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3. Capitulo 2


Fic: B.A.D Atitude Provocante ATUALIZADO 25,04,10


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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—O homem disparou um tiro em seu comandante.


 


Ignorando seu comentário, Hermione se apoiou no escritório de Joe e leu por cima de seu ombro. Ele estava revisando a pasta que ela tinha entregue, a qual continha o dossiê de seu último possível recruta: Harry Potter, antigo franco-atirador do Exército, agora um residente quase permanente do Fort Leavenworth, Kansas.


 


Ela não podia entender as reticências de Joe a respeito desse pequeno detalhe de que Harry tivesse sido enviado ao cárcere. Normalmente ele via um bom potencial em tudo o que lhe oferecia.


 


—Assim é isso que temos... É áspero e tem mau gênio. Anda em seu próprio ritmo e toma decisões rápidas. Está bem, estamos de acordo, disparar contra seu comandante não foi precisamente brilhante, mas todos nós fazemos estupidezes de vez em quando. Além desse pequeno e crítico engano de julgamento, soa como um recruta perfeito para o Departamento de Defesa Americana.


 


Joe a olhou divertido enquanto fechava o arquivo.


 


—Disparou em seu comandante.


 


Hermione não podia entender por que seguia obcecado com isso.


 


—E isso que mais dá? Passou inclusive o escrutínio de Gina, e sei que não tenho que te explicar que essa façanha representa uma proeza mortal.


 


—Eu seria seu comandante, Granger. Não acha que já recebi suficientes disparos no decorrer de minha carreira?


 


Ela revirou os olhos e arrebatou a pasta das suas mãos.


 


—Nunca vai superar o que aconteceu em Praga, não é?


 


Ele dirigiu a ela um olhar indignado enquanto dava uma palmada na perna.


 


—Você atirou na minha coxa.


 


Ela soprou.


 


—Foi só na parte de carne.


 


—A parte de carne... pedaço de imbecil. Um milímetro ou dois mais e me deixa sem descendência.


 


Ela agitou a mão com desdém enquanto voltava para sua mesa de metal, que estava logo em frente ao de Joe. A diferença deste, sempre escrupulosamente limpo, o dela estava cheio de catálogos, pastas, papéis e várias pequenas estátuas de Amy Brown que colecionava.


 


—Sim, sim, agradeça que estava cansada e me falhou a pontaria. — pôs a pasta em sua grande maleta negra — Agora deixa de se comportar como um menino e faça essa ligação.


 


Ele continuou olhando-a com aborrecimento.


 


—Por que quando atiram em mim diz que me comporto como um menino, e quando atiram em você se trata de uma questão de vida ou morte e de segurança nacional?


 


—Porque eu fico mais bonita com saia curta. Agora faz a ligação, Joe.


 


—Faz a ligação, Joe. — se burlou ele enquanto alcançava seu antiquado fichário de endereços.


 


Pessoalmente, ela preferia seu pequeno assistente digital pessoal, mas Joe virtualmente tinha fobia à tecnologia... odiava tudo o que fosse eletrônico. À exceção do controle remoto da televisão, e essa era uma afeição que ela nem sequer queria pensar.


 


Abriu a tampa e começou a passar as fichas.


 


—É consciente de que sou o chefe desta agência?


 


Hermione fez um som zombador enquanto abria sua gaveta de arquivos e procurava ali o resto dos papéis que tinha reunido sobre Potter.


 


—O chefinho, quer dizer. Pela manhã não é capaz nem de encontrar a chave da porta ao menos que eu lhe entrege.


 


Ele continuou folheando as fichas sem olhá-la.


 


—Só porque não sou uma pessoa de manhãs.


 


Ela o olhou com malícia.


 


—Tampouco é uma pessoa de noites. Reconhece-o, pequeno. Só tem dois bons minutos ao dia. O minuto imediatamente anterior ao meio dia e o que se segue depois.


 


Ele lançou um olhar feroz que de fato poderia tê-la assustado se ela não tivesse estado carregando uma arma de maior calibre que a sua.


 


—Sabe, poderia despedi-la. Poderia organizar as coisas para que fosse assassinada. Ou inclusive eu mesmo poderia assassina-la.


 


Enquanto ele fanfarroneava, Hermione organizava alguns dos papéis mais desordenados de sua mesa.


 


—Oh, uma ameaça horripilante. Poderia até resultar acreditável se não fosse pelo fato de que sei o quanto odeia o trabalho administrativo.


 


—Mas sei lidar com um computador.


 


Ela teve que fazer esforços para não rir. A primeira coisa que tinha aprendido anos atrás quando tinham sido companheiros na CIA, era que Joe Public preferia ser golpeado na cabeça com um martelo de pregos antes que sentar-se ante uma escrivaninha para trabalhar com um computador.


 


—Sim, bem. O que estava dizendo há dez minutos? Tira essa maldita coisa de meu escritório antes que eu atire nela. Agora faz essa ligação, caçador falso.


 


Joe lhe lançou um pedaço de papel amassado antes de marcar o número.


 


Hermione o agarrou no ar, beijou-o e logo o jogou de volta para ele.


 


Ricocheteou-lhe na cabeça.


 


Ele soltou um grunhido enquanto se inclinava para recolhê-lo, como um bom obsessivo-compulsivo e o lançava no balde de lixo.


 


—Realmente deveria despedi-la.


 


Hermione ia comentar que ela não tinha essa sorte, mas justo quando estava a ponto de abrir a boca ele começou a falar com seu contato do Exército.


 


Ela se conteve para não sorrir ante o fato de que se saiu com a sua... outra vez. Quase sempre o conseguia com Joe. Era como um grande e áspero urso em uma caverna. Dava-lhe um empurrão, ele grunhia ameaçadoramente e logo se afastava a um lado enquanto mostrava suas presas e a olhava desafiante.


 


Por outro lado, Joe só fazia aquilo por ela.


 


No fundo, ela sabia a verdade. Joe Public nunca foi fácil de convencer. Era duro, desumano e severo, um dos melhores agente que a RECUA tinha tido. Joe não conhecia o significado da palavra “brincar”.


 


O qual resultava uma lástima, tendo em conta quão bonito era. Tinha o cabelo comprido e castanho escuro e estava acostumado a levá-lo recolhido em um rabo de cavalo.


 


Seus olhos eram tão azuis que deveriam ser ilegais e seu traseiro tão magnífico que os agentes de Hollywood se lançariam para contratá-lo.


 


Ela o tinha visto sem camisa uma ou duas vezes durante alguma missão e nunca se recuperou plenamente daquela visão. Magro e firme, seu corpo podia competir com o de qualquer ginasta. E cada vez que ela o vislumbrava se sentia possuída de uma necessidade crua de lamber cada centímetro dele...


 


Hermione pôs freio a esses pensamentos... como sempre fazia. O trabalho e a brincadeira não podiam misturar-se.


 


Joe era seu ex-companheiro e, no fim das contas, seu chefe. Nunca poderia haver nada mais que isso entre eles e ela sabia.


 


Mas em seu interior, em lugares que não deveria admitir, queria muito mais que uma mera relação de trabalho com ele.


 


Escutou esse seu tom de seriedade absoluta enquanto falava com seu contato. Joe era um menino da cidade de Nova Iorque capaz de disfarçar seu acento noventa e nove por cento do tempo, mas quando tentava intimidar ou fazer-se com o controle, esse acento saía com toda sua força.


 


E havia nele algo infernalmente sexy. Embora em realidade sua voz sempre fosse sexy. Profunda e ressoante, tinha a virtude de lhe provocar calafrios que percorriam sua coluna acima e abaixo.


 


Joe desligou o telefone.


 


—E bem? —perguntou ela, ocultando o fato de que se envergonhava de admitir que tinha estado tão concentrada nele que não tinha escutado a conversação.


 


—Nos reserve um vôo para Kansas, Dorothy. Para ver se Toto sabe ladrar.


 


 


 


 (...)







Ninguém vai comentar? Capitulo três ja está pronto (:



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