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26. Angel of Death


Fic: O Paladino de Hogwarts - Cap 35 on. Escrevendo o 36...


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              Algumas semanas de tranqüilidade se passaram. Masako havia voltado ao normal, apesar de os alunos demonstrarem um medo ainda maior dela. Alguns dias depois do combate, uma série de fotos de origem desconhecida foi divulgada, mostrando Vanessa na forma híbrida, pulando para defender Masako na forma demoníaca. Pietro era mostrado com todos os seus três metros de altura enquanto Mitkov estava somente com uma espada em chamas. Eram fotos que foram tiradas assim que os Aurores chegaram. Mitkov era claramente o mais fraco, o que não aumentava a simpatia dos alunos por ele. Vanessa logo reconquistou todos os amigos, fazendo demonstrações de suas transformações. Pietro se negava a ficar se mostrando na forma verdadeira, por questões de comodidade, mas mostrou a todos que ele não havia mudado e continuou a ter a maioria de seus amigos. O único que pediu a Masako para ver sua forma demoníaca passou uma semana trancado na enfermaria com pesadelos terríveis. A oriental havia apenas fitado o garoto em silêncio, seus olhos ficando negros no processo.


              O meio do ano e o conseqüente fim do semestre se aproximavam rapidamente. Amaranth retornara duas semanas depois do combate e estava mais próxima de Mitkov do que nunca, para a fúria de Vanessa e Masako. Amaranth possuía alguma coisa que impedia a corvina de verificar o que ela pensava e isso a deixava muito frustrada. Ainda mais do que Vanessa. Pela primeira vez na vida, Mitkov via Masako se comportando emotivamente. Ela não gostava de Amaranth e não explicava o porque. Alleria se comportava estranhamente perto de Amaranth também. Alguma coisa acontecia e Mitkov não sabia explicar o que. Ele só sabia que ele e Alleria se encontravam escondidos pelo castelo quase todas as noites. Com freqüência eles passavam a noite na Sala Precisa, o que fazia com que Masako o olhasse com um desprezo que não conhecia. Vanessa nem mesmo suspeitava dessa freqüência, por mais que os boatos corressem na escola.


              Mitkov treinava com um afinco quase sobrenatural, gastando o seu tempo livre igualmente entre os amigos e Alleria. Os sonserinos finalmente admitiram um namoro. Dois dias depois Vanessa apresentava o namorado aos amigos. Somente Masako estava só. E se isolando cada vez mais. Mitkov ganhava os duelos de forma impressionante sempre que Alleria estava perto. Masako encerrava todos os duelos por nocaute. Eventualmente, ela simplesmente soltava um impacto mental tão forte que colapsava a mente do oponente e ele passava uns dias na enfermaria. Vanessa derrotava seus oponentes com relâmpagos e uma única vez, se transformou em lobo para imobilizar o inimigo. Pietro raramente usava magia, simplesmente empurrando o oponente para fora do palanque.


              Tudo seguia de forma confortável. Tudo parecia normal e no lugar. Até mesmo os ataques estavam diminuindo, o novo General dos Aurores marcando forte em cima da Quimera. Até os jornais vincularam uma notícia. A bruxa presa não era a Leoa. Ela fora encontrada morta em Azkaban, o signo pessoal do Dragão Negro brilhando no céu um dia depois da descoberta. O Profeta lançou com estardalhaço um manuscrito que foi enviado por uma mulher que se identificou como a última do Bando. Ela foi presa mas assim que chegou a Azkaban, o símbolo do Lobo brilhou sobre o lugar e a bruxa não se encontrava mais em Azkaban. Os aurores não sabiam explicar o que tinha acontecido. No manuscrito publicado pelo Profeta estava escrito:


 


A Leoa ainda ruge. Minhas pragas estão sendo testadas e maturadas em diversos pontos do mundo. Tanto  do Novo quanto do Velho Mundo. A Quimera irá abrir suas asas e mostrar todos os dentes. A vingança virá rápida e veloz para o Guerreiro do Norte. Ele e seu grupo de aberrações irão pagar o preço por terem mexido com a Segunda do Bando. A Leoa protege suas filhas. O Dragão Negro e o Alpha da Matilha juntam forças. Por mais insidioso que seja o Dragão, eu, a Primeira Leoa, vou acertar onde ele nunca foi...


 


              Mitkov ficou um tanto quanto preocupado quando viu aquilo. Seu falcão cortou os céus, pedindo para sua mãe viajar para o mais longe possível. Felizmente ela tinha uma viagem à negócios para os Estados Unidos. Convenceu ela a contratar alguns guarda-costas. Usou o pouco que sobrava da influência de sua família para conseguir que ela fosse acompanhada de um Auror. Ela ria, dizendo ser desnecessário. Ela não era uma Holopainen de sangue, mas tinha passado tempo o suficiente com os psicóticos guerreiros e suas missões auto-impostas para saber se defender bem o suficiente sozinha. Mas aceitou fazer a vontade do filho. E foi acompanhada. As semanas se passavam com uma lentidão surpreendente até uma quarta feira. No dia anterior, Masako não aparecera o dia todo. Na janta, ela havia se aproximado de Mitkov e falado simplesmente:


              - Amanhã... – e se afastado sem dizer mais uma palavra, ignorando as perguntas de Mitkov e de Vanessa.


              O profeta diário de quarta feira havia publicado na matéria de capa ou pequeno bilhete, que segundo eles, havia sido recebido exatamente à zero hora do dia de hoje.


 


 


“Hoje, a Leoa”


 


              Masako estava ainda mais pálida do que de costume. Mesmo Vanessa, que nunca havia demonstrado medo, olhava para os lados, desconfiada, passando o dia com os amigos. Pietro não sorria e nem brincava, soltando suas piadas habituais. Mitkov estava claramente esperando alguma espécie de ataque, sua varinha sempre na mão. Ele não dormira e nem treinara. Mal se alimentava direito. Todos os amigos estavam sentados na mesa da Sonserina. E ninguém ousava reclamar com ele. Mitkov não viu Alleria na mesa, mas não estanhou o fato. Eles tinham passado a noite juntos na Sala Precisa. E Mitkov a havia deixado cansada por não conseguir dormir...  Masako parecia abalada e isso o estava deixando nervoso. O dia parecia seguir sem problema nenhum. Até a hora do almoço. Mitkov sentiu seu estômago gelar quando as pessoas seguiam para o jardim. O céu estava com um estranho brilho alaranjado. Um brilho que Mitkov já conhecia. Um brilho que indicava um ataque da Leoa. O sinal no céu era ligeiramente diferente, mas já era conhecido que as Cabeças da Quimera tinha sinais particulares, o que incluía poder ocultar sua Marca de Grupo, o equivalente novo da Marca Negra. A escola se reunia, fazendo um círculo que ocultava alguma coisa do grupo de Mitkov. Eles só se separaram durante as aulas. E só pelo tempo necessário. Mesmo Mitkov havia chegado em cima da hora nas aulas.


              Tomado pelo medo, Mitkov começa a caminhar lentamente. Vários rostos se viraram para ele. Não traziam desprezo ou medo como era de costume. Mostravam algo que Mitkov não conseguia associar a ele. Algo que ele sentia pelos outros, não os outros por ele.


              Pena.


              Eles abriam espaço para ele andar, levando-os ao centro do círculo. Uma mão o segura e quando ele olha para trás, Masako olhava para ele, pálida como nunca antes, um tom amarelo doentio em sua face. Ela balançava a cabeça em uma muda negativa, mas ele insistia. Queria saber o que tinha acontecido. A oriental o solta, relutantemente, O tempo estava nublado como o humor de Vanessa. Pietro parecia cansado. Quando Mitkov conseguiu romper o círculo dos professores que mantinham os alunos distantes, ele sente que o chão havia sumido.


              Seus joelhos batem no chão. Seus olhos teimavam em mostrar aquela cena. Felizmente a cena estava embaçada por alguma coisa em seus olhos. Ele passa a mão no rosto, mas não compreende o por que de sentir água. O tempo parecia ter ficado mais devagar. Alguém tentava puxa-lo mas ele não conseguia se mover. Ainda estava procurando a chuva que molhava seu rosto. Por mais que seu rosto teimasse em se voltar para o chão.


              Alleria estava no chão. Seu rosto contorcido em um espasmo eterno de dor. Várias feridas pustulentas estouravam em seu corpo. Ela ainda estava com o uniforme. O cheiro pútrido das feridas nauseava Mitkov. Uma de suas mãos vai ao chão. Tudo o que ele havia comido pela manhã volta com força. Mesmo sem sentir a chuva, seu rosto se molhava. Sua vista embaçada. A pele levemente queimada de sol. No tom que ele adorava, tinha grandes manchas negras. O sangue que escorria sem força das feridas era negro. Contaminado. O cabelo liso que no dia anterior tinha um cheiro tão agradável, estava caído em tufos. Os olhos castanhos que olhavam para ele de forma tão carinhosa estavam injetados de sangue. Mitkov vomita novamente. Somente bile.


              A boca... Aquela boca que há poucas horas havia lhe dito... Havia lhe dito pela primeira vez... “Eu te amo.” Estava ferida e manchada de sangue. Uma nova onda de horror e remorso lhe invade quando ele se lembra que quando ela falou isso, ele não respondeu. Ele simplesmente sorrira. Não havia dito a ela que a amava. Há poucas horas. Ele não havia respondido à altura. Alguém lhe toca. Um toque diferente de Alleria. Um toque diferente do que ele queria. Não conseguia se aproximar do corpo inerte da sonserina. As mãos firmes, mas delicadas de alguém o levantam. Ele abraça a pessoa, afundando o rosto no peito dela. Só sabia que era mulher. Talvez fosse Vanessa ou Masako, mas elas havia ficado para trás. Poderia ser uma professora...


              Ele se afasta lentamente da cena, e então finalmente percebe que não era a chuva que lhe molhava o rosto. Eram lágrimas. Ele estava chorando. O choque de descobrir isso não foi nem próximo do choque de ver o que viu. Tentava arrancar a imagem de sua mente, mas a imagem de Alleria parecia gravada em sua retina. Ela se confundia com lembranças de tudo o que já passaram juntos. Como se seu lado inconsciente quisesse lhe mostrar boas lembranças, mas tudo o que seu lado consciente encarava era tudo o que perdera. Lembrou da festa à fantasia... De todas as vezes que estudavam juntos... De todas as vezes que se encontraram pelo castelo... De todas as vezes na Sala Precisa... De todas as vezes... E as lágrimas teimavam em continuar vindo.


              A pessoa que lhe conduzia o senta em algum lugar, e suas mãos escondem o rosto, o corpo se convulsionando em soluços cada vez mais doloridos. Quando começara a soluçar? Não sabia dizer. Sentia seu coração doendo. Sentia que tinha perdido uma parte de sua vida. Uma mulher que poderia ser sua companheira. Uma pessoa que lhe deixava tão feliz quanto seus amigos... Uma companheira...


              Sua mente estava confusa. Tentando assimilar tudo o que acontecia. Onde estava o inimigo? Ele queria vingança. Queria matar o inimigo. Queria matar a Leoa. Queria destruir ela. Tortura-la. Queria arrancar tudo o que pudesse dela. Ou simplesmente causar dor. Toda a dor que ele sentia. Ele precisava descontar em alguém. Inspirava profundamente, tentando retomar o controle, mas o controle não vinha.


              Vários minutos depois ele ergue a cabeça das mãos e vê Amaranth. Não fora Vanessa ou Masako. Nem mesmo alguma professora. Era Amaranth. Ela estava chorando também. Não tanto quanto ele, mas estava. Ele estava cansado. Como se tivesse corrido por horas sem parar. Como se tivesse passado a noite toda com Alleria. Dor. Esse pensamento doía. Ele balança a cabeça, tentando afastar Alleria de seus pensamentos, mas isso também doía. Sentia seu rosto inchar lentamente. Sentia seus olhos secando, o parco alívio que as lágrimas davam, desaparecendo conforme elas acabavam. Sobrando somente o desespero. A solidão.


              Amaranth sentava-se do seu lado. E o abraçava. Pela primeira vez um abraço lhe trouxe conforto. Ela passa a mão em seu cabelo, e ele deita no ombro dela. A voz doce de Amaranth ecoando levemente em seus ouvidos. Cantando em sérvio. Cantando para ele dormir. O cansaço finalmente o vence e ele dorme, um sono agitado repleto de pesadelos dolorosos. Preso em uma espiral decadente de horror, incapaz de acordar. Com a esperança de que tudo não passava de um pesadelo. Um pesadelo terrível.


              Não era um pesadelo. Mitkov acordou na Ala Hospitalar. Tinha uma cama levemente separada das demais. A cortina estendida lhe dava privacidade. Paz. Ele volta a chorar, em silêncio, as lágrimas renovadas durante o sono. Mas dessa vez ele consegue se controlar. Consegue conter a tristeza com promessas de vingança. De vingança sangrenta. Ele ouve um barulho próximo e percebe que havia alguém sentado de forma desconfortável do lado dele. Na parte de fora da cortina. Vê quando a pessoa acorda e abre uma fresta tímida na cortina. Ao ver que ele estava acordado, a lufa entra, sem fazer barulho.


              - Está melhor? – ela praticamente sussurrava.


              - Um pouco- mente ele. Estava tudo gravado a fogo na sua cabeça. A lufa passa a mão nos cabelos de Mitkov, fazendo um carinho leve no rosto dele, tentando conforta-lo. Ele se levanta da cama e ela o abraça forte. Ele retribui. Estava começando a gostar de abraços. O faziam se sentir seguro. Amaranth o confortava.


              Pouco depois, os dois descem, Mitkov sendo liberado pela enfermeira. O rosto dele endurecido, determinado a não mostrar fraqueza. A não mostrar a dor que sentia. A não dar para a Leoa mais motivos para rir. Ele iria matar a Leoa. Iria matar todos do Bando da Leoa. E todos que o impedissem de faze-lo.


              O Castelo parecia estar vazio. Talvez fosse um horário de almoço. Ele olha para o céu por uma janela. Ele tinha dormido por um dia inteiro. Precisava voltar a treinar. Tinha um novo objetivo na vida. Precisava encontrar o pai e matar a Leoa. Ele caminha lentamente, acompanhado por Amaranth. Assim que chegam ao Salão de Entrada, ele vê duas pessoas que ele não conhecia, mas pareciam familiares. A Diretora conversava com eles em voz baixa. Ambos choravam. O homem abraçava a mulher, tentando conforta-la por mais que chorasse também. A Diretora parecia tentar consola-los. Mitkov desce lentamente as escadas, tentando se lembrar o por que dos dois serem familiares. Até que a mulher levantou o rosto e olhou para ele. Ela gritou algo ininteligível e o homem levantou o rosto. Quando ele gritou, Mitkov associou o por que de eles parecerem familiares. Já os tinha visto em fotos. Nas coisas de Alleria. Eram os pais dela. Se ele se sentia mal, não era nem mesmo capaz de imaginar como aqueles dois se sentiam.


              - Você matou minha filha! – O pai gritava, enquanto a Diretora tentava conte-lo. Do Salão Principal, começaram a aparecer alunos e professores. A mãe de Alleria chorava, murmurando coisas desconexas.


              - Eu avisei a ela que os Holopainen eram amaldiçoados. Eu avisei a ela... – Não parava de repetir que tinha alertado a filha. O professor de feitiços trazia um sorriso confiante no rosto, conversava com os pais da sonserina. Explicava que Mitkov não tinha culpa. Que os Holopainen eram uma família honrada que tinha a infelicidade de fazer mais inimigos do que podia suportar. Dizia que a culpa era da Leoa. Enumerava as pessoas que o grupo de Mitkov já tinha ajudado a salvar. Do quanto eram especiais.


               E nada disso adiantava. O pai falava que ele não tinha sido capaz de salvar a filha dele. Que não tinha vigiado direito. E Mitkov concordava em silêncio. Sabia que ele estava certo. Sabia que era culpa dele. Seu rosto permanecia impassível. A diretora se aproximava para tira-lo de perto dos pais que procuravam culpa-lo. Mas Amaranth estava mais próxima e já estava fazendo isso. Mitkov somente sussurrava que Alleria seria vingada.


              Os dias depois desses se passavam rapidamente. Mitkov não demonstrava novos sinais de choro nem de luto. Não na frente dos outros. Ele havia canalizado toda a dor para caminhos mais produtivos. Estava treinando com mais afinco do que nunca. Seu corpo encontrando forças na dor. E a dor era atenuada quando ele dormia, exausto demais sequer para sonhar. Quando ele percebeu que nos dias que ele estava mais cansado ele não sonhava, começou a pegar ainda mais pesado. Em alguns dias chegava a dormir assim que chegava no Salão Comunal, não tendo forças nem para chegar na cama. Seus duelos eram os mais violentos. Ele sempre fazia com que o oponente se ferisse e fosse para a enfermaria. Espada e Magia. Holopan e Varinha. Masako tinha chegado a ponto de diminuir sua velocidade e violência, desviando levemente os golpes que poderiam ser fatais. O professor de Feitiços incentivava Mitkov, dando-lhes oponentes de séries superiores. Mas mesmo esses não eram páreo para ele.


              O tempo que ele passava com os amigos era o tempo que ele os obrigava a estudar. Eles avançavam mais rápido do que os professores e mesmo sem Alleria para guia-los, eles passavam matérias do ano seguinte. Mitkov e Vanessa dominavam feitiços cada vez mais avançados, desenvolvendo também seus poderes elementais. Os treinamentos físicos também seguiam com rigor, mesmo Pietro tentava desenvolver sua força. Vanessa não estava nem um pouco satisfeita com a proximidade crescente entre Mitkov e Amaranth, então incentivava os treinos. O tempo que Mitkov passava treinando era um tempo longe de Amaranth.


              Quase um mês depois Mitkov já estava normal. Ou pelo menos, estava ainda mais frio do que antes, só se abrindo com o grupo. E com Amaranth. Masako detestava isso. E pela primeira vez, se uniu com Vanessa, tentando descobrir segredos da garota. Qualquer coisa que pudessem usar contra ela, mas o passado dela era uma incógnita. Masako não conseguiu descobrir nada demais. E a proximidade somente crescia. Os boatos logo começaram a correr, a foto tirada depois do combate usada como prova. A vida de Mitkov era acompanhada com receio. Todos achavam que Amaranth estava se envolvendo com alguém errado e falavam isso para ela. E ela falava isso para Mitkov. Quando finalmente, faltando uma semana para o fim das aulas e passados quase quatro meses do assassinato de Alleria, Mitkov falou com ela que os boatos eram verdadeiros, e que ele estava começando a se deixar envolver, ela o abraçou forte, coisa que somente ela fazia, e o beijou. Na última semana, eles passaram um bom tempo juntos. Mitkov não se sentia muito confortável dando amostras de afeto, mas ele se deixava abraçar com frequência. E eventualmente andava de mãos dadas com Amaranth.


              Vanessa e Masako tentaram se unir para evitar isso, mas não conseguiram. Mitkov tinha achado outra companheira. Uma pessoa que estava ao seu lado quando acontecesse algo de bom ou algo de ruim. Mitkov estava deslumbrado. Amaranth simplesmente o beija. E o abraça. Ele nunca gostara de abraços, mas com ela ele se sentia seguro. Se sentia protegido. Sentia como se o ataque à Alleria nunca tivesse acontecido. Ela o fazia se esquecer da dor de perder o seu primeiro amor...


 

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