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4. Capítulo IV


Fic: Stardust.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Poderíamos até chamar de final feliz, caso a história tivesse chegado ao seu final. Como já era de se esperar, as quatro garotas que fizeram seus pedidos a uma estrela cadente tiveram seus desejos realizados e estavam felizes, o que era o objetivo inicial do nosso misterioso objeto luminoso incandescente que caiu do céu.


Nada mais e nada menos do que elas pediram, a estrela cuidou de todos os detalhes. As garotas não quiseram nem saber ou questionar esse clima mágico, só deixaram que ele se manifestasse e trouxesse o que elas queriam.


Mas nem tudo na vida é um mar de rosas e eu espero que elas tenham aproveitado bastante, uma vez que acabou a hora de aproveitar.






Capítulo IV
Nosso ainda-não-final feliz


 


 
Quem vos fala: Lílian Evans
Hoje, 12 de janeiro, Segunda-Feira
Onde: Cama


- Só mais cinco minutinhos – resmunguei para minha mãe.


- Eu não sou a sua mãe, espertona. – ouvi alguém dizer e levantei num pulo, assustada demais para falar. O que a Marlene estava fazendo na minha casa???


O que a Dorcas, a Emmeline e a Marlene estavam fazendo na minha casa??????

PORQUE EU NÃO ESTOU NA MINHA CASA?


Pisquei duas ou três vezes para me certificar que estava vendo direito. Talvez eu tivesse levantado muito rápido e não tivesse dado tempo do fluxo de sangue pro meu cérebro normalizar e eu esteja vendo miragens, confundindo minha mãe com a Marlene.


E o meu armário com a Emmeline e a Dorcas.


Perfeitamente normal.


Esperei alguns segundos para voltar à realidade. E foi um choque muito grande perceber que eu já estava na realidade.


Olhei ao meu redor, eu não estava no meu quarto e a Marlene não era minha mãe!


- VOCÊ NÃO É MINHA MÃE! – berrei por instinto e Marlene revirou os olhos. – O que? Porque eu estou na sua casa, Dorcas?? Eu tenho certeza absoluta que ontem eu havia dormido no sofá vendo a sétima temporada de Charmed!

- Não, Lílian, eu não sou sua mãe. – concordei, mas ainda não entendia porque elas estavam junto comigo em um quarto que não era o meu – mas devia ser.


- Não, parece que dormimos todas aqui e não lembramos. Talvez estivéssemos bêbadas demais para lembrar que viemos para casa da Dorcas – Emmy disse, mas ela não aparentava acreditar muito no que dizia.


- Ok... – acenou Dorcas com a cabeça, claramente confusa.


- Vamos, não é tão ruim assim. Quer dizer, o primeiro porre e eu nem estou com dor de cabeça! Café da manhã? – Lene disse, soando mais convincente que as outras, e indo tomar café.


- Isso ainda é muito estranho – resmungou Dorcas, acompanhando-a.


Olhei para Emme e ela pra mim. Nós também não entendíamos nada, mas a única coisa que seria possível agora era tomar o café da manhã.


E reclamar, pois do contrário do que Lene disse, eu tinha dor de cabeça.




Estávamos indo a pé para escola. Alguma coisa me parecia estranhamente familiar. Ao entrarmos pelo portão reparamos que, definitivamente, alguma coisa aconteceu.


Quer dizer, ninguém nos notou! Ninguém, nem uma alma penada. Ninguém olhou na nossa direção! Não que muita gente olhava, mas pelo menos recebíamos algumas ameaças murmuradas ou olhares que fuzilavam.


Nos entreolhamos por uns momentos e Lene deu os ombros, sorrindo e indo para a aula de alguma coisa, não me lembro do quê.


- Vou ver o Remus, beijão – Dorcas diz, mandando beijos e indo para a área das mesas do pátio.


Emmeline me deu um sorriso sem graça e foi, suponho, ver o Edgar. Ok, ok. Eu também tenho alguém para ir ver.




Tive a visão do paraíso! Meu JJ, lindo e não-loiro.[?]


Como eu poderia pensar em coisas estranhas que acontecem comigo se o meu namorado – sim, ele é o meu namorado! – estava ali na sua famosa pose de galã na minha frente?


Pensando bem, eu TIVE A VISÃO DO INFERNO! QUEM ERA AQUELA ABRAÇADA NELE? AHM? AHM?


- James! Quem.Era.Aquela? – vim correndo e perguntei, estressada. Ele me olhou assustado e hesitou por um momento. Isso é tão injusto, porque ele estava se agarrando com umazinha na minha frente? Será que ele cedeu às exigências da Petúnia??


- Eu te conheço? – ele disse e eu senti uma pontada no peito. Opa. Isso não deveria estar acontecendo. Senti minha respiração ficar desregulada e tive certeza que não era por um bom motivo.


- Jay! Primeiro dia de aula e já pegou duas? Eu não acho isso nem um pouco bonito! – disse Sirius. COMO ASSIM PEGOU DUAS? COMO ASSIM PRIMEIRO DIA???


Eles devem ter visto que eu estava prestes a ter um AVC porque logo Sirius me segurou pelo braço e olhou para mim preocupado.


- Você está bem? – ele disse, enquanto James estudava minhas feições. Precisei pegar ar duas ou três vezes para responder.


- Estou sim. – respirei fundo de novo – Sirius, que dia é hoje?


- OOOOLHA – ele disse bem alto, alegremente – a ruivinha já sabe meu nome! Hoje é dia 12, segunda-feira, boneca. Se quiser meu telefone e o meu endereço estarei à sua disposição...


Ok, eu preciso ir para enfermaria.


- C-c-om li-licença. – sai dali a passos largos, respirando fundo. Inspira. Inspira. Inspira.


Depois de alguns passos e muita dor de cabeça eu encontrei um banco. O sinal havia batido mas eu não estava nem um pouco a fim de ir para a sala de aula. Ai. Senhor. O. Que. Aconteceu. Aqui?


Talvez além da suposta bebedeira de ontem eu também tenha injetado/ingerido drogas.


Isso está indo além dos limites da minha compreensão. Eu preciso de lógica JÁ.


Escondi meu rosto nas mãos enquanto, em vão, tentava me concentrar em algo que não fosse o que eu havia acabado de presenciar.


Senti alguém colocando a mão no meu ombro e rezei internamente para que fosse James com um sorriso bobo no rosto dizendo: ‘Desculpe, queria ver se você caía!’.


Ou fosse algum tipo de apresentador maluco de um programa de pegadinhas.


Para a minha completa decepção eu vi Dorcas, que estava mais branca do que o de costume. Percebi que ela estava tão espantada que nem reparou que perdera um brinco e seu rabo de cavalo estava um pouco bagunçado.


Algo me dizia que a situação que ela passou foi um tanto pior que a minha.


Ah, droga. Eu não estava ficando doida.



Quem vos fala: Dorcas Meadowes
Hoje, 12 de janeiro, Segunda-Feira
Onde: No pátio da escola, com Lílian


Ok, aquilo não havia acontecido e eu estava, na verdade, alucinando. Claro. Esse tipo de coisa não acontece. Quer dizer,                           Remus não me deu um anel a toa e, e...


Eu não estava usando o anel.


Ok, eu só tinha que respirar um pouco que isso iria passar. Sempre passa.


Alguma coisa me dizia que isso era bem real. E o rosto assustado de Lílian também me dizia isso. Ela me olhava com compreensão. Percebi, ao chegar, que ela estava com o rosto enterrado nas mãos e isso não devia significar nada bom.


- Primeiramente, que dia é hoje? – disse, depois do choque. Lílian suspirou.


- Que dia eu acho que é hoje ou que dia me falaram que é hoje? – ah, isso não é nem um pouco bom. – Dia doze, dorc. Primeiro dia de aula.


O que diabos aconteceu????


- O que aconteceu com você e o Remus? – ela perguntou, com um pouco de pesar na voz.


- Além de eu abraçá-lo por trás e tentar agarrá-lo? Na frente de um monte de gente? E ele me chamar de doida? Nada. – revirei os olhos, lembrando da cena pavorosa que eu vivi. Porque, me digam, porque eu não coloco a droga de um calendário no meu quarto???


Ou olho a data no celular? Será possível que eu não reparei que, estranhamente, tinha voltado no tempo?


Lílian ia em contanto o que aconteceu com ela enquanto eu imaginava o que Emmeline e Marlene tinham passado. Hoje, definitivamente, não é o melhor dia de todos.


Nunca confie em coisas brilhantes que caem do céu.




Lílian mandou mensagem para Marlene e para Emmeline para nos encontrarmos na biblioteca. Me dei o luxo de matar a aula – embora seja contra meus princípios – graças ao meu abalo emocional.


Eu podia jurar que minha cabeça estava rodando e que eu havia acabado de achar o coelho do ‘Alice no país das maravilhas’ quando as meninas chegaram.


- Eu juro que vou arrancar a cabeça dele! – disse Lene, aumentando o tom de voz.


- SHHHHHHH! – ouvimos a bibliotecária dizer.


- Eu estou oficialmente traumatizada e vou crescer complexada, sério.


Sentamos numa mesa no fundão para que pudéssemos conversar mais. Eu e Lílian contamos o que passamos primeiro e logo Marlene disse também:


- Eu cheguei no banheiro feminino, apreciem a ironia, e encontrei o Sirius agarrando uma menina no banheiro. Esfreguei os olhos cerca de cinco vezes até a garota fazer um ‘ca-ham’ tão alto que Sirius também voltou sua atenção a mim. Ele olhou para ela, olhou para mim e depois voltou a beijá-la! Eu quase enfartei! Saí da sala com raiva e trombei com o professor de saúde. Foi quando ele sorriu e disse se eu estava animada com a ‘volta às aulas’.


- Respira. – Emmeline disse, ao ver que ela estava falando muito rápido.


- Eu assisti às primeiras aulas – ela disse, depois de pegar ar. – Aí quando eu recebi sua mensagem eu resolvi vir. Encontrei a Emmeline no caminho e ela me contou o que rolou com o Edgar.


Emmeline assentiu.


Cara, isso não está nem um pouco certo!


- Sem Sirius... – Lene refletiu. – Já posso me matar?


- A próxima coisa que vier do céu e cair perto de mim será imediatamente exterminada – Lílian disse.


Nem os sete mandamentos da Adriane Galisteu vão me tirar do fundo do poço. Não depois do que o Remus fez. Mesmo ele não estando ciente do nosso estado de ‘namorados’. Eu preciso de chocolate.


- Bem. Acho que o meu não foi pior que o da Dorcas – disse Emme, me dando um sorriso sem graça. Ela me faz sentir muito melhor sério. – Eu encontrei com o Edgar e o abracei e distribuí vários beijos pelo seu rosto. Ele sorriu e disse: ‘Quem é você?’. O que me fez quase cair de susto e sair correndo dali. E eu ainda estou esperando ouvir o meu despertador, acordar e arrumar minhas coisas para o Edgar me buscar para a escola.


- Eu não admito viver um sonho lindo e acordar com um baque, não mesmo! – ela resmungou, fechando os olhos. Ela ainda deve, de alguma forma, estar se concentrando para ouvir o barulho do despertador.


- Será que eu entrei em coma pela bebedeira e isso aqui é tudo miragem? – disse Lene, desenhando círculos na mesa.


- Miragem conjunta? – resmungou Lily, que futricava os cadernos em busca dos ‘James ♥ Lílian’ que ela vivia escrevendo nos cadernos.


- Espero que sim. – suspirou Emme.


O próximo sinal bateu e eu resolvi ir para aula. Eu já havia matado o suficiente. Dei tchau para as meninas e fui seguindo para fora da biblioteca. De longe ainda pude ouvir elas conversando e Lílian resmungar:

- ‘Depois daquela viagem’??? Eu já li isso. Que droga. Onde está o ‘Mais que uma princesa’??






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Quem vos fala: Emmeline Vance
Hoje, 12 de janeiro, Segunda-feira
Onde: Biblioteca da escola


 


- Emmeline, disfarce um pouco, por favor. Daqui a pouco a senhora Dorothy vai vir aqui te tirar daí. Você não pode dormir na biblioteca – Lene murmurou para mim. Eu havia afundado em uma das poltronas da biblioteca e não estava com muita vontade de sair de lá.


Marlene fingia que lia uma revista ‘Galileu’ enquanto Lílian rabiscava alguma coisa no caderno. Suspirei.


- Eu não consigo mais ficar aqui, vou indo.


- Você vai entrar no meio da aula? – Marlene perguntou, sem tirar os olhos da revista. Acho que ela não estava fingindo ler.


- Não, vou ficar passeando por aí e falar que sou novata e perdida, caso perguntem. Além de vocês ninguém sabe da existência nessa escola mesmo...


Peguei minha mochila e fui andando quando percebo um livrão grande com a capa amarela na estante. A estante estava catalogada como ‘variados’ e eu estranhei. Peguei ele e voltei para a mesa das meninas.


- É como eu sempre digo – Lílian disse, esboçando um sorriso – mate aula na biblioteca!


A bibliotecária fuzilou-a com o olhar enquanto eu sentava e abria o livro. O nome era ‘Magicalidades e outros temas’. Isso soava tão Hogwarts que me dava vontade de rir.


Era como um dicionarião de coisas mágicas.


- O que é isso aí? – Lily perguntou enquanto eu só apontava para o livro e continuava a procurar o artigo que eu queria.


Será que eu vou achar ‘estrela cadente’?


- Magicalidades e outros temas? – Lene leu em voz alta depois de levantar a capa do livro para ler. – Isso soa tão... Hogwarts.


- SHIIIIU.


Cara, alguém tem que falar para a Senhora D que isso é realmente irritante. Eu vou dizer para ela aonde ela vai enfiar esses ‘SHIIIU’.


Revirei os olhos.


E


Estrela cadente: As estrelas cadentes são raras, na verdade.  Elas costumam realizar pedidos temporariamente. Dizem as lendas que elas só dão meios de se conseguir o que quer e mostrar a realização final, logo voltando para o estado inicial. Poucas pessoas realmente tiveram seus pedidos atendidos e muito poucas foram as que perceberam essas propriedades. Ninguém ainda entende as estrelas, uma vez que elas atuam de várias formas...


- AI MEU DEUS! – berrei e logo tampei a boca. Nossa. NOSSA.


- TÁ DOIDA?- Lílian gritou de volta, assustando.


- Silêncio, gente! – resmungou Lene, me encarando.


- As três, fora. – disse Dorothy, apontando a porta da biblioteca. Lílian me olhou e eu teria uma súbita vontade de rir se o que eu acabasse de ler não tivesse sido tão crucial para a minha situação.


Eu apontei para Lene e Lily a porta de fora e sai correndo, logo elas vindo atrás de mim.  Preciso comentar isso com alguém, agora!


Ao chegarmos no pátio eu joguei minhas coisas sobre um banco e olhei para elas. Como eu iria contar isso, basicamente?


- Ficou doida? O que foi aquilo na biblioteca? – Lílian perguntou, olhando para mim sem entender.


- As estrelas cadentes realizam pedidos temporariamente!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! – eu disse! Finalmente um pedaço de compreensão, senhor!


- Quê? – elas disseram junto.


- As estrelas cadentes realizam pedidos temporariamente! Eu li naquele livrão de capa amarela, eu li agora! Nossa, nossa! – eu dizia, balançando as mãos freneticamente.


- Calma, calma! – Marlene me segurou me parando. – Me explica isso direito.




- Não está mais aqui – eu disse, decepcionada.


Depois do episódio, Marlene me arrastou até a biblioteca enquanto Lílian foi tirar a Dorcas da sala de aula, de alguma forma.


- Estranho, tem certeza que leu aquilo? – ela perguntou, desconfiada.


- Não, Marlene, eu inventei aquilo tudo e tenho problema de cabeça – respondi estressada e revirando os olhos. – Claro que eu tenho certeza! Você viu o livro!


- SHIIIIIU – ouvimos a bibliotecária resmungar.


Juro que se eu ouvir isso de novo vou jogar um livro nela.


- Vamos embora, então. Alguém deve ter pego este livro. Provavelmente vai devolver em uns três dias, era uma espécie de dicionário,certo? Então ninguém vai demorar.


Fiz uma careta. Espero que sim.


Estávamos saindo da biblioteca quando Lílian chega correndo com Dorcas, que está com o rosto vermelho e inchado. De tanto correr, suponho.


- Temos.um.problema. – Lílian disse pausadamente e voltou seu olhar para Dorcas.


- Você está bem? – perguntei à Dorcas, com cautela.


Ela balançou a cabeça negativamente e eu já podia até adivinhar quem estava envolvido nessa história.


Ai, como se já não tivéssemos problemas demais pela frente.





Quem vos fala: Marlene McKinnon
Hoje, 12 de janeiro, Segunda-feira
Onde: Caminho de casa


Estava bom demais para ser verdade, claro. Eu nem sei por que eu acreditei nisso, para início de conversa. Quer dizer, o que eu tinha na minha cabeça para fazer um pedido a uma estrela cadente?


E ficar aproveitando depois que ele se realizou?


Eu devia ter feito uma macumba para agradecer a estrela ou sei-lá, agora eu estou sem meu suposto namorado e vou ter que fazer exercícios de física e matemática de novo.


E eu demorei tanto para fazer aqueles.


Voltando ao assunto, devia ter uma solução para isso. Não é possível que isso aconteceu, quer dizer, isso é cientificamente impossível.


Eu arranjar um namorado daquele porte também sempre foi cientificamente impossível.


Ok, ok, voltando ao foco.


Bufei. Ok, eu não consigo voltar ao foco. Não quando eu estou passando na frente da Ice’s e vendo que o Sirius está com alguém e esse alguém não sou eu.


E agora que eu parei para reparar, esse alguém não é a menina de hoje de manhã!!!!!


Eu devia ter acreditado na Emmeline desde a primeira vez,tsc tsc. Vamos lá, estrela sacana. Porque o cara mais lindo ever tem que usar seus poderes sedutores para o mal e para tentar mocinhas inocentes? E porque ele não pode disfarçar um pouquinho, um pouquinho só?


Eu já estou imaginando a quantidade de corações partidos por Sirius Black.


Arg! Como eu queria ele de volta!


Claro que, eu também poderia arquitetar um plano malvado com poções mágicas e fazer do Sirius o meu escravo amoroso – para não falar outra coisa.


Mas eu sou totalmente contra relações baseadas em mentiras... – não que isso tenha me impedido de viver numa mentira antes.


Lancei um último olhar para Ice’s e me assustei, uma vez que eu tive a leve impressão de que ele estava me olhando. Depois de olhar direito eu percebi que nem estava.


Quer dizer, quem beija de olhos abertos? Quem beija daquele jeito de olhos abertos?


Ótimo, agora eu sou paranóica e egocêntrica. O que me faz pensar que ele estaria olhando para mim ao invés de se concentrar naquela loira boazuada que ele está, praticamente, em cima?


Voltando a rota, voltando a rota.


Olhei mais uma vez pelo canto do olho e vi Justin – o menino de 12 anos que trabalha na sorveteria – acenando freneticamente para mim.


Fingi de égua e andei mais rápido. Por favor, esse menino tem uma paixonite por mim e ela tem que acabar.


E isso é sério.


Isso, eu posso chegar em casa e fazer todos os deveres que, para o meu desespero, eu já sei quais são pelas próximas duas semanas.


Tudo bem, tudo bem. Em outra dimensão - ou o que quer que seja – eu estaria sentada com o Sirius fazendo outros tipos de atividades.


Mas eu vou sobreviver.




Depois de uma tarde cansativa adiantando todos os deveres de casa para que eu tivesse mais tempo de fazer nada resolvi ligar o computador e entrar no MSN.


Evans acabou de chamar sua atenção!


Nossa senhora! Essa Lílian me ama, fato. Eu acho simplesmente incrível o fato de que ela não consegue sobreviver sem mim.


Lene – Abaixo-assinado contra asteróides que caiam na Terra right now! says:
O que fooooi sua desesperada?


Evans says:
você-sabe-quem. Está. Aqui.


Lene – Abaixo-assinado contra asteróides que caiam na Terra right now! says:
O Lord Voldemort? Hahahahhahahhah


Evans says:
Para de graça, sua vaca. Eu estou falando sério. O James está aqui e ele ainda acha que eu sou louca. O que eu faço??



Alguém aqui conhece o ditado ‘perco a amizade, mas não perco a piada’?



Lene –
Abaixo-assinado contra asteróides que caiam na Terra right now! says:
Cuidado para ele não te matar, Lílian. Ouvi dizer que ele não tem dó. Quer que eu chame o Moody?? Hahahahaha


Evans says:
Eu devia é ir pedir ajuda para Dorcas, sua desnaturada. Eu estou numa situação CRÍTICA.


Lene – Abaixo-assinado contra asteróides que caiam na Terra right now! says:
Já entendi, já parei. Ok, você está numa situação crítica. O que quer que eu faça?


Evans says:
Já disse que te amo hoje?


Lene – Abaixo-assinado contra asteróides que caiam na Terra right now! says:
Lá vem...




E, incrivelmente em exatos vinte minutos eu já estava de mala e cuia na porta da casa da Lílian, uma vez que ela alegou que não podia ficar sozinha com a Petúnia e aquele monte de gente, fora o fato de que ela já tinha terminado de ver todas as temporadas de Charmed.


E eu ainda não sei por que eu estou aqui. Quer dizer, ela me trocaria por Charmed fácil se ela já não tivesse visto todas as temporadas.


Mas é para isso que servem as amigas, para tirar você do conforto de sua casa e levar direto para outro lugar para fazer companhia...


Eu já posso ser canonizada, obrigada.


- Vamos, entre, entre! – disse ela, abrindo a porta de supetão e me puxando para dentro. Subiu a escada pé ante pé, tentando fazer o mínimo de barulho possível.


- Alguém já te disse que você não é o James Bond e não precisa ficar andando sem fazer barulho?


- Silêncio! – ela disse, espiando pela escada o andar de cima e saindo correndo para o quarto. Claro, claro. Se ela não fosse minha amiga eu falaria que ela é retardada.


Andei o mais lentamente que eu pude e quase pulei de susto quando eu vi o Black no quarto que estava com a porta aberta. PORQUE O BLACK ESTÁ AQUI?


Comecei a correr para o quarto – sem me importar se estavam vendo ou não – e fechei a porta atrás de mim.


- O Black está aqui? O BLACK ESTÁ AQUI? – eu disse, quase gritando para ela e ela deu os ombros. Como ela faz isso comigo? – ele estava aqui na ‘última vez’ ou está tudo mudando?


- Não me faça perguntas difíceis, na última vez eu nem fiquei aqui em cima.


Falando em ‘última’ nós parecemos duas loucas completas, fato.


- Como que você me traz para a armadilha desse jeito? E AGORA? Lílian, vou embora t.t – eu resmunguei, já cogitando juntar minhas tralhas.


- Vai mesmo? E se o maníaco estuprador de menininhas te pegar? Hein? E aí? Quem vai te ajudar? Sua mãe não vai vir te buscar aqui e eu sei disso. – ela disse, espiando pela janela o que eu suspeitava ser mais gente tocando a campainha.


Ok, tudo pode se resolver se nos trancarmos no quarto e não sairmos até que alguém grite fogo, certo?


TOC TOC


- Não atende, Lílian – sussurrei, mas era tarde, ela já estava abrindo a porta.


- Olá. Não achei que teria alguém aqui... – ouvi aquela voz grave muito conhecida – você poderia emprestar os seus travesseiros?




N/a: Como diz Vanessa, não era uma estrela cadente e sim a graça da Anna caindo. Acho que a graça dela tem propriedades realizadoras de desejos, e você, nessão? Anyway, eu só queria informar que o capítulo quatro foi pequeno e demorou porque o capítulo cinco é o que interessa[?] e eu estava custando a chegar nos quinhentos. O cinco não vai demorar e ele vai ficar lindo, juro *o*. Own, ficou tão cuti cuti esse capítulo. Ele é minha vida[?]. Anyway, eu sei que ninguém mais lê isso aqui além da Vanessa (que é a beta, ou seja, ela tem que ler) mas tudo bem (Y).
Beijos,
Chel Prongs


N/b: Aposto seriamente que foi a graça da Anna, fala sério, só ela seria muito vadia pra fazer essas coisas acontecerem e então sumirem do nada. Aposta quanto Chelga? UAHSUAHSUAHSUA ADORO!  Eu amei esse capítulo, ok? Amei mesmo, ta espetacular. Falomesmo! Quero o próximo logo Chelga, trate de escrever! E pessoas comentem viu, gosto de todo mundo comentando q.


Beijos, Vanessa.


 

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