Capítulo 3.
Já tive muitas obsessões na vida, mas nenhuma chegou perto da que eu tenho por ela. Minha Rainha, minha Sangue – Ruim...
Eu comando um Exército Negro, sou o mais temível dos Bruxos, consigo tudo o que quero e a consegui... Não foi fácil, muito menos indolor... Ela me testou até o máximo, ela me exigiu o que nenhuma outra exigiu, ela me fez sentir...
Não amor, não paixão... Sentir no mais simples do significado... Dor, ódio, obsessão, ciúmes... Tudo eu fiz por ela... Apenas por ela...
Por Hermione Granger, fui capaz das maiores loucuras, das maiores renúncias... Por essa Sangue-Ruim, fui capaz de me tornar algo que eu nunca mais queria... Tornei-me mortal! Minhas Horcruxs foram reunidas, minha alma foi restaurada... Minha imortalidade foi abandonada... Simplesmente porque ela queria minhas feições humanas novamente. Louco?! Talvez, mas hoje eu a tenho.
Entro em nosso quarto silencioso, sorriu discretamente ao saber que ela sabe que estou aqui, olho por um momento ao chão e vejo a ponta de cigarro largada, esquecida... Ele esteve aqui antes... Tenho vontade de mata – lá, mas a minha obsessão é maior que qualquer coisa, prefiro descobrir quem é o outro e mata – lo... E ela voltará a ser somente minha...
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Termino de arrumar a capa e me olho no grande espelho. Sorrio. Muito em breve tudo estará acabado. Olho dentro de meus olhos, nada vejo além de trevas. Não me importo, foi por isso que busquei a vida inteira, poder, hoje eu o tenho... Não importa a que preço.
Através do reflexo vejo quando ela entra no quarto. Divina. Um demônio em forma de anjo. Minha Hermione.
- Está perfeita. Falo suavemente. – Em breve uma Nova Era se iniciará e poderemos reinar como sempre quisemos. Virei – me tocando seus lábios. Doces. Tentadores. – Vamos guerrear minha Rainha! Falo e saímos de encontro aos nossos súditos.
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Olho com certa excitação para o meu mais fiel Comensal, Draco Malfoy, aquele que seguiu a ordem mais difícil que passei a alguém, aquele que se tornou minha sombra, que destrói tudo por onde passa... Aquele que matou Alvo Percival Wulfrico Brian Dumbledore e se tornou digno da minha cega confiança.
Surpreendo – me deliciosamente ao perceber que a preciosa informante da minha Rainha e na verdade a ex – namorada do Potter, aquela que um dia foi chamada de estranha como eu...
- É chegada à hora de mostrarmos ao mundo o nosso poder, finalmente poderemos viver livres e possuiremos o que é por direito nosso. Falo manipulando todo essa massa de soldados, fantoches é isso que eles são... E no fim de tudo eu apenas cortarei as cordas que sustentam todos eles...
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É realmente degradante perceber o quanto meu adversário é fraco... Não entendo se é burrice mesmo ou aquela miopia que não o permite ver que há muito tempo Hermione não é dele, simplesmente porque ela é minha...
Ouço a voz de Hermione ressoar fria e majestosa pelos campos silenciosos de Hogwarts, toco levemente seus lábios e lhe juro mais uma vez que a cabeça do baby Potter será dela... Agora é hora de lutar, agora é hora de matar... Finalmente minha hora predileta...
Meu corpo está coberto de sangue que não me pertence... Sangue puro, mestiço, sujo não me importa... São apenas corpos sucumbindo aos meus pés, são apenas vidas sendo retiradas pelas luzes verdes da minha varinha... Se me importo? Não. Remorso foi algo que jamais senti... Afinal, monstros não sentem, sentem?
Vejo minha esposa ser parada por aquele projeto de Lobisomem, solto uma risada de deboche, mais um para a lista dela... Ela é tão fria, tão bela, tão diabólica, como alguém consegue ser enganar com esse rosto de anjo dela? Tolos...
Olho a diante, Hermione sabe se cuidar observo algo que me interessa, um pouco de diversão não faz mal a ninguém. Passos calculados até onde Minerva Mcgonall se encontra. Faço uma mesura e apontou minha varinha para ela.
- Quanto tempo Minerva. Minha voz é deboche, é frieza, é maldade... Um feitiço, outro... Brinco, Maltrato, Machuco... Ela nunca foi adversária para mim, mas eu sempre fui tudo que ela gostaria de ser... Minerva almeja a perfeição, ela me almeja... Cansei de jogar é hora de acabar com a brincadeira. - Avada Kedrava... Ela cai sem vida no chão, suas últimas palavras foram o único feitiço que me atingiu até agora, um Sectumpra na perna. Sangro. Riu. Faz tanto tempo que não vejo meu próprio sangue. Um sangue que em parte venero um sangue que em parte desprezo... O sangue que mostra a contradição que eu sou... Perfeito imperfeito... Esse sou eu...
Sinto alguém me observado seu ódio é quase papável, Potter, é chegado o momento. O menino – homem se posta a minha frente. Sorriu debochado. Lanço um encantamento ao redor de nós, um campo de força, apenas aqueles que possuem um coração tão negro como o meu consegue atravessar... Magia Negra? Eu nunca disse que ia jogar limpo...
Horas já se passaram nesse duelo, admito que ele evoluiu bastante desde nosso último confronto, mas a verdade é que ele continua não sendo páreo para mim. Ele se esforça tanto, usa a coragem como principal arma. Idiota. O que é a coragem sem a astúcia? Seu corpo está repleto de cortes e sangue, ele olha para trás de mim. Lovegood. No fim minha melhor arma. E Dumbledore estava correto, o amor traria o fim da guerra. Três palavras Eu te amei e Potter caiu definitivamente. Fim? Não, isso é apenas o começo...
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Aparatei com Hermione para dentro do Castelo, o silêncio aqui não permite que eu escute nada do lado de fora. Peço que ela espere um pouco, ela me sorri docemente e aguarda.
Entro na sala do antigo diretor, o grande quadro de Alvo Dumbledore atrás da cadeira do diretor, ele chora grossas lágrimas despencam dos olhos azuis. Lágrimas de remorso. Lágrimas de frustração. Lágrimas de ódio. O que aconteceu com o amor Diretor?
Paro em frente a ele. Sorrio arrogante. – E eu finalmente venci. Sorrio debochado. – Diga Dumbledore quem você mandará para me deter? Solto um riso vitorioso, sinto todo o triunfo nas minhas veias. – Pare de derramar essas falsas lágrimas, você não chora pelo bando de inocentes que morreram aqui! Você chora porque seu orgulho está ferido! Rio novamente ainda mais debochado. – E a cria supera o Mestre! Faço uma falsa reverência e com um belo e longo aceno de varinha todos os quadros incendeiam menos o próprio Dumbledore. – O senhor ficará aqui, para ver o que o mundo se tornou, para ver uma Nova Era onde você não é o vencedor, onde você velho tolo fracassou.
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Hermione abre a porta do nosso quarto, ela tem um brilho diferente nos olhos. Parece ainda mais bela mais irresistível.
- Como se sente Tom? Ela me pergunta sua voz emana calor, é como se aquela garotinha houvesse retornado. É como se a pureza roubada houvesse voltado.
- Vitorioso. Respondo com um sorriso de lado, paro novamente em frente ao espelho. – Eu sou o deusEva, minha doce tentação... Ela ri e seus olhos brilham mais a cada segundo. da minha existência. E você é minha
Ela para perto de uma das janelas, o vento balança seus cachos e faz sua pele ficar levemente corada, seus olhos vagueiam por toda paisagem e se fixam no meu. Avelã no Negro. O que ela quer? O que minha Rainha deseja?
- Eu te desejo Tom. Ela respondeu com um brilho intenso no olhar. Levanta - se passado à mão insinuante pelo corpo, ela esta se oferecendo, um presente que ninguém jamais ousaria recusar.
Beijo seus lábios, minhas mãos abrem o fecho de seu vestido, o deslizo por toda extensão de seu corpo, ela sorri e leva suas mãos até minha camisa abrindo os botões com lentidão devastadora, ela gosta de me ver ansiando por seu toque por seu corpo... Outro beijo mais molhado, mais intenso. Caminhamos até a cama, sem perceber já estamos apenas com peças intimas apenas uma renda me separa de possui – lá.
Ela deixa uma trilha de beijos e mordidas por toda extensão de meu abdômen e vai descendo com um sorriso cada vez mais safado no rosto. É estranho e incrivelmente prazeroso o jeito que ela me olha, seus olhos brilham mais que uma estrela e ela me leva aos céus com seus toques precisos e ousados, tudo numa imensa calma Hermione sabe me deixar longe.
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Terminou de colocar as velas nos círculos pintados a sangue, na seguinte seqüência: negra, roxa, vermelha e branca. Convocou o cálice de ouro maciço com um líquido âmbar dentro o colocando no círculo central, a partir desse círculo doze iam fazendo órbita e no fim os quatro menores com as velas... Tudo a Sangue...
- Hora de colocar o encantamento. Falou para si mesmo, sua concentração era tanta que seus olhos mudaram de tonalidades tornando – se chumbos, a magia corria em seu sangue... Corrompia sua alma...
Pegou a pequena adaga de prata e cortou a própria mãos, o sangue caía intenso e puro. E então com ele começou a escrever... Encantamento escrito com sangue. Não qualquer sangue. Puro, Poderoso, Negro...
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Gemi prazerosamente ao sentir os lábios gélidos dela tocarem a parte interna de minhas cochas, seus beijos formavam uma trilha pecaminosa em direção a minha masculinidade. Sinto ela me sugar como quem quer devorar-me. Cada gesto, cada toque, faz com que eu entenda por que eu sou seu Lord.
Estava alcançando o ápice quando ela transformou seus movimentos árduos em toques precisos, torturante... Vi-a olhar-me e sorrir como nunca havia feito antes e abocanhar meu membro com tamanha volúpia deixando que me derrama-se ali em seus lábios.
Em seguida beijou-me na boca, mordiscou meu pescoço, logo meu membro já estava novamente rijo, e faminto. Eu sentia necessidade de tela. Segurei-a firmemente pela cintura fazendo com que se sentasse sobre meu membro. Ela gemeu alto, arranhou todo meu tórax. Eu coordenava os movimentos alucinadamente exigindo o máximo dela e dando o máximo de mim para satisfazê-la.
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O chão antes impecavelmente negro agora estava marcado à tinta vermelha. Estava marcado pela tinta que desde as épocas mais remotas manchara a historia humana. Estava manchado a sangue.
Cada circulo, cada linha era feita com a maior das atenções. Levantou-se se afastando dos símbolos e admirando-os. Havia feito um ótimo trabalho.
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Minha rainha, definitivamente não era como qualquer uma. Ela era muito mais que todas elas. Qualquer um que me visse falando assim pensaria que eu morro de amores por ela, mas não. Eu a odeio. Odeio por ter-me feito novamente mortal. Odeio por ter-me feito sentir. Odeio-a por me fazer querê-la, por fazer-me contorcer de prazer diante dela.
Perdi qualquer linha de raciocínio que poderia ter ao fitá-la novamente, cavalgando de maneira alucinada sobre mim. Levantei minha cintura contra ela forçando meu membro em seu corpo, ela gemeu alto de prazer fixando as longas unhas vermelho-sangue em meus braços, aumentei o ritmo das estocadas, senti-a ter espasmos ao alcançar o prazer. Gozei.
Desfaleceu sobre mim, a respiração ainda descompassada e um sorriso sereno na face. Sorriso esse que me assustou.
Como podia ela rainha das trevas, traidora dos “amigos”, assassina... sorrir daquela maneira... Sorrir como um anjo??
Era exatamente por aquele sorriso que eu havia trocado a minha imortalidade, ela repousou a cabeça sobre meu tórax num ato de... Carinho? Duvido muito, mas a maneira como ela me olha e cela seus lábios aos meus me faz pensar o que ela pretende com aquilo.
- Você é bom Tom. Disse roucamente fazendo-me arrepiar. - Mas não é o melhor... Disse apontando a varinha pro meu peito e sussurrando algo que não pude entender, senti meus músculos contraindo-se, e meus batimentos diminuírem, no entanto continuava consciente.
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Deixou que seu olhar detalhista pairasse sobre as imagens no chão, cada detalhe cada linha, cada gota de seu precioso sangue.
O espelho foi posto no centro do circulo maior, era grande e largo, ornamentado com rosas de ouro escurecido, lindo, porém amaldiçoado. Afastou-se se ocultando nas sombras do lugar, logo chegaria à hora.
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Ela levantou-se caminhando até seu rob negro, vestiu-o e novamente apontou a varinha pra mim. Mas que diabos essa maldita sangue-ruim pensa que esta fazendo?
Sou levantado da cama ainda nu, o lençol negro e posto sobre meu corpo cobrindo minha masculinidade. Sou guiado pelos corredores de minha mansão tentando me livrar do feitiço, inutilmente.
Sou jogado de encontro a grande porta de mogno da sala de esgrima, sinto meus cabelos negros serem molhados de sangue, meu sangue.
Ela larga a varinha e puxa-me pelos cabelos até o centro da sala, me olha nos olhos, tremo.
Ela faz com que me ajoelhe no centro de um pentagrama desenhado no chão. O espelho de Ojesed a minha frente.
- Olhe Tom e me diga quem é o Deus de sua existência o que vê? Sua voz é baixa, rouca e perigosa.
Eu observo atentamente o espelho esperando ver algo assombrosamente maravilhoso, no entanto nada vejo. Nada além da Maldita Sangue ruim. E a Odeio ainda mais por isso e me odeio também. Ela não tinha o direito de ser meu maior desejo.
- Me diz Tom, o que você vê? Pergunta-me e sorri debochadamente ao ver meus olhos brilhando de fúria - Vamos lá "Meu Lord" não me faça de boba eu estou esperando, O que vê Tom? E um novo sorriso surgiu em seus lábios ao perceber a veia latente de raiva em meu pescoço.
- Não me diga que você esta me vendo... A voz dela era puramente incrédula e no mesmo instante sua gargalhada ecoa pela sala. Ela chuta meu peito fazendo-me cair para trás – Você é fraco Tom e por isso jamais seria capaz de me possuir.
As palavras dela me atingiam como facas, perfurando meu ego e abalando minha sanidade. Louco. Lorde Voldermont estava enlouquecendo graças aos caprichos de sua maldita rainha de sangue-ruim, maldito desejo que nutria por ela.
Outra gargalhada ecoa pela sala dessa vez masculina, o homem para a minha frente sorrindo debochado e desfere um forte chute em minhas costelas, arfo, maldito.
- Fraco. A voz máscula e imponente de Malfoy atinge meus ouvidos, congelo. Então era ele que se encontrava com ela? Minha aura se expande, furiosa. Fui traído pelo homem que tinha como filho, como sendo meu mais fiel, só agora percebo o quanto fui tolo. Malditos sejam.
- Sabe Tom acho que você ainda não nos disse tudo o que viu. Constatou zombeteiro levantando uma das sobrancelhas. E sorriu ao ver o pânico que eu tentava esconder. Hermione fitou-nos sem entender.
- Ora Milord diga a nossa rainha o que mais você viu. Ordenou apontando a varinha para mim enquanto colocava-me novamente de joelhos diante ao espelho. – Veritas. Sacudiu levemente a varinha e senti como se meu peito fosse aberto por milhares de ganhos. – Quem mais você vê Tom? Indagou já sabendo a resposta.
Olhei novamente para o espelho e logo desviei os olhos abaixando a cabeça, minha mente ordenava que eu lhe respondesse. Maldito feitiço. Mordi os lábios perfurando-os mais não me permitir falar, não daria mais motivos para que me humilhassem.
Ele fitou-me e gargalhou novamente. – Eu Tom? Já era de se esperar. Riu prepotentemente. – Mas sabe Tom, você nunca seria como eu, nunca teria a astúcia, honra, coragem ou o sangue necessário para isso e muito menos a Hermione. Ela é boa de mais para alguém como você. Disse próximo instigando-me a revidar. Continuei a fitar a maldita sangue ruim, linda e majestosa que me olhava de dentro do espelho com um desejo quase palpável a mim, senti meu membro pulsar a simples visão do belíssimo corpo dela coberto apenas pelo rob negro, como ela ainda conseguia fazer isso comigo? Desgraçada.
- Algum problema Tom? Me assusto com a voz dela próxima de mais aos meus ouvidos. Não havia sentido ela se aproximar, arrepiei-me com a proximidade e me repreendi por não poder tomar conta das reações que meu corpo tende a tomar quando ela esta por perto e infelizmente para mim esse fato não passou desapercebido pelos olhos castanhos que logo fitaram os meus sorrindo maliciosamente como jamais havia feito. Aproximou-se ainda mais de mim deixando sua respiração roçar em meu pescoço. – Ainda causo essas sensações em você querido? – disse com falsa inocência, que a visse facilmente a confundiria com um anjo um erro, talvez o mesmo erro que eu cometi.
- Sabe querido, já que eu já sei o que você deseja acho justo que você também saiba o que eu vejo. - Fala calma olhando para o espelho, fazendo com que eu fizesse o mesmo- Quer tentar adivinhar o que eu vejo ou melhor quem eu vejo ?
Ela vira-se em direção ao Malfoy, filho da puta. Roubou tudo que tinha por direito que ser meu, não consigo me conter e deixo que um fraco e rouco rugido seja ouvido. Hermione vira minha cabeça em direção a ele que sorri presunçosamente como se fosse superior e caminha em minha direção parando próximo a mim, fitando o espelho, seu sorriso aumenta e devo admitir que fico curioso para saber o que ele deseja.
- Nós realmente temos algo em comum Tom, meu deslumbre ao olhar o espelho é basicamente o mesmo que o seu. Ele olha para Hermione que lhe sorri fazendo com que minha raiva aumente, eu queria matá-los, queria sentir o prazer de ter minhas mãos firmemente agarradas ao pescoço dela quando seus olhos perdessem o brilho.
- Sabe o que vejo Tom? Ele ri – Minha sangue ruim é ela que eu vejo.
Hermione para em minha frente olhando em meus olhos e começa a falar comigo de maneira elucida e sádica.
- Eu tenho a leve impressão que há alguém sobrando aqui. Ri como uma criança descontrolada o que me faz lembrar de Bellatrix.- A sua maior fraqueza esta naquilo que mais odeia Tom e quem diria que uma sangue ruim iria destroná-lo? O sangue... tanto o que você odeia quanto o que você idolatra iram te destruir e sabe por que? Por que você não foi capaz de ver o mais obvio, mesmo que a verdade estivesse sob seu empinado nariz. Potter nunca seria capaz de te derrotar e por saber disso mudei de lado e você apenas facilitou as coisas para mim... Draco realmente estava certo quando me convenceu a mudar de lado, você é fraco. Fingiu nojo
O ódio que senti foi mais forte que o feitiço paralisante que ela me lançara, levantei-me furioso partindo de encontro a ela, mas logo fui arrebatado ao chão num baque surdo pelo ganho que seu protetor me acertara, ela continua parada como se soubesse que eu não a alcançaria antes dele me alcançar, fui novamente petrificado.
- Milord. A voz quente de Hermione chamou e eu olhei, mas não era a mim que ela se referia. Eu não era quem ela respeitava. Depois de todas minhas renuncias eu não era nada para ela e descobrir isso fez um frio intenso se apossar de mim.
- Minha Rainha. A voz dele emanava respeito, carinho, amor... senti nojo. Ele tomou-a em seus braços beijando-a. Teria matado-o se não fosse o maldito feitiço que a sangue-ruim lançara em mim, apesar de tudo ela ainda me pertencia e ninguém deveria tocá-la, era em minhas mãos que ela deveria ter prazer e também era por elas que ela deveria morrer.
- Você me inveja Tom por eu sempre ter tido o que você sempre quis. Eu tive berço, fortuna, poder, nome, fama, tenho o sangue puro que você tanto almejava e tenho algo que você almeja ainda mais. A Hermione e todo o amor dela. Sim Tom, eu sou tudo o que você queria ser. Cortou a ponta de um de seus dedos deixando que seu sangue respingasse sobre mim. – Aproveite Tom esse é o Maximo de contato que você terá com um sangue raro como o meu.
Caminhou até um cálice de prata onde pegou uma adaga ornamentada de ouro banhada em algo prateado. Sangue de unicórnio. Veio até mim e começou a cortar-me, escrevendo encantamentos com a ponta da adaga em minha pele. O sangue do unicórnio adentrava meu corpo, queimando-me de dentro para fora. Minha dor e ódio foram maiores que qualquer feitiço silenciador que poderia ser lançado em mim e eu gritei, o ódio em minha voz atormentaria a lucidez de qualquer mente bem estruturada mais não a deles.
Mas que porra era aquela que ele estava fazendo? Minha pele queimava, meu sangue fervia e a dor apenas aumentava corte após corte, segundo após segundo. O sangue escorrendo de meus ferimentos alcançou o chão e aos poucos foi se juntando com as escritas no mármore negro, fortalecendo-as.
Malfoy levantou-se o rosto sem expressão alguma e parado antes de mim começou a proferir encantamentos numa língua antiga, suas vestes negras começaram a mudar de tons. Assim como seus olhos que ficaram completamente negros.
- Για το αίμα που κυλά στις φλέβες μου και τις ψυχές των προγόνων μου, έχω εντολή όλη την εξουσία που έχει να αφαιρεθεί από το σώμα του, ο διοικητής ότι η ψυχή του είναι κλειδωμένο και η δύναμή του να διατηρείται κάτω από τη δύναμη μου. Η ύπαρξή του έχει αφαιρεθεί από το χρονοδιάγραμμα από τώρα ότι δεν υπήρξε ποτέ και δεν υπήρξε ποτέ. Τι είναι για μένα σχέση μου με την αιωνιότητα που μπορεί μόνο να καταστραφεί όταν θέλω και στην επιστροφή σας προσφέρει όλες τις ψυχές που ελήφθησαν από τον ίδιο. Με τη δύναμη των παλιών φατριών μου, η δύναμη της Μαύρης εγώ εντολή ότι αυτό το πλάσμα υποφέρει χίλιες φορές περισσότερο από όλους εκείνους που προκάλεσαν υποφέρουν.
Quando acabou o encantamento sentir-me ser invadido por milhares de agulhas, minha visão tornou-se enevoada o sangue escasso de meu corpo eu já não vivia e no entanto tinha perfeita consciência do que se passava a minha volta. Vi meu corpo humano ceder ao chão, meus olhos negros fitarem o nada. Não era como quando o Potter me atingiu e perdi meu corpo, não. Eu realmente já não vivia, estava aprisionado a eternidade, condenado a fornecer vida eterna a meus algozes, enjaulado em um espelho.
Hermione aproximou-se de meu corpo um sorriso parte angelical, parte demoníaco preso em seus lábios, ela mantinha firme em suas mãos uma adaga de prata que enfiou em meu corpo na altura do coração, meu corpo desapareceu em uma nuvem negra e ela olhando em direção ao espelho seguiu até os braços do Malfoy.
- faça-me sua. Ordenou e ele sem perder tempo beijou-a.
As mãos longas e másculas percorriam o corpo da moça com perícia, beijavam-se de maneira carinhosa e ao mesmo tempo deixando explicito o desejo que sentiam um pelo outro. Separaram-se calmamente olhando ao redor e buscando ar. Foi então que ela pousou os olhos sobre o espelho e apontando a varinha para o mesmo deitou-o no chão. Malfoy observava-a atentamente enquanto ela sentava-se sensualmente sobre o espelho e chamava-o. Ele aproximou-se pisando sobre o vidro de Adamantio, ajoelhou-se frente a ela retirando um cacho que caia sobre os olhos castanhos, desceu a mão até a face acariciando levemente e depois segurou calmamente a alça negra de seu rob deixando que a mesma caísse.
O sorriso genuinamente feliz nos lábios da mulher parecia ser indestrutível até que ele aproximou-se de seu ouvido sussurrando sedutoramente e apertando o seio direito da moça com exatidão. Então o sorriso transformou-se num fraco gemido de excitação.
Logo as vestes de ambos estavam espalhadas sobre o salão e eles poderiam se amar sem barreira alguma, mas não havia pressa, só desejo e amor. E ele beijou-a novamente olhando em seus olhos assim como na primeira vez que fizeram amor, penetrou-a e viu a satisfação e o prazer escurecerem os castanhos dos olhos dela.
Ele movimentava-se rapidamente dentro dela, fazendo-a curvar o pescoço e inclinar o corpo, sentiu seu corpo estremecer e juntos alcançaram o ápice.
E foi ouvindo os sons guturais que escapavam de suas gargantas e o som de seus corpos chocando-se enquanto faziam amor que Lorde Voldermont caio.
Foi assim que eu não morri.
Fim.
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Ps: O encantamento que o Draco usou...
- Pelo sangue que corre em minhas veias e pelas almas de meus ancestrais, ordeno que toda a força desse ser seja retirada de seu corpo, ordeno que sua alma seja trancafiada e que seu poder seja mantido sob meu poder. Que sua existência seja retirada da linha do tempo, a partir de agora ele nunca existiu e nunca existira. Que ele seja para mim meu elo com a eternidade que só será destruído quando eu quiser e em troca lhe ofereço todas as almas que por ele foram tiradas. Pelo poder do meu antigo clã, pela força dos Black eu ordeno que essa criatura sofra mil vezes mais do que todos aqueles a quem causou sofrimento.
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Espero que tenham gostadoo.
Acabou....
Agora só o Epilogo...
Não gostei disso....
Esperando comentarios...
beijos
Ane e Lyra B. malfoy