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1. friday


Fic: Friday Dr&Hr


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Come out upon my seas


Cursed missed opportunities


Am I a part of the cure?


Or am I a part of the disease?


 


- Sabe do que você precisa, Mi? – Gina falou convicta. – De um homem de verdade. Aquele com pegada mesmo.


- Você tem razão, Gina. Cansei desses mesmos que se fazem de ‘romantiquinhos’ e no final não valem o que comem. Pelo menos que seja um que não valha nada logo de cara!


- E você deveria ir atrás de um desses agora mesmo!


- Agora? – Hermione se assustou.


- É, agora. Pelo amor de Deus, Mi, é sexta-feira. Imagina a quantidade de homens gostosos e solteiros por aí numa noite de sexta-feira.


- Gina, controle-se. Você é casada!


- O que os olhos não vêem o coração não sente. – Gina falou e logo depois arregalou os olhos. – Não conte ao Harry que eu disse isso! – falou em desespero fazendo Hermione rir.


- Mas sabe, Gina, você tem razão. Vou sair por ai em busca de sexo selvagem. E, promessa, farei com o primeiro cara que eu encontrar. – disse indo ao banheiro para retocar a maquiagem.


- Uau, que radical. – Gina gritou para a amiga.


- Correção, o primeiro homem bom o suficiente para isso. – disse, fazendo a ruiva rir, e abrindo a porta do apartamento da mesma dando de cara com Harry Potter. – Mais uma correçãozinha? Bom o suficiente e que não seja marido da minha melhor amiga.


- Bom o suficiente para que? – perguntou Harry curioso dando um beijo na testa de Hermione e logo depois um selinho demorado em Gina.


- Para ter uma noite de sexo selvagem. – respondeu Gina, fazendo Harry arregalar os olhos.


- Hermione, nunca achei que você fosse desse jeito. – Harry comentou um pouco corado.


- Você também pensaria assim se tivesse 25 anos e nunca tivesse tido um relacionamento de verdade.


- E onde um sexo selvagem por uma noite garante o relacionamento duradouro?


- Não garante, é só para descontar o estresse. Melhor eu ir à caça, beijinhos! – Hermione mandou beijos no ar e deixou lá uma ruiva risonha e um moreno com cara de assustado.


- Não a julgue, Harry. Ela só está carente.


- Carente? Eu to achando que ela não quer carinho nenhum hoje. – Harry disse num tom malicioso.


- Eu também não. – Gina falou com uma inocente malicia, dando uma piscadela e indo para a cozinha.


Harry, com cara de bobo, a seguiu, claro.


~


- Onde posso arranjar um cara bom o suficiente nessa cidade? – Hermione falava consigo mesmo, enquanto andava pelas ruas. – Vinte e cinco anos, sem namorado, cinco meses sem sexo... é não é a toa que eu não sei onde arrumar um cara para uma noite.


Pegou o celular na bolsa discando rapidamente o número de Gina, que demorou um século para atender. E quando atendeu parecia ofegante.


- Gina, você está bem? Você está ofegante. Estava correndo de novo?


- Não exatamente. – a ruiva respondeu com um sorriso e logo em seguida um ‘Harry, para!’


- Ah, ow, ow, foi mal. Vou falar rapidinho! Onde posso encontrar um cara bom o suficiente para fazer sexo a noite inteira?


- Não era sexo selvagem?


- Não precisa ser selvagem, só precisa ser a noite toda. Já que amanhã é sábado e eu não preciso levantar cedo. Então, onde eu encontro?


- Pelo amor de Deus, Hermione! Estamos em Nova York, há caras assim por todos os cantos. – ‘Harry’ e mais risos.


- Daria para vocês pararem de fazer isso um instantinho?


- Já paramos graças a você. – ouviu Harry falar. – Agora se nós dá licença! – tu, tu, tu, tu.


- Cachorro! – gritou para o telefone e depois o jogou na bolsa com raiva. – Como é possível uma pessoa ser tão inútil!?


Hermione seguiu andando. Uma hora teria que chegar a algum lugar movimentado o bastante. O que não demorou muito para acontecer.


~


Aquele ambiente tinha um aspecto londrino. A não ser pelo movimento. Os pubs londrinos, apesar de sempre cheios, pareciam ser mais calmos. Mas a ultima coisa que Hermione precisava agora era de um lugar calmo. Ela queria algo agitado, cheio de pessoas desconhecidas.


Olhou timidamente pelo lugar e seguiu até o bar. Um barman simpático veio atendê-la. Pediu o clássico martini de maçã, só para começar.


- Granger? – ouviu seu sobrenome ser pronunciado.


- Sim? – virou-se para (re)conhecer quem a chamava e não pôde evitar a cara de susto. – Malfoy?


- O mundo é realmente pequeno, não? – ele deu um sorriso, e Hermione notou ser um sorriso bem sedutor.


O que fez com que ela passasse os olhos pelo rapaz. Ou deveria dizer homem?


Os mesmos cabelos loiros do colegial, mas agora mais curtos. Os mesmos olhos cinzas e sombrios, porém profundos, coisa que ela só reparou agora. Mesmo sentado parecia estar mais alto. Os ombros agora estavam largos e o suéter claro marcava o peitoral definido.


Draco não deixou de notar o olhar da morena sobre si. Soltou mais um de seus sorrisos sedutores, que fez Hermione vacilar.


Começou a reparar na garota, crescida agora. Os mesmos cabelos castanhos, só que não tão enrolados, apenas ondulados. Os olhinhos castanhos e doces, cílios grandes, que lhe davam um olhar completamente sedutor e inocente ao mesmo tempo. O casaco apertado dava à Draco a possibilidade de imaginar as curvas que existiam embaixo dele.


Hermione percebeu que Draco a observava, atentamente. Mexeu-se envergonhada no banco e soltou um pigarro, tirando Malfoy de seus devaneios.


- Mas então, o que faz em Nova York?  - ele perguntou curioso.


- Vim pra cá depois que nos formamos no ensino médio. E você?


- Vim para uma palestra. Um doutor amigo meu dará uma palestra aqui e me convidou a vir junto.


- Hum. – ela murmurou. Era estranho conversar com ele. Afinal, nunca se deram bem no ensino médio. Ele sempre fora um daqueles garotinhos bobos que sentem prazer em irritar todas as garotas. Apesar disso, não deixava de ser um dos garanhões do colégio.


- E o que faz da vida aqui? – ele iniciou a conversa novamente.


- Trabalho com edição e revisão de textos. – ponto.


- Interessante. – ele notou que ela cortava o papo. – Qual é Hermione? Somos crescidinhos agora. As birras do colégio acabaram, certo?


Hermione corou. Estava sendo infantil, tinha que concordar. O colegial acabara há quase sete anos.


- Desculpe-me. – pediu envergonhada. – E você, no que trabalha?


- Sou médico. Ortopedista. – respondeu, rindo depois da cara que Hermione fez. – Que foi?


- Você estudou medicina? Por quê?


- Ué, era uma coisa que sempre quis fazer. Por que o espanto?


- Não sei. Sempre te imaginei como um empresário ricaço, ou um advogado fodão.


- Modéstia parte, eu sou ricaço e sou fodão.


- E continua o mesmo, não é?


- Sem mais birras, Granger. Foi uma brincadeira. – Malfoy disse, fazendo Hermione rir.


- Certos costumes nunca morrem, Malfoy. Sinto muito.


Após mais alguns martinis por Hermione e doses caras de whisky por parte de Draco, o assunto parecia não se esgotar. O que causava estranhamento para ambos. Nunca imaginaram que tivessem tanto para conversar.


Hermione bateu o olho no relógio e notou que já se passava da meia noite. E notou também que ainda não tinha conquistado o propósito que tinha quando saiu às oito da noite da casa da amiga e vizinha.


- Você precisa ir embora? Ou estou te chateando? – Draco perguntou. – Você não tira o olho do relógio.


- Não, é que está tarde.


- Amanhã é sábado. Você trabalha aos sábados?


- Não.


- Então não há com o que se preocupar. – Draco deu um sorriso. – Mas se preferir... podemos ir até o hotel que estou hospedado aqui. Serviço de quarto 24 horas.


Se já não bastasse eles estarem tendo o maior papo, Draco assustou Hermione novamente com um convite inusitado.


- Foi só um convite. – Draco se justificou diante da cara de pânico da morena.


- Tudo bem.


- "Tudo bem", o que? "Tudo bem" você aceita, ou "tudo bem" da minha explicação?


- Tudo bem da sua explicação e tudo bem, eu aceito.


Draco não podia negar que ficou totalmente surpreso com a resposta da morena. Não apenas surpreso, mas também secretamente feliz.


Levantou-se pendurando o casaco no braço. Hermione o seguiu. Pagaram a comanda na saída do pub e seguiram silenciosos para a calçada.


O ar parecia mais gélido agora, as madrugadas sempre eram mais frias, e Hermione tremeu. Draco, num gesto cavalheiro, colocou seu casaco comprido nos ombros da morena que agradeceu com um sorriso.


Andavam vagarosamente pela calçada relembrando alguns momentos do colégio e dos colegas, se imaginando o rumo que cada um havia tomado. Contou para Draco sobre Gina e Harry, e ele pareceu um pouco surpreso em saber que Harry havia se casado com Gina e não com ela.


- Sempre achei que vocês iam ficar juntos.


- Não, Harry e eu não temos nada a ver juntos. Gina sempre foi doida por ele. E eles fazem um casal impressionante juntos. Mas eu tive um caso com o Rony durante o colegial. – Hermione confessou.


- Disso eu nunca fiquei sabendo.


- Quase ninguém ficou. Apenas o Harry e a Gina. Foi coisa de semanas. Aí nos formamos e ele começou a namorar Luna Lovegood. Sabia que ela é modelo agora?


- É, a vi em alguns anúncios de perfume. Mas, se me permite dizer, não posso acreditar que o Weasley trocou você pela Lovegood.


- Trocar não seria a palavra apropriada.


- Mesmo assim. A Lovegood nunca bateu bem dos pinos.


- O Rony também não. Eles se completam. Estão juntos há quase cinco anos. Mudaram-se para França, onde ela tem contrato com uma marca cara de perfume, do qual eu nem faço idéia do nome.


Até chegarem ao hotel o assunto girou em torno de Pansy que logo depois do colegial ficou grávida e hoje já tinha quatro filhos. E Neville que havia se casado recentemente com uma jornalista que conheceu na sua última viagem para o Havaí.


Hermione pôde perceber nitidamente que Draco realmente tinha dinheiro. Nem todo mundo podia pagar um hotel cinco estrelas daquele. No saguão do hotel, uma Starbucks que se encontrava fechada devido ao horário. O quarto de Draco ficava nos últimos andares. Gentilmente, ele pediu que Hermione ficasse à vontade enquanto pedia chocolate quente e marshmallows para ambos.


O quarto era bem espaçoso. A cama king size do lado direito, os sofás caros, macios e convidativos ao lado esquerdo, frente à uma TV 42’ com TV a cabo. Nada diferente, concordou Hermione, a não ser que aquele quarto pertencia, temporariamente, à Draco Malfoy.


Draco demonstrou-se muito interessado no trabalho de Hermione. Perguntando sobre todos os livros que já lera, quantos ela rejeitara, se já se arrependera de aprovar algum. Em seguida, Draco contou sua rotina médica. A mesmice de sempre, a não ser por essa semana que estava viajando.


Apesar de ser estressante, Draco gostava muito do que vazia. Afinal, como já havia dito antes, fora o que ele sempre sonhou em fazer. Era também uma pessoa viajada, fizera várias especializações em diversos países.


 O assunto parecia nunca se esgotar, mas uma hora ele acabou.


- Parece que não temos mais assuntos. – Hermione riu, e Draco a imitou.


- Talvez nós pudéssemos nos ocupar com outra coisa. – Draco se aproximou da morena, ficando extrema e perigosamente perto dela.


Delicadamente colocou uma mecha do cabelo dela atrás da orelha da mesma, e olhou profundamente nos olhos doces dela.


Hermione vacilou, pela centésima vez na noite, mas não ofereceu resistência. Havia saído de casa mais cedo com um propósito e estava prestes a conseguir. Por que impedir agora? Por que não Draco Malfoy?


Draco aproximou seu rosto vagarosamente, como se testasse Hermione, certificando-se de que ela não fugiria. Tinha passado aquela noite toda desejando secretamente poder beijá-la, ou até fazer mais do que isso.


Pode ter sido fruto da sua imaginação, mas jurava que vira o olhar de Hermione transpassar do meigo para o luxurioso.


Vendo que nenhuma resistência ia ser imposta, Draco colou seus lábios aos dela. Delicadamente pedindo passagem para sua língua. Hermione também não resistiu a isso. Levou uma das mãos à nuca do homem e puxando os cabelos dele tentou se aproximar mais, como se fosse possível.


Em instantes todo o cuidado inicial se dissolveu. Um desejo tomou conta de ambos e eles não pretendiam negá-lo. Furiosamente despiram um ao outro, sem nunca manter os lábios separados, que pareciam estar magnetizados.


Mínimas e finas peças atrapalhavam o contato físico completo. Draco carregou, meio que cambaleante, Hermione até a cama. Lúxuria. Expressa em ambos os olhares. Faíscas corriam e pulavam de um corpo para o outro.


Malfoy livrou rapidamente Hermione das peças que ainda restavam em seu corpo. Não se conteve quanto a beijar cada parte recém ou anteriormente descoberta. Cansada de conter suas sensações, já pouco contidas antes, Hermione ousava mais a cada segundo. Implorando secretamente para que ele acabasse logo com aquilo para que pudessem começar de novo.


Como se lesse os pensamentos da morena, Draco preparou-se para dar Hermione o que ela queria. Sem saber como, se lembrou da proteção, e correu, em poucos segundos, até a carteira a procura da mesma. Hermione quase não percebeu, só sabia que ele não estava perto, pois os lábios dele estavam ausentes de sua pele.


A morena sabia como era. Porém, nunca sentiu tão forte conexão com nenhum namorado anteriormente. Era a primeira vez que fazia sexo com um ‘desconhecido’. Sempre namorava por dois ou três meses antes de ceder tal intimidade. Se no começo achou que poderia se arrepender de testar o sexo sem amor por uma noite apenas, arrepender-se-ia na verdade se tivesse negado.


Não existiam mais dúvidas. Ela e Draco haviam sido feitos para isso. Darem um ao outro prazer que nunca encontraram em outra pessoa antes. Draco concordava em gênero, número e grau, mesmo que inconsciente, afinal seus pensamentos estavam longe da razão no momento. Malfoy considerava-se experiente nesse aspecto. Mas as coisas que sentia naquela noite eram incomparáveis. Hermione o surpreendia a cada novo instante.


E no ápice, ambos notaram a mesma coisa. Sexo nunca mais seria a mesma coisa depois disso.


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n/a: hey, people. uma fic dramione *------* como eu sempre quis escrever. veremos como esse capítulo será recebido e venho com o segundo rapidinho. to com pressa agora, nos falamos na próxima att. milbeijos;*


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