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16. Capitulo 16


Fic: A Caricia do Vento. - Concluida - Dramione


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Hermione enfrentou ousadamente seus atacantes.


 


- Sei como podem conseguir muito mais dinheiro - falou calmamente. - Compreendem! Mucho dinero.


 


Sua declaração foi recebida em silêncio. Todos olhavam para ela, sem alterar a fisionomia. Os dois homens haviam interrompido a sua aproximação.


 


Hermione percebeu que lhes prendera a atenção.


 


- Mucho dinero - repetiu.


 


Os dois homens recomeçaram a andar na direção dela. Um deles era alto, o rosto nas sombras da aba larga do chapéu. O outro era baixo e atarracado, um sorriso debochado nos lábios.


 


- Meu nome é Hermione Granger  - começou de novo, ignorando o fato de que seu nome fora legalmente trocado para Wealey. - Meu pai é muito rico. Pagaria um bocado de dinheiro se eu fosse de volvida para ele, incólume. – a castanha enfatizou a última palavra. - Pagaria um bocado de dinheiro.


 


Ninguém pareceu impressionado pelas palavras dela. O seu olhar correu pelos cavaleiros, ricocheteando para longe das feições magras e duras de um deles, o moreno. O instinto lhe dizia que era o mais perigoso do bando.


 


- Um de vocês aqui tem que entender o que estou dizendo., - Uma nota raivosa e desesperada soou em sua voz. - Meu pai pagaria um dinheirão para me ter de volta.


 


Hermione percebeu a ironia da sua desgraça. Estava nesse fim de mundo, casada, e agora viúva por causa da ambição de Ronald Weasley pelo seu dinheiro. No momento, talvez a única chance de sobrevivência dependesse desse dinheiro.


 


Uma voz baixa falou qualquer coisa em espanhol, interrompendo-lhe o fio do pensamento. Buscou rapidamente com os olhos o dono da voz serena.


 


Era o cavaleiro magro e moreno, que a olhava com as pálpebras semi-cerradas, o cavalo batendo com as patas no chão, inquieto.


 


Uma segunda voz fez Hermione girar depressa a cabeça.


 


- Quanto?


 


Vinha do homem alto e de ombros largos que se acercava dela. Hermione viu-se fitando um par de olhos verdes límpidos, frios e sem emoção. O sotaque fora inconfundivelmente americano.


 


- Você é americano - exclamou a castanha, quase arquejante.


 


Ele ignorou a observação.


 


- Quanto o seu pai pagará?


- Milhões - assegurou-lhe. - O suficiente para todos vocês, desde que não me machuquem de forma alguma.


 


Sem tirar os olhos dela, dirigiu algumas frases em espanhol por cima do ombro, para os que estavam atrás. Era, obviamente, uma tradução da resposta. O olhar dela dirigiu-se para o cavaleiro que falara primeiro, para ver o efeito que suas palavras tinham produzido nele. Suas feições bem-feitas eram uma máscara impenetrável. Falou de novo na mesma voz baixa, e a atenção de Hermione voltou-se para o americano.


 


 - Quem é o seu pai, e onde moras? - perguntou secamente.


- O nome dele é Vicent Granger, e mora em Austin, Texas - ela respondeu simplesmente, sabendo que não tinha nenhum motivo para florear.


- Nunca ouvi falar dele - foi a resposta indiferente.


- Duvido que vocês tenham sido convidados para as mesmas festas. - Seus olhos dourados de felino percorreram significativamente o bando de seqüestradores. - Não fazem parte dos mesmos círculos.


 


O homem deu uma risadinha e não traduziu o que dissera. Aproximou-se dela. Hermione forçou-se a não vacilar quando ele estendeu a mão e tocou na fazenda da sua blusa. Ele cheirava a poeira, suor e cavalo.


 


Visto de perto, Hermione pôde perceber vestígios de uma beleza juvenil por trás da barba por fazer e das feições endurecidas pelo sol. Tentou calcular a sua idade, mas as rugas da experiência tornavam o cálculo difícil. Podia estar na casa dos trinta, mas a castanha teve a sensação de que era mais moço ainda.


 


Os olhos verdes a percorreram de alto a baixo, não deixando passar nada; no entanto, Hermione não se sentiu perturbada pela inspeção minuciosa.


 


- Roupas caras - observou ele.


- Foi o que meu pai achou quando pagou por elas - respondeu Hermione, para reforçar a sua posição de herdeira.


 


Sorrindo de leve, ele largou a blusa e segurou lhe as mãos, erguendo-as para examiná-las. Focalizou a atenção na aliança de ouro.


 


- Ele? - indicou com um gesto de cabeça o cadáver de Ronald Weasley.


- É - admitiu Hermione. - Meu nome de casada é Hermione Granger Weasley. Estávamos na nossa lua-de-mel.


- O que estavam fazendo aqui? - perguntou.


- Disseram a Rony que havia um atalho pelas montanhas. Estavamos tentando encontrá-lo quando o carro enguiçou.


- Não é este - falou ele.


 


Sem alterar a posição, disse algo em espanhol. A voz baixa e familiar que respondeu causou um murmúrio de dissensão no grupo. Hermione prendeu a respiração ao olhar para as expressões em desacordo. A disputa terminou com a nota firme de autoridade na voz baixa.


 


- Está com sorte - falou o americano. - O chefe acredita na sua história. - Embora os cantos dos seus lábios se curvassem para cima, não havia calor algum no sorriso. - Sabe que há meios de descobrir se o seu pai realmente tem dinheiro, não sabe?


- Não estou mentindo - respondeu Hermione calmamente. - Acha que mentiria?


- Poderia - disse, sacudindo a cabeça -, para salvar este seu lindo pescoço.


 


Soltando uma de suas mãos, virou-se para pegar uma pequena corda de um dos cavaleiros. O gesto pareceu um sinal para os demais recomeçarem a pilhagem.


 


- Não há necessidade de me amarrar - insistiu Hermione, enquanto ele prendia a corda num dos pulsos.


- É só uma precaução.


 


Apertou a corda e enrolou-a também no outro pulso.

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