atenderia. Claarroo, quando a minha maravilhosa srta. estará livre? Hunf! Voltando ao post, o cap de agora está um pouco mais longo, segundo a autora ela deu uma cortada nele porque nunca sairia se ela não cortasse. É, ainda mais com o Sirius pendurado no computador querendo responder comentário inexistentes. EI!  srta. Blackburn aqui não é nada fantasiosa,  eu não poderia deixar uma srta. tão encantadora assim esperando seria uma extrema falta de educação! Claaarroo... Aposto que se você estivese com mais uma das suas 'srtas. Encantadoras' você não teria pressa...Que isso?! Não to te reconhecendo Pontas, primeiro está responsavel, agora ta contando pra menina quantas pessoas ele pegou?! Hunf! isso se chama dor de cotovelo caro Aluado, mas num precisa veadinho, ainda te amo oks? Oh! Você espera que eu acredite nisso seu cachorro sem vergonha?! Nem morto! AAhh que lindo as crianças fizeram as pazes... Enfim, voltando a srta. Blackburn, estou esperando por você *sorriso sedutor*


 


Anable Wood: Bem Vindaa!! Nós também te amamos *sorriso-tenho-32-dentes-bem-branquinhos* E esperamos que esteja gostando da fic, vejo que você voltou ao seu normal Pontas....Claro, ele acha que a garota nova vai querer ele, mas quando tem alguém como eu lindo, inteligente gostoso, carinhoso e (Remo&Tiago)Modesto. É isso também, mas ia dizer perfeito, enfim por que ela escolheria você? Porque eu sou o mais lindo e desejado das Marotos. Ai Merlin! Enfim obrigado pelo comentário


 


N/A: Obrigado pelos comentário continuem a ler e comentar plix, e desculpa a demoraaa










5 - Mudança...


Tiago estava recolhendo suas coisas no ministério, quando Sirius se jogou na cadeira, bufando. Embora ele quisesse começar a perguntar o que tinha de errado com o amigo, sete anos no mesmo dormitório alertavam Tiago a deixar o amigo esfriar um pouco a cabeça, pois do contrário nem sob uma Maldição Imperdoável que ele abriria a boca. Quando estava na altura do átrio ele resolveu que a curiosidade levaria a melhor.


-Então...


-Liza! De novo! Juro Pontas ela sente prazer em me torturar! Ela não responde minhas cartas! Me ignora, quando eu chamo; se enterra na sua casa – Despejou, lançando um olhar assassino à Tiago ao dizer a última frase. – Eu não entendo mais nada! Achei que fosse por causa da Pandora no começo sabe, ela tem filha agora e bom, não sou o exemplo de bom... Sabe... Hã, pai, mas juro que adoro aquela menina! Não vou matar a criança e você também não é o pai do ano!


-Ei! Por que a Lizinha te chuta e sou eu que levo?! Sou ótimo pai sim!


-Claro, claro... Da última vez que a Lily te deixou com o Harry e a Sarah, sozinho, eles quase incendiaram a casa, e você ficou com um belo par de orelhas! – indicou Sirius.


-Tenho filhos criativos e talentosos – disse ele sorrindo abertamente, no quê o amigo sorriu e desviou o olhar. – Vamos pra casa! A Liza deve estar lá... Você pode falar com ela.


-Não, deixa isso... Eu estou ficando cansado desse negócio de ficar correndo atrás dela! Por que sou sempre eu que tenho que adivinhar o que se passa na cabeça dela?


-Hum... Porque ela é mulher e elas são assim, e você a ama! Vamos Almofadinhas... Acho que você seria um ótimo pai, quer dizer... Você sabe, somos os Marotos, e elas sabem... A Liza sabe que você nunca vai ser o senhor responsabilidade e que você vai se desesperar quando a Pandora vier com problemas de garotos... Mas você vai amar-las de um jeito que ninguém mais amaria... – dizia Tiago o encarando sério.


-É... Pontas, cara, obrigado! Então vamos? – disse Sirius, voltando ao seu jeito alegre.


-Sim! Antes que a Lily pire de... Bom de tudo!


-Como assim?


-Ué amanhã o Harry vai pra Hogwarts, né?


-Poxa é mesmo!


Assim os dois homens continuaram conversando até chegarem a zona destinada a aparatação, e também enquanto desciam a rua que levava até o sobrado branco, qualquer um que os visse diria que não havia nada que os preocupa-se ou que os destaque-se, como estariam enganados.


Ao abrir a porta Tiago sentiu uma onde felicidade invadi-lo, era como em Hogwarts, não, era melhor. Ele sempre imaginou como seria quando terminasse a escola, e embora só admitisse a Sirius sentia o desconhecido como algo escuro e assustador, e agora, embora os tempos não fossem os melhores, ele sentia uma felicidade e paz quando cruzava a porta, tais que ele não acreditava existir.


Lílian estava sentada na sala conversando com Remo e, ele supôs, Tonks, bem como Eliza que parecia ter se dado muito bem com a mesma. A sala parecia envolta por uma atmosfera de alegria imensa, era impossível entrar e não sorrir.


Sirius seguiu Tiago o mais discretamente que pode. Ele sabia que Eliza arranjaria uma desculpa assim que o visse para sair, mas ele tinha que falar com ela, explicar que não importava, que ele não desistiria dela, não sabe que era verdadeira a recíproca.


Os recém chegados se sentaram e entraram na conversa, logo eles estavam entretidos em várias conversas simultâneas, risos eram ouvidos a cada cinco minutos, às vezes ele nem se lembravam do que estavam rindo.


Até o momento que Sarah e Pandora passaram para a cozinha e voltaram em seguida para cima, mas Sirius se limitou a encarar intrigado. Lílian o tirou dos devaneios ao falar com Remo.


-E o Teddy, Remo? – perguntou ela casualmente.


-Ah, ele está com a minha mãe, agora que fomos morar lá na França eles forma também... Tão preocupados meus pais! – disse Tonks, achando a preocupação boba. – Mas seria bom voltar.


-Por quê? A Andy não está gostando da França? – perguntou Sirius surpreso.


-Está sim, bom do país, as francesas são irritantes do ponto de vista dela...


-É, isso era previsível! – disse ele rindo.


-Eu acho que vou indo, então Lily. – disse Eliza se levantando.


-Mas já? – replicou a amiga. – Fique, você podia dormir aqui... Levar o Harry na estação amanhã, vou precisar tanto de um ombro amigo...


-Ai, ai... Dona Lílian esse marotos tão pervertendo seu ser! – comentou Eliza. – Eu bem que gostaria, mas amanha eu vou até o Profeta. Vou subir para chamar a Pan.


-Hum... Falando nela, as coisas estão meio quietas lá em cima... Acho melhor ver o que está acontecendo. – falou Lílian, observando pensativa a escada.


-Eu vou. – disse Sirius, tendo um momento, na opinião dele, de loucura. – eu vou ver como as crianças estão e no que elas tão pondo fogo.


E subiu as escadas lançando antes um olhar a Eliza, discretamente. Primeiro olhou o quarto de Sarah, mas nem ela nem Pandora estavam lá. Em seguida ele foi até a porta de Harry, lá dentro, estavam as três crianças, entretidas em uma discussão. Harry arrumava algumas coisas no malão, o caldeirão por exemplo,Pandora estava sentada no chão examinando alguns livro com desinteresse, e na cama do irmão sentada do lado do malão estava Sarah, emburrada.


Sirius encostou displicentemente no batente da porta e ficou ouvindo a discussão.


-Você não pode ficar brava comigo Sah! Não é minha culpa... E que você esperava que eu fizesse?! – reclamou Harry.


-Alguma coisa! Você vai pra Hogwarts e eu vou ter que espera! E aí quando você volta nem vai ficar aqui direito, vai pra casa dos seus amigos! – respondeu a menina, chorosa.


-Huumm Transfiguração parece ser interessante... – comentou Pandora. – Ah Sah! Para com esse drama todo... Você só ta brava porque ele ta indo antes!


-Não é, não!


-Pois parece! – respondeu o irmão. – eu queria que você estivesse feliz por mim! Quando você for vai ter a Pan, a Drey, a Gaby e o Hyuu. Eu vou entrar sozinho, e não tem nenhum irmão lá, ninguém!


Sarah pareceu aceitar a explicação de Harry, pois ficou quieta, ainda um pouco emburrada, mas logo ela voltou a falar.


-Vai escrever né? Pelo menos uma vez por semana? – perguntou a menina.


-Vou... Te conto como é lá... – sorriu Harry.


-E a seleção? – perguntou Sarah, o que atraiu a atenção de Pandora também, que parou de empilhar os livros de Harry.


-Mas eu não sei como ela é! – respondeu Harry.


-Não! Qual é Harry! O que eu quero saber é se você vai me contar quando descobrir como é a seleção! – esclareceu Sarah, sem perder a animação em momento algum.


-Hum... Talvez. – respondeu o irmão.


-Talvez? Como assim talvez? – perguntou Pandora, no mínimo, indignada.


-Ué, por que vocês podem saber como é e eu não?! Não seria justo... – sorrindo ao ver as caras de protesto de Sarah e Pandora, e acrescentou – Mas como gosto um pouco de vocês talvez eu conte, se estiver muito feliz é claro!


-Há Há – riu Sirius, assemelhando-se a um cão. – Sabia que você se parecia com seu pai por alguma razão.


-Tio Sirius! – exclamou Pandora. – Você poderia nos dizer, ou não?


-Hum... Sua mãe não te disse como seria? – perguntou ele, erguendo uma sobrancelha.


-Não...


-Bem... Então, infelizmente, não vou poder contar.


-Quê? Por que não? – reclamou Sarah.


-Oras! Já imaginou que ela faria comigo, sem falar no Tiago! – riu-se o homem, vendo que nenhuma das três crianças acreditava em sua desculpa esfarrapada. –Isso e o fato que é divertido demais ver vocês tentando descobrir como vai ser.


-Tio Sirius – exclamaram Sarah e Pandora, (Padrinho! – reclamou Harry.)


-Vocês vão se divertir mais desse jeito, acreditem – disse Sirius sorrindo. – Mas te aconselho uma coisa, Harry. – e olhou por cima dos ombros antes de acrescentar. – Eu prepararia uns feitiços defensivos contra dragões, mas não conte ao seu pai, ele ia ficar louco se soubesse que estou dando dicas...


-D..Dragões? – gaguejou Harry, perdendo toda a cor do rosto.


-Ah! Pan, sua mãe está te chamando para ir embora. – disse Sirius, fingindo não ouvir Harry.


-Já? Eu queria ficar mais! – reclamou a menina.


-Você bem podia dormir aqui, né? – perguntou Sarah esperançosa.


-Hum... Acho difícil, vou pra casa da minha vó, minha mãe ajeitou tudo já, mas de qualquer jeito segunda nos vemos.


As garotas se abraçaram e desceram as escadas ainda conversando, com um Harry muito preocupado atrás, e um Sirius divertido as guiando.


Eliza já estava no pé da escada esperando quando Sirius chegou acompanhado das três crianças. Os adultos se despediam de Eliza enquanto Sarah e Pandora se despediam, prometendo se ver logo. Quando Eliza chamou a garota mais uma vez, ela abraçou a amiga e beijou Harry no rosto.


Agora que a mala estava pronta, os irmãos se esparramaram na sala para o que restava de tempo juntos, depois do jantar Tonks se levantou se despedindo dos demais, seguida por Remo.


-Por que você não fica Remo? – perguntou a mulher.


-Como assim? – respondeu-lhe Remo surpreso.


-Bom... É o primeiro filho do Tiago, e sabe o Sirius vai ficar, por que não vão vocês três juntos, Os Marotos, acho que seria muito bom vocês fazerem isso juntos – concluiu ela sorrindo docemente.


-É... Mas, eu vou com você... o Teddy e bom.... – gaguejava Remo.


-Eu posso aparatar sozinha, e francamente adoraria ficar, se pudesse ficaria com certeza, fique. – e dando um selinho no marido foi embora.


-Hum, seria muito problema eu dormir aqui Pontas? – perguntou Remo completamente sem jeito.


-Claro que não, Aluado.


Assim enquanto Lily subia para por Harry e Sarah para dormir, Tiago começou a montar o sofá. Sirius e Remo o ajudaram, logo os três estavam sentados nos sofá esperando Lílian voltar com os cobertores.


-Aqui Sirius. Já estão até cheirando a você. – disse Lily, passando os cobertores ao amigo.


-Sabia que tinha sentido cheiro de cachorro molhado...


-Ah! Cala boca seu veado! – disse o outro, atirando uma almofada em Tiago.


-Aqui os seus, Remo. – continuou Lily, ignorando os outros dois. – Eu gostei muito da Tonks, ela é mesmo uma pessoa maravilhosa.


-Ãh... Muito obrigado Lily! Ela é realmente... Mas ainda acho que ela merecia alguém melhor.


Lílian suspirou e se sentou de fronte ao maroto, observando mais atentamente, suas olheiras estavam escuras e seus cabelos bem salpicados de fios brancos; e ela podia jurar que ela estava mais pálido.  Não que Remo fosse uma pessoa com aparência saudável, mas talvez fosse isso que a deixa-se preocupada, ela estava acostumada com o semblante cansado do amigo, mesmo assim ele parecia esgotado.


-Você acha mesmo que ela encontraria alguém melhor que você?


-Claro Lily! Qualquer um...


-Não, você tem um problema, mas num significa que qualquer um seja melhor que você!


-Lily...


-Não, Remo! Você está sendo teimoso, é algo muito sério, mas não significa que você não seja normal ou que seja a pior pessoa do mundo! É só um ‘problema peludo’!


Depois dessa Remo caiu na gargalhada, Sirius e Tiago tinham o costume de dizer que ele tinha ‘um problema peludo’ , mas Lílian sempre fora mais séria e se recusa a se referir ao fato de Remo ser um lobisomem como ‘um problema peludo’. Era realmente engraçado ouvi-la falando assim.


-Desculpe-me Lily... Foi meio inesperado, te ouvir chamar isso de problema peludo.


-Sem problemas, Remo. Mas pense bem no que te falei. – disse a ruiva, sorrindo e dando um beijo na boceja do amigo – Sirius, você pode parar de tentar matar meu marido para nós podermos ir dormir?


-Oi? Ah... Certo Lily. – respondeu ele, removendo a almofada que estava usando para sufocar Tiago. Fazendo isso os dois se levantaram, Tiago extremamente emburrado se postou do lado de Lílian, enquanto Sirius se levantou e deu um beijo na bochecha da mesma, bem demorado. – Boa noite ruivinha!


-Menos cachorro, bem menos, ou você vai pro capacho! – ameaçou Tiago.


-Oh! Não fica com ciuminho não veadinho! Ainda te amo! – disse Sirius, bagunçando – ainda mais – os cabelos de Tiago e se jogando no seu sofá cama.


-Boa noite Sirius, Boa noite Remo, até amanhã – disse Lílian puxando Tiago pela mão.


-Boa noite, Aluado. Tchau pulguento! – falou Tiago do pé da escada.


Logo o sono venceu as pessoas na casa dos Potters, todos dormiam tranquilamente na casa. O dia seguinte traria consigo uma mudança grande, porém era o tipo de mudança que se anseia.


Na manhã seguinte o caos se instaurou na casa, embora a mala de Harry estivesse pronta, parecia que Lílian sempre achava faltar algo, e não importava quem fosse que a contrariasse teria que agüentar sua ira, o que nesse caso significaria surdez temporária. Sendo assim Tiago acordou Sarah e a arrastou para a cozinha junto com Sirius, que também estava fugindo de Lily.


-Pontas, eu sinto muita pena de você. – falou Sirius, observando as escadas, apreensivo.


-Ah! Que isso, é só porque o Harry está indo pra Hogwarts, acho que a minha ruivinha está assustada, afinal ele só vai voltar nas férias... – disse Tiago, no que ele pretendia que fosse um tom displicente.


-Você também está preocupado, Pontas? – disse Remo sentando ao lado de Sarah, que dormia curvada sobre o tampo da mesa. – por que a Sarah não está na cama?


-Achei que a Lily ia ficar mais irritada e acordá-la aos berros, então a trouxe para baixo.


-Entendi, e a minha pergunta?


-Bom sabe como é né... Primeiro filho, hum, ele vai ficar longe... É um pouco assustador, vocês entendem né... – disse Tiago, com um sorriso enviesado.


Sirius e Remo riram um pouco.


-É claro Tiago – disse Remo tranqüilizando o amigo.


-Ai ai .... Vocês com essa vida adulta de vocês! É por isso que é bom ser o Tio legal, num passo por essas neuroses. – brincou Sirius.


-Ah, mas um dia vai passar.


-Que praga em Tiago!


-Vamos? Antes que nos atrasemos – disse Lily, aparecendo com Harry, que tinha um tom meio verde surgindo pelo rosto.


-Você vai mandar ela trazer sempre uma carta né ? – disse Sarah se pondo de frente para a o irmão, antes de entrarem no cara.


-Vou sim, o nome dela é Edwiges.  – disse Harry, entregando a coruja para o pai e se sentando do lado de Sirius, logo em seguida vieram Sarah e Remo.  A viagem não demorou muito, mas foi bem animada.


Os seis andavam pela plataforma alegremente, na hora de atravessar a plataforma. Sendo assim primeiro foram, Lílian, Harry e Tiago foram primeiro, encostaram conversando tranquilamente na parede, e deslizando para o outro lado.


Quando eles estavam colocando a mala de Harry no bagageiro, Remo, Sirius e Sarah se juntaram a eles, um pouco vermelhos e ofegantes.


-Um grupo de trouxa parou em frente a barreira e ficou discutindo onde estaria a plataforma 11, francamente! – contou Sirius a Tiago.


Então Harry desceu de seu vagão, abraçou a irmã e a mãe, primeiro, depois foi até os Marotos, que sorriram como um só ao olhar o garoto se aproximar.


-Ah! Dá até saudades! – disse Remo olhando de uma ponta a outra do trem.


-Não se esqueça da dica, hein?! – comentou Sirius.


-Ah! Seu cachorro você andou dando dicas? Agora ele já sabe dos feitiços! – falou Tiago fazendo birra.


-Então é verdade? – perguntou Harry assustado.


-Ah! E não se esqueça de honra a fama dos Marotos. – disse Sirius.


-Mande nossas lembranças a Mimi. – completou Tiago.


-Mas é verdade sobre os dragões????


-Dragões? – perguntou Lily, chegando e olhando severamente para os Marotos – que dragões, filho?


-Nada não Lily! – apressaram-se a dizer Tiago e Sirius.


-Hunf! Sei... Enfim, não importa, não se preocupe Harry, você não vai ter que matar dragões ou coisa parecida na sua seleção...


-E como ela vai ser? – perguntou o garoto esperançoso.


Lily guiou até o vagão, enquanto o último apito soava, e o pôs na cabine fechando a porta. Quando o filho se pendurou na janela, ela lhe beijou a testa.


-Acho que vai ser mais divertido descobrir na hora. – concluiu Lily sorrindo – bom ano letivo, nos vemos nas férias, comporte-se.


-Tchau Harry! Venha pra casa nas férias! – pediu Sarah, ficando nas pontas dos pés para segurar a mão do irmão.


-A gente se vê filho – disse Tiago, bagunçando os cabelos de Harry. – mostre pra eles!


-Divirta-se Harry! – disse Remo, acenando com a cabeça pra ele.


-Não de sossego para os sonserinos! – brincou Sirius, antes de levar um tapa de Lily.


Assim com mais um apito o trem começou a se movimentar, Harry ficou na janela acenando enquanto a sua irmã corria atrás do trem acenando, a última coisa que ele pode ver foi a Sarah sorrindo para ele e acenando, a partir dali tudo seria novo. Ele estaria em Hogwarts, a escola da qual seu pai, seu padrinho e tio Remo falavam tanto, ele estava ansioso e apavorado ao mesmo tempo, se ao menos ele pudesse ter algum amigo, como Sarah teria, para ir com ele a Hogwarts, mas ele conheceria outros garotos, faria amigos, como seu pai e seu padrinho se conheceram e se tornaram tão amigos...

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