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59. Corpos suados


Fic: Harry Potter e a Volta do Príncipe


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_Você está bem? Eles te machucaram? – Harry se voltou para a castanha que continuava em seus braços.


 


_Não se preocupe... – Hermione responde com voz um pouco rouca. – Me deixe descer. – Harry rapidamente o fez. – O que está acontecendo Harry? Por que Draco ira te procurar?


 


_Creio que não seja o melhor momento para você saber Mione. – Harry falou baixo, decididamente não queria explicar tudo naquele momento.


 


_E quando vai ser melhor momento Harry? Quando estivermos todos mortos? – Hermione pergunta irônica, fazendo com que Harry mudasse sua expressão.


 


_Não estou falando isso! – Retruca o homem.


 


_Que pergaminho é esse que os comensais vieram procurar aqui? – Hermione pergunta seria, ela iria fazer Harry falar, por bem ou por mal.


 


_Hermione, por favor... – Harry tenta mais uma vez, mas a fisionomia de Hermione havia mudado completamente, ela transparecia raiva, Harry não tinha outra alternativa, a não ser explicar tudo a castanha.


 


_Há anos atrás... – Harry começou após respirar pesadamente. – Draco me procurou e me entregou um pergaminho escrito pelo próprio Salazar, pergaminho no qual ditava toda e qualquer acessão de Lord das trevas, Voldemort simplesmente não decidiu se tornar Lord, isso já estava imposto a ele, deveria ter tido outros antes de Voldemort, mas tudo aconteceu de forma com que nenhum dos dois reclamasse o poder.


 


_Como assim dois? – Hermione questiona.


 


_Nesse pergaminho aparece sempre os nomes em dupla, demorei muito tempo para entender, mas isso tudo não passou de um jogo para Salazar. Dois nomes para possíveis Lord das trevas apareciam, eles deveriam duelar até a morte, e quem sobrevivesse se tornaria Lord, com poderes do próprio Salazar.


 


_Entendo...- Hermione comenta, agora toda a busca dos comensais fazia sentido.


 


_O meu nome apareceu junto ao de Voldemort, mas por algum no qual eu ainda desconheço, o meu apareceu antes de eu nascer, por isso Voldemort conseguiu se proclamar Lord, ele não sabia quem eu era para poder me matar, quando descobriu sobre a minha existência começou uma busca incessante pelo meu sangue, pois sabia que eu era o único que podia atrapalhar seus planos de dominar o mundo bruxo e possivelmente o trouxa também..


 


_E por que Draco lhe entregou esse pergaminho? – Hermione questiona tentando entender, e Harry continuou a explicação.


 


_Logo após a então morte de Voldemort, dois novos nomes surgiram no pergaminho, e um deles era o de Draco, que conseguiu ter acesso a esse pergaminho no tempo que era ainda era comensal da morte. O outro nome é de um tal Dimitry Sogur, Draco não queria se tornar Lord, descobriu da forma mais cruel o que a arte das trevas trás, não queria passar por algo parecido e também não queria que esse tal dominasse, e por isso me entregou o pergaminho, se Sogur não descobrisse que podia se proclamar Lord com a “desistencia”de Malfoy, então tudo se acabaria, até que novos nomes aparecessem no pergaminho.


 


_Voce tem idéia de quem é esse Dimitry Sogur? – Hermione pergunta interessada e logo vê a cabeça de Harry fazer um aceno em sinal de negativo.- Precisamos descobrir quem é, para que possamos ficar o observando.


 


_De fato! – Harry concorda.


 


_E por que você não em contou isso? – A castanha pergunta, buscando mais explicações.


 


_Eu não podia! – Harry responde rapidamente. – Meu encontro com Draco foi minutos depois de eu ter ido embora da Ordem há quatro anos, não podia voltar e contar tudo. Foi pela segurança de todos. Você viu o que podem fazer para colocar a mão nesse pergaminho, e o pior ainda está por vir, pois já sabem da existência desse pergaminho.


 


_Então esse foi o verdadeiro motivo de você nunca ter voltado ao mundo bruxo?


 


_Em parte sim... – Harry responde com a voz um pouco rouca. – A outra parte foi realmente a pressão que o ministério estava fazendo sobre mim, e você e o Rony.


 


_Como assim eu e o Rony? – Hermione questiona incerta.


 


_Será que tudo o que eu falei no terraço da ordem não foi bem esclarecedor? – A pergunta de Harry adentrou a mente de Hermione fazendo com que ela lembrasse do que havia acontecido a algumas horas atrás. – Eu te amo!


 


Hermione não sabia o que falar, engoliu com dificuldade o seco que havia em suas garganta, abriu a boca pra falar algo, mas ponderou, pensou em falar quando foi interrompida pela voz de Matty adentrando a destruída sala.


 


_Está tudo bem Harry? – Matty pergunta incerto entrando na casa de Harry e vendo o estado em que a sala se encontrava.


 


_Eu não pedi pra você ficar vigiando Matty?!? – A voz de Harry soou grave, de fato, Matty não deveria ter entrado naquele momento.


 


_E foi o que eu fiz... Mas você demorou então eu resolvi entrar pra ver se estava tudo bem. – Matty responde como se não fosse obvio.


 


_Tudo bem... Desculpe. – Harry diz.


 


_O que aconteceu aqui? – Matty pergunta buscando entender o porquê da sala da antiga casa de Harry estava destruída.


 


_Depois eu explico...- a voz de Harry saiu embargada olhando


 


_E por que não agora? – Matty questiona.


 


_Já disse que depois explico! Agora precisamos voltar para a ordem... – Harry diz se dirigindo até a saída.


 


_Harry... – Hermione chama e rapidamente Harry volta a sua atenção para ela. – Eu não quero ir para a ordem... Pelo menos não agora. – Hermione diz fazendo com que Harry se perguntasse por que dela ter falado aquilo.


 


_Você que dormir em um hotel essa noite? – Harry pergunta e vê Hermione balançar a cabeça em sinal de confirmação.


 


_Certo! – Harry concorda, a situação era delicada, precisava tomar cuidado com seus atos e palavras.


 


O moreno observou sua antiga casa por um breve momento - Droga... - encontrou os olhos interrogativos de Hermione sobre si. - Vamos para um hotel, lá você toma um banho enquanto eu... Eu arrumo uma forma de avisar a ordem. Nós conversaremos depois. - Advertiu antes que a castanha falasse algo.


 


**


 


Harry se jogou na cama do hotel. Deu um jeito para que Matty voltasse para a ordem e avisasse que ele havia encontrado Hermione dormindo em um banco da praça no centro de Londres. Pediu para que ele não contasse onde estava com Hermione, pois sabia que Jonh com certeza iria tentar busca-la.

Escutava a água do chuveiro chicotear o chão de uma maneira suave após acariciar o corpo de Hermione, respirou fundo algumas vezes e se pôs em pé novamente, foi em direção a uma sacola que havia em cima da cama, onde estavam alguns suprimentos de primeiros socorros que havia comprado, organizando-os sobre a cama logo em seguida.


Menos de dez minutos depois Harry encarou os olhos amendoados da castanha pela fresta da porta do banheiro, algumas gotas pingavam de seus cachos encharcados no piso frio e branco.


 


_Hermione, tem algo de errado? – Ele perguntou ao ver parte de seu corpo sob uma toalha.


 


_Eu não ter nenhuma roupa é algum problema Potter? – O moreno franziu o cenho.


 


_Potter? – Harry questiona. – Você só me chama assim quando eu faço algo errado.


 


_E não fez? – Hermione pergunta.


 


_Não! – Harry responde, apenas fiz o que achei ser o certo.


 


_Não existem diferenças entre certo ou errado, existe apenas o motivo por que são feitas. – Hermione comentou


 


_Fiz tudo por você. – A resposta de Harry fez com que Hermione se calasse. Ele decididamente não devia ter dito isso.


 


Olhou ao redor, procurou rapidamente pelas gavetas e ao não encontrar nada, tirou a camisa e a entregou. – Se vire quanto a calças Hermione!


 


_Engraçadinho.


 


Harry riu ao ouvir o bater da porta, não demorou muito até a mulher a abrir novamente e pedir uma tesoura, sendo esta entregue antes da porta ser fechada novamente.


 


_Hermione, pode sair... – Harry disse risonho do lado de fora do banheiro. Hermione estava trancada dentro do banheiro a mais de vinte minutos, e se não fosse os resmungos de xingamentos baixos da mulher dentro do cômodo já estaria preocupado.


 


_Agora acho que não foi uma boa idéia termos vindo para esse hotel. - Ele revirou os olhos ao a ouvir reclamar mais uma vez. – Há essa hora estaria vestida em minha casa!


 


_Não Hermione, você estaria sendo levada no mínimo a um médico, com passagem de ia a um psiquiatra após a consulta... E saia logo, ainda tenho que fazer seus curativos!


 


Hermione soltou o ar devagar dentro do banheiro, era apenas abrir a porta. O problema em si não era sair do banheiro naqueles trajes, e sim encarar Harry. Ela via seu coração saltitar sob a camisa do moreno, ela não sabia se deveria rir ou chorar...


 


As lembranças foram inevitáveis.


 


[i]”... - No dia em que eu fui embora da ordem você disse isso depois que eu saí do quarto. – Harry disse.


 


_Você escutou? – Hermione pergunta, incrédula, passara anos se culpando por não ter dito aquilo na frente de Harry, acreditava que ele não havia escutado o seu grito de desespero que dera naquela ultima vez que se viram.


 


_Ouvi. – Harry afirma...”[/i].


 


As imagens nítidas continuavam a surgir em sua mente em meio a lagrimas silenciosas que desciam dos seus olhos.


 


[i]”... _Você está ficando louco?!? – foram as palavras que saíram da boca da castanha que olhava o homem se levantando e indo em direção a ela.


 


_Por você eu faço loucuras! - Ele respondeu antes de selar a boca da castanha com um forte beijo apaixonado, a mesma sede ao profundo beijo colocando seus braços ao redor do pescoço do homem e deixando a pequena bolsa que carregava cair no chão...”[/i]


 


[i]”...A sensação de sua mão queimar devido a pancada era horrível, a ultima vez que ela havia batido em Harry foi exatamente no dia em que ele foi embora da ordem.


 


_Então eu também não posso te amar Harry!...”[/i].


 


Era mentira, ela o amava, o amava desde sempre, e sempre o amou. Respirou fundo mais uma vez e sorriu falsamente. A porta iria ser aberta para Harry, mais uma vez. – Eu não posso... – sussurrou como rendição.


 


Harry encarou Hermione firmemente ao sair do banheiro. – Você... Você está linda... – ele sussurrou quase inaudível, a morena usava o que restara de sua calça, que ficara relativamente pequena.


 


_Não comece Harry... – Hermione disse firme ao moreno que abaixou a cabeça buscando segurar as palavras consigo. Não podia estragar aquilo... Querendo ou não, estavam ali, e ele só precisava a ouvir, e a ver, sem brigas.


 


_Me deixe limpar seu machucado Mione... – ele sorriu brincalhão à castanha que louvou a Merlim, por saber mentir tão bem.


 


_Eu não preciso que você me faça nada Harry.


 


Harry encarou Hermione por um momento, não seria possível que ela tivesse o esquecido, ela [u]não podia[/u] ter o esquecido. – Hermione você esta ferida... Você...


 


_SIM HARRY! SIM! EU ESTOU FERIDA! – naquele momento qualquer homem poderia estar encarando qualquer mulher de cabelos e olhos castanhos ofegar, e se render às lagrimas, sentindo toda a dor física, e toda a dor que o passado causava. E como Harry gostaria que fossem qualquer outra mulher e outro homem. – Eu estou ferida, mas não são estes ferimentos no meu corpo que doem Harry... Não são estes os ferimentos que não cicatrizam há anos Harry! São as feridas que seu orgulho me fez ter, as feridas que eu me propus a ter quando fiz tudo o que fiz...


 


_Hermione, eu...


 


_NÃO HARRY! Estas feridas, não podem ser apenas limpas e tratadas... – Harry fechou os olhos, algo o impedia de ver Hermione o dizer tudo aquilo, algo o impedia de a ver chorar, ela parecia um bebê desprotegido... Ela precisava [u]dele[/u], [u]ele[/u] precisava dela. – E eu não sei o porquê, eu não sei o que as impede de cicatrizar ... EU NÃO AGUENTO MAIS! EU NÃO SEI MAIS O QUE FAZER PRA ME MANTER FORTE HARRY!


 


O silêncio reinou no ambiente, um estranho vento frio parecia ter percorrido o corpo de Hermione. Deus sabe como ela odiava aquele sensação.


 


A única coisa que se podia ser ouvida ao longe era o som da respiração da castanha, ela ofegava, alem de ter a consciência de que não deveria ter dito tudo aquilo, mantinha os olhos fechados, sentia frio, e a dor de seus machucados físicos pareciam que apenas agora resolveram mostrar que estavam presentes.


 


Estremeceu ao sentir uma mão quente passar pelo seu rosto. – Harry, não faça isso comigo...


 


_Shii... – Harry abafou o som da boca da mulher com os dedos, e voltou a traçar o caminho pelo seu pescoço.


 


_Eu não posso... – Ela sussurrou novamente, sentiu o homem acariciar seu pescoço, lhe trazendo um fraco arrepio. – Eu te odeio Potter....


 


_Você esta enganada Granger, - ele sussurrou em seu ouvido. – Você me ama.


 


Para Harry aquilo não era nada além do que seu desejo pedia, ele queria Hermione hoje, e ele sabia que ela o queria. Harry precisava demonstrar o quanto seu amor ainda era grande, que ela poderia desistir de seu casamento quando quisesse e ficar com ele, não importava o que iria acontecer depois. Eles ainda poderiam ser felizes. Seria um jogo de azar.


 


O silêncio teria tomado conta daquele lugar, se não fosse o som abafado da respiração de ambos. Hermione ainda chorava, chorava ainda mais quando sentia o toque quente de Harry sobre seu corpo.


 


O moreno beijava gentilmente o pescoço da mulher, que se mantinha imóvel, descia cauteloso até o colo da mesma e sorriu ao encarar os olhos dela lagrimejados.


 


Harry soltou o coque frouxo que Hermione usava, sentindo os respingos do cabelo encharcado dela o molhar, começou a desabotoar camisa que permanecia no corpo da castanha, após a aninhar sobre a cama, ela se pôs a acariciar o rosto de Harry que sorriu involuntariamente.


 


Quase em um solavanco Hermione o puxou para junto de si. Ela precisava o sentir, no principio Harry apenas selou os lábios da castanha, mas não demorou até suas línguas resolvessem se encontrar, seus lábios brincavam e o momento passava a ser sutilmente mais quente. As mãos de Harry acariciavam o corpo da mulher, enquanto a mesma bagunçava o cabelo negro de Harry.


 


Harry não tardou a tirar a calça que vestia, e menos ainda para tirar sua blusa que permanecia no corpo da castanha. Foi nesse momento que seus lábios se separaram, para melhor comodidade, Harry queria observar o seu amor, seus olhos fumegavam diante da visão de Hermione ali, sob seu corpo parcialmente nua, ela seria dele, e era algo surreal de se imaginar.


 


A noite de prazer havia começado para eles, finalmente poderiam expressar o desejo e amor que sentiam um pelo outro durante tantos anos.


 


Hermione respirava rápido, em sua linha de raciocínio estava a imagem de Jonh, a ordem, as brigas com Harry, seu casamento tudo que ela deveria pensar, mas quem disse que ela ainda mantinha seu raciocínio junto de si? Ela apenas conseguia ver Harry, e sentir seu gosto, ela o podia sentir sobre si, pesando como homem, podia sentir sua respiração, além de tudo, ela sentia seu coração.

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