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8. Damage


Fic: In Transition - Part Bônus, Explicações e Outras Viadagens


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Um "obrigado" especial a  May por sua contribuição no capítulo ;)



<hr>



-- CAPÍTULO OITO --


Damage




Gina abriu os olhos de vagar, tentando se acostumar com as luzes que alguém havia acendido. Ouviu sussurros exaltados e quando sentou-se e passou a mão nos olhos, conseguiu assimilar as figuras de Addison e Amelie conversando.


 


 


 


- Essa vadia não pode estar falando sério! Ela não pode me processar, eu nem conheço essa ridícula!


 


 


- Qual o problema, Addie? - perguntou Gina.


 


 


- Uma latina ridícula queria trepar comigo e com a Mel e agora tá me processando por não aceitar!


 


 


- Não. - disse Amelie – Ela está te processando por racismo. E dizer “latina ridícula” com certeza não vai te ajudar no processo.


 


 


- Foi só um jeito de dizer, eu não tenho nada contra latinos T_T


 


 


- Aparentemente...


 


 


- O que você vai fazer? - perguntou Gina indo até seu guarda-roupa e substituindo o pijama por uma roupa confortável.


 


 


- Avisar meu advogado, o que mais?


 


 


- Era tudo o que você precisava, Addie, mais um processo! - reclamou Amelie.


 


 


- Meus processos e minha vida não são da sua conta, Lamartine.


 


 


- Meninas... a vida é tão bela. Por que vocês não conseguem se dar bem um minuto, poxa?


 


 


- Nós nos damos bem. - disse Amelie – Eu caço e Addison é caçada.


 


 


- Stc, stc! - fez Gina.


 


 


- Hey, façam amor, não façam guerra! - disse Addison. Amelie e Gina viraram-se para olhá-la, Amelie a encarou estranhamente e então ela tratou de acrescentar de pressa: – Não, quero dizer... não eu e Lamartine... er... não foi o que eu... hm...


 


 


- Bom... eu vou dar uma volta... sala de jogos.... essas coisas. Vocês vêm?


 


 


- Não. - disse Amelie – Addison se machucou, vamos fazer um curativo.


 


 


 


- Por que você não simplesmente fecha com um feitiço? - perguntou Gina. jogando os cabelos para trás.


 


 


- Porque ela foi inteligente o suficiente pra cortar a mão em algo mágico! E não percebeu onde.


 


 


- Se não quiser fazer, não faça, Lamartine! - resmungou Addison retirando a mão - Eu não preciso de você!


 


 


- Não seja estúpida, Clint. - murmurou Amelie com a voz cansada – Eu só estou tentando te ajudar.


 


 


Addison deu a mão a Amelie e a loira começou a tratá-la. O olhar desconfiado da morena não desapareceu.


 


 


- Você está... diferente.


 


 


Amelie não respondeu, continuou tratando a mão da outra.


 


 


-Er... desculpe.... pela grosseria...


 


 


- Tudo bem, Clint. - continuou ela com a voz ainda cansada - Se não fosse grossa assim, não seria você.


 


 


 


Gina bateu na porta suavemente e entrou assim que ouviu a voz de sua namorada permitindo. Ela entrou falando algo animadamente, mas parou assim que avistou a outra... Guga encontrava-se encolhida em uma poltrona – usava uma regata feminina branca e uma calça de moletom. Os cabelos (Que na maior parte das vezes encontravam-se soltos ao natural) estavam presos bagunçadamente no alto de sua cabeça. Gina cruzou os braços e sorriu olhando-a.


 


 


- Que foi? - perguntou Guga.


 


 


- Você está tão... linda.


 


 


Guga sorriu e relaxou a expressão.


 


 


- Descansou o suficiente?


 


 


- Sim. - disse a ruiva sentando-se no sofá em frente a outra – Algo bom? - referiu-se ao livro.


 


 


- Apenas um clássico.


 


 


- Hm...


 


 


- Ela fala muito da repressão que as mulheres sofriam nos séculos passados. Sobre como era a vida feminina e como as mulheres ousadas sofriam em suas cinas escritas pela sociedade.


 


 


- Histórico familiar?


 


 


- Ah, com certeza. Ninguém escreve vários livros sobre o mesmo assunto, ainda que com enredo diferente, se não tiver o menor conhecimento disso. Ninguém narra tantas mulheres infelizes com tanta emoção... se não for uma delas.


 


 


- Uh – resmungou Gina indo até Guga – Isso é deprimente, não?


 


 


- Sim, mas também é real...


 


 


- Hm... então que tal sair dessa deprimente realidade um pouco, ein? - disse ela convidativamente passando os braços pelo pescoço de Guga.


 


 


- Tentador...


 


 


Gina beijou a namorada por alguns minutos, até que levantou-se e puxou Guga consigo para a cama. Era tão bom ficar deitada juntinha de seu amor beijando-a! Guga puxou Gina pela cintura para mais perto de si e aprofundou o beijo. Ela se sentia tão bem com a ruiva – e isso era meio ridículo, já que ela era uma mulher feita e Gina mal tinha saído da adolescência – que seria capaz de agarrar a cintura dela naquele momento e não soltar mais. E foi o que ela fez por muuuitos minutos.


 


 


Quando os beijos se aprofundaram e as coisas começaram a esquentar, Gina sorriu e desfez o nó no pescoço do top branco que Guga vestia por baixo da regata. A morena não fez objeção quando a ruiva colocou as mãos por baixo de sua blusa e jogou o top longe.


 


 


- Agora sim... - murmurou a ruiva sentindo o formato dos seios médios de Guga completamente em suas mãos.


 


 


Guga suspirou com um aperto mais forte que recebeu da namorada e brincou com o lacinho que encobria o fecho frontal do sutiã da outra – a blusinha de zíper da ruiva já havia sido aberta há muito tempo. O cheiro do shampoo da namorada fez Gina sentir-se confortável quando ela beijou seu pescoço e deixou seus cabelos negros roçarem em seu nariz. As mãos da morena desciam pelas coxas de Gina, e esta arranhou suas costas enquanto tirava a regata da capitã. Guga abriu o fecho frontal do sutiã de Gina e segurou-os firmemente enquanto descia beijando a barriga da garota. Ela desceu um pouco mais e ao chegar nos limites do short jeans, levou a mão até o zíper e fez menção de abri-lo, mas conteve-se e levou a mão para a cintura da ruiva.


 


 


- Argh, por que vocês sempre são tão moles? - resmungou Gina invertendo as posições. Guga olhou-a sem compreender, mas Gina já havia aberto o fecho da calça da outra e já retirava-a com agilidade. Quando a calcinha azul de algodão se revelou completamente, Gina afastou-a para o lado.


 


 


 


- O que você está...?


 


 


- Shhh. Fica quieta, capitã. Agora você está sob o meu comando. - ordenou Gina encaixando seu quadril sobre o da outra e beijando-a novamente.


Guga interrompeu o beijo e tentou levantar-se, dizendo coisas que Gina não entendeu, a garota somente segurou os braços da mulher contra o travesseiro, o que assustou e ao mesmo tempo excitou Guga profundamente. Embora nunca admitisse nem para si mesma, o maior desejo dela era ser dominada. Hellen e todas as suas outras garotas sempre estiveram sob seu comando, mas a ideia de além de ser passiva, também ser dominada, a excitava completamente.


 


Gina soltou um dos braços da outra para voltar para seu sexo. Ela passou as unhas por cima da calcinha da capitã, arranhando-a levemente para provocá-la. Deu uma última mordiscada no seio da morena, anotando mentalmente de explorá-los melhor outra hora. Gina retirou a calcinha de Guga rapidamente e atirou-a longe. Enquanto brincava com o clitóris da outra com os dedos, a ruiva deu atenção especial a algo que ela achava muito sexy em uma mulher: o umbigo. Mordiscou, beijou e lambeu aquela região da barriga de Guga pensando em como a morena ficaria sexy com o piercing certo ali. Quando se deu por satisfeita de negar os pedidos de Guga - que claramente ansiava por uma penetração - Gina encaixou um dedo cuidadosamente. Não queria machucar a outra e por isso tentou seguir mais ou menos o que fazia consigo mesma quando se tocava. Estando segura com o primeiro dedo, introduziu o segundo e Guga deixou escapar um gemido alto. Gina sorriu para si mesma e continuou seu trabalho, mas logo Guga manifestou outra vontade...


 


 


- Mais... um... - ela mal conseguia falar.


 


 


Gina penetrou o terceiro com cuidado e os suspiros de Guga aumentaram o ritmo mais uma vez. A ruiva sorriu para si mesma quando a namorada mostrou estar plenamente satisfeita. Gina deitou-se  perto de Guga e apoiou os vastos cabelos ruivos – que agora estavam bagunçados e meio molhados de suor – em uma das mãos, enquanto observava Guga de olhos fechados e sua outra mão. Guga recuperou sua respiração e quando finalmente abriu os olhos, olhou para a outra com admiração.


 


 


- Eu... te amo... - murmurou com dificuldade.


 


 


O coração de Gina ainda teve tempo de dar um salto antes de ela se lembrar que agora não era hora de declarações românticas e melosas, que seu objetivo no momento era outro... Ela se aproximou mais de Guga e pronunciou um “Eu”, parou e lambeu o primeiro dedo que havia introduzido na garota... “te amo”... o segundo... “também.”... completou o trio.


 


 


Gina sorriu maliciosamente e fez Guga deitar-se de barriga para cima mais uma vez, a ruiva subiu em cima dela e sentou-se. Segurou os braços da morena contra o travesseiro mais uma vez e a beijou indecentemente. Soltou-se da capitã e desceu pelo corpo dela com suaves mordidas e lambidas, dando uma pista de qual seria o próximo passo de seu show. Ao sentir Gina aproximar-se de seu sexo, Guga involuntariamente afastou as pernas, gesto que fez Gina sorrir. Guga queria. Gina também. Tanto quanto. Gina não daria a ela o que queria assim tão fácil.... arranhou as coxas da morena por fora e mordiscou-as por dentro, passou a língua tentadoramente pera virilha e ouviu Guga ofegar...


 


 


 


- Gina... por favor... - implorou a capitã. Ok, ela não iria ser tão má hoje à noite, então Gina apenas sorriu antes de chupá-la de uma vez.


 


 


 


 


 


Por incrível que pareça, quando Gina despertou o sol não ia alto, pelo contrário, a lua ainda se mostrava bem vivida no céu, por isso ela se assustou ao se dar conta que Guga não estava ao seu lado na cama. Procurou-a com os olhos pelo quarto e pouco antes de se desesperar, encontrou-a encolhida em uma poltrona ao canto lendo mais uma parte do livro.


 


 


- Hmmm... - fez Gina de um jeito manhoso – Pra você me deixar aqui sozinha... esse livro deve ser muito bom ein. - espreguiçou-se.


 


 


- Bom dia, amor. É que nós temos treino daqui a pouco.


 


- Ah, que merda ein... - Gina levantou-se e caminhou até Guga, que pôs o livro de lado para receber a namorada no colo. Gina acariciou o rosto da outra e deu-lhe um selinho.


 


- Que tal tomar um banho e depois café? - Guga apontou para a mesa a seu lado – com um típico café-da-manhã romântico.


 


 


- Uh – fez Gina – Eu venho aqui assim – apontou para seus trajes: apenas uma calcinha – e ao invés de você me jurar amor eterno, você diz que estou fedendo.


 


 


- Eu não disse que você está fedendo, Weasley..! Eu disse que temos treino daqui e a pouco e como Capitã eu digo que você não está liberada.


 


 


- Achei que eles – apontou para os próprios seios – contariam pra alguma coisa.


 


 


- Hahaha. Eu ainda sou sua superior, ruiva.


 


 


- Ondem à noite você não me pareceu tão no comando assim... - sussurrou Gina beijando a outra, que correspondeu. Depois de alguns poucos segundos, elas ouviram leves batidas na janela: a correspondência havia chegado. - Ok, banho.


 


 


 


Gina encaminhou-se para o banheiro, enquanto a outra foi até a janela.


 


 


- Puta merda! Você tem uma hidro só pra você! Isso é favoritismo!


 


 


 


Guga sorriu ao ouvir Gina dizer.


 


 


- Você pode usá-la quando quiser, Gina. - disse enquanto abria o envelope. “Diretoria do Harpias? O que será”, omitiu o pensamento.


 


 


- É claro... Por que você acha que estou pegando a chefe?


 


 


- Porque você é completamente louca por ela.


 




- Não. Porque ela tem bombons trufados – Guga pôde notar a fala com a boca cheia - na borda de uma hidro exclusiva!




***



“Comida”


 


Addison Clint acordou com esse pensamento. Sentou-se na cama e viu que Gina não estava lá. “Provavelmente com Guga.” - Intuiu. “Safadinha” - Adicionou sorrindo mentalmente enquanto se levantava.


Amelie estava lá. Dormia um sono leve e Addison gastou uns bons minutos a observando e concluindo indiscutivelmente o quanto aquela garota era linda. Foi até a loira e lhe cobriu com o lençol, fechou a janela e saiu de seu dormitório.


 


“Fome.”


Pensou novamente assim que apertou o botão do elevador.


“Odeio não poder aparatar aqui.”


 


Chegou até o refeitório deserto. A geladeira se abriu para ela como uma caixa de doces. Lembrando de todas as afirmações de Kate e Amelie sobre seu peso, sobre não poder comer a noite e sobre o mal que carboidratos causam ao corpo, Addison sorriu antes de dar uma grande mordida numa bomba de chocolate.


 


- Eu não viveria sem isso. – Disse para si antes de ouvir um barulho.


 


Decididamente não soube o porquê de ter se escondido ao notar que eram suas companheiras de time. Mas foi o que fez.


 


- Eu sinceramente não quero ouvir o que você está querendo insinuar, Young.


- Hellen, pelo amor de Deus, eu já te expliquei todo aquele lance da Lamartine...


- ... Não é mais da Amelie que estamos falando!


- Então...?


- Você beijou a Chang na frente de todo mundo!


- Beijei e...?


- Ai! Me esquece!


- Calma ai! – Alex segurou o braço de Hellen antes que ela saísse.


- Você está me machucando, Young.


- Você me deu um pé na bunda, ok?


 


**WTF????? – Addison pensou.


 


- O quê? – Hellen estava horrorizada. – Você simplesmente desistiu de mim por eu ter dito tudo que achava sobre você ter beijado a namorada da sua melhor amiga?! É pra rir, não?


- Escuta aqui! – Alex apertou ainda mais o braço de Hellen. - Amelie e Addison não eram namoradas! E eu não a beijei!


- Blá, blá, blá...!


- Olha, Morgan... – Alex soltou o braço da companheira de time. – Eu me arrependo muito de ter correspondido a Amelie. Não só por ter magoado minha melhor amiga... Mas por você... Eu não menti quando te falei aquelas coisas...


- Beijar a Chang foi uma bela demonstração de que se importa!


- Você ta falando o quê?! Hã?! Tá completamente ofendida pela Jones estar com a Weasley!


- Cale-se!


- To contando alguma mentira?! Você ta com ciúme da Guga! Você se acha correta, mas é uma hipócrita!


 


O silêncio só foi preenchido com o barulho do tapa que Hellen acertou em Alex.


 


- Você não sabe de nada, Young!


- Posso não ser a pessoa mais fiel do mundo, Morgan... Mas assumo minhas atitudes. Se você gostava da Guga... não deveria ter feito o que fez. E se você gostasse de mim... teria me escutado quando eu quis me justificar.


 


Alex virou as costas e saiu do refeitório. Hellen se deixou sentar em uma das cadeiras. E Addison tinha muitas coisas explodindo em sua cabeça.


 


 


***


 


- O que você está fazendo ai?


- Eu quero ficar sozinha.


- Ok. Me ignora.


- Addison... eu não to bem.


- Qual é Alex? Você acha que eu não sei?


- Eu não quero falar sobre isso.


- Eu também não. Só vim voar contigo.


- Idiota. – Alex sorriu. Sabia que sua melhor amiga estaria ali caso precisasse. E sabia tão bem que ela não perguntaria nada.


- Eu arremesso e você rebate, ok?


- Baseball aéreo?                         


- Yeah!


 


Addison e Alex passaram a tarde de sábado jogando e voando. A artilheira arremessava pequenas bolas e a Batedora as rebatia. Já havia escurecido quando as duas foram tomar uma ducha. Alex se adiantou e deixou a amiga sozinha no vestiário.


 


- Addie eu... – Amelie estacara no meio da frase. – Hum...


- Oi? – Addison estava apenas de cueca enxugando os cabelos.


- Você pode se vestir?


- Já, já... – Sentou no banco.


Silêncio.


- O que você ia dizendo?


- Hum. Eu realmente não consigo falar com você olhando pra... eles... – apontou para os seios da outra virando levemente o rosto já corado.


- Meus seios te deixam constrangida?


- Addison!


- Ok, ok... – a morena vestiu uma regata branca totalmente transparente. - melhor?


- Ainda posso ver...


- Lamartine! Ótimo! – Addison vestiu o roupão. - Agora diga...


- Bem... Preciso te fazer um pedido...


- Continue...


- Hum... Hellen e Alex... têm brigado e... elas não estão se falando... bem, seria muito ruim pra você trocar de dormitório com uma delas?


- Trocar...?


- É... pra evitar... brigas. Alex pode trocar com você e...


- Alex não! – Addison ficou instantaneamente enciumada - Ok... troco com Morgan.


- Você sabe o que isso significa?


- Que vou ter que aturar os roncos da Kate?


- Não... estaremos em quartos separados.


- Ao menos não vamos brigar com tanta freqüência, não?


- É... sim, sim...


- Eu sei que você vai sentir profundamente minha falta... – Addison balançava os cabelos. – Mas é para o bem geral da nação... – sorriu.


- Quem disse que vou sentir tua falta?


- Ah, não...? – Addison havia chegado muito perto de Amelie e a loira pode sentir o perfume que a artilheira emanava. Traiu-se ao olhar para sua boca.


- Addie... nós... – a artilheira se aproximou enquanto Amelie dava dois passos para trás e se imprensava em uma parede que dividia o vestiário dos chuveiros.


As duas se encaravam. Os olhares se compreendiam. Addison baixou levemente a cabeça.


- Mel... – disse antes de voltar a encará-la e encontrou nos olhos azuis da companheira a permissão que desejava.


Lentamente Addison foi se aproximando. Amelie segurou as mãos da companheira como se temesse algo.


- Trasga, você viu meu- ops. – Alex havia entrado no vestiário.


- Eu vou subir. – O olhar cúmplice de Amelie fez com que Addison se sentisse menos idiota. – Hum... Hellen...


 


- Não pergunte! – Addison completou para Alex depois que Amelie se retirou.


- Desculpa, Addie... Mas ela não precisava sair... eu só vim atrás do meu roupão... que por acaso você está usando. - Accio roupão. - Belos seios, Clint.


Alex só teve tempo de se desviar da luva de artilheira que a amiga havia lançado contra si.



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