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4. Hogwarts


Fic: E como seria se....


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Respostas:

P.M.Blackburn: (Remo&Tiago)Aaaaahh não!!! Agora ele nunca mais vai para de se gabar! Ah, estou lisojeado, que uma dama tão distinta, linda e inteligente como vc esteja interessada em alguém tão Modesto? Eu ia dizer perfeito, Pontas, mas também sou modesto! AAHH extremamente modesto! Bom, quanto ao resto do comentário... Que resto do comentário que! Eu estou conversando com a srta. Blackburn! Então a aposto que ela adoraria minha companhia! Claro, claro , claro... Bom acho que nossa adorada autora ouviu suas sugestões, é ela praticamente se descabelou escrevendo o cap aqui, e quanto a Sarah e a Pandora, bom eu ficaria extremamente feliz de receber um coruja de Hogwarts me dizando que a criatividade dela fez...(Remo&Sirius) Eu imagino a cara da Lily ... Estraga prazeres! Apesar que Pandora ser uma encrenqueira seria inesperado... Um filha da Eliza, encrenqueira... Bom adoramos seu comentário! Apesar da sua insanidade achar essa criatura *aponta para Sirius* melhor do que meu ser Pelo menos eu num sou um veadinho saltitante pela floresta negra né? CERVOOOOO  E lá vamos de novo, continuem comentando! EI SIRIUS MEU LIVRO NÃO!


 


N/ A: Bom queria agradecer as sugestões e tudo mais me motivam muito *O* e a partir desse cap vou tentar sempre colocar capas, me digam que estao axando e ai vem o cap..







4 – Hogwarts.


 


Na casa dos Potters tudo estava calmo. Nos quartos, só havia a respiração lenta de seus donos. Era cedo da manhã, domingo, ninguém acharia que algo mudaria. Assim mesmo, sutis acontecimentos estranhos se faziam presentes.


Tiago se levantou e desceu para ler alguns documentos do trabalho.Seu cérebro, ultimamente, parecia estar no limite, tantas coisas acontecendo, as desgraças pareciam não acabar. Ele não conseguia mais deitar e dormir mais que quatro horas de sono, se levantava para checar sua família, e não voltava a dormir, enterrava-se em seus documentos, como fazia agora. Há uma semana os Lestranges haviam fugido de Azkaban, o terror parecia uma toxina, impregnava o ar, ninguém esquecia a fama do casal e  de Rasbatan, eles eram os maiores torturadores de Voldemort, além da fuga alarmante, os dementadores começavam se rebelar, a situação realmente fugia do controle.


Sentado em seu escritório, com os pergaminhos sobre a mesa, Tiago suspirou, arrepiando seus cabelos em um sinal de nervosismo. Ele puxou um pergaminho com o cabeçalho em vermelho, um desaparecimento recente, Bartô Crouch do departamento de Cooperação Internacional, era um grande problema. Bartô era um bruxo muito influente, com ele em mãos Voldemort espalharia mais facilmente seus Comensais pelo mundo. Enquanto analisava a papelada, os olhos do homem recaíram à porta-retrato sobre a mesa. Lílian ajoelhada, ele, Tiago, estava com uma perna dobrada apoiada no chão e um joelho apoiado no mesmo. Na frente do casal estavam Harry, de pé acenando para a câmera, Sarah a seu lado fazendo uma bola de neve para atirar no irmão.


Tiago pegou a fotografia e ficou observando os movimentos que seus integrantes faziam, sentindo-se mais leve que nunca observando Lily e seus filhos, às vezes ele duvidava que aquela era a realidade, eles eram bons demais. Ele colocou a mão por abaixo dos óculos e coçou os olhos, tinha que trabalhar, tinha que deter aquele maluco.


-Chega? São três da manhã Tiago, assim vai adoecer! – falou a ruiva. Lily estava parada na porta, seus braços estavam cruzados, cabelos presos em uma trança frouxa, colocada por cima do ombro direito, tinha uma expressão preocupada. Ela usava um robe por cima de sua camisola.


-Já vou querida... – responde ele sem encará-la.


-Tiago!


O moreno abaixou o rosto, e se levantou caminhando até ela.


-Pare com isso... Não adianta passar noites em claro assim...


-Mas eu tenho que deter-lo! Não quero que Harry e Sarah tenham que viver em um mundo com Voldemort!!


-Nem eu também! Mas também não quero que eles cresçam sem o pai! O pai que amam tanto!


Lílian e Tiago se encararam. Ele sabia que a esposa estava certa, acabaria doente assim, mas ele não conseguia se livra das imagens de sua família sendo torturada ou morta aos seus pés, eram essas imagens que tirava seu sono. Lily observava o marido com um peso imenso no coração, sabia o porquê de Tiago virar noite por trás de documentos e mais documentos, mas ainda sim ela queria ver seu marido sorrir levianamente como quando estavam em Hogwarts, ela queria que tudo isso acabasse.


Os dois subiram as escadas, abraçados, conversando aos murmúrios. Tentando conseguir o pouco de tranqüilidade que havia nesses tempos de guerra, deitaram-se e voltaram a dormir.


No dia seguinte Lily estava preparando o café, enquanto Tiago tentava colocar o uniforme nos filhos, que corriam pela casa. Ele não estava tendo muito sucesso.


Tiago depois de um tempo uso o feitiço convocário em Harry e segurou as calças de maneira que elas entrassem perfeitamente nas pernas dele. Aproveitando que estava segurando o menino ele colocou a blusa e os sapatos.


-Pai me faz descer as escadas levitando!! – pediu o menino.


-Só um minuto Harry. – respondi Tiago, colocando a roupa em Sarah. – Pronto vamos?- e acrescentou - Sarah que está fazendo? – perguntava Tiago a tirando do corrimão.


-Ahhh! Era meu unicórnio papai. – protestava ela.


Tiago abraçou Lílian, que após várias exclamações de dor de seu marido e sons de objetos se espatifando subira para acabar com a bagunça. Os dois ficaram abraçados por muito tempo, até que ele a beijou, como faziam no colégio quando não tinham preocupações. Quando se separam, Tiago afastou um fio de cabelo do rosto de Lily e a olhou apaixonadamente, lembrando de tudo que eles haviam passado.


-Te amo, sabia? – suspirou a ruiva.


-Sei... HARRY!!! – gritou ele, vendo o garoto voando com a vassoura dentro de casa e segurando todos os lustres pelos quais passava.


-Vivaaa!!! Pega Harry!! – dizia menina jogando uma bola de enfeite, pequena para cima.


-Olha paai!! Sou um apanhador! – o menino mergulhando para pegar o enfeite.


-Ai ai ai!! – Tiago já vendo o acidente. – Wingardium Leviosa!


A esfera pairou no ar e vagarosamente foi até a mão de Tiago, Harry ficou emburrado sobre a vassoura, mas logo desceu e ficou ao lado do pai. Sarah desceu pelo corrimão sendo pega por uma luva espectral conjurada pelo pai no fim do mesmo.


Harry foi correndo à procura da mãe, Lílian fazia o café levitar a mesa e a louça do jantar se lavar.


Mais tarde Tiago levou os filhos até a escola onde encontrou a professora de Sarah, pelo menos ele achava que fosse ela, pela cara de assustada da filha.


Chegando lá Harry correu até os amigos, Sarah tentou fazer isso, porém Tiago a segurou pelo ombro. Lançado lhe um olhar intrigado, a menina sorriu amarelo. A mulher de avental que o esperava foi em sua direção, com um expressão dividida entre a irritação e a vergonha. Tiago imaginava, segurando-se para não rir, o que seria, e desejando que não envolve-se magia, contar para Lily o que eles haviam aprontado na escola era a última coisa que ele queria fazer, não que ela não fosse saber, mas ainda sim ele sabia que haveria discussão. Sua filha olhou para o ele pedindo socorro pelos olhos.


-Sr. Potter, muito prazer sou a professora de Sarah, srta. Firmen – disse ela estendendo a mão para ele. 


Tiago apertou a mão da moça. Ela era loira, tinha cabelos cacheados, olhos castanhos, pele clara e curvas bem definidas. Ela aparentava vinte e cinco anos e era muito atraente.


-Prazer... – respondeu o moreno.


-Senhor Potter, não quero lhe atrapalhar, mas preciso falar com o senhor ou com sua esposa, o comportamento de Sarah é inadequado...


-Entendo... Escute minha mulher é cur... Médica, portanto não deve ter muito tempo, mas amanhã a tarde eu posso vir a reunião, será que não é inconveniente?


-Não, é perfeito. – respondeu a mulher com um sorriso de propaganda.


-Certo! E querida – disse ele, se ajoelhando e virando para a filha, juntando todas a forças para no sorrir para Sarah. – seja mais... comportada e discreta, certo? Não queremos a mamãe brava não é mesmo?


Sarah sorriu e abraçou o pai forte pelo pescoço. Tiago abraçou a menina, era a pequena princesa dele, e sem duvida uma marota, era complicado demais para Tiago ter que dar bronca nos filhos pelas peças que pregavam na escola, ele os admirava pela criatividade da brincadeira. Sarah deu um beijo na bochecha de Tiago e foi correndo para junto das filhas dos Dixons.


Tiago as observou por alguns minutos, depois seus olhos correram até Harry que jogava algum jogo trouxa que envolvia cartas de carros com os amigos dele. Ele sorriu para o filho que lhe acenou em resposta. Depois de um rápido aceno de cabeça para a professora ele subiu a colina com as mãos nos bolsos.


Quando chegou em casa a primeira coisa que viu foi um bilhete de Lílian no buffet da sala Tiago trancou a porta com o feitiço rapidamente e pegou o papel e o leu rapidamente, depois disso correu até a lareira e foi para o serviço.


Chegando ao átrio ele viu milhares de funcionários saindo de lareiras chegando pela entrada de visitas e de muitas outras formas. Ele caminhou rapidamente pelo átrio passou pela fonte dos irmãos mágicos e pelo guarda meio sonolento e correu para os elevadores.


-Pontas! – ouviu uma voz o chamava.


Tiago se virou e viu Sirius correndo até ele.


-Oi Almofadinhas. – respondeu Tiago sério.


-Então você ficou sabendo dos Longbotoms?


-Você também soube?


-Kingston me contou quando cheguei.


-Eu vou matar ele Sirius! Não agüento mais esse lunático!


Os dois homens entraram no elevador. Desceram até o andar do Quartel General dos Aurores. Tiago largou-se na cadeira, Sirius fez o mesmo na mesa atrás dele.


-Potter! Black! Truman quer vocês na sala dele agora...


-Que aquele velho quer agora? – resmungou Sirius.


-Não sei, vamos descobrir...


Os dois caminharam até a única pequena sala contida no Quartel General, entrando lá um velho que se assemelhava a um hipopótamo os esperava. Ele era careca, gorducho, tinha alguns fios ralos de barba. Rosto redondo e rosado com narinas enormes que no momento se dilatavam.


-Sim Sr. ?? – perguntou Tiago.


-Potter, Black, quero que vão até Hogwarts e vigiem Dumbledore... – disse Truman como se achasse tal fato extrema perda de tempo.


-Por que? – perguntou Tiago indignado.


-Porque, Potter, o ministro acredita que Dumbledore esteja agindo sob ordens de Você-Sabe-Quem, e por isso deve ser vigiado.


-O Quê? – exclamou Sirius – ele se preocupa com Dumbledore, mas deixa o Malfoy desfilar aqui como se fosse passarela?


-É claro Almofadinhas a bichinha precisa de um lugar para desfilar sua nova calcinha Prada! – zombou Tiago arrancando risadas do amigo e do chefe.


-Garotos, sabem tão bem quanto eu que Alvo não tem nada com Ele, porém precisamos manter o papel de bons cães mandados, então fiquem lá uns tempos e depois voltem, isso será bom para a Ordem, também. – explicou o velho


-Faremos isso então senhor – responde Tiago.


-Certo então Potter, e os filhos? – perguntou o velho com um olhar mais paternal.


-Aprontando... – respondeu Tiago rindo.


Após os dois passarem Sirius fechou a porta. Os dois homens foram até suas mesas e pegaram alguns papéis. Depois disso foram até o átrio pegar a lareira até Hogwarts.


Depois de muito passearem de lareira a lareira eles chegaram a sua destinação. Uma sala grande, com vários livros, algumas coisas indefiníveis e fotos de poucos estudantes.


-Oh! Potter, Black, são vocês... Truman me avisou que viriam... Um absurdo vigiar Dumbledore se querem saber. – falou a voz severa de Minerva.


-Olá para você também professora... – Falou Sirius saindo da lareira, seguindo Tiago.


-Olá Black. – respondeu ela.


-Como vão as coisas? – perguntou Tiago, serenamente observando todo o local. – em dez anos sua sala não mudou nada professora!


-Que indiscrição Potter – retrucou a mulher, mas logo sorriu. – Vocês nunca paravam de me visitar!! Espero que os filhos de vocês não façam o mesmo!!


-Haha... Olha professora pelos filhos do Tiago, a senhora pode ter certeza que não terá sossego tão cedo. – afirmou Sirius divertido.


-Oh Merlin Me dê paciência! – brincou ela. – agora vão Dumbledore os espera.


-Obrigada professora, foi uma prazer revê-la! – disse Sirius fechando a porta.


-Tchau Mimi – brincou Tiago, colocando a cabeça no vão da porta antes que o amigo fechasse a mesma.


Os dois caminharam juntos rindo, relembrando as armações que já haviam aprontado naqueles corredores. Eles passaram por vários estudantes apressados, ou em suas atividades cotidianas. Depois de andarem um tempo eles chegaram ao fim do corredor onde havia uma estatua de gárgula, da altura de uma pessoa os dois se entre olharam pensando em qual poderia ser a senha.


Pouco tempo após a gárgula se moveu, revelando uma escadaria em espiral por onde descia um homem com o dobro da altura de um homem normal e pelo menos o triplo da largura. O homem tinha um aspecto selvagem. Sua barba e seu cabelo eram desgredenhados, suas mãos eram do tamanho de tampas de latas de lixo, seus pés eram do tamanho de trenós.


-Hagrid! – cumprimentaram Thiago e Sirius felizes. – como vai?


-Thiago! Sirius! – falou alegremente o gigante, os abraçando. – bom, vocês sabem que esses tempos não são fáceis para ninguém, não é?


-É... – comentou Thiago.


-Pois é, amigão! Escuta a gente tem que falar com Dumbledore, então até mais tarde. – disse Sirius, dando um tapinha no antebraço de Hagrid.


-Até garotos. – despediu-se o gigante enquanto os dois subiam as escadas espirais.


Minutos depois eles estavam de frente para uma porta de carvalho dupla. Os dois se olharam sorridentes, lembrando a primeira vez que estiveram lá, eles haviam pendurado Ogg, o zelador ranzinza no lustre e o feito girar rapidamente, a professora McGonagall afirmava não saber o que fazer com eles e os mandou ver o diretor.


Eles se aproximaram da porta quando ouviram a voz enjoada de Malfoy do outro lado.


-Você sabe bem Dumbledore, o conselho pode retira-lo do cargo a qualquer momento. – falava Lúcio.


-Eu sei Lúcio, e sei também que você os está ameaçando, por ordem do seu “Mestre”, para que me tire daqui. – falou calmamente Dumbledore.


-Como ousa?! – interrompeu ele.


-Mas sei também que não iram fazer o que você manda pois eles sabem que os filhos deles estão mais seguros comigo aqui, e é por isso, que você está aqui, para tentar me assustar... Voldemort não lhe ensinou bem, não foi Lúcio?


-Você está gagá! – retrucou o outro.


-Se não importa, retire-se, tenho outras visitas me esperando... – respondeu Dumbledore sorrindo.


Malfoy passou pelas portas bufando, esbarrou em Sirius e desceu. Thiago e o amigo se olharam enojados. E entraram na sala sorrindo, o velho os esperava com um sorriso por baixo da barba.

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