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10. Fim...


Fic: A Era dos Comensais - 18 anos - Uma fic como você nunca leu.


Fonte: 10 12 14 16 18 20
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- Eu estou pronto. – Alguém tinha que quebrar o silêncio e o prazer da refeição dela.
- Eu também.
Ele juntou os olhos tentando entender quando ela o olhou. Pronta pra que, já que estava como ele a deixara mais cedo.
Viu o olhar resignado dela para ele, a saliva descendo pela garganta pálida. Viu uma seqüência de ações simplistas sendo desempenhada no ato mais complexo de seu pensamento. O que aquela criatura frágil e patética estava pensando.
- Granger, você ouviu o que eu disse mais cedo? – Estaria furioso se não estive confuso e cansado. Ela concordou com a cabeça e ele levantou os ombros exasperado. – Então caralho, por que você não se arrumou ainda.
- Que eu me lembre Malfoy, você disse nós. Você e mais alguém. Não exatamente você e eu. – O cortou antes que ele gritasse com ela pela expressão furiosa e bochechas rubras. – E nós Malfoy, significando você e eu teria que existir num contexto diferente do que eu conheço. Eu não conheço nós para nós. – Ele suspirou cansado. Loucura e frustração. E ela tão conformada.
- Granger você ficou louca. – Era uma constatação. Simples. – Suba e traga uma calça e uma blusa que vou transfigurá-la para você. – Continuou antes que ela interrompesse e continuou pausado depois de tragar a saliva derrotado. – Nós sairemos daqui pela manhã e sumiremos e depois eu não sei.
Ela podia perguntar muitas coisas. Queria questionar muitas coisas e principalmente se estava entendendo direito sobre “nós”, mas não o fez. E não o fez por que estava com medo de que o “nós” dele removesse o pouco de esperança infundada que ela auto plantou dentro de si. Mesmo mínima. Mesmo ínfima. Era uma esperança e ao invés de questionar e minguar sua versão de que “nós” significava os dois, questionou o.
- Por quê?
Ele sabia o porquê, mas não diria.
- Não tem por que. É assim e pronto.
Ela respirou fundo ainda o encarando. A junção entre os olhos castanhos se juntou e relaxou e a boca murmurou algo inaudível enquanto ela avaliava a resposta dele. Ele apenas observava impaciente ela subir e fazer como ele mandara. Mandar. Não mandava em nada e sabia há tempos. Nem nela, nem em si, nem no plano, nem no destino. Só seguia.
Viu quando ela o olhou determinada. Imponente. Altiva. Como ela o olhava sempre. Intragável.
Não estava com paciência para questionamento. Que inferno. Granger era muito difícil.
Ela andou a passos longos até ele. Distancia curta. Determinação. Parecia suscetível a matá-lo, esmurrá-lo. E, no entanto colou os lábios carnudos ao dele com certa brutalidade. Lábios de macho recompensando, exigindo.
Ele a afastou confuso a segurando pelos braços. Com força.
- O que pensa que está fazendo? – Suspirou contrariado. – Eu não quero agradecimento Granger. – Falhou em tentar soar enojado e olhá-la de cima a baixo como se complementasse. Não de você.
- Não estou agradecendo. Não tenho que te agradecer. – Ainda desafiava. A velha Granger o desafiando. O humilhando.
- Então por quê? – Confuso. Um garoto inexperiente desejando incessantemente que a garota mais velha que o usa, não esfregue na sua cara em publico o quão inexperiente ele é ou implorando inconscientemente que Hermione Granger não esmague os cacos que sobraram e ele tenta juntar de si mesmo. Ela podia.
- Não tem por que Malfoy. É assim e pronto. – Ela sorriu sarcástica pelo trocadilho e ele não aceitou. Não no momento, e continuou apertando o braço dela até que ela se impulsionou para frente o desafiando novamente. Uma guerra. E acrescentou rentes os lábios ressecados dele. – Por que eu quero. – E foi à língua dele que umedeceu nervosamente os próprios lábios antes de passar para os dela exigindo, aceitando e se rendendo ao desafio. Por que ele queria mais que tudo que se lembrava ter querido um dia. Queria fodê-la do modo que fosse. Na boca, no beijo, na alma ou em qualquer porcaria de jeito que ela aceitasse. Pelo único fato de ela nunca tê-lo querido. De nenhum jeito.
E ela pagaria. Não deveria nenhuma merda de favor a Malfoy. Tinha orgulho acima de tudo. Acima dele. E pagaria como ele achava que a ensinara. E bloqueou a voz de Lucius quando ensinou Draco a fodê-la com prazer. E bloqueou por que sabia que ele havia conseguido o intento com maestria e ele nunca saberia. Ele não precisava saber.
E não tinha por que ser delicado, já que ela não parecia se importar quando ele arrancou os botões da camisa que ela usava de um só puxão. Com força e sem delicadeza quando apertou os dois seios expostos e esfregou seu membro com força, abrindo um violente caminho. Queria sentir mais. Queria sentir tudo e ouvir tudo, já que era a primeira vez que ela não ocultava seus gemidos. E queria ouvi-la gritar. Orgulho ferido. E os dentes deixaram o pescoço marcado e morderam os mamilos turgidos. Excitados e escurecidos. Sem delicadeza para ouvir os gritos, mesmo que de dor. Ele precisava. E chupou e mordeu e de novo até ela gemer apenas com o toque da língua pela sensibilidade forçada. E estava em êxtase. Os dois.
Por que no fim das contas. No Grand Finnale. Ela viveria e ele a tinha. Gemendo. E seria engraçado se os dois palhaços tivessem algum senso de humor.
E a empurrou contra o armário de madeira grossa e antigo, levantando-a um pouco e forçando mais contra o sexo dela. Dolorido e excitado. Era assim que queria que ela sentisse e assim não se atreveria a se ocultar. A não gritar. E estava tão desnorteado que queria fodê-la sem tirar-lhe o pano que impedia a penetração e ela ofegou e puxou-o para traz pelos cabelos, afastando-o com dificuldade da boca que ele devorava novamente. Terminariam o que quer que chamem o que estavam fazendo, sem uma parte deles mesmos. Ela devolvia na mesma proporção em que ele mordia. Ombros, pele, carne. Mutilação. Paixão. A boca carnuda dela estava vermelho sangue pela sensibilidade dos chupões.
- Você ainda esta com roupas. – Ofegava e ele parou de arranhá-la nas costas pra descer as calças. Afoito. Adolescente. E arrancou a cueca que ela usava com raiva. E foi mais bruto por ser uma cueca. E estocou com força se deliciando com o grito desesperado dela. E fodia com força, mordendo a pele macia do ombro, do queixo e os gritos o incentivavam a ir mais forte, mais fundo. E ela gostava. E suavam e se arranhavam e ardia.
- Por Merlim Malfoy. Mais forte. – E ele cobriu a boca dela abafando o som. Não queria mais ouvir. Não queria mais som, não queria mais nada. Por que o som dela não era pra ele e isso doeu e verteu em seu peito. Passado e lembrança amarga. E ele diminuiu o ritmo. Lento e profundo. Calmo e intenso e ela gemeu na garganta e resfolegou quando ele mordeu lentamente o lábio inferior dela. Delicado.
- Não me chame de Lucius Granger. Draco. Me chame de Draco e por favor não finja. Pelo menos dessa vez. – E parecia doer nele. E doeu nela por que ela não estava fingindo e muito menos pensando em Lucius. Nunca. Nunca com aquela intensidade. Nunca com aquele prazer. Ela queria dar a Draco o que nunca deu. Verdade.
E ele segurou a cabeça dela entre as mãos possessivas e beijou-a intensamente. Molhado. Língua explorando língua, acariciando língua, amando língua, mas devagar. Tão devagar e intenso que faltava respiração e os movimentos do quadril estirando o sexo dela, iam tão fundo e lento que os sentidos nublavam. E a dor e prazer se tornaram um prazeroso tormento. Angustiante e viciante. Tão angustiante que os olhos marejavam daquela sensação de ápice não resolvido.
 Ele a levava no bordo do prazer, no cume do êxtase e a trazia de volta. Sem gozar para deixá-la no bordo novamente. Uma tortura singular. Ridícula uma vez que ela queria chorar de prazer. E as mãos do loiro aprisionaram as mãos dela, intercalando dedo por dedo num fechamento preciso quando ela tentou enroscá-la entre eles para se acariciar. Um toque. Um leve toque de seus dedos no seu clitóris e ela gozaria e acabaria com o tormento, com a prisão interior que se encontrava. Maldito.
- Draco. Eu preciso gozar. – Ele iria impedi-la de falar sufocando-a com os lábios se não tivesse sorrido satisfeito ao ouvi-la. Satisfeito por ser ele e ela saber. Draco.
- Você precisa de mim assim. – E quase a levantou quando o movimento mudou de fora para dentro, para de baixo para cima e absurdamente profundo. E agora seu clitóris tocava nele, se esfregava nele e ela quase perdeu os sentidos. E toda aquela atenção ao prazer dela doeu de novo. E doeu por que não queria que o mais próximo do amor que ela conhecia fosse com ele. Justo com ele. E quando ela gozou, o gemido e a suplica e o nome dele fluíram como ouro liquido numa caverna de duendes. Ambrosia. E Draco sussurrava o nome e palavras desconcertantes um minuto após derramar-se dentro dela. Ele podia. Ele podia tudo agora.
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- E como você acha que isso vai funcionar? – Falava baixo e andavam rápidos. Tinham que ser rápidos. E chegaram e um único homem intercalava o plano que Malfoy seguia. O plano que não era dele e ele estava começando a temer.
- Documentos e varinhas, por favor. – Impessoal. Profissional como todos os outros naquele lugar. Sair do país em época assim não era apenas sair do país. Tinham precauções. Repercussões. Draco estendeu os documentos de ambos e sua varinha. – Draco Malfoy e Astoria G. Malfoy.
Olhou para loira de olhos claros e roupas simples. Não combinava.
- E a varinha da Senhora? – Ela não sabia o que responder. Não estava segura de que pudesse falar. E ele parecia que tinha tudo planejado, mesmo com a umidade nas mãos frias. Mão enlaçada a dela e a poção só duraria uma hora.
E ele sussurrou algo junto com um pacote pardo sumindo nas mãos do outro homem. Escrúpulos. E partiram e pela primeira vez em mais de um ano Hermione teve vontade de agradecer. E queria que Draco falasse com ela, mas ele não parecia estar nesse mundo. Estava tão afundado em sua própria mente, que se não fosse pela escassa respiração quando o segundo avião decolou; diria que estava com medo. Medo de algo ainda sair errado.
E quando aterrissou pela segunda vez o que ouviu dele quase a fez sorrir. “Snape filho de uma puta meticuloso. Deu certo.”
E ela sabia. E não sorriu por que pensar em Severus doía. E o amaria sempre e agora viveria.
Olhou o loiro no aeroporto trouxa sem saber. Estava livre e não sabia o que fazer. Respirar sozinha lhe pareceu solitário agora. Coisa de alma. Coisa de prisioneira. Coisa de silencio que precisava ser quebrado.
- Então... – Olhou para ele. Tinha que agradecer afinal.
- Então o que? – Não iria agradecer, já que não sabia o que fazer com a situação. Liberdade estranha. Não sabia por onde começar. Malfoy estúpido.
- Então é aqui que nos despedimos. – Um misto de pesar e raiva se confundiram na voz, e a face do loiro se contorceu numa careta estranha.
- E onde se supõe que você vá? – Olhou ao redor. Cinza e gente estranha. Confusão. Hermione baixou a cabeça. Tinha que se virar de qualquer modo.
- Eu me viro. – E o ouviu rir. Malfoy’s não riam e isso era bizarro. E o risinho soprado e debochado a fez encará-lo com raiva e virar pra sair.
- Você não fica bem de loira Granger. Assim é melhor. – Ela sabia e sorriu minimamente. Concordou com a cabeça e continuou indo. Ele não era tão desagradável no final de tudo. Mas cada um com seu papel no circo da vida tinham que continuar atuando. Vivendo. Cada um com seu próprio plano agora. Inédito. Ou não. Sentiu seu braço sendo puxado em outra direção. – E não vai embora carregando um filho meu. – Ela estancou.
- É impossível. – Mesmo atônita ela questionaria e ele sabia.
- Snape apenas limpou o esperma dele no dia do solar. – Deu de ombros conformado. – Era o plano dele desde o inicio sei lá. – Os olhos claros a perfuravam, intrigados. E ela falhou em falar a primeira vez. Snape sabia e a amarrou com o loiro propositalmente, mas por quê? Isso era o ápice da manipulação e que porra de liberdade era essa afinal.
- Isso não importa. Acabou e não temos que fazer mais nada por ninguém. – Ainda sim o olhou perdida. Momentaneamente mais frágil do que gostaria e Malfoy a segurou pelos ombros. Determinado.
- Esse é meu plano agora. – Inseguro. – Se quiser...
 
Xxx
Uma semana. Uma semana para encontrar e destruir parcialmente a casa de Snape. Traidor. E um Wesley sabe perfeitamente o que isso significa quando não senta em cima do próprio rabo pra julgar os outros.
Estava com raiva e andava de um lado para o outro reclamando e distribuindo ofensas. Inconformado por não a encontrar. A vaca traidora como ele a chamava. E antes de sair lhe entregaram um pequeno pedaço de pergaminho queimado. Inútil e indecifrável se o ódio não fosse perspicaz.
Poucas palavras legíveis. Sofre. Semente. Respons. Coisas queimadas e sem sentido. Mas o pedaço rodou por seus dedos pálidos e ferrugem. Sardas até nas mãos. E o tato é sensível quando o ódio procura. Olhou atentamente e de novo, e pegou as cinzas de um cigarro descartado por alguém ali e passou no pedaço. Pedaço de pergaminho pequeno e revelador. Marcado sutilmente pela força da pena. Letra rebuscada e dirigida ao inimigo. Mas legível. Malf... Pedaço importante.
- Ei, venha aqui. Descubra onde se encontra Draco Malfoy. Ele esteve no Gringots semana passada. – O rapaz novo piscou os olhos um momento.
- Malfoy viajou há uns três dias por chave de portal Sr. Wesley. Eu o vi com a esposa no dia.
- O que? Que esposa e quem permitiu isso se ele esta sob investigação. – Estava furioso e com uma sensação estranha no estomago. Frustração e algo cheirando podre.
E três dias inteiros de gritos e ofensas apenas aumentaram a frustração que o engolia. Malditos.
Astoria estava triste pela despedida de seu ex pretendente e do beijo intenso que trocaram. Sua nuca dolorida era prova dos puxões descontrolados que levou. Saudade e vontade.
Wesley ainda tentava rastrear o paradeiro dos fugitivos, mas perdeu completamente o rumo depois que desembarcaram no aeroporto trouxa e seguiram em outro vôo.
O mundo bruxo não é mais um lugar seguro, uma vez que o lado vitorioso não é o lado certo. E uma vez que o lado certo seria aquele onde você poderia escolher estar. E não existe opção onde a única verdade absoluta é distorcida aos meros intentos e propósitos particulares.
E ele jurou que a encontraria nem que passasse a vida procurando. E ela pagaria. Pagaria pelo que fez a sua irmã e seu amigo. Pagaria e guardou o pedaço de pergaminho com o nome do loiro imprestável. Pagaria e descobriria o que aqueles dois fazem juntos e pagariam o preço. Mortos.
 
Fim.



N/B: ahhhhhhhhhhhhhhhhhhhhhh adorei betar o ultimo capítulo, to virando beta vip agora( hoo, quem dera)
Serena, nunca imaginei esse final pra era *--*, PERFECT!

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N/A – OMG. Que fim lindoooooooooooooooo!!! Quero chorar. Não achei que gostaria tanto de algo como gostei desse. Qse nunca gosto dos finais. Mas é que esse saiu exatamente do jeito que ansiava. Acho que foi a musica.
Sei que não são todos que gostam do Severus e quem gosta não curte Draco e Hermione. Mas amo os três e realmente acho que eles foram bem descritos aqui. Desculpem se descaracterizei alguém, já que essa é minha 1º fic com o SEV.
Obrigado a todos que leram e comentaram. Meus olhos brilham por cada comentes que leio. Obrigadu Hellen por betar mais esse. bju... Vlw e beijossssssssssssssss a todos. Até a próxima.
 Serena 

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Comentários: 6

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Enviado por the em 25/01/2016

Ainda que linda essa fic  *-*

Nota: 1

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Enviado por Gabriela Santana em 06/12/2013

Final interessante. Foi difícil colocar o Ron como vilão, mas foi diferente do que eu já li.

Repito o que disse anteriormente, leia novamente seus capítulos e tome cuidado com a pontuação e com a ortografia e gramática.

é, História boa! 

Nota: 1

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Enviado por Aylane Cristina Macedo em 19/12/2011

Que perfeita *----* Adorei ^^

Nota: 5

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Enviado por Iasmim Costa em 05/12/2011

Continua! Ameeeei! *-*

 

Nota: 1

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Enviado por Milk Black em 09/10/2011

Essa fic é maravilhosa, simplesmente espetacular e especial como só você consegue fazer Serena. Não poderia deixar de comentar e incentivar para que escreva um epílogo.

Beijooooos, saudades.

Nota: 5

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Enviado por silvia xavierdos santos em 25/07/2011

Ah por favor continuaaaaameiiii

Nota: 1

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