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17. Tentando arrumar tudo


Fic: Volta para o Passado


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Três meses se passaram e estava acontecendo um almoço na casa dos Potters, onde estavam a Sra. Potter, os pais de Lílian, Sirius, Remo e Jane. Lílian fez um almoço muito gostoso, Tiago bem que tentou ajudar, mas ele mais atrapalhava do que ajudava. Quando eles estavam na sala conversando de repente a cabeça do Longboton entre as chamas da lareira.
- Potter, graças a Deus te encontrei em casa, desculpe, como vão, Lílian parabéns o Tiago me contou.
- O que que tá acontecendo, Frank?
- O de sempre só que está acontecendo ataques simultâneos, por toda parte tá um caos, Lupim?
- Sim?
- Sua irmã por acaso está na Itália?
- Eu não...
- Está. - falou Lílian.
- Então é ela.
- O que aconteceu com ela?
- Ela só esta um pouco cansada, sorte delas que o comensal que atacou elas quis se divertir e ela é bem esperta, a garotinha é que se machucou, não sei como... mas a transferência delas para cá já foi providenciada e o departamento de espionagem esta como de costume só olhando tudo tirando algumas fotos talvez, tenhamos alguns nomes amanhã.
- Eu vou trocar de roupa e vou.
- Que garotinha?- indagou Sirius.
Lílian não estava muito bem.
- Remo calma. A Anne está sendo transferida, ela não se machucou muito, o que nos resta é esperar, Lily, Jane, Remo e Sirius vão para o hospital esperar, mamãe vai para casa e não sai de lá, Sr. e Sra. Evans também por favor, Lílian, amor se acalme isso pode prejudicar o Harry, vai para o hospital com eles e eu encontrarei com vocês lá.
- Cuidado Tiago.
- Tudo bem. Beijo.- ele desapartou.
**
Enquanto isso na mansão Malfoy, Cisa não sabia de nada, só quando seu marido chegou e falou:
- Sua filha se salvou por pouco.
- O que você fez com ela?
- Calma, amorzinho.
- Agora é calma amorzinho, ontem a noite não era bem isso.
- Cala-boca! Eu faço com você o que eu bem entender, você me pertence.
- Eu só aturo você porque você mataria meus filhos!
- Bom infelizmente uns aurores italianos chegaram a tempo.
- Certo, eu posso ver ela pelo menos?
- Agora não obviamente, elas devem já ter sido transferidas e o Potter e os outros já sabem, claro.
- Eu posso escrever para ela então?
- Pode, mas antes me dá um beijo.
- Depois.
- Depois não, agora.- ele foi beijá-la mas ela tirou o rosto, mas isso piorou sua situação, agora ele queria tudo não só um beijinho. Cada vez que isso acontecia Narcisa lembrava como era diferente sua vida com Sirius e a estupidez que ela fez quando fugiu, ele a amava, e com certeza amaria Emily, agora ela se decidira com ela não poderia criá-la contaria tudo a Sirius, assim que o Malfoy a deixasse, ela não sabia porque tinha fugido, quase por causa dela sua amiga morreu, mas isso não aconteceu.
**
Aquelas horas Tiago já estava no hospital, todos fizeram uma doação de sangue para Emily que ao cair em uma quina perdera muito sangue, enquanto esperavam o resultado, Remo e Sirius faziam muitas perguntas.
- Lily e Jane eu sei que vocês sabem de alguma coisa, o que é?
- Lily a minha irmã teve uma filha?
- É, Lily, Jane que garotinha é essa que eu tirei o meu sangue?
- Gente nós não podemos falar.
- Por favor parem!- Lílian agora queria estar em qualquer outro lugar.
- Lily, amorzinho, calma, vai dar tudo certo.- Tiago tinha sentado ao lado e a abraçado. Tiago olhava para os amigos com desaprovação, naquele momento um coruja tinha chegado, era de Cisa, mas antes de qualquer coisa acontecer a enfermeira chegou e pediu para Sirius a seguir para doar seu sangue era compatível com o de Emily. Ele saiu, Lílian leu a carta.
- O que houve?
- Ela pediu para mim entregar para o Sirius isto.
- E o que é isso?
- A verdade, eu acho.
- O quê?
- Vocês vão entender.- a enfermeira que levou Sirius tinha voltado.
- Ele já fez a doação, ele é o pai dela?- ninguém respondeu.- provavelmente é e se não é, é um parente muito próximo, fizemos alguns testes a mais e...- quando ela estava falando Sirius tinha chegado o ouvido o suficiente para encher sua cabeça de dúvidas, respostas...
- Lily eu sei que você sabe, me fala, por favor, se o que aquela enfermeira falou é verdade...
- Sirius eu não vou te dizer nada, toma.
- O que é isso?
- Uma carta que estava junto a que eu recebi, é de Narcisa pedindo que te entregasse.
Ele pegou a carta e começou a ler:
Querido Sirius,
Me perdoa por tudo, eu sinto tanta saudade, eu me culpo muito, eu peço que você tente me entender, desculpa ter escondido isso de você por tanto tempo, quando eu fugi, eu estava grávida, claro de você, eu fiquei apavorada, eu pedi para Anne vir comigo, Jane e Lílian sabiam, mas juraram não falar nada para ninguém,. Nós duas conseguimos um apartamento na Itália, graças ao Luca, que nos ajudou. Quando a Emily nasceu eu quis te contar, mas algo me segurou.
Hoje quando o Malfoy me falou do ataque, eu não sabia o que fazer ele me proibiu de ir para aí sabendo que vocês estariam aí, foi daí que eu decidi que tinha que contar, e pedir um favor muito grande, protege a Emily, que é sua filha, desculpas por não ter te contado, eu sei que eu não tinha o direito de esconder isso de você. Emily é muito esperta, inteligente como você, eu a vejo sempre que posso, ela sabe o que aconteceu, sabe quem é o pai dela, ela sempre quis te conhecer, ela é muito precoce, andou e falou super cedo, eu queria muito que você tivesse visto. Sirius protege ela do Malfoy, que tentou matá-la se não ele, ele mandou alguém ir fazer isso, por favor. Eu só não saiu daqui porque ele vai matar a Emily o meu futuro(a) filho(a) e a mim. Não tenta vir aqui, não tenta me salvar, daí você morre também, a Emily precisa de você, e eu te amo muito para te ver morto. Eu não me lembro da noite onde ficamos juntos, eu e o Malfoy, eu fui obrigada a me casar, não entrega essa carta para ninguém do ministério, tirando nossos amigos próximos, não fala dessa carta para ninguém entendeu? Por favor, pelo meu amor por você, mesmo que você já tenha me esquecido, protege ela e te protege, e se você ainda tem algum sentimento, por mim ou pela nossa filha não fala para ninguém do Malfoy ter me obrigado a casar.
Agradeça a Anne por mim, e pede desculpas para ela, eu não me perdoaria se algo tivesse acontecido a ela, e cuida da nossa filha.
Eu te amo muito, um pouco mais e meu filho(a) nasce. Diz para a Emy que a mamãe vai assim que puder vê-la, eu peço mais uma vez desculpas por tudo que eu te fiz, desculpa por ter te escondido isso. Eu amo muito vocês dois, você e a Emily.
com muito amor e carinho, sua de coração
Cisa
Em algumas partes a carta estava molhada, provavelmente lágrimas de Narcisa. Sirius também tentava controlar as lágrimas, mas esta era uma missão impossível. Foram minutos de silencio até que Sirius falou:
- Eu sou pai! Eu sou pai!- Lílian sorriu assim como os outros, ao ver que Sirius estava feliz com a noticia, que primeiro o chocou depois o alegrou.- quando eu posso falar com ela?
- Calma Sirius. Você terá todo o tempo depois que deixarmos este hospital.
- Tem razão. Lily e Jane me desculpem, eu forcei a barra com vocês e vocês não podiam fazer nada. A Cisa está grávida vocês sabiam?
- Sim, mas o jeito que você ficou quando eu falei do casamento eu achei que não ia ser bom.
- Você fez bem, eu...
- Tudo bem.
- Alguma de vocês já a viu? A minha filha, eu digo.
- Não, mas ela se parece com Narcisa, segundo uma das cartas de Anne.
- Bom então ela é muito bonita.
- Sirius e quanto a Narcisa?
- Eu nada posso fazer, apesar de querer.
As horas passavam e Sirius não saia daquele hospital até poder falar com Emily. Tiago e Lílian foram para casa, mas voltariam na manhã seguinte. Jane fez o mesmo. Remo queria ter certeza que a irmã estava bem. Remo e Sirius puderam ver Anne que acordara, Emily ainda dormia, sobre efeito de um remédio.
- Maninha. Você tá legal?
- Tô, como está a Emily?
- Ela esta dormindo.- falou Sirius.
- A Cisa já sabe que estamos aqui?
- Sabe, ela me escreveu uma carta falando tudo.
- Sério? Que bom.
- Como que é a Emily?
- Como você, só que com a aparência da mãe.
- A Cisa falou que ela é precoce.
- E é mesmo, ela andou a falou tri cedo.
- E ela falou que a Emily...
- Emy, é o apelido.
- Que a Emy sabe de tudo.
- Sabe, ela entendeu porque a mãe tinha saído, ela sabe que seu sobrenome é Black, sabe que você é o pai dela, e a Emy jurou para mãe que um dia vocês iam viver juntos e felizes.
- Quem sabe um dia, quando o Malfoy morrer ela possa sair daquela prisão.
- Bom, se vocês não se incomodam eu vou dormir mais.
- Sem problemas.
- Eu vou escrever para a mamãe.
- Tá.
Ela virou-se e voltou a dormir. Uma das enfermeira conseguiu um quarto, para Sirius, Remo ai para casa. Sirius tinha dado permissão para quando Emily acordasse, acordassem ele. Eram umas cinco e meia a enfermeira acorda Sirius, informando que Emily tinha acordado, chamando a mãe.
- Quem é você?- ela perguntou quando Sirius entrou.
- Eu?
- É, eu quero a minha mãe, o Sr, pode escrever para ela e dizer que eu estou aqui?- Sirius olhava para ela, era a pessoa mais linda que ele já vira, era realmente esperta e educada.- Pode?
- Eu, já escrevi para ela.
- Ela virá?
- Ela falou que assim que tiver permissão virá, até lá era para você...
- Ficar com a tia Anne.
- Não, para você ficar com o seu pai.
- Meu pai? Ele está aqui? Está?
- Está.
- Sério? Deixa eu falar com ele, minha mãe me disse que ele a amava muito e que se arrependia de ter fugido comigo.
- E ele a amava muito, ainda ama.
- É? Então ele pode buscá-la na casa dela.
- Infelizmente ele não pode.
- Porque não?
- Porque matariam as pessoas que ela mais ama, você, seu futuro irmão ou irmã, e a mim.- ele quando falou isso receou o que a garota ia dizer.
- Você?- ela olhou bem nos olhos de Sirius e percebeu que ele era seu pai.- Você é meu...
- Sim, eu sou seu pai.
- Eu esperei por este momento a minha vida toda.
- Eu esperei a noite toda, quando eu soube que eu tinha uma filha, quando eu entendi o porque que sua mãe fugiu, eu... eu espero que você me perdoe por não ter estado com você todo este tempo.- Sirius falava com uma garotinha de dois anos, mas ela não parecia ter apenas dois anos, estava por dentro de tudo.
- A mamãe vem me ver?
- Vem, ela vem, mas até lá o que você acha de ficar na minha casa?
- Claro, papai.- Sirius ao ouvir aquilo se emocionou, a primeira vez que ela dizia papai.- quando eu vou poder sair daqui?
- Hoje se tudo der certo.
- Oba. A sua casa é grande?
- Mais ou menos, eu vou fazer um quarto para você.
- Vai?
- Vou, o que você mais gosta de brincar?
- Sei lá, várias coisas. Mamãe brinca comigo sempre que ela vem me ver.
- É? Você quer escrever para ela?
- Quero, mas eu ainda não sei escrever.
- Eu escrevo para você, diz...
Mamãe,
Eu sei que você deve estar tentando vir me ver, não se preocupe o papai está aqui comigo, você tinha razão ele é muito legal. Vem logo, tá? Eu tô morrendo de saudades. O papai falou que eu vou morar com ele. Como você está e o meu (minha) irmão(ã)? Espero que bem. E espero ver você logo.
Muitos beijos, de Emy
- Tá bom assim?
- Você me achou legal?
- Muito, e bonito, como mamãe tinha falado.
Sirius se sentou numa poltrona que tinha ao lado da cama e eles ficaram conversando, até que Lílian e Tiago entraram.
- Oie.
- Oi, Lily oi Tiago.
- Tudo bem?
- Claro.
- Quem são vocês?- Emily perguntou.
- Nós, somos grandes amigos de seu pai e sua mãe.
- É?
- Toma é para você.- Tiago entregou a Emily muitos balões.
- Obrigado.
- De nada, é um prazer. Vejo que vocês estavam num papo animado.
- É. A Emily estava me contando como era na Itália.
- Ah...
- Então vamos deixar vocês conversarem ver a Anne e ir trabalhar.
- Ah... Tiago pode passar no meu departamento e avisar que eu não vou hoje?
- Claro.
- Divirtam-se.
- Eles se deram muito bem, né?
- Pois é, eu achei que ela fosse estranhar, alguma coisa, mas não parece bem isso.
- É.
- Oi, Anne!
- Oi, gente, que bom ver vocês!
- Bom te ver viva.
- Pois é. E a Emily?
- Tá lá com o Sirius no maior papo.
- Que bom, ela não é linda?
- É, parece a Cisa.
- Eu falei, só que o temperamento é igual o do Sirius.
- E como você está Lílian, eu fiquei sabendo.
- Bem, muito bem.
- O que você acha que vai ser?
- Um menino.- falou Tiago.
- Pára Tiago, vê a Emily ela não é um amor?
- É, eu não tenho nada contra as mulheres, mas vai ser um menino.
- Tudo bem e tem nome já?
- Harry Potter.
- Lily é Harry James Potter.
- James? Tiago...
- A Lily não quis Tiago júnior.
- Lily olha a hora eu tenho que trabalhar, é hoje!
- O quê?
- O Malafoy vem ser interrogado, você não era para estar presente?
- Sim, eu só não me lembrava que era hoje.
- Vamos se tudo der certo, um infeliz de uma família de assassinos vai para Azkaban.
- Vão então, o Remo disse que viria ainda hoje de manhã.
- Depois nós voltamos.
- Tchau.
**
- Cadê o Potter?
- Calma, ele deve estar chegando. Ele é era um interreçadíssemo, neste interrogatório.
- Ah... aí está ele, Potter, onde você esteve?
- Hospital.
- O Sirius?
- Não, aconteceu uns negócios lá, o Sirius não virá.
- E a Lílian?
- Deve estar chegando.
Lílian não demorou muito, e o interrogatório começou.
- Sr Malfoy, estamos aqui para fazer algumas perguntas.
- Por favor.
- O Sr. tem algum envolvimento com o Você-Sabe-Quem?
- Não Sr.
- Já esteve envolvido em alguma coisa suspeita?
- Não Sr.
- Você é de total confiança do nosso lado?
- Sim Sr.
- É mentira!- gritou Tiago.
- Sr. Potter?
- É MENTIRA!
- O Sr. tem alguma prova?
- ...Não, infelizmente não.
- Então contenha-se.
- Sr Malfoy diante de tal interrogatório, acho que só podemos fazer mais essa pergunta: O Sr. seu pai já esteve envolvido em algum assassinato ou coisa parecida?
- Que diferença faz ele morreu.
- Muito bem, então agradecemos a valiosa doação para o Hospital...- Chouch começou a citar alguns nome de instituições qual o Sr. Malfoy fez doações. Tiago estava fora de si, levantou- se foi até o Lúcio e deu um soco na cara dele.
- Sr. Potter!?
Lúcio estava sangrando, caído no chão, alguma pessoas estavam segurando Tiago, Lílian desceu até lá, para segurar Tiago.
- O pai desse infeliz, comensal, matou meu pai!
- Tem provas? E isso não importa mais O Sr. Malfoy já está morto.
- É um família inteira de começais, tenho certeza que mentiu!
- Ti se acalma.
- Lily aquele...
- Tiago vamos embora.
Lílian ajudada por Frank levou Tiago para fora do ministério.
- Tiago você pirou?
- Desculpe Frank, mas foi mais forte que eu, e nós sabemos que ele está evolvido, você estava lá comigo...
- Tiago, mas nós não podemos provar, estava escuro, muita correria.
- Eu sei.
- É melhor você ir para casa, tente se acalmar.
- Tudo bem. Lily...
- Ti... calma você deveria ter se controlado, se ele realmente é um comensal vai querer vingança, nós devemos ter cuidado, principalmente nessas épocas.
- Desculpe eu sei...
- Ti só não chora, em casa você fala tudo, vamos.
- Lily eu não estou chorando.
- Claro que não, vamos.- num tom distraído.
Eles foram para casa, Tiago falou tudo que pensava, Lílian ouviu calmamente, e depois deu sua opinião. Aos poucos os dias se passavam Tiago foi um pouco perturbado por aquele incidente, mas logo superou, quem não superou foi Lúcio.
- Malfoy?
- O que você quer?
- Pedir permissão para ver minha filha.
- Tá, tudo bem, amanhã é sexta eu te deixo na casa da Lupim e domingo você volta para arrumar as coisas para meu jantar.
- Obrigado.
Cisa não acreditava ia poder ver sua filha, e quem sabe Sirius, ela não sabia se ele tinha a perdoado ou não. Enquanto ela subia para escrever uma carta para Anne, Malfoy recebia um ilustre convidado, Voldemort.
- Meu Lord, aquele Potter já está nos trazendo prejuízos, os Lestrange foram pegos, e outros, e agora ele me deu um soco na cara, o Sr. fará alguma coisa né?
- Espere Lúcio este terá seu castigo.
- Quando?
- Seja paciente, eu estou começando a bolar um plano.
- Muito obrigado meu Lord.
Voldemort não respondeu ficou sentado numa das poltronas da casa de Lúcio, Cisa em seu quarto escrevia.
No outro dia de manhã, Anne tinha esperado Emily vir com Sirius, eles estavam lá esperado quando a batera na porta Sirius entrou no quarto, estava Lúcio e Narcisa, na porta.
- Oi Anne, minha filha!- Emily correu ao encontro de Cisa.- Muito obrigado por me trazer.
- Tudo bem, domingo cedo em casa.
- Tudo bem, me espere em casa que lá eu estarei.
- Até.- Lúcio desapartou.
- Eaí? como você está?
- Mais ou menos, eu tenho tanto medo por meus filhos.
- E essa barriga, com esta?
- Tá indo bem. Mais alguns meses e está ai. E você minha filha linda, como você está?
- Bem mamãe. Eu tenho um quarto só para mim cheio de coisas.
- É?
- É o papai me deu...
- Seu pai?
- É eu.- Sirius saiu de onde estava.
- Sirius?
- Cisa...
- Desculpa...
- Não chora, eu já te perdoei, mas você não deveria ter feito isso.
- Eu sei, se eu pudesse voltar no tempo não faria nada disso.
- Mamãe, vamos brincar de tomar chá?
- Vamos, nos acompanha Sirius?
- Um chá cai bem.
- Os dois sentaram-se na mesa onde Emily tinha arrumado, ela mesma queria servir o chá, mas sempre faltava um coisa, Emily ia e voltava, Anne tinha saído para deixar eles à-vontade.
- Aquele imbecil está pelo menos te tratando bem?
- Você conhece o Malfoy.
- Ele te bate ou coisa parecida?
- Não, quer dizer, quando eu me oponho e ele... às vezes, mas é uma vida tão diferente daquela que agente levava... onde conversávamos para decidir o que fazer, se fazer ou não, lá eu não tenho muita escolha.
- Ele disse que nos mataria?
- Disse por isso não tenta nada.
- Oh mamãe.
- Obrigado minha filha.
- Ih... faltou umas bolachas...
- Você volta hoje ainda?
- Não, volto domingo.
- Sério?
- Sim, assim eu posso ficar mais tempo com a Emy.
- Ela é tão esperta...
- Como você.
- Tão linda como você.
Eles tomaram o chá, conversaram, até que depois de algum tempo Emy finalmente dormiu. Anne passou em casa, mas para pegar algumas coisas ia visitar os pais junto com Remo. Cisa e Sirius estavam sentados no sofá conversando ainda, até que eles não agüentaram e começaram a se beijar loucamente.
- Si... agente...
- Cisa cala a boca, por favor, você depois de amanhã tem que voltar.
- É exatamente por isso que...- ela se levantou.- não podemos.
- Eu sofri tanto quando se foi, que se você não ficar aqui e me beijar eu acha que vou morrer.
- Não fala assim, já estou cheia de papo de morte.
- Tudo bem, mas vem cá.- ele se levantou e foi até ela.- Cisa, vamos só matar as saudades daquela tempo gostoso onde ficávamos juntos.
- Si... eu não ia agüentar passar esse tempo com você e depois ter que voltar.
- Eu sei, mas...
- A Emily, ela pode acordar.- Cisa procurava um boa desculpa para se controlar.
- Ela está dormindo.
- Não...- Sirius não agüentou de novo e começou a beijá-la. Ela desta vez não conseguiu fazer ele parar, como tinha saudade daquele beijo com amor de Sirius, muito diferente do de Lúcio. Mais um pouco e Sirius a carregou para seu quarto, onde lá lembraram daquele tempo que tinha passado. Na manhã seguinte Emily acordou super sedo. E entrou no quarto onde viu os dois deitados.
- Mamãe?
- Emy!? O que você já faz acordada?
- Estou acordada.- Emily subiu na cama e deitou entre os dois.- Papai? Você faz um mamadeira para mim?
- Srta. Black mamadeira? Achei que a Srta. já tinha parado de tomar mamadeira.
- Tá então meu leitinho.
- Eu faço, você vai na frente e me encontra na cozinha.
- Tá.- a garota saiu correndo.
- Você anda dando mamadeira para ela?
- Eu ia saber? Esqueceu que eu não sabia de nada.
- Pois é.
- Pai!
- Tô indo.- Sirius vestiu uma roupa e foi lá fazer o café da filha. Cisa ficou deitada na cama um pouco.
- Papai?
- Quê?
- Você dormiu no quarto da mamãe?
- É que... ela ficou com medo de dormir ali sozinha e pediu para mim dormir a lado dela.
Cisa apareceu na cozinha de camisola.
- Que camisola linda Cisa.
- Ué papai você não dormiu do lado dela? Devia ter visto a camisola.
- É que estava escuro.
- Ah...
Aquele dia foi muito divertido, Tiago e Lílian fizeram uma visita, eles passearam, foi uma dos melhores dias daqueles tempos, no fim eles foram jantar num restaurante, Emy chegou dormindo profundamente em casa, Sirius a pôs na cama, e foi ao encontro da Cisa que estava sentada na sala.
- Que dia!
- É, Cisa não vai embora, fica eu te protejo eu protejo a Emy eu protejo esse filho, que você está esperando.
- Você não pode lutar contra ele, ele tem ao seu lado muitos bruxos poderosos...
- Cisa você já percebeu que é a única que pode denunciar ele?
- Não, ele nos mataria, eu não quero te ver morto e nem meus filhos.
- Cisa...
- Sirius não me pede isso, eu vou achar um jeito de vir com mais freqüência, o Malfoy é mau, mas também, ele terá que concordar.
- Eu espero, mas...
- Não Sirius.
- Tudo bem.
- Jure que você não vai fazer nenhuma besteira, jure pela nossa filha.
- Eu juro.
- Que bom, eu vou me deitar. Boa noite.
- Boa noite.
No outro dia de manhã, Cisa se despediu de Emily, de Sirius e de Anne que estava de volta em casa, e foi para a mansão Malfoy.
- Ela sofre nas mãos daquele imbecil, bem que o Tiago fez em dar um porrada na cara dele.
- Olha é um coruja.
- Para ai.- Sirius pegou a coruja.- é de Lílian.
- O que diz?
- Os pais dela se acidentaram.
- E?
- Morreram.
- Que coisa horrível, onde eles estão?
- Na casa dos pais dela.
**
- Você nem agora pensa consciente!
- Você é que é uma anormal!
As duas Lílian e Petúnia que não se viam há algum tempo discutiam gritando, e se exaltando cada vez mais.
- Anormal? Anormal é você!
- Eu, eu sou muito normal! Você é que está...
- Você cala-boca! Você não pode me julgar, você é que não entende as coisas!
- Como vou entender isso?!!
- Lílian se acalma, o Harry.
- Tudo bem, Petúnia, eu não vou mais falar com você, o meu advogado vai.
- Advogado?! Desde quando essa gente tem advogado?
- Eu vou pedir para o advogado do papai de da mamãe!!
- Faça o que quiser, eu fico com a casa!
- Eu fico com o dinheiro que esta no banco!
- Fico maluca?!
- Ou a casa ou o dinheiro.
- Meu advogado falará com o seu em breve!
- Espero.
- Lílian quer se acalmar.
- Não dá Tiago.
- Vamos embora.
Eles apartaram em casa.
- Você viu?
- Você tem que se acalmar.
- Tá estou calma.
- Tá eu vou tomar um banho.
- Tá, vai.- ela foi para cozinha tomar um água e comer alguma coisa, ainda estava muito tensa. De repente uma dor repentina, ela percebeu que estava sangrando e começou a gritar:
- Tiago! Ti...
Tiago que estava no banho não ouvia, até que ela deu um berro tão grande, que se ele não ouvisse seria surdo.
- Lily?
- Ti!
- Lily.- ele se enrolou num roupão de banho e desceu.- Lily?- quando ele entrou na cozinha a viu no chão, chorando olhando a mão ensangüentada, quase teve um ataque.- Lily.
- Ti me leva para um hospital, tá doendo! O Harry.
- Eu vou só me vestir, tá? Vem cá ele pegou ela e a colocou no sofá.
- Ti, não dá!
- Calma.- Tiago subiu as escadas correndo, pegou a primeira roupa que estava na sua frente e pôs.- Vamos Lily vem.- ele a pegou e a pôs de pé.- você consegue apartar?
- Não, acho que não.
Bi bi, era uma buzina, era Sirius em sua motocicleta.
-Vem é o Sirius pela buzina, eu pego a motocicleta dele e te levo para o hospital.- Tiago tentava manter a calma, mas era quase impossível, quando Tiago abriu a porta Sirius estava indo com a mão para bater, quando viu a cara de desespero de Tiago, com Lílian em seu colo.
- O que aconteceu?
- Me empresta sua motocicleta?
- Claro o que aconteceu?- Tiago não respondeu passou reto com Lílian, se sentou na motocicleta e foi, voando sem estar nem aí se estava sendo visto, numa viagem curtinha que parecia ter sido séculos para Lílian que sentia dor e Tiago que tinha nos braços sangrando eles desceram na frente do hospital.
- Vem Lílian pronto chegamos eles vão salvar você e o Harry. Sirius que ficou um tempo lá parado entrou e viu a mancha de sangue na sofá apartou no hospital mais perto, estava certo que era para lá que Tiago tinha a levado.

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