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4. Trabalho, trabalho. Pegações à


Fic: A Casa dos Demônios


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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Capítulo 3 – Trabalho, trabalho. Pegações à parte


 


N/A Mandy: A música deste capítulo é Field Of Innocence – Evanescence. Só a escolhi por causa do POV Sirius, pra mim encaixou bem. Definitivamente não sabia qual colocar na do Draco, sorry ;/ E desculpem-me também pelos tamanhos minúsculos do caps, é a falta de criatividade, eu to gripada, ai meu cérebro não funciona bem. :B


POV Draco



I still remember the world


From the eyes of a child


Slowly those feelings


Were clouded by what I know now



Where has my heart gone


An uneven trade for the real world


Oh I... I want to go back to


Believing in everything and knowing nothing at all


 


Depois de ter conversado mais com o Quatro Olhos, eu havia ido falar com Melissa para que ela me mostrasse onde seria o hotel em que eu ficaria hospedado até resolver todos esses problemas que estava havendo.


Ela me acompanhou até o local e até me ajudou a arrumar algumas coisas, não que eu precisasse de ajuda quando tinha uma varinha a alcance, mas porque não deixa-la trabalhar já que ela estava com tão boa vontade? Sem falar que ela ficaria mais comigo e menos com o Cicatriz..


Quando a maioria das coisas já estavam onde deveriam estar, demos uma pequena pausa para comer e beber alguma coisa. Melissa já havia levado algumas coisas caso eu não quisesse sair, então não precisamos fazer muitos esforços para preparar algo para comer.


Ela fez um hambúrguer e pegou duas garrafas de cerveja amanteigada. Sentamos no sofá enquanto comíamos e conversávamos, ela era fácil de conversar, nada como aquelas garotas que te da vontade de vomitar só de ouvir a voz.


O clima estava descontraído e ao longo da conversa havíamos nos aproximado um do outro no sofá e nem tínhamos notado. Mel falava sobre algo que eu não estava ouvindo, pois minha atenção estava toda em seus lábios, o modo como ela os movia enquanto falava e quando passava a língua neles estava me deixando louco.


Então em um movimento rápido eu a beijei. Foi tão rápido e inesperado que nem eu havia notado o que tinha feito até sentir os lábios dela pressionados aos meus. Senti-los ali, tão próximo a mim só tinha me incentivado a continuar, então insinuei minha língua em sua boca, pedindo uma passagem que logo foi concedida.


Beijei-a com fúria, enquanto postava uma mão em sua cintura e a outra puxava seus cabelos para aprofundar cada vez mais o beijo, quando de repente, sentia-a se afastar, apenas para começar a me beijar novamente, de um modo mais lento, me torturando enquanto acariciava minha nuca.


Ela foi aumentando o ritmo, fazendo o beijo se tornar novamente ardente, onde nossas línguas se chocavam de um modo quase alucinante. Apertei sua cintura quando a senti descer os beijos em direção ao meu pescoço, ela me beijava e me mordia de um jeito tão torturante que eu estava me controlando para não deita-la no sofá e faze-la gemer meu nome.


Quando íamos nos beijar de novo, um patrono em forma de um grande cão apareceu, e nos comunicou que havia acabado de ocorrer uma morte. Meu monstro estava a solta e estava causando problemas, e Sirius veio resolveu me comunicar, mas tinha que ser justo quando eu estava com a Melissa?


Bufei irritado e me levantei, oferecendo minha mão a Mel para que ela pudesse levantar também e me acompanhar. Desamassamos nossas roupas e demos as mãos para aparatamos em um beco escuro, perto da ex-sede da Ordem da Fênix, atual e eterna moradia dos Black, pelo menos a de um Black, Sirius Black.


 


I still remember the sun


Always warm on my back


Somehow it seems colder now


 


Where has my heart gone


Trapped in the eyes of a stranger


Oh I... I want to go back to


Believing in everything


 


 


POV Sirius


 


Iesu, Rex admirabilis


Et triumphator nobilis


Dulcedo ineffabilis


Totus desiderabilis.


 


As the days pass by, before my face


As wars rage before me, finding myself


In these last days of existence


Of this poor country, this parasite inside me


I forced it out. In the darkness of the storm lies an evil, but it's me


 


Estava deitado na varanda de meu quarto observando as estrelas, elas conseguiam me transmitir uma paz como nenhuma outra coisa conseguia. Tantas mortes estavam acontecendo e eu não podia fazer nada para impedi-las, e como poderia? Nem sabia ao certo sobre o que se tratava toda essa loucura.


Tentei reconhecer algumas constelações que costumava observar nos tempos de escola numa tentativa de me distrair, mas elas pareciam apenas pontos brilhantes no céu. Pequenos pontos de razão e motivação para os descrentes como eu.


Minha paz momentânea logo se desfez ao me lembrar das mortes sem pista e sem motivo aparente. Levantei-me e fui até a biblioteca onde continha alguns livros e anotações que tinha feito desde o primeiro óbito.


Até parecia com a guerra que enfrentamos contra Voldemort há cinco anos, tendo que lutar com forças desconhecidas que vinham sabe-se lá de onde. Fora algo horrível de se ver, que ficou marcado na mente de cada um que não só presenciou a própria batalha, mas como foi atingido indiretamente por ela, como com a perda de amigos.


Amigos... mal sabia o que era isso agora, perdi tantos ao longo dos anos; uns que nunca mais tive notícias desde que fui preso; outros que morreram na batalha final... Nunca foi tão difícil ver meus amigos mortos como foi com toda aquela destruição. Tantas pessoas jovens e inocentes que tinham uma vida toda pela frente; outros que dedicaram as vidas em prol a acabar com o mal.


Quantas vidas se foram, e agora com tudo isso me parecia ter sido tão em vão. Era pra elas estarem em paz agora, tudo – seja lá o que fosse tudo - deveria ter passado e acabado naquela noite. Mas é como se estivesse voltando, e pior, eu nem sabia realmente o que é que estava causando todo esse caos.


Eu realmente esperava que Draco pudesse nos ajudar com alguma coisa, usando o que descobrira durando todos esses anos afastados na França, já que ele ficara lá estudando tudo o que podia sobre Arte das Trevas e qualquer coisa que pudesse estar relacionada a isso, seja a demônios, magias e criaturas mágicas do nosso mundo.


Peguei um papel em que tinha anotado minhas prováveis suspeitas sobre o que se tratava e analisei tudo o que sabia sobre essas criaturas com e o que acontecia com as vítimas. Nada fazia muito sentido. Levei a mão aos meus cabelos e tentei arruma-los em vão, pois logo depois caíram novamente em frente aos meus olhos.


Joguei o papei que segurava em cima de um livro qualquer e bati a mão com o punho fechado sobre a mesa. Tudo estava indo bem nesses últimos anos, nada de grave acontecendo, e agora do dia pra noite, tínhamos um ser desconhecido por ai atacando que nem um louco possuído qualquer cara que passasse.


Realmente legal Merlin! Da próxima fez que quiser me dar cabelos e me fazer perder o sono, apenas vá e faça, não arrume nenhum método para isso.


O melhor que eu podia fazer foi feito, chamei o Draco para o caso. Sai da biblioteca e subi as escadas para ir dormir, assim que abri a porta de meu quarto uma coruja marrom entrou pela janela entreaberta deixando uma carta em cima da cama e saiu. Peguei a carta e vi o emblema que ela possuía um M bem grande representando o Ministério.


Abri-a e li o conteúdo dela. Mais uma morte, dessa vez havia sido um homem negro, trouxa e na faixa de seus trinta anos, fora encontrado morto pela sua mulher, com o corpo aberto e sem nenhum órgão interno.


Segurei minha varinha que estava em meu bolso traseiro e usei-a para conjurar um patrono e avisar ao Draco sobre o nosso novo problema.


~*~*~*~


- Então, Sirius, recebi sua mensagem no meu apartamento. O que você quis dizer com “Mais uma morte, Draco, venha para minha casa”? Isso assusta, sabia?


Draco havia chegado em casa logo depois de possivelmente ter recebido o meu comunicado e estava acompanhado da senhorita Dinegri. Preferi não comentar sobre o cabelo bagunçado e as bocas inchadas.


Fui com Draco para um escritório e deixamos Melissa na sala, tomando um drinque.


- Há pouco recebi uma carta do Ministério em que relata mais um caso do nosso possível monstro, então como você foi contratado para cuidar do caso, resolvi lhe informar logo.


- Fez bem, mas onde está o Santo Potter? Ele não é o ‘subgerente’? Porque não está aqui? – Malfoy fez aspas com sua mão quando mencionou o cargo de meu afilhado com aquele típico ar de deboche dele.


- Eu não chamei o Harry aqui porque não acho que seja preciso, Malfoy. Até porque se ele fosse necessário aqui e agora, não teria te contratado para o caso. – Vi com certa satisfação a cara de Draco perder aquele ar orgulhoso.


- Ok, vamos logo tratar do problema e parar de falar sobre seu idolatrado e salvador da pátria.


Porque ele puxou o lado ruim da família? Oh, claro, porque ele é filho daquelas cobras e tem uma serpente representando sua casa.


- Como eu estava dizendo antes de você querer saber do paradeiro de Harry, pouco tempo atrás recebi uma carta do Ministério me avisando sobre uma morte de um homem negro que tem aproximadamente trinta anos. Ele foi encontrado já morto por sua mulher, tendo o corpo aberto e sem nenhum órgão interno.


- Hum... Achou algo em comum entre os casos, ou são completamente diferentes?


- A única semelhança é que as vítimas até agora, só foram homens. Nada além disso. Bruxos, trouxas, brancos, negros, jovens, velhos... Apenas homens.


- Tem alguma idéia do que pode ser?


- Nada muito certo e que realmente possa ser. Mas vá saber? Vampiros, lobisomens, transmorfos... Ou até mesmo algum animago. Mas não acho que possa ser algum desses. O que tem mente?


- Se não se incomoda, prefiro pesquisar algumas coisas em meu apartamento. Tenho outras coisas em mente, embora eu ache difícil que possa ser isso.


 


Where has my heart gone


An uneven trade for the real world


Oh I... I want to go back to


Believing in everything


Oh, Where


 


Where has my heart gone


Trapped in the eyes of a stranger


Oh I... I want to go back to 


Believing in everything


I still remember...


 


N/A Luana: Finalmente um capítulo com pegação HEUHEUHEUHE’


 


N/A Mandy:² g-zuis, minha amiga é um ser tarado u.u PSOAKPOSKPAS’ mas a pegação foi tão curtinha :/ queria algo mais maior *o* mas só foi isso, sorry G.G se bem que tem gente que amou lalala’ –q estou falando de você, Ana! E eu já disse pra não achar que ela é você u.u e pare de se sentir onde quiser, tlg? –q POSKAPOSA’ ;B


E tchururu! [/momento Bee] o que será que eles são? Oh! -q

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