E na Sala Precisa...
LUNÁTICO
com... Harry Potter e Luna Lovegood...
Linha do amor, bah! Que idiotice! O que aquela libélula super crescida entende de amor? Ele não tinha uma linha do amor curta e irregular! Ele ia ser feliz! Ia ser feliz no amor! Mesmo que Voldemort continuasse tentando matá-lo, mesmo que Gina...mesmo que Gina continuasse a ser irmã de Rony...
Harry andava rápido e aborrecido enquanto saia da sala de aula da Professora Trelauney. Ao virar subitamente em um corredor, viu um borrão esbranquiçado correndo descontroladamente em sua direção. Bam! Algo bateu com força em Harry e o levou ao chão.
– Luna! – disse ele olhando para uma Luna mais vertiginosa do que o normal. Ele se levantou e estendeu a mão à ela que a pegou e se ergueu massageando a cabeça. – Você está bem?
Harry que bom encontrar você! – exclamou a menina. – Venha você precisa ver isso!
– Ela começou a correr novamente arrastando Harry atrás.
– Luna. – chamou ele derrapando perigosamente atrás dela. Luna o ignorou.
– É lindo! – disse ela.
– Luna, para onde está me levando!? – ela o ignorou e continuou correndo.
Você tem que ver... É lindo... É incrível! – disse Luna sonhadora como só ela conseguia ser. Harry se resignou e se deixou arrastar. Alguém no mundo conseguiria discutir com Luna? Provavelmente não. Nem Hermione conseguia.
Chegaram à um corredor muito conhecido seu. Olhou pela milésima vez para a porta da Sala Precisa. Lembrou-se dos antigos encontros da AD. Talvez Luna fosse lhe mostrar que aprendera algum feitiço novo.
Eu quero entrar no lugar onde eu estava antes. – murmurou Luna.
Por um segundo a parede continuou imóvel, mas depois se transformou em um porta de madeira clara com gravuras de folhas verdes, havia gravetinhos desenhados. Harry olhou para a porta curiosa que havia aparecido. Aquela era porta da Luna. A menina a abriu agitada.
Luna, o que... – Harry deu um passo à frente seguindo Luna. E se viu em um lugar lindo, simplesmente lindo, incrivelmente lindo. Aquilo só podia ter saído de um lugar. Da cabeça da Luna. O chão era gramado, havia um tênue sol amarelado em sua pele, arbustos, plantas, gramas, todo o verde imaginável se juntava ao colorido de milhares, milhões de flores. E completando isso uma quantidade inimaginável de borboletas e passarinhos voavam calmamente. Luna gargalhou.
– Não é lindo Harry? – disse ela se jogando na grama.
– É incrível... – Harry observava tudo abobalhado.
– Senta. – chamou Luna dando palmadinhas na grama macia ao seu lado. Harry sentou-se.
– Você imaginou todos estes detalhes, Luna? – perguntou.
– Humm? – perguntou Luna de olhos fechados aproveitando o sol.
– Deixa para lá. – disse Harry sorrindo.
– Que bom que te encontrei! – disse Luna subitamente sentando-se – Se não não poderia mostrar á ninguém.
– Por que não? – perguntou Harry.
– Não sei se me lembraria. – disse a loirinha simplesmente.
– Vamos explorar! – ela levantou-se e o puxou pela mão.
– Luna eu tenho que ir... tenho que encontrar Slughorn. – explicou ele.
– É só um pouco. – ignorou ela puxando-o novamente.
Foram caminhando através da grama. O lugar era gigantesco. Luna disparou à correr levando-o consigo. Em alguns minutos Harry já não via mais a porta. E Luna havia dado tantas voltas que ele simplesmente não sabia de onde tinham vindo. Luna não parecia se preocupar com essas simples questões.
– Luna, você sabe voltar? – perguntou ele.
Sei. Olha Harry! Rosas Azuis! – ela disparou em direção à roseira. Tudo aconteceu muito rápido. Em um segundo Luna corria em outro com um gritinho foi ao chão.
– Luna! – gritou Harry correndo até ela – Você se machucou?
– Ai! – Luna levou a mão ao joelho esfolado. – Não tudo bem, foi só um arranhão.
– Deixe-me ver. – Harry sentou ao lado dela. – É não foi nada. Só precisamos limpar quando sairmos daqui.
Aconteceu em uma fração de segundos. Os rosto de Luna que mirava o próprio joelho ergueu-se para olhá-lo. Havia algo que ele não conseguiu identificar no lábio inferior dela. Talvez uma minuscula folha. Ele mirou a folha e depois o lábio pequeno e pálido dela. Sentiu uma súbita vontade de tocá-lo.
– Tem algo aqui... – ele indicou no próprio rosto o lugar onde havia visto o cisco.
– Você quer me beijar Harry? – perguntou Luna subitamente.
– Luna! Eu não... – começou Harry, mas os olhos astutos de Luna o miravam e ele sentiu que não conseguiria mentir – Vamos! – disse levantando-se e estendendo a mão à Luna que a pegou e se levantou. Juntos começaram a caminhar.
– Para que lado você acha que devemos ir? – perguntou ele.
– Pra lá – ela apontou para sul – Eu acho.
– Acha? – perguntou Harry com voz fraca, mas ela o ignorou.
– Por que você acha que quis me beijar? – perguntou ela.
– Pare com isso! – rebateu ele. Luna deu de ombros.
Andaram um pouco, parecia apenas um campo florido, mas mesmo assim Harry não conseguia ter um campo de visão, era confuso.
– Sabe onde estamos indo? – perguntou ele cansado.
– Não exatamente. Podemos nos sentar um pouco? – pediu Luna.
– Não podemos demorar. – disse Harry.
– Só um pouquinho. – disse Luna sentando-se. Ela estava levemente arfante. Harry que também estava cansado de dar voltas, sentou-se junto a ela.
– Tem uma folha no seu cabelo. – disse Luna se inclinando para tocar com os dedos o cabelo dele.
Ele acompanhou o movimento da mão dela e pagou pela sua distração. Suavemente, tão suavemente como só Luna poderia fazer, ela tocou os lábios dele. Ele não teve que pensar em retribuir ou não. A boca dela era parecia, quente, tinha um gosto diferente... Ele esqueceu por alguns segundos de onde estava, quem era e etc... Até que teve um estalo. Ela ia contar para Gina. Delicadamente afastou-a.
– Luna isso está errado. – a menina o ignorou e tentou alcançar sua boca novamente. – Luna! Luna, Luna! Pare! O que há com você!? Não pode ser um pouco menos...Luna!?
– O que tem demais? – perguntou ela.
– Eu não sou como você! Eu penso nas coisas. – argumentou Harry.
– Sabe, sempre achei esse seu pior defeito. – declarou Luna beijando-o novamente.
Harry acompanhou os movimentos dela. Ora o que ele poderia fazer se Luna Lovegood beijava bem? Que culpa ele tinha se ela tinha gosto de laranjas frescas, cheiro de laranjas. Ele era apenas uma vítima. Uma pobre vítima. Ele era mais forte que ela? Não naquele momento. Ele enterrou os dedos nos fios macios do cabelo dela e sentiu-a chegar mais perto. O beijo doce foi se tornando um pouco mais voraz. Ele encostou os lábios na curva do pescoço dela e provou que gosto tinha a pele dela. Definitivamente era laranjas. Ele saboreou um pouco sentindo-a amolecer levemente. As reações dela eram deliciosamente sutis. Dava vontade de testar até onde ela se comportaria tão bem.
– Você é...cítrica? – perguntou ele falando de encontro ao pescoço dela. Ela riu suavemente e encaixou os lábios na curva do pescoço dele, aspirou por um segundo e depois beijou suavemente. Parecia que os lábios dela queimava, queimavam como gelo.
– Sério? Você tem gosto de gente mesmo. – ela riu mais um pouco e beijou de novo o pescoço dele. – Mas um gosto bom...
Ele beijou os lábios dela mais um vez. A menina deslizou as mão pelas costas dele, infiltrando-se por baixo da camisa... um toque tênue, trêmulo... ela retirou as mãos suavemente e subitamente inclinou-se sobre ele empurrando-o com as duas mãos. Desavisado ele caiu para trás e ela sem perder tempo postou-se sobre ele voltando à beija-lo. Ele se perdeu por um momento nos lábios dela o devorando suave e calculadamente. Sem perceber deixou as mãos passearem pelo corpo pálido e quente dela. Tocando-lhe as pernas por baixo da saia, pousando na cintura dela puxando-a para si com volúpia. Ela encaixou-se perfeitamente nele. Quente sinuosa, o corpo suavemente desenhado, levemente arfante. As mãos dele se arrastaram como uma serpente para baixo da saia dela, ele tocou a lateral da calcinha dela, ele deslizou os dedos sentindo o desenho, o tecido macio, suas mãos chegaram em uma parte quente e úmida. Se demorou ali por três segundos, fazendo Luna gemer baixinho na boca dele.
– Luna... – murmurou retirando as mãos – Pare...
– Não quero... – ela beijava o pescoço dele enquanto tirava a capa preta dos ombros dele.
– Não é um motivo suficiente... – resmungou ele. Ela pressionou o próprio sexo contra o dele que respondeu de imediato ficando incrivelmente rígido. Ele gemeu.
– Você não quer que eu pare... – ela sussurrou deslizando até a cintura a capa. Deixando-o com apenas a camisa branca. Ela abriu os primeiros botões cobrindo a pele exposta com os próprios lábios.
– Também não é um motivo suficiente... – repetiu ele. Ela arrebentou os outros botões beijando-lhe todo o abdômen dele...chegando ao cós da sua calça. Ela abriu o botão suavemente. Fazendo-o gemer em antecipação.
– É mais juntos. São um bom motivo. – falou Luna. O hálito quente dela de encontro a si o deixou meio tonto. – Pense nisso como uma experiencia cientifica.
– Experiência? – perguntou Harry.
– Uhum... – resmungou Luna antes de beijá-lo novamente.
– Luna... – disse ele próximo ao rosto dela.
– Hum... – respondeu Luna, beijando o pescoço dele.
– Alguma... – ela passou os lábios suavemente no maxilar dele – chance de isso sair no Pasquin?
Luna riu com o rosto escondido no pescoço dele.
– Relaxe... – disse ela – É só... – ela sorriu levemente para ele – diversão.
– Você não é Luna. – declarou Harry rindo. Ela só riu. – dane-se. – acrescentou ele baixinho.
Ele se inclinou por cima dela beijando-a com ânsia. Ele beijava seu pescoço enquanto suas mãos passeavam por toda pele embaixo da saia dela. Ela retirou a camisa dele por completo tocando a pele do peito dele. Ele passeou os dedos por cima da calcinha dela ouvindo-a gemer. Ele continuou naquilo até que ela se esqueceu de acaricia-lo. Ele se alternava entre beija-la e admirar o rosto e o corpo dela se contorcendo. Ele a livrou da calcinha e continuou a carícia. Luna gemia cada vez mais. Ela jogou a cabeça para trás expondo o belo pescoço. Harry mordeu-o e beijou-o. Sentindo os leves tremores do corpo dela. Por um minuto continuou assim, os olhos Ela deslizou a mão para dentro do cós dele, transpassando todas as barreiras de tecido e alcançou-o quente e pulsante. Harry se pegou gemendo junto com ela, explorando junto com ela, respirando no mesmo ritmo. As mãos dela eram delicadas, pequenas e quentes ela o tocava muito sutilmente. Aquilo o deixava louco e o fazia explorar a feminilidade dela ainda mais profundamente. Luna gemia tanto que ele teve que se controlar muito. A garota esqueceu por um momento as carícias que fazia nele, se concentrando apenas em ofegar. Harry retirou a sua mão e olhou para o rosto dela. Abriu um por um os botões dela, observando a pele alva, o seios perfeitos escondidos pelo sutiã azul bebê...uma lingerie tão inocente...
Ela o ajudou a se livrar das calças e da cueca. Ele estava nu, e se sentiu envergonhado instantaneamente. Mas a forma como Luna o olhou o fez esquece disso. Inclinou-se novamente para beijá-la, sentindo seus sexos se tocarem de uma forma enlouquecedora. Ele movimentou-se involuntariamente e o contato se intensificou. Luna gemeu alto afastando a boca da dele.
– Harry – ela murmurou. Ele se pressionou contra ela. Ela gemeu novamente – É tão bom...
Ele a livrou do sutiã, observando seus seios pequenos, firmes e pálidos. Livrou-a também da saia. Seus corpos nus se tocaram. Parecia que haviam faíscas entre eles. Ele voltou a beijá-la. Pressionou o sexo contra do dele até que os gemidos delas ficaram insuportáveis, cada vez que ela curvava o corpo e gemia, parecia que ele ia ter um orgasmo. Mas ele continuou a brincadeira até ela estar tão próxima ao orgasmo que parecia ainda mais fora de órbita que o normal. Ela mantinha os olhos fechados, os lábios entreabertos e vermelhos, enquanto ele mordia, lambia e beijava cada parte do corpo trêmulo e úmido dela que podia alcançar.
Por fim foi insuportável e ele a penetrou, sem planejar. Simplesmente seu corpo encontrou o caminho para dentro dela. Ele deslizou suavemente. Ela agarrou as suas costas com força. Harry esperou que ela se acostumasse, e quando ela estava confortável ele a puxou para si, sentando-se com ela perfeitamente encaixada nele. Os dois sentados, as bocas coladas, os seios de Luna tocando o peito dele, as pernas dela enlaçadas na cintura dela. Ele estava tão dentro dela que pareciam ser um ser só. Ele começou a movimentar-se entrando e saindo dela suavemente. Por causa posição ele ia mais fundo, tinha que se lembrar de respirar. Por alguns segundos Luna apenas se agarrou a ele acompanhando seus movimentos. Ela gemia de encontro ao pescoço dele. Agarrava a nuca dele com força. Ele começou devagar com medo de machucá-la, mas ela própria impôs seu ritmo. Logo eles estavam o mais rápido possível. Luna gemia alto. Harry forçou mais fundo contendo um gemido e Luna mordeu seu pescoço com força. Gemidos entrecortados escapavam da boca dela e isso o encorajou a ir ainda mais rápido. Luna o soltou, curvou o corpo e jogou a cabeça para trás.
– Harry! – exclamou ela.
Ele começou a ir mais devagar e mais fundo. Sentindo-a por completo, ao mesmo tempo em que beijava o pescoço dela, e suas mãos se agarravam à sua cintura. Luna gemia tão alto que se o lugar não fosse tão amplo ele teria certeza de que seria ouvido do corredor. Ele mal conseguia respirar, as sensações no seu corpo eram incríveis. Luna gemeu e se pressionou contra ele com tanta força que ele estremeceu e caiu suavemente na grama. Luna continuou a movimentação agora por cima dele. Ela contorcia seu rosto no esforço e no prazer que aquilo lhe proporcionava. Ele chocava seus quadris contra ela pressionando as sua cintura, Luna apoiava as mãos na barriga dele cravando as mãos no abdômen dele, fazendo-o gritar de dor e sentir ainda prazer. Luna aumentou o ritmo de uma tal maneira quesó o que o menino conseguia era se contorcer embaixo dela agarrando com força a grama nas mãos. Era incrível que ainda não tivesse chego ao orgasmo, mas usava todo o seu alto-controle para não perder nada daquilo. Luna finalmente teve um orgasmo apertando-o com força. Harry se preparou para finalmente se entregar às suas próprias sensações, mas ela se desencaixou dele. Frustrado ele se perguntou se ela o deixaria “naquela” situação. Mas a menina deslizou pelo corpo dele.. beijando-lhe o abdômen, a pelve. Ela o tocou e ele estava tão rígido que pulsou fortemente na mão dela. Luna lambeu-o suavemente, fazendo Harry cravar as unhas na terra. Ela lambia a glande enquanto com as mãos apertava todo ele. Harry gemia enlouquecido, se aquilo não era a melhor sensação do mundo ele duvidava que encontrasse o melhor.
– Luna... Não dá para aguentar...
Ela o ignorou e continuou com seus movimentos suaves. Fazendo-o arfar fortemente. Harry levantou levemente a cabeça e se viu vermelho e úmido, os cabelos loiros de Luna caindo ao redor. Nesse momento Luna sugou forte e ele viu que não conseguiria mais. Apoiou a mão na nuca da menina e puxou-a para si beijando-a com força, enquanto girava ficando por cima dela. Penetrou-a novamente com força, sem nenhuma delicadeza e foi a vez dela cravar as unhas na terra. Ele esqueceu toda a sutileza e forçava desesperadamente contra ela. Rapidamente, tão rápido que ele nem acreditou, ela teve outro orgasmo. Ele continuou desesperado, até que sentiu seu corpo todo pulsar e não conteve um grito que escapou-lhe da garganta.
Harry girou puxando Luna consigo, fazendo com que a menina repousasse em seu peito. Os corpos dos dois úmidos e trêmulos. Os dois ficaram deitados por alguns segundos. Respirando sentindo o coração do outro bater.
– Uau... – murmurou Harry simplesmente.
– Interessante. – disse Luna sonhadora.
– Luna? – disse Harry.
– Que foi? – perguntou a menina fechando os olhos.
– Interessante não é bem a palavra, Luna. – disse ele.
– É.
– Precisamos ir. – respondeu ele sem se mover.
– Estou vendo a porta. – declarou Luna.
– Que bom. – disse ele.
– Uhum...mais um pouquinho? – perguntou Luna.
– Mais um pouquinho... – disse ele. A abraçou e viraram de lado. Permaneceram abraçados por alguns minutos
– Bom... – disse ela.
– Satisfeita? – perguntou Harry.
– Hum...Me deixa pensar? – pediu Luna.
– Ok.
Alguns minutos depois.
– E então? – insistiu ele.
– Quando voltaremos? – perguntou ela.
– Isso é um não? – perguntou ele.
Luna se virou.
– Voltaremos? – perguntou ela.
Ele tocou os lábios dela com o indicador e sorriu travesso.
– Depende... o que terá para me mostrar na próxima vez? – disse.
– Que tal uma ilha deserta? – disse Luna com os olhos brilhando.
– E uma dançarina de hula? – perguntou ele rindo.
– Nha... detesto dançar... – retrucou ela. Harry riu antes de beijá-la carinhosamente. Talvez ser um pouco lunático fosse...delicioso.
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Olá Pessoas!!!! Bem foi deliciosamente delicioso escrever essa cena... ai... Luna...
Bom gostei muito d:p
Ah, gente sei que a minha SP está um pouco mais...complexa do que a dos livros. Mas me permitem essa heresia?
Para quem esperou tanto, aproveitem! Amo vocês! em breve a G/Hr!
E para quem gosta de NC e gosta de femmeslash e gosta de Challenge... não deixem de participar!
>>>>>>>> http://fanfic.potterish.com/menufic.php?id=36574 <<<<<<<<<<
*ajeita capa roxa, balança o cabelo e crack*
Simplesmente Gina D/G